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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Fatwa autoriza e recomenda o assassinato de jornalistas no Paquistão


Líderes da mais mortal organização terrorista do Paquistão emitiram uma recente fatwa – um édito islâmico – ordenando seus seguidores a matarem jornalistas e suspeitos de serem espiões do Ocidente, chamando-os de inimigos do Islã.


O documento de 30 páginas foi emitido pelo Terik-E-Taliban (TTP) e inclui como inimigos a Fox News, a Associated Press, BBC, a paquistanesa GEO News, Al Jazeera e vários outros meios de comunicação cujo os símbolos estampam a capa do documento. A fatwa também estipula que a pena deve ser dirigida a qualquer jornalista ou organização de notícias consideradas anti-islâmico.

O documento foi publicado em urdu e lançado em vários sites jihadistas. O Theblze, site de notícias, obteve-o, mas preferiu não publicá-lo em sua totalidade devido a preocupação com jornalistas e profissionais que trabalham no Paquistão.

 “A guerra islâmica não é apenas contra pessoas armadas, mas contra as pessoas que estão trabalhando para os inimigos do Islã e que estão promovendo seus pontos de vista e suas notícias anti-islâmicas”, diz um dos trechos.

“Essas pessoas estão trabalhando contra o Islã e apoiando poderes anti-islâmicos, vocês podem mata-los; se for uma mulher ou até mesmo uma criança, mate-os”, afirma o documento.

De Olho na Jihad com informações do Abna.ir

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Estrela do jornalismo árabe fala do amor de Hitler pelos muçulmanos

Khadija Benguena, uma jornalista que trabalha no canal televisivo Al Jazeera, publicou no Facebook uma comunicação intitulada “O Humanismo de Hitler”.

Para ilustrar o título, a jornalista colocou no miniblog uma foto de soldados e oficiais das SS que professavam a fé islâmica. Na imagem, os militares-muçulmanos efetuam o namaz, visto que “Hitler permitiu-lhes que rezassem”. Na opinião da jornalista, as vitórias dos nazistas permitiam aos muçulmanos professar livremente o Islã.

“A mídia, que se encontra nas mãos dos judeus, escamoteia essa realidade e concentra as suas atenções nas especulações ligadas ao Holocausto”, conclui a jornalista.

Benguena é uma estrela do jornalismo árabe. Em 2007, a Forbes incluiu-a na lista das 10 mulheres mais influentes do mundo árabe.

Fonte: Rádio Voz da Rússia

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

É PARADOXAL MEU CARO WATSON - NO FACEBOOK AS VIDAS DE CINCO CRIANÇAS PALESTINAS VALEM MAIS QUE DE MIL CRIANÇAS SÍRIAS

Do blog Notícias de Sião

Chamem o Benjamin Netanyahu para fazer um desenho que agora quem não está entendendo nada sou eu!

Numa única chacina, 49 crianças sírias foram assassinadas.
Quantos protestos você viu no Facebook?

Cinco crianças foram mortas na Faixa de Gaza e a brigada-anti-Israel-na-web tomou o Facebook de assalto. O extranho é que mais de mil foram chacinadas na Síria e estes mesmos brigadistas NÃO DISSERAM NADA! Além do mais, as crianças assassinadas na Síria foram escolhidas de forma objetiva, específica, e seus assassinatos eram direcionados. Os assassinos escolhiam as crianças e atiravam friamente com o objetivo único de causar impacto em seus pais, de intimidá-los.

Recentemente um jornalista da CNN levantou esta questão: “Por que um regime, mesmo uma ditadura brutal [como a de Assad], envia seus capangas para matar mulheres, crianças, até bebês? Faz algum sentido, mesmo diante da lógica distorcida que é um conflito armado de rebeldes contra tiranos?”

A resposta a este questionamento é de revoltar qualquer pessoa sensata e não é algo restrito à realidade síria. Há uma “lógica” perversa e doentia que perpassa os demais movimentos daquilo que se convencionou chamar de “Primavera Árabe”. Para os repórteres da CNN que cobrem a guerra civil síria, Bashar al Assad está tentando restaurar o equilíbrio através do medo, pois este é a arma mais poderosa que os tiranos tiveram nas mãos ao longo da história. E matar crianças faz parte desta macabra estratégia de intimidar a oposição.

Já as crianças que morrem em Gaza prestam-se, involuntariamente é claro, a outro macabro papel: Servir de propaganda midiática para os escusos propósitos do grupo terrorista Hamas. Estas crianças, que já tem suas mentes obliteradas pelo massacrante doutrinamento islâmico, são agora usadas como escudos humanos com o propósito único de gerar fotos como estas que estão sendo usadas no Facebook.

O que tenho achado interessante, para não dizer outra coisa, é o paradoxo de alguns desses protestos. Afinal de contas, entre os milhares de mortos na Síria, além das crianças e mulheres, há dezenas de homossexuais, pois tanto o regime de Bashar al Assad quanto os rebeldes têm ojeriza a tal “diversidade”. Entretanto, muitos dos facebookianos anti-Israel surpreendente são gays ou simpatizantes da causa. Fico cá com uma dúvida: Estes nobres defensores das crianças árabes são mal informados, estúpidos ou as duas coisas juntas?

Respondendo a uma das provocações que li no Facebook eu escrevi a seguinte mensagem logo abaixo da foto das crianças mortas em Gaza:


“É realmente impressionante a insensatez dos pais árabes! Enquanto Israel constrói abrigos anti-bombas para proteger suas crianças dos mais de 1.400 mísseis que foram lançados SÓ NESTE ANO CONTRA ISRAEL, os árabes colocam suas crianças justamente nos locais de onde partem os foguetes, pois sabem que Israel terá que neutralizar as bases de lançamento e com isso imolam seus filhos em troca de fotos como estas. Fazer o que, está no DNA religioso deste povo oferecer os filhos para a morte. E a sorte deles é que se trata de Israel, que tem uma política de atacar apenas os pontos de lançamento, pois se a guerra fosse entre eles mesmos aí é que a coisa seria feia. Haja visto o que está acontecendo com as crianças da Síria e que podes ver nesta reportagem de um jornalista… árabe.”

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ASSISTIR REPORTAGEM DA TV CNN SOBRE A MORTE DE CRIANÇAS ÁRABES LEVADA A CABO PELOS PRÓPRIOS ÁRABES

pkg-jamjoom-houla-children-salughtered.cnn

sábado, 20 de outubro de 2012

Setembro passou e ninguém lembrou do "Setembro Negro"?

Esperamos o mês passar, outubro avançar, para ver se a mídia lembraria desse episódio, mas nada houve. Interessante que se fosse um massacre perpetrado por judeus, pode ter certeza que seria um mês de muito brarulho.



Milhares de palestinos massacrados. Quem se lembra?

No dia 25 de setembro de 1970, tropas jordanianas a mando do Rei Hussein encerraram 10 dias de operação contra os guerrilheiros da Organização para Libertação da Palestina, que haviam feito da Jordânia sua base de operações.

Enquanto as ações dos palestinos tinham como alvo Israel, os guerrilheiros foram tolerados e apoiados por Hussein. No momento em que desafiaram a soberania do monarca, foram atacados impiedosamente com artilharia pesada, dentro dos campos de refugiados onde atuavam.

Ao final dos combates, Yasser Arafat, o líder da OLP, afirmou que entre 10 mil e 25 mil palestinos haviam sido mortos, em sua grande maioria civis, incluindo mulheres e crianças. Estimativas mais conservadoras afirmam que este número variou entre 4 mil e 5 mil vítimas.

 Campos de refugiados palestinos atacados por tanques jordanianos.

De qualquer forma, este foi o pior massacre da história do povo palestino e acabou conhecido como "Setembro Negro". Foi perpetrado por seus próprios irmãos árabes. Talvez por isto seja um assunto praticamente ignorado pela narrativa palestina atual.

Arafat logo reconciliou-se com o mandante do massacre e provavelmente não haverá qualquer comemoração sobre esta data na mídia árabe ou na grande mídia (www.israelnaweb.com - www.beth-shalom.com.br).

 Arafat beija o rei Hussein, mandante do massacre de milhares de palestinos.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Islamofobia? Um ocidente rendido

Por Jefferson Nóbrega

Um dos temas dominantes hoje, na 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi a "islamofobia", a palavra da moda. 

Criei uma notícia fictícia para mostrar-lhes o absurdo da situação da qual os países ocidentais são protagonistas, devido o politicamente correto. Imaginem à manchete abaixo: 

Na última sexta-feira, protestos violentos explodiram em todo o mundo cristão. Em Roma, uma embaixada dos Estados Unidos foi icendiada e quatro americanos morreram. Os protestos surgiram depois que um cineasta amador,produziu um filme, que, segundos os cristãos, é ofensivo aos seus valores. O filme de baixa qualidade, mostra Jesus Cristo em cenas polêmicas, curando leprosos, multiplicando pães, ressucitando mortos. Em uma das imagens consideradas mais ofensivas, Jesus aparece impedindo o apedrejamento de uma adúltera. "É repugnante, inflamável, e despresível", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a respeito do filme. O Papa Bento XVI alertou para a violência que pode surgir caso continuem ofendendo a imagem de Cristo. 

 Um completo devaneio, não é? Pois, é esse absurdo que está acontecendo na atualidade. O polêmico filme "Inocência dos Muçulmanos" é simplesmente baseado nos próprios textos sagrados islâmicos, portanto, onde está a islamofobia? Obama, condenou o vídeo classificando-o como islamofóbico, ora, o filme reproduz, por exemplo, o Hadith, Sahi Buchari , onde Maomé, após torturar cruelmente um homem e matá-lo, pega sua filha como escrava sexual. Como o vídeo é islamofóbico? Há islamofobia quando o filme reproduz a história de al-Tabari, VIII, onde o Profeta do Islã assassina uma idosa, amarrando-a à dois camelos e rasgando-a ao meio, por se atrever a desafiá-lo? Eu até compreendo a reação dos muçulmanos frente a película. O que é inaceitável é a reação do mundo ocidental em classificar o filme e as charges como as causas, a ponto de questionar o que tem de mais precioso que é sua liberdade de expressão, para não ofender o sentimento muçulmano. Mas, essa mesma cautela não existe quando trata-se de combater os valores cristãos. 

Agora voltemos a notícia fictícia do início do texto. Se aquele absurdo fosse real, e os cristãos estivessem incêndiando o mundo, sabe como seria os pronunciamentos da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas? Seria mais ou menos assim: 

Os Estados Unidos e os países membros da União Européia expulsaram as representações do Vaticano como resposta a um ataque de católicos contra a embaixada francesa no México. "Já passou da hora da humanidade livrar-se dessa religião retrógrada" declarou Richard Dawkins, convidado de honra da Assembleia. A presidente brasileira Dilma Roussef também condenou o vídeo e a violência cristã "o filme é provocativo, mas nada justifica a violência. Foi por essas e outras que assim que assumi o governo tirei o crucifixo do meu gabinete". Em defesa da liberdade de imprensa os principais jornais do mundo publicarão uma charge em que mostra Jesus Cristo e o Papa, nus. 

Duvidam que essa seria a reação? Estamos diante de um mundo ocidental dividido em três: Primeiro um bando de covarde que teme as turbas muçulmanas. Segundo os lacaios da ditadura esquerdista do politicamente correto. E por último, nós os "intolerantes","preconceituosos" e "islamofobicos" que insistimos em usar nossa liberdade de expressão e pensamento. Não aceitamos a ideia islâmica de que Maomé foi exemplo de vida, e de que Alá é grande, e temos todo o direito de dizer isso, podar essa liberdade é curva-se é submeter-se ao Islã extremista. É entregar a cabeça do ocidente à decapitação.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Islã - O xodó da grande mídia

Por Ben Stein
American Spectator

Não olhe agora, mas o Islã está tornando-se a religião oficial da mídia Mainstream, da América. (acrescentamos do mundo).

Nesse exato momento o governo americano exibe propagandas na TV paquistanesa  tentando eximir-se de um ofensa (falsa) provocada por um filme que os muçulmanos paquistaneses sequer conseguem ver, já que o youtube o bloqueou. Ninguém da grande mídia norte americana sequer notou que à adulação de Obama se passa justamente no país que acolhia tranquilamente Osama Bin Laden e seus sequazes, de onde eles se divertiam com a morte de civis e militares americanos. Pior ainda, os norte-americanos ainda tiveram que ver o presidente do país, pedir desculpas para aqueles que prontamente matariam todos eles sem pestanejar. 

Mas, não é apenas isso. Há algo ainda pior. Você já reparou que nos últimos anos, e especialmente nas últimas semanas, desde o assassinato do embaixador e seus compatriotas em Benghazi (cidade que ama Erwin Rommel), sempre que New York Times se refere a Maomé, eles sempre chama-o, sem aspas, de o Profeta Maomé. Como se todos naturalmente o considerassem como um profeta verdadeiro, ou  achassem que ele é o Profeta.

O mesmo pode ser visto na TV, onde Maomé é tratado sempre como O Profeta Maomé. É comum, por exemplo, na BBC Internacional.

Se os muçulmanos querem acreditar que Maomé é um profeta, que seu deus os abençoe. Se alguém quer crer nisso, boa sorte. Mas, porque os meios de comunicação aqui nos EUA, país de maioria cristã, refere-se ao profeta do islã como O Profeta?

Você já viu algum jornal referir-se a Jesus Cristo como O Filho de Deus, O Deus encarnado ou O Senhor Jesus Cristo? Você pode imaginar o New York Times publicando uma matéria sobre uma galeria de arte que mostra um crucifixo em meio a urina, como uma ofensa contra "O Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus"? Você pode imaginar qualquer jornal nesse país publicando uma matéria sobre o Papa tratando-o como "O Santo Padre, a ponte entre o céu e a terra"? Ou sobre Maria chamando-a de "Santa Maria Mãe de Deus". É claro que isso nunca aconteceria.

Mas, de alguma forma isso acontece com o Islã. Talvez quem escreva as matérias tenham medo de serem decapitados. Afinal, quem não tem? Dessa forma a figura de Maomé tem sido mostrada como O Profeta, em  detrimento de outras figuras religiosas.

Isso é assutador! Não deveríamos prestar reverência há um grupo religoso que têm muitos adeptos querendo nos matar. Nós, como jornalistas, não deveríamos rotular alguém como O Profeta. Mas, de alguma forma, isso está acontecendo. A grade mídia tem se tornado uma voz do Islã.

Hitler viu há muito tempo como o terror e o medo da violência pode trazer mudança incríveis no comportamento das pessoas. E o resultado nós conhecemos.

Ontem escutei duas mulheres conversando enquanto jantavam. Uma disse: "Não importa o que falem, Obama é muçulmano" A outra respondeu: "Ele não é muçulmano. Ele é estúpido!"

Eu não disse nada diante da conversa. As pessoas não apenas não sentem esses dias como dias normais. Elas sentem como se fossem os últimos dias.

Não é apenas um sentimento no ar, um olhar no rosto das pessoas. Não. O medo está em toda parte. E quando a mídia vira as costas para as próprias religiões de tolerância e passa a adorar uma religião de intolerância, significa que os tempos estão de cabeça para baixo. Algo está errado.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Innocence of Muslim - O que é realmente repugnante e condenável



A secretária de Estado, Hillary Clinton, chamou o filme, Inocência dos muçulmanos, de "repugnante e condenável", "inflamável e desprezível".

É isso mesmo? Eu acho que é. Depois de assistir o filme, eu também achei repugnante, desprezível, reprovável e ofensivo. Embora este não seja um filme vencedor do Oscar para merecer tantos holofotes, os atos de Maomé como visto no filme são realmente horríveis. A única coisa que Clinton não percebe é que, o filme, repugnante e terrível como ele é, não é um retrato verdadeiro da vida do Profeta Muhammad, pois este é um monstro ainda pior do que retrata a película.

1) O filme desperta desgosto pela forma como Maomé é mostrado para assassinar, Kinana, chefe judeu de Khayber, na frente de sua esposa de 17 anos de idade, em seguida, tomando-a como sua escrava-sexual. É decepcionante por ser brando demais, pois na verdade, Kinana foi brutalmente torturado, foi queimado lentamente, para dar a localização do tesouro que escondia, e depois de falar, ele foi decapitado. No filme a crueldade de Maomé foi suavizada, mostrando Kinanah sendo morto apenas com um corte no pescoço e um golpe de espada. Claro, a bela e jovem, Safiyah, esposa de Kinana, foi levada para cama por Maomé e estuprada na mesma noite. Tudo está relatado no sagrado hadith Sahih Bukari Nº 143, página 700.


Para um homem, que se acredita ser o último profeta e enviado de Deus para 1,6 bilhões de muçulmanos, cometer um assassinato de um homem de forma bárbara e estuprar sua esposa na mesma noite é desprezível e condenável mais do que um mero filme.

2) O filme mostra também o Profeta do Islã assassinado uma mulher de 120 anos de idade, amarrando-a à dois camelos e rasgando-a ao meio, por se atrever a desafiá-lo. Nada poderia ser mais repugnante e terrível que isso. Seria uma terrível ofensa se isso não tivesse acontecido na realidade, como diz os próprios textos sagrados islâmicos. A história está em al-Tabari, VIII:96.

3) A Sra. Clinton deve ser elogiada por chamar o filme de repugnante, desprezível, reprovável e ofensivo, dado que mostra o Profeta Muhammad desejando esposa de seu filho adotivo, e abolindo a nobre tradição de adoção para sempre no Islã, para casar-se com ela. O fato é: Isso é também o que aconteceu na realidade, e isso é o que deve ser considerado repugnante e terrível. Aqui está a história:

O nome do filho adotivo de Maomé era Zayd bin Harithah, que tornou-se Zayd bin Muhammad. A esposa Zayd era Zaynab bint Jahsh. Os árabes consideravam um filho adotado como um filho legítimo. Assim, as relações sexuais com a mulher do filho adotivo de alguém era considerado incesto e repugnante. Portanto, quando Maomé tomou Zaynab, a esposa do filho, como sua esposa, levantou desgosto e críticas entre os árabes. Mas, Maomé arrumou uma solução para matar as críticas, pelo menos dentro de sua própria comunidade, ao proibir o costume nobre de adoção no Islã. Então, ele trouxe o seguinte verso (Alcorão 33:37):

"Recorda-te de quando disseste àquele que Deus agraciou, e tu favoreceste: Permanece com tua esposa e teme a Deus!, ocultando em teu coração o que Deus ia revelar; temais, acaso, mais as pessoas, sabendo que Deus é mais digno de que O temas? Porém, quando Zaid resolveu dissolver o seu casamento com a necessária (formalidade), permitimos que tu a desposasses, a fim de que os fiéis não tivessem inconvenientes em contrair matrimônio com as esposas de seus filhos adotivos, sempre que estes decidissem separar-se com a necessária (formalidade); e fica sabendo que o mandamento de Deus deve ser cumprido".

No verso, o Deus islâmico afirma que esta revelação não se aplica apenas para o caso enfrentado por Maomé, mas para a comunidade muçulmana em todos os momentos. Portanto, ao trazer este versículo, Maomé não só destruiu a  um costume muito nobre e antigo, à adoção, mas também legalizou seu desejo de sua filha-de-lei, que a sociedade muçulmana pode praticar para a eternidade. Nojento, de fato!

4) O filme mostra o profeta do Islã ordenando judeus e cristãos a se converterem ao Islã, ou pagar o imposto jizya (extorsão), ou serem assassinados. Novamente repugnante, desprezível, reprovável e ofensivo, principalmente porque isso é o que aconteceu na realidade. Isto é o que o Deus islâmico diz Alcorão (9:29):

"Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya".

5) O filme mostra o profeta do Islã ordenando seus seguidores a matar homens kafir, escravizar suas mulheres e seus filhos, vender as mulheres idosas e crianças para comprar cavalos, camelos e armas para a guerra,e usar as mulheres mais jovens cativas como escravas sexuais. Nada pode ser mais repugnante, desprezível, reprovável e ofensivo do que isso. E o triste é: É exatamente o que aconteceu conforme as sagradas escrituras islâmicas nos informa:

Alcorão 8:41: 

"E sabei que, de tudo quanto adquirirdes de despojos (dos infiéis), a quinta parte pertencerá a Deus, ao Mensageiro e aos seus parentes, aos órfãos, aos indigentes e ao viajante; se fordes crentes em Deus e no que foi revelado ao Nosso servo no Dia do Discernimento, em que se enfrentaram os dois grupos, sabei que Deus é Onipotente"

Alcorão 33:26- 27:

"E (Deus) desalojou de suas fortalezas os adeptos do Livro, que o (inimigo) apoiaram, e infundiu o terror em seus corações. Matastes uma parte e capturastes outra. E (depois disso) vos fez herdeiros de sua cidade, de suas casas, seus bens e das terras que nunca havíeis pisado (antes); sabei que Deus é Onipotente". 

Alcorão 8:67:

"Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região.Vós (fiéis), ambicionais o fútil da vida terrena; em troca, Deus quer para vós a bem-aventurança do outro mundo, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo".

Alcorão 8:17:

"Vós que não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Deus quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Deus. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo".

Há muitas coisas mais, mostradas no filme e cometidas pelo profeta do Islã, que são repugnantes, desprezíveis, reprováveis e ofensivas a pessoas civilizadas. Ora, se grande parte do que mostra o filme estão no AlCorão, nos Haditih e nas biografias do Profeta Muhammad, que tem sido consideradas sagradas pelos muçulmanos a mais de 1.400, então o que é realmente repugnante nisso tudo?

O filme deve ser considerado verdadeiramente repugnante, desprezível, reprovável e ofensivo, porque tais atrocidades e imoralidades foram cometidas pelo profeta do Islã, e perpetuadas nas sociedades islâmicas.

Em suma: Sim, Hillary está correta. Este filme é repugnante, desprezível e condenável. E, apesar de produção pobre, Hillary Clinton e todos os americanos, de fato todos os povos civilizados do mundo, devem assistir e condenar o fato de que Maomé cometeu essas atrocidades bárbaras. Pessoas civilizadas do mundo também deve se unir em condenação a Irmandade Muçulmana, ao Hezbollah, ao presidente egípcio, Mursi, e de toda a comunidade muçulmana por não condenar essas ações horríveis e imorais do seu profeta. Eles devem ser condenados ainda mais fortemente, não só por atacar o filme apesar do retrato verdadeiro da vida de Maomé, mas por incitar as massas muçulmanas a atacarem embaixadas americanas e matar norte-americanos, que não tinham absolutamente nada a ver com o conteúdo verdadeiro do filme. Também é lamentável, se não repugnante, que o presidente Obama e Hillary Clinton, ajam como se estivesse em conformidade com a Sharia, tenham pedindo ao Google para rever as suas políticas em relação ao filme, ou seja, dizendo o Google para censurar os sites, como o YouTube, que mostrem o filme, violando assim, a Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

E como disse muito bem o canditado Mit Romney:

Considero uma desgraça que a primeira resposta da Administração Obama não foi de condenação ao ataque, mas expressar simpatia por aqueles que os cometeram.

Portanto, deixo a pergunta: O que é realmente repugnante, desprezível e condenável nesses acontecimentos?

Do blog Candango Conservador

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ACONTECEU O ÓBVIO!

Do site do Heitor de Paola

VEJAM AS IMAGENS ABAIXO: SÃO ALTAMENTE CIVILIZADOS SEGUIDORES DA "RELIGIÃO DA PAZ" VELANDO O EMBAIXADOR J. CHISTOPHER STEVENS



O QUE DECLAROU BARACK HUSSEIN?

Condeno os continuados esforços de indivíduos enganados para ferir os sentimentos religiosos dos Muçulmanos - como condenamos todos os esforços para ofender os crentes de todas as religiões

Só depois condenou os ataques e a morte de americanos!

O QUE DECLAROU MRS CLINTON?

Condeno os ataques nos mais fortes termos - mas os EUA deploram qualquer esforço intencional de denegrir as crenças religiosas dos outros. Não entendo como pessoas que nós ajudamos se voltarem contra nós.

O QUE DECLAROU MITT ROMNEY?

Considero uma desgraça que a primeira resposta da Administração Obama não foi de condenação ao ataque, mas expressar simpatia por aqueles que os cometeram.

No próximo dia 6 de novembro os Americanos terão a oportunidade de escolher entre um Kenyano Muçulmano e continuar vendo seus diplomatas morrerem nas mãos do seguidores da "Religião da Paz, oe um candidato americano que saberá como contê-los. Aos eleitores caberá esta escolha crucial!

A GRANDE MENTIRA 1:

Os ataques foram provocados pelo filme sobre a vida de Maomé. Não foram. Analistas de  inteligência capacitados já disseram que este tipo de ataque não pode ser improvisado, como as manifestações no Cairo. Foram muito bem planejados com tempo suficiente para saber que o Embaixador estaria em Benghazi e não em Trípoli, sede da Embaixada.

A GRANDE MENTIRA 2:

O Islam é uma religião da paz. Pergunto: quantos filmes foram feitos ultimamente denegrindo a imagem de Jesus Cristo? Desde convivendo com protitutas até mantendo relações homossexuais com seus Apóstolos? Quanto atos de barbárie foram cometidos, nestes casos, por Cristãos? Os Evangelhos ou o Corão pregam a paz? Qual distila ódio?

LEITURAS RECOMENDADAS SOBRE OS ATENTADOS:


domingo, 25 de março de 2012

Toulouse | Mais uma lição das “vantagens” do multiculturalismo

Editorial do Partido Nacional Renovador de Portugal

A sanha assassina do terrorista islâmico, que nos últimos dias, por motivos funestos, colocou a cidade de Toulouse na ribalta, despoletou uma gorada tentativa de instrumentalização rasteira, abjecta e infame, já que a inicial indefinição quanto à identidade do protagonista da hedionda carnificina, serviu de pretexto aos iníquos anátemas proferidos contra a candidata presidencial Marine Le Pen, por parte dos arautos do «anti-racismo selectivo».

Inclusive, no nosso país, a comunicação social aguardava ansiosa que fosse atribuída a um «ignóbil nazi», partidário de «tenebrosos ideais racistas e xenófobos», a plena responsabilidade pelos desmandos do extremista muçulmano Mohammed Merah, delinquente de origem argelina, detentor de extenso rol de condenações penais, não obstante nem sequer ter completado três décadas de vida.

Subitamente, os ensejos acalentados pelos obstinados do multiculturalismo, desvaneceram-se num ápice com a identificação do assassino de Toulouse. Tal desilusão, todavia, não impediu que a falta de escrúpulos de quantos chafurdam nas águas fétidas da manipulação e calúnia infundada, ficasse patente de novo, ao apelarem cinicamente para que se evitasse estigmatizar a comunidade à qual pertencia o terrorista, quando dias antes, tentavam de forma despudorada, retirar dividendos políticos da tragédia.

Por seu turno, os acontecimentos vieram confirmar de forma inequívoca, as advertências da candidata da Frente Nacional, que há mais de uma década alertava para o crescente controlo dos subúrbios de grandes metrópoles francesas por radicais islâmicos.


quarta-feira, 21 de março de 2012

A atuação da mídia no massacre de Toulouse

Por Jefferson Nóbrega

É interessante como a mídia esquerdista anseia por motivos para atacar a Direita em qualquer parte do mundo. Quando surgi a suspeita de que a ideologia de direita (ou extrema-direita) causou alguma morte ou massacre, a mídia comporta-se com regozijo, esquece das vítimas, é como se estivesse feliz pelo sangue supostamente derramado pela extrema-direita.

Recentemente, no massacre de criança judias em Toulouse, contestei mesmo sem maiores informações a versão da mídia de que era um ato da "extrema-direita xenófoba". Os argumento usados para defender tal tese eram frágeis demais para merecer manchetes, esqueceram das vítimas e focaram-se na "ideologia que ameaça a Europa".

Para justificar tal tese de xenofobia de extrema-direita, usaram a justificativa que o atirador também havia executado dois soldados francês de origem árabe-africana e deixado um terceiro em coma. Uma tese facilmente derrubada, pois da óptica de um terrorista islâmico, ao servirem o exército francês, esses homens seriam traidores que aliaram-se aos inimigos do Islã. Mas, nada como dar tempo ao tempo, deixar os fatos se desenrolarem, coisa que a mídia já não sabe fazer, para que os fatos fiquem claro.

E a polícia chegou ao atirador, um nigeriano chamado Mohhammed Merah, que afirma ser membro da Al-Qaeda, e diz que cometeu os atentados para "vingar crianças palestinas" e os "crimes" da França no Afeganistão. E o atentado de direita?

A esquerda francesa praticamente comemorou o "atentado de extrema-direita", pois isso mudaria completamente o cenários das eleições e enfraqueceria a retórica anti-islâmica de Marine Le Pen. Percebe-se que para a esquerda não importa as vítimas e sim a derrota de seus opositores.

Mas, esse triste fato deixa para a mídia uma pergunta: No caso de um atentado de extrema-direita a culpa é dessa ideologia, mas e quando o terrorista diz-se membro da Al-Qaeda e diz vingar-se pelos palestinos e pelo Afeganistão, qual ideologia é culpada?

Como a resposta é politicamente incorreta, restará o silêncio!

Jefferson Nóbrega - blog Candango Conservador

 
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sábado, 17 de março de 2012

New York Times publica anuncio anticatólico, mas se nega a publicar anúncio anti-islâmico

Na BBC, nós já vimos aqui, é permitido insultar cristãos e fazer pilhéria de Jesus Cristo, mas é proibido tornar pública qualquer referência crítica ao profeta Maomé. Chegou a vez de o New York Times evidenciar a sua dupla moral. O cristianismo é hoje a religião mais perseguida do mundo — INCLUSIVE NOS PAÍSES CRISTÃOS, O QUE É ESPANTOSO! Qual é o ponto? No dia 9 de março, o New York Times publicou este anúncio, segundo informa a FoxNews.com.

anuncio-anticatolico1

Ele convida os católicos a abandonar a Igreja. Indaga por que enviam seus filhos para a doutrinação e classifica de equivocada a lealdade a uma fé marcada por “duas décadas de escândalos sexuais envolvendo padres, cumplicidade da Igreja, conluio e acobertamento, da base ao topo da hierarquia”.

Muito bem! Tudo em nome da liberdade de expressão e da liberdade religiosa, certo? Ocorre que a blogueira Pamela Geller, que comanda a página “Stop Islamization of America”, tentou pagar os mesmos US$ 39 mil dólares para publicar no mesmo New York Times um anúncio convidando os muçulmanos a abandonar a sua religião. E O NEW YOR TIMES SE NEGOU! Assim:

anuncio-anti-islam

Pamela afirma que seu anúncio era baseado naquele anticatólico. Dirigindo-se aos muçulmanos, indagava: “Por que pertencer a uma instituição que desumaniza mulheres e os não muçulmanos (…)? E convidava: “Junte-se àqueles que, como nós, colocam a humanidade acima dos ensinamentos vingativos, odiosos e violentos do profeta do Islã”.

Ao comentar a recusa, Pamela afirmou: “Isso mostra a hipocrisia do New York Times, a excelência do seu jornalismo e sua disposição de se ajoelhar diante da pregação islâmica”.

Eileen Murphy, porta-voz do New York Times, repete a resposta que teria sido enviada a Pamela quando houve a recusa: “Nós não nos negamos a publicar. Decidimos adiar a publicação em razão dos recentes acontecimentos no Afeganistão, como a queima do Corão e o assassinato de civis por um membro das Forças Armadas dos EUA. Acreditamos que a publicação desse anúncio agora poderia pôr em risco os soldados e civis dos EUA, e nós gostaríamos de evitar isso”.

Encerro
Huuummm… A resposta é a mesma dada por aquele rapaz da BBC. A síntese é a seguinte: “Como os cristãos não são violentos, então a gente pode insultá-los à vontade. Não mexemos com os muçulmanos porque, vejam bem!, eles podem reagir. E a nossa valentia não chega a tanto.” Em “Máximas de Um País Mínimo”, escrevi que pregar a morte de Deus no Ocidente é coisa de covardes; corajosos pregariam a morte de Alá em Teerã. Fase e frase superadas. Os covardes não têm coragem de criticar o Islã nem no Ocidente!
Noto que a resposta oficial do New York Times já é um mimo da autoflagelação. A queima dos livros do Corão, é evidente, foi acidental. Os EUA inteiros não podem ser culpados pelo gesto tresloucado de um soldado, que será punido — à diferença dos terroristas, que ficam sempre impunes. “Ah, mas eles entendem de outro modo!” Entendi… Se eles entendem de outro modo…

Esses valentes, pelo visto, querem convencer os cristãos de que a sua opção pela não-violência foi um erro. Agissem como os radicais muçulmanos, seriam preservados do achincalhe dos covardes. Que os cristãos sigam defendendo a paz e a superioridade moral do seu postulado.
 


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sábado, 3 de março de 2012

Mark Thompson, diretor da BBC: "Nós podemos rir de Jesus, mas não de Maomé"

O diretor geral da BBC, Mark Thompson, afirmou que a emissora nunca irá tirar sarro do profeta Maomé. Só Jesus poderá ser alvo de piadas.

O executivo da rede britânica explicou que a diferença no tratamento se dar porque para um muçulmano " uma representação do profeta, principalmente cômica ou degradante pode ter a força emocional de uma peça grotesca de pornografia infantil", no entanto, "com Jesus se pode fazer comédia, porque o cristianismo tem ombros largos e um menor número de vínculos de origens étnicas".
Em outras palavras, o diretor-geral da BBC, que conhece muito bem a realidade social do Reino Unido, sabe o que pode custar rir de Maomé.

Blog de Olho na Jihad  com informações do Minuto Digital
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Combatendo a Falácia no Fotojornalismo

As cenas abaixo foram fotografadas por Ruben Salvadori numa região com predominância palestina, o bairro Silwan, localizado na Cidade Velha de Jerusalém. Quanto à realidade do fotojornalismo, Ruben declara: "Cada vez mais desiludido com o fotojornalismo, tudo sobre drama, mesmo quando não há nada realmente dramático acontecendo".

"Modelando em Silwan"




Mas agora, além de fotojornalistas correndo contra o tempo para captar a melhor imagem para os noticiários, observe o que realmente há por trás de todo esse drama:


A janela de um carro carregando a bandeira de Israel é quebrada por uma pedra lançada.
Equipe médica auxiliando a mulher que, seguindo seu navegador GPS, acabou
percorrendo o bairro árabe de Silwan.


Muitos dizem que as imagens falam mais do que mil palavras. Então é hora de prestarmos mais atenção, não só no que vemos, mas no que o fotógrafo quer nos dizer - às vezes são mensagens sutis e carregadas de falaciosidade.

Por Jônatha Bittencourt - Editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Reflexões sobre o atentado na Bélgica

Por Jefferson Nóbrega

No último dia 13, um atirador solitário matou 5 pessoas e feriu outras 120 no centro de Liège, após abrir fogo e lançar granadas em uma praça. Depois  do ataque o homem cometeu suicídio.

Nordine Amrani
O governo e a mídia já deram o parecer, trata-se de um homem com várias passagens pela polícia que aparentemente quis vingar-se do sistema judicial do país, por sentir-se perseguido.

Mas, gostaria de lançar luz sobre algumas questões, que como de costume, a mídia deixou de lado.
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Primeiro fato interessante, após o ataque, cerca de 30 minutos depois, o Ministro do Interior belga, Peter Mertens, apressou-se em afirmar que não se tratava de uma ação terrorista.

Como não foi uma ação terrorista? Lançar granadas e abrir fogo em uma praça repleta de pessoas, inclusive crianças, não é um ato terrorista?

Aqui temos uma questão nas entrelinhas. O Ministro ao dizer que não havia sido um atentado terrorista, quis garantir que não era uma ação jihadista. Ou seja, indiretamente, o multiculturalista ligou o terrorismo aos muçulmanos. Mas, não era à esquerda belga que considerava inaceitável ligar o terrorismo ao islamismo? Basta explodir uma bomba que a verdade, no furor da cena, aparece.

Segundo e não menos importante, o terrorista chamava-se Nordine Amrani, e era de origem marroquina.

Terceiro, à alegação de que o ataque foi uma "vingança" contra o sistema judicial do país é no mínimo contestável. Alguém que busca vingar-se do sistema judicial do país não deveria ter por alvo agentes do poder? Mas, Amrani não atacou policiais, juízes ou advogados, ele investiu contra civis belgas, contra adolecentes que estavam em uma parada de ônibus, entre as vítimas estão inclusive uma idosa e um bebê. Essa justificativa de que foi uma "ataque contra o sistema de justiça" beira o ridículo e demonstra apenas omissão e manipulação dos fatos. Mas, para quê?

Não posso afirmar que foi um ataque muçulmano, mas digo-vos que a tentativa do governo e da mídia de mudar o foco das atenções, é no mínimo suspeita, pois já conhecemos o histórico da esquerda de tentar isentar os muçulmanos de suas próprias ações.

Pode não ter sido um atentado jihadista, mas foi realizado por mais um fruto do multiculturalismo europeu.
 
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Primavera árabe: "Democratas" estupradores

Cobrir as manifestações no Egito tornou-se algo perigoso para as jornalistas. Ontem mais duas repórteres foram atacadas e estupradas.

A Associação Repórteres Sem Fronteiras alertou as empresas de comunicação social para não enviarem mulheres para o Egito, depois de dois casos de alegadas agressões sexuais praticadas contra jornalistas mulheres.

Um comunicado da mesma organização refere que uma jornalista francesa terá sido a última vítima, atacada ontem por homens numa rua do Cairo enquanto trabalhava.

Além da jornalista francesa, também a norte-americana de ascendência egípcia e ex-jornalista da agência Reuters, Mona Eltahawy, de 44 anos, contou ter sido atacada por polícias que além de agressões com bastões também a molestaram sexualmente.

Em fevereiro, uma jornalista da norte-americana CBS tinha também sido atacada sexualmente.


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