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sábado, 22 de setembro de 2012

União Européia legitima grupo terrorista iraniano para desistabilizar a República Islâmica


Símbolo do grupo
Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) decidiram retirar de sua lista de organizações terroristas os Mujahedins do Povo do Irã (PMOI, em inglês), principal grupo de oposição ao regime islâmico de Teerã, segundo fontes diplomáticas.

A medida era esperada após o Tribunal de Primeira Instância da União Europeia anular, em dezembro, a última decisão do Conselho da UE que, sob presidência francesa, manteve o grupo na lista, apesar de diversas sentenças contrárias. 


Segundo o prefessor, Martin Andrés Rodriguez, a UE eataria usando uma moral dúbia, onde legitima terroristas para pressionar de alguma forma o Irã.

O grupo Mujahedin Khalq (Combatentes do Povo) foi fundado em 1965 como uma organização marxista-islâmica de oposição ao Xá Reza Pahlevi. Em 1980, após a vitória da revolução islâmica capitaneada pelo aiatolá Ruhollah Khomeini, o movimento foi obrigado a fugir do Irã por divergências com o novo regime e foi amparado pelo governo iraquiano do então presidente Saddam Hussein. Na década de 80 e 70 o grupo foi responsável pelo assassinato de militares e civis americanos. E segundo a República Islâmica, o PMOI é responsável pela morte de 17.000 iranianos.

Com informações do RT

Nossa opinião: Terroristas sendo liberados para combater terroristas, até aí tudo bem, no entanto, com a legitimação da UE, o grupo fica livre para transitar por todo o continente, portanto, um verdadeiro suicídio. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Agora, os mortos da vez em Bagdad são gays e lésbicas

Ser homossexual ou emo pode promover o
"castigo de Deus" pelas mãos de islâmicos.
Cadáveres com a cabeça esmagada aparecem nas ruas da capital do Iraque como restos de um naufrágio abandonados na praia. Para os homossexuais e os seguidores da moda emo, desafiar os rígidos cânones que marcam a ortodoxia xiita dominante custa a própria vida.

"Obrigaram-no a morder a ponta de uma cadeira antes de estourarem a sua cabeça com um bloco de cimento. Ele se chamava Saif Asmar e era meu amigo. Amanhã isso pode acontecer comigo."

Ruby (nome falso para proteção da sua verdadeira identidade) se divide entre a ira e as lágrimas enquanto segura uma foto de um jovem apenas reconhecível após o brutal assassinato. Desde o início desse ano, esquadrões da morte têm realizado uma campanha de ataques contra jovens homossexuais ou aqueles seguidores da moda emo.


"Usar anéis, piercing no nariz ou ter uma tatuagem é sinônimo de ser homossexual, de adorar ao diabo ou de ambos", explicou à IPS esse jovem que abandonou a sua casa há um mês após ser ameaçado.

Ruby nota um acréscimo considerável dos ataques desde o dia 6 de fevereiro. "Naquele dia mataram Ahmad Arusa em Sadr e outros quatro em Geyara", ambos distritos xiitas de Bagdad. "Já são mais de 80 assassinatos desde então", denunciou.

Num comunicado transmitido em janeiro, o Ministério do Interior iraquiano classificou a tribo urbana emo de grupo "satânico", e destacou que o corpo especial da polícia se encarregaria de "combater tal fenômeno".

Hoje, os mortos por esmagamento em Sadr, no leste da capital, somam-se aos queimados com ácido em Jadimiya, no noroeste. Além do método empregado, quase todas as vítimas viram seus nomes numa das listas que frequentemente apareciam nos muros das ruas de Bagdad.

Ruby aponta diretamente o Exército Mehdi - liderado pelo clérigo e líder político Muqtada al-Sadr - e denuncia a impunidade ao redor desses crimes.

"O nosso governo é uma milícia", se queixou o jovem na clandestinidade. "A única solução é o Ocidente pressionar Bagdad para que acabe com esse pesadelo".

A vice-presidente da Organização para a Liberdade das Mulheres no Iraque, Dalal Jumma, lamenta pela inexistente separação entre Estado e religião no Iraque após a invasão militar estadunidense em 2003, que pos fim ao regime de Saddam Hussein (1979-2003).

"As milícias penduram cartas nas paredes com nomes e sobrenomes de supostos homossexuais, aos quais acusam, inclusive, de satanismo por terem participado do martírio do imã Hussein", neto de Maomé, morto no século VII, disse Juma na sede da organização no distrito Karrada, localizado no sudeste de Bagdad.

IPS teve acesso a uma dessas cartas, supostamente encontrada em Sadr. Trata-se de uma lista com 33 nomes de pessoas, localizadas pelos números dos blocos habitacionais nos quais residem, e antecedida de uma advertência, redigida com numerosos erros de ortografia:

"Se não encerrar sua atitude licenciosa em quatro dias, o castigo de Deus será dado pelas mãos dos mujahedins (guerreiros islâmicos)", lê-se entre os desenhos de duas pistolas.

No escritório do partido de Muqtada al-Sadr, o Sadr, o líder religioso e político local Brahim Jawary desmentiu qualquer influência de seu grupo nos assassinatos. Tanto esses crimes como "toda conduta imoral e contrária à religião" hão de ser investigados convenientemente, disse.

Assassinatos de lésbicas ainda mais invisíveis

Não foi uma carta na parede, mas um e-mail, que levou a jovem Madi a abandonar a sua casa. Hoje esconde tanto a sua localização como seu nome real.

"Me ameaçavam dizendo que falariam para a minha família que sou lésbica se não abandonasse o país imediatamente", lembrou essa jovem de 26 anos numa entrevista num lugar indeterminado em Bagdad. O medo de Madi não é sem fundamento.

"Muitas lésbicas morrem no Iraque nas mãos dos seus irmãos mais velhos. É um crime 'de honra' maior, uma espécie de assunto doméstico sobre o qual o governo não realiza nenhuma investigação", disse.

A organização Iraque LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), com sede em Londres, estima que mais de 720 pessoas morreram nas mãos de milícias extremistas no Iraque nos últimos seis anos.

Madi garante ter perdido muitos amigos próximos e não vacila quando se trata de destacar os culpados.

"As milícias de Muqtada al-Sadr e as forças de segurança são as mais agressivas contra nós, dede uma fatwa - lei islâmica - emitida há quatro anos que especificava, literalmente, que os homossexuais deveriam ser executados da maneira mais severa."

Madi descreveu casos de pessoas esquartejadas ou queimadas vivas, e acrescentou que os médicos conhecem a natureza desses crimes pelo estado em que chegam os cadáveres. A IPS confirmou essas afirmações com médicos que pediram para permanecer no anonimato.

Num relatório publicado em agosto de 2009, a organização de direitos humanos Human Rights Watch, com sede em Nova York, assegurou que muitas vítimas eram torturadas para que revelassem nomes de futuros alvos.

Em vários casos eram descritos tormentos com o uso de cimento que, com a ingestão maciça e forçada de alimentos e laxantes, leva a vítima a uma morte atroz.

O mal-estar por essa onda de violência é evidente inclusive atrás dos muros da Zona Verde, a área protegida de Bagdad onde se encontram escritórios do governo e embaixadas.

"Não temos feito mais que retroceder quanto aos direitos humanos desde 2003", ano da invasão estadunidense, lamentou a parlamentar Ashwaq Jaf, da Aliança Curda.

"O problema de fundo é que estamos sujeitos aos códigos, a Constituição iraquiana, por um lado, e a sharia - compêndio de leis islâmicas - por outro. As contínuas contradições entre ambas desembocam em vazios legais e, consequentemente, no desamparo das vítimas", disse Jaf à IPS.

Nem todos órgãos do poder veem assim

"O estigma de ser homossexual no Iraque não é nada mais que um claro reflexo da nossa sociedade", disse Saad al-Muttalibi, alto representante do partido Dawa, do primeiro-ministro Nuri Al Maliki.

Muttalibi responsabiliza pelos crimes as "milícias sunitas próximas a Al-Qaeda ou as milícias iranianas", sem fazer menção das xiitas da Al Sadr. O segundo mandato de Al Maliki foi possível pela maioria obtida na coalizão com o partido Sadr.

Sunitas e xiitas são adeptos de dois ramos divergentes da religião muçulmana. Os xiitas constituem 60% da população desse país. Os sunitas, uma minoria que chega aos 20%, eram o grupo islâmico dominante no regime de Saddam Hussein.

"A situação está se normalizando progressivamente e tem se tornado cada mais fácil ver casais de meninos caminhando de mãos dadas por Karrada", assegurou Muttalibi.

Certo ou não, a maioria dos comerciantes desse distrito concorrido já retirou das vitrines e janelas, correntes, piercings ou quaisquer outros objetos que possam levar a trágicos mal-entendidos.

Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com


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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

“Os Mujahedin são obrigados a matar os infiéis não muçulmanos” – Sheik Abu Baker Ba'ashir

Em 03 de outubro de 2010, a voz da jihad na Nusantara lançou um vídeo de uma entrevista com o xeque Abu Baker Ba’ashir, um clérigo indonésio simpatizante da Al-Qaeda e do Talibã.

No vídeo intitulado de “Entrevista com o Sheik Abu Baker Ba’ashir referente ao discurso de Obama para o mundo Islâmico”, Ba’ashir critica o discurso de Obama na Universidade do Cairo.

Durante a entrevista o sheik rejeitou as reivindicações que os Mujahedin Ba’ashir da Índia foram os responsáveis por um ataque a mesquita al-Furquan na Tailândia em junho de 2009. Abu Baker declarou:


“Eles [Mujahedin] são obrigados a matar os infiéis muçulmanos. Se fossem [verdadeiramente] Mujahedin então eles deviam atacar a Igreja [ou adoração] de Buda e seus líderes.

Fonte:Flashpoint

quinta-feira, 15 de julho de 2010

...E vocês verão como uma guerra muçulmana está apenas começando e como o Islã se espalhará pelo mundo...

A rede de Tv Al Arabya, divulgou um vídeo onde um homem que seria Faisal Shahzad, aparece declarando o motivo do ataque frustrado a bomba na Times Square (NY).


"Esse ataque contra os Estados Unidos também será uma vingança por todos os mujahideen", disse o homem, supostamente Faisal Shahzad, em um vídeo que foi ao ar na Al Arabya.

"Oito anos se passaram desde a guerra no Afeganistão e vocês verão como uma guerra muçulmana está apenas começando e como o Islã se espalhará pelo mundo", disse o suspeito, segundo a emissora.

Faisal que aparece no vídeo vestindo roupas típicas e sentado com um rifle, elogiou como mártires o líder paquistanês do Taliban, Baitullah Mehsud, e o líder da Al Qaeda no Iraque, Abu Musab al-Zarqawi, mortos em 2006, em um vídeo semelhante aos produzidos por homens-bomba.

Shahzad, que foi detido antes de conseguir fugir dos Estados Unidos, se declarou culpado por tentar explodir um carro-bomba na Times Square de Nova York em maio.
(Reportagem de Firouz Sedarat)






Referência: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,homem-bomba-de-ataque-frustrado-a-times-square-fez-video-diz-tv,581084,0.htm

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