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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vencedora do Nobel da Paz possui ligações com o radicalismo islâmico


Escrito por Jefferson Nóbrega | 20/10/2011 

Tawakul Karman
Em 7 de outubro, o Prêmio Nobel da Paz foi concedido a três ativistas dos direitos das mulheres. A premiação de 2011 veio com mais uma grande surpresa: A primeira mulher árabe a ser laureada com a criação de Alfred Nobel, refiro-me a iêmita Tawakul Karman.


Tawakkul , 32 anos e mãe de três filhos, foi apelidada de “a mãe da primavera árabe” devido sua liderança nos protestos contra o ditador Ali Abdullah Saleh, ela tem lutado pelo direito das mulheres e foi presa por desafiar o presidente iemita. Demonstrou sua coragem ao iniciar o combate pela proibição do casamento infantil e ao abandonar o niqab e ainda ter aparecido em rede nacional sem o véu em 2004. Inegavelmente atributos admiráveis, que fez com que ela se tornasse para muitos um exemplo de mulher, e como consequência ganhou a bajulação do mundo ocidental.

No entanto, o que pouco divulga-se, é que, apesar de ser apresentada como uma crítica costumaz do extremismo, de forma contraditória a vencedora do nobel da paz escolheu sentar-se no Conselho Shura do partido religioso Islah, ramo iemita da Irmandade Muçulmana cujo membros possuem vínculos com a Al-Qaeda da Península Arábica.

O Islah foi fundado em 1990 sob três pilares de sustentação: Tribos, Irmandade Muçulmana e salafismo. O partido islâmico tem sido a voz crítica contra a relação do Iêmen com os EUA e luta pela criação de uma polícia religiosa para “promover as virtudes e coibir os vícios”.

Foi revelado que Anwar al-Awalaki escondeu-se em três casas pertencentes a membros do Islah antes de ser morto pelo ataque americano. As residências pertenciam a al-Okaimi, presidente do Islah, ao irmão de um alto funcionário do partido que trabalhava como motorista de al-Walaki e ao Sheik Abdul Majid al-Zindani, co-fundador do Islah considerado o Yousef al-Qaradawi do Iêmen.

Abdul al-Zindani é a prova de que o Islah não é de forma alguma um “partido moderado”. Em 2004 o Departamento de Tesouro dos EUA classificou-o como “um terrorista especialmente designado” para o recrutamento e financiamento da Al-Qaeda. Ele também possui ligações com Ansar al-Islam, grupo filiado a Al-Qaeda do Iraque. Um tribunal federal americano afirma que Zindani coordenou o atentado contra o USS Cole em 2000 e que recrutou pessoalmente os dois homens-bomba levados ao ataque.

A universidade fundada por ele em Sanaa, em 1993, tem doutrinado alunos desde sua fundação. John Walker, o “American Taliban”, que foi capturado enquanto lutava contra as forças americanas no Afeganistão foi aluno da universidade de al-Zindani. Anwar al-Awlaki não só estudou como também foi professor de 2004 a 2005. Umar Farouk Abdul Abdulmutallab, nigeriano que tentou explodir uma bomba a bordo de um vôo para Detroit, também teve aula na instituição. Existem ainda fortes evidências que indicam que Abdulmutallab e al-Walaki se conheceram na universidade de al-Zindani.

Sheik Abdul Majid al-Zindani possui fortes ligações com a Irmandade Muçulmana e o Hamas. Ele é funcionário da “Union of Good”, uma rede de instituições de caridade sob a supervisão do xeque Yousef al-Qaradawi, teólogo da Irmandade Muçulmana e uma das principais vozes sunitas do mundo. Essa “rede de caridade” é usada pelo Hamas para angariação de fundos. Em abirl de 2006, al-Zindani se encontrou com Khaled Mashal, líder do Hamas, na capital Sanaa. Na ocasião Zindani exortou a multidão a doarem ao Hamas.

O Islah afirma que al-Zinbdani não possui nenhuma ligação com a AQPA (al-Qaeda na Península Arábica) e com o terrorismo.

Mesmo que fosse verdade, sua pregação radical já não é mais que o suficiente para que um ativista pró-democracia condene-o?

Ora, Abdul Majid al-Zindani defende a “legitimidade” dos atentados suicidas realizados pelo Hamas, prega que “um Estado Islâmico está chegando” para triunfar sobre o Ocidente, é fervorosamente anti-americano,ensinando aos seus seguidores que “a chamada guerra contra o terror é na verdade uma guerra contra o Islã” .

A luta de Tawakkul Karman pelo direito das mulheres e eleições livres atraiu a ira de alguns de seus colegas do Islah. Por exemplo, Zindani  defende a permissão de que meninas menores de idade case-se com homens mais velhos, contrariando a luta de Karman que defende a proibição. Alguns clérigos da oposição também manifestaram-se contra Karman. Inegavelmente isso é bastante positivo, mas como escreveu Michael Rubin, “Tawakkul Karman merece ser honrada, mas certamente vale a pena perguntar como ela pode filiar-se a um partido cujo co-fundador abraça tais posições”?

Ela pode argumentar que o Islah é a alternativa mais viável contra Saleh, mas o grupo oposicionista ao qual pertence o partido religioso, é bastante diversificado. Por que ficar com o Islah?

Se ela sente que os outros partidos não são confiáveis, porque não criar seu próprio partido? Ela é uma verdadeira estrela no mundo árabe, certamente, tem plena condições de iniciar seu próprio partido.

Essas perguntas sequer foram feitas pelo comitê do Nobel, o mesmo que premiou Obama em 2009. Na verdade, ainda confirmaram a Irmandade Muçulmana como uma força positiva.

O presidente do Comitê do prêmio, Thorbjoern Jagland, disse que eles sabiam dos laços de Tawakkul Karman com a Irmandade Muçulmana, reconhecendo que “no Ocidente a Irmandade é vista como uma ameaça a democracia”. Mas, para Thorbjoern a ligação de Karman a Irmandade está longe de ser um quesito desqualificatório. Ele disse que o Ocidente erra ao temer o grupo: “Eu não acredito na visão do Ocidente [sobre a Irmadande Muçulmana]. Há muitos sinais que esse tipo de movimento pode ser uma parte importante da solução”.


O Prêmio Nobel da Paz tem o objetivo de prestar honras aqueles que lutam pelos direitos humanos (pelo menos em tese) , pela justiça e pela paz. No entanto, o prêmio foi concedido a uma ativista que abertamente pertence a um partido ligado a Irmandade Muçulmana e com um pregador jihadista da AQPA entre seus líderes. O Nobel da paz perdeu qualquer credibilidade que lhe restava, se é que restava alguma coisa.

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sábado, 1 de outubro de 2011

Editor da Revista Inspire da Al-Qaeda também foi morto no ataque da CIA

O jovem americano ditor da Revista Inspire, braço midiático da AQPA, foi morto no ataque da CIA que culminou na morte de Anwar al-Awlaki.

Samir Zafar Khan, cidadão E.U.A. de Charlotte, Carolina do Norte, nasceu em 1986 em Riade a capital da Arábia Saudita, em uma família de ascendência paquistanesa. Em 1993 sua família mudou para New York City e se estabeleceram no bairro do Queens.

Há alguns anos mudou-se para o Iêmen, onde destacou-se devido ao inglês fluente e devido sua experiência como blogueiro. Com isso passou a ser o editor da Revista Inspire, editada em inglês com o objetivo de radicalizar muçulmanos no ocidente.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (22, 23 e 24/08)


Dia 22/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
12
0
0
Número de feridos
08
0
0

Iraque- Em Baqubah, uma menina de apenas 3 anos foi assassinada junto com seu pai por insurgentes islâmicos. E em Mosul, ataques de militantes muçulmanos deixaram 4 mortos e 3 feridos.

Afeganistão - Na cidade de Gereshk, um atentado suicída em um mercado matou 2 pessoas, incluindo uma criança e deixou 4 feridos.

Índia - Uma dona de casa foi morta em Handwara, quando terroristas islâmicos abriram fogo contra as forças de segurança. Um homem também foi ferido.
Tailândia - Um homem foi morto por atiradores islâmicos na cidade de Narathiwat.

Paquistão - Em Khyber, militantes do Tahreek-e-Taliban, mataram duas pessoas de um grupo rival.

Dia 23/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
14
0
0
Número de feridos
46
0
0

Tailândia - Um ataque islâmico em Pattani contra monges budistas, matou 2 e deixou 14 feridos.

Iêmen - Em uma emboscada da AQPA na cidade de Abyan, deixou 8 agentes de segurança mortos e feriu 28.

Afeganistão - Em Balkh, radicais sunitas mataram 2 policiais e feriram 3.

Nigéria - Em Maiduguri, atiradores do Boko Haram dispararam contra duas pessoas, entre as vítimas uma mulher grávida de 7 meses que morreu na hora, a segunda pessoa conseguiu escapar.


Paquistão - Uma homem foi morto por membros do Talibã.


Argélia - Atiradores islâmicos dispararam contra um posto de controle matando 1 soldado e ferindo outros dois.

Dia 24/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
20
0
0
Número de feridos
26
0
0

Afeganistão -  Seguidores da "religião da paz" atentaram contra um mercado matando 3 e ferindo nove, entre os mortos está uma criança de 3 anos.

Iraque - Cinco mortos e nove feridos é o saldo de um atentado em um mercado em Diyala. Já em Ramadi conforme o exemplo do "grande profeta" Maomé, um carro-bomba matou 6 e feriu 8.

Índia - Em Avdesh, dois irmãos foram sequestrados e mortos pelo grupo Hizb-ul-Mujahideen. Tudo claro com aval de Allah, O Misericordioso!

Tailândia - Em Pattani, duas pessoas foram mortas por insurgentes islâmicos. Em Songkhla, dois agentes de segurança foram mortos em uma emboscada.

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento. Também há os casos em que os feridos falecem, por isso sempre atualizamos no decorrer dos acontecimentos.


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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (15 16/08)

Marcas da Religião da Paz no último dia 15 no Iraque
Dia 15/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
95
0
0
Número de feridos
165
0
0

Iraque - Na cidade de Najaf, um ataque de militantes sunitas contra muçulmanos xiitas deixou 11 mortos e 74 feridos. Em Kut, um atentado reivindicado pela Al-Qaeda deixou 42 mortos e 72 feridos. Na cidade de Yusufiya, membros do ISI sequestraram e executaram 7 membros da milícia Sahwa. Em Tikrit, suicídas enviaram para Allah mais 6 pessoas e deixaram 10 feridos.

Iêmen - Um ataque da AQPA contra xiitas deixou 14 mortos e 5 feridos.

Nigéria - Muçulmanos assassinaram 9 cristãos de uma mesma família em Heipang, entre os mortos estão 7 crianças, uma pessoa escapou com vida. Na cidade de Sokoto, em nome de Allah, O Misericordioso, 6 pessoas foram assassinadas por islamitas do Boko Haram.

Dia 16/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
09
0
0
Número de feridos
08
0
0

Afeganistão - Em Uruzgan, 8 civis são mortos e mais 8 ficaram feridos durante um ataque com bombas realizado pelo Talibã. Já em Kandahar, islamitas assassinaram um jovem de 18 anos.

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento.
 
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Al-Qaeda cria desenho animado para recrutar crianças


LONDRES - Um grupo ligado à rede terrorista Al-Qaeda afirma estar produzindo um desenho animado com o objetivo de inspirar crianças a pegar em armas e participar das ações da organização.

Reprodução/AP
Reprodução/AP
Imagem retirada da animação, que retrata ações armadas dos terrorista.
 
Imagens supostamente extraídas do filme animado foram publicadas no site militante islâmico de língua árabe Al-Shamouk, segundo informa o instituto de análises britânico Quilliam.
De acordo com o site, indivíduos que dizem "apoiar e servir" à Al-Qaeda na Península Arábica, braço da rede Al-Qaeda no Iêmen, afirmam estar em fase final de produção do desenho, que mostraria, segundo eles, "atos heroicos", incluindo ações armadas.

"O filme animado (...) é uma história bastante emocionante que conta os fatos sobre quem desaponta a religião islâmica e o Profeta (Maomé)", diz o site islâmico, de acordo com o Quilliam. "Ele visa catalisar os jovens e as crianças a seguir os passos de figuras islâmicas 'jihadistas' (ligadas à "guerra santa"). Ele inclui incidentes reais e mostra ações heroicas dos guerreiros na península do Profeta", afirma a página.

O filme, segundo o texto, é uma "alternativa ao veneno que é transmitido por outros canais de TV às nossas crianças e jovens". De acordo com o Quilliam, a publicação no site Al-Shamouk foi assinado por uma pessoa que se identifica como Abu al-Laith al-Yemen.

O autor da publicação incluiu quatro imagens aparentemente tiradas da animação, e pediu aos usuários do site que façam comentários sobre o conteúdo. 

'Novos métodos' 

 "Caso este filme surja de verdade ou não, isto mostra um desenvolvimento significativo na atitude da Al-Qaeda com a mídia e com o recrutamento", afirma o analista do Quilliam Noman Benotman, que já foi integrante de um grupo militante islâmico. "Eles estão tentando novos métodos para tornar o terrorismo emocionante para os jovens, e até para as crianças."

No entanto, o tiro pode sair pela culatra, segundo diz Benotman. "Muitos pais muçulmanos verão isto como uma tentativa direta da Al-Qaeda de criar divisões dentro das famílias e de abalar a autoridade dos pais", afirma o analista. Para ele, o suposto filme também pode ser a prova de que a Al-Qaeda está recorrendo a "truques", após passar por um período de descrédito.

Um consultor do governo americano, no entanto, tem dúvidas de que esta animação esteja realmente sendo feita. Will McCants, um especialista sobre islamismo militante, disse aos usuários de seu site que está "bastante cético" de que esta produção seja verdadeira.

"Mas se ela for legítima e parecida com as supostas imagens extraídas do filme e com o banner promocional que aparece embaixo delas, isto indicaria que (a Al-Qaeda na Península Arábica) está se tornando mais sofisticada em seus esforços para chegar aos jovens", disse McCants. "Agora, eles só precisam de alguns bonequinhos de brinquedo."


Fonte: Estadão

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Iêmen: Al-Qaeda declara província do sul como "Emirado Islâmico"

A Business Insider reporta que a Al-Qaeda na Península Árabe (AQPA) declarou uma província do sul do Yémen como um "Emirado Islâmico". Como consequência disso, esta organização baniu todas as mulheres de saírem à rua.
(Impressionante como sempre que a lei islâmica toma conta de uma zona, as mulheres vejam logo a sua liberdade de movimentação restrita. Mais "impressionante" ainda é o total silêncio das feministas ocidentais.)
A AQPA, que estabeleceu um controle total da zona do sul do país, publicou uma declaração na passada Quarta Feira internet afirmando que a região Abyan passou a ser um Emirado Islâmico governado pela Sharia.

A declaração ordena que as mulheres da província que não saiam das suas casas excepto em situações absolutamente necessárias, "e aquela mulher que precisar urgentemente de sair, não só deve-se fazer acompanhar com um membro masculino da sua família como também tem que trazer consigo algum tipo de identificação".
O anuncio da AQPA chega alguns dias depois dos jihadistas terem assaltado uma fábrica de munições em Ja'ar, (cidade da província de Abyan), e tendo morto cerca de 150 pessoas aparentemente numa explosão acidental.
Os militantes da Al-Qaeda tomaram também controle das instalações de comunicação da província.

O sonho de bin Laden está a ganhar forma. Passo a passo os países com lideranças razoavelmente estáveis e aliadas do ocidente vão caindo. Se esta onda de "liberdade" continuar a assolar os países islâmicos da forma que está, dentro em breve todo o Médio Oriente vai-se ver inundado na retrógrada lei Sharia.
Isto também pode significar que um largo número de minorias religiosas abandone esses países e venham para a Europa. A parte má é que, tal como aconteceu com os líbios, muitos muçulmanos do Médio Oriente irão aproveitar esta situação para fugirem dos seus países para o ocidente.

Como é normal, quando estes muçulmanos chegarem ao novo país, eles vão-se unir aos mesmos islamitas que causaram a que eles abandonassem os seus países, e exigir a imposição da Sharia no ocidente. Ou seja, fogem da Sharia, mas querem implantar a mesma Sharia em países que subsistem há milénios sem a "ajuda" dessa mesma Sharia.

O padrão é tão previsível que, se não fossem os aliados esquerdistas que controlam os destinos da Europa terem necessidade dos votos muçulmanos, a população europeia já se teria insurgido com esta violação da identidade e costumes locais.

Contrariamente à deturpação que os marxistas culturais querem disseminar, a resistência à imigração descontrolada não é "racismo" mas sim senso comum. Nenhum sociedade sobrevive com a invasão de pessoas com ideologias e visões políticas totalmente distintas (e, no caso do islão, antagónicas) da prevalecente. Como os conservadores cristãos acham que a sua cultura Judaico-Cristã é superior que a islâmica, é perfeitamente natural que eles visem proteger a sua identidade cultural.

Esta defesa da identidade nacional não deve de maneira nenhuma ser confundida com os movimentos nacionais socialistas (nazis) que colocam ênfase na etnia e na raça como se isso fosse a causa dos problemas nos árabes ou dos líbios. Pode-se ver que a etnia não tem nada a ver com isto olhando para os árabes cristãos. Na Palestina, até há pouco tempo, cerca de 10% da população era Cristã, no entanto, os ataques suicidas eram 100% feitos por muçulmanos.

Conclusão:

Enquanto que os defensores da implementação da Sharia avançam um pouco por todo o mundo árabe, os chamados "moderados" batem em retirada. As muslimas (mulheres muçulmanas) olham para o declínio da sua condição e não recebem qualquer tipo de ajuda das feministas ocidentais. Olhando para todos estes dados, será lógico assumir que a ideologia islâmica em si nada tem a ver com os "extremistas"? Não é mais lógico atribuir ao código moral islâmico a responsabilidade por esta degeneração social, política e económica?
Se a lei Sharia falhou no mundo árabe nos últimos 1400 anos, porque é que os imigrantes muçulmanos na Europa acham que a mesma vai funcionar no ocidente? 

Porque é que é considerado "racismo" resistir ao avanço duma ideologia que visa a destruição das instituições ocidentais? Desde quando é que ser muçulmano é uma "raça"?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Clérigo jihadista Anwar Al-Awlaki para jihadistas que vivem no Ocidente: obtenham dinheiro de qualquer forma possível ...

Em uma nova fatwa emitida no artigo principal da quarta edição da revista Inspire, publicada em 16 de janeiro de 2011, o clérigo jihadista iêmen-americano Anwar Al-Awlaki incentiva os jihadistas que vivem no Ocidente a ajudar o financiamento das actividades da jihad através de quaisquer meios possíveis, incluindo fraude, roubo e apreensão de bens. O governo dos EUA e os cidadãos americanos são apontados como os principais alvos de tais atos.


Fonte: EuropeNews / Tradução Mente Conservadora

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Justiça do Iêmen sentenciou Anwar al Awlaqi a dez anos de prisão

A Justiça do Iêmen sentenciou nesta segunda-feira o clérigo radical americano-iemenita Anwar al Awlaqi à revelia a dez anos de prisão. Ele foi condenado por coagir Hisham Assem, suposto agente da rede terrorista Al Qaeda, a matar um francês que trabalhava no país. Assem foi condenado à pena de morte.

A sentença do tribunal condena Awlaqi por "pertencer a um grupo armado", "ação em grupo terrorista" e "incitação ao assassinato de estrangeiros".

O nome de Awlaqi está envolvido em vários atentados e tentativas de atentados contra os Estados Unidos, como o nigeriano que tentou se explodir em um avião que sobrevoava Detroit, na noite de Natal de 2009, e com o major que matou ao menos 13 na base militar Fort Hood (Texas).

17_01_2011 Iêmen condena à prisão clérigo radical ligado a ataques nos EUA.jpg
Hisham Assem assiste a seu julgamento pelo assassinato do francês Jacques Spagnolo | Yahya Arhab /Efe

Esta é a primeira ação legal do Iêmen contra Awlaki. Washington tem pressionado Sanaa a perseguir e capturar o clérigo, que advoga em seus sermões pela guerra santa contra os EUA.

Os EUA incluíram Awlaqi, que estaria refugiado em uma zona tribal do Iêmen, em sua lista de alvos a serem eliminados.

Outro membro de sua família, também julgado à revelia, Othman Awlaqi, foi condenado pelas mesmas acusações a oito anos de prisão.

Já Assem foi declarado culpado pelo assassinato de Jacques Spagnolo, funcionário terceirizado da empresa francesa Spie para o grupo energético austríaco OMV, morto na sede da companhia perto de Sanaa, no dia 6 de outubro de 2010. Assem também feriu a tiros um escocês, responsável pela segurança da empresa na sede da OMV.

Segundo o tribunal, o assassinato de Spagnolo foi perpetrado "sob a orientação de Anwar e Othman Awlaqi".

O suposto agente da Al Qaeda disse no tribunal que apelará da sentença.

INFLUÊNCIA

Awlaki nasceu no Estado americano do Novo México e cresceu alternando estadias nos EUA e no Iêmen. Ele é suspeito de ligação com a Al Qaeda e extremistas que participaram de pelo menos três atentados contra os EUA.

Ele possui centenas de vídeos na internet nos quais dá sermões em árabe e inglês. Considerado ultrarradical pelos EUA, o imã faz pregações na internet convocando militantes e simpatizantes a participar de uma guerra santa contra o país. Em algumas das gravações Al Awlaki prega sobre os benefícios de se morrer em nome da religião.

Segundo o jornal americano "New York Times" ele se encontrou na Califórnia e em Washington com pelo menos um dos sequestradores que atuaram no 11 de Setembro.

Al Awlaki também chegou a classificar como seu aluno o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab --que tentou explodir um avião que voava entre Amsterdã e Detroit no último Natal.

A terceira conexão dele seria com Nidal Malik Hasan, o major americano que matou 13 militares no maior massacre já registrado em uma base militar em território americano, em 5 de novembro de 2009.

Uma jovem britânica que esfaqueou um parlamentar também disse ter assistido discursos de Al Alwaki.

Desde abril de 2010, as forças americanas têm sinal verde do governo para caçar e matar o clérigo. Mas a pressão ficou maior depois de dois pacotes-bombas serem interceptados em aviões com carga do Iêmen com destino a mesquitas em Chicago.

Um dos objetos foi achado em uma aeronave de carga da empresa UPI no aeroporto de East Midlands, cerca de 260 km a norte de Londres. O pacote, contendo um cartucho de tinta de impressora modificado, foi enviado do Iêmen para Chicago, nos EUA, em voo com escala no Reino Unido.

O outro foi descoberto em uma instalação da FedEx Corp em Dubai. O pacote de Dubai foi levado para exames de laboratório para tentar determinar sua natureza, informa um comunicado da autoridade de aviação civil do país, segundo a agência de notícias estatal. A Qatar Airways confirmou que o pacote de Dubai foi transportado em um de seus voos de passageiros partindo da capital iemenita, Sanaa, com escala em Doha.

A tentativa de ataque foi reivindicada pela Al Qaeda na Península Árabe, braço da rede terrorista no Iêmen. Autoridades iemenitas dizem que ele pode ter abençoado os planos, mas não necessariamente participou ativamente deles.

Al Awlaki estaria escondido nas montanhas ao sul do Iêmen, sob proteção de sua família e tribo. Alguns analistas dizem que o país não se esforça para capturá-lo.

Fonte: Jornal Floripa

domingo, 2 de janeiro de 2011

Revista Inspire: O eco dos épicos!

Eco dos épicos! Esse é o artigo principal da revista Inspire do mês de Dezembro, segundo o SITE, grupo dos EUA que monitoram atividades extremistas.

A revista eletrônica que é um dos canais de comunicação da AQPA, teve como foco na edição de número 15, o apoio a Al Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI). 

O texto foi lançado em fóruns jihadistas no dia 28 de dezembro de 2010. Um artigo intitulado "matando pessoas fui salvo de ser morto", inicia com a declaração ..."nos sacrificamos por vocês ó heróis da Al Qaeda na terra do Magreb Islâmico". O autor, Mashal al-Shadukhi, argumenta que a AQMI, dissipou a idéia de que as nações ocidentais são livres para matar sem receber qualquer punição.

A Inpire é uma publicação mensal da Al Qeda na Península Arábica, que leva a mensagem da organização para o mundo, sendo publicada em árabe e inglês.


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Arábia Saudita 149 suspeitos de ligação com a Al Qaeda

ULF LAESSING - REUTERS - A Arábia Saudita prendeu 149 pessoas de 19 células ligadas à Al Qaeda nos últimos oito meses, e impediu ataques contra funcionários do governo e dos serviços de segurança, disse o Ministério do Interior na sexta-feira.

Segundo um porta-voz, entre os presos há 25 estrangeiros - de outros países árabes, da África e do sul da Ásia. As células desmanteladas supostamente tinham ligações com a Al Qaeda no Iêmen, na Somália e no Afeganistão.

O ministério disse ter confiscado o equivalente a quase 600 mil dólares dos suspeitos. Há sinais de que o grupo teria tentado coletar dinheiro e difundir sua ideologia durante as peregrinações islâmicas do haj e da umra na Arábia Saudita.

O porta-voz Mansour Turki disse a jornalistas que os suspeitos estariam planejando ataques contra a infraestrutura governamental, mas não explicou se isso incluiria instalações petrolíferas - hipótese divulgada na sexta-feira pelo canal de TV Al Arabiya.

A Arábia Saudita conseguiu coibir a Al Qaeda local com uma campanha de repressão realizada de 2003 a 2006. Mas no ano passado a Al Qaeda saudita se fundiu com a ala iemenita, dando origem à Al Qaeda na Península Arábica, com sede no Iêmen.

"A organização está tentando recrutar gente dentro do reino (saudita). Há células que facilitam (que os recrutas façam) viagens ao exterior para serem treinados, e então eles voltam (...) e exploram a temporada do haj para esse propósito", disse Turki a jornalistas.

Ele afirmou que muçulmanos que fizeram doações não sabiam que o dinheiro se destinava a grupos militantes.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Bomba no sul do Iêmen mata soldado durante torneio de futebol

MOHAMMED MUKHASHAF - REUTERS

Uma bomba colocada na beira de uma estrada no sul do Iêmen matou um soldado e feriu outros dois que estavam se deslocando em um veículo nesta terça-feira, disse uma autoridade, um dia depois que o Estado lançou um torneio de futebol na instável região do país.

O veículo de patrulha foi atingido em Lawdar, uma cidade localizada na província de Abyan que já realizou diversas operações militares contra supostos militantes da Al Qaeda.

A capital de Abyan, Zinjibar, está sediando a 20a Copa do Golfo junto com a província vizinha de Aden. O governo disponibilizou forte segurança na região, mobilizando dezenas de milhares de soldados para tentar conter a violência.

Depois da explosão, soldados iemenitas entraram em confronto com homens armados próximo ao local. Ainda não está claro quem estava por trás do ataque, disseram autoridades locais.

Analistas dizem que o torneio desta semana é um teste para o controle do Iêmen sobre o conturbado sul do país, apesar de autoridades estatais terem garantido a segurança do evento.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Em Vídeo AQPA justifica ataques

O SITE grupo de monitoramento de atividades extremistas dos EUA, publicou um video no qual a Al- Qaeda na Península Arábica justifica os ataques as forças iêmitas. No vídeo, produzido pela mídia da AQPA al-Malahem Foundation, as autoridades iemitas são  retratadas como um braço aliado dos EUA, por isso as agressões tem o objetivo de dissuadir o governo. Segundo o grupo terrorista, os ataques continuarão.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Anwar al-Awlaki clama pela Jihad contra EUA, Israel e Irã

Um pregador radical sunita nascido nos Estados Unidos e radicado no Iêmen conclamou na segunda-feira os acadêmicos islâmicos a promoverem a jihad contra os interesses norte-americanos e israelenses na região.

Em um vídeo de 23 minutos divulgado em sites islâmicos, Anwar al Awlaki também acusou o Irã de tentar ampliar sua influência entre os países árabes da região. O vídeo parece ter sido gravado antes da frustrada tentativa de enviar pacotes-bomba do Iêmen para os EUA.

"Só falar do púlpito não basta", disse Awlaki, dirigindo-se aos clérigos islâmicos. "As palavras que não estão ligadas à ação nem fornecem à sociedade passos práticos que levem a uma mudança não nos beneficiam neste momento. Ou apoiamos os mujahideen (combatentes da guerra santa) e ganhamos tudo, ou os traímos e perdemos tudo."

Na semana passada, o Iêmen começou a julgar Awlaki à revelia por instigar a violência contra estrangeiros. No sábado, o governo determinou que ele seja capturado vivo ou morto. Os EUA, que o qualificam como "terrorista global", também têm uma ordem de prisão contra ele.

Washington desconfia que ele teve ligação com uma outra tentativa frustrada de atentado, em dezembro, quando um nigeriano foi preso com explosivos na cueca a bordo de um voo Holanda-EUA. O caso foi atribuído à Al Qaeda da Península Arábica (AQPA), o braço do grupo de Osama bin Laden no Iêmen.

Mas Awlaki não fez menção à AQPA no seu pronunciamento, que não foi divulgado nos órgãos de comunicação ligados ao grupo.

Os xiitas do norte do Iêmen há anos realizam rebeliões esporádicas contra o governo, mas rejeitam as acusações de que teriam apoio iraniano.

Segundo Awlaki, "as primeiras vítimas do Irã serão o povo sunita do golfo (Pérsico). Oh, clérigos do povo sunita, qual é o seu plano para resistir a essa difusão xiita?", disse Awlaki, que aparece sentado diante de uma mesa, com um traje típico iemenita.

"A América e Israel já estão controlando o Iêmen. E não vai demorar para que o Irã aproveite a oportunidade de pegar o seu pedaço do bolo", acrescentou.

Anwar al-Awlaqi: "Matem os americanos sem hesitação"

O clérigo radical Anwar al-Awlaqi pediu que sejam mortos norte-americanos "sem hesitação". A declaração do religioso muçulmano, que tem cidadania norte-americana e iemenita, foi divulgada em uma mensagem de vídeo divulgada por sites que defendem a guerra santa, informou hoje o grupo de monitoramento SITE.

Na semana passada, uma corte do Iêmen emitiu uma ordem de prisão para Awlaqi. Segundo o tribunal, o clérigo deve comparecer perante um juiz para que sejam esclarecidos supostos vínculos entre ele e a rede extremista Al-Qaeda e por incitação à morte de estrangeiros. As informações são da Dow Jones.

No último dia 5, mo mesmo site afirmou que a Al-Qaeda na Península Arábica assumiu a responsabilidade pelos pacotes-bomba descobertos em aviões no Reino Unido e em Dubai enviados aos Estados Unidos no final de outubro.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Al-Qaeda já chegou a Gaza e ao Sinai

Carro onde estava Jamal A-Namnam
O diário Dekbafile, publicou um artigo sobre a ressente explosão de um automóvel em Gaza, que culminou na morte de Jamal A-Namnam, líder do "Exército do Islã", a célula palestina da Al Qaeda em Gaza.

O terrorista estaria em Gaza em uma missão da AQPA, para planejar e executar atentados contra alvos americanos, após a onda de pacotes-bombas.

Segundo fontes não divulgadas, a explosão do carro de A-Namnam foi causada por um míssil lançado por um navio americano.

A fonte informa que Jamal planejava se infiltrar no norte do Sinai, em uma operação coordenada com menbros da Al Qaeda que estariam escondidos na região, onde atacariam os fuzileiros e membros da força aérea acampados na região.
Os ataque estaria programados para domingo 7 de novembro ou para o dia seguinte. Fontes indicam que da mesma forma que a cooperação da Arábia Saudita com os EUA resultaram na interceptação dos pacotes-bombas do Iêmen, a cooperação da inteligência Israelense e Egípcia com os EUA resultou na frustação de mais esse ataque da Al Qaeda.

A inteligência egípcia interceptou armas e explosivos que estariam prontos para serem usados na operação da Al Qaeda.

Fontes de segurança do Hamas, suspeitam que Israel teria permitido que fosse importado novos carros para Gaza, por saberem que estes seriam usados pelos líderes dos grupos militantes da região, eles suspeitam que Israel tenham colocado rastreadores nos veículos.

Fontes palestinas afirmaram que a explosão que resultou na morte de Jamal A-Namnam era bastante forte, no entanto, negam terem visto UAV Israelenses ou outras aeronaves no céu de Gaza.

A morte do membro da Al Qaeda por um míssil americano em Gaza, seria a primeira ação do tipo nessa região, até agora ataques como esse só acontecerem no Iraque, Somália e Iêmen.

Mesmo após a morte do líder da Al Qaeda em Gaza, as forças do Sinai permanecem em alerta máximo. Os outros membros da al qaeda que participariam do ataque estão foragidos e sendo caçados por agentes agípcios.

Tal fato demonstra a nova diretriz adotada pela Al Qaeda.

Youtube censura vídeos em que o Imã Anwar al-Awlaki incita a Jihad

A decisão do site YouTube de censurar alguns vídeos da Internet que incitam a jihad, foi tomada depois da pressão do congressista Anthony Weiner e de um oficial britânico.

Provavelmente o oficila britânico tomou a decisão de precionar o youtube, após uma mulher britânica, tentar assassinar um membro do parlamento, depois de assistir a mais de 100 horas de vídeos jihadistas.

O Youtube anunciou que havia retirado alguns vídeos que violavam as regras do site. O New York Times informou que Weiner havia enviado uma carta a empresa, com uma lista de cem vídeos no qual aparece o Imã Anwar al-Awlaki, que é associado a Al-Qaeda no Iêmen e em outros países.

Na semana passada, bombas escondidas em aviões de carga foram interceptadas na rota do Iêmen a Chicago. Os explosivos estavam escondidos em pacotes com direção a sinagogas de Chicago. Autoridades acusam a Al-Qaeda do atentado.


Texto do diário espanhol minuto digital.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Iêmen inicia ação legal contra o clérigo jihadista Anwar al-Awlaki

O Iêmen colocou o clérigo radical nascido no México, Anwar al-Awlaki, sob julgamento à revelia, acusando-o, assim como a outros dois homens, de tentar matar estrangeiros e participar da rede de supostos terroristas do grupo Al-Qaeda. Trata-se da primeira ação legal do Iêmen contra Anwar al-Awlaki, diante da enorme pressão que o país enfrenta para derrubar a rede de terror, após dois pacotes com explosivos terem sido interceptados em Dubai e no Reino Unido na semana passada.

O procurador Ali al-Saneaa anunciou que as acusações contra al-Awlaki são parte de um julgamento contra um outro homem, Hisham Assem, que foi acusado de matar um francês durante ataque em 6 de outubro contra complexo de uma empresa de petróleo onde trabalhava como segurança. Assem, de 19 anos, estava presente na Corte de Justiça, mas al-Awlaki e um terceiro suspeito, Osman al-Awlaki, foram acusados à revelia. A audiência foi feita sob forte esquema de segurança no centro de San''a.

Al-Awlaki, nascido no México, vive no Iêmen. As autoridades de investigação norte-americana dizem que mensagens eletrônicas comprovam sua ligação com o psiquiatra do Exército norte-americano acusado no ano passado de assassinatos em Fort Hood, no Texas. Eles dizem também que al-Awlaki ajudou a preparar o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, acusado de atentado a bomba em um avião no Natal, e que tem ligações com as bombas que falharam na Times Square.

Os Estados Unidos colocaram al-Awlaki na lista de terroristas procurados. Acredita-se que ele viva na região montanhosa do Iêmen, com seus familiares e líderes religiosos que acreditam que al-Awlaki não tenha ligações com o terrorismo. As autoridade do Iêmen dizem que não o entregarão aos Estados Unidos porque, como cidadão iemenita, deve ser julgado no país.

O procurador disse que Assem, que trabalhava como segurança na empresa de engenharia francesa SPIE, havia reconhecido ter recebido mensagens via internet de al-Awlaki, incitando-o a matar estrangeiros com os quais trabalhava. Assem, vestindo roupas de prisioneiro, disse que al-Awlaki o convenceu que os estrangeiros eram "ocupantes" e o enviou fitas de áudio com sermões justificando o assassinato de estrangeiros, afirmou o procurador. Assem negou todas as acusações e disse que foi torturado e forçado a dar falso testemunho. O procurador disse que Assem foi colocado em contato indiretamente com Anwar al-Awlaki por meio de e-mails que enviou para Osman al-Awlaki, primo do clérigo. As informações são da Associated Press.

Fonte

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Entrevista com Abu Sufyan 2° líder da AQPA: Os Xiitas são politeístas... portanto, estão entre os piores inimigos do Islã”.

Revista Inspire da Al-Qaeda
Em 11 de Outubro de 2010 a Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), lançou a segunda edição da sua revista em Inglês “Inspire”, que inclui uma entrevista com o ex-detento de Guantánamo e vice-comandante da AQPA, Said al-Shihri (também chamado de Abu Sufyan al-Azdi Shaykh).

Descrevendo sua prisão em Guantánamo, al-Shihri, comentou: “depois que comecei a lidar diretamente com eles, cheguei à conclusão de que para que a humanidade proteja sua humanidade, é necessário combater os americanos que são inimigos da raça humana”. Ele ainda acrescentou: “A minha posição em relação ao governo de al-Saud (rei saudita) é a posição islâmica: Eles entraram em apostasia e ordena-me o Islã a combate-los. A Jihad contra o governo de al-Saud é um dever religioso, por isso convido os muçulmanos da Terra das duas Mesquitas Sagradas a revolta contra eles, com palavras e obras, e peço-lhes para apoiar os mujahedins”.

Abu Sufyan também falou sobre os xiitas: “Os xiitas são politeístas... portanto, estão entre os piores inimigos do Islã”. Por fim dirigindo-se aos muçulmanos do ocidente ele aconselhou-os a “ que pela imigração façam a jihad individual no ociente, comunicando-se com seus irmãos em outras terras da jihad”.

Para ler mais


Quem é al-Shihri?

Abu Sufyan ou Said al-Shihri é um detento de Guantánamo.


Shihri, de 35 anos, foi treinado em táticas de combate urbano em um campo de militantes islâmicos ao norte de Cabul, capital do Afeganistão, segundo parte de seu dossiê divulgado pelo Departamento de Defesa dos EUA. Ele foi ferido em um ataque aéreo das forças de coalizão e passou um mês se recuperando em um hospital paquistanês. O documento diz que Shihri teria ajudado um grupo de "extremistas" do Irã a entrar no Afeganistão e o acusa de ter planejado o assassinato de um escritor em obediência a uma fatwa (decreto islâmico).

Na descrição das razões que levaram à sua libertação de Guantánamo, o relatório diz que Shihri alegava ter viajado ao Irã apenas para comprar tapetes. Ele também afirmava que, caso fosse solto, voltaria à Arábia Saudita e viveria com a família.

O militante Said Ali al-Shihri é suspeito de envolvimento no mortífero atentado à bomba de setembro contra a embaixada americana na capital do Iêmen, Sana. Ele foi entregue à Arábia Saudita em 2007 e passou por um programa de reabilitação para ex-jihadistas antes de reaparecer na Al-Qaeda do Iêmen. Hoje é o número dois da Al Qaeda na Península Arábica.

De olho na Jihad 29/10/2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Iêmen condena à morte especialista em explosivos da Al-Qaeda

Soldados iemenitas cercam uma casa na cidade de Huta
SANAA (AFP) — Uma corte iemenita sentenciou à morte um especialista em explosivos da Al-Qaeda, nesta segunda-feira, enquanto autoridades intensificaram a segurança no entorno de embaixadas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos em meio ao confronto entre o exército e os jihadistas.


A corte de Sanaa sentenciou à morte o militante confesso Saleh al-Shawsh, após considerá-lo culpado pelo envolvimento em uma série de ataques mortais contra alvos militares e instalações de petróleo.


"Se Deus quiser, seu fim estará em nossas mãos e o início será em Abidjan", gritou Saleh al-Shawsh do banco dos réus, quando o juiz proferiu a sentença.


Ele fez alusão à província do sul do país, que tem sido sacudida nos últimos meses por confrontos mortais entre o exército e supostos militantes da Al-Qaeda.


Shawsh confessou o envolvimento em sete ataques cuja autoria foi assumida pela Al-Qaeda nas províncias de Hadramawt e Marib, leste da capital, Sanaa.


"As ações atribuídas a mim estão corretas", disse ele em audiência celebrada em 9 de outubro. "Eu preparei e realizei as operações voluntariamente e sem coação", emendou. Ele não apelou da sentença.


Shawsh foi preso em flagrante em 20 de janeiro, enquanto se preparava para realizar um ataque suicida na cidade portuária de Mukalla, na província de Hadramawt. Ele teve sua motocicleta parada e descobriu-se que usava um cinturão de explosivos e levava duas bombas consigo.


A audiência de segunda-feira foi celebrada em meio a um intenso esquema de segurança e a polícia isolou o prédio do tribunal.


Nos últimos anos, vários membros condenados da Al-Qaeda foram sentenciados à morte, mas nenhuma execução foi anunciada pelas autoridades até agora.


Dezenas de supostos membros da Al-Qaeda estão em julgamento no Iêmen, enquanto as forças de segurança intensificam suas operações contra a rede de jihadistas, que é particularmente ativa no sul e no leste do país.


O vice-diretor de segurança da cidade de Mudia, na província de Abidjan, coronel Mohammed al-Khodr, afirmou que seis supostos militantes da Al-Qaeda foram mortos em confrontos desde a última quinta-feira.


Desde então, ataques na província, atribuídos à Al-Qaeda mataram pelo menos 11 pessoas, a maioria soldados.


No domingo, dois ataques aéreos contra supostos esconderijos da Al-Qaeda nas montanhas perto de Mudia mataram um homem idosos e feriram duas mulheres, informaram fontes médicas e de segurança.


Na capital, forças de segurança montaram postos de controle nas vias que levam às embaixadas americana e britânica, depois que as missões diplomáticas alertaram para um maior risco de ataques.


Na sexta-feira, a embaixada americana alertou seus cidadãos para um "alto nível de ameaça de segurança no Iêmen devido a atividades terroristas".


A Austrália também elevou seu alerta de viagens ao Iêmen ao nível mais alto possível, enquanto a embaixada britânica informou que "está fechada ao público por causa da situação de segurança". No início do mês, um foguete feriu o funcionário da embaixada no segundo ataque contra um veículo diplomático britânico na capital em seis meses.


Na quarta-feira, a França alertou os companheiros e os filhos de seus cidadãos no Iêmen a deixar o país por causa da deterioração da segurança.


Reforços também foram enviados para o quartel-general da polícia e outras instalações de segurança em Sanaa, esta segunda-feira, informou um correspondente da AFP.


"Estas medidas foram romadas com base em informações sobre ataques", afirmou uma autoridade da segurança.


Os Estados Unidos intensificaram sua assistência militar ao Iêmen, berço ancestraç do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, devido ao temor de que venha a se tornar uma importante base de operações da rede em nível mundial.

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