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segunda-feira, 15 de abril de 2013

"O ódio aos cristãos deve ser do fundo do coração", diz erudito muçulmano

Abdullah Bard, licenciado pela "prestigiada" Universidade de Al-Azhar e professor de exegese do Islã, declarou que os cristãos produzem um profundo nojo. E adiantou que os muçulmanos devem odiá-los do fundo do coração.

O erudito egípcio Abdullah Badr, uma eminência em exegese islâmica, durante uma conferência realizada no final de março, afirmou que o sentido autêntico da doutrina "wala bara’awa" (amor e ódio) nada mais é que, de acordo com o Corão, amar seus irmãos de fé e odiar os infiéis. Ele fez questão de ressaltar que este ódio deve ser profundo e sincero, deve ser do fundo do coração, não pode ser apenas uma hipócrita manifestão, mas um repúdio completo e público. O "grande erudito" usou uma ocasião em que humilhou publicamente um hoomem de quem tinha comprado uma propriedade ao descobrir que era cristão.

"Odiará ao teu próximo com toda a tua alma com todo o teu ser", esse parece ser o lema de Abdullah que para jusrificar não precisou de muito trabalho, apenas buscou alguns versículos do Corão:

5.51 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos."

2.104 . "Ó fiéis, não digais (ao Profeta Muhammad): ""Raina"", outrossim dizei: ""Arzurna"" e escutai. Sabei que os incrédulos sofrerão um doloroso castigo."

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

9.23 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos."

9.30 . "Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!"

4.56 . Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Abdullah, jurou por Alá que cortará a língua e lançará aos cachorros de quem ofender Maomé e sua doutrina. Além disso chamou de puta a atriz Elham Shahin, e ameaçou torcer seu pescoço. O prestigiado clérigo também já declarou que os cristãos devem desaparecer do Egito.

segunda-feira, 18 de março de 2013

"O novo Papa não deve atacar o Islã", afirma clérigo da Al Azhar

Por Jefferson Nóbrega
Blog In Praelio

Mahmud Ashur, um destacado clérigo da Universidade de Al Azhar, alertou ao novo Papa, para não cometer o mesmo "erro" de Bento XVI de expressar solidariedade aos cristãos perseguidos no mundo muçulmano, fato que fez romper o "diálogo inter-religioso" entre o crescente e a cruz.

"O novo papa não deve atacar o Islã, diz Ashur que continua:  "Tenha cuidado, se tiver a intenção de mostrar qualquer tipo de solidariedade com os cristãos que vivem nas terras dos verdadeiros crentes [muçulmanos]. O Islã é a religião da paz e do amor, e qualquer um que ouse sequer duvidar dessa verdade universal verá a justa repressão muçulmana".

A escolha de Bergoglio do nome Francisco, causou uma inquietude entre os estudiosos islâmicos, devido a natureza missionária dos dois importantes Franciscos da história (S. Francisco de Assis e S. Francis Xavier). "Pelas virgens do paraíso e os rios de vinho e leite! Por esta não esperávamos", declarou surpreso o The American Muslim, ao ser anunciado que o novo papa teria o mesmo nome de São Francisco de Assis que segundo eles é "o santo mais aceitado pelo Islã, que levou a pregação ao Sultão, mas sem a intenção de convertê-lo, afinal como converter quem já é um verdadeiro crente?"

O episódio de São Francisco e o sultão é conhecido e sabemos que ele não só desafiou a crença islâmica como teve sim a intenção de converter o sultão, mas é claro que os muçulmanos mudam a história ao contar o episódio. E quanto a São Francisco Xavier nada falam, já que esse converteu boa parte do Oriente, Índia, Japão e outros lugares.

Mas, enquanto os clérigos egípcios estão preocupados com o novo Papa, os muçulmanos argentinos afirmam que enquanto cardeal, Bergoglio manteve um "respeitoso diálogo" com a comunidade muçulmana, tendo ele mesmo liderado as exigência de o Vaticano condenar a "ocupação" de Israel dos "territórios palestinos".

Para nós que acompanhamos o sofrimento dos cristãos, resta-nos a esperança que o silêncio sobre o genocídio cristão nos países muçulmano seja rompido.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"Se não matássemos os apóstatas, não existiria Islã"

Nonie Darwish
Reproduzimos um sincero e corajoso texto de Nonie Darwish,  Presidente de FormerMuslimsUnited.org [Ex-Muçulmanos Unidos] e autora do "O Diabo que não conhecemos".

"O ocidente nega-se a se preocupar; e quando seus cidadãos ficam preocupados, estes são reprimidos. São atacados,  processados, ameaçados com deportações e as vezes assassinados".

O líder sunita mais influente do Oriente Médio acaba de admitir o que muitos de nós, que crescemos como muçulmanos no Oriente Médio, sempre imaginamos: que hoje não existiria Islã sem a matança de apóstatas. Yusuf al-Qaradawi, presidente da Irmandade Muçulmana e um dos líderes mais respeitados pelo mundo sunita, recentemente declarou à TV egípcia: "Se eles (muçulmanos apóstatas) tivessem livrado-se dos castigo pela apostasia, hoje não existiria Islã". O que mais chama atenção na declaração, é que esta não foi uma desculpa, foi uma orgulhosa justificativa lógica para preservar a pena de morte para o "crime" de apostasia. Al Qaradawi explicou que não há nenhum conflito moral, nem sequer dúvidas, sobre essa política no Islã. Pelo contrário, afirmou a legitimidade das leis islâmicas baseadas na justiça através do terror, da intimidação, tortura e assassinato, para todos aqueles que abandonarem o Islã.

Muitos críticos do Islã estão em pleno acordo com o Sheik Qaradawi, e afirmam que  Islã não poderia ter sobrevivido depois da morte de Maomé, se não fosse pelo assassinato, tortura, decapitação e a queima de milhares de pessoas - servindo assim de exemplo para outros que pensassem em deixar o Islã. Desde seu surgimento até a atualidade, o Islamismo nunca considerou inapropriada, e muito menos imoral essa política. Uma pesquisa recente, demonstrou que 84% dos egípcios estão de acordo com a pena de morte para os apóstatas, e não vemos nenhum movimento muçulmano moderado contrário a essa lei. 1,2 milhões de muçulmanos sentindo-se cômodos com tal mandamento, lança luz sobre a natureza do Islã.

A diferença com os americanos, que entendem os princípios básicos de sua constituição,  é que a maioria dos muçulmanos não têm nem idéia das leis básicas de sua religião. A maior parte dos muçulmanos elegem a ignorância no lugar do conhecimento quando o assunto é sua religião, e com frequência, negam-se a qualquer crítica a sua crença por medo de serem acusados de apostasia. Enquanto no Ocidente considera-se uma virtude entender a própria religião, fazer perguntas e tomar decisões conscientes, no mundo muçulmano fazer o mesmo é o último pecado, punido com a morte. O que o no Ocidente é orgulho, é um crime terrível sob a lei islâmica.

A principal preocupação dos cidadãos muçulmanos, em qualquer estado islâmico, é permanecer a salvo, vivo e longe de ser acusado de transgredir algum ensinamento islâmico. Em tal atmosfera de medo e desconfiança,  não importa se o apóstata é do governo, um dos amigos, vizinhos ou familiares, haverá proteção ao assassino por ter matado alguém que apostatou da fé.

Não é a toa que os países islâmicos possuem a maior taxa de analfabetismo e carecem de educação: a cultura islâmica criminaliza não só a apostasia, mas também o ato de questionar, de duvidar, dessa forma a ignorância é uma virtude e proteção.

As culturas islâmica e judaico-cristã são opostas quando trata-se do sistema de valores morais - a divisão fundamental entre a moralidade islâmica e a ocidental é que nenhuma religão não-islâmica moderna mata seus apóstatas.

Em um programa de televisão no canal "Al-Tahrir", durante uma discussão dos textos islâmicos de Al-Azhar - a mais importante universidade do mundo islâmico, localizada no Cairo - os estudante afirmaram que "qualquer muçulmano, sem permissão do governo, pode matar, assar e comer o apóstata". Foi confirmado que essa "lição" figura nos livros oficiais do governo egípcio para os estudantes do ensino secundário. O convidado do programa, impressionado, não conseguia crer que os estudantes egípcios do Islã são ensinados que o canibalismo de apóstatas é halal (permitido).

Políticas como essa deveriam ser de grande preocupação para o Ociente. No entanto, o mundo ocidental parece está em estado constante de negação. Negam-se a se preocuparem e quando seus cidadãos preocupam-se os reprimem. São processados (Geert Wilders, Lars Hedegard, Elisabeth Sabaditsch-Wolff, Mark Steyn, Ezra Levant); atacados (Kurt Westergaard na Dinamarca, Lars Vilks na Suécia, Charlie Hedbo revista semanal na França); ameaçados de deportação (atualmente, Imran Firasat , da Espanha para o Paquistão, e Reza Jabbari da Suécia para o Irã, onde ambos, provavelmente serão presos e condenados a morte), tem suas mortes decretas em fatwas (Salman Rushdie, Geert Wilders, Ayaan Hirsi Ali, Wafa Sultan, M. Zuhdi Jasser) e são mortos (Theo van Gogh).

Em vez de enfrentar com seriedade a ameaça do Islã, o Ocidente segue insensível as vítimas. No há indignição dos governos ocidentais, dos meios de comunicação ou das ONG's, acerca do que vemos e escutamos no Oriente Médio: as fotos de centenas de cristãos queimados vivos na Nigéria, ou os vídeos de apóstatas decapitados e queimados vivos que podem ser econtrados facilmente na internet.


Os ocidentais tem investido tempo, esforço e dinheiro para entender o Islã, quando o que precisam é escutar o que os líderes muçulmanos estão dizendo. A prioridade da política externa dos EUA não deveria ser de apaziguamento da cultura islâmica deseperada por aprovação, e sim a proteção de seus cidadãos, de sua cultura e de sua constituição, das teologias moralmente tirânicas.

Blog De Olho na Jihad tradução do diário espanhol Minuto Digital


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

“A Esfinge e as Pirâmides devem ser destruídas”


Khaled Abu Toameh

Fundamentalistas muçulmanos do Egito estão agora clamando pela destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge de Gizé, sob o pretexto de que o Islã proíbe ídolos.
Se os extremistas não têm respeito algum pela vida humana, por que deveriam se importar com uma pirâmide ou uma estátua?
Murjan Salem al-Johari, um dos líderes egípcios dos Wahhabis (inspirados pelos sauditas), também conhecidos como “Salafis”, disse que era o dever de todo muçulmano destruir as Pirâmides e a Grande Esfinge assim como foi o dever do Taliban destruir duas antigas estátuas de Buda no Afeganistão em 2011.
“Todas as estátuas no Egito devem ser destruídas”, disse al-Johari numa entrevista à televisão. “Os muçulmanos devem implementar as leis da Sharia e nós vamos destruir as estátuas de Esfinge e as Pirâmides porque elas são ídolos”.
O apelo à destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge veio depois de extremistas muçulmanos terem destruído, no início do ano, inestimáveis estátuas budistas nas Ilhas Maldivas.
Em 2011, o Taliban destruiu insubstituíveis artefatos históricos no Afeganistão depois que seu líder emitiu uma fatwa [decreto religioso] contra todas as “imagens idolátricas” de humanos e animais.
O apelo à destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge de Gizé é, além disso, um outro sinal da crescente influência dos “Salafis” e outros grupos islâmicos radicais no Egito como conseqüência da “Primavera Árabe”.
Não há muito que o presidente egípcio Mohamed Morsi, da Fraternidade Muçulmana, possa fazer para impedir os extremistas de atingirem seu objetivo.
Ao invés de dirigir seus protestos contra os terroristas muçulmanos que estão intimidando cristãos egípcios e ameaçando colocar abaixo as Pirâmides e a Grande Esfinge, Morsi se ocupa de tentar impedir Israel de defender-se contra os foguetes e mísseis lançados da Faixa de Gaza pelo Hamas e outros grupos terroristas.
Morsi tem falhado em livrar o Sinai do controle de extremistas, que tornaram a península uma entidade de terror. Se o exército egípcio foi incapaz de impedir o assassinato de 16 guardas de fronteira por terroristas muçulmanos em sua própria base no Sinai, como esperar que eles protejam as Pirâmides e a Grande Esfinge?
Publicado no site da Gatestone Institute

Original em inglês: "The Sphinx and Pyramids Must be Destroyed"

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Novo Governante do Egito: Mohamed Tantawi

por Daniel Pipes e Cynthia Farahat
The Washington Times
11 de Julho de 2012

Qual o significado de Mohamed Morsi ser o presidente do Egito? Falando em nome do consenso, Bret Stephens recentemente se posicionou no Wall Street Journal contra o consolo de que a vitória da Irmandade Muçulmana "seja meramente simbólica, já que o exército detém as armas". Ele concluiu que o "Egito está perdido".

Devemos sustentar o contrário: a eleição não foi apenas simbólica, foi também ilusória e o futuro do Egito continua em jogo.

Morsi não é o político mais poderoso do Egito nem o comandante-chefe das forças armadas. Comprovadamente, ele nem sequer dirige a Irmandade Muçulmana. Seu cargo é nebuloso. As forças armadas poderiam colocá-lo para escanteio. Pela primeira vez desde 1954, o presidente do Egito é uma figura secundária, com o papel funcional há muito designado aos primeiros ministros.

A foto de Morsi com Tantawi revela os termos do relacionamento: Não só está Tantawi sentado à direita, onde sentavam os presidentes egípcios que o precederam (Nasser, Sadat, Mubarak) quando recebiam de forma ritualista as visitas, como também o encontro se deu no Ministério da Defesa, não no palácio presidencial, o que normalmente supõem as normas protocolares.

Mohamed Tantawi é o verdadeiro governante do Egito. Presidente do Conselho Supremo das Forças Armadas (SCAF), Marechal de Campo e Ministro da Defesa, serve não apenas como comandante em chefe mas também como chefe efetivo das três ramificações governamentais do Egito. Tantawi é um autocrata com poderes quase absolutos. Como representante chefe da junta militar que vem governando o Egito desde fevereiro de 2011, sua missão é prolongar o governo indefinidamente, assegurando assim aos oficiais os emolumentos e privilégios.

O SCAF (Conselho Supremo das Forças Armadas) se vale da Irmandade Muçulmana e de outras milícias como frentes civis, papel que desempenha com prazer, permitindo que os islamistas acumulem uma porcentagem descomunal do voto parlamentar, para então ganharem a presidência. Durante o suspeito atraso de uma semana antes do anúncio do resultado dos votos para presidente, o SCAF se reuniu com o verdadeiro líder da Irmandade Muçulmana, Khairat El-Shater e chegaram a um acordo, segundo o qual Morsi se tornou presidente, mas o SCAF continua governando.

Para entender o poder do SCAF, atente para três medidas tomadas concomitantemente às eleições presidenciais:

Imposição da lei marcial: Em 13 de junho, o Ministro da Justiça autorizou os Serviços Gerais de Inteligência e a polícia militar a prenderem civis ao seu bel prazer e encarcerá-los por seis meses, caso expressassem qualquer forma de oposição escrita ou artística contra o SCAF, a polícia ou as milícias islamistas, ao passo que realizar manifestações de protesto nas ruas contra as instituições acima mencionadas poderá levar à prisão perpétua.

Dissolução do parlamento: Com a alegação que as eleições parlamentares de novembro de 2011 – janeiro de 2012 desrespeitaram a constituição (que proíbe candidatos de partidos a concorrerem a cadeiras "individuais"), a Suprema Corte Administrativa considerou-as inválidas em fevereiro de 2012. Em 14 de junho, a Suprema Corte Constitucional, controlada pelo SCAF confirmou a decisão e dissolveu o parlamento. Visto o passado, parece que o SCAF, que inspecionou as eleições, permitiu intencionalmente que os islamistas desrespeitassem a lei para que assim tivesse uma justificativa, de acordo com sua vontade, para dissolver o parlamento fraudulento do Egito.Estabelecimento da premissa para corte marcial: Em 17 de junho o SCAF emitiu uma declaração constitucional que formalizava sua intenção de prolongar o regime militar em vigor há 60 anos. O artigo 53/2 determina que, em face de distúrbios internos, "o presidente poderá emitir uma decisão de instruir as forças armadas – com a aprovação do SCAF – de manter a segurança e defender a propriedade pública". A base para a completa tomada do poder pelos militares não poderia ser mais clara, o plano de Morsi de reconvocar o parlamento dissolvido poderia justificá-la.

 Foto: Morsi prestou o juramento de cargo perante a Suprema Corte Constitucional e não perante o parlamento. Marcada mais uma vitória simbólica para o SCAF.

Embora os estrangeiros estejam quase que na totalidade cegos quanto ao jogo de poder do SCAF, a grande maioria dos egípcios reconhece esta realidade. O grupo liberal Movimento da Juventude 6 de Abril, classificou suas recentes atitudes "um golpe de estado light". O jornalista Zainab Abu El-Magd muito contrariado salientou que "golpes de estado nos dias de hoje são dados por meio de "eleições limpas"". Ziad Abdel Tawab do Institute for Human Rights Studies do Cairo chamou a dissolução do parlamento um "flagrante golpe militar". Um jornal egípcio classificou Morsi de "presidente sem poderes", enquanto um islamista comparou-o à Rainha Elizabeth II da Grã-Bretanha.

O SCAF se esforça em perpetuar o status quo, através do qual o corpo de oficiais desfruta da boa vida enquanto o resto do país satisfaz suas necessidades. Tornar Morsi presidente aparente do Egito o imbui habilmente com responsabilidade à medida que os problemas econômicos se deterioram. Mas os truques do SCAF correm grande perigo e podem dar errado, porque uma população farta de tirania e atraso se vê com mais do mesmo. A próxima explosão poderá fazer com que a revolta no começo de 2011 pareça brincadeira de criança.

Para ajudar a evitar a próxima explosão, os governos ocidentais deveriam adotar uma política com o propósito de pressionar o SCAF a permitir aumentar gradualmente a genuína participação política.

O Sr. Pipes é o presidente do Middle East Forum e membro Taube da Hoover Institution. A Sra. Farahat, membro do Forum, também trabalha no Center for Security Policy and Coptic Solidarity. © 2012 por by Daniel Pipes e Cynthia Farahat
Atualizações de 11 de julho de 2012: (1) Segue uma descrição poética dos novos apuros do presidente, por Jeffrey Fleishman e Reem Abdellatif do Los Angeles Times: "Morsi foi eleito presidente sem uma constituição, com parca definição de poderes, chegando ao palácio como se fosse uma figura arremessada por acaso em um jogo de estratégia".

(2) Morsi já parece ter capitulado frente ao SCAF na questão do parlamento, anunciando indiretamente que "se a decisão de ontem da corte constitucional impede o parlamento de cumprir com suas responsabilidades, respeitaremos a decisão porque estamos em um estado de direito. Haverá consultas com forças (políticas) e instituições e com o Conselho Supremo a fim de que as autoridades abram um caminho adequado para sairmos disso", foi a declaração do seu gabinete.

domingo, 15 de julho de 2012

CLERO ISLAMISTA COMEÇA A CLAMAR PELA DESTRUIÇÃO DAS PIRÂMIDES DO EGITO

Vários proeminentes clérigos muçulmanos começaram já a apelar pela destruição das pirâmides do Egito, por considerarem como "simbolos do Paganismo"; já existia membros do partido salafistas que propunham que o monumentos, patrimônio cultural da humanidade, fossem cobertos com cera. Mais recentemente, o «xeque dos xeques sunitas», Presidente da Unidade Nacional Abd al-Latif al-Mahmoud apelou ao novo presidente egípcio, Muhammad Morsi, para que, «destrua as pirâmides e faça o que Sahabi Amr bin al-As não fezAmr ibn al-As ou Amr Bin Al-Aas foi um general árabe muçulmano, um dos sahaba (companheiros de Maomé) e um político influente, que ficou famoso no mundo árabe por ter conquistado o Egipto. (Wikipedia)
 
É valído lembrar que segundo antigos autores árabes, a biblioteca de Alexandria foi destruída sob as ordens do califa Omar - alguns estudiosos ocidentais contestam este fato, mas não há dúvidas é que, correspondendo ou não à verdade em si mesmo, o fato ser reivindicado atesta a mentalidade de quem o reivindica. E, de fato, o Islã despreza, desde sempre, tudo o que não é muçulmano, nomeadamente as culturas pagãs que precedem a revelação do profeta. Foi esta atitude que levou à  tão falada destruição das estátuas dos Budas de Bamyan e, mais recentemente, da herança da antiga cidade de Timbuktu, no Mali. Esta desvalorização muçulmana de tudo o que não é muçulmano acompanha no pensamento islâmico o seu desapego, quando não o repúdio, pela Nação, por todas as Nações, flagrantemente exemplificado na declaração do anterior líder da Irmandade Muçulmana, Muhammad Akef: «ao diabo com o Egito» - porque o Islão é visceralmente internacionalista, mais ainda do que o Cristianismo, e todo o muçulmano fiel é muçulmano antes de ser seja de que nacionalidade for. Aí está aquela que é talvez a grande ponte entre o credo de Maomé e a Esquerda, que por todo o Ocidente tanto o apoia.
 
Fonte: http://frontpagemag.com/2012/raymond-ibrahim/muslim-brotherhood-destroy-the-pyramids/
 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Hamas comemora vitória de Mursi no Egito; celebrações em Gaza


Gaza - Os palestinos em Gaza comemoraram neste domingo o anúncio da vitória de Mohamed Mursi, candidato da Irmandade Muçulmana, nas eleições presidenciais do Egito, enquanto o movimento islamita Hamas afirmou que era um "momento histórico".
Já a Autoridade Palestina, responsável pela Cisjordânia, também parabenizou Mursi, que se tornará o primeiro presidente do Egito da era pós-Hosni Mubarak.
O integrante de alto escalão do Hamas Mahmud Zahar afirmou à AFP que a vitória era "um momento histórico e uma nova era na história do Egito", enquanto moradores de Gaza aplaudiram e dispararam uma saraivada de tiros de comemoração nas ruas dos territórios palestinos.
O movimento islâmico do Hamas, que governa a Faixa de Gaza, tem laços de longa data com a Irmandade Muçulmana, organização que viu seu candidato receber 51,73% dos votos e derrotar o ex-primeiro-ministro Ahmed Shafiq.
A Autoridade Palestina também parabenizou o presidente eleito do Egito.
"Parabenizamos o doutor Mohamed Mursi, o candidato da Irmandade Muçulmana, por sua vitória na eleição presidencial egípcia e por sua eleição como presidente do Egito", afirmou o negociador palestino Saeb Erakat à AFP.

Islamita é o primeiro presidente eleito do Egito após queda de Mubarak

Milhares de egípcios lotavam neste domingo (24) a praça Tahrir, no centro do Cairo, para comemorar a vitória nas eleições presidenciais de Mohamed Mursi. O candidato da Irmandade Muçulmana foi declarado hoje o primeiro presidente do Egito desde que uma revolta popular derrubou Hosni Mubarak e prometeu colocar em prática o slogan da Irmandade Muçulmana - "o islã é a solução". A junta militar que governa o país desde a queda do regime de Mubarak afirmou que irá entregar o cargo da presidência ao vencedor das eleições até o dia 30 de junho.

"Deus é o maior" e "abaixo o regime militar" eram alguns dos slogans entoados pelos manifestantes, enquanto fogos de artifício eram lançados, depois que a comissão eleitoral declarou formalmente o candidato da Irmandade Muçulmana como vencedor.
Mursi prometeu trazer "estabilidade, segurança, justiça e prosperidade" ao Egito, depois de um ano de tumultos. Ele disse que chegou a hora de colocar em prática o slogan "o islã é a solução", da Irmandade Muçulmana,- e afirmou que seu plano político possui "referências do islã moderado".

O presidente da Comissão Eleitoral Suprema do Egito, Farouk Sultan, anunciou em entrevista coletiva que Mursi obteve 13.230.131 votos válidos (51,73%), contra os 12.347.380 (48,27%) recebidos por seu concorrente, o general reformado Ahmed Shafiq, no segundo turno do pleito, realizado nos dias 16 e 17 deste mês.

A vitória de Mursi o torna o primeiro presidente do Egito após a queda de Hosni Mubarak, ocorrida em fevereiro de 2011, e leva a Irmandade Muçulmana à Presidência pela primeira vez em seus 84 anos de história, a maioria deles na ilegalidade.

Tanto Mursi como Shafiq haviam proclamado vitória ao longo desta semana, alegando dados coletados por suas respectivas equipes de campanha.

Sultan revelou que 26.420.763 eleitores foram às urnas no segundo turno, 51,85% dos quase 51 milhões de egípcios convocados a votar. O presidente da Comissão Eleitoral destacou ainda que foram revisados pedidos de impugnações nos resultados em cerca de cem mesas eleitorais das mais de 13 mil nas quais os egípcios puderam depositar suas cédulas.

A decisão da Comissão Eleitoral não pode ser impugnada nem sofrer apelação por parte dos candidatos, ao ser a última instância responsável pelo pleito.

Período de indefinição gerou tensão

Nos últimos dias, havia um clima no país de indefinição, sem nenhum sinal sobre o que seria decidido nas urnas.

O Parlamento egípcio, que foi escolhido em eleições livres em novembro , foi dissolvido. A Irmandade Muçulmana, que possuía a maioria, protestou contra a decisão.
No último dia 14 de junho, o Tribunal Constitucional egípcio anulou a composição da câmara baixa do Parlamento e declarou inconstitucional a Lei de Isolamento Político, que teria impedido o ex-primeiro-ministro Ahmed Shafiq de concorrer à Presidência no pleito.
Além disso, a junta militar restaurou a lei marcial dos tempos da ditadura de Mubarak, que permite prisões arbitrárias, e ampliaram os poderes das Forças Armadas.
Para piorar o clima de tensão política no país, a comissão eleitoral atrasou a divulgação dos resultados. Inicialmente, o vencedor seria declarado na quinta-feira, mas a comissão - que é formada por cinco juízes - disse precisar de mais tempo para investigar todos os recursos feitos pelos candidatos.

O atraso alimentou boatos de que o Conselho Supremo das Forças Armadas e a Irmandade Muçulmana estariam negociando nos bastidores o futuro do país.

Para alguns analistas, os militares, que apoiavam Ahmed Shafiq, teriam percebido que a vitória de Mursi era irreversível, e estariam buscando um acordo para conquistar imunidade contra possíveis processos.

Os islamitas da Irmandade Muçulmana - que foram o maior partido de oposição durante toda a era Hosni Mubarak - querem retomar os poderes presidenciais. Mas os egípcios não sabem até que ponto os militares estão dispostos a deixar o poder.

Junta militar parabeniza vencedor

O chefe da junta militar do Egito, marechal Hussein Tantawi, parabenizou neste domingo o candidato da Irmandade Muçulmana Mohamed Mursi pela vitória nas eleições presidenciais, afirmou a rede de televisão estatal.

"O marechal Hussein Tantawi parabeniza o Doutor Mohamed Mursi por conquistar a presidência da república", afirmou a rede de televisão, depois de uma disputa que dividiu a nação mais populosa do mundo árabe.
Em Gaza, os palestinos comemoraram o anúncio da vitória de Mohamed Mursi nas eleições presidenciais do Egito, enquanto o movimento islamita Hamas afirmou que era um "momento histórico".

O integrante de alto escalão do Hamas Mahmud Zahar afirmou que a vitória era "um momento histórico e uma nova era na história do Egito", enquanto moradores de Gaza disparavam uma saraivada de tiros de comemoração nas ruas dos territórios palestinos. (Com agências internacionais)

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Grupo salafi alerta para que seus seguidores não comam tomates por ser um "alimento cristão"

Um grupo salafista chamado Associação Popular Islâmica Egípcia, advertiu seus seguidores a não comerem tomates por se tratar de um "alimento cristão" (sic). 


O grupo publicou uma foto em sua página no Facebook de um tomate cortado ao meio com o interior em formato de cruz. Por isso, segundo eles, os tomates louvam a cruz e não Alá. Com a foto está a mensagem: "Pedimos que divulguem essa foto, já que uma irmã da Palestina teve uma visão em que Maomé estava chorando e pedia para seu povo não comer tomates"


Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Alerta Digital

domingo, 17 de junho de 2012

Louvado seja Alá! Gritam enquanto decapitam um cristão no Egito (Vídeo)

No egito Tawfiq Okasha mostrou em seu programa "Today Egipt" um vídeo em que um jovem é decapitado pelo "crime" de apostasia. O jovem, um ex-muçulmano, tornou-se cristão e negou-se a renegar sua fé.

Um resumo do vídeo para aqueles que preferem não assistir:

Um jovem é jogado ao chão por homens mascarados. Um devoto muçulmano mantém uma faca no pescoço dele impedindo-o de levantar ou se mexer. A medida que o narrador fala em árabe, outros muçulmanos cantam orações e súplicas muçulmanas, a maioria delas condenando o cristianismo, que devido a crença na Santíssima Trindade, é designado como uma religião politeísta. Eles cantam: "Que Allah vingue os politetístas e apóstatas!". Allah dar poder sobre sua religião (o Islã), de concederá a vitória sobre os politeístas!". Alá dará a vitória aos muçulmanos sobre os infiéis!". "Não outro Deus senão Allah  e seu mensageiro Maomé". Depois seguem os gritos: Allahu Akbar! Allahu Akbar! (Alá é grande).

O homem que segura a faca começa a cortar o pescoço do "apóstata", enquanto parece susurrar uma oração. A decapitação dura cerca de 2 minutos. A imagem é bem explícita e gritos com slogans islâmicos são ouvidos.

Após o fim do vídeo, visivilmente emocionado, Tawfiq Okashase, pergunta: Esse é o Islã? O Islã precisa disso? O Islã está ligado a isso? Essas imagens são difundidas eletronicamente para América e Europa. Vocês sabem disso? E referindo-se a Irmandade Muçulmana e aos salafistas ele pergunta:  Serão essas pessoas que governará o país?


Eis o vídeo:

ATENÇÃO AS IMAGENS SÃO CHOCANTES! CUIDADO!






NOTAS


Fonte: Religion en Libertad

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cristãos coptas temem vitória de islâmicos e adoção da sharia

Para Eriny Wadiee, administradora de empresas de 30 anos, a atual eleição no Egito é "a última tentativa" de impedir "uma tomada islâmica" do poder. Eriny é cristã ortodoxa copta e, como a maior parte de sua comunidade, sente-se cada vez mais ameaçada pelos rumos que a política egípcia vem tomando desde a queda de Hosni Mubarak.

"Quase todo o Parlamento acabou nas mãos de grupos que querem impor a sharia (lei islâmica) no meu país. Agora, se um radical muçulmano chegar à presidência, nós não teremos mais lugar aqui", afirma. Ela decidiu votar em Ahmed Shafiq, último premiê da era Mubarak, tido como o representante do antigo regime nas eleições.

Shafiq promete restituir a ordem no Egito e combater o radicalismo islâmico, discurso que lhe rendeu amplo apoio entre os coptas, que somam mais de 10% da população.

Incerteza. Nos últimos dias, o Estado conversou com vários integrantes e líderes da maior comunidade cristã do Oriente Médio. Em tempos de incerteza, porém, eles relutam em falar abertamente. Um dos poucos que aceitou ser identificado foi Yousef Sidhoum, editor do principal jornal copta, o Watani, fundado em 1968.
"Nossa comunidade está extremamente preocupada", afirma. "A liberdade religiosa já era desrespeitada durante o governo Mubarak. Com partidos radicais islâmicos no poder, a coisa piorou ainda mais."

Templos cristãos são alvos frequentes de pichações e ataques. Em outubro, a Igreja de São Jorge, na Província de Aswan, foi depredada e incendiada por uma multidão de radicais salafistas.

Os coptas praticamente não têm espaço na alta burocracia do Estado, reclama o jornalista, e nenhum dos candidatos à presidência é cristão. Muçulmanos que entram para a Igreja são fortemente discriminados.

Discriminação. A Constituição da era Mubarak - suspensa pouco após a queda do regime - previa a "tolerância religiosa", mas tinha dispositivos que reforçavam a divisão entre muçulmanos e cristãos.

Documentos de identidade egípcios, por exemplo, sempre trazem a religião da pessoa. Um homem muçulmano pode se casar com uma cristã, mas dificilmente uma mulher islâmica consegue autorização de matrimônio com um cristão.

"O Parlamento que temos agora, dominado por grupos islâmicos, não tem a menor condição de lidar com a liberdade religiosa", diz Sidhoum. Desde o início do ano, a Irmandade Muçulmana e os salafistas controlam mais de 70% do Legislativo. Quando o papa Shenouda, líder da Igreja Copta, morreu, em março, parte dos deputados islâmicos rejeitou ficar de pé no Parlamento em respeito ao líder.

O início da revolta contra Mubarak foi marcado por cenas de união entre muçulmanos e cristãos na Praça Tahrir. Coptas faziam cordões de isolamento para proteger islâmicos que rezavam e fiéis das duas religiões viviam juntos, acampados no centro do Cairo. Mas vários incidentes desgastaram o clima de harmonia.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Vídeo: Teólogo islâmico egípcio vai a TV para defender Maomé e a pedofilia



No dia 9 de janeiro, o teólogo muçulmano egípcio, Abdallah Kamal, deu o “ar de sua graça” no canal kuwaitiano Safa TV, onde proferiu um sermão que beiraria a fronteira do desvario se não fosse uma defesa apologética do Islã. 

No discurso, Kamal investe contra os poucos muçulmanos e orientalistas que duvidam da veracidade do hadith de Al-Bukhari, no qual é narrado a violação de Aisha, e também contra aqueles que lançam mão do hadith com “más” intenções, como por exemplo o padre Zacarías Botros, a quem Kamal deixou palavras amorosas repletas de fraternidade islâmica: “Calá-te! Que Allah te silencie, corte sua língua e te destrua, por lançar acusações contra O Senhor da Humanidade, o amado de Allah, o anjo do Senhor dos Mundos!”. Sentenciou o clérigo.

O hadith de Al-Bujari que levou o imã a gritar e gesticular na TV,fala sobre Aisha, a menina que casou com o "profeta" aos seis anos e foi levada a cama aos nove pelo "mensajeiro de deus". Leia o relato da própria Aisha:

"O Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) se casou comigo quando eu era uma menina de seis anos. Fomos para Medina e ficamos no lar de Bani-al-Harith bin Khazraj. Então fiquei doente e meu cabelo caiu. Depois que meu cabelo cresceu (de novo minha mãe, Umm Ruman, veio a mim enquanto eu brincada numa roda com minhas amigas. Ela me chamou e eu fui a ela, sem saber o que me esperava. Ela me pegou pela mão e me fez ficar em pé frente à porta da casa. Naquela hora fiquei sem fôlego, e quando meu fôlego voltou ao normal, ela pegou um pouco de água e lavou meu rosto com ela. Então ela me levou ao interior da casa. Nessa casa eu vi algumas mulheres Ansari que diziam: “Felicidades, boa sorte e que Allah te abençoe.” Então ela me confiou a elas e elas me prepararam (para o casamento). Sem que eu esperasse, o Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) veio a mim pela manhã e minha mãe me deu a ele, e naquele momento eu tinha nove anos de idade". (Sahih Al-Bukhari, Número 3894)

Durante séculos o hadith nuca havia sido contestado, no entanto, nos últimos anos, envergonhados com esse testemunho de pedofilia, alguns muçulmanos têm se empenhado em mostrar que o texto é um erro de tradução, e essa postura é que tem causado a fúria de clérigos como Abdallah Kamal, que diz implacavelmente: “ Foi Allah que decretou o matrimônio de Maomé com Aisha”.

Kamal, durante seu discurso negou  que Maomé fora um pedófilo por ter mantido relações sexuais com uma criança de 9 anos, e argumentou em defesa do Mensageiro de Allah, que nas nações de clima árido as meninas alcançam a puberdade entre 8 e 9 anos, portanto estão aptas para o sexo, podendo inclusive ter filhos sem qualquer risco, segundo a jurisprudência islâmica. Ou seja, ele não só defende Maomé como também a perpetuação da pedofilia no meio muçulmano.

Ele termina o sermão acusando os cristãos de hipócritas, afirmando que "José, um velho, casou-se com Maria aos 12 anos". "Não é isso que diz suas escrituras?". Pergunta ironicamente.

Blog De Olho na Jihad 14/02/2012 o vídeo é do The Middle East Media Research Institute (MEMRI TV)
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Não Ignore a Fraude Eleitoral no Egito

Mohamed ElBaradei abandonou a disputa presidencial reclamando da dimensão da fraudulência.
por Daniel Pipes e Cynthia Farahat
National Review Online
24 de Janeiro de 2012
Quando a Câmara Baixa do Egito foi convocada em 23 de janeiro, os islamistas tinham assegurado 360 das 498 cadeiras, ou seja, 72 porcento. Entretanto, esse número espantoso reflete menos a opinião pública do país e mais o estratagema da liderança militar governante para permanecer no poder.

No recente artigo ("Eleição Fraudada no Egito," de 6 de dezembro) sustentamos que assim como no passado, Anwar El-Sadat e Hosni Mubarak "conferiram poderes, taticamente, aos islamistas, como manobra para obter apoio do Ocidente, armas e dinheiro", Mohamed Tantawi e o Conselho Supremo das Forças Armadas (SCAF) "ainda apostam nesse antigo jogo, já desgastado".

Apresentamos três provas para essa asserção: (1) fraudes eleitorais locais, (2) oferecimento por parte do SCAF de um "acordo" aos islamistas e (3) contribuição com subsídios aos partidos políticos islamistas pelos militares. Após sete semanas, vários sinais apontam para fraudes em uma escala muito maior.
O Partido dos Egípcios Livres, o mais importante partido político liberal tradicional do Egito, anunciou em 10 de janeiro ter apresentado mais de 500 denúncias sobre as eleições da Câmara Baixa, "mas não foi tomada nenhuma ação legal" a respeito. O partido decidiu abandonar as próximas eleições da Câmara Alta pelo fato de "transgressores obtém ganhos eleitorais enquanto aqueles que respeitam as leis são punidos", reivindicando o seu cancelamento.
Mohamed ElBaradei, ex-diretor geral da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), retirou sua candidatura à presidência em 14 de janeiro por conta da sua percepção de fraude nas eleições: "Minha consciência," proclamou ele, "não me permite concorrer à presidência ou a qualquer outro cargo público a não ser que seja no contexto de um verdadeiro sistema democrático".



Logotipo do Conselho Nacional Egípcio. Seu slogan: "Pão - Liberdade – Justiça Social".
Seis candidatos ao parlamento fizeram denúncias formais contra uma série de autoridades e exigiram que as eleições fossem anuladas e realizadas novamente, segundo relatos do jornal El-Badil em sua edição de 10 de janeiro. Um dos candidatos do Partido Wafd, identificado como Ibrahim Kamel, expôs como adquiriu documentos do governo, indicando que menos de 40 milhões de egípcios estavam aptos a votar, ao passo que 52 milhões de eleitores votaram nas eleições, mostrando a existência de 12 milhões de votos fraudulentos. Segundo ele, esse incremento foi alcançado tomando os nomes e números de identificação de eleitores legítimos, duplicando-os entre 2 e 32 vezes em outras zonas eleitorais. 
Mamdouh Hamza, chefe da ONG Conselho Nacional Egípcio, confirmou essa fraude ao El-Badil, denominando-a "o maior crime de fraude da história egípcia". Ele exigiu que as eleições da Câmara Baixa fossem realizadas novamente, desde o início.

Em contrapartida os vitoriosos islamistas, que menosprezam a democracia, não se deram o trabalho de ocultar seu sucesso eleitoral por meio de fraude. Alguns chegaram até a assegurar orgulhosamente e, sem nenhum constrangimento, que é o dever islâmico serem desonestos. Tal'at Zahran, importante salafista, chamou o sistema democrático de "infiel," "criminoso" e "oriundo dos Sábios de Sião". Ele frisou cinicamente que "é nosso dever falsificar eleições, Deus irá nos recompensar por isso".



Tal'at Zahran, trajando vestimentas árabes (não egípcias), indicando sua orientação salafista.
Reveladoramente, Zahran também teceu elogios a Tantawi: "Da mesma forma que demos a Mubarak o bay'a [juramento islâmico de lealdade], agora apoiamos o SCAF. Se Tantawi decidir continuar no poder, daremos apoio a ele até o final de seus dias". Relatos indicam que os islamistas e os militares estão trabalhando harmoniosamente juntos em questões chave como a autonomia das forças armadas e emendas na constituição de 1971. Sua cooperação faz sentido, dado que os islamistas buscam a unidade muçulmana para que possam pôr em foco sua total atenção no inimigo infiel (principalmente judeus e cristãos). 
Com tanta evidência de fraude à disposição, ficamos desnorteados ao ver políticos ocidentais, jornalistas e estudiosos continuarem a encarar os resultados fajutos das eleições egípcias, que acabaram de ser concluídas, como uma manifestação válida da vontade popular. Onde estão os jornalistas cínicos para lançarem dúvidas sobre os salafistas vindos do nada para obterem 28 porcento dos votos? Por qual motivo analistas duros e astutos, que vêem com clareza fraudes nas eleições na Rússia e na Síria, caem no "maior crime de fraude da história egípcia"? Quem sabe estejam dando um tempo ao Cairo, por conta da sua colaboração com as potências ocidentais por cerca de 40 anos, ou talvez porque Tantawi engane de forma mais convincente.

Dado o desdém explícito do SCAF frente ao resultado das eleições, estamos também surpresos com a esperança dos analistas de que elas pesem de forma significativa sobre o futuro do país. Na realidade, o SCAF manipulou as recentes eleições em benefício próprio, os islamistas são peões nesse drama, não reis. Estamos testemunhando não uma revolução ideológica e sim um corpo de oficiais militares continuando no controle, para desfrutar os doces frutos da tirania.
O Sr. Pipes é o presidente do Middle East Forum e membro Taube da Hoover Institution. A Srta Farahat é uma ativista egípcia e coautora de um livro sobre as manifestações de protesto da Praça Tahrir.
 




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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ahmadinejad acredita que o messias islâmico está prestes a chegar


"Ahmadinejad conquistará Jerusalém
antes da vinda do messias islâmico."
Uma nova evidência surgiu quanto à visão iraniana de que a instabilidade atual no Oriente Médio representa um sinal de que o Mahdi - o messias islâmico - está prestes a aparecer. A CBN News obteve um vídeo nunca antes visto produzido pelo regime iraniano que diz que todos os sinais estão se encaixando - e que o Irã estará prestes a colaborar para o início do fim dos tempos.

Enquanto os movimentos revolucionários que se apoderam do Oriente Médio criam um clima de incerteza em toda região, o vídeo mostra que o regime iraniano acredita que o caos é uma prova divina de que a sua vitória final está próxima.


A Vinda está Próxima


O vídeo de propaganda foi supostamente aprovado pelos mais altos escalões do Governo iraniano. Chama-se "A Vinda está Próxima" e descreve os eventos atuais no Oriente Médio como um preâmbulo da chegada do mítico duodécimo Imã Mahdi - a figura messiânica que as escrituras islâmicas dizem que conduzirá os exércitos do Islã para a vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.

"Este vídeo foi produzido por um grupo chamado 'Os Condutores da Vinda', em conexão com o Basij - a força paramilitar iraniana - e em colaboração com o escritório do presidente iraniano", disse Reza Kahlili, um ex-membro da Guarda Revolucionária do Irã que compartilhou o vídeo com a CBN News.

Kahlili, autor do livro "Tempo de Trair", trabalhou como um agente duplo para a CIA dentro do regime iraniano.

"Há poucas semanas, o escritório de Ahmadinejad apresentou este vídeo com muita emoção para os clérigos", disse Kahlili à CBN News. "O público-alvo são os muçulmanos no Oriente Médio e no mundo".

O vídeo afirma que o Irã está destinado a se levantar como uma grande potência nos últimos dias para ajudar a derrotar os Estados Unidos e Israel, e anunciar o regresso do Mahdi. E deixa claro que os iranianos acreditam que esse momento está se aproximando rapidamente.

"O Hadith descreveu claramente os eventos e as diversas transformações dos países no Oriente Médio e também a respeito do Irã na época da vinda", disse um narrador no vídeo, e continuou dizendo que a invasão estadunidense ao Iraque já havia sido anunciada pelas escrituras islâmicas - e que o Mahdi, num futuro próximo, governará o mundo a partir do Iraque.

Outros Sinais "Proféticos"

A agitação atual nos outros países do Oriente Médio, como Iêmen e Egito - incluindo o levantamento da Irmandade Muçulmana -, e o atual estado precário de saúde do rei da Arábia Saudita - rival iraniano -, também têm sido analizados como sinais proféticos de que o Mahdi está chegando.

"A presença de Abdullah, sua enfermidade e sua condição duvidosa não são uma grande notícia para aqueles que estão ansiosos pela vinda?", pergunta o narrador.

O líder supremo do Irã, Khameini, e Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah, são considerados peças fundamentais do fim dos tempos, cujas ascensões foram preditas nas escrituras islâmicas.
O mesmo ocorre com o presidente Mahmoud Ahmadinejad, que segundo o vídeo conquistará Jerusalém antes da vinda do Mahdi.

"Acredito que seja um desenvolvimento muito sério", disse à CBN News o especialista em assuntos do Oriente Médio Joel Rosenberg, autor do livro "O duodécimo Imã". "Abre uma janela para o pensamento da liderança iraniana: eles acreditam que uma guerra com Israel pode acontecer antes do que muitos imaginam".

Kahlili diz que o vídeo "A Vinda está Próxima" em breve será distribuído pelo regime iraniano para todo o Oriente Médio. Explicou que o seu objetivo é promover mais levantes nos países árabes.

Fonte: CBN News
Tradução: Jônatha Bittencourt - CessarFogo.com


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sábado, 14 de janeiro de 2012

A Irmandade Muçulmana e o Tratado de Paz Egito-Israel


O presidente americano Barack Obama é extremamente "ingênuo" sobre a expansão da Irmandade Muçulmana no Oriente Médio. Esta é a conclusão do Conselho de Segurança Nacional de Israel.

Em seu relatório o Conselho mostra preocupação com a vitória da Irmandade nas eleições do Egito e especialmente com as declarações de seus líderes. O segundo em comando Dr. Rashad Bayumi disse no domingo passado que a Irmandade nunca reconhecerá Israel e irá trabalhar para rever o tratado de paz. Ele disse ainda que nenhum membro da Irmandade terá qualquer contato ou relações com Israel. A Irmandade junto com o partido radical islamico al-Noor deverão controlar 60% do parlamento egípcio.

A ascenção das forças islâmicas jihadistas no Egito colocam os Estados Unidos e as potências ocidentais numa posição muito desconfortável. Os Estados Unidos são os garantidores do tratado de paz entre Israel e o Egito que tem como base o conceito de terra-por-paz. Em 1982 Israel deu o Sinai ao Egito e em troca recebeu um papel assinado que os egípcios não mais fariam a guerra. Agora que os jihadistas estarão no poder, o tratado será provavelmente revogado.

A pergunta é se isso de fato acontecer, será que os Estados Unidos irão exigir que o Egito devolva o Sinai para Israel? Isto parece absurdo mas se a administração Obama ou qualquer outra administração Americana não fizer esta exigência e a Europa não apoia-la, então todo o conceito de terra por paz será exposto como uma farsa, uma ficção.

Primeiro, este conceito propõe falsamente que o processo de paz é uma via de duas mãos. Um toma lá dá cá. Israel dá a terra, os árabes dão a paz. Mas a inevitável morte do acordo de paz com o Egito mostrará que ele é uma estrada de mão única. O que Israel entrega não tem retorno enquanto que as obrigações de paz dos árabes podem ser revogadas a qualquer tempo.

E aí temos as supostas inquebrantáveis garantias de segurança dadas pelos Estados Unidos e Europeus que acompanham a assinatura destes tratados. Todas as promessas feitas a Israel, que eles ficarão do lado do estado judeu quando ela se arrisca pela paz – serão expostas pelo que são: mentiras inúteis. Ninguém irá se levantar pelos direitos de Israel ou lembrar aos egípcios que devem honrar sua palavra.

E agora que a Irmandade Muçulmana foi democraticamente eleita no Egito e outros países do Oriente Médio, a mídia e representantes de governos ocidentais, ficam insistindo que estes movimentos anti-democráticos, anti-semitas e anti-Israel, de repente, depois de eleitos, se tornaram moderados e pragmáticos. Obama é um que está fazendo de tudo para mostrar favores à Irmandade Muçulmana.

O jornal National Review Online reportou no dia 31 de dezembro último que Obama teria recrutado o líder espiritual da Irmandade, Sheikh Yussuf Qaradawi para intermediar negociações secretas dos americanos com os Talibãs.

Este é o mesmo Qaradawi que voltou do exílio para destituir Hosni Mubarak e liderou os manifestantes na praça Tahrir chamando-os para invadir Jerusalem. Em 2009 ele conclamou os muçulmanos a completarem o objetivo de Hitler e erradicar o povo judeu.

Tanto a Irmandade Muçulmana quanto os salafistas se contentam em dizer em termos muito gerais o que a mídia ocidental e seus políticos querem ouvir: que eles irão manter o acordo de paz com Israel. Mas em árabe, eles consistentemente prometem ao seu povo a destruição de Israel e a abolição do tratado de paz.

Mas mesmo para o ocidente estes grupos começaram a dizer que irão rever o acordo, emendá-lo e impor novas condições. Hoje mesmo, o representante da Irmandade Muçulmana no Egito deixou claro que as declarações da Casa Branca sobre o acordo de paz não eram verdadeiras. Ele disse que o acordo com Israel não é "Santo" e "deve e será revisto". Assim, se novas e impossíveis condições não forem aceitas por Israel, a abolição do tratado estará justificada e a culpa será do estado judeu. Isto acontecerá na primeira oportunidade. Marquem estas palavras.

É possível mas pouco provável que os Estados Unidos cortem a ajuda ao Egito se anular o tratado de paz com Israel. Mas é meio impossível acreditar que os Estados Unidos, como garantidores do tratado, irão exigir que o Egito retorne o Sinai a Israel.

É importante manter esta infeliz situação em mente quando analisamos o que ocorre com as propostas de terra por paz entre Israel e a Autoridade Palestina. Esta semana, depois de meses de intensa pressão dos Estados Unidos e União Européia, negociadores palestinos e israelenses se encontraram na Jordania. Os palestinos submeteram sua proposta de fronteiras e segurança e os israelenses devem responder na semana que vem.

Há várias razões pelas quais estas novas negociações irão falhar. A razão mais importante é que mesmo se houver um acordo, ele não sobreviverá. Vamos assumir que Abbas deixe de lado o problema dos refugiados que ele prometeu trazer para dentro de Israel e aceite dar a paz em troca da Judeia, Samária e Jerusalem. Abbas não representa ninguém hoje. Seu mandato terminou há 3 anos e o Hamas ganhou as últimas eleições palestinas em 2006. O mesmo Hamas, que como a Irmandade Muçulmana, nunca escondeu que sua razão de ser é de destruir Israel. 

Nesta semana, Ismail Hanyeh, líder do Hamas, em sua visita ao Cairo disse que “a resistência islâmica do Hamas é por definição um movimento jihadista com origem na Irmandade Muçulmana, Palestina na superfície, Islâmica no seu fundo e seu objetivo é a liberação do Jordão ao Mediterrâneo”.

Com seus colegas tomando o poder do Cairo a Casabranca, é difícil de imaginar um cenário no qual a Fatah irá ganhar as eleições palestinas. E é por causa disso que Abbas tem tentado fazer um acordo de união com o Hamas. No melhor dos casos de uma paz com Abbas, Israel será obrigada a sair da Judéia, Samária e Jerusalém, expelindo meio milhão de israelenses de suas casas. O Hamas então tomará o poder e abolirá este tratado.

Se isto está tão claro, então qual é o objetivo do Quarteto, trabalhando tão duro neste momento tão instável para conseguir um acordo que eles sabem não será respeitado pelos palestinos? No caso de algumas das partes, como as Nações Unidas, o objetivo óbvio é o de enfraquecer Israel. 

Vejam só: apesar de Israel ter deixado 8 mil famílias judias sem-teto ao sair da Faixa de Gaza em 2005 e aturado mísseis, bombas e sequestros de soldados nestes últimos 6 anos e meio, num relatório em setembro, a ONU rotulou Israel como ocupador de Gaza. E de acordo com esta ficção, a organização, junto com os Estados Unidos e Europa, continuam a responsabilizar Israel pelo bem-estar da Faixa.

Imaginem: o Hamas nega que Gaza esteja sob a ocupação israelense mas a ONU não!

O Hamas, a Irmandade Muçulmana e a Fatah sabem que podem falar a verdade sobre seu comprometimento com a destruição de Israel sem qualquer repercussão. Eles sabem que o ocidente não irá ouvi-los. Não haverá qualquer preço a ser pago por sua duplicidade. Ao contrário eles sabem que serão premiados por ela.

Há 19 anos, desde a inauguração deste conceito de terra por paz, que os palestinos mostram sua má-fé. As entregas de terra por Israel foram consistentemente pagas com um aumento de terrorismo. Desde 1996, as forças de segurança palestinas têm sido treinadas pela América e Europa apesar de terem voltado suas armas para matar israelenses, de suas contínuas ameaças de destruição de Israel e seu envolvimento com o terrorismo. E com isso tudo, a América e a Europa continuam a treinar os palestinos e a exigir que Israel ceda mais território.

Em nenhum momento ouvimos que a América ou a Europa consideraram acabar com seu apoio aos palestinos ou tentar outra coisa que não esta ficção de terra por paz.

Para entender como isto é tudo uma idiotice basta ver o que aconteceu no Cairo esta semana. Ou o que não aconteceu. Não ouvimos uma só voz em todo o Egito ou no ocidente exigindo o respeito ao tratado de paz com Israel.

Chegou a hora de admitirmos a verdade. Terra por Paz é uma roleta russa e Israel é a única que está jogando. 


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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Beijo Alarmante

"O Hamas é a cara palestina da Irmandade Muçulmana"
"Essa foto já ameaça Israel e provocará medo e confusão", regozijou-se ontem o primeiro ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, que destinou, ainda ontem no Cairo, um cálido beijo no líder espiritual da Irmandade Muçulmana no Egito, o Dr. Muhammad Badi. Trata-se do primeiro encontro entre ambos e a primeira vez desde a Operação Chumbo Fundido (2007) que Haniyeh sai para realizar visitas fora de Gaza.

A primeira parada foi no vizinho Egito. Os chefes da Irmandade Muçulmana prepararam para Haniyeh uma série de recepções festivas na nova sede de seu partido Liberdade e Justiça - facção que obteve, recentemente, a maioria dos votos eleitoreiros no Egito nas duas rodadas eleitorais do parlamento.

"O Hamas desperta admiração e ação", declarou o líder espiritual da Irmandade Muçulmana. "É uma satisfação me reunir com um chefe de governo popular e também é uma satisfação descobrir que o primeiro-ministro não é condenado nem corrupto".

Haniyeh explicou que "o movimento Hamas é a cara palestina da Irmandade Muçulmana". o chefe de governo do Hamas aproveitou sua aparição na mídia para atacar o ex-presidente Mubarak e os antigos chefes do governo egípcio.

Fonte: CIDIPAL
Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sheik Al-Houwan: "O rosto de uma mulher é como uma vagina"

Durante um debate, o conhecido intelectual egípcio, Sheik Al-Houwan (foto), ao explicar sobre a necessidade do uso do véu, disse: "O que é o véu? O véu é o que cobre o rosto de uma mulher. Portanto, o rosto de uma mulher é como uma vagina".

O ensinamento foi proferido durante um debate sobre, Hoda Shaarawi, a principal feminista árabe conhecida como a primeira a tirar véu. Como ela se sentiria tendo seu rosto comparado a uma vagina?

Blog De Olho na Jihad 19/12/11
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