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terça-feira, 24 de junho de 2014

Agente evita atentado durante partida do Brasil e morre no Líbano


France Presse / Correio Braziliense


Beirute - Um jovem agente dos serviços de inteligência libaneses evitou um atentado contra um bar na periferia de Beirute lotado de torcedores que a companhavam a partida entre Brasil e Camarões pela Copa do Mundo.

O agente Abdel Hodroj Karim, de 20 anos, e seu colega Ali Jaber saíam do trabalho na segunda-feira (23/6) quando viram um veículo branco, que se dirigia em direção ao bar localizado no bairro xiita de Chiyah, no sul de Beirute, contou à AFP um oficial da Segurança Nacional.

"O carro parou no meio da rua e um homem saiu. Hodroj e Jaber o interceptaram e perguntaram o que ele estava fazendo. O homem disse que tinha quebrado a chave e que o carro não poderia andar, acrescentou.

A resposta pareceu estranha, em um país que sofre numerosos ataques com carros-bomba e com histórico de ataques no sul de Beirute, reduto do movimento xiita Hezbollah. Neste momento, Jaber se dirigiu a um quartel militar do outro lado da rua, enquanto Abdel Karim vigiava o suspeito para impedir sua fuga.

"Neste exato momento o carro explodiu", matando Abdel Karim, relatou o oficial. O motorista do carro branco também faleceu no local.

Treze pessoas ficaram feridas, incluindo Ali Jaber, que estava a 30 metros do veículo. A explosão ocorreu às 00H00 (21H00 GMT segunda-feira).

Bairro xiita Em Chiyah, os moradores ainda estão chateados, eo pai do inspetor morto, Fadel, recebe condolências. Um fotógrafo da AFP no local viu carros em chamas e grandes danos materiais. A explosão aconteceu por volta da meia-noite (18h00 desta segunda em Brasília).

No bairro de Chiyah, os habitantes estão trastornados, e o pai do agente morto, Fadel, recebe as condolências.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Atentado contra embaixada francesa em Trípoli

Um atentado com um carro-bomba cometido nesta terça-feira contra a embaixada francesa em Trípoli, capital da Líbia, deixou pelo menos duas pessoas feridas, informou à Agência Efe uma fonte de segurança.
Os feridos, ambos de nacionalidade francesa, são vigilantes da embaixada e um deles se encontra em estado grave. O ataque causou grandes danos em parte do prédio, situado no bairro Al-Andalus.

Duas casas também foram danificadas e vários veículos pegaram fogo. A polícia e o Exército líbios isolaram a zona, para onde foram o ministro das Relações Exteriores, Mohammed Abdelaziz, e o vice-primeiro-ministro, Awad al Barasi. O chefe d Governo, Ali Zidaan, não se encontra no país.

Abdelaziz, que qualificou o ataque de "terrorista", segundo a agência estatal "WAL", informou que uma comissão franco-líbia foi formada para investigar o ocorrido.

Até o momento não se sabe quem é o autor do ataque e nenhum grupo assumiu sua responsabilidade.
A França confirmou hoje que dois soldados ficaram feridos na ação. O presidente do país, François Hollande, condenou "firmemente o atentado" e solicitou ao ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius, que envie "imediatamente" um representante para Trípoli para "tomar todas as medidas necessárias".

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Suspeitos de atentado de Boston são chechenos, afirmam jornais


Foto divulgada pelo FBI
Os dois suspeitos do atentado da maratona de Boston são irmãos e têm origem chechena, confirmaram as autoridades. A polícia montou uma grande operação em Watertown, nos arredores de Boston, para apanhar Dzhokhar Tsarnaev, de 19 anos. O irmão foi detido, esta sexta-feira de madrugada, e morreu no hospital. Neste momento, o trafégo rodoviário está suspenso e os habitantes de Watertown foram aconselhados a não sair de casa. Está no terreno uma gigantesca caça ao homem que aparece de boné branco nas fotos do FBI.

As autoridades confirmaram já tratarem-se de dois irmãos de origem chechena, residentes nos EUA. O suspeito que está a monte chama-se Dzhokhar Tsarnaev e tem 19 anos. O irmão, Tamerlan Tsarnaev, morreu na madrugada desta sexta-feira.

A polícia de Boston tem montada uma gigantesca operação de caça ao homem , na cidade de Watertown, nos arredores de Boston. Mais de nove mil polícias estão na rua, armados, para apanhar o suspeito do atentado de Boston, que segunda-feira provocou três mortos e mais de 180 feridos.






"Continua à procura do suspeito que está armado, em Watertown. Lembramos que os habitantes devem permanecer em casa. Tráfego rodoviário foi suspenso", informou a polícia de Boston no Twitter.

A busca concentra-se num perímetro de 3,8 quilómetros, na cidade de Watertown, um pacato subúrbio de Boston, com cerca de 35 mil habitantes.

A Universidade de Harvard está também encerrada, esta sexta-feira.

Leia mais sobre a Jihad na Chechênia aqui

terça-feira, 16 de abril de 2013

No facebook muçulmanos americanos comemoram atentado em Boston

Recebemos hoje alguns emails pergutando-nos se já tínhamos obtido informações acerca dos atentados ocorridos em Boston ontem. Estamos em contato com nossos parceiros nos E.U.A, mas ainda não há informações precisas que possam confirmar (ou não) se as explosões foram ações de islâmicos.

O que já foi divulgado é que um saudita foi detido. Populares avistaram-no em atitude suspeita e mesmo ferido ele tentou fugir. Ora, porque tentou fugir ao invés de buscar socorro? Mas, ainda são apenas conjecturas. No entanto, estamos atentos e informaremos nosso leitores assim que obtivermos alguma notícia mais detalhada.

Mas, algo já podemos informar, em meio a lamentações pelas mortes já confirmadas, alguns muçulmanos regozijaram-se desse triste fato.

Na rede social muçulmanos ao linkarem a notícia expressaram sua alegria com postagens do tipo "Allahu Akbar (Alá e Grande) e "Grande Notícia". Vejam as imagens publicadas pelo Jihad Watch:



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Atualização:

Steve Emerson acaba de noticiar na rede de tv Fox News que o saudita detido foi descartado como suspeito.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Bulgária acusa Hezbollah por atentado que matou 6 pessoas

O atentado contra um ônibus que matou cinco israelenses e um motorista na Bulgária foi perpetrado por militantes do grupo xiita libanês Hezbollah, acusaram nesta terça-feira autoridades búlgaras.

O autor do ataque, ocorrido em julho de 2012, morreu na explosão. Mas policiais e autoridades búlgaros alegam que ele era parte de uma célula do Hezbollah, cujos integrantes usavam passaportes da Austrália e do Canadá.

O ministro do Interior da Bulgária, Tsvetan Tsvetanov, revelou nesta terça os detalhes dos seis meses de investigação e disse que o autor do atentado e uma segunda pessoa eram "membros da ala militante do Hezbollah".

"Há dados mostrando o financiamento e as conexões entre o Hezbollah e os dois suspeitos", declarou.
O grupo responsável pelo ataque teria chegado em Burgas (a cidade onde o ataque foi perpetrado) um mês antes do bombardeio.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Blogueira, anti-talibã, de 14 anos, sofre atentado


Li hoje com pesar e revolta que Malala Yusafzai, uma blogueira anti-talibã, de apenas 14 anos sofreu um tetantiva de assassinato. O blog de Malala Yusafzai, foi algumas vezes para nós, fontes de informações preciosas sobre os ataques e crueldades praticadas por jihadistas no Afeganistão.

Malala Yusafzai, de 14 anos, é conhecida no exterior por seu blog, hospedado no site da BBC, no qual denuncia os atos de violência cometidos pelos talibãs no Vale de Swat, onde brevemente tomaram o poder antes de 2009. No ano passado, a adolescente recebeu o primeiro Prêmio Nacional da Paz, criado pelo governo paquistanês, e foi indicada ao Prêmio Internacional para Crianças para a Paz da Fundação Kids Rights. "Malala estava subindo no ônibus escolar depois da aula quando homens armados dispararam contra ela. Ela ficou apenas ferida", declarou o porta-voz da polícia local, Rasul Shah.


O ministro da Informação da província de Jyber Pajtunjua, Mian Iftijar Husain, confirmou o ataque em Mingora, a principal cidade da região de Swat, e acusou "terroristas" de estarem por trás dos fatos. Por sua parte, os rebeldes talibãs reivindicaram a tentativa de assassinato. "Uma bala atingiu seu crânio, mas não alcançou cérebro. Ela está fora de perigo", declarou o dr. Maj Mohamed, do hospital Saidu Sharif de Mingora. Em 2009, o exército paquistanês retomou o controle do Vale de Swat depois de uma grande ofensiva para desalojar os talibãs, que, dois anos, haviam assumido o controle do lugar.


 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ACONTECEU O ÓBVIO!

Do site do Heitor de Paola

VEJAM AS IMAGENS ABAIXO: SÃO ALTAMENTE CIVILIZADOS SEGUIDORES DA "RELIGIÃO DA PAZ" VELANDO O EMBAIXADOR J. CHISTOPHER STEVENS



O QUE DECLAROU BARACK HUSSEIN?

Condeno os continuados esforços de indivíduos enganados para ferir os sentimentos religiosos dos Muçulmanos - como condenamos todos os esforços para ofender os crentes de todas as religiões

Só depois condenou os ataques e a morte de americanos!

O QUE DECLAROU MRS CLINTON?

Condeno os ataques nos mais fortes termos - mas os EUA deploram qualquer esforço intencional de denegrir as crenças religiosas dos outros. Não entendo como pessoas que nós ajudamos se voltarem contra nós.

O QUE DECLAROU MITT ROMNEY?

Considero uma desgraça que a primeira resposta da Administração Obama não foi de condenação ao ataque, mas expressar simpatia por aqueles que os cometeram.

No próximo dia 6 de novembro os Americanos terão a oportunidade de escolher entre um Kenyano Muçulmano e continuar vendo seus diplomatas morrerem nas mãos do seguidores da "Religião da Paz, oe um candidato americano que saberá como contê-los. Aos eleitores caberá esta escolha crucial!

A GRANDE MENTIRA 1:

Os ataques foram provocados pelo filme sobre a vida de Maomé. Não foram. Analistas de  inteligência capacitados já disseram que este tipo de ataque não pode ser improvisado, como as manifestações no Cairo. Foram muito bem planejados com tempo suficiente para saber que o Embaixador estaria em Benghazi e não em Trípoli, sede da Embaixada.

A GRANDE MENTIRA 2:

O Islam é uma religião da paz. Pergunto: quantos filmes foram feitos ultimamente denegrindo a imagem de Jesus Cristo? Desde convivendo com protitutas até mantendo relações homossexuais com seus Apóstolos? Quanto atos de barbárie foram cometidos, nestes casos, por Cristãos? Os Evangelhos ou o Corão pregam a paz? Qual distila ódio?

LEITURAS RECOMENDADAS SOBRE OS ATENTADOS:


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Três mortos em atentado contra turistas israelenses na Bulgária

Ao menos quatro pessoas foram mortas e mais de trinta ficaram feridas em um atentado contra turistas israelenses no aeroporto búlgaro de Burgas, às margens do Mar Negro, nesta quarta-feira.

O Ministério búlgaro do Interior havia indicado a morte de três pessoas e mais de vinte feridos, mas, pouco tempo depois, o prefeito da cidade de Burgas, Dimitar Nikolov, anunciou a morte de uma quarta pessoa e o número de 33 feridos.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou oficialmente a República Islâmica do Irã. "Todos os sinais conduzem ao Irã", declarou Netanyahu em um comunicado.

Este atentado na Bulgária coincide com o 18º aniversário do ataque em 1994 contra a Associação Mutual Israelita argentina (Amia), em Buenos Aires, que deixou 85 mortos e 300 feridos. Na ocasião, Israel também culpou o Irã.

Os Estados Unidos condenaram o ataque "contra pessoas inocentes, sobretudo, crianças, nos termos mais fortes", declarou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.

O porta-voz acrescentou que o presidente americano, Barack Obama, inclui as vítimas em suas orações.

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, declarou em um comunicado que havia ficado "horrorizada com este ataque e muito chocada com as imagens vindas de Burgas". "Os responsáveis devem ser presos e condenados", acrescentou.

Vários comissários europeus também denunciaram o atentado em mensagens postadas no twitter.

A comissária responsável pela ajuda Humanitária, a búlgara Kristalina Georgieva, disse ter ficado "chocada e horrorizada com o anúncio da explosão em Burgas".

Já Cécilia Malmström, responsável pela Segurança e Relações Internas, expressou a sua tristeza e enviou suas condolências às famílias das vítimas.

O número de vítimas pode ser ainda mais elevado, segundo informações da rádio pública BNR, que indica um possível atentado suicida. Essa hipótese foi sustentada à Rádio do Exército israelense pelo testemunho do sobrevivente Aviva Malka: "Eu acho que foi um atentado suicida. Nós estávamos sentados no ônibus quando, segundos depois, houve uma explosão. Conseguimos sair do ônibus através de um buraco. Corremos para o terminal do aeroporto. Vi muitos mortos e feridos".

A agência de notícias BGNES indicou um registro de pelo menos "sete mortes", citando fontes oficiais. Já o prefeito de Burgas, acrescentou que entre as vítimas havia "duas mulheres grávidas, além do motorista do ônibus".

As vítimas, que chegaram a bordo de um avião fretado que havia aterrissado pouco antes das 14h00 GMT (11h00 de Brasília), estavam em um ônibus que os levaria para o aeroporto de Burgas, informou o Ministério do Interior. O número de passageiros a bordo do avião oscila, de acordo com a fonte, entre 51, incluindo um americano e um esloveno, e 150.

Segundo informações da rádio pública BNR e da rede de televisão privada bTV, três ônibus foram atingidos. Um deles teria explodido e os outros dois, pegado fogo.

O prefeito visitou o local, enquanto o aeroporto de Burgas foi fechado para o tráfego aéreo, que foi desviado para o aeroporto de Varna. O ministro búlgaro das Relações Exteriores, Nikolai Mladenov, e o embaixador de Israel na Bulgária, Shaul Kamisa-Raz, estão a caminho de Burgas.

Esta é a primeira vez que um ataque anti-israelense acontece na Bulgária.

Contudo, Danny Shenar, chefe do serviço de segurança no Ministério israelense dos Transportes, revelou no início do ano uma tentativa de atentado a bomba contra turistas israelenses em 3 de janeiro na Bulgária: um artefato explosivo foi descoberto depois de ter sido escondido em um ônibus que transportaria turistas israelenses da fronteira com a Turquia para uma estação de esqui búlgara. Mas as autoridades do país desmentiram essa informação em seguida.

Nos últimos anos, a região búlgara às margens do Mar Negro tornou-se um ponto turístico popular entre israelenses. Os dois países mantêm excelentes relações. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Bulgária foi o único aliado da Alemanha a ter salvado judeus dos campos de concentração nazistas, o que é lembrado regularmente durante contatos bilaterais com Israel.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vítimas do massacre de Toulouse são enterradas em Jerusalém


Uma multidão lotou o cemitério de Har HaMenuchot (Monte dos Descansos), na entrada de Jerusalém, para acompanhar o enterro das quarto vítimas do ataque à escola judaica francesa Ozar HaTorah, na cidade de Toulouse, sul da França, na segunda-feira. O clima era de comoção e indignação entre os presentes, a maioria judeus ortodoxos, principalmente quando os corpos do Rabino Jonathan Sandler, de 30 anos, e de seus filhos Gabriel e Aryeh, de 3 e 5, chegaram envoltos, cada um, num talit, xale tradicional judaico branco com listras azuis. Outra vítima, a menina Myriam Monsonego, de 8 anos, foi envolta num tecido de veludo negro com símbolos religiosos.

Inconsoláveis, Yaffa Monsonego, mãe da menina Myriam e a diretora do colégio alvejado pelo atirador, e Ava Sandler, viúva do rabino assassinado, grávida de seis meses, tiveram que ser amparadas por amigos diversas vezes. Jonathan Sandler havia estudado em Israel antes de se mudar para Toulouse com a família, há apenas sete meses. Ele era um dos professores de Torá (Velho Testamento) mais conhecidos e queridos da escola. Ele também escrevia para o jornal ortodoxo “Kountrass” e era voluntário da ONG Shoresh, dedicada a diminuir a distância entre judeus relgiosos e seculares.

Os caixões de madeira com os corpos chegaram ao Aeroporto de Tel Aviv às 5h desta quarta-feira e foram levados diretamente ao cemitério de Har HaMenuchot (Monte dos Descansos), em Jerusalém, por um comboio de carros fúnebres. O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, viajou a Israel no mesmo avião para participar do enterro.

"Vim para mostrar a solidariedade do povo francês com o povo de Israel, que sente como suas as crianças assassinadas", disse Juppé ao presidente Shimon Peres, com quem se encontrou antes do enterro.

Peres respondeu afirmando que a presença de Juppé “é uma expressão única das relações profundas entre França e Israel”. O presidente israelense elogiou a reação do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

"As ações do presidente Sarkozy durante esses eventos difíceis provam que Israel e França estão no mesmo front na busca de paz e na guerra total contra o terrorismo ′", disse Peres.

No enterro, o chanceler francês, que também se encontrou com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmou que a França “está fazendo todo o possível para que haja segurança plena em escolas e sinagogas, para que atos criminosos como esse nunca aconteçam de novo”.

"Sempre que xingam, atacam ou assassinam um judeu no solo de nossa República, é a nação francesa inteira que chora e que deve reagir. O antissemitismo é contra todos os valores da França e é, assim, insuportável", afirmou Juppé, usando a tradicional kipá judaica na cabeça. "Que suas almas e memórias sejam abençoadas ", complementou, em hebraico.

Autoridades israelenses, como o ministro do Interior, Eli Yishai, e da Justiça, Yaakov Neeman, também estavam presentes. O presidente da Knesset, o Parlamento israelense, Reuven Rivlin, fez o discurso mais exaltado.

"O povo judeu enfrenta animais selvagens e insaciáveis, animais selvagens transformados em loucos por seu ódio", afirmou.

Em Ramallah, na Cisjordânia, o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, condenou o ataque à escola judaica e reagiu às palavras do suspeito, o argelino Mohammed Merah, que afirmou ter cometido o crime em reação à morte de crianças palestinas na Faixa de Gaza.

"Chegou a hora de criminosos como esse pararem de assassinar em nome da Palestina", afirmou Fayyad. "Nossas crianças não pedem nada a não ser uma vida justa. Nenhuma criança palestina aceita o assassinato de inocentes".

Da Agência O Globo
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quarta-feira, 7 de março de 2012

Polícia russa investiga atentado contra sinagoga de São Petersburgo

A polícia russa continua a investigar o atentado contra uma sinagoga de São Petersburgo ocorrido na noite de segunda-feira, 5 de março. Segundo testemunhas, dois coquetéis Molotov foram atirados contra o templo situado no centro da cidade. O atentado não teve registro de vítimas ou danos materiais.

O ataque desta segunda-feira aconteceu apenas dois dias antes da coletividade judaica celebrar a festa de Purim que marca a vitória dos israelitas sobre os seus perseguidores na antiga Pérsia, hoje Irã. Há 14 meses, em janeiro de 2011, desconhecidos desenharam suásticas nas portas e paredes de um centro cultural judaico, também em São Petersburgo.

 

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Iraniano fica ferido ao detonar explosivos na Tailândia

 Três explosões deixaram cinco feridos em Bangcoc, capital da Tailândia, nesta terça-feira, incluindo um iraniano que perdeu as duas pernas ao detonar os explosivos que carregava consigo. A notícia é divulgada pela polícia tailandesa um dia depois de Israel culpar o Irã por ações contra diplomatas em Nova Délhi, na Índia, e em Tbilisi, na Geórgia.

primeira explosão aconteceu na região de Ekamai, no centro de Bangcoc, em uma casa que teria sido alugada por um mês por três iranianos. De acordo com a polícia tailandesa, dois homens conseguiram fugir enquanto o terceiro, ferido, tentou pegar um táxi.

Quando o motorista se recusou a parar, ele atirou uma bomba contra o veículo, causando a segunda explosão. Depois, o mesmo homem tentou jogar outra bomba na polícia, mas se atrapalhou e acabou explodindo as próprias pernas.
A polícia descobriu mais explosivos na casa, mas ainda não está claro quais seriam os alvos. Um passaporte encontrado no local indicou que o homem se chama Saeid Moradi. Os outros feridos são três homens e uma mulher, todos tailandeses, que foram levados ao hospital Kluaynamthai.

Israel em alerta

As explosões acontecem um dia após o governo de Israel ter acusado o Irã de estar pro trás de um ataque a bomba contra um carro da embaixada israelense que deixou quatro feridos em Nova Délhi.

Outra bomba foi encontrada em um veículo oficial da diplomacia israelense na capital da Geórgia, mas desativada antes de explodir.

Autoridades iranianas classificaram as acusações como infundadas. "Rejeitamos categoricamente as acusações do regime sionista. São parte de uma guerra de propaganda", disse o porta-voz da chancelaria iraniana, Ramin Mehmanparast, citado pelo canal de televisão em língua árabe Al-Alam. "O Irã condena todos os atos de terrorismo", acrescentou.

Além do Irã, o Hezbollah tem profundas diferenças com o Estado judeu. O grupo libanês combateu Israel em uma guerra de um mês de duração em 2006 e, no domingo, marcou o aniversário da morte de Imad Mughniyeh, um de seus comandantes, em um ataque de 2008 que acredita ter sido obra de Israel.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, disse não ter informações de que os alvos das explosões em Bangcoc tenham sido israelenses ou judeus. Autoridades tailandesas também não disseram haver conexão entre os incidentes.

Nesta terça-feira, Israel aumentou o nível de alerta do país, reforçando a segurança em locais públicos, embaixadas e escritórios estrangeiros e no Aeroporto Internacional de Ben-Gurion.

No mês passado, um homem de cidadania libanesa e suíça foi detido pela polícia tailandesa por suposta ligação com militantes do Hezbollah, grupo militante libanês apoiado pelo Irã. Na época, Estados Unidos e Israel alertaram seus cidadãos em Bangcoc para ficarem alertas.

Fonte: IG
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Embaixadas israelenses são alvos de ataques

JERUSALÉM - O Ministério de Exteriores de Israel confirmou nesta segunda-feira, 13, que as embaixadas do Estado judeu na Índia e na Georgia foram alvos de atentados. Em Nova Délhi, dois israelenses ficaram feridos na explosão de um carro-bomba, enquanto em Tbilisi o explosivo foi descoberto antes de ser acionado.

Peritos verificam carro detonado em frente à embaixada de Israel em Nova Délhi

Yigal Palmor, porta-voz da chancelaria israelense, não identificou a vítima na Índia e nem deu mais detalhes sobre o incidente. A explosão de Nova Délhi ocorreu no fim da tarde (segundo o horário local), de acordo com a embaixada.
Palmor afirmou que não daria detalhes por motivos de segurança. "Estamos investigando o ocorrido e a cooperação com as forças de segurança locais é excelente", disse. Já a chancelaria da Índia informou que os feridos são um motorista e a esposa de um diplomata e que ambos estão recebendo tratamento no hospital.

As imagens das televisões locais mostravam uma minivan de placas azuis, demonstrando ser um veículo diplomático, queimada e com uma das portas destruída. A polícia afirmou apenas que havia um carro em chamas em frente à embaixada.

Na Geórgia, as autoridades afirmaram que um explosivo havia sido colocado no carro de um motorista da embaixada. O dispositivo, porém, localizado na parte inferior do veículo, foi descoberto e desarmado. A representação diplomática não comentou o caso.


Fonte


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sábado, 7 de janeiro de 2012

Ataque do Boko Haram no nordeste da Nigéria deixam 20 mortos

A polícia da Nigéria informou que homens de uma seita radical muçulmana atacaram a prefeitura de uma cidade rural do nordeste da Nigéria, matando a tiros pelo menos 20 pessoas. O ataque ocorreu por volta do meio-dia (horário local) desta sexta-feira em Mubi, Estado de Adamawa, cidade próxima da fronteira com Camarões.O comissário local de polícia, Ade T. Shinaba, disse que o ataque ocorreu quando um grupo de pessoas do povo Igbo se reunia na prefeitura. Ele responsabilizou a seita conhecida como Boko Haram pelo ataque. O grupo radical, que quer implementar a lei da Sharia em toda a Nigéria, matou mais de 500 pessoas somente no ano passado. 
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domingo, 25 de dezembro de 2011

Ataque a igreja durante missa de Natal causa mortes na Nigéria

Uma explosão em uma igreja Católica durante a celebração de Natal matou pelo menos 25 pessoas na capital da Nigéria, Abuja. Os primeiros 10 corpos foram encontrados logo após a chegada da equipe de emergência e mais 15 outros na manhã deste domingo. As buscas continuam.

Pelo menos oito carros foram atingidos estacionados em frente ao templo.O porta-voz da Agência de Gerenciamento de Emergência da Nigéria, Yushau Shuaib, admite que não havia ambulâncias suficientes no momento da explosão. “O rescaldo continua e estamos evacuando a área para evitar confrontos”, afirmou.

Ainda não há informação sobre as causas da explosão, segundo informações do policial no local, Richard Oguche. “Nenhum grupo reivindicou o atentado”. O grupo extremista islâmico conhecido como Boko Haram é o principal suspeito. Eles seriam responsáveis pela morte de pelo menos 465 pessoas apenas este ano.

No ano passado, uma série de ataques ocorreu em meio a celebração do Natal na cidade de Jos, também na Nigéria. Foram mortas pelo menos 32 pessoas e o grupo reivindicou a autoria dos atentados. Por causa disso, a embaixada americana nos Estados Unidos já havia dado um alerta especial na sexta-feira para áreas de circulação de estrangeiros.
 

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tailândia: Atentado contra monges budistas fere 9 pessoas

Segundo informa o The Washington Post, uma bomba detonada por controle remoto feriu nove pessoas no sul da Tailândia, incluindo três monges.

A bomba foi detonada enquanto os monges recolhiam esmolas, juntamente com eles estavam três policiais que faziam a escolta e mais três homens. Todos foram feridos na explosão, mas não houve mortes.


Os monges budistas são frequentemente alvos de violência por parte de grupos extremistas islâmicos no sul da Tailândia.


Blog De Olho na Jihad 21/11/11
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Somália: Crianças são mortas e feridas em um ataque com granadas

Uma onda de ataques com granadas atribuída a rebeldes islâmicos, deixou uma criança morta e nove pessoas feridas na capital somali.

No bairro de Seypiano, na capital Mogadíscio, uma granda de mão foi lançada dentro de uma casa onde pessoas assitiam a uma partida de futebol. O ataque matou uma criança e feriu outras quatro que também estavam na residência.

Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, mas as autoridades acusam o Al-shabab.

Durante a última Copa do Mundo, o Al-Shabab e o Hizbul-Islam ameaçaram punir todos os que fossem flagrados assistindo aos jogos.

Blog De Olho na Jihad com informações do Times of Oman
 
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Líbano: Atentados contra boate e loja de bebidas

Na cidade libanesa de Tiro, duas bombas foram detonadas. Os alvos eram uma discoteca e uma loja de bebidas. Felizmente não houve feridos, o exército isolou as áreas e iniciou as investigações.

A cidade de Tiro é uma das poucas no sul do Líbano que permite o uso de bebidas alcoólicas. Nos terrítorios dominados pelo Hezbollah o consumo é proibido.

Blog De Olho na Jihad com informações do Emirates 247 News
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domingo, 6 de novembro de 2011

Nigéria: Boko Haram continua com os ataques

 Os militantes islâmicos Boko Haram, cujo nome na língua hausa local significa "A Educação Ocidental é Pecaminosa", bombardearam igrejas e estações policiais matando 150 infiéis no nordeste da Nigéria.

Este grupo islâmico quer impôr na Nigéria o que os muçulmanos que levam o islão a sério querem impôr no mundo: a lei islâmica (a mesma que deixou o Médio Oriente na pobreza que ele é hoje).


O número de mortos continua a aumentar após uma série de ataques mortíferos terem sido levados a cabo. Reportagens iniciais apontavam para cerca de 65 mortos durante os ataques de 6-Feira, mas esse número subiu para 150, segundo alguns oficiais.
Os militantes muçulmanos bombardearam igrejas (claro), mesquitas, edifícios governamentais e estações policiais.


Claro que os muçulmanos arranjam sempre forma de justificar a sua violência. Para eles, sempre que um maometano não está a viver sob o jugo da lei islâmica, ele está a viver em "opressão". Como o Alcorão sanciona o uso da violência para terminar com a "opressão", então islamicamente falando, os terroristas do Boko Haram não estão a levar a cabo actividades condenáveis.
Fonte: Perigo Islâmico

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Paradoxo do Acordo de Shalit

"Este é um dia de grande celebração.
Este é um dia de grande tristeza."
O acordo de Shalit irá trocar 1027 prisioneiros árabes palestinos, todos terroristas ou pessoas suspeitas de terrorismo e aguardando a sua sentença, pelo soldado israelense. Foi finalizado na quinta-feira da semana passada e foi aprovado pelo governo na noite de terça-feira com uma maioria de vinte e seis contra três. Netanyahu, que já escreveu livros dizendo que acordos como este só cedem ao terrorismo e só levarão a mais terrorismo, pressionou para o acordo. Os três ministros que votaram contra foram Avigdor Lieberman, Uzi Landau, e Moshe Ya'alon. Landau disse que “o acordo é uma grande vitória para o terrorismo e fere a dissuasão e segurança de Israel”.

Em defesa do acordo, Netanyahu disse: “Há uma tensão inerente entre o desejo de trazer de volta um soldado sequestrado, ou cidadão, e a necessidade de manter a segurança dos cidadãos de Israel. Esta é a minha dupla responsabilidade como Primeiro-Ministro... não quero esconder a verdade de vocês – é uma decisão muito difícil. Eu sinto pelas famílias das vítimas do terror".

As negociações foram feitas no Cairo e, possivelmente, em Berlim, sob o patrocínio egípcio e alemão. Os últimos detalhes foram finalizados em uma conversa telefônica entre Netanyahu e o chefe da agência de inteligência egípcia. Yoram Cohen, chefe da agência de inteligência interna de Israel, o Shin Bet, aprovou o acordo. Seu antecessor, Meir Dagan, opôs-se firmemente a um acordo durante o seu período, mas de acordo com relatórios, o Hamas suavizou suas exigências durante as últimas negociações.

Como parte do acordo, quarenta dos 1027 terroristas serão enviados para o exterior enquanto o resto vai ser enviado ou para Gaza ou para a Judeia e Samaria (Cisjordânia). Seis árabes israelenses voltarão a Jerusalém Oriental. A libertação ocorrerá em duas etapas, com Shalit e 450 terroristas sendo liberados na primeira fase. Já que famílias de vítimas do terrorismo provavelmente irão recorrer à Suprema Corte contra a libertação dos terroristas, o procedimento legal vai atrasar o processo em alguns dias.

Comentário:
Este é um dia de grande celebração – e é um dia de grande tristeza. A seguinte observação explica o paradoxo: um ato israelense causa celebração entre terroristas; um ato israelense faz os inimigos e assassinos de Israel se alegrarem. Isto dá motivo para alguma séria reflexão.

Após o anúncio do acordo, os membros do Hamas saíram pelas ruas de Gaza e dispararam para o ar. Agora eles estão organizando grandes festas de celebração. O líder do Hamas em Damasco, Khaled Mashaal, prometeu que as pessoas libertadas irão “retornar à luta” – eufemismo dele para “terrorismo”. Seu comparsa na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, disse que “este é um momento histórico de grande vitória".

Então, a quem eles estão celebrando? Eles estão celebrando Ibrahim Hamed, ex-chefe de operações de terror do Hamas na Judeia e Samaria. Hamed é responsável por planejar o assassinato de noventa israelenses, incluindo o atentado a bomba ao Coffe Moment em março de 2002, matando onze pessoas; o atentado a bomba na Universidade Hebraica, em julho daquele ano, matando nove pessoas; os atentados na Praça Sião em Jerusalém, em 2001, matando onze, e outros tantos ataques. Eles estão celebrando Ahlam Tamimi, que levou o homem-bomba que atacou a pizzaria Sbarro na Rua Jaffa, em agosto de 2001, matando quinze. Eles estão celebrando Amna Muna, a jovem que atraiu Rachum Ophir, de 16 anos, a Ramallah, onde dois dos amigos dela mataram o jovem com 28 tiros. Estes são os herois do Hamas.

No total, os terroristas prestes a serem libertados são responsáveis por 599 assassinatos e milhares de pessoas mutiladas e feridas, muitas delas para a vida toda. Duzentos e oitenta dos terroristas são assassinos; 450 estiveram envolvidos em ataques sérios, enquanto os outros foram envolvidos em ataques que Israel caracteriza como menos graves, como por exemplo, lançamento de pedras. Duas semanas atrás, esses lançamentos de pedras “menos graves” levaram à morte de Asher Palmer e de seu filho de dois anos de idade, Jonathan.

Com base nisso, é desanimador registrar a facilidade com que as agências de imprensa em todo o mundo relatam o acordo. A BBC, como é de sua política indefensável, se recusa a chamar essas pessoas de “terroristas” e fala em “militantes palestinos”. A Associated Press diz que eles têm sido “acusados de atividade militante”. Em nenhum lugar há uma discussão sobre o trauma profundo que Israel está passando na libertação desses assassinos. Se o mundo segue seu curso normal, a mídia internacional irá, em poucos dias, relatar as cenas alegres e comoventes de quando essas pessoas voltarem para suas famílias – e nenhuma palavra vai ser dita sobre o dia em que eles partiram; o dia em que eles foram para a sua missão assassina.

Tão preocupante quanto isso, é que em nenhuma parte da mídia internacional há uma discussão sobre o problemático enfraquecimento do sistema judicial que tal libertação causa. Esses terroristas foram condenados de acordo com o devido processo legal. Provas foram feitas contra eles provando sua atividade criminosa. Agora, eles são libertados, e, nisto, pontos de interrogação são colocados no princípio de punição legal. Motivações de Israel para fazer isso são claras, mas por que o mundo silenciosamente encoraja isso?

Tudo isso poderia não ter sido necessário se a comunidade internacional tivesse agido decisivamente em um estágio anterior. Mas quando nação após nação começa a se envolver com o Hamas e dar legitimidade a essa organização terrorista, enquanto atos da organização – para não dizer sua própria essência, são inegáveis violações do direito internacional, por que eles deveriam mudar os métodos? Quando a ONU se recusa a usar os músculos para forçar o Hamas a respeitar o direito internacional e as organizações de direitos humanos como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional mais ou menos ignoram a questão, como podemos esperar resultados? Na falta de apoio internacional, Netanyahu fez o que ele sentia que tinha que fazer. O mundo não é perfeito e às vezes transigências precisam ser implementadas – mas isso não é uma vitória para o mundo democrático!

A maioria dos comentaristas concorda que este acordo vai fortalecer o Hamas e enfraquecer o Fatah. E eles provavelmente estão certos. A popularidade do Hamas nas ruas vai ser incentivada e sua rede terrorista reforçada. Mas em longo prazo isso importa pouco para Israel. Tanto o Hamas quanto o Fatah têm um objetivo declarado de destruir o Estado judeu – é apenas uma questão de métodos. A primeira escolha do Hamas é o terror, e a primeira escolha do Fatah no momento é a diplomacia. Israel está aprendendo a lidar com ambos.

Os israelenses deveriam se unir na comemoração com a família Shalit. Apesar do trauma de liberar assassinos e o que isso pode levar no futuro, o acordo revela o quanto a sociedade estima a vida de um soldado. Agora, os olhos devem se concentrar sobre o futuro. Usando uma máxima do vocabulário de Ben Gurion, Israel deve combater o terrorismo como se não houvesse nenhum acordo e implementar o acordo como se não houvesse nenhum terrorismo. Haverá, e com razão, opiniões divididas sobre esta questão. Mas o mais importante é olhar em frente e ver o que pode ser feito na frente legal, na frente diplomática, com a inteligência, pelos militares, e com outros meios disponíveis para impedir o Hamas de cumprir sua promessa de sequestrar mais israelenses.

Fonte: Word of Life Israel 
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domingo, 25 de setembro de 2011

Quatro morrem em ataque suicida em igreja na Indonésia

Quatro pessoas morreram e pelo menos 14 ficaram feridas neste domingo (25) em um atentado suicida contra uma igreja cristã na ilha de Java, na Indonésia, segundo a polícia e testemunhas do ataque. A informação é da "AFP".

Segundo a agência "EFE", a explosão aconteceu quando os fiéis saíam de uma cerimônia religiosa na igreja Bethel Bible na cidade de Surakarta. O porta-voz da Polícia, Boy Rafli Amare, indicou que foi confirmada a morte do suicida, e algumas testemunhas falam de pelo menos outros três mortos."O indivíduo detonou o explosivo pegado a seu corpo na Igreja", assinalou o porta-voz à televisão local.

Uma testemunha afirmou que o suspeito estava dentro da igreja durante a missa. Eu estava dentro da igreja, quando vi uma luz brilhante seguida de uma explosão, as pessoas gritavam", explicou ao canal "Metro".
As imagens de televisão mostraram os restos de uma pessoa no local de culto que supostamente pertencem ao terrorista suicida. A maior parte dos ataques com bomba na Indonésia é atribuída ao grupo terrorista Jemaah Islamiya, considerado o braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático.

Em 2004, o grupo extremista fez um atentado em uma discoteca da ilha de Bali, na qual morreram 202, pessoas, a maioria turistas estrangeiros. Fonte: Uol Notícias
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