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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Botando os pingos nos Is: O ataque no Quênia foi de muçulmanos contra não-muçulmanos

O que a mídia não divulgou no ataque terrorista no Quênia é que os assassinos separavam os não-muçulmanos dos muçulmanos e depois os matavam. O critério era simples: Para viver era preciso recitar uma oração muçulmana. Daniel Greenfield nos fala sobre o caso:

Durante o ataque, o Al Shabab divulgou em seu twitter uma citação do Corão: “Ó Senhor nosso, infunde-nos constância, firma os nossos passos e concede-nos a vitória sobre o povo incrédulo”! (Corão 2:250).

Entre esses “incrédulos”, ou seja, não-muçulmanos, estavam inclusive crianças.

Um dos sobreviventes relatou: “Eu não entendo por que você iria atirar em uma criança de cinco anos de idade?”. Fácil de entender, os de cinco anos não eram muçulmanos.

Momentos como esse colocam o Choque de Civilizações em um contexto sangrento. Não se trata de política abstrata. Não é sobre economia, meio ambiente ou a política externa. Trata-se de uma visão de mundo em que uma criança de cinco anos de idade que não pode recitar uma confissão de fé islâmica merece ser morta.

O crime é não ser muçulmano.

Ou como o Al Shabab colocou no Twitter: “Só kafir foram alvos nesse ataque. Todos os muçulmanos de #Westgate fora escoltados pelos mujahideen antes de iniciar o ataque”.

Excerto do artigo In the Name of Islam de Daniel Greenfield no Frontpage Magazine

Não adianta a mídia tentar manipular, o massacre foi em nome do Islã apoiado nos ensinamentos do Corão, palavra de Alá, O misericordioso. Misericordioso com os muçulmanos, pois para nós “infiéis” resta apenas o massacre.

Sim, o ataque terrorista no Quênia foi em nome do Islã!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Enquanto isso os moderados islâmicos brasileiros reproduzem o comunicado da Al Qaeda

É interessante ver a reprodução de um chamado da Al Qaeda em um blog muçulmano brasileiro, alguém argumentará: Ah mais é apenas a reprodução de uma notícia que está por toda a mídia.

Não mesmo. Se nós reproduzissemos por aqui um chamado de Anders Breivik do que seríamos chamados? Seriamos potenciais terroristas de extrema-direita não é? Outro pequeno detalhe, vejam a legenda que o blog colocou na foto:
O líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahri, convocou os muçulmanos para que realizem ataques no interior dos inimigos de Deus

Tá certo é paranóia aqui todos são moderados da mesma forma que eram na europa a cinquenta anos atrás.

Vejam a postagem do blog da Sociedade Islâmica do Maranhão:

terça-feira, 23 de abril de 2013

Canadá: Presos dois islamitas que preparavam atentados

A polícia do Canadá prendeu dois suspeitos de planejar um atentado a um trem de passageiros na região de Toronto.

A polícia informou que eles tinham ligação com integrantes da rede terrorista Al-Qaeda no Irã.
As nacionalidades não foram reveladas. Apenas que Chiheb Esseghaier e Raed Jaser moram em Montreal e Toronto.

A investigação começou no ano passado. Teve o apoio da Polícia Federal americana, mas não está ligada às explosões de Boston.

Em seu perfil de graduando o canditato a doutor exibia a bandeira da jihad:


Blog De Olho na Jihad, as informações e a foto são do Jihad Watch

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O ociente pagará um alto preço por apoiar a Al Qaeda na Síria, afirma Assad

Bashar Assad pode ser um canalha, mas está certíssimo. Já conhecemos as consequências do apoio do Ocidente ao Talibã, e agora assistimos o crescimento da Frente al-Nusra, declaradamente parte da Al-Qaeda.

"Não temos escolha, se não vencermos será o fim da Síria", afirmou. "O Ocidente pagou um preço alto pelo financiamento da Al-Qaeda em seu estágio inicial no Afeganistão. Agora os apoiam na Síria, na Líbia e em outros lugares, e pagarão um preço alto por isso. Se a Síria cair, os terroristas voltarão suas armas contra os E.U.A e o coração da Europa", disse.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Uma nova modalidade de Jihad

Editorial - Por Jacques Nunes


Perdoe-me, mas és um tolo se acredita na balela politicamente correta e manipulada que os distúrbios que agora eclodiram no mundo árabe, são simplesmente pela "ofensa" que o filme tosco (apesar do conteúdo interessante) Muslim Innocence causou ao muçulmanos.


É mera coincidência que a "revolta" tenha começado justamente em um 11 de Setembro?

Sabemos que não, não somos idiotas esquerdistas (perdoem o pleonasmo vicioso) para sermos enganados tão facilmente.

O que vocês assistem é a mais nova modalidade da Jihad Global, com a conivência de um ocidente suicida, encabeçada principalmente pela al-Qaeda. Desde o início da Primavera Jihadista, que recebeu o singelo e mentiroso nome de Primavera Árabe, grupos terroristas vem trabalhando para utilizar o próprio povo em seu favor. Por esse motivo haviam combatentes de Osama Bin Laden nas fileiras de "libertários" líbios, assim como hoje são uma força essencial no combate Sírio.

Não deixem-se enganar, onde Islã tem força total, não haverá democracia. E digo-vos, virão mais dessas "reações à ofensas", na verdade será algo comum, primeiro porque o Islã é uma religião do ultraje eterno, e segundo, pois essa é a nova estratégia jihadista: A Jihad das massas!

É interessante a religião da paz reagir a uma "ofensa" justamente com violência. Allahu Akbar!

Obs: Sobre o filme indico-lhes o artigo O que é realmente repugnante.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mali: Rebeldes islâmicos unem-se a AQMI

Após ignorar o prazo para devolver o poder aos civis, a junta militar malinesa, que deu um golpe de Estado há duas semanas, mergulhou o país no caos. Nesta terça-feira, três líderes da Al-Qaeda do Magreb Islâmico (AQMI) reuniram-se com Iyad Ag Ghaly , chefe do grupo islâmico Ansar Din, que domina a cidade de Timbuctu, no norte do Mali.

Na capital, Bamako, a população fez fila ontem para estocar alimentos e dinheiro. Os apagões deixam a cidade sem eletricidade e sem água na maior parte do dia. Os 15 países da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Ecowas) anunciaram sanções, que incluem o fechamento de todas as fronteiras do Mali - que não tem saída para o mar.


Isolado e sem saber o que fazer, o missionário brasileiro Edson de Melo teme pela segurança da mulher, Paula, e das filhas, Melissa, de 10 anos, e Sabrina, de 7. Eles apostaram que a junta seria capaz de estabilizar o país e ficaram presos em Bamako.


Por telefone, Edson contou ao Estado que é arriscado fugir de carro, que só haverá lugares em voos internacionais a partir de domingo e que eles não têm os cerca de R$ 8 mil necessários para pagar as passagens. Mesmo que resolva a questão financeira - muitos amigos e missionários já ofereceram ajuda -, comprar os bilhetes aéreos é uma epopeia imprevisível.


"Já me aconselharam a não ir ao centro da cidade, porque há manifestações", conta. "Mesmo que conseguisse, não há eletricidade e nada funciona." A decisão de partir fica ainda mais difícil porque Edson tem uma escolinha de futebol que emprega cinco pessoas e alimenta várias crianças. "Sem a nossa presença, eles não têm ninguém."


Apesar de o comércio funcionar, as escolas fecharam. Para Edson, quase tão angustiante quanto a insegurança é suportar o calor de 45° C sem ar-condicionado. Há dois dias, a TV estatal está fora do ar. Informações, só por emissoras de Burkina Fasso, da Costa do Marfim e da França. E as notícias são péssimas.


Segundo a ONU, desde janeiro, mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas. Em Gao, norte do país e epicentro da tormenta, há registros de saques a agências bancárias e começa a faltar comida. Para o Alto-Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), o país está "à beira de uma grave crise humanitária".


A tragédia malinesa começou no dia 22, quando militares chefiados pelo capitão Amadou Sanogo derrubaram o presidente Amadou Touré. Os rebeldes disseram que a quartelada foi uma resposta à falta de recursos para combater o Movimento Nacional para a Libertação de Azawad (MNLA), tuaregues que lutaram na guerra civil da Líbia e retornaram ao Mali para combater pela independência de Azawad, como é conhecido o norte do país.


O golpe causou uma reação em cadeia. O MNLA levou apenas uma semana para cortar o território malinês ao meio e ocupar as cidades de Gao, Kidal e Timbuctu. No início, os separatistas tiveram ajuda do Ansar Din, outro grupo tuaregue, mas de raízes islâmicas.

Consolidada a vitória no norte, Iyad Ag Ghaly, líder do Ansar Din, foi além e proclamou que a luta era para instaurar a sharia (a lei islâmica) em todo o país, causando atrito com o MNLA.

Cisão. Os dois grupos afastaram-se mais nos últimos dias, especialmente depois que o Ansar Din expulsou as forças do MNLA de Timbuctu e transformou a cidade em sua base. Com isso, o conflito tornou-se ainda mais complexo, com quatro frentes de luta: governo civil, militares golpistas, separatistas tuaregues e tuaregues islâmicos.


Nesta terça-feira, a presença em Timbuctu de três chefes da Al-Qaeda do Magreb Islâmico parece ter confirmado a cisão. Os argelinos Abu Zeid, Mokhtar Belmokhtar e Yahya Abu al-Hammam reuniram-se com vários imãs e com Ghaly, líder do Ansar Din, que estaria buscando apoio dos religiosos para consolidar seu poder. Formada a partir de um grupo salafista argelino, em 2002, a AQMI tem uma facção liderada por Abdelkrim Taleb, primo de Ghaly.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A conexão brasileira do Hamas


Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril passado, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil. Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que durante treze anos financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.

A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. Em 2001, entrou para a lista de organizações terroristas da ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land. Curiosamente,  passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.

Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino. Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia. Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade, e em 1980 se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamal Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas – primeiro na filial do Sudão e, depois, na do Iêmen. Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1.027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalil, em outubro passado. 

Na transcrição de uma ligação telefônica feita no dia 30 de janeiro de 2000, Jamal e Shukri Baker discutem as vantagens de usar um programa de computador para fazer chamadas internacionais para o Brasil. Os contatos com o país natal que realmente interessavam aos irmãos terroristas não eram os familiares. Eles tinham "negócios" por aqui. Prova disso é que a Holy Land pagou viagens de representantes do Hamas ao Brasil, a fim de arrecadar fundos. El-Mezain esteve no país por três semanas em 1993, para conseguir dinheiro e "avaliar como andavam as atividades da Holy Land", diz um documento da fundação. Entre os planos de ação para o ano de 1992 estava "aumentar o número de Ikhwans (milícias jihadistas) no Brasil".

Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA, em julho passado, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira – região entre Brasil, Argentina e Paraguai – eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din. De fato, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um comato "importante" na América do Sul. Noriega também confirmou informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001. O xeque estava à frente da mesquita de Guarulhos havia onze anos, mas pediu demissão em junho passado. Hoje, é diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras). Procurado por VEJA, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira. O libanês chegou a ser preso em 1998 pela Polícia Nacional do Paraguai, suspeito de envolvimento com o grupo terrorista Hezbollah. Depois do fechamento da Holy Land, Ghotme teria passado a comandar uma célula do Hamas especializada em contrabando e tráfico de drogas em Foz do Iguaçu, onde reside até hoje. Na semana passada, a reportagem de VEJA foi informada por seus parentes na cidade de que Ghotme está no Líbano.

Documentos secretos divulgados pelo WikiLeaks revelam que os Estados Unidos não têm conseguido sensibilizar o governo brasileiro para prestar atenção nas conexões do terror estabelecidas no país. Entre novembro de 2002 e fevereiro de 2010, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília produziu 279 telegramas que tocam nessa questão. Em duas dezenas deles, informa-se que os americanos pediram ao governo brasileiro a investigação de dezesseis pessoas e organizações ligadas ao terrorismo internacional. As autoridades  daqui se limitaram a pesquisar no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No âmbito policial, a julgar pelo relato dos telegramas, nenhuma medida foi tomada. O governo brasileiro também hesita em estabelecer uma lei antiterror, alegando que ela atrairia terroristas, o que em raciocínio inverso equivale a dizer que ladrões só roubam porque existem leis de crimes contra o patrimônio. "Não se percebe a relevância de uma lei antiterror porque até agora fomos poupados de ataques", diz Rubens Ricupero, ex-embaixador nos Estados Unidos. Enquanto isso, extremistas estão livres para conspirar no Brasil.

Fonte: VEJA

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Hora da Al Qaeda se tornar membro da ONU?

Nestes dias, o Fatah e o Hamas estão se reunindo no Egito a fim de chegarem a um acordo sobre o que, supostamente, eles já entraram em acordo em maio e estabelecerem um governo de unidade. Ninguém sabe se isso terá sucesso desta vez, mas as chances de um verdadeiro acordo de unidade são pequenas. Eles podem chegar a um compromisso e, até mesmo (provavelmente depois de meses de discussões), conseguir estabelecer alguma forma de governo conjunto, mas as diferenças e a animosidade entre os dois partidos são muito substanciais para darem lugar a uma unidade real.

Este movimento de unidade vem na esteira da proposta da Autoridade Palestina (AP) por um reconhecimento estatal nas Nações Unidas e na aceitação como Estado-membro por parte da UNESCO. O impulso para a soberania estatal ainda está em curso, e a AP está só esperando a próxima oportunidade de voltar a trazê-lo para a ONU. Abbas aparentemente acredita que um acordo de unidade com o Hamas irá remover um obstáculo frequentemente usado para negar a soberania da AP; eles não controlam todo o território que reivindicam como seu Estado – o Hamas governa em Gaza.

No entanto, o Hamas é designado como uma organização terrorista tanto pela União Europeia como pelos EUA. A razão para isso é simples: o Hamas é uma organização terrorista (há aqueles que parecem duvidar disso)! O alvo do Hamas: mutilar e matar civis de uma forma permanente com a intenção de alcançar objetivos políticos. Essa é a definição de terrorismo.

Se um possível futuro governo de unidade entre Hamas e Fatah conseguir ganhar o status de soberania da AP na ONU, ou se isto for mesmo considerado seriamente, o que impede a Al Qaeda de se candidatar também?

Fonte: Word of Life Israel

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Somália: Crianças são mortas e feridas em um ataque com granadas

Uma onda de ataques com granadas atribuída a rebeldes islâmicos, deixou uma criança morta e nove pessoas feridas na capital somali.

No bairro de Seypiano, na capital Mogadíscio, uma granda de mão foi lançada dentro de uma casa onde pessoas assitiam a uma partida de futebol. O ataque matou uma criança e feriu outras quatro que também estavam na residência.

Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, mas as autoridades acusam o Al-shabab.

Durante a última Copa do Mundo, o Al-Shabab e o Hizbul-Islam ameaçaram punir todos os que fossem flagrados assistindo aos jogos.

Blog De Olho na Jihad com informações do Times of Oman
 
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

AQMI: "são os guerreiros da Al-Qaeda que são geralmente os maiores benfeitores às revoluções do mundo árabe".

NOUAKCHOTT - Um líder da Al-Qaeda do Magreb Islâmico confirmou que a organização terroristas adquiriu algumas armas das Forças Armadas da Líbia após a queda do ditador Muamar Kadafi, conforme governos envolvidos na guerra civil líbia temiam.

Mokhtar Belmokhtar, um dos chefes o braço da organização terrorista que atual no norte africano, disse, em entrevista a um jornal da Mauritânia, que "é totalmente natural" que a Al-Qaeda "seja beneficiada pelas armas líbias em tais condições". Na entrevista, publicada na quarta e feita por telefone, o terrorista não especificava quais e quantas armas estão nas mãos dos extremistas.

Líderes ocidentais, junto do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), expressaram preocupações de que parte do arsenal líbio poderia ser capturada pela Al-Qaeda do Magred Islâmico, que atua no deserto do Sahel, entre o Chade e a Mauritânia, região ao sul da Líbia. Fronteiras sem controle e governos fracos tornam a região suscetível a tais práticas.

As autoridades de transição da Líbia receberam pedidos para rastrear as armas e manter a segurança de arsenais. A ajuda de países vizinhos para impedir a proliferação dessas armas também foi solicitada. A maior preocupação é com lançadores de mísseis, que podem ser usados para abater aviões civis e que despertam grande interesse de grupos radicais.

"Aproveitar o arsenal líbio é completamente natural nessas condições. Mas a parte mais importante para nós é ver se essas armas voltarem ao povo líbio, porque foi com elas que o governo os reprimia", disse Belmokhtar, que na entrevista aparece com o nome de Khaled Abou Al-Abass.

O terrorista negou as alegações de integrantes da Al-Qaeda lutaram ao lado dos rebeldes para derrubar Kadafi. Ele também rejeitou a hipótese de que a primavera árabe enfraquecerá a organização terrorista, dizendo que "são os guerreiros da Al-Qaeda que são geralmente os maiores benfeitores às revoluções do mundo árabe". Fonte: Estadão
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Poder do Islã aumenta no Oriente Médio

Dificilmente será um exemplo de democracia.

Desde que a “Primavera Árabe” (onda revolucionária de manifestações e de protestos que vem ocorrendo no Oriente Médio e no norte da África) começou há seis meses na Tunísia, uma onda de protestos, de agitação, de guerras civis e de matança sem sentido se espalhou pelo Oriente Médio. As coisas continuam acontecendo e, especialmente na Síria, a população está pagando um alto preço, perdendo vidas toda semana, à medida que o Presidente Bashar Al-Assad anuncia que vai interromper as manifestações com mão de ferro.

Na semana passada, na Líbia, o mais antigo ditador do Oriente Médio, Muamar Kadafi, foi deposto de seu governo – e morto – em um ato brutal de vingança perpetrado pelas forças rebeldes. Quarenta e dois anos de tirania acabaram quando o líder do Conselho Nacional Transitório (CNT), Mustafá Abdel Jalil, declarou a vitória. Um governo de transição está para ser estabelecido em 30 dias, e será eleita em 240 dias uma assembleia que terá a missão de promulgar uma Constituição. O processo democrático parece estar se desenvolvendo.

Na Tunísia, onde a chamada “Primavera Árabe” foi iniciada por um desesperado vendedor de vegetais, o processo democrático foi mais longe, e as primeiras eleições foram realizadas nesta semana. O Partido Islâmico Enhada tornou-se de longe o maior partido e assegurou 40% das cadeiras no novo parlamento, o qual agora começa a promulgar a Constituição.

No Egito pós-Murabak, as multidões muçulmanas andam livremente nas áreas dos cristãos da igreja copta. Com o exército como mero espectador, ou quem sabe como cooperador ativo, as multidões mataram centenas e mutilaram muitos outros. Mulheres cristãs estão sendo sequestradas e forçadas a se casarem com homens muçulmanos; monges estão sendo torturados, igrejas e monastérios estão sendo devastados e incendiados, e os coptas estão sendo perseguidos nas ruas e nas escolas. Desde março deste ano, 100.000 coptas fugiram do país. Perseguição a cristãos e a subsequente emigração estão acontecendo também em outras áreas como o Iraque, Líbano e na região sob administração da Autoridade Palestina. Muitos estão desesperados para fugirem, mas são incapazes disso por razões econômicas, dentre outras.

Comentário:
Os resultados da “Primavera Árabe” estão ficando agora mais visíveis, e eles não são encorajadores. Contrariamente às repetidas e otimistas avaliações de Obama de um democrático Oriente Médio, o poder dos islâmicos está aumentando. Islamismo, como nós conhecemos, é incompatível com valores democráticos, é antiocidental e anti-Israel. O que segue é uma visão geral de como está a situação nos seus países principais.

As previsões de uma democracia verdadeira na Líbia não são promissoras. Considere a pessoa de Abdel Hakim Belhaj. Belhaj é um islâmico bem conhecido que tem ligações com a Al-Qaeda. Desde 1988, ele lutou contra os soviéticos e depois contra os americanos no Afeganistão, e foi até mesmo preso pela CIA em 2004. A CIA entregou-o a Kadafi. Em um recente conflito, ele estava lutando lado a lado com os americanos contra o ditador da Líbia. O fato problemático é que não foi Belhaj que mudou de lado.

Em toda a campanha contra Kadafi, Belhaj recusou a submeter sua grande milícia à liderança política do CNT (Conselho Nacional Transitório). Considerando a fragmentada sociedade da Líbia, com tribos e clãs vivendo em constante alerta, e agora armados até os dentes, com armas sofisticadas vindas do arsenal de Kadafi, dificilmente se pode culpá-lo. Há um grande risco que a rivalidade interna, e até mesmo uma futura guerra civil, possam estourar o conflito pelo poder e pelo petróleo do país. Nesse ponto, os islâmicos permanecem fortes militarmente.

Em seguida da morte de Kadafi, o líder da CNT, Abdel Jalil, realizou um discurso de vitória no qual ele disse que a sharia (lei religiosa dos muçulmanos) será a “fonte principal” de leis no país, e nenhuma lei que seja contrária à sharia será permitida. Isso significa, na prática, um Estado islâmico. E nesse Estado, é lógico afirmar que a poligamia será permitida, amputações por crimes pequenos serão comuns, os direitos das mulheres serão severamente violados,  a liberdade de expressão será restringida e a conversão será punida com morte. Dificilmente será um exemplo de democracia.

Muito da mesma coisa pode ser dita da Tunísia. Esse país tem sido considerado o mais secular dos Estados árabes – mas a Enhada é um partido islâmico. Seu líder, Rachid Ghannouchi, já disse que a nova Constituição será baseada na sharia. Se a “secular” Tunísia tornar-se islâmica, é razoável acreditar que mais nações religiosas farão a mesma coisa.

No Iraque, os EUA estão planejando deixar o território e os iranianos estão preparando a sua entrada. O Irã já está interferindo na política do Iraque e apoiando milícias naquele país, utilizando-se da maioria da população shia-muçulmana que habita lá. O Irã é, em vários aspectos, um modelo completo de um Estado islâmico e também está buscando criar tentáculos em países como Bahrein e Iêmen. Caso o regime muçulmano obtenha armas nucleares, a sua esfera de influência aumentará drasticamente.

Na Turquia, o partido islâmico do primeiro-ministro Erdogan está ocupado em abolir a democracia e em impôr a sua lei. Opositores políticos, juntamente com a imprensa e militares, estão sendo presos, e a nomeação de juízes é dependente da aprovação da cúpula do partido. A Turquia já violou o acordo que tinha com Israel e está adotando orientação que lhe afasta cada vez mais da Europa. A Turquia, sob o comando de Erdogan, serve como modelo para o partido Enhada na Tunísia.

No Líbano, um partido islâmico, Hezbollah, controla o governo, da mesma forma que o Hamas governa na Faixa de Gaza. Na Síria, é difícil dizer o que acontecerá caso o regime de Assad cair, mas também lá os islâmicos têm um ponto de apoio seguro. Somando tudo, não resta dúvida de que a “Primavera Árabe” tenha levado um aumento dramático da influência da política do Islã no Oriente Médio.

Alguém poderia legitimamente perguntar: se o povo, através das eleições, escolher partidos islâmicos, deveriam ser eles proibidos de fazer isso? Não é pela a vontade do povo que nós lutemos? Mas o problema é quando isso leva à tirania da maioria, onde as minorias, tais como os cristãos e os judeus, são perseguidos e direitos humanos fundamentais são violados. Isso é inaceitável. É uma decepção chamar isso de democracia. Eleições livres são apenas uma parte de uma democracia que efetivamente funcione.

Israel é a única democracia no Oriente Médio. Isso é uma conquista que não é suficientemente entendida nem admirada pelas outras nações. Ao invés de ser excessivamente criticado, isolado e enfraquecido, o Estado judeu deveria ser exaltado como um perfeito modelo de democracia no Oriente Médio. Israel poderia servir como um recurso de conhecimento, experiência, know-how e exportar democracia para seus países vizinhos. Os líderes árabes poderiam vir a Israel para estudar as instituições nacionais, o parlamento, o sistema de eleição, os sistemas financeiro e jurídico, e tudo mais. Mas por que isso soa tão utópico?

Fonte: Word of Life Israel 

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domingo, 25 de setembro de 2011

Cubano é detido na Espanha por ligações com a Al-Qaeda

Como resultado de investigações iniciadas em 2010, a polícia espanhola prendeu na cidade de Cala Ratjada (Ilhas Baleares), um homem de nacionalidade cubana, identificado apenas como José Ernesto Feliú, sob acusação de colaboração com atividades terroristas (capacitação, doutrinamento e treinamento). Há forte indícios que ligam o cubano a rede terrorista Al-Qaeda. Além desta acusações, o suspeito também é acusado de divulgar mensagens de apoio a atividades terroristas, ameaças e elogios ao terrorismo.

O detido é responsável por cerca de 1.120 vídeos radicais na internet, a grande maioria produzidos por ele mesmo. Ele administrava vários canais no Youtube, onde defendia as teses à favor da Jihad global da Al-Qaeda, e por onde trabalhava para doutrinamento radical de outras pessoas. Em sua residência foram apreendidos computadores, HD’s, pen-drives e farto material radical. As investigações da Guarda Civil ainda não foram concluídas e seguem sobre a supervisão da Justiça de Madrid.

Blog De Olho na Jihad com informações do Minuto Digital (espanha)

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sábado, 27 de agosto de 2011

EUA anunciam morte de número 2 da Al Qaeda no Paquistão


"será difícil substituí-lo..."
O número 2 da rede Al Qaeda, Atiyah al-Rahman, foi morto no Paquistão, informou em Washington neste sábado um alto funcionário dos Estados Unidos. Ele completou que Al-Rahman morreu no Waziristão em 22 de agosto, após ter sido fortemente vinculado à liderança de várias operações empreendidas pela Al Qaeda.
O funcionário, que falou na condição de não ser identificado, não informou sobre as circunstâncias da morte de Al-Rahman. No entanto, funcionários da região paquistanesa do Waziristão disseram na semana passada à AFP que um avião teleguiado atacou um veículo no Waziristão do Norte e matou ao menos quatro militantes.

O alto funcionário de Washington disse neste sábado que a morte de Al-Rahman é um forte golpe para a Al Qaeda, porque ele era o braço direito de Ayman al-Zawahiri; líder dessa organização após a morte de Osama Bin Laden no Paquistão.
"Os materiais encontrados no refúgio de Bin Laden (no Paquistão) mostraram que Al-Rahman estava amplamente envolvido na direção de operações", completou.
"Ele tinha múltiplas responsabilidades na organização e será difícil substituí-lo", indicou.

Fonte: Radio Nederland Wereldomroep Brasil via Blog Cessar-Fogo

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domingo, 21 de agosto de 2011

Entrevista com o islamita egípcio Tareq Al-Zumar


Logo abaixo, alguns trechos de uma entrevista com Tareq Al-Zumar, líder da organização egípcia Jihad Islâmica. Al-Zumar esteve preso por ter participado do assassinato do presidente egípcio Anwar Al-Sadat e foi perdoado pelo Conselho Supremo das Forças Armadas Egípcias em março deste ano.

A entrevista foi transmitida por Misr 25 TV, no dia 4 de agosto.

"Existe um consenso de que tal coisa como [mulheres governantes] não está permitida"

Tareq Al-Zumar: "Todos os assuntos da Al Qaeda estão sendo relevados a uma proporção internacional. Os erros cometidos por ela nos últimos 12 ou 15 anos não equivalem a uma milionésima parte dos erros e crimes cometidos pelos Estados Unidos e a Grã-Bretanha contra a nação árabe e islâmica?" 

[...]

Entrevistador: "Você permitiria que uma mulher ou um cristão - um não muçulmano - estivesse encarregado pela presidência, o cargo mais supremo no país, no estado islâmico ao qual você aspira?"

Tareq Al-Zumar: "Esses temas estão sujeitos aos princípios da jurisprudência islâmica política, que devem reger a sociedade. Alguns desses assuntos são considerados inovadores, que podem ser adotados de acordo com as circunstâncias de nossos tempos."

Entrevistador: "Você já pensou sobre este tema em seu partido político?"

Tareq Al-Zumar: "Em relação ao tema de mulheres como governantes, existe um consenso de que tal coisa não está permitida".

Entrevistador: "E um não-muçulmano?"

Tareq Al-Zumar: "Existe um consenso também, mas isso não os  impede a ter outras posições na sociedade. Através de toda história islâmica, os coptas, ou não-muçulmanos, foram designados a altos cargos, contrariamente à prática em outros muitos países, incluindo os países ocidentais."  [...]

"Respeito a aplicação dos castigos islâmicos, isso faz parte do modelo político islâmico. Este é um dos tipos de penas impostas na sociedade. Na minha opinião, os rumores neste sentido são uma tentativa de difamar os castigos islâmicos, num momento em que existem castigos piores nas sociedades ocidentais, por motivos que não devem acarretar em castigo."

Entrevistador: "Mas você acredita que os castigos islâmicos deveriam ser implementados, embora existam apenas para dissuadir e assustas as pessoas, tal como cortar as mãos dos ladrões, decapitar os assassinos e assim sucessivamente?"

Tareq Al-Zumar: "Se numa sociedade há ladrões, o que nos impede de cortar as mãos de uns quantos... para tornar mais segura a sociedade?"

"Voltando à questão de implementar os castigos islâmicos - quando foram implementados, não foi da maneira que imaginamos. As pessoas pensam que se a mão de um ladrão é cortada, significa que um milhão de mãos serão cortadas. Nossa denúncia é que uma vez que este castigo seja aplicado uma ou duas vezes, o objetivo será cumprido." [...]

Fonte: MEMRI
Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de Cessar-Fogo e De Olho na Jihad


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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (15 16/08)

Marcas da Religião da Paz no último dia 15 no Iraque
Dia 15/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
95
0
0
Número de feridos
165
0
0

Iraque - Na cidade de Najaf, um ataque de militantes sunitas contra muçulmanos xiitas deixou 11 mortos e 74 feridos. Em Kut, um atentado reivindicado pela Al-Qaeda deixou 42 mortos e 72 feridos. Na cidade de Yusufiya, membros do ISI sequestraram e executaram 7 membros da milícia Sahwa. Em Tikrit, suicídas enviaram para Allah mais 6 pessoas e deixaram 10 feridos.

Iêmen - Um ataque da AQPA contra xiitas deixou 14 mortos e 5 feridos.

Nigéria - Muçulmanos assassinaram 9 cristãos de uma mesma família em Heipang, entre os mortos estão 7 crianças, uma pessoa escapou com vida. Na cidade de Sokoto, em nome de Allah, O Misericordioso, 6 pessoas foram assassinadas por islamitas do Boko Haram.

Dia 16/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
09
0
0
Número de feridos
08
0
0

Afeganistão - Em Uruzgan, 8 civis são mortos e mais 8 ficaram feridos durante um ataque com bombas realizado pelo Talibã. Já em Kandahar, islamitas assassinaram um jovem de 18 anos.

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento.
 
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