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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Sociedade Islâmica do Maranhão o instrumento de propaganda jihadista no Brasil

Quantos nos acusaram de lutar contra moinhos de ventos? Mesmo com as evidência que já postamos a rodo na categoria De Olho no Brasil, temos sido apontados como alarmistas. Pois bem, podemos pecar por alarmismo, mas não seremos acusados de omissão.

Há um site, o Sociedade Islâmica do Maranhão, que de vez em quando chamava atenção por seu discurso "radical" (aspas, pois o que o ocidente chama de radical chamamos de puro Islã). Esse site tinha a política de divulgar a doutrina islâmica e de vez em quando postar algo relacionado ao jihad, foi nele que apareceu a ideia do Partido Islâmico Brasileiro e surgiu a Resistência Islâmica do Brasil, denunciamos várias coisas, como a reprodução de comunicados da Al-Qaeda, sua simpatia pelo Al-Shabab ou a transformação da bandeira brasileira em um pendão jihadista.  Ou seja, é um velho conhecido apoiador do Jihad, no entanto, isso era feito de uma maneira até velada, esses artigos eram incluídos no meio de gigantescos posts sobre doutrina islâmica e só chamava atenção de quem procurava por isso. Mas, agora, a Sociedade Islâmica do Maranhão se revelou de vez e se tornou um site de propaganda do Estado Islâmico no Brasil.

Quem é a Sociedade Islâmica do Maranhão e seu responsável? Bem essa investigação já foi feita minuciosamente pelo Rafik, portanto deixo o link aqui: http://rafik-rafikresponde.blogspot.com.br/2014/07/al-qaeda-no-brasil.html

Precisamos lembrar que a cada vez o discurso islâmico terrorista cresce no país, um exemplo é o muçulmano que defendeu as decapitações do ISIS em uma mesquita no Rio de Janeiro, isso em um cenário onde o Brasil é um dos países que mais recebe refugiados sírios no mundo. É claro que as vítimas das perseguições dos islâmicos precisam ser acolhidas, mas diante de um governo aliado histórico de grupos no mínimo suspeitos, isso é preocupante, basta lembrar que terroristas tem entrado na Europa sob o disfarce de refugiados.

É interessante que nunca se falou tanto em crimes cibernéticos no país como nos últimos anos, o governo criou até o Humaniza Redes para isso, mas ao que parece, essa luta só vale contra os que falam contra o PT e aliados, pois esses jihadistas estão deitando e rolando. A questão é: Onde está a PF que não olha para essa ameaça aberta, essa propaganda jihadista da Sociedade Islâmica do Maranhão? Eu fiz uma denúncia há um bom tempo atrás e nunca fui respondido. Será que a Abin está agindo?

Nos resta ficar com os olhos bem abertos e denunciar o máximo que pudermos. Fiquem de olho, pois os sequazes do ISIS também estão por aqui. Denunciem, compartilhem ao máximo para que nós brasileiros não sejamos pegues desprevenidos.


Jacques Nunes - De Olho na Jiihad

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Grupo brasileiro reuniu-se com o Hezbollah em visita ao Líbano

Nota do blog: Reproduzimos na íntegra uma notícia do dia 13/12/2013 publicado pelo Irã News, uma clara amostra da relação da esquerda brasileira com os terroristas do Hezbollah. Leiam com atenção os trechos que destacamos em negrito.

Grupo brasileiro reúne-se com o Hezbollah em visita ao Líbano

Apoiadores do Hezbollah homenageiam o partido, também chamado de Movimento Libanês de Resistência Islâmica, em 2010, com uma marcha que marcou os quatro anos da vitória sobre Israel, na guerra de 2006. (Associated Press)

Por Lejeune Mirhan*

No segundo dia de nossa viagem à Beirute, no sábado, dia 1º de dezembro, fomos ao encontro do Hezbollah que, apesar do nome, “Partido de Deus”, é um partido político como outro qualquer, possui vários deputados e três ministros no governo libanês, e integra a Frente “8 de Março”. Não foi tarefa fácil chegar até ele, mas a experiência que vivemos foi extremamente gratificante.

Quem estuda o Oriente Médio e o Líbano, como tenho feito há mais de 30 anos, conhece e acompanha as ações do Hezbollah. Essa organização partidária, ainda que de fundamentos religiosos, tem atuado na defesa da soberania libanesa desde que foi fundada, em 1984, há 29 anos. 

Seu nome oficial é Movimento Libanês de Resistência Islâmica. Surge depois que Israel, de política expansionista apoiada pelos EUA, que ocupou todo o sul do Líbano, em 1982, tendo chegado até a capital, Beirute. Nessa época, era ministro da Defesa o general Ariel Sharon – então do Likud, partido direitista – que depois fundaria o Kadima. Desde 2005 esse sionista histórico encontra-se em coma e vive como um vegetal.

Nosso encontro estava previamente marcado para 10h30 e seria realizado em uma das sedes do partido, na região de Beirute, onde é extremamente forte, de população majoritariamente xiita. Ao chegarmos, uma espécie de ministério das relações exteriores e diplomáticos do partido, nos deparamos com um camarada libanês que falava português fluente e seria nosso tradutor. Chamou-me a atenção quando, ao eu alegrar-me por ver um libanês falando nossa língua me disse, com uma ponta de orgulho no peito: “o Hezbollah fala todas as línguas”.

Nosso encontro foi com Mohammad Obeid, secretário político e de Relações Diplomáticas do partido. Nunca soube que posição hierárquica ele teria na organização, mas, pelas instalações que visitamos, pela cobertura feita do encontro pela emissora Al-Manar, pelos cinco dirigentes do partido presentes, me pareceu um quadro nacional da organização. Ainda hoje, é bom que todos saibam, esse Partido da resistência é considerado pelos Estados Unidos como uma organização “terrorista”.

Previsto para durar apenas meia hora, o agradável encontro estendeu-se até 12h30. Em um primeiro momento fiz as apresentações da nossa comitiva, entregando-lhe o manifesto de entidades brasileiras em solidariedade à Síria, na versão árabe, bem como cópia de nosso artigo para a revista Princípios. Feito isso, ele passa a discorrer sobre a “batalha da Síria” e a total solidariedade que o Partido dele presta ao povo e ao governo do país vizinho.

Falou do envio de militantes e combatentes para além da fronteira sírio-libanesa para combater os terroristas financiados pelo imperialismo, por países árabes, pela Turquia e apoiados por Israel, que quer destruir a Síria e derrubar o seu governo laico e anti-imperialista. Disse que faziam esse movimento nem tanto pela Síria, mas pelo Líbano, pois se derrubado fosse o governo sírio, o alvo em seguida seria seguramente o próprio Líbano.

Disse que a linha política que o Partido tem adotado é estabelecer alianças amplas, sejam entre comunistas, socialistas, patriotas de toda e qualquer religião, sem discriminação. Que o Hezbollah apoia a paz na Síria, os acordos para que o Irã tenha o direito à sua energia nuclear pacífica. Que gostaria de ver a Conferência de Genebra 2 ser realizada e ter sucesso.

Refutou o que a mídia chama de “muçulmanos fundamentalistas” aos terroristas que combatem na Síria. Disse que esses não são e nunca foram muçulmanos. Alertou que o Corão proíbe violência contra famílias, em especial crianças, jovens, mulheres e idosos. Mesmo em combate, há regras que precisam ser observadas, como o respeito aos prisioneiros.
Nos chamou a atenção a sua menção ao fato que terroristas apareceram na mídia comendo corações e fígados de soldados o exército sírio que foram capturados e mortos. Ele disse que pensava que costumes da idade das trevas estavam abolidos, mas que havia se enganado.

Registrou a opinião muito parecida com as posições que o PCdoB acaba de aprovar em seu 13º Congresso, qual seja, que o imperialismo ainda que siga forte, encontra-se decadente. Mohammad usou uma expressão que, ao ser traduzida, arrancou risadas de todos os presentes. Os dirigentes do Irã, desde Khomeini e o Hezbollah, chamam os EUA de “o grande satã”. Ele nos disse que “os chifres de satã não estão quebrados, mas encontram-se bem torcidos”. Em uma alusão à situação de fraqueza dos EUA que sequer conseguiram atacar unilateralmente a Síria. Vitória dos povos e dos combatentes de todo o mundo.

Agradeceu imensamente a nossa visita. Falou também da importância do Brasil. Agradeceu o convite para participar de nosso Congresso do Partido, onde justificou a ausência. Falou que em função das perseguições que vivem em todo o mundo, têm dificuldades de manter escritórios de representação política em alguns países. Disse que quando precisarmos de interlocução, o Hezbollah entrará em contato. Convidou-nos para fazer nova visita, com mais tempo, ao Líbano, e convidou imediatamente a UJS a participar do encontro mundial em junho de 2014, de jovens revolucionários de todo o mundo.

Houve, por fim, outro momento descontraído da reunião. Nosso camarada Edson de Paula tem sua marca: uma pequena barbicha de cerca de cinco centímetros. Mohammad nos contou que algumas poucas cidades na Síria que ainda se encontram controladas pelos terroristas fundamentalistas, todos os homens que não possuem barbas ficam na cadeia até que ela atinja a cinco centímetros. Aí o dirigente do Hezbollah brincou com nosso camarada que ele poderia ficar tranquilo, pois ele sequer iria para a cadeia com aquela barba.

Ao final, a delegação brasileira solicitou a possibilidade de conhecer a região montanhosa do sul do Líbano, ocupada por Israel por pelo menos 18 anos (1982 a 2000). Após consultas entre os cinco libaneses presentes em árabe, ele nos disse que dois carros com dirigentes partidários iriam nos conduzir a uma região chamada de Iqlim Al Tuffah, uma das colinas onde era a base central da resistência e da guerrilha libanesa contra a ocupação israelense. Ficamos imensamente felizes.

Sul do Líbano
Saímos por volta das 13h. Tivemos que passar na casa de um dos companheiros, o tradutor, cujo nome de guerra era simplesmente “Armando”. Nunca soubemos o nome dos outros e nem uma foto pudemos fazer na sede internacional do Partido. Tínhamos que pegar casacos. Apesar do escaldante sol de 30 graus, a região escurece 16h30 e começa um frio de 10º. “Armando” nos com cinco camaradas nossos e o motorista que também tinha morado no Brasil e falava o português fluente. Outro carro nos acompanhou o tempo todo.

Trouxe-nos muitas garrafas de água, vários casacos, sucos e bolachas, pois só almoçaríamos por volta das 18h no retorno de nosso destino. Aqui a grande surpresa: iríamos conhecer Mleeta. O maior museu a céu aberto do mundo. Todas as colinas onde os guerrilheiros libaneses usavam para combater Israel foi transformado em museu.

Eles chamam a região de um Centro Turístico, mas “turismo da resistência”. Aqui faço um parênteses. Temos feitos Missões de Solidariedade, tanto à Palestina (foram duas e vamos na terceira em março ou maio a confirmar) e uma para a Síria. Em meus 20 anos de docente em universidade por pouco tempo lecionei uma especialidade da Sociologia, chamada de “Turismo”. Lá usava o termo “turismo de solidariedade”. Agora deparo-me com o “turismo da resistência”. Muito interessante.

Mleeta possui um projeto urbanístico e arquitetônico muito bonito e funcional. Todas as grutas e cavernas usadas pelos guerrilheiros, foram preservadas, restauradas e encontram-se para visitação pública com guia falando o árabe, com traduções. Dezenas de milhares de pessoas para lá acorrem todos os anos, desde 25 de maio de 2010, quando, nas comemorações dos 10 anos da expulsão de Israel da região, ele foi inaugurado. É uma reserva natural. Tudo lá está preservado e conservado. O terreno tem mais de 60 mil metros quadrados, dos quais cinco mil de áreas construídas. Fomos conduzidos, logo que chegamos, à sala de autoridades. O diretor nos recebeu – também ele não pode ser fotografado.

Fomos levados a um anfiteatro, com sala de projeção para mais de 200 pessoas. Um filme de dez minutos foi passado, narrado em árabe e com legendas em português. Houve traduções por parte do “Armando”. Muito bem feito. Mostra a guerrilha libanesa, as derrotas militares de Israel. O filme mostra vários pronunciamentos do maior líder do Partido, o sheik Hassan Nasralláh. Depois visitamos a parte fechada do museu. Dezenas de amostras de armas apreendidas do exército israelense, equipamentos de rádios. Um dos paineis ostenta frases de líderes israelenses da época, Sharon e Peres, em hebraico, árabe e inglês, onde eles reconhecem a derrota e a superioridade das forças da resistência.

Gastamos três horas visitando o museu a céu aberto. Precisaríamos um dia inteiro. Ficamos impressionados. Consegui tirar pelo menos 150 fotos. Publico aqui uma pequena parte delas. Visitamos um túnel escavado na rocha durante três anos, obra da qual participaram mil pessoas (não ao mesmo tempo). Deve ter sido duro escavar túneis e ao mesmo tempo combater com armas em punho. Os vietnamitas fizeram muito isso também.

Nesse túnel, existem compartimentos que eram dormitórios, sala de orações, sala de provimentos, sala de armamentos. Me chamou a atenção a sala de comando militar. Eles preservaram tudo, inclusive os velhos computadores, mapas nas mesas. Uma caixa de som reproduz sons da época de tiros de metralhadora ao fundo, helicópteros sobrevoando, aviões fazendo voos rasantes. Vozes dos comandantes da resistência falam em árabe. Parece que estamos vendo os chefes da resistência darem as ordens que levou à derrota do chamado “quinto maior exército do mundo”.

Por fim, nos impressionou o chamado cemitério de tanques e artefatos de artilharia israelense destruídos ou apreendidos. É claro que ali estão apenas uma pequena parte. Eles nos disseram que a maioria já foi usada como sucata. Nos contaram sobre a destruição em um só dia de 32 tanques israelenses. Eles chamam isso de “genocídio de tanques”.

Por fim, vimos um avião do tipo desses drones modernos que hoje os EUA infernizam o mundo e assassinam à distância quem eles querem. Também aqui ficamos impressionados. Os engenheiros do Hezbolláh criaram um mini avião teleguiado que sobrevoou Tel Aviv, tirou fotos e retornou ao Sul do Líbano. E está lá no museu, como uma espécie de trofeu dos resistentes libaneses.

Todos nós fizemos doações para o fortalecimento da experiência. Às 17h já estava completamente escuro. Todos os funcionários estavam apenas aguardando a nossa saída para fechar o museu/centro turístico. Por fim, passamos na sala de souvenires adquirimos algumas lembrancinhas desse local que ficará guardado para o resto das nossas vidas em nossa memória.

Ganhamos uma lembrança, que adorna a minha mesa de trabalho no meu escritório em casa em Campinas: um relógio com muitas bandeiras libanesas e do Hezbolláh perfiladas ao fundo.

Deixamos no livro de dedicatórias nossas mensagens de solidariedade a esse povo aguerrido, que é o libanês, bem como aos camaradas e combatentes do Hezbolláh, que cumpre hoje papel fundamental na defesa do Líbano e da sua soberania, bem como ajuda a todos que combatem o imperialismo em plano mundial.

*Lejeune Mirhan é sociólogo e colaborador do Portal Vermelho

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Nova Iorque: Na "Parada Muçulmana" bandeiras da Jihad tremulam

Ontem foi um dia histórico para os muçulmanos de Nova York, pois o Muslim Day Parade ganhou as ruas da cidade. Com o tema “Contribuição do Islã para a civilização humana”, eles foram para as ruas para mostrar o quanto são pacíficos e incompreendidos.

E em meio a toda aquela moderação lá está tremulando ao vento, a bandeira da Jihad. A bandeira ostentada pela Al Qaeda e outros grupos jihadistas islâmicos. A bandeira do terrorismo. Veja as imagens do Urban Infidel e do FrontPage Magazine:


A bandeira branca, segundo os muçulmanos, é a bandeira de Maomé, pode até ser, mas hoje ela é usada pelos jihadistas e salafistas como representação do Grande Califado Islâmico. Ou seja, os moderados manifestantes, ao portar a bandeira demonstraram que consideram Nova York como território do califado.



Mas, lá havia outra bandeira sendo ostentada, a bandeira da Guerra Santa, a mesma usada pela Al Qaeda:


E na mesma cidade onde a Al Qaeda cometeu o terrível atentado de 11 de setembro, a bandeira terrorista tremulou livremente em meio aos moderados e adeptos da religião da paz.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

"O ódio aos cristãos deve ser do fundo do coração", diz erudito muçulmano

Abdullah Bard, licenciado pela "prestigiada" Universidade de Al-Azhar e professor de exegese do Islã, declarou que os cristãos produzem um profundo nojo. E adiantou que os muçulmanos devem odiá-los do fundo do coração.

O erudito egípcio Abdullah Badr, uma eminência em exegese islâmica, durante uma conferência realizada no final de março, afirmou que o sentido autêntico da doutrina "wala bara’awa" (amor e ódio) nada mais é que, de acordo com o Corão, amar seus irmãos de fé e odiar os infiéis. Ele fez questão de ressaltar que este ódio deve ser profundo e sincero, deve ser do fundo do coração, não pode ser apenas uma hipócrita manifestão, mas um repúdio completo e público. O "grande erudito" usou uma ocasião em que humilhou publicamente um hoomem de quem tinha comprado uma propriedade ao descobrir que era cristão.

"Odiará ao teu próximo com toda a tua alma com todo o teu ser", esse parece ser o lema de Abdullah que para jusrificar não precisou de muito trabalho, apenas buscou alguns versículos do Corão:

5.51 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos."

2.104 . "Ó fiéis, não digais (ao Profeta Muhammad): ""Raina"", outrossim dizei: ""Arzurna"" e escutai. Sabei que os incrédulos sofrerão um doloroso castigo."

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

9.23 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos."

9.30 . "Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!"

4.56 . Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Abdullah, jurou por Alá que cortará a língua e lançará aos cachorros de quem ofender Maomé e sua doutrina. Além disso chamou de puta a atriz Elham Shahin, e ameaçou torcer seu pescoço. O prestigiado clérigo também já declarou que os cristãos devem desaparecer do Egito.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, principal apoiador do terrorismo islâmico na América Latina

Por Jacques Nunes



Morreu Hugo Chávez! Mas, infelizmente, sua ideologia assassina ainda vive. Entretanto, é importante salientar que partiu desse mundo um dos principais financiadores da islamização e do terrorismo islâmico na América Latina.

Hugo Chávez durante todo o tempo que esteve à frente da ditadura, disfarçada de democracia, venezuelana, fomentou, apoiou e financiou o terrorismo islâmico na região.

Recomendamos nossos leitores a acessar nossa categoria De Olho na Venezuela e lerem todas as evidências e provas que já postamos.

Lá encontrarão, desde suas homenagens ao terrorista Chacal, à ação da Guarda Revolucionária Iraniana em solo venezuelano e a presença de pessoas ligadas ao Hamas, Hezbollah e outros grupos, na cúpula de Hugo Chávez, como o ministro Tarek  El Aissami, membro do partido Baath (pró-Sadan) do Iraque.

Eis o link novamente: http://olhonajihad.blogspot.com.br/search/label/Venezuela

terça-feira, 5 de março de 2013

Salafistas dinamarqueses em favor da Jihad na Síria



Jyllands-Posten - Os salafitas da Dinamarca apoiam Jabhat al-Nusrah, um grupo armado próximo da Al-Qaeda, segundo o diário, que fez uma investigação após a morte, na Síria, de um soldado dinamarquês de origem argelina, Slimane Hadj.

Nas suas prédicas e através de vídeos e de fotografias na Internet, o imã da mesquita de Quba de Amager, a sul de Copenhaga, incita os jovens muçulmanos a irem fazer a jihad na Síria.

O jornal notícia, igualmente, que no seu sítio de Internet, o grupo salafita Hjælp4Syrien.dk recolhe dinheiro mostrando um jovem muçulmano armado com uma espingarda e desejando morrer pela causa de Alá.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Família de Obama é a principal arrecadadora de fundos para a instalação da Sharia no Quênia

Desde a ascensão de Barack Obama a presidência dos Estados Unidos, a família do presidente tem usado o nome de Obama para transformar o Quênia, país de maioria cristã, em uma nação muçulmana baseada na sharia.

Barki bin Ma’touk A’sas (direita para esquerda) Sayid Obama, Musa Ismail Obama

Walid Shoebat documentou tudo em um relatório, no qual demonstra a influência "Obamica" em favor da Sharia no país. O relatório traz ainda uma entrevista bombástica nunca vista no Ocidente.

Na entrevista dada a Al Jazeera, Musa Ismail Obama, primo do presidente Barack Obama, afirma que sua família e a família real da Arábia Saudita desenvolveram uma forte relação, em sua aldeia natal no Oeste do Quênia. Essa aliança tem por objetivo o apoio a expansão islâmica no Quênia.  No vídeo Musa explica a necessidade do proselitismo, com o apoio dos sauditas, para transformar o Quênia em uma nação do Islã.

O,  Shoebat, apontou que um artigo no Al-arab, jornal de língua árabe, reconheceu a importância do nome de Obama nos esforços de sua família no Quênia para a propagação do Islã no país. O Walid Shoebat observa ainda que o artigo descreve o presidente Obama como muçulmano e refere-se a "fé islâmica do presidente".

O vídeo está divido em três partes, clique aqui para vê-los


Barack Obama e a “Mama Sarah"
A rede da família Obama usa os fundos agariados também para enviar alunos para estudar na Arábia. Na entrevista de Musa a Al Jazeera ele afirma que a rede Sarah Obama Benevolent Fund, é tão eficiente que os alunos excedentes tiveram que ser desviados da Arábia Saudita para Doha no Qatar..

A Al Jazeera pergunta: Todas essas bolsas são para o estudo do Árabe e da Sharia?
Musa explicou: "Nem todos envolvem a Sharia, como os que vão estudar Medicina e Engenharia.

Em seguida a rede de TV árabe pergunta o que a maioria dos alunos enviados vão estudar, Musa, responde que a maioria é enviada para o estudo da Sharia " até porque todas as minhas conexões nas instituições (no Qatar) são com escolas de Sharia.

Fontes: Wnd via Creeping Sharia

Não deixem de ler: Aliança de Obama com a inscrição "Não há Deus exceto Allah"?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Hezbollah treina soldados na Nicarágua com ajuda do Irã

Um meio de comunicação israelense informou que o Hezbollah estabeleceu uma base de treinamento na Nicarágua com o apoio do Irã.

Segundo a Rádio Israel, cerca de 30 membros do grupo libanês Hezbollah estão sendo treinados em uma base no norte da Nicarágua, perto da fronteira com Honduras. O grupo recebe armas do Irã, com o objetivo de se preparar para ataques de retaliação caso os EUA realize um ataque contra as instalações nucleares iranianas.

Em resposta à acusação, o porta-voz do Exército do país latino-americano, Orlando Palácios se recusou a comentar, dizendo apenas que desconhece o assunto.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Hamas comemora vitória de Mursi no Egito; celebrações em Gaza


Gaza - Os palestinos em Gaza comemoraram neste domingo o anúncio da vitória de Mohamed Mursi, candidato da Irmandade Muçulmana, nas eleições presidenciais do Egito, enquanto o movimento islamita Hamas afirmou que era um "momento histórico".
Já a Autoridade Palestina, responsável pela Cisjordânia, também parabenizou Mursi, que se tornará o primeiro presidente do Egito da era pós-Hosni Mubarak.
O integrante de alto escalão do Hamas Mahmud Zahar afirmou à AFP que a vitória era "um momento histórico e uma nova era na história do Egito", enquanto moradores de Gaza aplaudiram e dispararam uma saraivada de tiros de comemoração nas ruas dos territórios palestinos.
O movimento islâmico do Hamas, que governa a Faixa de Gaza, tem laços de longa data com a Irmandade Muçulmana, organização que viu seu candidato receber 51,73% dos votos e derrotar o ex-primeiro-ministro Ahmed Shafiq.
A Autoridade Palestina também parabenizou o presidente eleito do Egito.
"Parabenizamos o doutor Mohamed Mursi, o candidato da Irmandade Muçulmana, por sua vitória na eleição presidencial egípcia e por sua eleição como presidente do Egito", afirmou o negociador palestino Saeb Erakat à AFP.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Terrorista Mahmud Ahmadinejad é recebido por Evo Morales em La Paz

La Paz - O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, chegou nesta terça-feira (19/6) a La Paz para assinar acordos de cooperação com seu colega boliviano, Evo Morales, em uma visita relâmpagdo.

De acordo com o programa oficial, o presidente iraniano manterá uma reunião particular com Morales e depois terá início a assinatura de acordos, cujo teor ainda não foram revelados.


Irã e Bolívia estabeleceram relações diplomáticas em 2007, depois da primeira visita de Ahmadinejad ao país, quando prometeu uma cooperação de um 1,1 bilhão de dólares para agricultura, minas, hidrocarbonetos e saúde.


Fonte: CorreioWEb

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Site britânico ajuda terroristas islâmicos a se comunicarem


Um portal de internet publicou durante vários meses, diversas cartas de extremista islâmicos presos por crimes graves, segundo informa o diario britânico Sunday Times.

O jornal informa que o agora extinto, muslimprisoners.com, publicou dezenas de cartas de extremistas islâmicos dos quais o periódico classifica como " os responsáveis por todos os planos de ataques terroristas contra a Grã-Betanha nos últimos anos".

O Sunday Times informou que o site foi fechado na sexta-feira, no entanto as cópias de várias cartas armazenadas em cache continuam disponíveis na internet, assim como a informação de contato de um homem indenficado como Abu Muhsina.

Em reportagem da Associated Press, Abu Muhsina negou-se a responder qualquer pergunta sobre o site, e direcionou todas as questões para seu advogado, que até o momento nada respondeu ou declarou.

Blog de Olho na Jihad com informações do El Nuevo Herald

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ahmadinejad e o negócio do urânio na Venezuela

Iranian nukes by Cox  ForkumNeste fim de semana a Venezuela recebe dois presidentes indesejáveis: Ollanta Humala, do Peru, que chegou ontem (7) para estreitar laços com Chávez após acertos feitos durante a inútil reunião da CELAC, e hoje à noite o ditador do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ele diz que vem “estreitar laços” com os países da América Latina, mas na verdade o que significa sua presença na Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador, é conspirar junto com seus aliados contra os Estados Unidos e Israel.

A esse respeito, existe muita preocupação por parte dos venezuelanos residentes no país e exilados no exterior, mas muito mais por parte de congressistas republicanos, notadamente a cubano-americana Ileana Ros-Lehtinen, que faz parte do Comitê de Relações Exteriores dos Estados Unidos. Todos pedem ao governo Obama que tome medidas mais drásticas em relação às investidas de Ahmadinejad que, como retaliação “preventiva”, fez um ensaio de mísseis de Teerã no Estreito de Ormuz.
 
Ahmadinejad já anunciou que empregaria toda sua força caso Washington não renuncie à presença de sua força naval no Golfo Pérsico, coisa que a Casa Branca já alertou que não fará, e o ditador iraniano ameaçou fechar o Estreito de Ormuz por onde transita 35% do tráfego marítimo de petróleo.

É sabido há anos que a Venezuela é rica não só em petróleo mas também em urânio, e que o interesse do Irã por aquele país não é somente por afinidades ideológicas com Chávez. Desde 2005 eu venho alertando sobre os negócios do urânio entre Venezuela e Irã, que pode-se ler numa nota desta edição aqui. Depois disso eu falei mais a respeito, inclusive nos misteriosos vôos Teerã-Caracas, nas fábricas de cimento, tratores e bicicletas, e os estados ricos nesse mineral, mas o tempo exíguo de que disponho para fazer esta edição não me permitiu pesquisar mais para re-publicar.

Entretanto, como esse tema agora tem tido comprovações e denúncias daquilo que os venezuelanos já desconfiam há tempo, publico nesta edição um artigo publicado pelo jornal espanhol ABC em 12 de dezembro passado que é praticamente uma seqüência de outro publicado simultaneamente pelos sites Mídia Sem Máscara e Papéis Avulsos do Heitor De Paola. A foto que ilustra esta edição é uma vista aérea da “fábrica de tratores Venirán” que é, na verdade, uma empresa de fachada. Não deixem de ler os links indicados para compreender toda a trama por trás desta “inocente” visita, e o perigo que todos nós sul-americanos corremos com estas alianças nefastas. Fiquem com Deus e até a próxima!

O Irã procura urânio na Venezuela para desenvolver seu programa nuclear

O regime de Teerã utiliza suas concessões para a extração de ouro no país bolivariano e emprega várias empresas civis como fachada

Emili J. Blasco/Correspondente em Washington


Técnicos iranianos estabeleceram quais são as áreas de maior riqueza de urânio na Venezuela e já estariam extraindo o estratégico mineral sob a cobertura do regime de Hugo Chávez, de acordo com documentação confidencial à qual o jornal ABC da Espanha teve acesso. Não só o acordo de colaboração nuclear firmado entre ambos os países viola as sanções internacionais impostas a Teerã, senão que, além disso, uma complexa trama de empresas e bancos estaria permitindo ao Irã a lavagem de dinheiro para seu alívio financeiro.

Os últimos dados sobre colaboração militar, com a venda de aviões não-tripulados à Venezuela (transações comprovadas por este jornal) e a possibilidade de que também mísseis de fabricação iraniana já estejam em solo venezuelano (assim apontam algumas fontes mas sem evidência gráfica), fizeram soar os alarmes nos Estados Unidos. Esta semana a consulesa da Venezuela em Miami, Livia Acosta, poderia ser expulsa do país, depois que um documentário de Univisión revelou com uma câmera oculta sua implicação na obtenção de informação para cometer atentados em solo norte-americano.

A conexão do regime de Chávez com elementos do Hizbolah, já levou Washington a tomar medidas no passado, porém em meio à presente crise entre o Irã e os Estados Unidos a vinculação entre a república islâmica e a bolivariana começa a atrair a atenção da CIA. Assim revelou Roger Noriega, alto funcionário na administração Bush, que agora investiga a penetração do Irã na América Latina, em uma recente intervenção no American Enterprise Institute. A aproximação entre os dois países consumou-se em 2005, ano em que o presidente Jatami visitou Caracas. Chávez devolveu a visita em 2009, correspondida meses depois pelo presidente Ahmadinejad. Na documentação oficial desses encontros, que ABC pôde consultar, se contabilizavam alguns projetos de colaboração de 30 bilhões de dólares, cifra desmedida quando se analisa pormenorizadamente cada investimento. As vultosas quantias teriam como finalidade facilitar divisas ao Irã.

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Vista aérea da "fábrica de tratores Venirán" (Crédito: jornal ABC da Espanha)
 

Entre os suspeitos investimentos está a fábrica de cimento Cerro Azul (na foto), no estado Monagas. Seu orçamento é de 750 milhões de dólares, o que no julgamento de consultores externos é desproporcional para a produção que deseja realizar. O fato de que há seis anos seja planejada e ainda não tenha começado a produzir levou os grupos opositores a pensar que pode se tratar de uma empresa de fachada, principalmente quando, ademais, está proibido seu sobrevôo. Suspeitas não confirmadas apontam que a instalação, com fácil acesso ao rio Orinoco, poderia servir como lugar de carga do urânio que o Irã poderia estar obtendo no vizinho estado Bolívar, em uma concessão para a suposta extração de ouro. 

Esta mina, igualmente sem permissão de sobrevôo, encontra-se em uma das áreas mais ricas em urânio da Venezuela. Embora a zona conte com jazidas de ouro, curiosamente a empresa pública iraniana que a explora, IMPASCO, não aparece na relação de companhias que extraem ouro na Venezuela. A IMPASCO, além de se ocupar de diversos minerais, está vinculada ao programa nuclear iraniano.
 
Determinar precisamente onde se encontram os pontos mais eficientes para a obtenção de urânio foi tarefa dos técnicos iranianos que realizaram estudo geológico em 2007, para o Instituto de Indústria e Minas (INGEOMIN). O estudo foi apresentado depois por Chávez ante a OIEA para explicar seu projeto de erigir uma usina nuclear própria, cuja construção se encarregou a mesma companhia russa que levantou a central iraniana de Bushehr. Outra das zonas com potencial de urânio é em Baúl, no estado Cojedes.

Similar falta de atividade normal para o que seria sua produção declarada é a fábrica de tratores Venirán. Supostamente, o acoplamento de peças trazidas do Irã permitiria tirar da cadeia de montagem cerca de 3 mil tratores por ano, segundo os dados oficiais. Porém, o escasso número de trabalhadores e as medidas especiais de segurança fazem pensar em outro uso. Com duplo muro de segurança, o exterior está custodiado pela Guarda Nacional Venezuelana. Parte de seu interior só é acessível a pessoal iraniano. Em 2008, um total de 22 contêineres que partiam do Irã e se dirigiam à fábrica de tratores foram interceptados na Turquia: tratava-se de material químico supostamente para a fabricação de explosivos.
 

Fonte: http://www.abc.es/20111212/internacional/abcp-iran-busca-uranio-venezuela-20111212.html
Comentários e tradução: Graça Salgueiro


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domingo, 18 de dezembro de 2011

A conexão brasileira do movimento terrorista Hamas


Por Júlia Carvalho, na VEJA desta semana:

Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril passado, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil. Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que, durante treze anos, financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.

A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. Em 2001, entrou para a lista de organizações terroristas da ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.

Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos, e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino. Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia. Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade e, em 1980, se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamaí Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas - primeiro na filial do Sudão e, depois, na do lêmen. Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalit, em outubro passado.

Fonte: Blog do Reinaldo de Azevedo
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bélgica: Polícia apreende AK 47 com membro do Sharia4Belgium



Após denúncia anônima, a polícia belga prendeu um membro do grupo Sharia4Belgium, portando uma kalashnikov, mais conhecida como AK 47.

A prisão é mais uma amostra de como o grupo, Sharia4Belgium, liderado pelo clérigo Anclam Chowder tem se radicalizado, isso sob os olhares das autoridades que preocupam-se mais com o falido multiculturalismo do que com a segurança do país.

Muçulmanos em protesto pela sharia na Bélgica

Blog De Olho na Jihad com informações do RTLNIEWS
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Israel acusa o Irã de introduzir terrorismo na América Latina com apoio de Chávez

“Este tipo de infra-estrutura envolve elementos muçulmanos que existem na zona e também se apóia nos barões do narcotráfico.”

(Montevidéu, 6 de dezembro EFE) - O vice-primeiro-ministro israelense, Moshe Yaalon, afirmou hoje em uma entrevista com EFE que o Irã está criando, com a conivência da Venezuela, uma “infra-estrutura terrorista” na América Latina para atentar contra os Estados Unidos, Israel e seus aliados.

“A idéia é armar uma infra-estrutura terrorista que durante um tempo esteja adormecida e que no momento certo possa atacar interesses dos Estados Unidos ou os Estados Unidos”, assim como “interesses israelenses ou judeus, ou de qualquer outro país que se oponha à sua postura política”, afirmou.
 
Yaalon, que culminou hoje em Montevidéu uma visita ao Uruguai, na qual se reuniu com o vice-presidente do país, Danilo Astori, entre outras autoridades, citou como exemplo dessa teórica estratégia um suposto complô para atentar contra o embaixador saudita nos Estados Unidos, revelado recentemente.

Nesse caso, no qual os Estados Unidos envolveram o Irã e que foi condenado no passado 18 de novembro pela Assembléia Geral da ONU, não é o único, como demonstram outros episódios do passado, assinalou. “Este tipo de infra-estrutura terrorista já atuou em 1992 contra a Embaixada de Israel em Buenos Aires, e em 1994 contra a mutual judaica da AMIA”, também na capital argentina, detalhou.

Segundo Yaalon, a estratégia se enquadra nos planos de Teerã de “exportar a revolução iraniana, primeiro aos países circundantes”, como o Iraque, Afeganistão, Líbano ou o território palestino, “e depois ao Ocidente”.

O vice-primeiro-ministro, que na década de 90 foi chefe de inteligência militar, explicou que os dados de que seu país dispõe revelam que na América Latina “este tipo de infra-estrutura envolve elementos muçulmanos que existem na zona e também se apóia nos barões do narcotráfico. Também se respalda na imunidade que os diplomatas iranianos têm na zona” e “aproveitam muito especialmente a forma hospitaleira como são recebidos pelo presidente (da Venezuela Hugo) Chávez e dessa forma ingressam em todo o continente”, denunciou.

Para Yaalon, “o fato de que os passaportes iranianos não necessitam de visto para entrar na Venezuela, um país que rompeu relações com Israel em 2009 pela situação de Gaza, lhes abre as portas para entrar em toda a América Latina”.

Consultado, disse não ter indícios de vinculação entre esses supostos terroristas iranianos e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). 

O vice-primeiro-ministro indicou também que não entende por quê o MERCOSUL, o bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai (com Venezuela em processo de adesão), pretende firmar em 20 de dezembro um acordo comercial com a Palestina. “Qual é o significado especial do acordo entre o MERCOSUL e a Palestina, quando a única coisa que os palestinos exportam são atos de terrorismo e mísseis?”, se perguntou.

Não obstante, lembrou que seu país tem esse mesmo convênio com os quatro países em separado e com o bloco em seu conjunto, e detalhou que em sua visita ao Uruguai, o país que tem a presidência semestral do grupo, pretendeu explicar às autoridades locais sua visão sobre a situação no Oriente Médio.

“Tenho a esperança de que com meu vínculo aqui, possamos estender pontes para chegar a uma posição comum nisto”, salientou.

Yaalon referiu-se também ao ataque perpetrado contra a Embaixada do Reino Unido em Teerã, como uma demonstração de que “o inimigo não é o Estado de Israel, senão o mundo ocidental, o mundo livre”. Ademais, advertiu que Israel pretende “convencer” o regime iraniano de anular seu suposto plano armamentista com energia nuclear, “mas se isso não for possível, realizará pressões para que os iranianos decidam se querem criar a bomba nuclear ou existir como Estado”.

Por outro lado, sobre as eleições realizadas este ano no Egito, Marrocos e Tunis, disse que “a democracia não começa nem termina com eleições, senão com a educação”.

“Estávamos muito alentados de ver na praça Tahrir, do Egito, pessoas que falavam das liberdades de expressão, individuais, das mulheres. Esses são fatores democráticos mas perderam nas eleições”, lamentou Yaalon, que comparou o ocorrido com a revolução iraniana de 1979.

Editorial do Noticiero Digital - http://www.noticierodigital.com
Tradução: Graça Salgueiro

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vencedora do Nobel da Paz possui ligações com o radicalismo islâmico


Escrito por Jefferson Nóbrega | 20/10/2011 

Tawakul Karman
Em 7 de outubro, o Prêmio Nobel da Paz foi concedido a três ativistas dos direitos das mulheres. A premiação de 2011 veio com mais uma grande surpresa: A primeira mulher árabe a ser laureada com a criação de Alfred Nobel, refiro-me a iêmita Tawakul Karman.


Tawakkul , 32 anos e mãe de três filhos, foi apelidada de “a mãe da primavera árabe” devido sua liderança nos protestos contra o ditador Ali Abdullah Saleh, ela tem lutado pelo direito das mulheres e foi presa por desafiar o presidente iemita. Demonstrou sua coragem ao iniciar o combate pela proibição do casamento infantil e ao abandonar o niqab e ainda ter aparecido em rede nacional sem o véu em 2004. Inegavelmente atributos admiráveis, que fez com que ela se tornasse para muitos um exemplo de mulher, e como consequência ganhou a bajulação do mundo ocidental.

No entanto, o que pouco divulga-se, é que, apesar de ser apresentada como uma crítica costumaz do extremismo, de forma contraditória a vencedora do nobel da paz escolheu sentar-se no Conselho Shura do partido religioso Islah, ramo iemita da Irmandade Muçulmana cujo membros possuem vínculos com a Al-Qaeda da Península Arábica.

O Islah foi fundado em 1990 sob três pilares de sustentação: Tribos, Irmandade Muçulmana e salafismo. O partido islâmico tem sido a voz crítica contra a relação do Iêmen com os EUA e luta pela criação de uma polícia religiosa para “promover as virtudes e coibir os vícios”.

Foi revelado que Anwar al-Awalaki escondeu-se em três casas pertencentes a membros do Islah antes de ser morto pelo ataque americano. As residências pertenciam a al-Okaimi, presidente do Islah, ao irmão de um alto funcionário do partido que trabalhava como motorista de al-Walaki e ao Sheik Abdul Majid al-Zindani, co-fundador do Islah considerado o Yousef al-Qaradawi do Iêmen.

Abdul al-Zindani é a prova de que o Islah não é de forma alguma um “partido moderado”. Em 2004 o Departamento de Tesouro dos EUA classificou-o como “um terrorista especialmente designado” para o recrutamento e financiamento da Al-Qaeda. Ele também possui ligações com Ansar al-Islam, grupo filiado a Al-Qaeda do Iraque. Um tribunal federal americano afirma que Zindani coordenou o atentado contra o USS Cole em 2000 e que recrutou pessoalmente os dois homens-bomba levados ao ataque.

A universidade fundada por ele em Sanaa, em 1993, tem doutrinado alunos desde sua fundação. John Walker, o “American Taliban”, que foi capturado enquanto lutava contra as forças americanas no Afeganistão foi aluno da universidade de al-Zindani. Anwar al-Awlaki não só estudou como também foi professor de 2004 a 2005. Umar Farouk Abdul Abdulmutallab, nigeriano que tentou explodir uma bomba a bordo de um vôo para Detroit, também teve aula na instituição. Existem ainda fortes evidências que indicam que Abdulmutallab e al-Walaki se conheceram na universidade de al-Zindani.

Sheik Abdul Majid al-Zindani possui fortes ligações com a Irmandade Muçulmana e o Hamas. Ele é funcionário da “Union of Good”, uma rede de instituições de caridade sob a supervisão do xeque Yousef al-Qaradawi, teólogo da Irmandade Muçulmana e uma das principais vozes sunitas do mundo. Essa “rede de caridade” é usada pelo Hamas para angariação de fundos. Em abirl de 2006, al-Zindani se encontrou com Khaled Mashal, líder do Hamas, na capital Sanaa. Na ocasião Zindani exortou a multidão a doarem ao Hamas.

O Islah afirma que al-Zinbdani não possui nenhuma ligação com a AQPA (al-Qaeda na Península Arábica) e com o terrorismo.

Mesmo que fosse verdade, sua pregação radical já não é mais que o suficiente para que um ativista pró-democracia condene-o?

Ora, Abdul Majid al-Zindani defende a “legitimidade” dos atentados suicidas realizados pelo Hamas, prega que “um Estado Islâmico está chegando” para triunfar sobre o Ocidente, é fervorosamente anti-americano,ensinando aos seus seguidores que “a chamada guerra contra o terror é na verdade uma guerra contra o Islã” .

A luta de Tawakkul Karman pelo direito das mulheres e eleições livres atraiu a ira de alguns de seus colegas do Islah. Por exemplo, Zindani  defende a permissão de que meninas menores de idade case-se com homens mais velhos, contrariando a luta de Karman que defende a proibição. Alguns clérigos da oposição também manifestaram-se contra Karman. Inegavelmente isso é bastante positivo, mas como escreveu Michael Rubin, “Tawakkul Karman merece ser honrada, mas certamente vale a pena perguntar como ela pode filiar-se a um partido cujo co-fundador abraça tais posições”?

Ela pode argumentar que o Islah é a alternativa mais viável contra Saleh, mas o grupo oposicionista ao qual pertence o partido religioso, é bastante diversificado. Por que ficar com o Islah?

Se ela sente que os outros partidos não são confiáveis, porque não criar seu próprio partido? Ela é uma verdadeira estrela no mundo árabe, certamente, tem plena condições de iniciar seu próprio partido.

Essas perguntas sequer foram feitas pelo comitê do Nobel, o mesmo que premiou Obama em 2009. Na verdade, ainda confirmaram a Irmandade Muçulmana como uma força positiva.

O presidente do Comitê do prêmio, Thorbjoern Jagland, disse que eles sabiam dos laços de Tawakkul Karman com a Irmandade Muçulmana, reconhecendo que “no Ocidente a Irmandade é vista como uma ameaça a democracia”. Mas, para Thorbjoern a ligação de Karman a Irmandade está longe de ser um quesito desqualificatório. Ele disse que o Ocidente erra ao temer o grupo: “Eu não acredito na visão do Ocidente [sobre a Irmadande Muçulmana]. Há muitos sinais que esse tipo de movimento pode ser uma parte importante da solução”.


O Prêmio Nobel da Paz tem o objetivo de prestar honras aqueles que lutam pelos direitos humanos (pelo menos em tese) , pela justiça e pela paz. No entanto, o prêmio foi concedido a uma ativista que abertamente pertence a um partido ligado a Irmandade Muçulmana e com um pregador jihadista da AQPA entre seus líderes. O Nobel da paz perdeu qualquer credibilidade que lhe restava, se é que restava alguma coisa.

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