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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Arsenal descoberto na mesquita central do Daguestão

Enquanto terroristas do cáucaso eram procurados pelo atentado em Boston, as forças de segurança encontraram um arsenal de armas na principal mesquita do Daguestão, informou a sala de imprensa do Ministério do Interior.

Foram encontrados um fuzil, uma pistola, granadas, metralhadoras, grande quantidade de cartuchos, 27 walkie-talkies de vários modelos, alarmes de carro, livros com instruções para fazer homens-bombas, mapas, além de 200 mil em dinheiro.

Segundo agentes, as armas e dinheiro encontrados pertenciam ao grupo terrorista Gimry.

Blog De Olho na Jihad com informações da agência russa Interfax

Leia também:  Conheça o Daguestão, o local mais perigoso da Europa

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Conheça o Daguestão, o local mais perigoso da Europa

No passado recente foi a Chechênia, mas hoje, a República do Daguestão, no mar Cáspio, é o local mais explosivo da Rússia - e da Europa.

Quase que diariamente, o país registra ataques a bomba, tiroteios entre a polícia e militantes, relatos de tortura e de desaparecimentos.

O Daguestão é uma república que faz parte da Federação Russa.

A exemplo da Chechênia e de outras 19 repúblicas sob controle russo, a região é nominalmente autônoma, tendo sua própria Constituição e legislatura.

Bomba no balcão

Dois homens em roupas camufladas e empunhando rifles Kalashnikov entram em uma loja e mandam os clientes sair. Apavorado, o caixa cambaleia para fora, enquanto um dos homens coloca uma bomba no balcão e ajusta o cronômetro.

Ele não se preocupa em esvaziar o caixa, ele somente sai pela porta.Segundo depois, a loja está repleta de fumaça.

Ataques como este, registrados por câmeras de segurança de supermercados - nos quais combatentes islâmicos punem lojas que vendem bebidas alcoólicas -, tornaram-se eventos rotineiros na capital do Daguestão, Makhachkala.

Os proprietários normalmente recebem um aviso antes, geralmente entregue por meio de uma mensagem de texto, em pen-drives jogados das janelas de carros ou em pacotes enviados pelo correio.
Se eles ignoram os avisos, correm sério risco de serem atacados a tiros ou a bomba. Uma opção é concordar a pagar por proteção.

"Os combatentes gostam de se mostrar como muito devotos", diz um tenente-coronel da polícia antiterrorista, identificado como "Bashir".

"Mas muitos são apenas criminosos cínicos que comandam esquemas de proteção."

Eu encontrei Bashir em um jogo de futebol, acompanhando uma partida do clube Anzhi Makhachkala, onde jogam o atacante camaronês Samuel Eto'o - considerado o jogador mais bem pago do mundo - e os brasileiros Roberto Carlos, Diego Tardelli, Jucilei e João Carlos.

A atmosfera dentro do estádio era relaxada, até animada, com homens idosos mastigando sementes de girassol e crianças tremulando bandeiras, apesar do forte esquema de segurança do lado de fora.

Depois do jogo, um sorridente Eto'o me disse que se sente orgulhoso de jogar no Daguestão - apesar de não passar muito tempo no país, seguindo diretamente para a segurança de Moscou depois de cada partida.

Puritanismo

No centro de Makhachkala, há policiais armados em praticamente toda esquina.

Bashir me leva a um lugar onde dois carros-bomba recentemente mataram um policial e uma jovem garota, além de ferir mais 60 pessoas, entre policiais e cidadãos comuns.

"Quando nossos homens correram para o local da primeira explosão, ocorreu uma outra explosão, cerca de 12 vezes mais poderosa", diz.

"Era uma armadilha. Eles queriam pegar o maior número de nós possível."

Ele me pede para não usar o seu nome verdadeiro, ou para fotografar o seu rosto. Autoridades do governo e policiais são os principais alvos dos cada vez mais violentos insurgentes islâmicos.

Muitos policiais estão assustados demais para ir às ruas em seus uniformes. Os agentes que precisam parar e revistar carros frequentemente usam máscaras.

Mas ao contrário de muitos de seus colegas, Bashir parece querer entender por que tantos jovens daguestaneses se uniram aos rebeldes e foram para a clandestinidade - algo chamado aqui de "ir para a floresta".

Na universidade, eu o observo ensinar a estudantes sobre os perigos de sites fundamentalistas. Bashir conta a eles a história de um jovem estudante de medicina que fez alguns supostos amigos online, e que depois o forçaram a instalar um carro-bomba.

Um imã se une a Bashir, para pedir moderação e o cumprimento das leis russas. "Se um homem tiver somente educação secular, ele não terá coração - se ele tiver somente educação religiosa, ele será um fanático", diz o imã.

Muitos muçulmanos do Daguestão são adeptos do sufismo (um prática do Islã considerada mais "mística"), mas os jovens estão cada vez mais inclinados ao ramo salafista, que é menos místico, mais puritano e, principalmente, fora do controle do Estado - algo visto como um problema pelo Ministério do Interior.

Assassinato

Said Gereikhanov, o jovem imã da mesquita do vilarejo de Sovietskoye, três horas ao sul de Makhachkala, me conta sobre um dia no último mês de maio, quando dezenas de crentes salafistas foram detidos e agredidos pela polícia.

Integrantes das forças de segurança à paisana invadiram a mesquita em botas enlameadas, durante as orações de sexta-feira, e mandaram que todos saíssem, segundo o imã.

Do lado de fora, os fiéis se viram cercados de homens mascarados com armas, e toda a congregação de 150 pessoas, incluindo 15 meninos em idade escolar, foram levados a uma delegacia de polícia em uma cidade vizinha.

A polícia então intimou o diretor da escola secundária do vilarejo, Sadikullah Akhmedov. Said diz que ficou chocado com o tratamento brutal dispensado ao adolescentes - e com o fracasso de Akhmedov em interceder em seu favor.

Ele me mostra fotografias de corpos feridos e de jovens com metade de suas barbas raspadas.

Na noite de 9 de julho, dois meses depois das prisões na mesquita, houve mais um incidente grave - um que repercutiu fortemente na Rússia. Akhmedov foi morto a tiros por desconhecidos, em sua sala de estar.

Na escola, ninguém quer falar sobre o assunto. A viúva, Djeramat, me diz não ter ideia das razões que teriam levado à morte de seu marido.

Mas Said, o imã, diz que Akhmedov havia banido o hijab (véu islâmico) na escola, e tratava as alunas que os usavam "como se estivessem armadas".

Said acredita que somente os combatentes muçulmanos poderiam ser os responsáveis pelo assassinato do diretor de escola. "Você não pode fazer justiça com assassinatos. Eles só fazem as coisas piorar. Esta guerra já está durando 20 anos", diz o imã.

Persuasão

Assim como Bashir, o vice-primeiro-ministro do Dagestão, Rizvan Kurbanov, que é responsável pela polícia e pela segurança, se mostra disposto a se dirigir à juventude descontente.

Operando seu iPad, Kurbanov me mostra sua conta no Facebook. Ele diz que mais de 20 sites de temática extremista atuam no ciberespaço do Daguestão, e que o governo se viu obrigado a fazer uso das redes sociais para impedir que jovens sejam seduzidos pelos jihadistas online.

"Nenhum lugar do mundo está livre do terrorismo. Hoje, o Cáucaso, incluindo o Daguestão, é de grande interesse para organizações terroristas, e elas tentam espalhar a inquietação por aqui", diz.

Um homem enérgico com um punhado de cabelos grisalhos, Kurbanov preside uma nova comissão para persuadir combatentes a deixar as armas e voltar para suas famílias.

"A comissão é como uma ponte entre uma pessoa que perdeu seu caminho, que foi enganada e está na 'floresta', e a sociedade. Ele pode caminhar por esta ponte e dizer que fez isto e aquilo, e pedir perdão."

Isto parece ser uma abordagem nova no norte do Cáucaso, onde táticas truculentas e a repressão têm sido a regra por muito tempo, com total apoio do Kremlin.

Na vizinha Chechênia, forças leais ao presidente Ramzan Kadyrov foram acusadas de incendiar as casas de supostos militantes, deixando suas famílias desabrigadas.

Kurbanov, por outro lado, pede aos pais que rastreiem seus filhos rebeldes e os tragam à mesa para que estes peçam por clemência.

Até agora, no entanto, a comissão lidou somente com representantes menores da insurgência, e a leniência do governo só vai até aí, diz Kurbanov.

"Aqueles que não entendem, aqueles que eu chamo de não-pessoas - porque, como animais, eles somente têm sede de sangue e querem lutar -, serão tratados rapidamente pelas agências de poder apropriadas.

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (19, 20 e 21/08)


 
 O Ocidente abre suas portas para os muçulmanos, e nos países islâmicos eles abrem "portas" nas Igrejas com bombas. Foto de uma Igreja no Iraque
Dia 19/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
70
0
0
Número de feridos
152
0
0

Afeganistão - Em Cabul dois seguidores da "religião da paz" explodiram-se 9 mortos e 16 feridos.

Israel - Dez civis foram feridos por foguetes disparados de Gaza.

Paquistão - Na cidade de Jamrud, um suicída detonou uma bomba em uma mesquita matando 56 e deixando 123 feridos. Em Kurram, 3 pessoas foram mortas e 3 ficaram feridas.

Tailândia - Em Pattani, dois budistas foram assassinados por "ativistas" muçulmanos.

Dia 20/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
15
0
0
Número de feridos
18
0
0

Israel - Na cidade de Beersheba, um morreu e 8 foram feridos, incluindo crianças, vítimas dos foguetes do Hamas. 

Iraque - Em Hadid, 3 membros de uma mesma família foram assassinados por milicianos islâmicos. 

Afeganistão - Na cidade de Ghazni, uma bomba plantada na beira de uma estrada matou 3 pessoas e feriu duas. Em Herat, um ataque contra as forças de segurança deixou 2 mortos e 8 feridos. Já em Kunar, masi dois soldados foram mortos pelo Talibã.

Nigéria - Em Borno, islâmicos invadiram uma casa e mataram 4 pessoas.

Índia - Militantes paquistaneses mataram 1 pessoa e feritam duas na cidade fronteiriça de Gurez.

Dia 21/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
24
0
0
Número de feridos
40
0
0

Nigéria -  Na cidade de Riyom, muçulmanos atacaram um povoado cristão e mataram 6 pessoas. Já em Bajju mais um ataque contra Cristãos matou duas pessoas, incluindo um menino de 5 anos e feriu 3.

Iêmen - Suicída mata 9 e fere 20 em Arqoup.Já em Moudia, 4 foram mortos em mais um ataque da AQPA.

Daguestão - Crianças estão entre as 17 vítimas de um atentado em um mercado, realizado por separatistas islâmicos.

Tailândia - Atiradores islâmicos mataram 1 pessoa. 


Afeganistão - Duas pessoas foram mortas por insurgente islâmicos nas cidades de Trekh Zaber e Helmand.

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento. Também há os casos em que os feridos falecem, por isso sempre atualizamos no decorrer dos acontecimentos.


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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Veja a cronologia de alguns dos principais atentados que atingiram Moscou

Além do atentado que matou pelo menos 35 pessoas nesta segunda-feira, no aeroporto, Moscou já foi alvo de uma série de ataques atribuídos a rebeldes chechenos nos últimos 15 anos.
Centros comerciais, trens, hotéis e teatros já foram atingidos por carros-bomba e suicidas. O metrô da capital russa foi alvejado seis vezes em 12 anos.

Veja a seguir uma cronologia de alguns dos piores atentados ocorridos na capital russa:

Em junho de 1996, uma bomba colocada na linha Serpukhovsko-Timiryazevskaya do metrô matou quatro pessoas e feriu 12.

Em janeiro de 1998, uma bomba feriu três pessoas na estação de metrô de Tretyakovskaya.

Em agosto de 1999, a explosão de uma bomba em um shopping center matou uma pessoa e deixou outras 40 feridas.

Em agosto de 2000, 13 pessoas morreram e 118 ficaram feridas por causa da explosão de uma bomba no túnel de pedestres que leva à estação de Tverskaya, também no metrô.

Em fevereiro de 2001, uma explosão feriu 20 na estação de metrô de Belorusskaya.

Em outubro de 2002, uma bomba foi detonada dentro de um carro perto de uma lanchonete McDonald's. Uma pessoa morreu e oito foram feridas.

Em novembro de 2002, um grupo de militantes separatistas da região da Chechênia fez cerca de 900 reféns em um teatro da capital. A invasão da força antiterror da Rússia, que usou gás venenoso contra os militantes, matou 130 pessoas.

Em dezembro de 2003, uma bomba foi detonada por um suicida perto do Hotel Nacional. Seis pessoas morreram e 14 ficaram feridas.

Em fevereiro de 2004, um ataque suicida no metrô matou 41 pessoas e feriu 250.

Em agosto de 2004, um homem explodiu a si mesmo em uma estação de metrô, deixando 10 mortos e 33 feridos.

Em novembro de 2009, uma bomba explodiu perto de um trem expresso de luxo que ia de Moscou a São Petersburgo, matando 26 pessoas. Extremistas chechenos assumiram a autoria do atentado.

Em março de 2010, duas mulheres-bomba explodiram estações de metrô da capital. Quarenta pessoas morreram e pelo menos 90 ficaram feridas. A autoria do atentado foi reivindicada pelo líder rebelde checheno Doku Umarov, do grupo Emirado do Cáucaso, que declara querer unir ex-repúblicas soviéticas da região em um Estado islâmico.

Beslan

A maior parte dos ataques é atribuída a grupos separatistas da região da Chechênia e a extremistas islâmicos que atuam na região do Cáucaso.

Os mesmos grupos também são considerados responsáveis por incidentes em outras regiões da Federação Russa, como na Ossétia do Norte.

O incidente mais grave na região aconteceu em 2004, quando militantes chechenos fizeram 334 reféns - entre eles, muitas crianças - em uma escola na cidade de Beslan.

Todos foram mortos durante o confronto entre os rebeldes e a polícia.

A Chechênia, ao norte do Cáucaso, viveu duas guerras separatistas nas últimas décadas. Apesar de alegações de Moscou de que a república vive um relativa calma, militantes separatistas islâmicos seguem promovendo ataques.

Segundo o pesquisador Nikolay Petrov, professor do centro de estudos Carnegie Center, de Moscou, "o que está acontecendo agora está conectado aos eventos em geral no norte do Cáucaso, mas o mais importante é que a Rússia está em estado de guerra há mais de 15 anos. Isso diminuiu o valor das vidas humanas".

Petrov assinala ainda que, apesar da tentativa de autoridades russas de ligar os grupos islâmicos da região à rede extremista Al-Qaeda, eles não estão relacionados.

"Essas redes não estão conectadas entre si. Elas são como uma bola de neve que cresceu por causa da crueldade que acontece ali há tantos anos", diz. BBC Brasil

Fonte: estadao

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

SEM CORTES NEM CENSURA: múltiplas decapitações de jovens soldados russos por muçulmanos chechenos (ATENÇÃO: IMAGENS EXTREMAMENTE CHOCANTES)

Bare Naked Islam: 21 de novembro de 2010
Original post / Post original
Tradução: DEXTRA

Eu já postei estas cenas antes neste site, mas nunca num só vídeo.

No começo de setembro de 1999, cerca de duzentos combatentes MUÇULMANOS chechenos atravessaram a fronteira com o Daguestão. Liderados por um certo Emir Omar Karpinski, os chechenos atacaram os arredores do vilarejo de Tuhchar, onde um grupo de policiais daguestaneses estavam estacionados juntamente com 13 soldados da força internacional russa e um [veículo de infantaria] BMP-2, em um posto de controle. Eles atacaram pela retaguarda, cercaram e inflingiram grandes perdas aos russos, ao bombardeá-los.

Por ordens do Emir Omar, os prisioneiros foram levados  a uma clareira próximo ao posto de fronteira. O acontecimento foi registrado em detalhes pelo operador de câmera Islanu Mukaeva. O Emir Omar estava puto com o fato de que seus próprios homens haviam sido explodidos pelo BMP-2 e ordenou a execução dos prisioneiros, chamando todos os homens para assistirem. O Emir Omar então ordenou que seus homens cortassem as cabeças dos soldados.

Cinco dos homens, incluindo o tenente Taskin, tiveram suas gargantas cortadas pela metade ou foram praticamente decapitados, exceto pelo soldado Alexey Lipatov, que foi morto a tiros após conseguir se esquivar e escapar. O militante perseguindo Lipatov cansou-se rapidamente e simplesmente atirou nele. O último homem morto no vídeo ( talvez a imagem mais bárbara da filmagem) foi executado pelo próprio Emir Omar Karpinski. 

GoreGrish: Obrigado, anOn

Terroristas na Rússia

Separatistas chechenos podem ter executado dois ataques a bomba no metrô de Moscou, os útimos numa série de ataques desde que as forças russas invadiram a região. Uma seleção dos incidentes:

2002
Rebeldes chechenos fazem cerca de 800 reféns, matam 6 num teatro de Moscou;
Caminhão-bomba destrói a central do governo checheno, mata 72 pessoas

2003
Caminhão-bomba mata pelo menos 60 pessoas na Chechênia;
Homem-bomba mata pelo menos 18 pessoas em meio a multidão de peregrinos;
Carro-bomba próximo a ônibus viajando para base aérea de Mozdok mata pelo menos 16;
Caminhão-bomba arrasa hospital militar próximo à Chechênia, mata 50.

2004
Explosão no metrô de Moscou mata 41;
Bomba em estádio de Grozni (capital chechena) mata presidente da província e outros 24;
Homem-bomba responsabilizado por explosão do lado de fora de parada do metrô de Moscou que mata pelo menos 10;
Centenas de pessoas, incluíndo 200 crianças, feitas reféns em escola na Ossétia do Norte
[Nota de Dextra: os muçuns massacraram 344 pessoas, 186 das quais crianças].

2005
Cerca de 15 mortos quando carro da polícia é explodido próximo a Grozni.

2006
Explosão em base militar russa próximo a Grozni mata 13.

2010
Duas mulheres-bomba matam pelo menos 35 pessoas e ferem outras no metrô de Moscou.

***
Nós: A respeito do fascínio único que o Islam sente pelo assassinato de seus opositores por meio da decapitação, como meio de humilhar e aterrorizar os não-muçuns, veja os seguintes ensaios (em inglês):

O Islam e a decapitação
A decapitação em nome do Islam
O Islam é conivente com decapitações?
O que está por trás da enorme negação de que as decapitações estão ligadas ao Islam?
Para assistir a vários outros vídeos terríveis de muçuns decapitando suas vítimas, clique aqui.

NOTE QUE por mais chocante que todo este conteúdo seja, muito pior é o fato de que ele é não é falso, mas estritamente exato. A verdade sobre o Islam já é pavorosa o bastante. Não é preciso falsificá-la ou pintá-la em cores ainda mais negras. Ajude-nos a divulgá-la.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Onda de terror toma conta do Cáucaso

Os ataques na Chechênia são mais um sinal de que o Cáucaso vive um clima de total instabilidade, sem qualquer solução à vista. A região foi palco de dezenas de atentados nos últimos meses, com mais de 160 mortos, numa demonstração de que o Estado russo simplesmente não tem controle sobre o território.

Segundo a Justiça da Rússia, 246 ataques considerados "terroristas" foram realizados no Cáucaso em apenas nove meses. Outros 50 foram frustrados. Nesse período, 800 quilos de explosivos foram encontrados e confiscados na região e 140 bombas, desativadas.

O próprio serviço de inteligência da Rússia afirma que a onda de ataques de insurgentes é crescente e tem participação de redes islâmicas radicais que operam em âmbito internacional.

No dia 24, por exemplo, foi registrado um ataque suicida contra uma delegacia de polícia de Kabardino-Balkaria. No mesmo dia, cinco insurgentes foram mortos no Daguestão. Na Abkházia, a casa do vice-presidente foi atingida por um morteiro.

A região é uma encruzilhada de interesses. Para os EUA e a Europa, o Cáucaso é a garantia de acesso a um bolsão de petróleo e gás. Para Moscou, o território simplesmente faz parte da Rússia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Rússia diz que 15 rebeldes islâmicos foram mortos no Daguestão

REUTERS
Forças de segurança da Rússia disseram ter matado nesta quarta-feira 15 supostos rebeldes em confrontos no Daguestão, uma instável região no sul do país, informaram agências estatais de notícias.
Confrontos armados entre rebeldes e serviços de segurança deixaram cinco mortos na capital regional Makhachkala, e outros dez no porto próximo de Kaspiysk, informaram as agências de notícias RIA e ITAR-TASS, citando o Serviço Federal de Segurança russo (FSB).O FSB disse que entre os mortos estava uma mulher.

"Um grupo de rebeldes foi cercado. Quando receberam ordens para se render, eles abriram fogo", disse à ITAR-TASS uma autoridade do comitê antiterrorista do FSB.

A atividade dos insurgentes está se alastrando pelo norte do Cáucaso, uma região majoritariamente muçulmana. A pobreza e a ideologia da jihad (guerra santa) mundial contribuíram para impulsionar os movimentos armados na região, visando criar um Estado independente governado pela lei islâmica.
Uma década depois que os separatistas foram removidos do poder na segunda guerra na vizinha Chechênia, o norte do Cáucaso vem sendo assolado por confrontos quase diários entre forças de segurança russas e rebeldes islâmicos.

O Daguestão superou em violência a vizinha Chechênia e a Ingushétia.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Tiroteios matam 13 no Cáucaso do Norte, na Rússia

MAKHACHKALA, Rússia (Reuters) - Homens armados mataram a diretora de uma escola na casa dela na tumultuada província do Daguestão, na Rússia, nesta sexta-feira, enquanto outros incidentes separados mataram 12 pessoas no Cáucaso do Norte.


Uma insurgência islâmica afeta o Cáucaso do Norte, de maioria muçulmana, onde rebeldes desejam estabelecer um Estado independente governado pela lei islâmica sharia.


A polícia na capital do Daguestão, Makhachkala, disse à Reuters estar à procura de dois homens que mataram a diretora de uma escola com um rifle, depois de invadir a casa dela.


Mais tarde, confrontos armados mataram duas autoridades judiciárias e dois militantes que teriam lançado granadas contra a polícia, informou o Comitê Nacional Antiterror, segundo a agência de notícias Interfax.


O combate ocorreu após um tiroteio no vilarejo de Kirovaul, cerca de 150 quilômetros ao norte de Makhachkala, no qual forças federais mataram cinco rebeldes, incluindo uma mulher, segundo a polícia.


Na vizinha Chechênia, três soldados morreram após uma troca de tiros com rebeldes, informou uma fonte de segurança citada pela Interfax.


Uma década após rebeldes separatistas terem sido destituídos do poder na segunda guerra da Chechênia, o Cáucaso do Norte registra ataques quase que diariamente. O Daguestão tornou-se o epicentro da violência, lugar antes ocupado pela Chechênia e Inguchétia.


Nos últimos meses, ataques contra professores e líderes religiosos se tornaram frequentes no Daguestão. Segundo analistas, estas ações seriam tentativas de atacar aqueles que, de acordo com os rebeldes, não estariam seguindo as leis do verdadeiro Islã.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Serviços secretos russos liquidam organizador de atentados terroristas no metropolitano de Moscou

Moscovo, 21 ago (Lusa) -- Agentes do Serviço Federal de Segurança russo (FSB, ex-KGB) liquidaram o comandante dos guerrilheiros do Daguestão, Magomedali Vagabov, organizador dos atos terroristas no metropolitano de Moscovo em março passado, informa a agência Ria-Novosti citando fontes policiais.

"Graças a uma complexa operação realizada na vila de Gunib, foi liquidado o chefe do bando clandestino do Daguestão, Magomedali Vagabov. A operação foi realizada por agentes das tropas especiais do FSB", revelou a fonte.

Segundo a mesma fonte, trata-se de um sério êxito no combate contra a guerrilha separatista islâmica, porque "a caça a Vagabov demorou muito tempo, [Vagabov] conseguiu escapar às perseguições durante dois anos".

Fonte: EPA

quinta-feira, 17 de junho de 2010

14 Mortos no Daguestão

REUTERS

Norte do Cáucaso abriga insurgência islâmica alimentada pela pobreza da região

Quatro policiais e dez homens armados foram mortos nesta quarta-feira, disseram investigadores, durante confronto na região russa do Daguestão, no Norte do Cáucaso, onde o Kremlin luta para conter a insurgência islâmica.


Todos os policiais e seis militantes morreram na troca de tiros que começou depois que um atirador dentro de uma casa na cidade de Derbent se recusou a depor suas armas, afirmou o Comitê de Investigação federal.

Quatro policiais também ficaram feridos. Num incidente separado, quatro militantes foram mortos e um policial ficou ferido no centro de Derbent na madrugada, acrescentaram investigadores.

Jovens irritados com a pobreza e alimentados pela ideologia da Jihad global perpetram ataques quase que diários no Cáucaso do Norte, região predominantemente muçulmana. A maioria ocorre no Daguestão, na Inguchétia e na Chechênia, local de duas guerras separatistas com Moscou desde meados da década de 1990.

Dois atentados a bomba no metrô de Moscou perpetrados em março deixaram 40 mortos e voltaram a atenção mundial à conturbada região russa, após autoridades terem responsabilizado duas mulheres do Daguestão pelo ataque.

Com os atentados de quarta, o total de mortes no mês de junho sobe para 40 na região do Norte do Cáucaso. O líder da Chechênia, Ramzan Kadyrov, disse nesta quarta que ao menos um militante foi encontrado morto após confrontos no sul da província.

Mesmo que o Kremlin gaste bilhões de dólares no Norte do Cáucaso, onde o índice de desemprego alcança os 50%¨em algumas localidades, líderes governamentais e religiosos afirmam que muitos jovens ainda estão se voltando à insurgência.

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