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sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Mercado Islâmico de Escravas Sexuais



Ricos pedófilos da Arábia Saudita, compram meninas mauritanas e iemenitas e as transformam e suas escravas sexuais, e quanto estas alcançam a maturidade sexual são levadas as ruas por seus compradores, sendo obrigadas a se prostituírem. Muitas são condenadas a severas penas de prisão.

Aminatou Mint Moctor, é uma mauritana de coragem, que tem combatido o comércio de crianças nascidas na Mauritânia e que são compradas “por um bom preço” nos Estados do Golfo, por isto tem sido chamada de “uma má muçulmana” e “traidora” que mancha perante o mundo a boa imagem de seu país. No entanto, mesmo com as ameaças, suas denúncias tem conseguido com que o regime mautirano reconheça a existência de um tráfico repugnante e altamente lucrativo em seu território, de “compra, venda e exportação” de meninas a pedófilos.

A brava Mint Moctor, é fundadora da Associação de Mulheres Chefes de Família, que ajuda as vítimas de violência doméstica, estupro e escravidão.

A luta contra a pedofilia nas nações muçulmanas encontra grandes dificuldades, pois a prática foi instituída pelo “profeta” Moamé que contraiu matrimônio com uma menina de 6 anos chamada Aisha e a estuprou quando alcançou os 9 anos de idade. Levando em conta que “ O Enviado de Alá” declarou que uma mulher vale a metade de um varão e que elas são a maioria no inferno,  é possível ver o quão difícil é convencer a um maometano versado na doutrina islâmica sobre como é asqueroso e criminoso manter sexo com menores.



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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A brigada Abdullah Azzam reivindica atentado contra navio Japonês

A brigada Abdullah Azzam, um grupo terrorista ligado a Al Qaeda reivindicou o atentado ao navio Japonês no Golfo Pérsico.


O grupo terrorista leva o nome do homem considerado o mentor de Osama Bin Laden Abdullah Yusuf Azzam.

Al-Qaeda assume atentado contra petroleiro japonês no Golfo Pérsico

O grupo terrorista Al-Qaeda assumiu a autoria de um ataque contra um petroleiro japonês no Estreito de Ormuz, na entrada do Golfo Pérsico, no último dia 28 de julho, segundo comunicado publicado nesta quarta-feira, 4, em sites islâmicos na internet.

A Al-Qaeda explica na nota que o atentado foi realizado por um de seus militantes, identificado como Ayub al Tishan, e a quem descreve como um "herói suicida".


"Devido à grande influência desta operação na economia internacional e nos preços do petróleo, os inimigos de Alá mantiveram o silêncio sobre a realidade da ofensiva, e alguns atribuíram a explosão a um terremoto", diz o texto.


O petroleiro "M.Star", com bandeira das ilhas Marshall, tinha partido dos Emirados Árabes Unidos com destino ao porto japonês de Chiba, a leste de Tóquio, com 31 tripulantes a bordo, 15 de nacionalidade indiana e os outros 16 filipinos.


"O golpe dos mujahedins (guerreiros santos) a um petroleiro como este prova o fracasso terrível do regime internacional de abandono da fé", acrescentou o grupo.


A explosão causou ferimentos leves a um tripulante de nacionalidade indiana, segundo informou na quarta-feira a Mitsui O.S.K., companhia operadora do petroleiro.


O comunicado da Al-Qaeda não explica como o terrorista suicida conseguiu se aproximar do petroleiro e qual o tipo de explosivo utilizado.


O Estreito de Ormuz é uma porta estratégica que une o Golfo Pérsico com o Golfo de Omã e através dela passa a maioria do petróleo que extraído de Kuwait, Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Iraque e Irã.

Fonte: Estadão

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