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terça-feira, 5 de março de 2013

Salafistas dinamarqueses em favor da Jihad na Síria



Jyllands-Posten - Os salafitas da Dinamarca apoiam Jabhat al-Nusrah, um grupo armado próximo da Al-Qaeda, segundo o diário, que fez uma investigação após a morte, na Síria, de um soldado dinamarquês de origem argelina, Slimane Hadj.

Nas suas prédicas e através de vídeos e de fotografias na Internet, o imã da mesquita de Quba de Amager, a sul de Copenhaga, incita os jovens muçulmanos a irem fazer a jihad na Síria.

O jornal notícia, igualmente, que no seu sítio de Internet, o grupo salafita Hjælp4Syrien.dk recolhe dinheiro mostrando um jovem muçulmano armado com uma espingarda e desejando morrer pela causa de Alá.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Crítico anti-islã escapa de tentativa de assassinato na Dinamarca

O historiador dinamarquês Lars Hedegaard, um declarado inimigo do Islã, escapou ontem a uma tentativa de homicídio tiros, em Pelargonieviej, Frederiksberg, Dinamarca. Segundo informação da polícia, um homem negro teria disparado várias vezes contra Hedegaard.
 
O historiador foi inocentado pelo Supremo Tribunal Dinamarquês em 2011 após ser acusado de racismo devido uma série de críticas ao Islã e aos Muçulmanos, comparando o credo de Maomé com a doutrina de Hitler e afirmando que os seguidores de Alá violavam os seus próprios filhos.

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Europa e os muçulmanos: tensão em um continente tolerante

Os atentados terroristas nos Estados Unidos e na Europa
dificultaram ainda mais a integração dos muçulmanos.
Aarhus é uma cidade pacata. Quem caminha pelo centro histórico num dia de semana, a julgar pela tranquilidade da paisagem urbana, não imagina que possa abrigar uma das mais respeitadas universidades da Europa (de fato, uma das 100 melhores do mundo), além de ter quase 250 mil habitantes. Foi, contudo, um jornal desta cidade dinamarquesa, pacífica e ordeira, que revelou ao mundo uma discussão latente na Europa: em setembro de 2006, ao publicar doze charges retratando o profeta Maomé, uma delas em que ele aparecia com uma bomba amarrada na cabeça em lugar do turbante, o jornal local Jutland Post gerou protestos que ultrapassaram todas as fronteiras. Muçulmanos em diferentes partes do mundo indignaram-se contra os desenhos: retratar o profeta é ofensa grave para os religiosos. Já na cultura dinamarquesa e europeia, a liberdade de expressão e a tolerância tem clara preferência.

Hoje, mais de 5% da população europeia é muçulmana. Só na Holanda, chegam a quase um milhão dos dezesseis milhões de habitantes. Vindos do norte da África e da Turquia, imigrantes foram atraídos pelos governos europeus durante o pós-guerra para prover o mercado de mão de obra barata. A política de atrair imigrantes cessou em meados dos anos 1970 pois muitos dos que já residiam na Europa ficaram desempregados com a crise econômica, sem porém voltarem aos seus países de origem.

O processo migratório desde então se intensificou, contradizendo todos os prognósticos: imigrantes já radicados, principalmente muçulmanos, passaram a convidar familiares a viver aqui também; homens passaram a viajar à terra de origem em busca de esposas, muitas vezes forçadas a enfrentar um casamento arranjado e acompanhar o marido na volta. Muitos não conseguem ou não querem integrar-se à nova sociedade em que vivem. Continuam falando árabe, por exemplo, melhor do que a língua local. Paul Scheffer, renomado político e escritor holandês, professor de Sociologia Urbana da Universidade de Amsterdam, advertia já no ano 2000 em um famoso artigo publicado na imprensa holandesa de que havia apenas uma conclusão possível desse processo: a integração na Europa ocorreria apenas em casos excepcionais, longe de se tornar uma regra. Os atentados terroristas nos Estados Unidos, em 2001 e, depois, na Europa, dificultaram ainda mais a já difícil integração e adicionaram um novo ingrediente ao processo: a radicalização dos jovens muçulmanos. Paradoxalmente, pois, uma regra acabou se consolidando: cada país, dentro de seu contexto, está lidando com um novo problema que ameaça a própria cultura de tolerância europeia.

O professor Lasse Lindekilde, doutor em Ciência Política pela Universidade de Florença, é especialista no assunto e falou à Revista Voto sobre o tema no intervalo de uma de suas aulas aos mestrandos do curso de Jornalismo, Mídia e Globalização, na Universidade de Aarhus. "A União Europeia, o Reino Unido, a Holanda e a Dinamarca foram os primeiros a propor políticas antirradicalização há cinco, seis anos. Desde os ataques terroristas em Madri (2004) e Londres (2005), para ser preciso. Foi aí que todo o discurso radical na Europa iniciou. Na Dinamarca, mais especificamente, após a publicação das charges no Jutland Post". Com a prisão, em 2008, de dois tunisianos e um marroquino nascido na Dinamarca por planejarem um atentado contra o cartunista Kurt Westergaard, a necessidade de tais políticas pareceu ainda maior.

O foco dos estudos de Lindekilde são os jovens que as políticas antirradicalização dinamarquesas visam atingir. "Esses jovens não acreditam em democracia. Todos os entrevistados da nossa pesquisa podem ser considerados não-democráticos. Os jovens muçulmanos acreditam que cabe a Allah fazer as leis; que eles jamais votariam em uma eleição dinamarquesa, que nunca participariam de um sistema democrático", avalia o professor. "Entretanto, eles não têm a intenção de fazer da Dinamarca um califado, de instalar um regime teocrático aqui, de destruir a democracia dinamarquesa", prossegue, distinguindo entre ser antidemocrático e não-democrático. O antidemocrata teria por finalidade destruir a democracia. O não-democrata convive com ela, sem porém aceitá-la ou participar dela.

A vida do cartunista autor das charges mudou radicalmente nos últimos anos, a ponto de contar com permanente proteção policial. Em contrapartida, também os muçulmanos na Dinamarca sentiram mudanças. "Muitos muçulmanos acusam as políticas antirradicalização de serem discriminatórias, apenas orientadas contra muçulmanos; que são simplesmente a continuidade da forma peculiar como os dinamarqueses descrevem muçulmanos como problemáticos e causadores de problemas". A implementação dessas políticas antirradicalização, portanto, segundo Lindekilde não é garantia de pacificação social: "muitas entidades muçulmanas veem essas políticas como discriminatórias e marginalizantes e poderíamos concluir que elas geram mais radicalização no mesmo momento em que tentam combatê-la. Nosso objetivo é tentar descobrir quais mecanismos podemos usar para evitar que isso aconteça".

Na Holanda, na Dinamarca e nos demais países europeus, o sentimento antimuçulmano tem, de fato, crescido: partidos têm se utilizado do discurso anti-islã para aumentarem suas bancadas enquanto muçulmanos se integram cada vez menos à sociedade em que vivem. A exemplo de Aarhus, por trás da aparência pacata e de tolerância, o mundo descobriu que há, definitivamente, uma grande tensão social em curso na Europa.

Por Marcel van Hattem - mestrando em Ciência Política pela Universidade de Leiden, Holanda 

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O embrião da Polícia Islâmica da Europa

“Se alguém vê com são cortadas as mãos de um ladrão, não cometerá o mesmo delito”, afirma Adnan Avdic, enquanto caminha pelas ruas do de Nørrebro  - Copenhague.

Avdic é membro do “Ahlu Sunah Wa Jammah” (Os seguidores do Profeta), um dos grupos fundamentalistas islâmicos que pretendem estabeler a sharia na Dinamarca, e por toda a Europa. O objetivo é reduzir a taxa de criminalidade. “Países como Irã e Arábia Saudita não passam uma boa imagem do Islã, eu não gosto. Mas, é inegável que suas taxas de criminalidade são baixíssimas, isso porque os criminosos são castigados segundo a sharia”, explicou Avdic.


Inspirados no “Islam4UK” – um grupo de salafista britânicos -, “os seguidores do Profeta” pretendem inicialmente patrulhar os bairros de Tingbjerg e Nørrebro, e posteriormente toda a Dinamarca para assegurar que o cidadãos não bebam, não joguem, não vá as boates e não violem nenhuma regra da sharia. Uma polícia “moral” que atue durante 24 horas.

“Nós ainda não podemos aplicar nenhuma punição, pois estamos na Dinamarca e seríamos presos. Porém, estamos patrulhando as ruas, e quando vemos alguém que não cumpre os mandamentos da sharia, conversamos com ele e tentamos convencê-lo de que o que ele faz é mal”, afirma Avdic. “O objetivo final é substituir a democracia pela sharia. Somos missionários do Islã. Segundo “Kaldet til Islam” (A Chamada do Islã), outro grupo que apóia a iniciativa, mais de 1.500 muçulmanos dinamarqueses apóiam a proposta. No entanto, a associação “Muslimer i Dialog” (Muçulmanos pelo diálogo) que o número de apoiadores é menor que o divulgado pelo Kaldet til Islam, no entanto,os radicais cada vez mais ganham notoriedade por sua radicalização e agressividade verbal.

A Confederação Muçulmana, que agrupa a maior parte das organizações islâmicas da Dinamarca, mostrou em nota a ABC seu rechaço a proposta: “São uma minoria, mas devemos levá-los a sério. Não se pode fechar os olhos diante dessas tendência extremistas. Muitos jovens mostram-se receptivos a esse tipo de influência”.

Karen Haekkerup, ministra dinamarquesa de Integração, assegura que “no caso de cumprirem o que dizem, e começarem a ameaçar as pessoas nas ruas, o Governo atuará com força”. No entanto, para Avdic não se trata de ameaçar, e sim de ajudar: “Somos conselheiros, não carrascos”.

Reino Unido e Dinamarca não são os únicos países europeus onde grupos como esses tem proliferado. Bélgica, Holanda e Espanha contam com suas próprias organizações pró-sharia. Na internet vários líderes islamitas explicam com detalhes porque o islã deve substituir a democracia.

Vidini Lorenzo, especialista em islamismo e violência na Europa, explica que apesar de ser um provocação de uma minoria, há o risco da islamização da justiça: “Já ocorreu situações em que a lei islâmica foi aplicada através de mecanismos legais”. O criminalista e jornalista Joachim Wagner, autor do livro “Richter ohne Gesetz” (Juízes sem leis), descreve como os “juízes” muçulmanos ditam sentenças nas mesquitas: “ Quando há um conflito eles mediam totalmente por trás da justiça”. Para o Sheik Abu Adam, de Munique (Alemanha), a arbitragem em caso de conflito é uma obrigação religiosa. Abu Adam, que vive com três mulheres afirmou ao diário alemão Spiegel: “Eu digo ao meu pessoal: Não vá a polícia. Nós nos encarregaremos de consertá-lo”.

Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Minuto Digital

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dinamarca: “ A morte de Osama Bin Laden anuncia a conquista e a destruição das terras dos infiéis”, diz clérigo salafista

Em junho de 2011, o fórum jihadista Al-Tahadi publicou um ensaio do clérigo salafista Abu 'Uzair Al-Jazairi (o argelino), que reside em Aarhus, Dinamarca, intitulado “O assassinato dos grande líderes”. [1] O ensaio, escrito em prosa rimada, procura consolar os muçulmanos pela morte de Osama Bin Laden, assegurando-lhes que esta anuncia a destruição do Ocidente infiel e sua conquista pela ummah muçulmana.

Al-Jaza'iri, que se identifica como Abu 'Uzair' 'Abd Al-Ilah Youssef Al-Youbi Al-Husni Al-Jazairi, nos últimos meses adquiriu uma considerável fama nos círculos jihadistas salafis. Em 11 de abril, o portal salafista Minbar Al-Tawhid Wal-Jihad anunciou que incorporou ao seu comitê de Sharia o fórum jihadista Al-Tahadi e estabeleceu um painel de discussão sobre seus escritos.

A seguir, um resumo do ensaio: [2]


Somente a guerra pode acertar as contas com os infiéis

Na introdução de seu ensaio, Abu 'Uzair diz que a humanidade está envolvida em uma batalha eterna e fatal entre "os partidários do Misericordioso", ou seja, os muçulmanos, e os "partidários do demônio", ou seja, os infiéis. Este último, explica ele, está tentado influenciar a fé e o solo dos muçulmanos e só serão freados pela força. A primeira parte do ensaio explora essa luta eterna, Abu 'Uzair insiste que essa luta só será decidida através do confronto militar e quem disser o contrário está mentindo: "Porque o Senhor da Ka'ba, que propõe [resolver o conflito através do] o diálogo, ou tentar cobri-lo com as relações amigáveis de reconciliação e amizade - está mentindo ". Acrescenta que, em sua arrogância e ódio contra os muçulmanos, os infiéis estão sempre tentando separar os muçulmanos de sua fé, esse é o objetivo de todos os seus crimes contra os muçulmanos, desde o colonialismo até a atual campanha da OTAN no Afeganistão e a guerra contra o terrorismo.

Abu 'Uzair afirma que o secularismo do mundo ocidental é uma mera pretensão, porque o ocidente está na realidade impulsionado por profundas crenças cristãs, e as ambições dos cruzados e suas técnicas tem sido as mesmas em todos esses séculos. Como prova, ele lança mão de versos do Corão, comparando-os com acontecimentos atuais. Por exemplo, ele cita um versículo em que o Faraó acusa Moussa (Moisés) de “propagar a corrupção na terra”. Este explica que a mesma acusação é feita hoje contra a Al-Qaeda: “Observem como este insolente infiel [ o faraó]... acusa o profeta Moussa de difundir a corrupção na terra. Esta é a mesma descrição que é aplicada ao grupo que está combatendo contra a aliança hostil (OTAN), os escravos da Cruz e os Judeus. A acusação também é feita contra os principais dirigentes (da guerra santa), em especial ao heróico leão Osama, que Allah tenha misericórdia dele e dos demais membros da elite, os mártires fieis que faleceram mas não renegaram [sua fé]... A morte de Bin Laden foi a razão de ter escrito estas palavras. Não quero que este [estudo] seja apenas um elogio, mas uma expressão de lealdade. Também quero explicar a natureza do conflito que se trava em todas as frentes, assim como a mensagem transcendental escondida na morte de grande homens e os efeitos sobre os crentes e os infiéis”.

Abu 'Uzair enfatiza que, embora os infiéis estejam lutando contra o Islã, estes serão derrotados neste mundo e estão destinados a sofrer os grandes tormentos no próximo [mundo]. O restante da primeira parte do ensaio, é dedicada a uma discussão polêmica contra os estudiosos muçulmano das instituições religiosas que defendem a guerra contra o terrorismo, chamando-os de “apóstatas leais [aos regimes seculares], “Rafiditas” (que quer dizer, xiitas), “sufis servis” e etc.

A morte na batalha é o privilégio concedido aos melhores homens

Na segunda parte do estudo, Abu 'Uzair apresenta seu argumento principal, ou seja, que a morte de Bin Laden é a mesma de muitos líderes e figuras de destaque ao longo da história islâmica, elogiando as grandes vitórias do Islã. Primeiro ele volta a insistir que a humanidade está dividida entre crentes e infiéis. “Quando Allah dividir a humanidade, o fez da seguinte maneira: “ Uma parte estará no paraíso e outra parte no inferno [Corão 42:7]. Deus diferenciou os dois grupos a fim de garantir uma distinção clara entre eles, de modo que o bem pode ser transmitido de forma que nós possamos pisar na terra de maneira segura, para que a terra possa ser cultivada e, portanto, os crentes possam ficar tranquilos. Do contrário, o engano cresceria, as calamidades chegariam rapidamente, e o bem seria combatido enquanto o vício promovido. Portanto, não há escolha senão empreender a guerra, para que os crentes possam viver e as cabeças dos infiéis possam ser cortadas cumprindo seus destinos calamitosos...”

Em seguida, Abu 'Uzair, salienta que para os mártires, a morte não é uma derrota e sim uma vitória, para isso cita um versículo que descreve a aniquilação dos infiéis por Deus: Allah disse: “Como muitos dos profetas lutaram [pela causa de Allah] e com ele lutaram grandes grupos de homens piedosos? Mas, nunca perderam o ânimo enfrentaram as calamidades no caminho de Allah, não enfraqueceram e não se entregaram. E allah ama os que são firmes. Tudo o que disseram foi: Nosso senhor perdoe nossos pecados e tudo o que possamos ter feito que transgrediu o nosso dever. Estabelece firme nossos pés e dai-nos a vitória sobre os infiéis. Então allah deu-lhes uma recompensa neste mundo e grande recompensa no Além. Já que Allah ama os justos” [Corão 3:148]. “ E pode provar os fiéis e aniquilar os infiéis” [Corão 3:141].

“Qualquer um que estude esse verso... sabe que a morte no caminho, a separação do corpo com as catapultas não é um símbolo de derrota, tal como crê os incrédulos, mas um sinal de força e luta pela purificação, conforme as palavras de Allah: “Eles nunca perderam o ânimo e enfrentaram os desastre no caminho de Allah, não enfraqueceram, não entregaram-se. Aquele que morre [como mártir] senta-se ao lado de Allah, para que possa adorar somente a ele. Este de maneira alguma é um derrotado. Ao contrário, está contente por sua morte, graças a sorte que o próprio Allah prometeu conceder a essa seita sublime [quer dizer, os mujahideen] dizendo:.. Sem dúvida que foi dada a Nossa palavra aos Nossos servos mensageiros,de que seriam socorridos. E de que os Nossos exércitos sairiam vencedores. [Corán 37:171-173] Na maioria dos casos, “conquistar” no Corão significa conquistar com a espada e a lança...”
___________________________________

Para ver o restante do texto clique no link abaixo:

[1] O ensaio é datado erroneamente como 29 de abril de 2011, enquanto Osama Bin Laden foi morto em 01 de maio.

[2] O artigo também foi publicado no portal Minbar Al-Tawhid Wal-Jihad e foi baixado por cerca de 6.000 vezes.

Fonte: MEMRI - The Midle East Media Research Institute
Tradução e adaptação: Blog De Olho na Jihad

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dinamarca: Tiroteio em Mesquita deixa um morto e dois feridos


Um tiroteio na Mesquita de Copenhagen, após as orações que finalizaram o Ramadã, deixou um morto e pelo menos dois feridos.

O Porta-voz da polícia, Lau Thygesen, disse que o tiroteio envolvendo jovens muçulmanos ocorreu no estacionamento do Instituto Cultural Muçulmano da capital dinamarquesa.

Kuran Qureshi, que estava na Mesquita, disse em entrevista Ao Vivo a rede dinamarquesa TV2 ter testemunhado "uma discussão de jovens ao lado da Mesquita". "Escutei de 15 a 20 tiros então dirigi para longe, pois estava com meu filho de 10 anos, tinha pessoas correndo para todos os lados", concluiu Qureshi.

Blog De Olho na Jihad com informações do The Independent.

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Dinamarca: Advogado é condenado por supostas declarações racistas contra muçulmanos

Conforme noticiado pelo The Copenhagen post, o advogado Lars Hedegaard, presidente do grupo de defesa da liberdade de imprenssa, Free Press Society, foi multado em 5.000 coroas, o equivalente a 1.000 dólares, por fazer comentários considerados racistas em dezembro de 2009.

Durante uma conversa no natal com o editor do blog snaphanen.dk, Hedegaard teria declarado: "Meninas em famílias muçulmanas são estupradas por seus tios, seus primos ou pais. Quando um homem (muçulmano) estupra uma mulher muçulmana, este exerce seu direito de fazê-lo".

A decisão de hoje anula a setença de janeiro do tribunal de Frederiksberg, que o absolvia afirmando que os comentários foram ofensivos, mas levando em conta que Hedegaard não sabia que se tornariam públicos.

Na semana passada o advogado publicou um livro chamado “Muhammeds Piger”(Meninas de Maomé), no qual escreve sobre a descriminação no Islã.

"Todos estão sujeitos a vontade de Alá, mas ele os trata de forma diferente, sem indicar qualquer critério para a descriminação a não ser sua vontade". Diz Hedegaard no livro.


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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Dinamarca: Cristãos e ateus são perseguidos pelos muçulmanos

De acordo com um relatório da Danish program Deadline (DR2), cristãos e ateus de países muçulmanos, como Afeganistão, Iraque e Irã são perseguidos na Dinamarca.

O programa entrevistou um homem chamado “Farood”, que fugiu do Afeganistão depois ter se convertido ao cristianismo. Ele pediu para permanecer anônimo, a fim de contar sua história. O afegão deixou sua esposa e filhos em sua terra natal, e fugiu pela Grécia e Itália, até a Dinamarca, onde ele pensou que poderia encontrar a paz. No centro de asilo a estrangeiros da Dinamarca, encontrou outros afegãos que descobriram que ele era um convertido. Uma noite Farood foi atacado por um dos seus conterrâneos, que o socou na cara, e mais tarde ameaçou matá-lo caso ele dissesse algo as autoridades.

O DR2 também entrevistou um sacerdote iraniano que diz ser ameaçado e correr risco constante de agressão.

O Partido do Povo Dinamarquês (PPD) diz que os cristãos e os ateus "estão cada vez mais" sujeitos ao assédio de grupos e indivíduos muçulmanos na Dinamarca.

O partido pretende levar a questão até o parlamento, e quer que o Ministro da Integração Birthe Rønn Hornbech fale claramente sobre isso.

Martin Henriksen, do comitê de integração: "Ele deve enfatizar para a comunidade muçulmana na Dinamarca o respeito à liberdade religiosa e tornar claro que esta liberdade não pode ser violada, porque um indivíduo ou família pretende deixar o Islã”.

Fonte: Dagblad Kristeligt (dinamarquês)/ Islam in Europe

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dinamarca: Crimes de honra e disputas por terras são responsáveis por 20% dos muçulmanos refugiados

Segundo publicado pelo diário dinamarquês Jp.dk, 2.850 refugiados receberam autorizações de residência na Dinamarca em 2010, quase o dobro dos 1.500 que as autoridades caulavam receber no país. Este é  o valor mais elevado desde  que a coligação conservadora-liberal assumiu o poder.

O aumento é parcialmente causado pela imigração de afegãos  e curdos, mas o aumento ocorre também porque as pessoas mais do que nunca  desejam obter o chamado "status de proteção".  

Essas pessoas não preenchem os requisitos da Convenção dos Refugiados, mas são refugiados por razões pessoais.A grande maioria sofreram ameaças, se envolveram em violentas disputas de terras, fugiram devido conflitos familiares ou por medo da violência depois de o marido descobrir a infidelidade.

Este estatuto foi introduzido em 2002. No primeiro ano, três pessoas receberam o  "status de proteção", em comparação com 580 nos primeiros nove meses de 2010.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dinamarca: Hizbut Tahrir chama muçulmanos à luta armada

Segundo relatórios do DR Nyheder, a controversa organização islâmica Hizbut Tahrir, chamou a resistência armada em um debate do grupo sobre a guerra no Afeganistão realizado em Copenhague.

O convite para o evento mostra fotos de caixões dinamarqueses, suecos e noruegueses em um mapa do Afeganistão.

O texto do convite diz:

O debate tratará também sobre a obrigação dos muçulmanos no Afeganistão a aderirem a resistência armada. Consideramos essa resistência totalmente legítima. Neste contexto, as tentativas das autoridades de criminalizar e intimidar os adversários serão objeto de destaque.


Nós todos temos responsabilidade! Islamicamente é inaceitável ser passivo, e não basta ser contra a guerra em um nível moral.

O porta-voz da organização na Escandinávia, o xeque Redji, afirma: “Se alguém deve ser responsabilizado pelos soldados dinamarqueses que morreram em vão nesta batalha, os responsáveis são os políticos que cinicamente escolheram envia-los em uma missão que, só serve os interesses estratégicos americanos na região”.

A organização é proibida em vários países e Martin Henriksen, membro do Partido Popular Dinamarquês, diz que é hora de fazer o mesmo na Dinamarca. Karen Haekkerup (partido social-democrata) concorda e diz que é questionável que pessoas que vivam na Dinamarca, organizem reuniões para falar sobre a luta armada
mostrando fotos de soldados dinamarqueses mortos. “Mas, enquanto ela não é proibida temos que respeitar, pois é uma associação que tem permissão para existir”.

Fonte: BT

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Cinco presos na Dinamarca/Suécia por planejar atacar jornal que publicou cartoons de Maomé

Cinco pessoas foram presas sob suspeita de planejar um ataque terrorista em Copenhague: quatro na Dinamarca e um na Suécia.

De acordo com um comunicado de imprensa do serviço de segurança dinamarquês PET, os suspeitos estavam sendo monitorados por um longo tempo, e a investigação teve cooperação próxima com a polícia de segurança sueca. Alguns dos suspeitos foram presos nos subúrbios de Herley e Greve, em Copenhague.

Três dos homens residem na Suécia e foram para a Dinamarca na noite passada. O quarto vive na Dinamarca. Eles são um cidadão tunisiano (44 anos), um cidadão sueco, mas nascido no Líbano (29), um cidadão sueco de origem desconhecida e um candidato a asilo iraquiano.

Enquanto isso, autoridades suecas prenderam um cidadão sueco de 37 anos de origem tunisiana em Estocolmo.

A polícia confiscou fitas de plástico que podem ser usadas como algemas, bem como uma pistola automática com silenciador e munição.

PET diz que os suspeitos estavam planejando um ataque contra um jornal, aparentemente o Jyllands-Posten, em Copenhague, nos próximos dias.

Fonte: BT (dinamarquês) via Islam in Europe / Tradução Mente Conservadora

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O despertar da Europa frente ao Islão?

Duas notícias que podem ser evidências de uma mudança de política na Europa.
Finlândia: Democratas Cristãos querem que refugiados cristãos recebam preferência sobre refugiados muçulmanos

De acordo com o presidente do Partido Democrata Cristão, Päivi Räsänen, refugiados cristãos que vão para a Finlândia devem ter preferência em primeiro lugar sobre os muçulmanos.

Em uma entrevista recente com a revista de estudantes universitários finlandesa "Ylioppilaslehti", Räsänen argumenta que os cristãos se adaptam a Finlândia melhor do que os muçulmanos por causa de semelhanças na religião e na cultura. Os muçulmanos estão em maior risco de ficarem isolados na sociedade finlandesa. Isso pode levar à radicalização, Räsänen diz.

Fonte: YLE traduzido pelo blogue Islam in Europe

Partido Popular Dinamarquês propõe proibir tv árabe
Pia Kjærsgaard, líder do Partido Popular Dinamarquês, propôs sábado a proibição de antenas de satélite nos guetos. Kjærsgaard disse que canais árabes transmitem a doutrinação do mundo do Oriente Médio, e inoculam os telespectadores na Dinamarca a odiar a Dinamarca e o Ocidente.

A proposta foi recebida com críticas por parte dos parceiros da coalizão, os partidos Liberal e Conservador.

Kjærsgaard propôs, então, proibir canais de TV árabes transmitidos via satélite, tais como al-Jazeera e al-Arabiya, em toda a Dinamarca. Kjærsgaard diz que a autoridade de transmissão pode agir se existirem canais, tais como os canais de língua árabe, que promovem o ódio, e pode proibi-los.

Fonte: Berlingske (em dinamarquês) traduzido pelo blogue Islam in Europe
Do Blog Genesis Contra Darwin

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