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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Líbia - Homossexuais são sequestrados e torturados por islamitas

 Foto publicada no perfil das brigadas islamistas Nawasi

Trípoli - Na última quinta-feira, no distrito de Ain Zara, extremistas islâmicos sequestraram  um grupo homossexuais assumidos. A ação foi assumida pelas brigadas Nawasi uma das maiores milícias de Tripoli. O grupo postou em sua página no Facebook uma foto (acima) exibindo os sequestrados.

Depois de alguns dias de tortura psicológica e espancamentos, os homossexuais foram libertados.Por mais cruel que possa parecer, segundo uma das principais rádios muçulmana da Grã-Betanha, esse "tratamento" ao homossexualismo está em pleno acordo com as leis islâmicas e com o Corão.

Blog De Olho na Jihad com informações do Libya Herald

segunda-feira, 19 de março de 2012

Agora, os mortos da vez em Bagdad são gays e lésbicas

Ser homossexual ou emo pode promover o
"castigo de Deus" pelas mãos de islâmicos.
Cadáveres com a cabeça esmagada aparecem nas ruas da capital do Iraque como restos de um naufrágio abandonados na praia. Para os homossexuais e os seguidores da moda emo, desafiar os rígidos cânones que marcam a ortodoxia xiita dominante custa a própria vida.

"Obrigaram-no a morder a ponta de uma cadeira antes de estourarem a sua cabeça com um bloco de cimento. Ele se chamava Saif Asmar e era meu amigo. Amanhã isso pode acontecer comigo."

Ruby (nome falso para proteção da sua verdadeira identidade) se divide entre a ira e as lágrimas enquanto segura uma foto de um jovem apenas reconhecível após o brutal assassinato. Desde o início desse ano, esquadrões da morte têm realizado uma campanha de ataques contra jovens homossexuais ou aqueles seguidores da moda emo.


"Usar anéis, piercing no nariz ou ter uma tatuagem é sinônimo de ser homossexual, de adorar ao diabo ou de ambos", explicou à IPS esse jovem que abandonou a sua casa há um mês após ser ameaçado.

Ruby nota um acréscimo considerável dos ataques desde o dia 6 de fevereiro. "Naquele dia mataram Ahmad Arusa em Sadr e outros quatro em Geyara", ambos distritos xiitas de Bagdad. "Já são mais de 80 assassinatos desde então", denunciou.

Num comunicado transmitido em janeiro, o Ministério do Interior iraquiano classificou a tribo urbana emo de grupo "satânico", e destacou que o corpo especial da polícia se encarregaria de "combater tal fenômeno".

Hoje, os mortos por esmagamento em Sadr, no leste da capital, somam-se aos queimados com ácido em Jadimiya, no noroeste. Além do método empregado, quase todas as vítimas viram seus nomes numa das listas que frequentemente apareciam nos muros das ruas de Bagdad.

Ruby aponta diretamente o Exército Mehdi - liderado pelo clérigo e líder político Muqtada al-Sadr - e denuncia a impunidade ao redor desses crimes.

"O nosso governo é uma milícia", se queixou o jovem na clandestinidade. "A única solução é o Ocidente pressionar Bagdad para que acabe com esse pesadelo".

A vice-presidente da Organização para a Liberdade das Mulheres no Iraque, Dalal Jumma, lamenta pela inexistente separação entre Estado e religião no Iraque após a invasão militar estadunidense em 2003, que pos fim ao regime de Saddam Hussein (1979-2003).

"As milícias penduram cartas nas paredes com nomes e sobrenomes de supostos homossexuais, aos quais acusam, inclusive, de satanismo por terem participado do martírio do imã Hussein", neto de Maomé, morto no século VII, disse Juma na sede da organização no distrito Karrada, localizado no sudeste de Bagdad.

A IPS teve acesso a uma dessas cartas, supostamente encontrada em Sadr. Trata-se de uma lista com 33 nomes de pessoas, localizadas pelos números dos blocos habitacionais nos quais residem, e antecedida de uma advertência, redigida com numerosos erros de ortografia:

"Se não encerrar sua atitude licenciosa em quatro dias, o castigo de Deus será dado pelas mãos dos mujahedins (guerreiros islâmicos)", lê-se entre os desenhos de duas pistolas.

No escritório do partido de Muqtada al-Sadr, o Sadr, o líder religioso e político local Brahim Jawary desmentiu qualquer influência de seu grupo nos assassinatos. Tanto esses crimes como "toda conduta imoral e contrária à religião" hão de ser investigados convenientemente, disse.

Assassinatos de lésbicas ainda mais invisíveis

Não foi uma carta na parede, mas um e-mail, que levou a jovem Madi a abandonar a sua casa. Hoje esconde tanto a sua localização como seu nome real.

"Me ameaçavam dizendo que falariam para a minha família que sou lésbica se não abandonasse o país imediatamente", lembrou essa jovem de 26 anos numa entrevista num lugar indeterminado em Bagdad. O medo de Madi não é sem fundamento.

"Muitas lésbicas morrem no Iraque nas mãos dos seus irmãos mais velhos. É um crime 'de honra' maior, uma espécie de assunto doméstico sobre o qual o governo não realiza nenhuma investigação", disse.

A organização Iraque LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), com sede em Londres, estima que mais de 720 pessoas morreram nas mãos de milícias extremistas no Iraque nos últimos seis anos.

Madi garante ter perdido muitos amigos próximos e não vacila quando se trata de destacar os culpados.

"As milícias de Muqtada al-Sadr e as forças de segurança são as mais agressivas contra nós, dede uma fatwa - lei islâmica - emitida há quatro anos que especificava, literalmente, que os homossexuais deveriam ser executados da maneira mais severa."

Madi descreveu casos de pessoas esquartejadas ou queimadas vivas, e acrescentou que os médicos conhecem a natureza desses crimes pelo estado em que chegam os cadáveres. A IPS confirmou essas afirmações com médicos que pediram para permanecer no anonimato.

Num relatório publicado em agosto de 2009, a organização de direitos humanos Human Rights Watch, com sede em Nova York, assegurou que muitas vítimas eram torturadas para que revelassem nomes de futuros alvos.

Em vários casos eram descritos tormentos com o uso de cimento que, com a ingestão maciça e forçada de alimentos e laxantes, leva a vítima a uma morte atroz.

O mal-estar por essa onda de violência é evidente inclusive atrás dos muros da Zona Verde, a área protegida de Bagdad onde se encontram escritórios do governo e embaixadas.

"Não temos feito mais que retroceder quanto aos direitos humanos desde 2003", ano da invasão estadunidense, lamentou a parlamentar Ashwaq Jaf, da Aliança Curda.

"O problema de fundo é que estamos sujeitos aos códigos, a Constituição iraquiana, por um lado, e a sharia - compêndio de leis islâmicas - por outro. As contínuas contradições entre ambas desembocam em vazios legais e, consequentemente, no desamparo das vítimas", disse Jaf à IPS.

Nem todos órgãos do poder veem assim

"O estigma de ser homossexual no Iraque não é nada mais que um claro reflexo da nossa sociedade", disse Saad al-Muttalibi, alto representante do partido Dawa, do primeiro-ministro Nuri Al Maliki.

Muttalibi responsabiliza pelos crimes as "milícias sunitas próximas a Al-Qaeda ou as milícias iranianas", sem fazer menção das xiitas da Al Sadr. O segundo mandato de Al Maliki foi possível pela maioria obtida na coalizão com o partido Sadr.

Sunitas e xiitas são adeptos de dois ramos divergentes da religião muçulmana. Os xiitas constituem 60% da população desse país. Os sunitas, uma minoria que chega aos 20%, eram o grupo islâmico dominante no regime de Saddam Hussein.

"A situação está se normalizando progressivamente e tem se tornado cada mais fácil ver casais de meninos caminhando de mãos dadas por Karrada", assegurou Muttalibi.

Certo ou não, a maioria dos comerciantes desse distrito concorrido já retirou das vitrines e janelas, correntes, piercings ou quaisquer outros objetos que possam levar a trágicos mal-entendidos.

Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com


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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Grã-Bretanha condena três muçulmanos por incitar ódio contra gays


No primeiro caso do tipo na Grã-Bretanha, três muçulmanos foram considerados nesta sexta-feira culpados de incitar ódio contra gays.

Eles distribuíram folhetos que defendiam que a pena de morte seria justificada para livrar a sociedade de gays e lésbicas.  Eles foram processados segundo uma nova legislação que considera um crime incitar ódio por conta de orientação sexual. Dois outros homens foram absolvidos no julgamento na cidade inglesa de Derby.

Fonte: Estadão

domingo, 1 de maio de 2011

Arábia Saudita: Polícia prende três "homens" por se vestirem como mulheres

Enquanto no ocidente a esquerda incentiva a promiscuidade e a "diversidade" sexual, seus aliados muçulmanos perseguem os que assim querem viver. Vai entender... Costumo dizer que a aliança entre a esquerda e o Islã pode ser resumido no ditado: "É cobra comendo cobra!"

Segundo noticiado pelo Al Khaleej, a polícia islâmica predeu três homens na Arábia Saudita por se vestirem como mulheres. Os homens foram presos há alguns dias andando pelas ruas como se fossem mulheres. Eles confessaram o uso de comésticos e roupas femininas.

Por este e outros motivos que a burca deve ser proibida em todo o mundo ocidental, pois se estes em plena Arábia onde é crime, colocaram roupas de mulheres e foram para a rua, imaginem o que pode causar um terrorista que tiver a mesma idéia em uma nação ocidental.


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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Homossexual descobre que os marxistas culturais preferem os muçulmanos

Há um fenómeno triste que tem ocorrido com alguma frequência em algumas cidades europeias: grupos muçulmanos tem-se dedicado a atacar os homossexuais, quer fisicamente quer em forma de panfletos anti-homossexualidade.
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Este artigo mostra as palavras dum homossexual em torno desse fenómeno, mas mais sério ainda, mostra como a sociedade inglesa ignora por completo os actos violentos dos muçulmanos contra os homossexuais. Eis aqui alguma das coisas que o escritor lá tem:
O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso.
Sim, toda a gente sabe que quem está por trás dos ataques são os muçulmanos.
Porque é que ninguém quer falar nisto?.....Porquê o silêncio?
Aparentemente este homossexual vivia num mundo onde as forças políticas lutariam entre si para defender os homens que usam o sistema digestivo como fonte de prazer sexual. O que este homossexual não sabe é que a "defesa" que os marxistas culturais fazem ao seu grupo é uma defesa meramente táctica. Como é algo meramente táctico, esta defesa pode mudar se assim interessar aos líderes europeus.
O propósito do marxismo cultural não é defender a homossexualidade mas chegar e manter o poder nas suas mãos. Neste caminho até ao poder absoluto, várias alianças tem que ser feitas como forma de combater inimigos comuns. Uma dessas alianças é com os grupos homossexuais.
Mas o poder por enquanto ainda é decido através de votos, e os muçulmanos são em maior número que os homossexuais. Como tal, quando estas duas facções lutam entre si, os marxistas culturais pensam: "qual dos dois grupos me é mais útil como forma de chegar ao poder?" Os homossexuais, sendo menos de 5% da sociedade, são uma força ínfima quando de votos se trata.
Os muçulmanos, por outro lado, sendo bem mais férteis que os homossexuais (obviamente) e tendo como suporte o petróleo dos países árabes (com os quais os europeus tem que ter boas relações), são muito mais úteis ao marxismo cultural do que os homossexuais. Devido a isto, os ataques que os muçulmanos fazem aos homossexuais (quer na europa quer nos países muçulmanos) são ignorados.

Conclusão:

O homossexualidade é apenas uma arma com a qual os marxistas culturais visam destruir o Cristianismo. Eles só se importam com esse estilo de vida enquanto lhes fôr útil. Quando já não fôr útil, eles descartam-se deles.
Os homossexuais que se preparem porque o número de muçulmanos na Europa está a aumentar de forma explosiva. Aquilo que está a acontecer em Londres vai acontecer noutras partes da Europa.
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A ironia disto tudo é que estes mesmos homossexuais lutaram de forma militante contra o Cristianismo porque pensavam que daí surgiria um sociedade mais tolerante em relação à sua perversão. Parece que o que vem a seguir vai ser bem pior.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O homem de Obama, o primeiro-ministro queniano pró-Xaria, ordena a prisão dos gays

Obama e Odinga, em
campanha no Quênia
 

Pamela Geller: Atlas Shrugs, 1 de dezembro de 2010
Tradução: Dextra


Este é o Quênia de Obama. Todo ele. Dê uma olhada neste link - de 2008, muito obrigado. Obama e Odinga, cada veja mais juntinhos, detalhadamente documentado em meu livro, The Post-American Presidency: The Obama Administration's War on America [A presidência pós-americana: a guerra da administração Obama contra a América].

Juntos como bandidos.

Mas lembre-se: o verdadeiro problema são os "extremistas" cristãos que se opõe ao casamento gay. Obama fez campanha para Odinga, embora ele tenha denunciado uma iniciativa semelhante a esta na Uganda. Alerta do Quênia sobre a Xaria:  "Prendam os gays, ordena o primeiro-ministro queniano," por Bernard Momanyi, para a Capital News, 29 de novembro:

NAIROBI, Quênia, 28 de novembro - O primeiro-ministro Raila Odinga deu ordens para uma repressão nacional aos gays no Quênia. 

O Sr. Odinga disse no domingo que a polícia deve prender qualquer um que seja encontrado praticando tais atos e tomar as medidas legais cabíveis contra eles.


"Nós não toleraremos este tipo de comportamento no país. A constituição é muito clara a respeito deste assunto e os homens ou mulheres encontrados praticando o homossexualismo não serão poupados," disse o Sr.
Odinga.                                                                                                       

"Qualquer homem encontrado praticando atos sexuais com outro homem deve ser preso. Mesmo as mulheres encontradas praticando atos sexuais serão presas," avisou o premiê...

"Este tipo de comportamento [homosexual] não será tolerado neste país. Homens e mulheres encontrados praticando tais atos merecem ser presos e serão presos," disse ele à multidão.

Uma iniciativa da Uganda para apresentar um Projeto de Lei que estabelece longas penas de prisão ou a pena de morte em alguns casos de homossexualismo recebeu a condenação internacional, com o presidente americano Barack Obama o descrevendo como "odioso."

Ele disse:  "Mas certamente concordaremos que é absurdo atacar os gays e as lésbicas por serem quem são, seja aqui, nos Estados Unidos ou... num caso mais extremo, por meio de leis odiosas que estão sendo propostas mais recentemente na Uganda."

Mas não obstante os comentários de Obama, as práticas homossexuais agora são ilegais na Uganda e rendem penas de até 14 anos de reclusão.

***

Nós: No mundo todo é assim: os gays apóiam os partidos e movimentos de esquerda, que apoiam os partidos e movimentos islâmicos, que, por sua vez, pregam a perseguição e o assassinato dos gays. Nos EUA, o esquerdista muçulmanóide Obama tenta obrigar o exército a aceitar os gays em suas fileiras, ao mesmo tempo em que endossa a candidatura de um sujeito do Quênia que, agora primeiro-ministro, criminaliza o homossexualismo. No Brasil, o PT, que tenta criar uma lei que criminaliza as opiniões negativas a estas práticas e que tem uma agenda que prevê instituição do "casamento gay", também apóia, ao mesmo tempo, a ditadura iraniana que enforca os veados em praça pública.

A explicação para esta demência toda talvez seja que a essência dos movimentos revolucionários todos, tantos os esquerdistas quanto os islâmicos, seja puramente negativa, tratando-se, todos eles, de agremiações políticas que querem reinventar toda a estrutura da realidade a partir de algum programa político-ideológico revolucionário-anti-cristão. O anti-cristianismo militante dos movimentos gays, dos esquerdistas de diversas matizes e dos islâmicos é que põe todos estes elementos juntos no mesmo barco contra os valores tradicionais de nossas sociedades ocidentais cristãs. Daí nós vermos

o mesmo demagogo socialista Lula, aqui ao lado
"socialista, adolescente e gay" E-Jovem,


também apoiando, aqui, o projeto da bomba atômica
 do sociopata islâmico Ahmadinejad...


...cujo regime faz isto aqui com os gays lá na terra deles.


Conclusão: Um bando de doentes. Cada grupo com suas especificidades. Assassinos os islamofasistas, de fazerem isso com os gays, cínicos os esquerdistas, de apoiarem esses loucos, e trouxas os veados, de apoiarem os esquerdistas. Deus que nos ajude!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O que se ensina nos Colégio financiados pela Arábia?

Na Grã-Betanha e Irlanda, há 40 colégios financiados pela Arábia Saudita, onde nos fins de semana aproximadamente 5.000 crianças aprendem os princípio essenciais da fé maometana.

Tais princípios são: 

Os Judeus conspiram contra o mundo para dominá-lo. Os homossexuais devem ser executados. Aos ladrões, é obrigado cortar os pés e as mãos. A mão direita no primeiro delito e o pé no segundo.

Mas, os professores não ensinam de maneira áspera ou cansativa, eles incitam os alunos ao debate sobre temas delicados, mostrando que nem tudo é preto ou branco. Por exemplo, se mostra que entre os mais destacados clérigos do islã, existem sutis diferenças em relação a maneira mais correta de matar um homossexual. Assim, alguns estudiosos islamitas acham que é melhor matar os homossexuais por apedrejamento, enquanto outros preferem formas mais rápidas como jogá-los do alto de um um precipício, e outros doutores em sharia preferem o método de morte na fogueira.

Dessa maneira os menores entre 6 de 15 anos, não só se formam moralmente, mas também são treinados em um vibrante retórica um tanto sórdida.

Criança, em nome de alá, O Clemente: Como se executa melhor um gay? Pelo apedrejamento, lançando sem a menor cerimônia em um precipício ou jogando na fogueira? Resposta:

Só Alah sabe o melhor!

Texto do blog: DAZIBAO-Ñ-


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