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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Extrema-direita britânica volta a patrulhar as ruas contra ameaça islâmica



O grupo de extrema-direita inglês “Britain First” voltou com sua campanha de patrulhas de rua, denominadas “Patrulhas Cristãs”, e que têm como objetivo de lutar contra a islamização, escreve o Independent. As ações deste grupo regressaram depois dos ataques há duas semanas em Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo e um supermercado kosher.
No Facebook deste grupo, que apresenta como imagem de capa um gigantesco apelo à luta contra a islamização, pede-se que os britânicos digam “não” à Sharia, às mesquitas e ao terror. Foi nessa página que o “Britain First” publicou um vídeo que mostra elementos do grupo percorrendo as ruas da zona leste de Londres – a que chamam “Londres ocupada” – num Land Rover que pertenceu ao exército.
O seu objetivo passa por tornar as ruas “seguras para as nossas pessoas”, declara o grupo. Paul Golding, o auto-intitulado líder do “Britain First”, aparece, juntamente com Jayda Fransen, uma ex-candidata a deputada, a distribuir folhetos que apelam à proibição das mesquitas e dos niqabs e justificam a ação das patrulhas cristãs como uma espécie de contra-ataque. Isto porque, garante o grupo, há patrulhas muçulmanas operando na área, confiscando álcool e incomodando as mulheres.
No final do vídeo vê-se a polícia a intervir para impedir confrontos entre os elementos do “Britain First” e os residentes muçulmanos.
Este grupo estava quase adormecido, segundo o Independent, não conseguindo financiamento, nem elementos suficientes para as patrulhas. Esta foi a primeira patrulha em quarenta anos e surge depois de alguns ministros britânicos terem enviado uma carta conjunta aos líderes muçulmanos do país, pedindo-lhes que esclarecessem de que forma o Islã “pode ser parte integrante da identidade britânica”, após os ataques em Paris que resultaram na morte de 17 pessoas.
A deputada trabalhista Rushanara Ali, eleita pelo círculo de Bethnal Green e Bow (leste de Londres) já condenou as patrulhas cristãs. “A população do leste de Londres rejeitou sempre o ódio e a intolerância. A retórica de grupos extremistas como o ‘Britain First’ não tem lugar aqui, na zona que, orgulhosamente, é uma das comunidades mais vibrantes e diversas do Reino Unido”, disse.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Liga de Defesa Polonesa escoltará mulheres para protegê-las das gangues de estupradores muçulmanos

Membros do PDL
Na Polônia, membros do grupo nacionalista Polish Defence League (PDL) - “Liga de Defesa Polonesa (LDP)” - passarão a escoltar as mulheres durante a noite para protegê-las da epidemia de estupros cometidos por muçulmanos que tem se espalhado pelo país e pela Europa.

Segundo a Rádio Polônia, a LDP passará a escoltar as mulheres em  Varsóvia, Poznań e Cracóvia e  para defende-las das ameaças dos  muçulmanos. 

A Polônia tem uma das comunidades muçulmanas mais pequenas da Europa, estimada entre vinte mil e quarenta mil muçulmanos, mas pensa-se que esta cifra rapidamente será ultrapassada, devido às leis liberais de imigração e à facilidade de aquisição de asilo político no país, por isso alguns poloneses estão preocupados que possa acontecer, como em outros países, estupros coletivos, parte daquilo a que se chama «jihad da violação«, ou guerra islâmica que inclui a tomada das mulheres não muçulmanas como parte da sua guerra de expansão e domínio.

Por isso, a LDP já declarou no seu site  em uma mensagem dirigida aos islamistas que, ao contrário do que fazem outros europeus, os poloneses não ficarão parados. Eis a mensagem divulgada pela Liga:

«Na Polônia, NÃO vai haver sharia. NÃO vai haver gritos de Allahu Akbar nas ruas. NÃO vai haver insultos à nossa religião e cultura. NÃO vão queimar carros como na França. NÃO vão queimar viaturas policiais [como na Suécia]. NÃO vão impor sua cultura a nós. NÃO vão nos chamar filhos de macacos e de porcos. E se o fizerem, seremos nós a fazer jihad... contra VOCÊS!»

Blog De Olho na Jihad. A informação é do Examiner, clicando no link vocês poderão ver um vídeo sobre a epidemia de estupros cometidos por muçulmanos na europa.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O que o mundo perderia se as nações islâmicas desaparecessem do mapa?


Capa da edição lançada na Alemanha

O que o mundo perderia se as nações islâmicas desaparecessem do mapa?

Resposta: Quase nada.

Quem respondeu essa pergunta não foi Geert Wilders ou qualquer outro "islamofóbico". A resposta partiu de Hamad 'Abd-al-Samad, filho de um importante Imã egípcio e autor do livro "The Fall of the Islamic World" (A Queda do Mundo Islâmico, em tradução livre), que desde seu lançamento em 2011 tem causado imensa polêmica.

Hamad 'Abd-al-Samad
Abd-al-Samad afirma que o mundo islâmico parou de inovar e tornou-se um fardo para as nações civilizadas. Mas, não apenas isso, tornou-se acima de tudo um terreno fértil para a intolerância e a violência. O jovem escritor, que vive na Alemanha e é pesquisador da Universidade de Munique, diz em seu livro em Alemão e Árabe, que os muçulmanos são fixados no passado, e são incapazes de responder as perguntas difíceis que surgem na atualidade. Por isso eles fogem, se escondem em um passado que consideram glorioso.

O livro tem causado polêmicas desde seu lançamento, sendo considerado islamofóbico por uns e aclamado por outros. Na obra, Abd-al-Samad, afirma que o Al Corão é uma pedra de tropeço na evolução dos muçulmanos devido ao seu poder de influência na vida dos fiéis. Por causa de seus escritos, o autor tem colecionado ameaças contra a sua vida, o que de certa forma confirma a autenticidade de suas palavras.

Blog De Olho na Jihad, a reportagem original está em árabe e sua tradução ao inglês ficou por parte de nosso colaborador americano Al Mutarjim, editor do Translating Jihad.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

As dez mulheres que abalaram o Paquistão


Jacques Nunes

O recente atentado contra a vida de, Malala Yousafzai, à ativista de 14 anos de idade que luta pelo direito a educação, levantou em todo o Paquistão e no mundo, questões sobre a segurança dos ativistas no país islâmico.

Mas, infelizmente, Malala não é a única vítima do ódio dos fundamentalistas. O jornalista paquistanês, exilado em Washington, Malik Siraj Akbar, listou em artigo, as mulheres que, assim como a pequena Yousafzai, sofreram terrivelmente por defender aquilo em que acreditam em uma terra de intolerância. São mulheres que foram vítimas dos bárbaros costumes locais, ou que contra qualquer expectativa lutaram por uma vida melhor para si e para todas as paquistanesas. Histórias que envolve estupros, assassinatos, agressões, e que demonstram uma cultura de discriminação e impunidade. Eis as "dez mulheres que abalaram o Paquistão":

Malala
Malala Yousafzai: No dia 9 de outubro, homens do Taliban interceptaram uma van escolar cheia de meninas e dispararam contra Malala Yousafzai. Os tiros acertaram na cabeça e no pescoço. Malala despertou o ódio terrorista com suas mensagens publicadas em seu blog na BBC, no qual relatava a dificuldade para que mas meninas, do Vale de Swat, onde residia, pudessem ter acesso a educação. O grupo terrorista, Taliban, considera a educação de mulheres, como anti-islâmica, e destruíram quase todas as escolas femininas da região. Segundo a revista Time, entre os anos de 2007 e 2009, foram destruídas 473 escolas. Malala passou a ser a voz que clamava e denunciava esse absurdo, ela encontrou-se pessoalmente com altos funcionários do governo paquistanês e até com diplomatas americanos, onde pediu ajuda de todos, para que as meninas possam ter uma educação digna. A menina segue internada em um hospital na Inglaterra e o Taliban prometeu matá-la caso sobreviva.

Ramsha Masi: É uma adolescente paquistanesa que sofre de Síndrome de Down, e que foi detida pelas autoridades de Islamabad sob a acusação de "crime de blasfêmia" em agosto de 2012, por supostamente ter queimado páginas do Alcorão. Com a comprovação do crime, a pena para a blasfêmia é a morte. O caso de Ramsha mostrou mais uma vez como vivem vulneráveis as minorias religiosas paquistanesas, onde qualquer um pode ser subjugado por clérigos muçulmanos sob a Lei da Blasfêmia. Descobriu-se posteriormente que um clérigo plantou provas para acusá-la. Mesmo livre, a segurança da menina é uma preocupação, pois pode ser morta a qualquer momento.

Sharmeen recebendo a premiação
Sharmeen Obaid Chinoy: Cinesta, levou orgulho a seu país em 2012, tornando-se o primeiro paquistanês a ganhar um Oscar. A coragem de, Saving Face, seu premiado filme, surpreendeu o mundo ao expor o fenômeno desprezível dos ataques com ácido contra as mulheres. O filme chamou à atenção internacional, para a prática, até então, para muitos desconhecida, de lançar ácido nos rostos das mulheres que fizerem algo que desagrade seus maridos, pais, parantes homens e militantes do Taliban, ou caso façam algo contrário as leis islâmicas.

Rankil Kumari: O caso desta menina hindu de 17 anos chamou à atenção pública para outra prática, comum e inquietante: à conversão forçada de meninas não-muçulmanas, e seus posteriores casamentos forçados com muçulmanos. Em 24 de fevereiro de 2012, um influente político muçulmano, sequestrou Rankil de sua residência na província de Sindh. Quando ela apareceu depois de alguns dias, as autoridades informaram que ela "de bom grado" havia abraçado o Islã e se casado com um homem muçulmano, o que foi desmentido pela família e pela própria garota. A comunidade hindu, afirma conviver diariamente com a insegurança no Paquistão, onde a cada mês, cerca de 25 meninas são sequestradas, forçadas à abraçarem o Islã e depois são casadas com homens muçulmanos. De acordo com uma estimativa, 300 meninas hindus são convertidas a força no Paquistão a cada ano.

A cristã Asia Bibi
Asia Bibi: É uma cristã que tornou-se vítima da Lei de Blasfêmia. Em novembro de 2010, um tribunal de Punjab condenou-a à morte por cometer "blasfêmia" contra o Islã. Seus advogados recorreram da sentença, no entanto, o processo ainda corre na corte superior. O caso de Asia Bibi, também demonstra a improbabilidade da abolição, ou reforma, da Lei de Blasfêmia. Salmaan Taseer, governador de Punjab, foi morto por seu próprio guarda-costas depois de ter defendido publicamente a cristã, propondo a revisão dessa lei draconiana. Shahbaz Bhatti, também foi assassinado por lutar contra a Lei de Blasfêmia e por defender, Asia Bibi. Essas mortes calaram o debate sobre a essa infame lei, e a cristã, segue sem destino certo, tendo ainda a ameaça de que será assassinada caso seja absolvida.

Chand Bibi: Em abril de 2009, um vídeo publicado no Youtube, mostrou o Taliban açoitando publicamente uma garota de 17 anos de idade, era Chand Bibi. O vídeo chocou o mundo ao expor o bárbaro "sistema de justiça" da Sharia, a lei islâmica, aplicado pelo grupo terrorista. Conforme o próprio Taliban, a jovem, foi acusada de adultério e como pena por seu crime, foi condenada ao açoitamento público. A reação ao vídeo foi tão intensa que serviu de pretexto para o exército paquistanês realizar uma operação contra os Talibãs no Vale do Swat.

As meninas de Baba Kot: Em agosto de 2008, a Asian Human Rights Commission (AHRC) informou que cinco meninas haviam sido baleadas e enterradas vivas, sob ordens de um poderoso líder tribal de Baba Kot, cidade da província do Baluchistão. As cinco meninas, cujo o número é muitas vezes contestado, foram enterradas vivas por terem optado casar por amor, ao invés de aceitar os casamentos arranjados por suas famílias. Quando a tragédia foi noticiada na mídia, desencadeou um grande clamor público em repúdio ao crime. No entanto, um senador paquistanês, defendeu a terrível ação publicamente no senado alegando que "faz parte do nosso costume tribal". Os autores dos assassinatos nunca foram punidos. Todos os anos, centenas de meninas são mortas em nome da honra, principalmente por familiares do sexo masculino.

Benazir Bhutto
Benazir Bhutto: Ela inspirou uma geração inteira de mulheres muçulmanas em 1988, quando com 35 anos, tornou-se a primeira mulher muçulmana a chefiar um governo. Benazir foi eleita por duas vezes para o cargo de primeiro-ministro do Paquistão, tornando-se um símbolo de coragem feminina. Em 27 de dezembro de 2007, Bhutto foi assassinada durante um comício na cidade de Rawalpindi. Apesar de uma investigação comandada pelas Nações Unidas, nunca descobriram os responsáveis pelo assassinato.


Dra. Shazia Khalid: Uma prestigiada médica, que tinha 32 anos quando foi estuprada em 2 de janeiro de 2005 no rico Sui, por um capitão do exército paquistanês. O exército, sob orientação do general, Pervez Musharraf, fez de tudo para acobertar o caso, mas o incidente acabou sendo divulgado pela mídia e causando revolta na tribo Bugti, já que o crime ocorreu em seu território. O general Musharraf, declarou publicamente por diversas vezes que seu capitão era "100% inocente". O episódio serviu de pretexto para o incio do conflito entre a tribo Baloch e o exército, uma guerra que perdura até hoje. O exército nunca levou o capitão responsável pelo estupro a julgamento, e diante das ameaças de morte, Dra. Khalid fugiu para a Inglaterra.

Mukhttaran Mai
Mukhttaran Mai: Foi vítima de outro tipo de abuso imposto as mulheres paquistanesas, o estupro em grupo por ordem de um conselho islâmico. Em junho de 2002, um conselho tribal na província de Punjab, ordenou o estupro. A jovem foi obrigada a desfilar nua na frente de centenas de pessoas e estuprada pelos homens da tribo. Mas, ao contrário da maioria das vítimas desse crime, Mai escolheu falar e iniciou uma batalha jurídica para que seus estupradores fossem punidos. Sua coragem foi tanta que perturbou o ex-ditador militar do Paquistão, Pervez Musharraf, que chegou a colocar o nome de Mai no Pakistan's Exit Control List (ECL), a lista negra como nomes de pessoas proibidas a deixar o país. Masharraf temia que se ela contasse sua história no exterior a imagem do país ficasse manchada. Mai também foi proibida de falar com seu advogado. A "Glamour Magazine" classificou Mai como "a mulher mais corajosa do mundo" e elegeu-a à "Mulher do ano de 2005". Desde então, Mukhttaran Mai, tornou-se modelo para as mulheres paquistanesas. Ela criou uma organização para ajudar as mulheres das áreas rurais.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Alemanha: Manifestantes exibem caricatura de Maomé em frente a uma mesquita

Cinquenta militantes de um pequeno grupo de extrema-direita exibiram este sábado uma caricatura de Maomé em frente a uma mesquita em Berlim, conhecida por ser um feudo salafista, reportou um jornalista da AFP.

As palavras “Fim à islamização” figuravam num cartaz desses militantes da organização ‘Pro Deutschland’, que pretendem realizar diversas acções desse tipo este fim-de-semana.

O grupo deverá deslocar-se hoje para outras mesquitas em Berlim e para organizações de extrema-esquerda no domingo.

Polícias foram deslocados em massa para o edifício religioso do bairro popular de Wedding, segundo a AFP, enquanto 150 militantes antinazis e de extrema-esquerda organizavam uma contra manifestação.

Em Maio, aquele pequeno grupo de extrema-direita, do qual um dos dirigentes é um antigo militante do partido neonazi NPD, tinha já exibido esses desenhos diante de mesquitas em Bona e Solingen, no oeste do país, causando escaramuças com a polícia e os salafistas.

As caricaturas de Maomé do caricaturista dinamarquês Kurt Westergaard provocaram uma vaga de protestos no Mundo muçulmano em 2005.

O salafismo é um movimento do Islão sunita fundado sobre uma interpretação estrita e literal do Corão.

Fonte: CM

quinta-feira, 8 de março de 2012

Em homenagem ao dia da mulher: Walfa Sultan (Vídeo)

Walfa Sultan, socióloga árabe-americana que tem mais cunhão que muito homem, detona os islamismo:


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quarta-feira, 7 de março de 2012

Ayaan Hirsi Ali: Política holandesa fala da “Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano”


A política holandesa Ayaan Hirsi Ali escreveu um artigo para a Revista NewsWeek no qual falou daquilo que intitulou como Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano. Nascida na Somália, Ayaan recebeu asilo político e cidadania na Holanda e é conhecida por suas críticas em relação ao Islã.

A ex-deputada do parlamento holandês sofreu na pele atrocidades cometidas por algumas comunidades islâmicas radicais, aos cinco anos ela e sua irmã de 4 anos sofreram uma mutilação sexual chamada infibulação do clitóris, numa cerimônia organizada pela avó.

Em seu artigo ela inicia dizendo que “ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe, mas que, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso”. Custando milhões de vidas ela afirma que nessa guerra “os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião”. Ela diz ainda que “é um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global”.

“Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania”, afirma Ayaan, contando que em alguns países os ataques contra cristãos são feitos por grupos rebeldes, e em outros agentes do governo são quem cometem assassinatos contra cristãos e ataques contra suas igrejas.

Ela fala também sobre a omissão de muitos veículos midiáticos diante do assunto. Segundo alguns meios de comunicação deixam de noticias sobre esses ataques por medo de fomentar ainda mais a violência. Porém Ayaan diz acreditar que o mais provável seja que essa omissão aconteça por causa do lobby de entidades como a “Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islã centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas”.

“Durante a última década, estes e outros grupos têm sido notavelmente bem sucedido em convencer as principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar nessas notícias como uma forma de discriminação anti-muçulmano. (…) usando a expressão “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral assim como xenofobia ou homofobia”, afirma.

A política ilustrou seus argumentos usando como exemplo o Boko Haram, grupo extremista nigeriano cujos membros, em 2011, mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte da Nigéria. Ela falou ainda do Sudão, onde o próprio governo tem se encarregado de atormentar as minorias cristãs.

Outros países citados em seu artigo foram Egito, Iraque e Paquistão. Em todos esses lugares os cristãos vêm sendo perseguidos e massacrados por grupos islâmicos, segundo Ayaan Hirsi Ali descreve em seu artigo.

“Uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão e a gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta, atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro” finaliza.

Ayaan foi deputada na Câmara Baixa (Tweeede Kamer) do parlamento holandês pelo Partido Liberal (VVD) entre Janeiro de 2003 e Maio de 2006, quando se demitiu do cargo reconhecendo ter mentido no processo de asilo político que lhe concedeu a cidadania holandesa.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sob cerco? Espanha resiste à invasão islâmica


“Os imigrantes muçulmanos não estão aqui para se adaptar. Estão aqui para conquistar".

Barcelona, Espanha — As touradas agora são ilegais na província espanhola de Catalunha. Algumas arenas foram convertidas em espaços de negócios.

Mas os muçulmanos querem transformar a arena mais famosa, o Coliseum, em uma gigantesca mesquita.

Aliás, algumas cidades espanholas agora se parecem mais com o Oriente Médio. Os muçulmanos, que um dia já dominaram grande parte da nação, agora estão retornando em grande número.

Na cidade de Salt, os pais agora estão achando necessário levar e pegar seus filhos na escola. Os muçulmanos já representam 40% dos residentes da cidade, e logo se tornarão maioria.

Mas o governo da cidade está resistindo, e impôs um embargo de um ano a um projeto de mesquita financiado pelos radicais wahhabistas da Arábia Saudita.

Além disso, alguém amaldiçoou o solo do terreno com uma cabeça de porco, que ainda estava lá quando a CBN News chegou. A lei islâmica proíbe a construção de uma mesquita em um terreno sujado por porcos.

Mas o número de muçulmano em Salt está crescendo tão rapidamente que é apenas uma questão de tempo até que eles governem a cidade.

“Quando o primeiro partido político islâmico se apresentar, todos os muçulmanos irão votar nele, e vamos acabar vestindo véus e turbantes. Estamos com um problema muito sério”, disse a vereadora da cidade de Salt, Maria Osuna, à CBN News.
Imigração ou Invasão?

No século VII, os exércitos muçulmanos conquistaram a maior parte da Espanha, chamando-a de Al-Andulus, e não foram expulsos até 700 anos depois, no ano em que Colombo descobriu o “Novo Mundo”.

Agora eles estão voltando, e pesquisas indicam que não é para serem cidadãos espanhóis. Uma pesquisa de opinião descobriu que sete entre dez muçulmanos na Espanha se veem como muçulmanos em vez de espanhóis.

O “Plataforma x Catalunya”, ou Plataforma por Catalunha, foi o primeiro partido político a levar a ascensão muçulmana a sério. Mas na Espanha politicamente correta, que celebrou o aniversário de 1300 anos da invasão muçulmana como algo bom, a Plataforma por Catalunha está sendo denunciada como racista e xenófoba.

O líder da Plataforma, Joseph Anglada, disse que seu partido não é contra imigrantes. Eles são contra a imigração desenfreada e o que eles dizem ser imigrantes que não querem ser parte da Espanha.

“Os imigrantes muçulmanos não estão aqui para se adaptar”, disse Anglada. “Estão aqui para conquistar".

“Primeiro vem o pai de família”, ele explica. “Depois vem a mulher e os filhos, e depois os seus pais, sogros e avós, e isso se torna uma invasão".
Os “misteriosos” envenenamentos de cachorros

Na cidade de Lleida, alguém está envenenando cachorros. A polícia não sabe quem é, mas a suspeita maior é de que sejam muçulmanos.

Antes dos envenenamentos, os muçulmanos estavam tentando fazer com que o governo da cidade proibisse os cachorros nos transportes e áreas públicas, por considerá-los imundos.

“O que aconteceu foi que, um belo dia, 12 a 14 animais apareceram mortos. Eles comeram alguma coisa ou alguém lhes deu algo. Não sabemos”, disse Josep Ortiz à CBN News.

Lleida, onde 25% da população é muçulmana, foi a primeira cidade espanhola a banir a burca. O prefeito, então, fechou a mesquita da cidade porque estava superlotada de fieis nas sextas-feiras.

A CBN News foi ver onde os homens muçulmanos estavam rezando agora, e é em um pavilhão a céu aberto. Utilizando uma câmera escondida, filmamos mais de 500 homens escutando um sermão em árabe.

“Não sabemos o que os líderes muçulmanos estão dizendo às pessoas”, disse Moises Font, do Plataforma por Catalúnia. “Será que eles estão incentivando os muçulmanos a assimilarem ou a se manterem separados?”
Espanhóis desaparecendo

Já se fala em mais de 100 mesquitas dos radicais wahhabistas na Espanha.  E duas emissoras de TV radicais muçulmanas do Oriente Médio agora estão transmitindo para o país.

Enquanto a imigração muçulmana está em ascensão, os espanhóis nativos estão lentamente desaparecendo. Seu índice de natalidade está abaixo do número de reposição.

Além disso, um grande número de espanhóis em idade universitária está deixando o país fugindo da taxa de desemprego de 50% da população jovem.

Enquanto isso, as taxas de natalidade dos muçulmanos são de pelo menos o dobro da taxa dos espanhóis, e o número deles hoje é dez vezes maior do que há 20 anos.

Um relatório secreto do serviço secreto espanhol vazado na mídia revelou que grupos radicais do Oriente Médio estão mandando enormes quantias em dinheiro à Espanha para controlar os muçulmanos do país.

“A maior ameaça à Espanha, à Catalunha e à Europa é a imigração muçulmana”, disse Anglada à CBN News.

“Sabemos que eles estão vindo para cá para conquistar o que, de acordo com os muçulmanos, já foi deles. Temos um dever moral, de modo que no futuro eles possam dizer que pelo menos houve alguém, um partido, que não estava disposto a se render à islamização do Ocidente”.


Tradução:
Luis Gustavo Gentil

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Kalash - A última tribo pagã do Paquistão


·         Os Kalash, a única tribo pagã do Paquistão, vivem afincados a seus costumes animistas.
·         Pensam que a conversão ao Islã ameaçam a sua comunidade
·         Queixam-se que sua comunidade recebe constantemente “mensagens” dos islamitas
·         Entre os membros da tribo abundam os olhos azuis e suas mulheres não se ocultam debaixo do véu e da burca.

Eles são apenas alguns milhares de pessoas que vivem entre os fiéis islâmicos, mas os Kalash, a única tribo pagã do Paquistão, estão decididos a conservar sua religião e seus costumes animistas. “ A conversão ao Islã é uma grande ameaça”, afirma o presidente da Rede de Desenvolvimento para o Povo Kalash (KPDN, sigla em inglês), Luke Rehmat.

Este povo se concentra entre os vales do norte do Paquistão no distrito de Chitral, uma região relativamente tranquila em comparação com outras zonas “talibanizadas” do noroeste do país.  Segundo Rehmat, em 2009 os kalash eram 3.540, e esperam chegar aos 4.000 nos próximos anos.

Ele se queixa de que sua comunidade recebe constantemente “mensagens” dos islamitas para que abracem a fé de Maomé, e explica que durante os últimos anos, aumentou significativamente a presença das forças de segurança na região. “Este ano, entre 10 a 15 pessoas se converteram ao Islã”, comentou o presidente da KPDN, que mesmo assim mostra confiança no crescimento da população kalash nos próximos anos.

É um desafio para uma comunidade que vive nas montanhas do país sul-asiático, que afirmam serem descendentes de Alexandre O Grande e seu exército (que no século IV a.c conquistou o Vale do Indo) e que sacrificam animais em oblação ao seus deuses. “Alguns falam isso (que descendem do general macedônio e seus exércitos), porém, há outras teorias que dizem que vimos da Holanda, Escócia ou de (da região histórica) Tsiam”, explica Rehmat.

Nos vales de Bumburet, abundam os olhos azuis de uma tribo que dá liberdade a suas mulheres, cujo os rostos não se ocultam debaixo de um véu ou de uma burca. A kalash é uma cultura que confia na oralidade e não na escrita para a transmissão de seu conhecimento, o que causou equívocos e uma densa neblina mitológica ao seu redor.

Os leitores em espanhol e catalão têm a sorte de poder disfrutar do primeiro relato desta remota região, publicado no livro Sólo para Gigantes do escritor Gabi Martínez. A obra conta a história do zoólogo nascido em Valência  e criado na França, Jordi Magraner, que viveu durante anos na cordilheira afegã-paquistanesa de Hindu Kush, onde procurou o Ieti pelos vales motanhosos paquistaneses. Martinez, em seu relato, vai mais além do fascínio pelo lendário hominídeo e descreve com sensibilidade a paixão do valenciano pelo povo kalash. 

No Paquistão, o zoólogo não só sonhava em dar de frente com o Ieti, em dar nomes aos animais da região, como também em criar uma nação que agrupasse todos os povos do Hindu Kush. Os Nuristanis (muçulmanos) e os Kalash eram as comunidades com as quais Magraner matinha mais contato, até que em 2002, seu corpo foi encontrado com o pescoço cortado, um assassinato que até hoje não foi totalmente esclarecido. Embora existam fortes suspeitas que estejam envolvidos no assassinato homens do Tabliã, do Serviços Secreto Paquistanês e da região.

O que é certo é que o cientista valenciano deve ter conhecido bem os princípios da religião dos kalash, já que ele mesmo se converteu em um deles. “Em nossa religião (diz Rehmat), quando alguém morre ele volta para Deus, para a fonte”. Magraner encontrou a sua fonte, graças a sua paixão a última tribo que ainda resisti a islamização.


Blog De Olho na Jihad com informações do 20minutos.es

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Um bonde "islamofóbico"


Apesar do processo de islamização, a Suíça continua sendo um dos principais exemplos na Europa, no Parlamento não há sequer um socialista, e ações contra a imigração e a islamização tem sido empregadas. Mesmo sendo ações modestas, em comparação com o restante da Eurábia, já é algo bastante esperançoso. Basta lembrar, por exemplo, que o país foi o primeiro a proibir a construção de miranetes. Agora em Basiléia, contra a vontade dos muçulmanos, foi criado o pig tram, o trêm porco. Um blogueiro suíço postou: "O porco é parte da nossa cultura, porque é que haveríamos de o tirar? Para não ferirmos os sentimentos de gente que não tem nada para contribuir para a nossa cultura?"

A imagem é do blogue do FireHead
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Eurodeputado ex-muçulmano chama a insistente política ecumênica com o Islã de “vocação ao suicídio”

No dia 30 de agosto último, por ocasião da festa do Eid al-Fitr, a segunda mais importante para a religião islâmica, o Pe. Cerutti, na cidade de Cantù, Itália, distribuiu, dentro da Basílica de São Paulo, orações islâmicas para celebrar o fim do Ramadã e também textos místicos de Seyyed Hossein Nasr que cantam louvores ao Islã como a religião suprema.

Em artigo para o Il Giornale (19/9/2011), o eurodeputado Magdi Cristiano Allam (foto acima), muçulmano convertido ao catolicismo, fez duras críticas à atitude ecumênica do sacerdote, funcionário emérito da Basílica.

“Se você crê em Jesus, você não pode de forma alguma acreditar nem que Maomé era um profeta autêntico nem que o Islã é uma religião verdadeira. Ou você acredita em Jesus ou acredita em Maomé, ou você é cristão ou é muçulmano”, enfatizou o eurodeputado.

“O erro capital, continua Magdi Cristiano, que o Pe. Lino cometeu é ter aderido à ideologia do relativismo religioso que prega que, para amar ao próximo, você deve abraçar a religião dele. Assim, para amar ao muçulmano como pessoa, deve-se legitimar o Islã como uma religião, independentemente de seu conteúdo, do que está escrito no Alcorão e do que tenha dito ou feito Maomé".

Para o eurodeputado, tudo isto acontece num contexto “em que o relativismo religioso, desde o Concílio Vaticano II, está se espalhando dentro da Igreja”, enquanto que, em contrapartida, a atitude dos muçulmanos, “não só nada têm a ver com relativismo, mas, pelo contrário, eles nos condenam, judeus e cristãos, como hereges porque nos desviamos do reto caminho”.

Magdi Cristiano considera ingênuo imaginar que relativizando o cristianismo para legitimar o Islã vai torná-lo mais condescendente para conosco. E chama de “vocação para o suicídio” a atitude de oferecer a construção de mesquitas na Itália antes mesmo dos principais interessados a pedirem.

“Nós estamos nos tornando muçulmanos sem sermos forçados a se converter ao Islã. O que podem muçulmanos quererem mais de nós italianos ingênuos, tolos, ideologicamente coniventes e decididos a cometer suicídio?”, conclui o parlamentar europeu.

Fonte: Sou Conservador Sim e Daí?
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sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Nossa cultura ocidental judaica-cristã é muito melhor e superior à cultura islâmica" - Discurso de Geert Wilders na Igreja Cornerstone em Nashville


  Nossa cultura ocidental é baseada no cristianismo e judaísmo, e é superior à cultura islâmica. Nossas leis são superiores a sharia. Nossos valores judaico-cristãos são melhores do que as regras do Islã totalitário.

Um aviso para os Estados Unidos: Discurso do político holandês Geert Wilders na Igreja Cornerstone, Nashville , 12 de maio de 2011.

Caros amigos de Tennessee. Estou feliz por estar aqui hoje. Feliz e orgulhoso por estar nessa impressionante igreja.

Meus amigos, estou aqui para falar palavras de verdade e liberdade.
Vocês sabem por que a América está em melhor estado do que a Europa? Porque vocês desfrutam de mais liberdade do que os europeus.

E vocês sabem por que os americanos desfrutam de mais liberdade do que os europeus? Porque a vocês ainda é permitido dizer a verdade. 
Na Europa e Canadá, as pessoas são arrastadas para o tribunal por dizer a verdade sobre o Islã. 

Eu também fui levado ao tribunal. Eu sou um membro eleito da Câmara dos Representantes nos Países Baixos. Atualmente, estou em pé no tribunal como um criminoso comum por dizer que o Islã é uma ideologia totalitária perigosa e não uma religião.

O julgamento ainda está pendente, corro o risco de receber uma uma pena de 16 meses de prisão.

Na semana passada, meu amigo Lars Hedegaard, um jornalista da Dinamarca, foi multado por causa de uma conversa particular, que foi gravada sem seu conhecimento, onde ele criticou a forma como as mulheres são tratadas nas sociedades islâmicas.

Recentemente, minha amiga Elisabeth Sabaditsch-Wolff, uma ativista de direitos humanos da Áustria, foi multada porque tinha criticado Muhammad, o fundador do Islam . Ela tinha dito que Maomé era um pedófilo, porque ele casou-se com uma menina de 6 anos e a estuprou quando ela tinha 9 anos.

Infelizmente, há muitos casos semelhantes. 

Estou especialmente feliz por estar no meio de vós, porque aqui posso dizer o que eu quero, posso dizer sem o receio de ser levado ao tribunal após sair desta igreja.

Meus queridos amigos americanos, vocês não podem imaginar como invejo a sua Primeira Emenda. Mas,no dia em que a América seguir o exemplo da Europa e do Canadá, e introduzir os chamados "crimes de discurso de ódio", que só são usados para punir as pessoas que são críticas ao Islã, os Estados Unidos terão perdido a sua liberdade.
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Meus amigos, vamos torcer para que isso nunca aconteça.
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Na semana passada, comemoramos o Dia da Libertação na Holanda. Celebramos a libertação da ocupação nazista em 1945. Muitos soldados americanos, incluindo muitos jovens Tennesseans, desempenharam um papel decisivo na libertação dos Países Baixos da tirania nazi. Estamos imensamente gratos por isso. Americanos deram suas vidas para que os holandeses pudessem ser livres. E lhes garanto: O povo holandês nunca esquecerá isso.
Infelizmente, a Europa pela qual vossos pais e avós lutaram e morreram, não é a mesma Europa onde hoje vivemos.

Eu viajo o mundo para dizer às pessoas o que a Europa se tornou. Eu gostaria de poder levá-los a uma visita ao meu país e mostrar o que a Europa se tornou. Ela mudou, como resultado da imigração em massa, ficou irreconhecível. E não é qualquer imigração em massa, é a imigração em massa impulsionada pelas forças perigosas do Islã.
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Meus amigos, lamento. Venho hoje com uma mensagem desagradável. Estou aqui com um aviso. Eu estou aqui com um grito de guerra: " Acorde, cristãos de Tennessee o Islã está à sua porta." Não cometa o mesmo erro da Europa. Não permitam que islã ganhe força aqui.

O Islão é perigoso. O Islã quer estabelecer um Estado na terra, regido pela sharia islâmica. O Islã visa a submissão  de todos os não-muçulmanos, incluindo os cristãos, seja pela intimidação, persuasão ou pela violência.

Os resultados podem ser vistos na Europa.

O Islã é uma ideologia de conquista. Ele usa dois métodos para atingir este objetivo: o primeiro método é a espada. Você sabe está na bandeira do Reino da Arábia Saudita, um país onde as igrejas cristãs são proibidas e os cristãos não estão sequer autorizados a usar um minúsculo crucifixo? Há uma grande espada sobre essa bandeira, logo abaixo o credo islâmico. A mensagem é clara. Sem a espada o Islã não teria sido capaz de espalhar seu credo.

O segundo método é a imigração. O próprio fundador do Islã, Maomé, ensinou aos seus seguidores como conquistar através da imigração, quando eles se mudaram de Meca para Medina. Este fenômeno de conquista através da imigração é chamado al-Hijra. Meu amigo Sam Solomon, aprendeu e escreveu um livro perfeito sobre o assunto.

Eu enviei uma cópia do livro de Sam para todos os membros do Parlamento Holandês. Mas a maioria deles são piores do que São Tomé. Tomé não acreditava no que ele não tinha visto. A maioria dos políticos se recusam a acreditar nas coisas que vêem diante de seus olhos.

Na Europa, sofremos com à al-Hijra há mais de 30 anos. Muitas das nossas cidades mudaram, estão irreconhecíveis. "Em cada uma das nossas cidades", escreveu o conhecido autor italiano Oriana Fallaci, pouco antes de sua morte em 2006, "há uma segunda cidade, um Estado dentro do Estado, um governo dentro do governo. A cidade muçulmana, uma cidade governada pelo Corão".

Como os europeus entraram nesta situação? É em parte por nossa própria culpa, por temos tolamente adotado o conceito do relativismo cultural, que se manifesta na ideologia do multiculturalismo.

Relativismo cultural defende que todas as culturas são iguais. No entanto, a cultura morrer, se as pessoas já não acreditam que seus valores são melhores do que os de outra cultura.
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O Islã está se espalhando como fogo onde as pessoas não têm a coragem de dizer que seus valores são melhores do que os valores islâmicos.

O Islã está se espalhando como um incêndio, pois o Corão diz aos muçulmanos explicitamente que eles são "um povo superior" e que os não-muçulmanos são "as piores das criaturas."

O Islã está se espalhando como fogo em todo o Ocidente, onde as elites políticas, acadêmicas, culturais e meios de comunicação não têm a coragem de proclamar com orgulho, o que eu acredito que todos nós devemos proclamar:

Nossa cultura ocidental judaica-cristã é muito melhor e superior à cultura islâmica. Devemos ter orgulho de dizer isso!

Multiculturalismo é um desastre. Quase todos reconhecem isso hoje, mas poucos se atrevem a dizer o por quê. Deixe-me dizer-lhe porquê: Multiculturalismo nos fez tolerar os intolerantes, e agora a intolerância está aniquilando a tolerância.

Devemos, em nome da tolerância, reclamar o direito a não tolerar os intolerantes. Vamos deixar de ter medo do politicamente correto, sejamos corajosos e ousados. Vamos dizer a verdade sobre o Islã.

Antes de continuar quero deixar claro que eu não tenho problema com as pessoas. Eu sempre faço uma distinção entre as pessoas e a ideologia, entre os muçulmanos e o Islã.

Na verdade, eu não tenho problemas com os muçulmanos, mas eu tenho um problema com a ideologia totalitária islâmica do ódio e da violência. O fato de que existem muitos dos chamados muçulmanos moderados, não implica que existe um Islã moderado. O Islã moderado não existe e nunca existirá.

E como não há o Islã moderado, a islamização das nossas livres sociedades ocidentais é um enorme perigo.
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Há apenas duas semanas atrás, a imprensa britânica revelou como o chamado "London Taliban" está ameaçando matar as mulheres que não usam véus no bairro londrino de Tower Hamlets.

Em alguns bairros regulamentos islâmicos, as leis da sharia já estão sendo aplicadas, também sobre os não-muçulmanos. Os direitos das mulheres estão sendo pisoteados. Somos confrontados com lenços na cabeça, burca, com a poligamia, a mutilação genital feminina, e com os assassinatos de honra, onde os homens matam suas esposas, filhas ou irmãs, por elas não se comportarem de acordo com as regras islâmicas.

Entre os jovens muçulmanos alemães, 40 por cento consideram o islã mais importante do que democracia.

Entre estudantes universitários muçulmanos na Grã-Bretanha, 40 por cento apoiam a sharia. Um em cada três desses estudantes consideram legítimo matar em nome do Islã.

Os cristãos são convidados a seguir o exemplo de Jesus. Os muçulmanos são obrigados a seguir o exemplo de Maomé. É por isso que o islã é perigoso. Enquanto o cristianismo prega o amor, o islã prega o ódio e a violência. O ódio e a violência para quem não é muçulmano.

Maomé participou pessoalmente da limpeza étnica de Medina, onde metade da população era de judeus. Muhammad ajudou a cortar suas cabeças. Em seu leito de morte, ordenou a seus seguidores que limpassem à Arabia de todos os judeus e cristãos.

Por isso os símbolos cristãos são proibidos na Arábia Saudita. Se você usar uma cruz na Arábia Saudita, vai parar na cadeia.

E agora, a Europa está começando a parecer a Arábia Saudita.

Ainda hoje, uma pesquisa revelou que em Bruxelas, a capital da União Europeia, metade dos jovens islâmicos são anti-semitas. É perigoso para os judeus andar pelas ruas, em Bruxelas.
 
Se hoje você usar uma cruz ou um quipá em certas áreas urbanas da Europa, corre um grande risco de ser espancado. Na capital do meu próprio país, Amsterdam, um motorista de bonde foi forçado a esconder seu crucifixo, enquanto seus colegas muçulmanos estão autorizados a usar o véu.

Em junho de 2008, as autoridades de uma igreja cristã na cidade dinamarquesa de Aarhus decidiu pagar por "proteção" aos "seguranças" islâmicos, para garatir que os frequentadores da igreja não fossem assediados por jovens muçulmanos.

Em 31 de março de 2010, os muçulmanos entraram na catedral católica romana de Córdoba, Espanha, e atacaram os guardas com facas. Alegaram que a catedral eram deles.

No mês passado, os bispos da Suécia enviaram uma carta aos sacerdotes aconselhando-os a evitar a darem asilo aos muçulmanos convertidos ao cristianismo provenientes de países islâmicos,pois estes correm o risco de perderem suas vidas.

Na Holanda, as autoridades da cidade de Amesterdam começaram a registrar casamentos polígamos. As autoridades de Roterdã servem apenas refeições halal em refeitórios municipais. Teatros oferecem assentos separados para mulheres que não estão autorizadas a sentarem ao lado de homens. Piscinas municipais têm separado horários de natação para homens e mulheres.

Enquanto isso, os judeus não estão mais seguros em nossas ruas. Em Amsterdam, a cidade de Anne Frank, os judeus são novamente perseguidos nas ruas. Até os líderes políticos reconheceram que a vida tornou-se insegura para os judeus na Holanda. Você sabe o que eles disseram? Eles aconselharam os judeus a migrarem. Os judeus já estão partindo para Israel. Mas eu digo: os judeus não devem sair, os muçulmanos violentos deve sair!

O que é necessário, meus amigos, é um espírito de resistência.

Repito: O que precisamos é de um espírito de resistência.

Por quê? Porque a resistência ao mal é nosso dever moral. Essa resistência começa com a expressão da nossa solidariedade aos cristãos, judeus, e de fato, a todas as pessoas no mundo, que são as vítimas do islã. Há milhões delas.

Podemos ver o que o Islã tem reservado para nós, se olhar-mos para os cristãos no mundo islâmico, como os coptas no Egito, os maronitas no Líbano, os assírios no Iraque, e os cristãos em outros lugares.

Quase todos os dias, as igrejas são incendiadas e cristãos são assassinados em países islâmicos.

Em um relatório sobre a perseguição dos cristãos no mundo, o arcebispo Twal de Jerusalém, escreveu recentemente: "No Oriente Médio ser cristão significa aceitar que você deve fazer um grande sacrifício. Muitas vezes e em muitos lugares, os cristãos sofrem várias ameaças, e em algumas ocasiões, suas casas e igrejas são queimadas, e as pessoas são mortas. Quantas atrocidades devemos suportar antes que alguém em algum lugar vem em nosso auxílio? ".

De fato, quantas atrocidades ocorrerão antes de vir o auxílio?

Rios de lágrimas estão fluindo do Oriente Médio, onde há apenas um refúgio seguro para os cristãos. Você sabe onde é? O único lugar no Oriente Médio, onde os cristãos estão seguros é em Israel.

É por isso que Israel merece o nosso apoio. Israel é um refúgio seguro para todos, seja qual for sua crença e opiniões. Israel é um farol de luz em uma região de escuridão total. Israel está lutando a nossa luta.

A jihad contra Israel é uma jihad contra todos nós. Se Israel cai, nós, também, sentiremos as consequências. Se cai Jerusalém, Atenas, Roma, Amsterdam e Nashville cairá. Portanto, todos nós somos Israel. Devemos sempre apoiar Israel!

Hoje, somos confrontados com a agitação política nos países árabes. Os povos árabes anseiam por liberdade. No entanto, a ideologia e a cultura do islã é tão profundamente enraizada nesses países que a liberdade real é simplesmente impossível enquanto o islã permanecer dominante.

Uma recente pesquisa no Egito pós-revolução constatou que 85 por cento dos egípcios estão convencidos de que a influência do Islã na política é boa, e 82 por cento acreditam que os adúlteros devem ser apedrejados, 84 por cento querem a pena de morte para os apóstatas. A imprensa refere-se aos eventos no mundo árabe de hoje como a primavera árabe. Eu chamo de o inverno árabe.

O Islã e a liberdade, o Islã e a democracia são incompatíveis.

A morte de Osama bin Laden semana passada foi uma vitória para o mundo livre, mas vamos ser confrontados com o terrorismo islâmico, enquanto o islã existir, porque o fundador o próprio fundado do Islã, Maomé ,foi um terrorista pior do que Bin Laden.

E aqui está uma outra verdade: o crescimento do Islã significa a ascensão da lei sharia no nosso sistema judicial. Na Europa já temos vontades da sharia, escolas da sharia, bancos da sharia. Na  Grã-Bretanha ainda tem tribunais sharia.

No meu próprio país, a Holanda, a sharia é aplicada pelos tribunais em casos de divórcio, guarda dos filhos, herança e propriedade. As mulheres são sempre as vítimas porque a sharia discrimina as mulheres.

Esta é uma desgraça. Não é desta forma que devemos tratar as mulheres.

Meus amigos, eu lhes disse que acabamos de comemorar o Dia da Libertação para lembrar dos jovens norte-americanos e todos os heróis que ofereceram suas vidas para libertar a Holanda da tirania nazi. Seria um insulto para eles se nós, europeus, abrissemos mão da preciosa liberdade pela ideologia totalitária chamada Islã.

Esse é o objetivo para o qual o meu partido e eu trabalho dia após dia. E nós estamos tendo sucesso.

Na Holanda, estamos começando com sucesso a reverter o quadro. O atual governo holandês é um governo minoritário que só pode sobreviver com o apoio do meu partido, o Partido da Liberdade.

Temos 24 assentos dos 150 assentos do parlamento, e apoiamos o governo em troca de medidas para proibir certos aspectos da lei sharia.

Conseguiremos em breve na Holanda, a proibição da burka e do niqaab.

Também vamos restringir a imigração de países não-ocidentais em até 50% nos próximos quatro anos. Nós não vamos permitir que o Islã roube nosso país. Que era a terra de nossos pais, é nossa terra agora, os nossos valores são baseados no cristianismo, judaísmo e no humanismo, e vamos passar isso para nossos filhos com todas as liberdades que as gerações anteriores lutaram para ter.

Que aqueles que queiram roubar nossas liberdades, permaneçam em seus próprios países. Nós não precisamos deles. Se você quiser usar uma burca, fique na Arábia Saudita. Se você quer quatro mulheres, fique no Irã. Se você quer viver em um país onde a ideologia islâmica é dominante, permaneça no Paquistão, se você não quer assimilar a cultura da nossa sociedade, fique na Somália. Mas não venha até aqui.

Também expulsaremos os criminosos que têm dupla nacionalidade, por exemplo holandesa e marroquina, e que repetidamente cometem crimes graves. Vamos enviá-los embalados de volta à sua terra natal.

Meus amigos, o que o Partido da Liberdade tem alcançado, mostra o que pode ser feito. Podemos lutar contra a islamização das nossas sociedades.

Queridos amigos, este é o meu aviso. Não se engane: o Islã também está vindo para à América. Na verdade, ele já está aqui. Os EUA estão enfrentando uma jihad silenciosa, há uma tentativa de introduzir a sharia islâmica aos poucos. Em março, um juiz em Tampa, Flórida, determinou em uma ação judicial movida contra uma mesquita que envolviam o controle de 2,4 milhões de dólares, que o caso devia ser resolvido sob a lei islâmica. 
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Meus amigos, estejam cientes de que este é apenas o começo. Foi assim que começou na Europa. Se as coisas continuarem assim, vocês terão em breve os mesmos problemas que estamos enfrentando atualmente.

Os líderes que falam sobre a imigração, sem mencionar islã são cegos. Eles ignoram o problema mais importante que a Europa e a América estão enfrentando. Tenho uma mensagem para eles: É o islã! Estúpidos.

Meus amigos, felizmente, nem todos os políticos são irresponsáveis. Aqui, no Tennessee, os políticos corajosos querem aprovar uma legislação que dá ao Estado o poder de declarar organizações como grupos terroristas permitindo assim que apoiadores do terrorismo sejam processados. Eu os aplaudo por isso. Eles são verdadeiros heróis.

Ontem e hoje, eu conheci alguns desses legisladores corajosos. Disseram-me que o Tennessee em particular, é um alvo do Islã. Ajude-os a ganhar essa batalha.

Eles precisam de seu apoio.

Enquanto Tennessee está na linha de frente, similar iniciativas legislativas também estão sendo tomadas nos estados de Oklahoma, Wyoming, Carolina do Sul, Texas, Flórida, Missouri, Arizona, Indiana. É encorajador ver que tantos políticos estão dispostos a resistir ao islã.

Isso nos dá esperança e coragem. Eu não sou um pessimista. Ainda podemos reverter a situação - até mesmo na Europa - se agirmos hoje.

Há cinco coisas que devemos fazer.

Primeiro, devemos defender a liberdade de expressão.

A liberdade é a fonte de criatividade e desenvolvimento humano. Povos e nações somem, sem a liberdade de questionar o que lhes é apresentado como a verdade.

Sem liberdade de expressão corremos o risco de nos tornarmos escravos. Frederick Douglass, político negro americano do século 19, filho de um escravo, disse "Suprimir a liberdade de expressão é um erro duplo, pois viola os direitos dos ouvintes, bem como os dos falantes.."

Eu já lhe disse sobre o meu caso no tribunal. Isso não vai, no entanto, impedir-me de dizer a verdade. Nunca. Eu vou falar, mesmo que arrastar-me diante de 500 tribunais e ameaçem me colocar na cadeia por mil anos.

O fato é que estamos sendo tratados como criminosos por dizer a verdade, mas não nos deterão. Estamos condenados se ficarmos calados ou deixar-nos que nos silenciem. Não nos esqueçamos, esta é nossa primeira obrigação e a mais importante: Defender o direito de falar a verdade.

Segundo, devemos acabar com o relativismo cultural e com o politicamente correto. Devemos repetir sempre, especialmente para os nossos filhos: Nossa cultura ocidental é baseada no cristianismo e judaísmo, e é superior à cultura islâmica. Nossas leis são superiores a sharia. Nossos valores judaico-cristãos são melhores do que as regras do Islã totalitário.

E porque nosso valores são superiores e melhores, devemos defendê-los. Devemos lutar pela nossa própria identidade, ou então vamos perdê-la. Nós precisamos ser guerreiros para o bem, porque pelo bem vale a pena lutar. Neutralidade em face do mal é o mal.

Terceiro, precisamos parar a islamização de nossos países. Mais Islã significa menos liberdade. Já têm bastante Islã no Ocidente. Devemos acabar com a imigração de países não-ocidentais, que são na sua maioria países islâmicos. Devemos expulsar os imigrantes criminosos. Devemos proibir a construção de novos palácios de ódio chamados de mesquitas.

Devemos também fechar todas as escolas islâmicas, porque educar as crianças em um espírito de ódio é uma das piores coisas imagináveis. Temos de introduzir legislação anti-sharia em todo o mundo livre. Basta.

Quarto, devemos novamente ter orgulho das nossas nações. Devemos valorizar e preservar a cultura e a identidade do nosso país. Preservar a nossa própria cultura e identidade é o melhor antídoto contra a islamização.

E quinto, por último mas não menos importante, temos de eleger os líderes sábios e que são corajosos o suficiente para resolver os problemas que estão diante de nós, incluindo a ameaça do Islã.

Políticos que têm a coragem de falar a verdade sobre o islã.

Políticos que se atrevem a denunciar os efeitos devastadores da sociedade multicultural.

Políticos para dizer: basta.

Você e eu, americanos e europeus, nós pertencemos a uma comum cultura ocidental. Nós compartilhamos as idéias e os ideais de nossa comum herança judaico-cristã. Para passar essa herança aos nossos filhos e netos, temos de estar juntos, lado a lado, em nossa luta contra a barbárie islâmica.

Isso, meus amigos, é por isso que estou aqui. Estou aqui para fazer uma aliança. Nossa aliança é da liberdade internacional. Devemos nos unir pelo Ocidente judaico-cristão.

Nós não permitiremos que o islã invada a Europa e Israel, o berço da civilização judaico-cristã.

Meus amigos, vamos ficar juntos.

Vamos ficar firmes.

Não vamos nos submeter. Nunca. Não em Israel, não na Europa, e não na América. Em nenhum outro lugar.

Nós vamos sobreviver.

Vamos parar o islã.

Vamos defender as nossas liberdades.

Vamos continuar livres.

Obrigado. 

Geert Wilders

Fonte: Blog do Geert Wilders - Tradução e adaptação blog De Olho na Jihad - os negritos são nossos.

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