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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Crítico anti-islã escapa de tentativa de assassinato na Dinamarca

O historiador dinamarquês Lars Hedegaard, um declarado inimigo do Islã, escapou ontem a uma tentativa de homicídio tiros, em Pelargonieviej, Frederiksberg, Dinamarca. Segundo informação da polícia, um homem negro teria disparado várias vezes contra Hedegaard.
 
O historiador foi inocentado pelo Supremo Tribunal Dinamarquês em 2011 após ser acusado de racismo devido uma série de críticas ao Islã e aos Muçulmanos, comparando o credo de Maomé com a doutrina de Hitler e afirmando que os seguidores de Alá violavam os seus próprios filhos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cessar-Fogo em áudio - 13ª Edição


Bracil: "celeiro da democracia"?
O Cessar-Fogo chegou à sua décima terceira edição em áudio. Nela você encontará a abordagem dos seguintes assuntos:

1) Segunda etapa da troca de prisioneiros entre Israel e Hamas e a promoção da imagem de Abbas;

2) O 24° aniversário do Hamas e a sua reafirmação de combate aos "invasores da Palestina";

3) A formação de uma "Tropa de Elite" israelense;

4) O posicionamento brasileiro questionável diante das violações dos direitos humanos no Irã.



As edições de Cessar-Fogo são transmitidas na Rádio Comunidade de São Cristóvão FM 106.3 (Sergipe) e na Vertical WebRadio.

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

terça-feira, 5 de julho de 2011

Geert Wilders está na "lista negra" da Al Qaeda


Segundo noticiado pelo Diário Algemeen Dagblad, o Centro Holandês de Combate ao Terrorismo (NCTB), informou em um relatório que o político Holandês Geert Wilders integra a lista de objetivos da Al-Qaeda.

Conforme o relatório, a "lista negra" da Al-Qaeda é composta principalmente por pessoas e empresas que estiveram ligadas as guerras do Afeganistão e Iraque. A lista foi divulgada no fórum Shumukh al-Islam, que possui ligações com a rede terrorista al-Qaeda.

No comunicado os terroristas fazem um chamado para que sejam exterminados os "porcos" que ofendem o Islã. Essa categoria inclui o político Geert Wilders líder do Partido da Liberdade (PVV). Wilders foi recentemente absolvido da acusação de "incitar o ódio" contra os muçulmanos. Na ocasião ele afirmou que o Islã é uma "ideologia fascista" e comparou o Corão, livro sagrado muçulmano, ao Mein Kampf de Hitler.

Blog De Olho na Jihad 05/07/2011



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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Al-Qaeda volta a ameaçar o Padre Zacarías Botros por denunciar a pervesão de Maomé

Apesar das ameças de antes, a Al-Qaeda não conseguiu calar o Padre Zacarias, que continua a falar em seu programa na TV sobre farsa do "profeta".

O Padre Zacarías Botros, conheceu a tortura e a perseguição igual ao seu irmão mais velho, que por pregar o Evangelho entre os muçulmanos, foi morto e teve a língua cortada. Botros vive no exílio. A al-Qaeda, ofereceu 60 milhões de dólares por sua cabeça. No Egito, seu país natal, um jornal de grande circulação considera ele "o inimigo público número um". Zacarias não goza do apreço da Umma. Por quê?

Este sacerdote da Igreja Católica Copta, afirma baseado no Hadith e em outros textos muçulmanos, que Maomé era um hipócrita com tendências sexuais "surpreendentes" e de inteligência deteriorada (um burro no popular).

Segundo o Enviado (Maomé), Alá lhe comunicou que:

Consultar-te-ão acerca da menstruação; dize-lhes: É uma impureza. Abstende-vos, pois, das mulheres durante a menstruação e não vos acerqueis delas até que se purifiquem; quando estiverem purificadas, aproximai-vos então delas, como Deus vos tem disposto, porque Ele estima os que arrependem e cuidam da purificação. (Corão, 2:222)

No entanto, como demonstra o Padre Botros, Maomé, não acatou as ordens de Alá:

"O Profeta, só tinha relações com suas esposas (66...) quando menstruavam"

"Ibn Abbas, relata em um Hadith, que o profeta disse: Se um homem não pode evitar manter relações com sua mulher menstruada, tudo que deve fazer é pagar um dinar como expiação. E se o ato íntimo acontece no final do ciclo, quando há menos sangramento, então ele só deve pagar meio dinar".

"Maomé gostava de cheirar sangue de menstruação... quando Aisha (sua esposa predileta) menstruava, ele colocava a cabeça entre as coxas dela e recitava o Corão".

Em relação as tendências homossexuais do Mensageiro de Alá, Botros alude ao caso curioso de Zahir "que empurrou sua espada contra o peito do Profeta". Todavia, mais esclarecedor é outro Hadith em que se conta como Maomé levantou a camisa de um varão e beijou seu tronco desde... o umbigo até as axilas.

O Mensageiro de Alá, segundo o padre Botros, também gostava de chupar a língua das crianças. E as vítimas destes delírios desvairados, foram por exemplo, os filhos de seu sobrinho Ali e sua própria filha Fátima.

Como indica o Padre Zacarías, especialmente escabroso é o hadith onde se relata que Maomé nunca dormia sem antes colocar sua cabeça entre os seios de sua amada filha Fátima, a quem ele também chupava a língua.


Nota do Blog: Encontramos em um site islâmico o relato dessa relação de Maomé com Zahir. Vejam:

O Profeta não só entretinha seus companheiros com palavras,mas também os divertia brincando. Anas b. Malik disse:

‘Um beduíno chamado Zahir b. Haram dava presentes ao Profeta   e ele também lhe dava presentes. O Profeta disse:

‘Zahir é nosso deserto, e nós somos sua cidade ’.O Profeta (Maomé) se aproximou, enquanto ele estava vendendo suas mercadorias, abraçou-o por trás, e este não o viu. Logo disse: ‘Soltame!’ Quando percebeu que era o Profeta (Maomé) quem o estava abraçando, pressionou suas costas contra o peito do Mensageiro! O Mensageiro de Deus lhe disse: ‘Quem compraria este escravo para mim?’ Zahir disse: ‘Mensageiro de Deus, não valho nada!’ O Mensageiro de Deus então, disse-lhe:
‘Deus não te considera sem valor!’ ‘Tu és valioso e precioso para Deus’ (Ibn Hibban, 5790). Fonte: Rasoul Allah



Nota do Blog II: O texto em inglês do Padre Zacarias sobre a pervesão sexual de Maomé pode ser lido em seu site "Father Zacarias", ou ainda no Jihad Watch. Informamos aos nossos leitores que já estamos trabalhando na tradução do artigo e em breve publicaremos.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Fatwa de morte para o ministro cristão paquistanês Shabhaz Bhatti

Shahbaz Bhatti
A organização terrorista islâmica "Lashkar-e-Toiba, uma das maiores do sul da Ásia, juntamente com outros grupos talibãs, lançaram uma "fatwa" (proclamação oficial islâmica), contra o ministro paquistanês das Minorias Religiosas, Shahbaz Bhatti, que é Católico. Fontes confiaveis confirmam que o ministro está em segurança.

"Ele tornou-se um "objetivo legítimo" e "pode ser morto por ser cúmplice da blasfêmia". A motivação é motivada pelo compromisso de Bhatti na proposta de revisão da lei de blasfêmia.

Um furor internacional foi desencadeado quando Asia Bibi, uma cristã paquistanesa, foi condenada à morte por um tribunal islâmico por "blasfêmia" segundo a lei relgiosa muçulmana. Recursos pela vida de Asia de vários governos e do Papa Bento XVI ainda não foram atendidos.

Shahbaz Bhatti com líderes Cristãos
O ministro já havia recebido advertência e ameças. A organização radical "Ahrar Majlis-e-Islam, nos últimos dias tinha dito a ele para "calar a boca e não criticar a lei sobre blasfêmia". Meses atrás, o líder relgioso Ahmed Mian Hammadi o acusou de blasfêmia e o ameaçou de decapitação.  A posição do ministro no caso de Asia Bibi e seu esforço para realizar um projeto de revisão da lei de blasfêmia, tem gerado um crescente clima de intolerância, e fataawa de grupos terroristas ligados ao Talibã.

"A situação social do país está mudando para pior e a tensão está crescendo. Os grupos fundamentalistas estão se tornando mais fortes. Estamos preocupados com a violência que pode explodir contra os líderes cristãos e seus locais de culto", disse uma fonte cristã da comunidade.


sábado, 4 de dezembro de 2010

Somali de 17 anos é assassinada a tiros por converter-se ao cristianismo

A somali Mohamed Farah Nurta 17, foi morta com vários tiros no tórax e na cabeça em 25 de Novembro, alegadamente por membros da sua família por ter se convertido ao cristianismo.

Nurta, havia deixado sua casa para escapar da tortura, da qual, havia sido submetido por seus pais desde que souberam de sua conversão.

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Para que voltasse à fé de Maomé, seus pais  a espancaram e oaamarraram em uma árvore, onde eles a forçaram a tomar "medicação para restabelecer a sua saúde mental" e a recitar o Alcorão. Entretanto, a terapia não ajudou muito e a mudança de religião constitui uma ofensa à honra da família, sendo necessário matá-la para que assim a honra fosse lavada.
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"Não é admissível derramar o sangue de um muçulmano, exceto em um desses três casos: O casado que comete adultério, vida por vida, e quem deixa a sua religião e rejeita a comunidade"
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(Lo transmitieron Al-Bujari y Muslim) - (Relatado por Al-Bukhari e Muslim) -

Fonte: Daziabao-Ñ

domingo, 28 de novembro de 2010

Suécia: Blogueiro pró-israel é espancado por ser Judeu

A imprenssa Sueca e blogueiros do país, denunciaram um ataque a um blogueiro Judeu.

Segundo a vítima, dois criminosos encapuzados tocaram a campainha e quando ele abriu a porta, bateram em sua cabeça com uma garrafa de vinho. O homem foi levado para o hospital onde recebeu tratamento.

Conforme noticiado no blog sueco Jihad eu Malmô, foi um ataque anti-semita feito por árabes. "As primeiras palavras que ouvi foi porco judeu ". Diz a vítima que continuou a ser espancado mesmo quando já estava caído no chão.

Segundo a vítima, ele escutou uma barulho nas escadas e desceu para ver o que era, quando escutou um homem gritando "Yahood" que é Judeu em árabe.

A polícia não mostou interesse em verificar o caso, e os vizinhos estão com medo de testemunharem, por isso a vítima tem pedido ajuda de qualquer um que tenha visto alguma coisa.

O homem que escreve com um nome falso em seu site, acredita que tenha sido atacado por ser um blogueiro pró-israel.

As informações são do Islam in Europe

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Entrevista de Geert Wilders ao jornal israelense Yedioth

"Para dizer a verdade, sim, eu temo por minha vida".

"Eu sou apenas um homem. O perigo não vem apenas da Holanda. Ele vem de fora também. Há ameaças muito graves a partir de vários grupos terroristas, e quando alguém está ciente do grau de perigo, é apenas humano a pensar que algo ruim vai acontecer. Mas eu não posso permitir que esses pensamentos afetem meu trabalho. Se eu moderar a minha voz por causa das ameaças, parar de dizer o que está na minha mente, ou deixar de ser um político, aquelas pessoas terão utilizado meios anti-democráticos, ameaças e assassinatos para silenciar outros. Eles vão ganhar. Não os deixarei ganhar".
"É triste que, enquanto luto pela liberdade do meu país, eu perdi a minha própria", disse Wilders em uma entrevista especial para o Yedioth. "Eu só tenho a liberdade de expressão e pensamento. Ameaças à minha vida provam que meus argumentos são justos. Eu tenho certeza que se eu falasse com críticas sobre o Cristianismo ou o Judaísmo, não haveria resposta tão radical. Não haveria manifestações no Vaticano. A bandeira holandesa não seria queimada. Um milhão e meio de pessoas que votaram em nós, nas últimas eleições, não me veriam como um fascista ou um racista".

"Israel é o farol e a única democracia nesta parte retrógrada e ditatorial do mundo", ele proclama. "Israel é muito próximo de nós, à nossa identidade europeia. Israel luta a nossa guerra".

Poucos dias atrás, um tribunal holandês decidiu não punir um rapper muçulmano que escreveu em uma de suas músicas que iria atacar Geert Wilders. Em uma de suas músicas, ele dizia: "Geert, isto não é uma brincadeira. Na última noite, eu tive um sonho de arrancar a sua cabeça". Em outra parte, a música diz que "qualquer um que falar de muçulmanos será morto".

Há seis anos atrás, quando o governo holandês já não tinha casas seguras, Geert e sua esposa ficaram na prisão.

"As celas em que nós vivíamos tinha sido anteriormente ocupada por dois agentes líbios, responsáveis por abater o avião "Pan Am". Nós não estávamos lá como prisioneiros, mas como pessoas protegidas. Nós também dormimos em bases militares ao redor da Holanda e aviões militares nos levaram, se necessário fosse, para as nossas reuniões. Foi uma loucura. Houve momentos em que eu tive que colocar uma peruca, um bigode falso, e um par de óculos escuros para evitar que outros me reconhecessem".

Extrema-direita? Fascista? Racista? "Eu sou o oposto direto de tudo isso", protesta Wilders. "Nós usamos somente os meios democráticos. Nós definitivamente não somos racistas; nós não nos importamos com a cor da pele das pessoas. É ridículo afirmar que todos os nossos eleitores são fascistas. É um insulto - não apenas para mim, mas para eles também. Não pode haver tantas pessoas insanas na Holanda. Mas a elite política, que não conseguiu resolver os problemas que falamos abertamente - a imigração em massa, os índices de criminalidade, o islamismo - ainda pensa que não é politicamente correto falar sobre isso. Eles nos vêem recebendo amplo apoio e nos demonizam como resposta".

Wilders diz que os partidos estabelecidos em toda a Europa não têm nenhuma ideia de como tratar partidos como o dele. "Eles tentam colocar todos os tipos de rótulos em nós e, em seguida, copiam o que fazemos. Algumas semanas atrás eu fiz um discurso em Berlim. Eu disse aos alemães "Por favor, esqueçam seu passado. As novas gerações não são responsáveis pelo que aconteceu. Livrem-se do seu passado, porque ele impede que você fale livremente sobre os problemas criados pela imigração em massa e Islão.

Em sua entrevista, Wilders reitera que o Islão não é uma religião

"É uma ideologia totalitária. Nela, não há lugar para nada, a não ser o próprio Islão. Ela quer controlar não apenas a vida privada das pessoas, mas a vida da sociedade também. Se você é um ateu, um cristão ou um judeu vivendo em uma sociedade onde o islamismo é dominante, sua vida é muito difícil. É por isso que comparações devem ser feitas entre o Islã e outras ideologias totalitárias como o comunismo eo fascismo.


"Eu não tenho nada contra os muçulmanos como seres humanos. A maioria deles são pessoas que respeitam a lei como eu e você. Mas sou contra a imigração em massa de países muçulmanos, porque os imigrantes trazem sua cultura para cá, que, se permitida ser dominante, vai mudar a nossa sociedade. Já em países com uma considerável minoria muçulmana, essas mudanças para o pior pode ser vistas".

Wilders também admite a sua grande admiração a Israel e a Ariel Sharon: "Sharon foi demonizado no Ocidente, também, mas ele foi um grande político, e eu o tenho como um exemplo".

"Acredito que o conflito entre Israel e os palestinos não é territorial. Quem afirmar o contrário não tem idéia do que está falando. Se você der a Cisjordânia e Jerusalém Oriental e deixar os palestinos tê-los, isso não acabaria com o conflito. Vai levar algum tempo - um mês, um ano, dez anos - mas eles exigirão o resto do seu país, porque é um conflito ideológico. A solução, portanto, não poderia ser territorial, mas tem que ser ideológica.

"Palestinos acreditam - e esta é a natureza do Islão - que Israel é deles, e através da luta contra Israel eles combatem o ocidente não-muçulmano. A luta contra Israel é a luta contra nós. Nós somos Israel. A razão para o bom sono dos pais holandeses com nenhuma preocupação com os seus filhos é que os pais em Israel passam noites sem dormir porque seus filhos estão no Exército. Isso não significa que Israel não possa ser criticado, mas eu não tenho vergonha de lutar por Israel".

Na conferência, Wilders tentará convencer o público que os palestinos já têm o seu próprio país. "A Jordânia é a Palestina", afirma. "Isso foi verdade no passado, após o acordo Sykes-Picot, e, portanto, é uma solução para o conflito. Mesmo os reis da Jordânia, Abdullah e Hussein, disseram isso no passado. Só depois, quando eles perceberam que essas declarações poderiam pôr em perigo o seu reinado, porque os palestinos são maioria na Jordânia, eles mudaram suas mentes. Eu sou contra a idéia de transferência ou de limpeza étnica, mas se a Jordânia se tornasse a Palestina, seria possível encorajar os palestinos a se mudarem para lá. É claro que não será uma pessoa que decidirá como acabar com este conflito. Israel é uma democracia e decidirá por si próprio qual é a melhor solução para ele. A decisão é sua".

Entrevista completa no blogue de Geert Wilders
Tradução: Mente Conservadora

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Asia Bibi Libertada!

 Atenção Asia Bibi não foi libertada foi uma notícia falsa dada pela ICC, portanto a batalha continua!


ROMA, terça-feira, 23 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – Asia Bibi, a cristã paquistanesa condenada à morte por blasfêmia, foi libertada da prisão depois de receber clemência do presidente Asif Ali Zardari.
A notícia foi confirmada pela International Christian Concern (ICC), além de outras instituições de defesa da liberdade religiosa e a agência do Kuwait Kuna.

Bibi, de 37 anos, esteve presa durante vários meses sem ter sido processada e foi declarada “inocente” pelo ministro das Minorias do Paquistão, Shahbaz Bhatti, que também é cristão.
O ministro tinha pedido a libertação da paquistanesa ao presidente Zardari, por "não ter cometido atos blasfemos”.

No último sábado, Bibi assinara um pedido de clemência ao presidente, entregue a Zardari pelo governador de Punja, Salman Taseer.

Além da comunidade internacional, o Papa Bento XVI também já havia intercedido junto ao governo paquistanês.

Bibi foi condenada à morte por um juiz do distrito paquistanês de Nankana, na província central de Punjab. A condenação foi baseada em fatos ocorridos em junho de 2009, quando a mulher foi acusada de ofender o profeta Maomé durante uma discussão com muçulmanas.

Asia Bibi, segundo fontes locais, foi levada a um lugar não revelado para sua segurança, pois já houve casos anteriores de assassinato de pessoas declaradas inocentes no país.

A mulher vive com seu esposo, Ashiq Masih, suas três filhas e um filho, no bairro "Chak 3", em Ittanwali, província d Punjab. No assentamento muçulmano “Chak 3” vivem somente três famílias cristãs.

Comentário: A notícia traz felicidade e preocupação, ela pode estar livre da punição do estado, mas e da punição dos mçulmanos?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mais um Cristão condenado à morte por “blasfêmia” no Paquistão

Segundo a agência de notícias Asia News o Paquistão condenou neste domingo uma mulher cristã à morte por blasfêmia. Asia Bibi, uma trabalhadora agrícola de 37 anos e mãe de dois filhos, foi condenada por cometer blasfêmia perante a seus colegas de trabalho, durante uma acalorada discussão sobre religião na aldeia de Ittanwali em junho do ano passado.


A discussão teria começado porque algumas mulheres trabalhadoras, teriam sido pressionadas a renunciar sua fé e aceitar o islã. Durante a discussão, Bibi respondeu falando de como Jesus tinha morrido na cruz pelos pecados da humanidade e pediu que as mulheres muçulmanas dissesse o que Maomé tinha feito por eles.


A mulher muçulmana se ofendeu e começou a bater em Bibi.Em seguida ela foi trancada em um quarto. De acordo com a Release International, entidade que apóia os cristãos, ela foi abusada. Ainda segundo a entidade a acusações de blasfêmia foi feita contra Bibi, devido à pressão de líderes muçulmanos local.


Além da pena de morte, Bibi também foi multada ao equivalente de um ano de salário.


Outra mulher cristã, Martha Bibi (nenhuma relação com a Ásia Bibi), também está em julgamento em Lahore por blasfêmia.


Segundo a Comissão Nacional de Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica, entre 1986 e agosto de 2009, pelo menos 974 pessoas foram acusadas de profanar o Alcorão ou insultar o profeta Maomé. Eles incluem 479 muçulmanos, 340 Ahmadis, 119 cristãos, 14 hindus, 14 e 10 de outras religiões.


A lei sobre a blasfêmia tem sido freqüentemente usada como pretexto para ataques pessoais ou vinganças, bem como assassinatos extrajudiciais. No geral, 33 pessoas morreram desta forma nas mãos de indivíduos ou multidões enlouquecidas este ano.


A lei sobre a blasfêmia foi introduzida em 1986 pelo então ditador paquistanês Zia-ul Haq, e desde então tornou-se um instrumento de discriminação eviolência. Segundo o Código Penal do Paquistão, a lei impõe prisão perpétua por profanação do Alcorão e pena de morte para quem insultar Maomé.


De olho Na Jihad 10/11/2010

sábado, 6 de novembro de 2010

Irã adia execução de Youcef Nadarkhani, um ex-muçulmano convertido ao Cristianismo

Youcef Nadarkhani
Segundo noticiado pelo site Persecution.org e pelo diário Espanhol Minuto Digital, a execução de Youcef Nadarkhani, que foi condenado a morte por converte-se ao Cristianismo,foi adiada. Youcef foi preso em 13 de outubro de 2009, após se opor à pratica de obrigar os estudantes Cristãos, e também seus próprios filhos, a lerem o Corão. Ele foi setenciado a morte em 24 de outubro, de acordo com a Sharia, a lei da "religião da paz".

Acredita-se que Nadarkhani esteja preso um uma prisão de segurança máxima em Lakan, onde tem sido pressionado no último ano a rejeitar sua fé e voltar ao Islã.

"Atualmente se encontra sob a pena de morte, no entanto, a setença tem sido atrasada com o objetivo de pressioná-lo para que renuncie a Cristo", informa DeMars, que pertence ao mesmo grupo religioso ("a verdade real"), que tem acompanhado de perto o caso de Nadarkhani. "Uma vez que é dado o veredito por escrito, haverá apenas 20 dias para recorrer a Suprema Corte", afirma DeMars em sua página na Web.

Segundo informação da Infocatolica, seu caso foi encaminhado pelo Gabinete do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACDH) a outras agências que supervisionam a perseguição aos cristãos nos países islâmicos, como a Release International e a Voz dos Mártires. Segundo este último, se a pena de morte for executada, essa será a primeira execução judicial de um Cristão no Irã em décadas.



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Salman Rushdie escreve livro sobre anos em que viveu escondido para escapar da morte

LONDRES - Salman Rushdie está escrevendo um livro de memórias sobre os anos que passou escondido, depois de o então líder supremo do Irã, aiatolá Khomeini, ter emitido uma fatwa (condenação à morte) contra ele, em 1989, por Rushdie ter escrito "Os Versos Satânicos", livro considerado blasfematório em relação ao islã.


O escritor britânico acaba de lançar um livro para crianças intitulado "Luka e o Fogo da Vida", que escreveu para seu filho menor, Milan, e quase concluiu o roteiro para uma versão cinematográfica de seu aclamado romance de 1981 "Os Filhos da Meia-Noite".


A respeito do livro de memórias, o autor de 63 anos disse que há "um vazio de informações" a ser preenchido e que ele sente que é chegada a hora, finalmente, de enfrentar um período difícil de sua vida.


"Estou começando a escrever este livro de memórias", disse Rushdie à Reuters em entrevista. "Já escrevi aproximadamente cem páginas do livro, e calculo muito aproximadamente que isso é um quarto da história. Tenho como meta concluir o livro até o final do próximo ano."


"Por enquanto, sinto que estou indo bem - não estou ficando aflito e perturbado, estou simplesmente escrevendo e me sinto satisfeito por estar escrevendo."


Rushdie disse que espera concluir o livro até o final de 2011, mas que a meta vai depender de o filme "Filhos da Meia-Noite", a ser dirigido pela cineasta Deepa Mehta, nascida na Índia, ser feito em 2011 ou não.


"Os Versos Satânicos" foi lançado em 1988 e foi o quarto romance de Rushdie.


A fantasia alegórica sobre a luta entre o bem e o mal foi vista por muitos muçulmanos como blasfematória, fato que levou a manifestações de protesto e a chamados pela proibição do livro.


Em 1989 foi lançada uma fatwa que obrigou o escritor a mergulhar na clandestinidade, da qual ele só pôde emergir plenamente nove anos mais tarde, a despeito de ocasionais aparições públicas entre 1989 e 1998.


"Muitas pessoas não sabem o que aconteceu sob aquele véu de segredo", disse Rushdie.


Rushdie acrescentou que, embora o contexto mais amplo da fatwa fará parte de seu livro, este será "essencialmente uma história humana".


"É sobre como foi aquilo, não apenas para mim, mas para as pessoas próximas a mim, como meus filhos, minha mãe."


O livro de memórias também lhe permitirá corrigir erros de relatos sobre essa época de sua vida.


"É verdade que o fato de haver uma espécie de vazio de informações permite que as pessoas especulem ou inventem coisas com má intenção, e isso tem sido um pouco frustrante, mas a verdade é que, até bem recentemente, eu ainda não estava preparado para escrever este livro."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Salman Rushdie – O indiano que recebeu uma Fatwa de Khomeini decretando sua morte

Há 20 anos seu pescoço está por um fio por causa de fanáticos que insistem em ler seu Versos Satânicos como uma obra blasfema contra o Islã. Ele ainda corre riscos, a despeito do acordo firmado entre Irã e Inglaterra para suspender a fatwa - condenação à morte - contra Rushdie, acusado de apostasia em 1988 por causa do livro.

Ameaças. Rushdie, que todo dia 14 de fevereiro recebe uma carta de radicais, avisando que o país não esqueceu a fatwa decretada pelo aiatolá Khomeini (1900- 1989), não parece tão paranoico como há duas décadas, embora não ignore a advertência. Tem, inclusive, um livro pronto para ser publicado sobre essa experiência de viver perseguido.

Ele alega que o escreveu para contestar a história "falsa" que seu guarda-costas Ron Evans tentou publicar e foi interditada judicialmente há dois anos pela Corte Suprema de Londres. Evans teria argumentado em seu livro proibido que Rushdie tem instinto suicida e tirou dividendos financeiros da ameaça de morte. O livro em que o escritor finalmente pretende revelar tudo o que passou nas últimas duas décadas - primeiro se escondendo dos fundamentalistas e depois se retratando publicamente pelo conteúdo de Versos Satânicos - está pronto e nas mãos de seu editor.

Rushdie diz que não abjurou Versos Satânicos. Se, em 1990, pressionado pela ameaça de radicais muçulmanos, assinou um documento em que repudiou as ofensas ao Islã e assumiu o compromisso de trabalhar para o entendimento da religião no mundo ocidental, hoje diz que estava apenas defendendo sua vida. Não mudaria uma linha de seu polêmico livro, que, segundo ele, deve ser lido como obra literária, não como um libelo antirreligioso.

Os fundamentalistas, segundo Rushdie, estavam tão empenhados em incentivar a destruição pública de Versos Satânicos que nem sabiam do que se tratava a obra - sobre muçulmanos indianos que sobrevivem a um atentado. Nele, a passagem mais polêmica menciona uma possível adição ao conteúdo do Corão sugerida satanicamente aos ouvidos do profeta. O livro chegou a ser queimado nas praças. Seus editores e tradutores foram ameaçados de morte e livrarias chegaram a ser bombardeadas por manifestantes radicais.

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