segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O embrião da Polícia Islâmica da Europa
sábado, 8 de outubro de 2011
Associação norueguesa propôs legalizar tribunais islâmicos
Recorde-se que a shariá é um conjunto de prescrições ético-religiosas e jurídicas do islão, baseadas no Alcorão. Os tribunais de justiça shariá estabeleceram-se há muito e atuam não oficialmente não somente na Noruega, mas também em toda a nova e velha Europa cristã. Na Inglaterra, Noruega e em outros países do Velho Continente os apologistas da justiça shariá explicam estas iniciativas pela necessidade de conseguir a integração dos muçulmanos na sociedade. Afirma-se que, caso contrário, os imigrantes não conseguem de maneira alguma adaptar-se às bases jurídicas, culturais e outras da Europa.
Yuri Deriabin, dirigente do Centro da Europa do Norte apontou na sua entrevista à “Voz da Rússia”.
Creio que, ao propor a legalização da atividade dos tribunais de justiça shariá na Noruega, Landbak parte de uma realidade concreta. É que as leis norueguesas relativas aos imigrantes são liberais e nos últimos anos o número de imigrantes aumentou sensivelmente.
Na opinião de Deriabin, uma vez que os tribunais de justiça shariá funcionam não oficialmente há muito na Noruega, é melhor não os proibir, pois as proibições sempre provocam reação. É melhor legalizá-los e indicar na legislação local os limites da competência do direito shariá. No entanto, nem todos os peritos têm uma atitude tão tolerante em relação à destruição dos valores que são tradicionais para os europeus.
O diretor geral do Centro de Conjuntura Política, Serguei Mikheev, declarou à “Voz da Rússia” o seguinte:
Aquilo a que assistimos é um suicídio cultural da Europa. A Europa começou a renunciar voluntariamente a si mesma. Nesta situação por que não adotar a shariá? Por outro lado, estas são condições para o surgimento de novos terroristas tipo Breivick.
Na opinião de Serguei Mikheev, num futuro próximo deve-se aguardar a desestabilização da situação sócio – política na Europa. Por isso o desenvolvimento sem precedentes da famigerada tolerância é acompanhado pelo crescimento de movimentos nacionalistas e de ultradireita. A recusa das autoridades europeias de resistir ao avanço das culturas estranhas provoca a resistência não sistémica a partir de baixo, o que vai acarretar o crescimento do número de conflitos entre diversos grupos étnicos e religiosos.
Todavia, por enquanto não se pretende pintar o futuro da Europa com tintas demasiadamente negras. A julgar por últimos passos de muitos países no plano do controle e restrição de fluxos migratórios, pode-se afirmar que o Ocidente ficou alarmado, embora com grande atraso, com este problema.
Portanto, vamos esperar um pouco antes de vestir a Europa com trajes islâmicos......
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Al-Shabab executa duas jovens acusadas de espionar para governo da Somália
"As duas garotas eram más e eram espiãs do inimigo (governo somali), mas os mujahedin capturaram-nas e, depois da investigação, elas confessaram o crime e foram executadas", disse Sheikh Yusuf Ali Ugas, comandante do Al-Shabbab em Beledweyne, no centro do país. O Al-Shabbab é ligado à Al-Qaeda.
As adolescentes foram vendadas e tiveram as mão amarradas antes de serem fuziladas, disse um jornalista local. Um morador da cidade disse que o grupo chamou os residentes para assistir à execução. "Centenas de pessoas assistiram. Foi muito ruim, todos estava chocado, mas ninguém podia fazer nada", disse.
Um primo de uma das vítimas negou que elas fossem espiãs. "Minha prima, Ayan Mohamed Jama, tinha apenas 16 anos e era absolutamente inocente", disse, sem se identificar com medo de represálias da milícia. "Eles simplesmente capturaram-nas e as executaram por algo que elas não eram", concluiu. Segundo o parente, as famílias não foram autorizadas pelo Al-Shabbab a visitar as garotas na prisão.
"Ayan nunca teve nenhum contato com o governo e nem mesmo teve um celular, não podemos entender como ela foi acusada de espionagem", completou a fonte, acrescentando que a outra garota tinha 15 anos.
O Al-Shabbab luta contra o governo somali para implantar a Sharia - lei islâmica - no país. A Somália não tem um governo estável desde 1991, quando teve início a guerra entre os militantes e as tropas do governo.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Mesquitas de Tarragona (Catalunha): Todos os Mulçumanos (...) são obrigados à combater e matar os inimigos do Islão
Em Catalão, no ano passado, a policia investigou a existência de um tribunal islâmico em valls que teria condenado à morte uma mulher. O inquérito tem dado notáveis evidências da disseminação do movimento Salafista em Tagarrona
Catalão - Um dos líderes da Mesquita de Reus "tem sido responsável pela organização de reuiniões de Salafistas desde 2oo5, as conferências reúnem as principais personalidades salafistas de todo o mundo" diz o relatório. Afirma ainda que "ele é uma dos mais importantes membros do movimento radical de todo o mundo".
A polícia Catalã afirma que, a partir de Reus, esse líder e seus contatos tomaram o controle das mesquittas de Torredembarra, Valls, Roda de Bara e do distrito Torreforta de Tarragona. As escutas telefônicas mostram que os laços dos cinco centros de culto são muito estreitos , muitas vezes acontece "encontros secretos organizados pelas pessoas envolvidas".
"Mate os inimigos"
Os registros também colocaram nas mãos da polícia uma grande quantidade de material extremista. Nos versículos do Corão estão destacados "a jihad, a luta, a destruição, o infiel e a punição daqueles que se desviam do caminho sagrado. Além disso, uma dúzia de fitas com os sermões e discursos, por exemplo, atribuindo o 11 de setembro, em Nova York a uma conspiração judaica. Também há revistas com artigos que destacam que "é obrigação de todo mulçumano (...) combater e matar os inimigos do Islã".
As escutas revelaram que as mequitas são também utilizadas como fonte de renda, de autoridade e contros sobre os muçulmanos. "Os irmãos de Toredembarra estão subindo e não quero dar mais dinheiro" disse um Imã Salafista de Reus não identificado.
Uma pesquisa da região autonoma, de acordo com El Pais, coincidem com os de outras fontes, que alertam para a crescente ligação das comunidade muçulmanas Salafi Cunit (Tarragona) , Sant Boy e Rubi (Barcelona). Os radicais também utilizam estas bases para defender suas posturas. Mo debate sobre a proibição da burca, por exemplo, Rubí e Sant boi participaram da iniciativa para contestar nos tribunais o veto ao véu completo.





