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terça-feira, 15 de julho de 2014

Hamas contra Israel


Há seis dias o Hamas resolveu enviar centenas de mísseis contra Israel quebrando o cessar-fogo negociado em 2012.

Israel respondeu com ataques cirúrgicos a depósitos de mísseis e destruindo casas dos líderes to Hamas. A pergunta que todos estão fazendo é “o que o Hamas pensa irá ganhar de Israel?”

Se ela sabe que não ganhará esta guerra, então porque provocá-la? Porque colocar alvos militares no meio de sua própria população e causar sua morte?

A situação do Hamas é precária. Quando tomou o poder em Gaza há 7 anos atrás, o cenário era diferente. Havia um regime amigo no Cairo que fechava os olhos para os milhares de mísseis do Irã, Siria e Hezbollah que atravessavam o Sinai em direção à Faixa. Os líderes do Hamas estavam instalados confortavelmente na Síria e eram frequentemente recebidos como chefes de estado tanto pela Arábia Saudita como pelo Irã. Dinheiro não faltava, seus funcionários eram pagos em dia, Israel deixava passar todo tipo de mercadoria além de fornecer energia elétrica de graça. Em troca Israel era bombardeada e tudo estava bem.

Hoje o cenário é bem diverso. Os egípcios, queimados com a Irmandade Muçulmana, não querem nada com o seu braço palestino, o Hamas. Eles fecharam os túneis e o contrabando de armas e transferência de malas de dinheiro cessou. A Síria expulsou seus líderes quando o Hamas se recusou a apoiar o massacre de seus irmãos sunitas por Bashar al-Assad. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas se recusa a transferir dinheiro em parte porque tanto a Europa como os Estados Unidos designaram o Hamas como grupo terrorista e isso poria em risco a ajuda internacional.

Em Gaza, o Hamas está tendo sua liderança questionada por grupos ainda mais radicais como o ISIS ligado à al-Qaeda sunita ou o Jihad Islâmico ligado ao Irã shiita.

Parece absurdo mas a única saída para o Hamas era mesmo um ataque a Israel.
  
O ódio aos judeus é endêmico no mundo muçulmano. Um ataque a Israel é o único método comprovado de unir os piores inimigos como nesta semana foi descrito pelo embaixador de Israel na ONU, Ron Prosor, quando o embaixador saudita e o do Irã colaboraram numa resolução contra Israel. No ocidente, como ainda estamos vendo, a simpatia fica sempre com os palestinos. O Hamas já ganhou tudo isso, independente do resultado desta agressão.

Em 1991 quando Saddam Hussein lançou mísseis scud contra Israel, durante a primeira guerra do Golfo, ele não o fez pensando que iria destruir Israel. O fez para convencer os membros árabes da coalisão a abandonarem o lado americano e se unirem a ele. Saddam sabia que Israel não poderia retaliar e portanto ele só tinha a ganhar com o ataque.

O mesmo se passou com a Hezbollah na Segunda Guerra do Líbano em 2006. O grupo não acreditou realmente que milhares de mísseis iriam destruir o estado judeu. Mas apesar da guerra ter causado a destruição do Líbano, a Hezbollah e o Irã sairam dela como os defensores dos muçulmanos no mundo.

O problema foi que ao impedir Israel de agir decisivamente para ser vitoriosa e ainda, forçar Israel a negociar um cessar-fogo com a Hezbollah, os Estados Unidos efetivamente reconheceram e deram legitimidade ao grupo. Esta legitimidade foi traduzida imediatamente com uma efetiva tomada do poder pela Hezbollah no Líbano. E talvez este tivesse sido seu objetivo desde o começo.

O governo Obama deu ainda mais força à esta posição patética. Tanto em 2009 como em 2012, o presidente americano deixou claro que não iria tolerar uma humiliação do Hamas nas mãos de Israel. 

Do lado palestino, Mahmoud Abbas se colocou inequivocamente do lado do Hamas, repetindo que Israel estaria causando um “genocídio” de palestinos em Gaza. As mílicias da Fattah no entanto, estão se gabando de terem enviado dezenas de mísseis contra Ashkelon e Sderot. No campo diplomático Abbas está ameaçando levar Israel para a Corte Penal Internacional de Justiça ao mesmo tempo em que a incitação na Judéia e Samária estão nos mais altos níveis.

A posição de Israel tem sido clara: se os mísseis pararem, seus ataques também pararão. Mas o Hamas não pára. Ela sabe que quanto mais tempo durar esta violência, mais fortalecida ficará a Irmandade Muçulmana no Egito e mais difícil ficará para al-Sisi continuar com sua fronteira para Gaza fechada. Quanto pior ficar a situação do povo em Gaza, mais pressão será feita contra Israel.

E aí temos a administração Obama. Apesar das declarações oficiais serem de apoio ao direito de Israel de se defender, todas vêm acompanhadas de um aviso para que um desastre humanitário seja evitado. Mas em outros foruns o discurso é outro.

O enviado de Obama para o Oriente Médio, Philip Gordon esteve esta semana numa conferência de paz em Tel Aviv. Sem qualquer explicação ele culpou Israel pela derrocada das negociações mas elogiou profusamente Mahmoud Abbas. E a coisa não parou nas condenações e elogios. Gordon deixou entender que Obama estaria disposto a retirar o apoio americano a Israel na ONU. Ele perguntou “como poderemos evitar que outros estados apoiem os esforços palestinos em organizações internacionais se Israel não está comprometida com a paz?” Até agora não houve qualquer retificação pelo Departamento de Estado americano.

Por último, temos a mídia internacional. Esta, para justificar sua predisposição em favor dos palestinos, só mostra os números. Que em Gaza houve tantos mortos contra um punhado de casualidades israelenses sem noticiar que os mísseis são enviados a Israel de áreas residenciais, que os líderes do Hamas se escondem debaixo de hospitais e escolas, e que procuram o maior número de morte entre os seus para provocar o ultraje to mundo.

Obama escreveu um editorial para o jornal Haaretz esta semana dizendo que “paredes e sistemas de defesa contra mísseis como o Domo de Ferro ajudam a proteger de algumas ameaças, mas a verdadeira segurança só virá com a negociação de um acordo abrangente. Chegar num acordo de paz com os palestinos também ajudará a mudar o sentimento internacional contra Israel e ostracizará os extremistas, aumentando a segurança dos israelenses”.

Infelizmente Obama não entende o problema.

Israel já assinou dúzias de acordos com os palestinos e cada um não valeu o papel em que foi escrito. Isso porque ninguém lida com a base do problema que é o ódio dos árabes aos judeus. E como estamos vendo, o ódio aumenta quanto mais bem-sucedida for Israel. O Hamas não entende como apesar de enviar dúzias de foguetes de uma só vez, nenhum israelense morreu, houve poucos danos materiais e a vida continua.


Como alguém que acredita que nada acontece por acaso e que há um Deus olhando para o que está acontecendo, gostaria de compartilhar com vocês uma curiosidade. Esta operação foi chamada por Israel de Tsuk Eitan, a tradução fica algo como penhasco forte. As primeiras letras são tsadik e alef que perfazem o número 91. 

O Salmo 91 para quem quiser ler, é muito interessante para estes dias. Ele diz que “quem habita na Morada do Altíssimo estará sempre sob Sua proteção”; “Ele o cobrirá com suas asas e sob elas encontrará abrigo seguro. Não temas o terror que campeia durante a noite e nem a flecha que busca seu alvo durante o dia. O Salmo termina dizendo que quando o povo judeu chamá-lo Ele irá responder e fará ver Seu poder salvador”. É o que estamos vendo nos nossos dias. Que Israel continue a ter o mérito desta proteção.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ahmadinejad acredita que o messias islâmico está prestes a chegar


"Ahmadinejad conquistará Jerusalém
antes da vinda do messias islâmico."
Uma nova evidência surgiu quanto à visão iraniana de que a instabilidade atual no Oriente Médio representa um sinal de que o Mahdi - o messias islâmico - está prestes a aparecer. A CBN News obteve um vídeo nunca antes visto produzido pelo regime iraniano que diz que todos os sinais estão se encaixando - e que o Irã estará prestes a colaborar para o início do fim dos tempos.

Enquanto os movimentos revolucionários que se apoderam do Oriente Médio criam um clima de incerteza em toda região, o vídeo mostra que o regime iraniano acredita que o caos é uma prova divina de que a sua vitória final está próxima.


A Vinda está Próxima


O vídeo de propaganda foi supostamente aprovado pelos mais altos escalões do Governo iraniano. Chama-se "A Vinda está Próxima" e descreve os eventos atuais no Oriente Médio como um preâmbulo da chegada do mítico duodécimo Imã Mahdi - a figura messiânica que as escrituras islâmicas dizem que conduzirá os exércitos do Islã para a vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.

"Este vídeo foi produzido por um grupo chamado 'Os Condutores da Vinda', em conexão com o Basij - a força paramilitar iraniana - e em colaboração com o escritório do presidente iraniano", disse Reza Kahlili, um ex-membro da Guarda Revolucionária do Irã que compartilhou o vídeo com a CBN News.

Kahlili, autor do livro "Tempo de Trair", trabalhou como um agente duplo para a CIA dentro do regime iraniano.

"Há poucas semanas, o escritório de Ahmadinejad apresentou este vídeo com muita emoção para os clérigos", disse Kahlili à CBN News. "O público-alvo são os muçulmanos no Oriente Médio e no mundo".

O vídeo afirma que o Irã está destinado a se levantar como uma grande potência nos últimos dias para ajudar a derrotar os Estados Unidos e Israel, e anunciar o regresso do Mahdi. E deixa claro que os iranianos acreditam que esse momento está se aproximando rapidamente.

"O Hadith descreveu claramente os eventos e as diversas transformações dos países no Oriente Médio e também a respeito do Irã na época da vinda", disse um narrador no vídeo, e continuou dizendo que a invasão estadunidense ao Iraque já havia sido anunciada pelas escrituras islâmicas - e que o Mahdi, num futuro próximo, governará o mundo a partir do Iraque.

Outros Sinais "Proféticos"

A agitação atual nos outros países do Oriente Médio, como Iêmen e Egito - incluindo o levantamento da Irmandade Muçulmana -, e o atual estado precário de saúde do rei da Arábia Saudita - rival iraniano -, também têm sido analizados como sinais proféticos de que o Mahdi está chegando.

"A presença de Abdullah, sua enfermidade e sua condição duvidosa não são uma grande notícia para aqueles que estão ansiosos pela vinda?", pergunta o narrador.

O líder supremo do Irã, Khameini, e Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah, são considerados peças fundamentais do fim dos tempos, cujas ascensões foram preditas nas escrituras islâmicas.
O mesmo ocorre com o presidente Mahmoud Ahmadinejad, que segundo o vídeo conquistará Jerusalém antes da vinda do Mahdi.

"Acredito que seja um desenvolvimento muito sério", disse à CBN News o especialista em assuntos do Oriente Médio Joel Rosenberg, autor do livro "O duodécimo Imã". "Abre uma janela para o pensamento da liderança iraniana: eles acreditam que uma guerra com Israel pode acontecer antes do que muitos imaginam".

Kahlili diz que o vídeo "A Vinda está Próxima" em breve será distribuído pelo regime iraniano para todo o Oriente Médio. Explicou que o seu objetivo é promover mais levantes nos países árabes.

Fonte: CBN News
Tradução: Jônatha Bittencourt - CessarFogo.com


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sábado, 7 de janeiro de 2012

Oficial do Fatah: "Israel não tem direito religioso ou histórico a Jerusalém"

O filósofo e membro do Conselho Consultivo do Fatah, Ahmed Ghoneim, chamou para a adoção de um programa pela "palestinização" de Jerusalém, um claro ponto-de-vista palestino para lidar com o que descreveu ser uma suposta "israelização" que o Estado judeu está realizando em Jerusalém. Isso ocorreu durante uma conferência realizada pelo Ministério da Informação em Qalqilya, ao norte da Cisjordânia, na semana passada.

Ahmed Ghoneim falou sobre o contexto histórico de Jerusalém, afirmando que o movimento sionista procurou repetidas vezes uma lenda que reunisse os judeus do mundo inteiro e tornasse os participantes de uma religião numa nação.
Ele acrescentou que a insistência do povo judeu em declarar Jerusalém como sua eterna capital representa uma guerra religiosa, embora, segundo Ghoneim, os judeus não tenham direitos religioso, legal, politico e histórico a Jerusalém.
Fonte: Al-Hayat / Via: Palestinian Media Watch
Tradução e Adaptação: Jônatha Bittencourt - Cessar-fogo.com

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Hamas renova sua promessa de destruir o Estado de Israel

O grupo não fará concessões e não aceitará que o
Estado judeu tenha "sequer uma polegada" de terra.
O movimento fundamentalista islâmico Hamas reiterou seu compromisso com a destruição de Israel, durante a celebração do vigésimo quarto aniversário de sua fundação. Aplaudidos por centenas de milhares de seguidores que tremulavam bandeiras verdes e palestinas na praça Al Kativa, no oeste da capital Gaza, os dirigentes islamitas reafirmaram que nunca reconhecerão o Estado de Israel.

"Dizemos isso claramente, sem necessidade de interpretação: a resistência armada e a luta armada são a nossa única opção para libertar a terra e libertar toda Palestina, desde o mar até o rio (Jordão) e expulsar os invasores", declarou o chefe do governo e dirigente do grupo terrorista Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, cujo discurso foi repetidamente interrompido por aplausos e slogans anti-israelenses.



Antes de se dirigir ao público, Haniyeh, que chegou ao palco acompanhado por vários de seus ministros e portando duas bandeiras nas mãos, a palestina e a do seu movimento, dirigiu-se a uma gigante foto de Al-Aqsa que decorava o cenário e fez o gesto de abrir a porta da mesquita, ato que foi aplaudido pela multidão.

"O Hamas nasceu com o começo da Primeira Intifada, viveu com a Segunda Intifada e liderará, junto do povo palestino e das facções islâmicas e nacionais, todas as futuras Intifadas até a libertação da Palestina, toda Palestina", disse Haniyeh. O dirigente islamita acrescentou que o seu grupo não fará concessões e que não aceitará que o Estado judeu tenha "sequer uma polegada" de terra, que nunca reconhecerá Israel.

Também se comprometeu em seguir trabalhando com o movimento Fatah, liderado pelo presidente Mahmoud Abbas, na unidade de todas as facções e com o fim da divisão geográfica e política.

Segundo o Hamas, foi a maior concentração de apoio registrada desde a fundação do movimento em dezembro de 1978.

Dezenas de operários trabalharam na praça para levantar uma plataforma de 1.350 metros em forma de proa de barco e de quatro ilhas, que representavam Túnez, Egito, Líbia e Iêmen, países protagonistas das revoltas árabes. O cenário estava decorado com uma fotografia gigante de Al-Aqsa, em Jerusalém, além de um mapa em cor verde - do que o grupo terrorista islâmico define como Palestina - de Israel e dos territórios palestinos, no qual se destacava a seguinte legenda: "Jerusalém, estamos chegando".

"Vim aqui porque amo o Hamas. É o único movimento palestino que acredita na resistência armada contra a ocupação israelense e é o único movimento que pede a libertação da terra da Palestina", declarou Abu Mohamed, que participou do evento acompanhado de seus três filhos.

Mushi Al-Masri, deputado islamita preso por Israel e liberado na troca de prisioneiros em 18 de outubro, dirigiu-se à multidão para garantir que "o Hamas alcançou com êxito a combinação do governo com a resistência armada. A vitória da libertação da Palestina está, hoje, mais próxima e o Hamas está mais perto de ganhar nas próximas eleições".

O braço armado do Hamas, as Brigadas de Ezedín Al-Kasam, aproveitou a ocasião do 24º aniversário para se orgulhar de suas "conquistas" nesse período: assumiram o assassinato de 1.365 israelenses e o lançamento de 11.039 foguetes ou projéteis de morteiro contra o Estado judeu.

O grupo islâmico palestino - genocida e antissemita, segundo sua Carta de Fundação - assegura que desde a sua criação efetuou 1.117 ataques, nos quais feriu a 6.411 israelenses, dos quais 87 foram em atentados suicidas em Israel.

Fonte: EFE / Aurora
Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad


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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Paradoxo do Acordo de Shalit

"Este é um dia de grande celebração.
Este é um dia de grande tristeza."
O acordo de Shalit irá trocar 1027 prisioneiros árabes palestinos, todos terroristas ou pessoas suspeitas de terrorismo e aguardando a sua sentença, pelo soldado israelense. Foi finalizado na quinta-feira da semana passada e foi aprovado pelo governo na noite de terça-feira com uma maioria de vinte e seis contra três. Netanyahu, que já escreveu livros dizendo que acordos como este só cedem ao terrorismo e só levarão a mais terrorismo, pressionou para o acordo. Os três ministros que votaram contra foram Avigdor Lieberman, Uzi Landau, e Moshe Ya'alon. Landau disse que “o acordo é uma grande vitória para o terrorismo e fere a dissuasão e segurança de Israel”.

Em defesa do acordo, Netanyahu disse: “Há uma tensão inerente entre o desejo de trazer de volta um soldado sequestrado, ou cidadão, e a necessidade de manter a segurança dos cidadãos de Israel. Esta é a minha dupla responsabilidade como Primeiro-Ministro... não quero esconder a verdade de vocês – é uma decisão muito difícil. Eu sinto pelas famílias das vítimas do terror".

As negociações foram feitas no Cairo e, possivelmente, em Berlim, sob o patrocínio egípcio e alemão. Os últimos detalhes foram finalizados em uma conversa telefônica entre Netanyahu e o chefe da agência de inteligência egípcia. Yoram Cohen, chefe da agência de inteligência interna de Israel, o Shin Bet, aprovou o acordo. Seu antecessor, Meir Dagan, opôs-se firmemente a um acordo durante o seu período, mas de acordo com relatórios, o Hamas suavizou suas exigências durante as últimas negociações.

Como parte do acordo, quarenta dos 1027 terroristas serão enviados para o exterior enquanto o resto vai ser enviado ou para Gaza ou para a Judeia e Samaria (Cisjordânia). Seis árabes israelenses voltarão a Jerusalém Oriental. A libertação ocorrerá em duas etapas, com Shalit e 450 terroristas sendo liberados na primeira fase. Já que famílias de vítimas do terrorismo provavelmente irão recorrer à Suprema Corte contra a libertação dos terroristas, o procedimento legal vai atrasar o processo em alguns dias.

Comentário:
Este é um dia de grande celebração – e é um dia de grande tristeza. A seguinte observação explica o paradoxo: um ato israelense causa celebração entre terroristas; um ato israelense faz os inimigos e assassinos de Israel se alegrarem. Isto dá motivo para alguma séria reflexão.

Após o anúncio do acordo, os membros do Hamas saíram pelas ruas de Gaza e dispararam para o ar. Agora eles estão organizando grandes festas de celebração. O líder do Hamas em Damasco, Khaled Mashaal, prometeu que as pessoas libertadas irão “retornar à luta” – eufemismo dele para “terrorismo”. Seu comparsa na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, disse que “este é um momento histórico de grande vitória".

Então, a quem eles estão celebrando? Eles estão celebrando Ibrahim Hamed, ex-chefe de operações de terror do Hamas na Judeia e Samaria. Hamed é responsável por planejar o assassinato de noventa israelenses, incluindo o atentado a bomba ao Coffe Moment em março de 2002, matando onze pessoas; o atentado a bomba na Universidade Hebraica, em julho daquele ano, matando nove pessoas; os atentados na Praça Sião em Jerusalém, em 2001, matando onze, e outros tantos ataques. Eles estão celebrando Ahlam Tamimi, que levou o homem-bomba que atacou a pizzaria Sbarro na Rua Jaffa, em agosto de 2001, matando quinze. Eles estão celebrando Amna Muna, a jovem que atraiu Rachum Ophir, de 16 anos, a Ramallah, onde dois dos amigos dela mataram o jovem com 28 tiros. Estes são os herois do Hamas.

No total, os terroristas prestes a serem libertados são responsáveis por 599 assassinatos e milhares de pessoas mutiladas e feridas, muitas delas para a vida toda. Duzentos e oitenta dos terroristas são assassinos; 450 estiveram envolvidos em ataques sérios, enquanto os outros foram envolvidos em ataques que Israel caracteriza como menos graves, como por exemplo, lançamento de pedras. Duas semanas atrás, esses lançamentos de pedras “menos graves” levaram à morte de Asher Palmer e de seu filho de dois anos de idade, Jonathan.

Com base nisso, é desanimador registrar a facilidade com que as agências de imprensa em todo o mundo relatam o acordo. A BBC, como é de sua política indefensável, se recusa a chamar essas pessoas de “terroristas” e fala em “militantes palestinos”. A Associated Press diz que eles têm sido “acusados de atividade militante”. Em nenhum lugar há uma discussão sobre o trauma profundo que Israel está passando na libertação desses assassinos. Se o mundo segue seu curso normal, a mídia internacional irá, em poucos dias, relatar as cenas alegres e comoventes de quando essas pessoas voltarem para suas famílias – e nenhuma palavra vai ser dita sobre o dia em que eles partiram; o dia em que eles foram para a sua missão assassina.

Tão preocupante quanto isso, é que em nenhuma parte da mídia internacional há uma discussão sobre o problemático enfraquecimento do sistema judicial que tal libertação causa. Esses terroristas foram condenados de acordo com o devido processo legal. Provas foram feitas contra eles provando sua atividade criminosa. Agora, eles são libertados, e, nisto, pontos de interrogação são colocados no princípio de punição legal. Motivações de Israel para fazer isso são claras, mas por que o mundo silenciosamente encoraja isso?

Tudo isso poderia não ter sido necessário se a comunidade internacional tivesse agido decisivamente em um estágio anterior. Mas quando nação após nação começa a se envolver com o Hamas e dar legitimidade a essa organização terrorista, enquanto atos da organização – para não dizer sua própria essência, são inegáveis violações do direito internacional, por que eles deveriam mudar os métodos? Quando a ONU se recusa a usar os músculos para forçar o Hamas a respeitar o direito internacional e as organizações de direitos humanos como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional mais ou menos ignoram a questão, como podemos esperar resultados? Na falta de apoio internacional, Netanyahu fez o que ele sentia que tinha que fazer. O mundo não é perfeito e às vezes transigências precisam ser implementadas – mas isso não é uma vitória para o mundo democrático!

A maioria dos comentaristas concorda que este acordo vai fortalecer o Hamas e enfraquecer o Fatah. E eles provavelmente estão certos. A popularidade do Hamas nas ruas vai ser incentivada e sua rede terrorista reforçada. Mas em longo prazo isso importa pouco para Israel. Tanto o Hamas quanto o Fatah têm um objetivo declarado de destruir o Estado judeu – é apenas uma questão de métodos. A primeira escolha do Hamas é o terror, e a primeira escolha do Fatah no momento é a diplomacia. Israel está aprendendo a lidar com ambos.

Os israelenses deveriam se unir na comemoração com a família Shalit. Apesar do trauma de liberar assassinos e o que isso pode levar no futuro, o acordo revela o quanto a sociedade estima a vida de um soldado. Agora, os olhos devem se concentrar sobre o futuro. Usando uma máxima do vocabulário de Ben Gurion, Israel deve combater o terrorismo como se não houvesse nenhum acordo e implementar o acordo como se não houvesse nenhum terrorismo. Haverá, e com razão, opiniões divididas sobre esta questão. Mas o mais importante é olhar em frente e ver o que pode ser feito na frente legal, na frente diplomática, com a inteligência, pelos militares, e com outros meios disponíveis para impedir o Hamas de cumprir sua promessa de sequestrar mais israelenses.

Fonte: Word of Life Israel 
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Israel detém células terroristas do Hamas horas antes de atentado


Um trabalho conjunto que uniu forças do
Shabak, do Exército de Defesa de Israel e
da polícia.
O Serviço Secreto Interno de Israel (Shabak) desbaratou um atentado suicida no mês passado em Jerusalém, segundo o que foi dado a conhecer no dia de hoje. O cinto carregado de explosivos foi apreendido 24 horas antes do ataque planejado. O artifício já havia ingressado na capital, mais precisamente no bairro de Ras el Amud.

A extensa operação antiterrorista foi um trabalho conjunto que uniu forças do Shabak, do Exército de Defesa de Israel e da polícia contra a infraestrutura militar do Hamas na Cisjordânia e em Jerusalém. Na operação, foram dezenas de membros do Hamas, que atuavam em 13 células separadas, foram detidos.

O terrorista detido.
A célula principal, encarregada pelos ataques, tinha sua base em Hebrom e estava em contato com o quartel general do Hamas em Damasco (capital da Síria). Essa célula havia determinado a data do atentado para o dia 21 de agosto. O Hamas havia planejado usar um extintor de incêndio carregado com seis quilos de explosivos. O dispositivo deveria ser ativado num ônibus ou num centro comercial do bairro Pisgat Zeev (em Jerusalém) por um terrorista suicida. O terrorista em questão foi identificado como Said Qawasmeh, de 20 anos, residente de Hebrom.

Esta mesma célula foi responsável pelo atentado de 23 de março em frente ao Centro Internacional de Convenções (Binianei Haumá), próximo à parada de ônibus de Jerusalém, onde foi assassinada a turista britânica Mary Jean Gardner e outras 47 pessoas ficaram feridas.

O serviço secreto destacou os esforços expressivos que o Hamas tem dispensado para restaurar a infraestrutura de sua ala militar e executar ataques contra objetivos israelenses. O Shabak ressalta que a principal meta da organização fundamentalista islâmica é o sequestro de um soldado para negociá-lo pela liberdade de presos palestinos.

Outra célula terrorista, que incluía cerca de 20 militantes, descoberta pelo Shabak, operava a partir do presídio de Ketziot. O grupo recrutava prisioneiros palestinos que seriam libertos com o objetivo de tratar o sequestro de um soldado israelense.

Uma das células desbaratadas operava a partir de Hebrom, sob as ordens da direção do Hamas em Gaza. O objetivo da célula era, também, o sequestro de um militar, sua transferência ao Sinai e, dali mesmo, por meio de túneis, transferi-lo para a Faixa de Gaza. O líder da célula, Ahmad Madhoun, de 44 anos, de Hebrom, recebeu 10 mil dólares durante a sua visita à Arábia Saudita, para a compra de armas a serem utilizadas na operação.

Fonte: Aurora
Tradução: Jônatha Bittencourt - Editor de www.cessarfogo.com / De Olho na Jihad
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

"NAKSA" - Outro truque de RP para atacar Israel

"...para provocar uma situação que coloca os soldados
armados contra civis - uma poderosa imagem de TV."
O último domingo, 5 de junho, marcou o início da Guerra dos Seis Dias em 1967, e, em conexão com isto, os árabes palestinos comemoraram o que eles chamam de “o Naksa”, significando “o revés”. Durante esta guerra, quando Israel foi atacado por cinco nações árabes, Israel conquistou as Colinas de Golã, Judéia e Samaria, incluindo Jerusalém Oriental, Sinai e Gaza.

Como parte de uma nova tática, também usada em 15 de maio, os árabes palestinos convocaram grandes manifestações nas fronteiras de Israel, a partir das nações vizinhas, simbolizando aquilo que eles chamam de retorno dos refugiados. Convocações também foram feitas para os árabes israelenses e também aos árabes na Judéia e Samaria para marchar em Jerusalém.


O
s protestos no domingo não atraíram tão grandes multidões como os organizadores esperavam. No Líbano, os manifestantes foram impedidos pela Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL, em inglês) e pelo Exército Libanês ao passo que o Hamas impediu manifestações em Gaza. Apenas na fronteira com a Síria manifestantes tentaram romper a cerca da fronteira, mas foram recebidos com avisos, gás lacrimogêneo, granadas de efeito moral e no final com tiros dirigidos às partes inferiores de seus corpos. De acordo com autoridades sírias, 23 pessoas foram mortas, mas as Forças de Defesa Israelenses (IDF) duvidam muito deste numero. “Nosso disparo foi medido e cauteloso”, disse um oficial das Forças Armadas. Israel afirma que o presidente sírio, Bashar Assad, utilizou o incidente de fronteira para desviar a atenção de sua própria onda de assassinatos sobre os manifestantes anti-regime na Síria.

Comentário:
Os incidentes de domingo são apresentados como parte de uma luta contra uma potência ocupante. Os slogans e bandeiras dos manifestantes falam sobre a retomada do território ocupado bem como de um regresso dos refugiados. Eles são apresentados como uma questão moral de direitos humanos. No entanto, a campanha não é senão um grande truque de relações públicas (RP) concebido para colocar Israel em uma posição ruim. As reclamações de ocupação e os refugiados não refletem a situação real, mas elas são poderosas demonstrações. Além disso, as tentativas de infiltrar as fronteiras não têm nenhum objetivo a não ser para provocar uma situação que coloca os soldados armados contra civis - uma poderosa imagem de TV. A perda da vida de algumas pessoas é um pequeno preço a pagar, ao que parece, para ganhar o favor do mundo ocidental.

Israel fez o que cada nação deve fazer em tais casos: proteger suas fronteiras. É uma tragédia se as pessoas foram mortas como resultado deste incidente (a Cruz Vermelha não pode confirmar quaisquer números de morte). No entanto, as possíveis mortes são de responsabilidade da Síria, a qual permitiu que os manifestantes se infiltrassem na fronteira. É da responsabilidade de cada nação que o seu território não seja utilizado para atacar os países vizinhos. Mas a vida humana parece ser um produto barato no regime de Assad ultimamente.


Finalmente, a narrativa árabe palestina está se espalhando rapidamente devido a uma utilização consciente de palavras específicas. “Naksa” é uma das mais recentes. Outras palavras que carregam uma mensagem de consciência ideológica são Nakba, refugiados, ocupação, muro de separação, Al-Aqsa, Al Quds, Cisjordânia, os assentamentos, os militantes, para citar algumas. Ao usar palavras como estas, o conflito está sendo enquadrado de forma anti-israelense. Imagens anti-Israel são criadas nas mentes das pessoas, e isso leva no final a uma falta de simpatia para com o Estado judeu. Uma pessoa que se preocupa com a objetividade deve ser capaz de expor essa manipulação com palavras.


Por Word of Life Israel - publicado no blog Cessar-Fogo.


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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Na mesquita de Al-Aqsa Imã promete vingança contra os "cães ocidentais"

Um Imã na mesquita de Al-Aqsa prometeu vingança aos "cães ocidentais" por matarem Osama Bin Laden. Em um vídeo postado no youtube o Imã diz:


"Os cães ocidentais estão alegres depois de matarem um dos nosso leões islâmicos de Al-Aqsa, onde o futuro califado nascerá com a ajuda de Alah. Dizemos aos cães para não se alegrarem muito por matarem leões. O cão continuará cão e o leão mesmo morto será sempre um leão".


Logo em seguida ele ameaça os Estado Unidos:

"Vocês foram instruídos a matarem muçulmanos e devem saber que em breve cairão junto com Bush. Somos uma nação de milhões, uma boa nação".

O Imã também disse que ensinariam aos americanos pela política e por meios militares.

Obs: O youtube acaba de excluir o vídeo.
Obs 2: Nossa amigo Roberto "o caçador implacável" de links achou o vídeo que postamos acima.

Fonte: Ynet News

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Mulher morta no atentado em Jerusalém era tradutora da bíblia

Mary Jean Gardner, de 55 anos, foi atingida pela explosão do atentado a bomba contra um ônibus em Jerusalém. A escocêsa foi a única pessoa a morrer no ataque que deixou outras 30 pessoas feridas.
 
Gardner trabalhava para o Wycliffe Bible Translators como tradutora, e foi para Israel no início do ano para estudar na Universidade Hebraica. Ela havia ido a Jerusalém para aprimorar suas hablidades no hebraico, antes de iniciar uma tradução do Antigo Testamento para a língua Ife, uma das línguas faladas no Togo. A tradução do Novo Testamento já havia sido concluída em 2009.
 
Um porta-voz da Wycliffe Bible Translators publicou uma nota dizendo: "A Wycliffe Bible Translators lamenta em anunciar a morte de Mary Gardner, em uma explosão terrorista em Jerusalém no dia 23 de março, onde foi estudar hebraico no lar do tradutores da bíblia".

Após o ataque o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu reagir com agressividade, responsabilidade e sabedoria. 

Mary Gardner morre nove anos após a morte de seu compatriota, Yoni Jesne, morto em um atentado suicída realizado pelo grupo terrorista Hamas. 


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terça-feira, 22 de março de 2011

De Gaza: Os Judeus não tem direito algum sobre Jerusalém


Não constitui grande surpresa ver antisemitismo vindo de Gaza. Este revisionismo histórico para negar qualquer direito que dos judeus em relação à Palestina parece ser muito comúm no mundo árabe. Recorda-me o excelente livro de Nonie Darwish, intitulado "Now They Call Me Infidel" ("Agora Chamam-me de Infiel") no qual ela explica que, durante a sua infância, no Egipto nunca tinha ouvido falar da antiga história dos judeus na Palestina. Todos os jovens egípcios cresceram aprendendo que os judeus não tinham qualquer direito a Jerusalém, ponto de vista expressado no artigo em apreço. Este modo de pensar prepara o caminho para o terrorismo Islâmico contra dos cidadãos israelitas, assim como contra os judeus em todo o mundo.

Veja o árabe original aqui.
See the English translation here.
Judaismo Não É Uma Nacionalidade Distinta, Mas Sim Uma Adquirida
Said Sabah, Donia al-Watan, 8 Dec 2010
Sionismo é uma combinação colonial, pois todas as suas ações, as quais não contribuíram à estabilidade, nem da Palestina, nem da região, foram apoiadas pelos poderes coloniais desde a sua formação. Desde o mandato britânico sobre Palestina, esta terra sagrada não presenciou nada senão traição, engano, malícia, iniquidade, guerra, destruição, matança, agressão e a expulsão de pessoas das suas casas.
A Britânia colonial, em toda a sua generosidade, deu à Palestina um estado para os sioinistas, os quais não estão ligados à religião da Judeia por nenhum vínculo, uma vez que a religião dos filhos de Israel não merece ser manchada pela culpa daqueles traidores, muito distantes daquela raça Israelita antiga que morou, por um tempo curto, numa parte desta terra abençoada.
Palestina não foi uma nação especial para os judeus em tempos antigos, pois quando formaram sua nação, já habitavam nestas terras as tribos árabes, de quem descendem os palestinos e nações vizinhas. A natureza Árabe de Palestina não é discutida, pois o povo cananito-árabe que habitava esta terra antes que existiram os judeus foi uma extensão das tribos árabes que até agora nunca saíram de Palestina.
Sabe-se, através da história antiga como da moderna, que quando os judeus chegaram  à Palestina, se apoderaram pela força de partes dela. Moraram ali por não mais de 7 décadas, ou 70 anos, antes de serem vencidos e dispersos por toda a terra, antes da queda do seu reino e seus templos. Assim o judaísmo passou só um tempo brevíssimo (em Palestina), e não produziu nada de importância. Foi o cristianismo, que apareceu depois do judaismo, que permaneceu até o advento de islão. [...]
...bandos de crime organizado, matança, e racismo degenerado, de várias raças e etnias, e os quais falam as línguas distintas de seus paises nativos, se chegaram a ser uma nação religiosa e racista, em prejuízo do povo palestino. [...]

terça-feira, 30 de novembro de 2010

'Palestinos' reivindicam para si o local mais sagrado do judaísmo


Bare Naked Islam, 29 de novembro de 2010
Original: 'Palestinians' claim holiest site in Judaism as their own
Tradução: Dextra


Não há palestinos, apenas árabes da Palestina. Um estado palestino foi criado pela ONU em 1948, mas os árabes tomaram a terra e a rebatizaram de Trans-Jordânia (a Jordânia de hoje). A Jordânia É o estado palestino. Eles não precisam de um outro.

Israel deveria ter removido todos os árabes para fora do estado judeu em 1948, como todos os países árabes fizeram com suas populações judaicas. Os árabes da Palestina estão tentando roubar cada pedaço de uma história judaica de mais de 5 000 anos e torná-la sua.

NY POST - Da próxima vez que a Casa Branca criticar a relutância do primeiro-ministro israelense  Benjamin Netanyahu em apoiar a Autoridade Palestina, ela deveria considerar o modo ultrajante como aqueles palestinos estão tentando reescrever a história.

O ministério da informação da AP publicou esta semana um "estudo" oficial declarando que o Muro das Lamentações, na Parte Velha de Jerusalém -- reverenciado por 2 000 anos como um dos locais mais sagrados do Judaísmo -- não é de modo algum judaico. Na verdade, afirma o relatório de um alto funcionário ministerial, ele não é mais do que o muro ocidental da Mesquita de Al-Aqsa e só tem sido um local de culto judaico para os judeus desde a Primeira Guerra -- e isto por "tolerância dos muçulmanos."

Isto, deve-se observar, não está vindo do Hamas. Isto vem dos mesmos palestinos "moderados" que os presidente Obama e o resto do mundo apoiam, aos quais fazem concessões e em quem confiam para a segurança de longo prazo de Israel.

Infelizmente, os esforços árabes para apagarem a história judaica não são uma novidade. O que é repugnante é que estes esforços estejam sendo cada vez mais endossados pelo mundo como um todo.

Mês passado, a Unesco endossou as exigências da AP de que a Tumba de Raquel, nas cercanias de Belém -- há muito reverenciado como um local de culto judaico --, não apenas fosse removido de entre os locais históricos declarados de Israel, mas fosse de fato declarado como uma mesquita. Nem mesmo Yasser Arafat fez uma reivindicação dessas até 1996 -- e mesmo assim, sem nenhuma sombra de evidência histórica.

A Unesco também declarou que Israel não pode reivindicar a Tumba dos Patriarcas, o local do enterro dos antepassados bíblicos da nação judaica, segundo a tradição, como um patrimônio histórico nacional. E ainda por cima, a Unesco depois votou para remover do registro oficial o protesto do delegado israelence contra a votação, chamando-o de "muito agressivo."

E é preciso observar que até a administração Obama atacou publicamente Israel por acrescentarem aqueles dois locais à lista de seu patrimônio histórico nacional -- um gesto que torna possível a sua preservação.

A razão toda desta atividade contínua é apagar qualquer ligação judaica com a terra bíblica de Israel -- com vistas a negar a exitência do moderno estado de Israel.

Tanto mais certo está Netanyahu em agir devagar -- e em resistir aos que afirmam que os palestinos estão dispostos a co-existirem com Israel.


domingo, 7 de novembro de 2010

Imã de Nazaré é indiciado por incitar a violência contra o Papa Bento XVI e por apoio a "Jihad global"

Segundo a informação do The Jerusalem Post o Imã de Nazaré foi indiciado nesse domingo, por apoiar organizações terroristas, mas precisamente a al-Qaeda e por incitar a violência contra o Papa Bento XVI.

Nazim Salim Mahmoud, foi preso pelo Shin Bet (Agência de Segurança Israelense), depois que um dos assassinos do tezista Judeu Yafim Weinstein, ter confessado que os sermões de Nazim serviu de inspiração para a sua Jihad.

A acusação afirma que Salim deu sermões distribuiu e panfletos aos fiéis em sua mesquita encitando-os a atentar contra o Estado. Ele foi acusado de chamar seus seguidores a agir com violência em várias ocasiões. Além disso, a acusação afirma que ele criou um site para apoiar a jihad global.

Além da Shihab-Din uma mesquita em Nazaré, Salim também pregou em várias outras mesquitas, incluindo a Mesquita al-Asqa em Jerusalém, a terceira mais sagrada do Islã.

Salim já tinha chamado à jihad contra soldados israelenses, o papa, e todos os alvos que segundo ele "causam danos ao Islã". O imã foi citado como tendo dito que "os judeus são Satanás," e " Osama bin Laden é amado por Deus ", segundo a Rádio do Exército.

O Estado solicitou que a prisão de Salim seja prorrogada até o fim do processo contra ele.

Quando o Papa Bento XVI visitou à Terra Santa em Maio de 2009, Salim preferiu um sermão em al-Aqsa dizendo: "O Papa deixa os portões do Vaticano à frente de uma cruzada contra o mundo islâmico ... vamos expulsar o papa da Nazaré ..."

A prisão de Salim veio poucos meses depois da condenação do líder do braço norte do Movimento Islâmico o xeque Raed Salah, que foi condenado a cinco meses de prisão por atacar um oficial da polícia de Jerusalém.

De Olho na Jihad 11/2010

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Guarda de Israel mata palestino em Jerusalém Oriental

Um guarda de um assentamento israelense matou hoje a tiros um palestino, após este jogar pedras em seu carro. A morte gerou confrontos entre a polícia e moradores da comunidade árabe anexada de Silwan, em Jerusalém Oriental. "Um guarda responsável por proteger moradores judeus da vizinhança abriu fogo com sua pistola, após seu carro ser atacado com pedras", disse um porta-voz da polícia israelense.


Testemunhas disseram que outros dois palestinos ficaram feridos no ataque. Pelo menos cinco palestinos se feriram posteriormente, quando a polícia usou balas de borracha e gás lacrimogêneo para conter manifestantes que lançavam pedras. O homem morto foi identificado como Samir Serhan. O porta-voz disse que ele já havia sido preso anteriormente por "participação em distúrbio".


Silwan, uma comunidade árabe de 12 mil pessoas, onde algumas dezenas de judeus também vivem, é uma das áreas mais instáveis de Jerusalém Oriental, ocupada por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e depois anexada, em uma ação não reconhecida pela comunidade internacional. Os planos para demolir casas de palestinos a fim de abrir caminho para um parque arqueológico geraram violentos protestos no passado.


A Câmara Municipal de Jerusalém autorizou em junho o controverso projeto, que estaria a cargo do Elad, um grupo cuja meta é expandir o controle israelense sobre Jerusalém Oriental. No âmbito desse plano, 22 casas de árabes seriam demolidas, enquanto outras 66 seriam legalizadas. O parque ficaria localizado onde teria sido o local da antiga Jerusalém, durante os reinados dos reis bíblicos Davi e Salomão. Os palestinos, porém, querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado independente.


Os distúrbios de hoje são mais uma mostra dos desafios para os negociadores israelenses e palestinos, após o diálogo direto recomeçar no dia 2 depois de um congelamento de 20 meses. Os temas dos assentamentos israelenses e do futuro status de Jerusalém Oriental são dos que geram mais dificuldades para um acordo de paz. As informações são da Dow Jones.



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Palestinos e polícia da fronteira entram em choque em Jerusalém

JERUSALÉM - Moradores árabes do bairro de Silwan, de Jerusalém Oriental, entraram em confronto com a polícia da fronteira israelense nesta quinta-feira, 26, incendiando quatro carros e duas motos e atirando pedras contra os bombeiros. As informações são do jornal israelense Ha'aretz.

Um judeu de 22 anos morador da região se feriu levemente ao ser atingido por uma pedra. Os palestinos também colocaram fogo em árvores, latas de lixo e em uma cabine policial.

Segundo os manifestantes, os conflitos começaram quando colonos judeus tentavam derrubar um portão de uma mesquita. "Às 3 horas, quatro colonos chegaram e pediram para passar pela mesquita e cortar caminho. Um dos muçulmanos presentes na mesquita os viu e gritou para que eles fossem embora", disse um residente da região.

Os palestinos passaram a atirar pedras contra os colonos e suas casas depois do incidente, e a polícia da fronteira fez disparos de alerta. Durante os confrontos, vários veículos foram depredadas.

Os envolvidos no incidente negaram as alegações dos palestinos e disseram que "a história sobre o portão é completamente desconhecida". Um representante dos colonos disse que os confrontos começaram no início da noite de quarta, e não de madrugada, como descrito pela testemunha. "Não sabemos o que aconteceu, essa áreas é tranquila geralmente. Está claro que grupos extremistas estiveram envolvidos, e sabemos que vários moradores não queriam que isso tivesse acontecido", disse o representante.

As tensões em Silwan aumentaram nos últimos meses devido aos planos do governo de Israel de demolir casas construídas ilegalmente na área.

Fonte: Estadão

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