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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Câmara aprova isenção de visto entre Brasil e Irã

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta (15) projeto que ratifica acordo firmado entre o Brasil e o Irã sobre a isenção de visto para portadores de passaportes diplomáticos. O texto segue para análise do Senado. Pelo acordo, os nacionais dos dois partidos portadores de passaportes diplomáticos serão isentos de visto para entrar, transitar, permanecer e sair do território da outra nação por um período máximo de 30 dias, contados a partir da data de entrada. Para a Presidência da República, que enviou a proposta ao Congresso, o acordo “fortalecerá os laços de amizade e cooperação entre os dois países”.

Fonte: Irã News

Nota do blog: Chavez aprovou isso na Venezuela, sabem o resultado? Cliquem aqui: http://olhonajihad.blogspot.com.br/search/label/Venezuela

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Rebeldes Sírios declaram que conquistarão Israel, Espanha e Portugal

Por Jacques Nunes

Em um momento em que o mundo tem cedido seu apoio a coalizão de rebeldes sírios que atende pelo nome de Coalizão Nacional das Forças de Oposição e Revolucionárias, grupo que outorga a representatividade da oposição síria, o MEMRI, traz um vídeo importantíssimo.

Apesar do apoio do ocidente essa organização não conta com o suporte da maioria dos rebeldes e nem desfruta de popularidade entre os sírios. Hoje, a principal força anti-Assad, são os terroristas islâmicos, liderados principalmente pela Frente Nusra, uma filial da al-Qaeda no território sírio.

No entanto, como demonstra o vídeo, esses “rebeldes” islamitas não ameaçam apenas Bashar al-Assad, mas todo o mundo democrático e livre.

No vídeo divulgado, os terroristas nascidos no calor da fictícia “Primavera Árabe” falam sobre futuras operações e profetizam a conquista sobre Israel, Espanha e Portugal.


“Seguiremos adiante (...) limparemos a Síria, e nada nos deterá aqui. Continuaremos até as fazendas de Shebaa e Kfar Shuba, passaremos pelas Colinãs de Golã até Jerusalém”, diz um dos rebeldes. “ E depois, direto a Pérsia”, grita outro. “Em seguida, limparemos o ...Quando tivermos terminado com o Iraque, atacaremos Constantinopla e por fim Córdova e Al-Andalus . Agora temos armas e não temos intenção de depô-las”, conclui o terrorista.

O discurso é claro, o objetivo dos terroristas sírios não é apenas a queda de Assad, mas a destruição do xiismo e a reconquista dos “territórios muçulmanos” perdidos. Entre esses territórios, que segundo eles, pertecem aos muçulmanos, está al-Andalus, ou seja, entre suas metas após a derrota do regime sírio, está a conquista de Espanha e Portual, antigo al-Andalus.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A Virada Islamista da Turquia, 10 Anos Depois

por Daniel Pipes
The Wall Street Journal
13 de Novembro de 2012
Original em inglês: Turkey's Islamist Turn, 10 Years Later
Tradução: Joseph Skilnik - http://pt.danielpipes.org/12226/virada-islamista-turquia

Será que a Turquia está—devido ao seu tamanho, localização, economia e sofisticada ideologia islamista—posicionada para se tornar o maior problema do Ocidente no Oriente Médio?

Já se passou uma década tumultuada desde que o Partido da Justiça e do Desenvolvimento foi eleito pela primeira vez em 3 de novembro de 2002. Quase que despercebidamente, o país deixou a era pró Ocidente iniciada por Mustafa Kemal Atatürk (1881-1938) e entrou na era anti Ocidente de Recep Tayyip Erdoğan (nascido em 1954)


A eleição de 2002 foi seguida de 10 anos de idas e vindas entre frágeis governos de centro esquerda e centro direita. Os anos de 1990 também testemunharam a primeira vez em que um primeiro ministro islamista tomou posse, Necmettin Erbakan, permanecendo no poder por um ano antes de ser deposto via um golpe militar "light" em 1997. Visto o passado, aquele período marcou o intervalo entre a morte de Turgut Özal em abril de 1993, o imponente ex- primeiro ministro e presidente e a ascensão de Erdoğan ao cargo de primeiro ministro em 2003.

Foi uma época de oportunidades políticas perdidas, má gestão econômica e corrupção endêmica. A era foi marcada pelo escândalo Susurluk de 1996—no qual a investigação de um acidente de tráfego municipal levou a revelações sobre as conexões do governo com a máfia e de assassinatos patrocinados pelo estado—além da resposta ineficiente ao terremoto de 1999, expondo a até agora desconhecida abrangência da incompetência e insensibilidade.

Tal falta de competência fez com que o eleitorado se voltasse para o Partido da Justiça e do Desenvolvimento, recentemente constituído, mais conhecido como AKP, não devido as suas diretrizes islamistas e sim pelas promessas de filiação à União Européia, mais democracia e liberdade. Auxiliado por um sistema político excêntrico que determina que os partidos obtenham 10% dos votos para que possam fazer parte do parlamento, o AKP obteve 34% dos votos passando a controlar 66% das cadeiras em 2002. 
O eleitorado aparentemente animado pelos resultados—principalmente pelas reformas inspiradas na Europa e crescimento econômico espelhado na China—retribuiu com 47% dos votos ao AKP em 2007 e 50% em 2011. A popularidade permitiu que Erdoğan se entrincheirasse, seu partido e sua ideologia ("Minaretes são nossas baionetas, domos nossos capacetes, mesquitas nossas barracas e fiéis nosso exército").

Acima de tudo, Erdoğan colocou de lado as forças armadas (a mais alta autoridade turca desde os dias de Atatürk) e o restante do "estado profundo"—os serviços de inteligência, o judiciário, os responsáveis pelo cumprimento da lei e seus aliados criminosos. O governo AKP também reverteu o legado de Atatürk de olhar para o Ocidente em busca de inspiração e liderança.

O colapso quase que total das forças anti-islamistas—Atatürkistas, socialistas, adoção de um estilo de vida ocidental, forças armadas e outras—é o mais importante desdobramento da década passada. Os líderes da oposição não foram muito além de dizer "não" às iniciativas do AKP, apresentando poucos programas de valia, adotando frequentemente posições ainda piores das adotadas pelo AKP (como por exemplo promover políticas pró Damasco e pró Teerã). Na mesma linha, intelectuais, jornalistas, artistas e ativistas reivindicavam e reclamavam mas não propuseram nenhuma visão alternativa, não islamista.

Assim o AKP entra na segunda década no poder com Erdoğan cacarejando em uma reunião do partido a respeito de "um histórico começo" e sobre governar o país como nenhum político turco governou desde Atatürk.

Seu desafio principal é se conter e não exagerar. No entanto, há indícios de que é justamente isto que ele está fazendo—alienando os não sunitas, as minorias não de língua turca, tomando emprestado em demasia, impondo a lei da Shariah com rapidez excessiva, alterando a constituição e debilitando as forças armadas encarcerando a liderança passada. Na esfera internacional, flerta com uma guerra com a Síria, malvista, dispondo de relações cada vez mais tensas com o Irã, Iraque e Chipre. Uma aliança próspera de outrora com Israel evaporou-se.

Se apenas há um ano a Turquia apareceu na Newsweek e em outras revistas como a "nova superpotência" do Oriente Médio, a excessiva ambição de Erdoğan—frequentemente atribuída ao sonho de recuperar o poder e prestígio do Império Otomano (1200-1923)—agora pode estar expondo os limites da influência Turca. Distanciando-se da OTAN, cercado de forma crescente por estados antagonistas, afligido pela crise interna, Ancara encontra-se cada vez mais isolada e afastada do status de grande potência.

A Vespa turca a caminho da fronteira Síria perto de Akçakale.
Caso Erdoğan perca o apoio eleitoral, prepare-se para que ele adote meios não democráticos a fim de manter-se no poder. Ele delineou esse caminho antes mesmo de se tornar primeiro ministro, com a famosa declaração "Democracia é como um bonde. Quando se chega no ponto, se desce". Sua mentalidade proto-ditatorial já pode ser vista em tais passos como o desafio ao judiciário independente, fomento a teorias conspiratórias ridículas com o objetivo de encarcerar os oponentes, detenção de inúmeros jornalistas e a emissão de multas absurdas contra empresas de mídia menos amigáveis. Estes meios autocráticos vêm crescendo com o passar do tempo.

Após uma década de governo razoavelmente democrático, crises iminentes—a econômica, a Síria e com a minoria curda da Turquia—podem sinalizar que chegou a hora de Erdoğan saltar do bonde democrático. À medida que o AKP vai arreganhando os dentes, preste atenção e veja a República da Turquia rejeitar ainda mais o Ocidente e começar a lembrar os regimes repressivos, estagnados e hostis que caracterizam o Oriente Médio muçulmano. E fique atento para ver se os líderes ocidentais percebem as mudanças e se agem na mesma proporção ou se continuam se apegando a uma visão do país de Atatürk que não existe mais.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Hamas comemora vitória de Mursi no Egito; celebrações em Gaza


Gaza - Os palestinos em Gaza comemoraram neste domingo o anúncio da vitória de Mohamed Mursi, candidato da Irmandade Muçulmana, nas eleições presidenciais do Egito, enquanto o movimento islamita Hamas afirmou que era um "momento histórico".
Já a Autoridade Palestina, responsável pela Cisjordânia, também parabenizou Mursi, que se tornará o primeiro presidente do Egito da era pós-Hosni Mubarak.
O integrante de alto escalão do Hamas Mahmud Zahar afirmou à AFP que a vitória era "um momento histórico e uma nova era na história do Egito", enquanto moradores de Gaza aplaudiram e dispararam uma saraivada de tiros de comemoração nas ruas dos territórios palestinos.
O movimento islâmico do Hamas, que governa a Faixa de Gaza, tem laços de longa data com a Irmandade Muçulmana, organização que viu seu candidato receber 51,73% dos votos e derrotar o ex-primeiro-ministro Ahmed Shafiq.
A Autoridade Palestina também parabenizou o presidente eleito do Egito.
"Parabenizamos o doutor Mohamed Mursi, o candidato da Irmandade Muçulmana, por sua vitória na eleição presidencial egípcia e por sua eleição como presidente do Egito", afirmou o negociador palestino Saeb Erakat à AFP.

Islamita é o primeiro presidente eleito do Egito após queda de Mubarak

Milhares de egípcios lotavam neste domingo (24) a praça Tahrir, no centro do Cairo, para comemorar a vitória nas eleições presidenciais de Mohamed Mursi. O candidato da Irmandade Muçulmana foi declarado hoje o primeiro presidente do Egito desde que uma revolta popular derrubou Hosni Mubarak e prometeu colocar em prática o slogan da Irmandade Muçulmana - "o islã é a solução". A junta militar que governa o país desde a queda do regime de Mubarak afirmou que irá entregar o cargo da presidência ao vencedor das eleições até o dia 30 de junho.

"Deus é o maior" e "abaixo o regime militar" eram alguns dos slogans entoados pelos manifestantes, enquanto fogos de artifício eram lançados, depois que a comissão eleitoral declarou formalmente o candidato da Irmandade Muçulmana como vencedor.
Mursi prometeu trazer "estabilidade, segurança, justiça e prosperidade" ao Egito, depois de um ano de tumultos. Ele disse que chegou a hora de colocar em prática o slogan "o islã é a solução", da Irmandade Muçulmana,- e afirmou que seu plano político possui "referências do islã moderado".

O presidente da Comissão Eleitoral Suprema do Egito, Farouk Sultan, anunciou em entrevista coletiva que Mursi obteve 13.230.131 votos válidos (51,73%), contra os 12.347.380 (48,27%) recebidos por seu concorrente, o general reformado Ahmed Shafiq, no segundo turno do pleito, realizado nos dias 16 e 17 deste mês.

A vitória de Mursi o torna o primeiro presidente do Egito após a queda de Hosni Mubarak, ocorrida em fevereiro de 2011, e leva a Irmandade Muçulmana à Presidência pela primeira vez em seus 84 anos de história, a maioria deles na ilegalidade.

Tanto Mursi como Shafiq haviam proclamado vitória ao longo desta semana, alegando dados coletados por suas respectivas equipes de campanha.

Sultan revelou que 26.420.763 eleitores foram às urnas no segundo turno, 51,85% dos quase 51 milhões de egípcios convocados a votar. O presidente da Comissão Eleitoral destacou ainda que foram revisados pedidos de impugnações nos resultados em cerca de cem mesas eleitorais das mais de 13 mil nas quais os egípcios puderam depositar suas cédulas.

A decisão da Comissão Eleitoral não pode ser impugnada nem sofrer apelação por parte dos candidatos, ao ser a última instância responsável pelo pleito.

Período de indefinição gerou tensão

Nos últimos dias, havia um clima no país de indefinição, sem nenhum sinal sobre o que seria decidido nas urnas.

O Parlamento egípcio, que foi escolhido em eleições livres em novembro , foi dissolvido. A Irmandade Muçulmana, que possuía a maioria, protestou contra a decisão.
No último dia 14 de junho, o Tribunal Constitucional egípcio anulou a composição da câmara baixa do Parlamento e declarou inconstitucional a Lei de Isolamento Político, que teria impedido o ex-primeiro-ministro Ahmed Shafiq de concorrer à Presidência no pleito.
Além disso, a junta militar restaurou a lei marcial dos tempos da ditadura de Mubarak, que permite prisões arbitrárias, e ampliaram os poderes das Forças Armadas.
Para piorar o clima de tensão política no país, a comissão eleitoral atrasou a divulgação dos resultados. Inicialmente, o vencedor seria declarado na quinta-feira, mas a comissão - que é formada por cinco juízes - disse precisar de mais tempo para investigar todos os recursos feitos pelos candidatos.

O atraso alimentou boatos de que o Conselho Supremo das Forças Armadas e a Irmandade Muçulmana estariam negociando nos bastidores o futuro do país.

Para alguns analistas, os militares, que apoiavam Ahmed Shafiq, teriam percebido que a vitória de Mursi era irreversível, e estariam buscando um acordo para conquistar imunidade contra possíveis processos.

Os islamitas da Irmandade Muçulmana - que foram o maior partido de oposição durante toda a era Hosni Mubarak - querem retomar os poderes presidenciais. Mas os egípcios não sabem até que ponto os militares estão dispostos a deixar o poder.

Junta militar parabeniza vencedor

O chefe da junta militar do Egito, marechal Hussein Tantawi, parabenizou neste domingo o candidato da Irmandade Muçulmana Mohamed Mursi pela vitória nas eleições presidenciais, afirmou a rede de televisão estatal.

"O marechal Hussein Tantawi parabeniza o Doutor Mohamed Mursi por conquistar a presidência da república", afirmou a rede de televisão, depois de uma disputa que dividiu a nação mais populosa do mundo árabe.
Em Gaza, os palestinos comemoraram o anúncio da vitória de Mohamed Mursi nas eleições presidenciais do Egito, enquanto o movimento islamita Hamas afirmou que era um "momento histórico".

O integrante de alto escalão do Hamas Mahmud Zahar afirmou que a vitória era "um momento histórico e uma nova era na história do Egito", enquanto moradores de Gaza disparavam uma saraivada de tiros de comemoração nas ruas dos territórios palestinos. (Com agências internacionais)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Podcast Cessar-Fogo - 16ª Edição


O Podcast Cessar-Fogo tem sido transmitido pela Rádio Comunidade de São Cristóvão FM 106.3 (Sergipe) e pela Vertical WebRadio, como parte do programa "O Jeito do Mestre". 

Nesta edição: a vinda do messias islâmico e o domínio global do Islã.



Contato: editor@cessarfogo.com
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ahmadinejad acredita que o messias islâmico está prestes a chegar


"Ahmadinejad conquistará Jerusalém
antes da vinda do messias islâmico."
Uma nova evidência surgiu quanto à visão iraniana de que a instabilidade atual no Oriente Médio representa um sinal de que o Mahdi - o messias islâmico - está prestes a aparecer. A CBN News obteve um vídeo nunca antes visto produzido pelo regime iraniano que diz que todos os sinais estão se encaixando - e que o Irã estará prestes a colaborar para o início do fim dos tempos.

Enquanto os movimentos revolucionários que se apoderam do Oriente Médio criam um clima de incerteza em toda região, o vídeo mostra que o regime iraniano acredita que o caos é uma prova divina de que a sua vitória final está próxima.


A Vinda está Próxima


O vídeo de propaganda foi supostamente aprovado pelos mais altos escalões do Governo iraniano. Chama-se "A Vinda está Próxima" e descreve os eventos atuais no Oriente Médio como um preâmbulo da chegada do mítico duodécimo Imã Mahdi - a figura messiânica que as escrituras islâmicas dizem que conduzirá os exércitos do Islã para a vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.

"Este vídeo foi produzido por um grupo chamado 'Os Condutores da Vinda', em conexão com o Basij - a força paramilitar iraniana - e em colaboração com o escritório do presidente iraniano", disse Reza Kahlili, um ex-membro da Guarda Revolucionária do Irã que compartilhou o vídeo com a CBN News.

Kahlili, autor do livro "Tempo de Trair", trabalhou como um agente duplo para a CIA dentro do regime iraniano.

"Há poucas semanas, o escritório de Ahmadinejad apresentou este vídeo com muita emoção para os clérigos", disse Kahlili à CBN News. "O público-alvo são os muçulmanos no Oriente Médio e no mundo".

O vídeo afirma que o Irã está destinado a se levantar como uma grande potência nos últimos dias para ajudar a derrotar os Estados Unidos e Israel, e anunciar o regresso do Mahdi. E deixa claro que os iranianos acreditam que esse momento está se aproximando rapidamente.

"O Hadith descreveu claramente os eventos e as diversas transformações dos países no Oriente Médio e também a respeito do Irã na época da vinda", disse um narrador no vídeo, e continuou dizendo que a invasão estadunidense ao Iraque já havia sido anunciada pelas escrituras islâmicas - e que o Mahdi, num futuro próximo, governará o mundo a partir do Iraque.

Outros Sinais "Proféticos"

A agitação atual nos outros países do Oriente Médio, como Iêmen e Egito - incluindo o levantamento da Irmandade Muçulmana -, e o atual estado precário de saúde do rei da Arábia Saudita - rival iraniano -, também têm sido analizados como sinais proféticos de que o Mahdi está chegando.

"A presença de Abdullah, sua enfermidade e sua condição duvidosa não são uma grande notícia para aqueles que estão ansiosos pela vinda?", pergunta o narrador.

O líder supremo do Irã, Khameini, e Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah, são considerados peças fundamentais do fim dos tempos, cujas ascensões foram preditas nas escrituras islâmicas.
O mesmo ocorre com o presidente Mahmoud Ahmadinejad, que segundo o vídeo conquistará Jerusalém antes da vinda do Mahdi.

"Acredito que seja um desenvolvimento muito sério", disse à CBN News o especialista em assuntos do Oriente Médio Joel Rosenberg, autor do livro "O duodécimo Imã". "Abre uma janela para o pensamento da liderança iraniana: eles acreditam que uma guerra com Israel pode acontecer antes do que muitos imaginam".

Kahlili diz que o vídeo "A Vinda está Próxima" em breve será distribuído pelo regime iraniano para todo o Oriente Médio. Explicou que o seu objetivo é promover mais levantes nos países árabes.

Fonte: CBN News
Tradução: Jônatha Bittencourt - CessarFogo.com


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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bélgica: Polícia apreende AK 47 com membro do Sharia4Belgium



Após denúncia anônima, a polícia belga prendeu um membro do grupo Sharia4Belgium, portando uma kalashnikov, mais conhecida como AK 47.

A prisão é mais uma amostra de como o grupo, Sharia4Belgium, liderado pelo clérigo Anclam Chowder tem se radicalizado, isso sob os olhares das autoridades que preocupam-se mais com o falido multiculturalismo do que com a segurança do país.

Muçulmanos em protesto pela sharia na Bélgica

Blog De Olho na Jihad com informações do RTLNIEWS
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sábado, 22 de outubro de 2011

Salvar Shalit estimula o terror

Quase todos os dias, durante uma recente permanência em Jerusalém, passava diante da barraca que os pais do sargento Gilad Shalit, o militar israelense que foi capturado em 2006 pelo Hamas, montaram em frente à residência do primeiro-ministro de Israel. Sua vigília foi longa.

Entristecidos, porém sempre dignos, e na maior parte do tempo sem saber se seu filho estava vivo ou morto, os Shalit literalmente não deram trégua à consciência de Binyamin Netanyahu e do país.

Minha cabeça me dizia que, ao atender à exigência do Hamas de libertar mil prisioneiros em troca de Shalit, Israel encorajaria mais sequestros e libertaria terroristas que quase certamente matariam mais israelenses. Mas o meu coração me dizia que esses pais desolados mereciam todo o apoio do mundo. No fim, meu coração venceu e fui até a barraca, assinei a petição e deixei um donativo.

Estava convencido de que fizera uma coisa errada.

Na semana passada, Israel concordou trocar Shalit por 1.027 prisioneiros palestinos. O sargento chegou a Israel e os primeiros 477 presos foram soltos. Não culpo Netanyahu, seu gabinete ou seus serviços de segurança por cederem ao seu coração.

Não deve ter sido fácil. Entre os prisioneiros que foram soltos estão pessoas que tramaram os ataques suicidas numa pizzaria de Jerusalém (15 mortos), um hotel na Páscoa em Netanya (30 mortos), um ônibus em Jerusalém (11 mortos) e um ônibus em Haifa (17 mortos).

Evidentemente, as autoridades israelenses que aprovaram a troca estavam dispostas a pagar um preço alto para manter o sentimento de solidariedade em Israel. Eles querem que os pais israelenses tenham a certeza de que o governo fará tudo o que estiver ao seu alcance para salvar seus filhos eventualmente capturados. Cientes disso, os soldados israelenses presumidamente se sentirão mais dispostos a ir para a batalha.

Entretanto, os líderes israelenses deveriam ter se deixado guiar por sua cabeça, ainda que a decisão fosse mais dolorosa. As consequências da libertação de prisioneiros em outras épocas deveria tê-los convencido de que, a longo prazo, a troca quase certamente se revelaria a opção mais cara. Segundo uma estimativa, nos últimos trinta anos Israel soltou cerca de 7 mil prisioneiros árabes em troca de cerca de 16 israelenses e dos corpos de mais dez.

Cerca de 10 mil prisioneiros árabes foram soltos desde 1985. Um relatório de 2007 elaborado por um grupo de vítimas do terrorismo, afirma que, nos cinco anos antes do estudo, 177 israelenses foram assassinados por terroristas reincidentes que haviam sido libertados.

Abbas ibn Muhammad Alsayd, solto em 1996, envolveu-se posteriormente em três ataques. Em 1998, Iyad Sawalha foi solto num gesto de "boa vontade"; em 2002, detonou uma bomba que matou 17 pessoas. Ramez Sali Abu Salmin, solto em 2003, mais tarde se explodiu em um café de Jerusalém, matando 7.

Os líderes israelenses deveriam saber que libertar 1.027 prisioneiros em troca de um soldado terá como resultado novos sequestros, e que essas chantagens e libertações em massa, aliás desproporcionais, terão de acabar.

O porta-voz da ala militar do Hamas declarou que o sargento Shalit "não será o último soldado a ser capturado pelo Hamas enquanto Israel mantiver em seu poder prisioneiros palestinos". Outro grupo, Comitês de Resistência Popular de Gaza, que participou do sequestro do sargento Shalit, anunciou: "O sequestro é a nossa estratégia".

Ontem, Wafa al-Bass, presa em 2005 quando contrabandeava uma bomba para ser utilizada em um atentado suicida no posto de controle de Gaza, afirmando que ia procurar tratamento médico, disse, após ser solta, que os palestinos deveriam "tomar um Shalit" a cada ano, enquanto outros presos palestinos não fossem libertados.

Não é preciso ler a obra do psicólogo B.F. Skinner para compreender o perigo do reforço positivo representado pela troca de prisioneiros por israelenses sequestrados. Basta ler o próprio Netanyahu, que em seu livro de 1995, Fighting Terrorism, escreveu: "A libertação de prisioneiros só encoraja os terroristas dando-lhes a sensação de que, mesmo que sejam apanhados, sua punição será de curta duração. Pior ainda, levando os terroristas a pensar que suas exigências serão provavelmente atendidas, ela encoraja exatamente a chantagem terrorista que pretende combater".

A volta aos ataques terroristas contra os israelenses não é a única consequência. O caso de Shamir Kuntar, que foi libertado em 2008 em troca dos restos mortais de dois soldados israelenses, deveria servir de lição. Kuntar havia assassinado um israelense na frente de sua filha de 4 anos e depois matou a menina esmagando sua cabeça com o fuzil - enquanto a esposa do homem, escondida nas proximidades, acidentalmente sufocava sua filhinha de dois anos ao tentar fazer com que ficasse em silêncio.

Kuntar agora é um herói. Ele e outros prisioneiros soltos foram homenageados pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ele deu a Kuntar uma medalha por "apoiar a resistência palestina e libanesa".

Dito isso, é absurdo ver Israel trocando um soldado, ou mesmo restos mortais, por centenas de prisioneiros como uma estratégia destinada a fortalecer o sentimento de solidariedade ou o moral do país.

O que dirão os líderes israelenses aos parentes dos civis que quase seguramente serão mortos pelos prisioneiros soltos no acordo - e aos pais dos soldados que serão sequestrados pelo Hamas para provocar novas trocas de prisioneiros? Continuar assumindo riscos com a vida das pessoas pela paz talvez seja necessário para a liderança israelense. Entretanto, não é necessário assumir riscos suicidas que salvarão um soldado, mas garantirão o sequestro de outros e o assassinato de muitos outros israelenses.

Nosso coração pode comemorar com a família Shalit. Mas nossa cabeça não pode deixar de se preocupar ao contemplar os muitos sequestros e mortes que sua libertação produzirá. 

Fonte: O Estado de São Paulo

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Al-Shabab promete mais atentados na Somália

O grupo fundamentalista islâmico Al Shabab ameaçou nesta quarta-feira realizar mais ataques contra o Governo Federal de Transição da Somália (GFT) e contra seus aliados, um dia depois de um atentado suicida dos rebeldes em Mogadíscio matar cerca de 90 pessoas e ferir 150. 

"A partir de agora realizaremos mais ataques contra o Governo, contra soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) e contra seus aliados", afirmou em comunicado o porta-voz da Al Shabab, Sheikh Ali Mohamud.

"Assegurarei que este é só o princípio, continuaremos com estas ações durante muito tempo", acrescentou.

Mohamud insistiu que Al Shabab foi o autor do atentado de ontem em um complexo de edifícios onde o governo tinha escritórios de três de seus ministérios, e que esta é uma "mensagem para o GFT, para as agências de espionagem que estão na capital, para as organizações de ajuda e seus aliados".

Antes do atentado, o suicida de Al Shabab, identificado como Bashar Abdullahi Nur, foi entrevistado pela rádio Al-Andalus.

"Para mim tanto faz se mato mil pessoas, cem ou uma. Preciso ir para o paraíso e me reunir com Deus", afirmou.

Os últimos números divulgados pelo hospital de Madina indicam cerca de 90 mortos e 150 feridos.

Já o presidente do país, Sharif Sheikh Ahmed, anunciou na noite de terça-feira três dias de luto nacional em honra às vítimas do atentado, a maioria estudantes que estavam no local para realizar testes para obter bolsas de estudo.

"Prometo que este tipo de ataques não impedirão que continuemos lutando contra o terrorismo", afirmou Ahmed. "O que aconteceu em Mogadíscio é terrível. Mostra como cruéis e estúpidos são a Al Qaeda e seu aliado, Al Shabab", acrescentou.

As agências de segurança nacional do governo anunciaram a detenção de uma pessoa com explosivos junto ao corpo quando tentava entrar em um edifício governamental no norte de Mogadíscio.
De acordo com a administração somali, membros do Al Shabab já estão tentando executar mais atentados, "mas o governo está preparado para prevenir qualquer ataque".

Em Mogadíscio, onde foi decretado toque de recolher na terça-feira à noite, o ambiente era de tensão nesta quarta-feira. As forças de segurança, em alerta vermelho, ordenavam deter cada pessoa que se aproximasse e os cidadãos da capital somali tentavam superar o trauma.
Embora Al Shabab já tenha feito vários atentados terroristas, esta é a segunda vez que os estudantes são seu alvo.

Em dezembro de 2009, os fundamentalistas realizaram um atentado contra um hotel em Mogadíscio, onde acontecia uma cerimônia de formatura, na qual morreram quatro ministros do governo de transição, três jornalistas, quatro médicos e 29 estudantes.

O atentado desta terça-feira acontece após a suposta retirada de Al Shabab de Mogadíscio, no início do mês de agosto, considerada "uma mudança tática" pelos radicais e uma vitória pelo Governo.

Al Shabab, que pretende instaurar na região um estado muçulmano wahhabista, domina boa parte do sul da Somália, um país que vive em permanente guerra civil e com a ausência de um governo efetivo desde 1991, quando foi derrubado o ditador Mohammed Siad Barre.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos de Paris: "Em breve, iremos as armas!"

Após o anúncio da proibição de que os muçulmanos ocupem as ruas para as orações, militantes do grupo ativista Forsane Alizza saíram as ruas de Paris para convencer os adoradores a não usarem as mesquitas temporárias espalhadas pela cidade. Eles aproveitaram a ocasião para lançar uma ameaça à França, diante das últimas ações do governo contra o Islã: " Em breve, iremos as armas!", avisou o militante.


Fonte: Blog Vlad Tepes
 
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O ator Gerard Butler recebe ameaças de morte devido seu novo filme

O ator Gerard Butler (filme 300) teve que reforçar sua segurança para o Festival de Cinema de Toronto devido as ameaças de morte que vem recebendo devido seu novo filme "Machine Gun Preacher", onde o astro protagoniza Sam Childers, um extraordinário homem que dedica sua vida e seus recursos para resgatar órfãos muçulmanos que vivem na zona de conflito do Sudão.

Gerard Butler, em entrevista ao jornal "Los Angeles Times" revelou que se sentiu emocionado ao filmar seu mais recente filme "Machine Gun Preacher", e que sempre chora quando lembra a história da produção.

O ator comparou a história de vida de Sam Childers, que era um drogado antes de virar um homem religioso, com a sua própria. "Isso aconteceu comigo quando estávamos filmando. "Eu ainda sinto cada emoção que senti com Sam. A violência, a loucura, estar fora de controle e não saber como viver a sua vida. Eu tinha tudo isso. Eu tive uma grande transformação na minha vida, assim como ele teve", disse Butler que se entregou ao álcool e às drogas quando sua carreira como advogado não deu certo.

Assitam ao trailer:

Blog De Olho na Jihad com informações do Seattlepi e Ego Notícias
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Egito: Terrorista ameaça exterminar os Cristãos


O Sheik egípcio Adel Shehato, um alto membro do grupo terrorista Jihad Islâmica recentemente libertado da prisão, deu uma entrevista ao jornal Roz Al-Yousef, no qual revela suas metas para a sociedade egípcia. A entrevista foi traduzida pelo MEMRI.

Entre outras coisas, Adel Shehato advertiu de maneira ameaçadora: "Os cristãos são livres para adorar seu deus dentro de suas igrejas, mas se causarem problemas aos muçulmanos irei exterminá-los". Desde a queda de Mubarak o número de ataques contra cristãos aumentou de forma alarmante no Egito.

Shehato declarou que se opõe à democracia e espera ver o Egito sendo regido pela Sharia (lei islâmica). Ele ainda afirmou que o Egito deve proibir a presença de turistas estrangeiros nas pirâmides e em outros locais históricos, para evitar "o comportamento imoral" no país.

Blog De Olho na Jihad com informações do MEMRI via Israel National News


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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

EUA temem que Al Qaeda planeje ataque biológico

Estão tentando empacotar o veneno como explosivos
para, então, explodi-los em lugares públicos.
Funcionários da inteligência americana acreditam que um braço da Al Qaeda no Iêmen tenta produzir ricina, um veneno letal, para utilizá-lo em futuros ataques contra os Estados Unidos, informou o The New York Times no fim da sexta-feira.

Citando relatórios de inteligência com classificação não especificada, o jornal indicou que a filial da Al Qaeda no Iêmen esteve fazendo esforços para adquirir grandes quantidades de sementes de rícino, necessárias para a produção do veneno.

Funcionários de inteligência indicam que reuniram evidências de que agentes da Al Qaeda estariam tentando levar as sementes e processá-las em um esconderijo da província de Shabwa.

Comandantes militares reiteraram suas preocupações de que os jihadistas se aproveitaram de um vácuo de poder em Sanaa para expandir suas operações no Iêmen.

As evidências arrecadadas pela inteligência indicam que a Al Qaeda está tentando produzir secretamente o veneno, empacotá-lo com explosivos para depois fazê-los explodir em lugares público, como centros comerciais, aeroportos ou estações de metrô, explica o informe.

O presidente Barack Obama e seus assessores de segurança nacional foram informados desta ameaça no ano passado, e desde então foram atualizados periodicamente, afirma o Times.

No entanto, altos funcionários de contraterrorismo afirmam que não há indícios de que um ataque com este veneno seja iminente, acrescentou o jornal.

Estes funcionários também afirmam que a utilidade da ricina como arma é limitada porque a substância perde sua potencialidade em condições secas, ensolaradas, que prevalecem no Iêmen, e, diferente de vários agentes neurotóxicos, não é facilmente absorvida pela pele, indicou o Times.


Fonte: Radio Nederland Wereldomroep Brasil
Via: Cessar-Fogo


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terça-feira, 14 de junho de 2011

Al Qaeda: Papa e Berlusconi são "alvos fáceis"


O braço midiático da Al Qaeda "As Sahab" lançou um vídeo onde indica possíveis líderes ocidentais como alvos, informou a AGI News no último fim de semana. No vídeo, o porta-voz do grupo terrorista, Adam Gadahn, cita à agressão sofrida pelo Papa Bento XVI na Missa do Galo em 2009, e também à agressão contra o Primeiro-ministro Italiano Silvio Berlusconi em dezembro de 2009, para demonstrar como estes são "alvos fáceis".

No vídeo, que tem mais de cem minutos, Gadahn que é conhecido como "o americano" também chama os militantes a realizar ataques contra "figuras influentes" dos governos ocidentais "controlados por interesses judeus".

Segundo informou o Frates in Unum, citando o Rorate-Caeli, a segurança no Vaticano foi reforçada após à denúncia das ameaças diretas contra o Papa Bento XVI.

Por Jefferson Nóbrega blog Candango Conservador/De Olho na Jihad

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Egito: Manifestantes protestam contra turismo que "não respeita as leis do Islã"



Na sexta-feira passada, centenas de muçulmanos se reuniram na Praça
Tahir para protestar contra o secularismo, pedir a aplicação da Sharia e exigir rígidos controles para quem pretende viajar como turista para o Egito.

Os manifestantes que gritavam: Islã! Islã! Afirmaram que o Egito é um país islâmico, por isso todos os turistas estão obrigados a respeitarem as normas e tradições do Islã. Durante à concentração, numerosos viajantes e vendedores ambulantes uniram-se aos radicais.

Levando em conta a sangrenta perseguição sofrida pelos egípcios, o melhor a se fazer é não viajar para o país do Nilo, pois diante das veladas ameaças lançada contra os turistas ocidentais, este podem acabar sendo assassinados, em nome de Allah, o "Misericordioso", junto a qualquer pirâmide.

Isso é a gloriosa primavera que chegou ao Egito!

Blog de Olho na Jihad com informações do diários Espanhol Minuto Digital


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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Al Qaeda cria orgão de propaganda para recuperar a Espanha


A Al Qaeda no Magreb Islâmico (AQIM em inglês) acaba de publicar um comunicado em fóruns jihadistas anunciando a criação do Instituto de Produções Midiáticas Al-Andalus, orgão de propaganda jihatista que nasce com o principal objetivo de "restaurar a terra islâmica usurpada", na Espanha.

Por Yolanda Alba - Infomedio
Tradução De Olho na Jihad

Este centro - explica a organização terrorista em comunicado ao qual tivemos acesso - é reponsável por difundir e elaborar as ações terroristas da Al Qaeda, unificando a estratégia de comunicação do grupo, da mesma forma que faz sua matriz (AQIM) desde 2001, que conta com seu próprio braço midiático, o As-Sahab.

A importância que a AQIM atribui a recuperação dos territórios de Al-Andalus está explícito  no nome de seu novo orgão midiático. 

Porque Al-Andalus? 

"Paraíso muçulmano perdido, reino de oito séculos, quando os muçulmanos estabeleceram a religião e portaram a bandeira da Jihad", explica a organização terrorista. Que prosseguem: " A Jihad é uma obrigação da nação islâmica, desde a queda da primeira cidade de Al-Andalus há seis séculos, desde que Granada caiu". Não é desde a ocupação da palestinas pelos judeus, ou da ocupação do Iraque, Afeganistão e Somália pelos cruzados, e sim desde a queda de Al-Andalus". No documento, a AQIM aproveita para lembrar os muçulmanos em geral- e em particular o povo do Marrocos cujo a história está estritamente ligada ao Al-Andalus - a hipótese da Jihad e como cada muçulmano deve lutar por Allah até que seja restaurado cada pedaço de terra islâmica usurpado.

A criação do Instituto terá impacto imediato sobre a ameaça terrorista que paira sobre a Espanha. O professor Manuel R. Torres (especialista em terrorismo islâmico da Universidade Pablo de Olavide e autor do libro "O eco do Terror") garante que é "um impulso na estratégia comunicativa da AQIM, que até então era menos desenvolvida que sua capacidade logistica e operacional".

O novo insituto com a inclusão de Al-Andalus em seu nome da-nos uma idéia do simbolismo que tem a Espanha para o jihadismo, e mutiplicará os comunicados sobre os interesses espanhóis. É perfeitamente possíve, por exemplo, que comecem a aparecer vídeos da Al Qaeda instigando atentados contra a Espanha. A declaração também mostra o logotipo do novo braço da AQIM, que passa a servir como um certificado para todas as comunicações do grupo terrorista. 

Diante de notícias deste calibre, deixem-me hoje, não quero opinar. Julguem vocês mesmos.

Saibam mais:


Al-Andalus (em árabe: الأندلس, al-ʼAndalus; alåndɑlʋs) foi o nome dado à península Ibérica pelos seus conquistadores islâmicos do século VIII, tendo o nome sido utilizado para se referir à península independentemente do território politicamente controlado pelas forças islâmicas.

De início integrado na província norte-africana do império omíada, o Al-Andalus seria um emirado (756–929) e posteriormente um califado independente do poder abássida (929–1031). Com a dissolução do califado em 1031, o território pulverizou-se em vários reinos Taifa e foi retomado posteriormente pelos reis Cristãos.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Na mesquita de Al-Aqsa Imã promete vingança contra os "cães ocidentais"

Um Imã na mesquita de Al-Aqsa prometeu vingança aos "cães ocidentais" por matarem Osama Bin Laden. Em um vídeo postado no youtube o Imã diz:


"Os cães ocidentais estão alegres depois de matarem um dos nosso leões islâmicos de Al-Aqsa, onde o futuro califado nascerá com a ajuda de Alah. Dizemos aos cães para não se alegrarem muito por matarem leões. O cão continuará cão e o leão mesmo morto será sempre um leão".


Logo em seguida ele ameaça os Estado Unidos:

"Vocês foram instruídos a matarem muçulmanos e devem saber que em breve cairão junto com Bush. Somos uma nação de milhões, uma boa nação".

O Imã também disse que ensinariam aos americanos pela política e por meios militares.

Obs: O youtube acaba de excluir o vídeo.
Obs 2: Nossa amigo Roberto "o caçador implacável" de links achou o vídeo que postamos acima.

Fonte: Ynet News

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