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domingo, 7 de agosto de 2011

Sudão: Menina é sequestrada, estuprada e espancada por muçulmanos, mas não renega a fé cristã



Hiba Abdelfadil Anglo, cristã de 16 anos, conseguiu escapar após ter sido sequestrada por muçulmanos e ficar em cativeiro por quase um ano. Ela foi raptada no dia 17 de junho de 2010 e reencontrou a família no dia 10 de julho desse ano. A garota contou sua história ao Compass.
"Eles fizeram muitas coisas ruins comigo", disse Hiba em lágrimas.

"Várias vezes fui avisada que se não me convertesse ao islã eu morreria. Em várias ocasiões me torturam e ameaçaram me matar. O homem que me levou para sua casa, além de me torturar não permitia que eu fizesse minhas orações cristãs, e ainda ofendia minha família chamando-os de infiéis", disse ela.

A jovem consegui escapar do porão onde vivia trancada e pediu a um motorista que a levasse para a casa que ficava a duas horas de distância.

"Eu tinha tentado escapar três vezes, mas eles me capturaram e me bateram muito", disse Hiba soluçando.

Sua mãe, Ikhlas Omer Anglo,disse que ao procurar a polícia para denúnciar o sequestro, estes afirmaram que ela primeiro deveria abandonar o cristianismo. "Logo após ter minha filha sequestrada um policial me disse: Se você quer ter sua filha de volta, vire muçulmana", disse a mãe em tom de revolta.

A menina, Hiba Abdelfadil, além de espancada e torturada, também foi estruprada muitas vezes e está bastante traumatizada.

"Além de abusar sexualmente de mim, ele tentou me forçar a mudar minha fé, e dizia constantemente para que eu me preparasse para o Ramadã", disse ela. "Eu não consigo esquecer isso, e toda vez que vou rezar lembro de tudo, peço que rezem muito por mim".

"Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas), que Deus tenha feito cair em tuas mãos, as filhas de teus tios e tias paternas, as filhas de teus tios e tias maternas, que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), em relação às suas esposas e às que suas mãos direita possuem, a fim de que não haja inconveniente algum para ti. E Deus é Indulgente, Misericordioso. (Al Corão 33:50)"


Blog De Olho na Jihad com informações do CDN


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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Julio Severo | 12 Julho 2011

Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes.

Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecido em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.

Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos. A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.

A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?

Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.

O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.

Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.

No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos
tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?

Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?

Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?



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domingo, 10 de julho de 2011

Sudão do Sul de maioria cristã, liberta-se de vez da dominação muçulmana


Cidadãos do Sudão do Sul comemoram independência 
 
Juba - A independência da República do Sul do Sudão, traduzida na separação do seu território do vizinho do norte, teve lugar hoje (sábado), em Juba, em cerimônia testemunhada por mais de 30 chefes de estado ou seus representantes, incluindo o de Angola, constatou a Angop no local.

O acto de proclamação de independência do Sudão do Sul, que se tornou assim no 54 Estado independente de África e 193 do mundo, foi presidido pelo presidente da Assembléia Legislativa do país, James Wani Igga, e decorreu no Mausoleu John Garang, na capital da jovem nação. 

Angola esteve representada na cerimônia por uma delegação chefiada pelo secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, em representação do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos.

Manuel Augusto encontra-se desde sexta-feira a tarde em Juba, a frente de uma delegação composta pelo secretário para as Relações Internacionais do MPLA, Afonso Van-Dúnem Mbinda, do chefe do Estado Maior Adjunto para a Área Operativa e Desenvolvimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Jorge de Barros Nguto, e do embaixador Dombele Bernardo.

A cerimônia de proclamação foi seguida da promulgação da Constituião de Transição da República do Sudão do Sul, pelo primeiro- vice-presidente do Sudão e presidente do Governo do país, general Salva Kiir Mayardit, que na ocasião prestou juramento como  primeiro Chefe de Estado.

Durante o evento, vários dignitários subiram ao podium para dirigir mensagens de felicitações, encorajamento e recomendações ao Governo e povo do Sudão do Sul.

Entre os dignitários, destaque para o presidente do Quénia, Mwai Kibaki e o primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, nas suas respectivas qualidades de presidente do Sub-Comité da Autoridade Intergovernamental para o Sudão (IGAD) e secretário do mesmo órgão.

Também discursaram na ocasião o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Joseph Deiss, o secretario-geral da mesma instituição mundial, Ban Ki Moon e o representante da Comissão da União Aricana, entre outras figuras.

O nascimento da República do Sudão do Sul, com uma população de aproximadamente nove milhões de habitantes, na maior parte cristã, como a mais recente nação africana, segue-se a um referendo realizado em Janeiro deste ano que determinou a sua separação do seu vizinho do norte com predominância árabe e muçulmana.

O território com uma reserva petrolífera de 80 porcento do potencial da região, ganhou estatuto de região autónoma na sequência de um acordo assinado em 2005 entre o Governo do Norte do Sudão sedeado em Cartum e o Movimento Popular de Libertação do Sudão (SPLM), pondo termo ao mais longo conflito em África e que matou cerca de cem mil pessoas e deslocou milhares de outras.

O Sudão, país mais vasto do continente africano, foi colonizado de 1899 a 1955 pela Inglaterra que administrou o Norte e o Sul como entidades separadas, colocando rígidas restrições no movimento recíproco das populações de um lado e de outro, com evidente favorecimento para o primeiro que responde por cerca de dois terços do território e população total.

O Sudão do Sul é limitado a Norte pelo Sudão do Norte, Etiópia a leste, Quénia, Uganda e República Democrática do Congo a sul e a República Centro Africana a oeste. 

Fonte: Angola Press


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

"Você tem que se converter ao islamismo, se você quer sua filha de volta"

Uma viúva cristã no norte do Sudão tem sofrido há oito meses, devido o seqüestro de sua filha por supostos extremistas islâmicos em Cartum.
 
Hiba Abdelfadil Anglo  
"Desde que minha filha foi sequestrada, eu tenho vivido em um estado de medo e terror", disse Ikhlas Anglo, 35, mãe de duas filhas.
 
Ela disse que sua filha de 15 anos de idade, Hiba Abdelfadil Anglo, desapareceu quando regressava do Ministério da Educação em Cartum, em 27 de junho de 2010.  Hiba, membro da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão em Cartum, tinha ido ao escritório do Ministério da Educação resolver sua entrada no ensino secundário.
 
Dois dias depois, a família recebeu ameaças por telefone e mensagens de SMS dos sequestradores dizendo-lhes que deviam pagar £ 1.500 sudaneses (o equivalente a 560 dólares) a fim de garantir seu retorno.
 
"Você não quer ter esta escrava de volta?" Disse um dos sequestradores por celular.
 
Anglo e outros disseram acreditar que os seqüestradores são extremistas muçulmanos que lhes têm como alvo por serem cristãos, e que a polícia está auxiliando os criminosos. Ela disse que quando dirigiu-se à delegacia de polícia para denunciar o caso, a polícia francamente lhe disse que ela primeiro deve deixar o cristianismo e converte-se ao Islã.
 
"Você tem que se converter ao islamismo, se você quer sua filha de volta", disse o oficial Fakhr Mustafa chefe da Unidade de proteção a Família e a Criança. Recentemente transferido para outra setor, Mustafá não quis comentar sobre o assunto.
  
Somando-se à angústia da família da menina sequestrada foi a demissão de Anglo de seu trabalho. Anglo disse que seu supervisor no Centro de Saúde, onde havia trabalhado por muitos ano, lhe tinha dito para voltar ao trabalho depois de recuperar sua filha, mas depois de um mês, ela ficou surpresa ao saber que ela tinha sido demitida.
 
"Eles me dispensaram porque eu estava procurando minha filha, embora tenham me dado permissão", disse ela.


Nota do blog: Eis uma amostra do motivo do Sudão Sul de maioria Cristã ter se separdo do norte de maioria Muçulmana, onde os Cristãos eram cidadãos de segunda classe. 

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O que acontecerá com o Sudão?

Alguns temem uma catástrofe, outros aclamam a "nova onda da independência"


Paul De Maeyer

ROMA, quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - No domingo passado, o "grande dia" começou para o sul do Sudão, com a votação do referendo que poderia dar lugar à mais nova nação da África.
A votação vai decidir o futuro da região, mais ou menos do tamanho da França e Alemanha juntas. Os cerca de quatro milhões de pessoas que registraram seu voto deveriam decidir se queriam a independência do Sudão ou se preferiam permanecer unidos.

O referendo faz parte do Acordo de Paz Global assinado em 2005, entre o regime sudanês do presidente Omar al-Bashir e os rebeldes do People's Liberation Army Movement (SPLA/M). Para ser válido, o referendo deve atingir uma quota de 60% do total registrado. Embora a votação termine no sábado, o resultado final será anunciado um mês depois, em 6 de fevereiro (ou 14 do mesmo mês, se houver recurso).
Se os separatistas vencerem, a região se tornará o 54º estado na África em 9 de julho, exatamente seis anos após a entrada em vigor do acordo de paz que pôs fim a uma sangrenta guerra civil (com pelo menos 2 milhões de vítimas) entre os muçulmanos do norte e os animistas do sul, que eclodiu em 1959 e durou, após uma longa pausa entre os anos de 1972-1983, até 2005. Não se sabe ainda que nome terá o novo país, mas se destacam entre as possibilidades: Novo Sudão, República do Nilo e inclusive Kush (ou Cuch, mencionado na Bíblia). Juba seria a capital.

Preparados?

Todos concordam em que o maior desafio começará após a provável independência. A questão é saber se "o sul do Sudão está realmente pronto para a independência". O site da BBC respondeu, em 4 de janeiro, em "Perguntas e Respostas": "Para ser brutalmente honesto, não". "Após décadas de guerra, no sul do Sudão falta tudo". "Depois que a euforia da independência passar, eles vão enfrentar a dura realidade dos milhares e milhares de sudaneses que voltarão para o sul e não terão nada", disse o bispo de El Obeid, Dom Macram Max Gassis, à Fides no sábado. "Não há escolas, hospitais, lares, nem sequer água potável", continuou o prelado, que teme a catástrofe humanitária que ocorreria se todos os do sul do Sudão, cerca de 4 milhões apenas na área de Cartum, decidirem voltar a esta região.

De acordo com o Sudan Household Health 2006, em algumas áreas da região, a mortalidade infantil durante o primeiro ano de vida ultrapassa os 110 óbitos por mil nascidos vivos. Para efeito de comparação, na Itália essa porcentagem foi de 3,4 óbitos (dados Istat) em 2006. Outro perigo que ameaça o futuro de Juba é o espectro de novos conflitos armados, especialmente em áreas que têm petróleo.

O petróleo é realmente a chave para entender o referendo. Graças aos investimentos da China (Pequim não só construiu estradas, assim como o Grande Gasoduto do Nilo, que começa no estado do sul Unity, em árabe chamado Al-Wada), o Sudão se tornou o terceiro maior produtor de petróleo da África, depois de Nigéria e Angola. O problema em Cartum é muito simples: as maiores áreas produtoras de petróleo estão concentradas no sul e, no caso de independência, o norte perderia o controle dos poços e, portanto, o controle da produção. Mas o sul também tem o seu próprio problema com o petróleo; precisa da infraestrutura do norte e do oleoduto fabricado na China para ser capaz de exportar o ouro negro.

Confirmam esses temores as notícias que chegam da disputada região de Abyei, que fica entre o norte e o sul, uma região rica em petróleo e água. Como noticiado pela Reuters, pelo menos 36 pessoas morreram em confrontos entre nômades árabes e fazendeiros, procurando pasto e água, coincidindo a violência com o referendo. Enquanto isso, outros ataques ocorreram no estado de Unity, na fronteira com estados como Kordofan Sul (que pertence ao norte) e com Bahr el-Ghazal Norte (Área Sul), segundo a Reuters.

Abyei é uma espécie de microcosmo de conflitos que vêm ocorrendo há décadas no Sudão: uma mistura explosiva de tensões étnicas, fronteiras ambíguas, petróleo e rivalidades antigas. Dirigentes do Sudanese Dinka Ngok, grupo étnico do sul, têm acusado abertamente o regime de Cartum de fornecer armas e equipamento militar para o grupo Misseriya Arab, militantes na região de Abyei, um grupo que também goza de um status especial e que atualmente está dirigido por uma representação mista, entre oficiais do SPLA/M e do National Congress Party.

Muito vai depender do presidente Bashir, que garantiu respeitar o resultado do referendo, embora ele esteja convencido de que Juba "é incapaz de sustentar seus cidadãos, ou formar um Estado ou governo" (Al Jazeehra, 8 de janeiro). Bashir tem sobre a cabeça um mandado de prisão emitido pelo International Criminal Court, por crimes contra a humanidade em Darfur. Suas promessas sobre os referendos não têm convencido os observadores, que temem o uso da velha tática de guerra "por vicários". Em uma manchete publicada no sábado passado pelo New York Times, o presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que "sob nenhuma circunstância, nenhum dos lados deveria usar as forças "vicárias" em um esforço para ganhar vantagem, enquanto aguardamos o resultado final".

Uma coisa é certa: O referendo não agrada Cartum. Para o ex-presidente sudanês, Sadiq al-Mahdi, líder na década de 80 de um dos grupos mais brutais da guerra civil, o referendo abre uma caixa de Pandora, porque elimina os limites do período colonial. O New York Times sugeriu o mesmo. Além disso, especialistas internacionais, como Phil Clark, da School of Oriental and African Studies de Londres, temem o efeito dominó. "A África não precisa de um novo mapa", disse Clark, segundo o New York Times.
No entanto, para o Pe. Sean O'Leary, diretor do Denis Hurley Peace Institute, com sede em Pretória (África do Sul), o referendo sudanês é um novo começo para todo o continente. "Essa votação é importante, não só para o povo do sul do Sudão, mas também é um potencial ponto de partida para reescrever as diversas fronteiras artificiais criadas na África durante a Conferência de Berlim de 1884-85", disse à Fides na sexta-feira. "Vemos o início de uma nova onda de independência. Como na África do Sul, em 1994, estamos testemunhando o nascimento de uma nova nação."

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sudão: Referendo para escapar das garras islâmicas

O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, disse hoje que ajudará a construir um Estado "irmão, estável e seguro" no sul do país se a população local votar pela independência em um referendo que acontecerá em 9 de janeiro de 2011. "Nós não iremos privar nossos irmãos do sul da escolha que eles fizerem e vamos ajudá-los a construir seu Estado, porque queremos um Estado seguro e estável. Se ocorreram problemas, esses problemas serão levados a nós", disse al-Bashir, em discurso transmitido pela televisão estatal.
Falando a milhares de pessoas no Estado de Al Jazirah (Gezira), considerado o celeiro do país, ao sul de Cartum, al-Bashir disse que será "o primeiro a reconhecer o sul" se a população local escolher a secessão no referendo de 9 de janeiro. "Se vocês disserem unidade, sejam bem-vindos. Se disserem secessão, também serão bem-vindos, como um novo Estado irmão."

Cerca de 3,5 milhões de sulistas sudaneses estão registrados para votar no plebiscito, informou o porta-voz da comissão do referendo, George Makuer Benjamin.

Al-Bashir, que é procurado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) das Nações Unidas por crimes de guerra e genocídio na região do Darfur, oeste do Sudão, disse no começo deste mês que o norte do Sudão irá reforçar a Sharia, ou lei islâmica, após o referendo. 

O sul, de cultura africana e religiões cristã e nativas, travou uma guerra civil de vinte anos com o norte, de cultura árabe e religião islâmica. A guerra acabou em 2004 com um acordo de paz que previu o referendo.

Do Estado de São Paulo

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

SHARIA: Mulher flagelada publicamente no Sudão

Nada Disto é Novo 09 de Dezembro de 2010

Reparar no fato do castigo ser infligido por homens fardados, provavelmente policiais; e que a execução da pena não parece suscitar neles qualquer sentimento de remorso face ao sofrimento da justiçada, antes pelo contrário.

Como se pode ver, a sharia está viva e actuante, ao contrário do que alguns apologistas ocidentais do islão pretendem fazer crer.

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