Mostrando postagens com marcador Al-Shabab. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Al-Shabab. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Botando os pingos nos Is: O ataque no Quênia foi de muçulmanos contra não-muçulmanos

O que a mídia não divulgou no ataque terrorista no Quênia é que os assassinos separavam os não-muçulmanos dos muçulmanos e depois os matavam. O critério era simples: Para viver era preciso recitar uma oração muçulmana. Daniel Greenfield nos fala sobre o caso:

Durante o ataque, o Al Shabab divulgou em seu twitter uma citação do Corão: “Ó Senhor nosso, infunde-nos constância, firma os nossos passos e concede-nos a vitória sobre o povo incrédulo”! (Corão 2:250).

Entre esses “incrédulos”, ou seja, não-muçulmanos, estavam inclusive crianças.

Um dos sobreviventes relatou: “Eu não entendo por que você iria atirar em uma criança de cinco anos de idade?”. Fácil de entender, os de cinco anos não eram muçulmanos.

Momentos como esse colocam o Choque de Civilizações em um contexto sangrento. Não se trata de política abstrata. Não é sobre economia, meio ambiente ou a política externa. Trata-se de uma visão de mundo em que uma criança de cinco anos de idade que não pode recitar uma confissão de fé islâmica merece ser morta.

O crime é não ser muçulmano.

Ou como o Al Shabab colocou no Twitter: “Só kafir foram alvos nesse ataque. Todos os muçulmanos de #Westgate fora escoltados pelos mujahideen antes de iniciar o ataque”.

Excerto do artigo In the Name of Islam de Daniel Greenfield no Frontpage Magazine

Não adianta a mídia tentar manipular, o massacre foi em nome do Islã apoiado nos ensinamentos do Corão, palavra de Alá, O misericordioso. Misericordioso com os muçulmanos, pois para nós “infiéis” resta apenas o massacre.

Sim, o ataque terrorista no Quênia foi em nome do Islã!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Fim de semana sangrento para os cristãos

Esse fim de semana foi sangrento para os cristãos que convivem com a "religião da paz". No Quênia os terroristas de Alá do Al-Shabab invadiram um shopping para matar cristãos e no Paquistão um duplo atentado contra uma Igreja já deixou mais de 80 mortos.

Seguiram o exemplo do assassino chamado Maomé! Vejam as notícias:

Lembrando que como já mostramos tem muçulmano brasileiro que é fã do Al-Shabab, clique aqui

Quênia

Segundo a Cruz Vermelha local, 68 pessoas morreram, entre elas várias crianças. Há cerca de 175 feridos que foram levado aos hospitais da cidade. Testemunhas relatam que homens entraram com os rostos cobertos e usando coletes à prova de bala empunhavam rifles AK-47, além de granadas.

Relatos de sobreviventes dizem que eles jogaram uma granada e todos começaram a correr. Muitos se jogaram ao chão. No início, gritavam para os muçulmanos saírem dali, pois não eram os alvos. Depois de alguns minutos, começaram a atirar. O shopping Westgate é conhecido por ser frequentado por quenianos de classe alta e estrangeiros. O prédio estava cheio durante o atentado.

Foi confirmada a morte de três britânicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um médico peruano que trabalha no Unicef, um ganês e um sobrinho do presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta.

Usando sua conta no Twitter, a Al Shabab explicou que seus militantes escoltaram os muçulmanos para fora do prédio antes de começar o massacre. O Departamento de Estado dos EUA anunciou que “vários americanos” foram feridos, mas nenhum morreu.

A BBC informa que algumas pessoas ficaram até 40 minutos escondidas em lojas e nos banheiros até conseguirem escapar. Agências de notícias afirmam que ainda há reféns em poder do grupo. O chefe de polícia Benson Kibue explica que um grupo de 15 soldados de turbante negro foram responsáveis pelas mortes. Após 30 horas, as forças do exército tomaram conta da maior parte do prédio. O ministro do Interior, Joseph Ole Lenku, relatou que alguns dos atiradores “muito provavelmente” morreram durante a ação. Dentr os 30 reféns, apenas 10 ainda estão nas mãos dos terroristas.

Paquistão O número de mortos no duplo atentado suicida perpetrado em frente a uma igreja, no final da missa, no domingo, na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão, aumentou para 81. Talibãs reivindicaram autoria, para vingar os ataques de "drones".

O médico Arshad Javed, do hospital Lady Reading, o principal hospital público da cidade, disse à agência AFP, esta segunda-feira de madrugada, que o número de mortos subiu para 81, entre os quais se incluem 37 mulheres.

Do ataque contra a igreja de Todos os Santos de Peshawar, a principal cidade da província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwadu, no noroeste do país, resultaram também 131 feridos, de acordo com os dados facultados pelo mesmo responsável.

"Há inúmeros feridos que ainda se encontram em estado crítico", afirmou Afsad Khan, da polícia local, em declarações à agência Efe, indicando que "a situação na cidade é normal, não estando prevista qualquer medida especial de segurança" na sequência do ataque.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Somália: Crianças são mortas e feridas em um ataque com granadas

Uma onda de ataques com granadas atribuída a rebeldes islâmicos, deixou uma criança morta e nove pessoas feridas na capital somali.

No bairro de Seypiano, na capital Mogadíscio, uma granda de mão foi lançada dentro de uma casa onde pessoas assitiam a uma partida de futebol. O ataque matou uma criança e feriu outras quatro que também estavam na residência.

Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, mas as autoridades acusam o Al-shabab.

Durante a última Copa do Mundo, o Al-Shabab e o Hizbul-Islam ameaçaram punir todos os que fossem flagrados assistindo aos jogos.

Blog De Olho na Jihad com informações do Times of Oman
 
-
Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Al-Shabab promete mais atentados na Somália

O grupo fundamentalista islâmico Al Shabab ameaçou nesta quarta-feira realizar mais ataques contra o Governo Federal de Transição da Somália (GFT) e contra seus aliados, um dia depois de um atentado suicida dos rebeldes em Mogadíscio matar cerca de 90 pessoas e ferir 150. 

"A partir de agora realizaremos mais ataques contra o Governo, contra soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) e contra seus aliados", afirmou em comunicado o porta-voz da Al Shabab, Sheikh Ali Mohamud.

"Assegurarei que este é só o princípio, continuaremos com estas ações durante muito tempo", acrescentou.

Mohamud insistiu que Al Shabab foi o autor do atentado de ontem em um complexo de edifícios onde o governo tinha escritórios de três de seus ministérios, e que esta é uma "mensagem para o GFT, para as agências de espionagem que estão na capital, para as organizações de ajuda e seus aliados".

Antes do atentado, o suicida de Al Shabab, identificado como Bashar Abdullahi Nur, foi entrevistado pela rádio Al-Andalus.

"Para mim tanto faz se mato mil pessoas, cem ou uma. Preciso ir para o paraíso e me reunir com Deus", afirmou.

Os últimos números divulgados pelo hospital de Madina indicam cerca de 90 mortos e 150 feridos.

Já o presidente do país, Sharif Sheikh Ahmed, anunciou na noite de terça-feira três dias de luto nacional em honra às vítimas do atentado, a maioria estudantes que estavam no local para realizar testes para obter bolsas de estudo.

"Prometo que este tipo de ataques não impedirão que continuemos lutando contra o terrorismo", afirmou Ahmed. "O que aconteceu em Mogadíscio é terrível. Mostra como cruéis e estúpidos são a Al Qaeda e seu aliado, Al Shabab", acrescentou.

As agências de segurança nacional do governo anunciaram a detenção de uma pessoa com explosivos junto ao corpo quando tentava entrar em um edifício governamental no norte de Mogadíscio.
De acordo com a administração somali, membros do Al Shabab já estão tentando executar mais atentados, "mas o governo está preparado para prevenir qualquer ataque".

Em Mogadíscio, onde foi decretado toque de recolher na terça-feira à noite, o ambiente era de tensão nesta quarta-feira. As forças de segurança, em alerta vermelho, ordenavam deter cada pessoa que se aproximasse e os cidadãos da capital somali tentavam superar o trauma.
Embora Al Shabab já tenha feito vários atentados terroristas, esta é a segunda vez que os estudantes são seu alvo.

Em dezembro de 2009, os fundamentalistas realizaram um atentado contra um hotel em Mogadíscio, onde acontecia uma cerimônia de formatura, na qual morreram quatro ministros do governo de transição, três jornalistas, quatro médicos e 29 estudantes.

O atentado desta terça-feira acontece após a suposta retirada de Al Shabab de Mogadíscio, no início do mês de agosto, considerada "uma mudança tática" pelos radicais e uma vitória pelo Governo.

Al Shabab, que pretende instaurar na região um estado muçulmano wahhabista, domina boa parte do sul da Somália, um país que vive em permanente guerra civil e com a ausência de um governo efetivo desde 1991, quando foi derrubado o ditador Mohammed Siad Barre.
Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

BRASIL: "O Al-Shabab e o o Hizbul Islam da Somália merecem barakas por seu zelo em conduzir o povo somali a pureza islâmica."



Clique para expandir
O texto reproduzido (em azul) abaixo foi retirado do blog da Sociedade Islâmica do Maranhão: 

O Al-Shabab e o o Hizbul Islam da Somália merecem barakas por seu zelo em conduzir o povo somali a pureza islâmica.

اللهم آنآ عبادك الفقراء اليك وانت الغني عن الجميع

اللهم ارزق اخواننا في الصومال فانت مسير السحاب فاروي ارضهم وانبت زرعهم وارسل عليهم من مخلوقاتك فيكونو لهم غذاء وملبس اللهم انت الكريم الرؤوف الرحيم فانقذ اخواننا في الصومال وافريقيا وفرج كربهم وخفف

همهم

Um avião de espionagem estadunidense não tripulado explodiu na cidade sulista somali de Kismayu, considerada uma importante posição controlada pelas forças radicais de Chabab, informaram vizinhos da região.

O fato ocorreu este fim de semana em uma área onde se aumentou a presença dessas naves (drones) recentementes.

A embaixada estadunidense em Nairobi não comentou o acontecimento.

"Este avião fazia espionagem para o Governo dos Estados Unidos e, por desejo de Alá, explodiu perto do aeroporto", disse nesta segunda-feira à imprensa um chefe da Chabaab, o xeque Ibrahim Guled."Nós não o atacamos, mas o caso é que explodiu", acrescentou.

Por outra parte, a radioemissora da organização antigovernamental em Kismayu assegurou que a nave foi derrubada por suas forças quando patrulhava sobre o aeroporto dessa cidade portuária.

O jornal The Washington Post informou na passada semana que Estados Unidos construiu bases de aviões espiões no Chifre Africano e a Península Arábica para empregar esses drones contra Somália e Iêmen.

nossos duas aos irmaos muçulmanos somalis que se veem refem da fome.


Obs: Pesquisei sobre o termo Baraka e de acordo com o que encontrei na internet, barakas seriam felicitações, benção e etc.

A postabem do Blog Islam no Maranhão tem o título de Radio Somália, portanto pode ser que o texto não seja de autoria do próprio blog, mas a tradução de algum site somali. No entanto, o fato de ser publicado demonstra que os islamitas maranhenses concordam o que está exposto.

Vejam a quem o islamistas maranhenses acham que são dignos "barakas":

Al-Shabab
Al-Shabab

Para maiores informações sobre o Al-Shabab leiam as outras notícias aqui.

Hizbu-Islam
Hizbu Islam 



É essa a "pureza islâmica"? Não queria, mas diante das notícias postadas acima terei que parafrasear: "Diga quem admiras e eu te direi quem és"!

Detalhe: Estamos De Olho neles e eles também estão De Olho em nós. Vejam: http://islam-maranhao.blogspot.com/2011/08/no-rastro-do-terrorismo-fundamentalista.html

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Radicais da Somália exploram famintos em fuga para o Quênia

 
Dez anos após o 11 de Setembro, a guerra ao terror não dá sinais de perder força, pelo menos no Chifre da África. O grupo extremista Al-Shabaab, financiado pela Al-Qaeda, deixou o centro de Mogadíscio nas últimas semanas, mas grande parte da Somália segue na mão de extremistas. Enquanto milícias infiltram extremistas até mesmo em campos de refugiados controlados pela ONU, governos tentam evitar um conflito regional.
 
O Estado visitou o sul da Somália, nova fronteira da batalha entre a Al-Shabaab e o governo central, financiado por EUA e Europa. As zonas de controle são definidas e redefinidas a cada dia, dependendo do avanço da milícia. 
 
O governo somali foi derrubado em 1991, mas milícias da oposição não conseguiram chegar a um acordo sobre a nova administração. Em 2006, desembarcou no conflito a Al-Shabaab, que rapidamente se transformou na maior ameaça ao governo.

O sinal mais preocupante de que o grupo continua operando aparece no maior campo de refugiados do mundo, em Dadaab, no Quênia. No mês passado, três homens vestidos com burcas entraram no principal mercado local e abriram fogo contra um líder religioso. Informações obtidas pela ONU indicaram que o líder era ameaçado pela Al-Shabaab por se negar a colaborar no recrutamento de jovens para a milícia.

O governo queniano alerta que o campo de refugiados, com 440 mil pessoas, transformou-se no novo palco da batalha entre os extremistas e aliados do governo. ONGs acusam o Quênia de usar a desculpa para fechar sua fronteira para refugiados. Mas, em Dadaab, não é segredo para ninguém que os extremistas estão infiltrados.

Elizabeth Macabo, uma das funcionárias da ONU que trabalha no registro de refugiados, diz ouvir um número cada vez maior de "histórias confusas" de homens que chegam ao local. Sinal de que não seriam exatamente refugiados, mas milícias que se passam por famintos para entrar no acampamento.
Em levantamento, a Anistia Internacional confirmou, há poucos meses, a existência de infiltrados. Em outro estudo, Human Rights Watch também diz que o governo queniano recrutou jovens do acampamento para lutar em milícias, dessa vez contra a Al-Shabaab.

Abdi, um garoto de 11 anos, contou ao Estado que sua mãe o impediu de ir a escolas montadas no campo para ensinar o Alcorão, temendo ser induzido a lutar. "Ela tem medo que eu volte para a Somália", contou Abdi, que nasceu no campo de refugiados.

A inteligência queniana repassou para a ONU, há dois meses, informações de que um possível atentado no campo estaria sendo planejado pelos extremistas. As informações chegaram a identificar até mesmo a maneira pela qual o atentado ocorreria - um burro levaria uma bomba para o meio das barracas.

Outra arma explosiva tem sido a ajuda internacional para o combate à fome. Nos últimos dois anos, o comando da Al-Shabaab negou acesso da ONU e de ONGs à população faminta, alegando que a declaração da crise de fome seria uma forma de a comunidade internacional justificar a intervenção no país.
Segundo a Anistia Internacional, os militantes diziam aos fazendeiros que eles deveriam depender só de Alá, e não da ONU e de "outros infiéis". No caso da ajuda americana contra a fome no Chifre da África, a maior entre os doadores, menos de 25% vai para a Somália por causa da presença de extremistas.

Segundo observadores internacionais, a fome enfraqueceu o apoio aos extremistas. "Os comandantes mais jovens da Al-Shabaab arruinaram a relação com várias camadas da sociedade ao exigir, em plena seca, dois camelos ou um dos filhos da família por cada garoto que se recusa a servir na milícia", disse ao Estado o porta-voz das tropas da União Africana, Paddy Ankunda. Segundo ele, houve um racha no grupo. Uma parte, liderada por Mukta Robo, alega que os militantes deveriam permitir acesso da ONU a cidades afetadas. Já Ahmed Godane, líder da milícia no sul, rejeitou.

A nova realidade abalou a relação da região com a Eritreia. O presidente eritreu Isaias Afewerki é acusado de financiar a Al-Shabaab. Em Uganda, o governo colocou como prioridade a derrota dos extremistas na Somália. Kampala quer uma revanche depois que o grupo extremista matou mais de 70 pessoas em dois atentados na capital ugandense em 2010.

No sul da Somália, onde o Estado esteve, as milícias da Al-Shabaab controlam grande parte da área, com bolsões nas mãos do governo, como a cidade de Dhobley. O extremistas também dominam portos, aeroportos, estradas e um sistema de cobrança de impostos de agricultores e donos de lojas que permite a coleta de até US$ 100 milhões por ano.

Para um dos líderes da comunidade somali em Uganda, Abdullahi Hajji Ahmed, o governo central só terá sucesso em sua luta quando montar uma estratégia para enfraquecer a base de recrutamento do grupo, que em árabe significa "A Juventude". A justificativa para a guerra seria expulsar milícias que atuam em nome do Ocidente. "Para isso será necessário mostrar benefícios sociais para essas famílias, mas isso será difícil diante da atual crise", completou.
ENVIADO ESPECIAL A DHOBLEY, SOMÁLIA
Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Extremistas islâmicos estão impedindo que chegue comida a cristãos na Somália


Uma organização de advocacia está chamando por uma ação da comunidade internacional em resposta à crise humanitária na Somália.
 

A fome na Somália já custou a vida de milhares de pessoas e continua a deixar milhões na necessidade desesperada do básico. Entretanto, apesar da crise, um grupo islâmico está interrompendo a distribuição de alimentos. O International Christian Concern (ICC) relata que o al-Shabaab está trabalhando para remover o cristianismo do país e está impedindo que alimentos e ajudas alcancem as pessoas. O sul da Somália é especialmente duramente atingido por causa da influência opressora do grupo na região.

Jonathan Racho, diretor regional do ICC para a África, diz ao OneNewsNow que pelo menos 18 cristãos morreram de fome nos últimos três meses.

"Nossas fontes cristãs estão nos dizendo que o Al-Shabaab está usando sua influência e seu controle da área para parar as pessoas de quem ele suspeita de pertencer à igreja subterrânea", relata ele. "Essa é a área de fome onde a maioria das pessoas não estão relatando".

Racho chama a situação uma das piores crises humanitárias do mundo, mas ele diz que milhares de somalis conseguiram atravessar a fronteira para países vizinhos. Assim, ele está pedindo à comunidade internacional para estar ciente da situação do sofrimento e agir.

"Queremos que a comunidade internacional tome medidas decisivas para aliviar o sofrimento dos cristãos na Somália", o porta-voz da ICC diz.
 

Ele prossegue para acrescentar que o Al-Shabaab está permitindo que a fome fique fora de controle, perseguindo os cristãos e tirando ajuda alimentar dos crentes e cidadãos.

Fonte: One News Now  
Tradução: Mente Conservadora


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

domingo, 7 de agosto de 2011

Somália: Militantes islâmicos abandonam capital


O grupo militante islâmico Al Shabaab abandonou as suas posições em Mogadíscio, capital da Somália, neste sábado 6, onde eles estavam travando batalhas contra as forças do governo. As informações são da BBC Brasil.

Testemunhas disseram à BBC terem visto caminhões com insurgentes a bordo deixando a cidade no meio da madrugada.

Forças pró-governo da União Africana têm combatido os militantes islâmicos na capital da Somália para garantir que mantimentos e alimentos cheguem às pessoas atingidas pelas fortes secas que assolam o país.

O presidente da Somália, Sheikh Sharif Sheik Ahmed, comemorou a retirada dos militantes islâmicos.

*Matéria publicada originalmente na Agência Brasil
Via Carta Capital

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Conexão Repórter: Somália a Base de Bin Laden


Um ótimo documentário, claro que com alguns erros clássicos da esquerda, como por exemplo o anti-americanismo, e a abordagem superficial da culpa do extremismo islâmico. Mesmo assim é recomendado, para conhecer a horrível realidade das vítimas não só da fome, mas também da "religião da paz".

Clique aqui e veja as outras partes no youtube.

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

Vítimas da fome na Somália começam o jejum do ramadã


Segundo informa a Reuters, os somalis, enfraquecidos há meses pela seca, agora preparam-se para começar o jejum do Ramadã.
Conforme os preceitos islâmicos, pessoas doentes não precisam manter o "jejum sagrado", no entanto, a maioria pretende cumprir a tradição.

O Ramadã vem em um momento difícil para a população muçulmana do "Chifre da África", que vive uma terrível crise humanitária. A Onu estima que cerca de 12 milhões de pessoas são afetadas pela fome. E a revolta dos militantes islâmicos, tem impedido que a ajuda humanitária chegue a boa parte do país.

Fonte: Wtaq

Nota do blog: O que a reuters não informa é que desobedecer a tradição muçulmana nos territórios do Al-Shabab é assinar uma setença de morte. 


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Somália anuncia morte de principal líder da Al Qaeda na África


MOGADÍSCIO (Reuters) - A polícia somali anunciou neste sábado ter matado na capital do país o líder da Al Qaeda mais procurado na África, Fazul Abdullah Mohammed, numa operação na terça-feira.
 
Mohammed era considerado o chefe da Al Qaeda no leste da África, atuava na Somália e escapou à captura por mais de uma década, depois de ser acusado de ter tido papel de destaque nos atentados contra as embaixadas dos Estados Unidos em Nairóbi, no Quênia, e em Dar es Salaam, na Tanzânia, em 1998, nos quais foram mortas 240 pessoas.
 
A polícia disse ter atirado contra Mohammed em um posto de controle em Mogadíscio, depois de uma troca de tiros à meia-noite de terça-feira. Acredita-se que Mohammed estivesse escondido no caótico país na maior parte dos últimos dez anos. Também conhecido como Harun e pelo menos outros 18 nomes falsos, ele era um especialista em computação e talentoso com idiomas.
 
O governo dos EUA afirma que vários membros da Al Qaeda envolvidos nos atentados às embaixadas procuraram refúgio no sul da Somália, a parte mais violenta do país. A Somália está sem um governo central eficaz desde a derrubada do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.
 
"Temos confirmado que ele foi morto pela nossa polícia em um posto de controle nesta semana", disse à Reuters Halima Aden, da força de segurança nacional.
 
"Ele tinha um passaporte falso da África do Sul e, é claro, outros documentos. Após investigação, nós confirmamos que era ele."
 
Os Estados Unidos ofereciam recompensa de 5 milhões de dólares por informações que levassem à captura dele.
 
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse a jornalistas: "A morte de Harun Fazul é um golpe significativo para a Al Qaeda, seus aliados extremistas e suas operações no leste da África."
 
"É um fim justo para um terrorista que trouxe tanta morte e dor para tantos inocentes em Nairóbi, Dar es Salaam e outros lugares - tanzanianos, quenianos, somalis e nossos funcionários nas embaixadas", disse ela durante uma visita a Dar es Salaam, na Tanzânia.
 
Autoridades dos EUA dizem que Mohammed, que estaria na casa dos 35 anos, também planejou um ataque contra um hotel de propriedade israelense na costa do Quênia, em novembro de 2002, no qual morreram 15 pessoas.
 
CAMINHO ERRADO
 
Às vezes, segundo fontes somalis, Mohammed se escondia entre comunidades minoritárias, racialmente mistas, que ocupam vilarejos ao longo da costa entre Mogadíscio e a fronteira do Quênia, onde seu tipo físico, de comorense, se assemelhava ao dos povos miscigenados Benadir e Bajun, que têm ancestrais somalis, árabes, persas, portugueses e malaios.
 
Essas informações combinam com o conhecido método de Mohammed de se "se esconder à vista de todos". Passando-se por um pregador islâmico itinerante, ele se estabeleceu em 2002 no vilarejo queniano de Siyu, costeiro e isolado, perto do sul da Somália, sem ser notado durante meses antes do atentado contra o hotel.
 
Logo depois, se embrenhou pelo sul da Somália. Moradores dizem que todas as manhãs ele fazia exercícios em uma praia perto de Gendershe, antes de partir para morar ao sul de Mogadiscío.
 
Nos últimos anos acredita-se que ele estava sob proteção de combatentes do movimento islâmico Al Shabaab no interior.
 
Segundo a polícia somali, na terça-feira Mohammed talvez pretendesse pegar uma estrada que conduz a uma base do Al Shabaab, mas errou o caminho e parou no posto de controle -- o mais ao sul sob controle do governo, antes da entrada no território dominado pelo grupo -- pensando que era do Al Shabaab.
Quando percebeu que estava no lugar errado, abriu fogo contra a polícia, que respondeu.
 
"Nós tínhamos suas fotos e, portanto, comparamos com o seu rosto. Ele levava milhares de dólares, um laptot e uma metralhadora AK-47 modificada", disse o policial.
 
(Reportagem adicional e redação de James Macharia em Nairóbi; Mark Hosenball e William Maclean em Londres) 

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Al-Shabab ameaça moradores que assitirem as notícias sobre a morte de Bin Laden

Assim que surgiu a notícia de morte de Osama Bin Laden, o grupo terrorista somáli Al-Shabab, ligado a Al-Qaeda, proibiu os moradores a acompanharem as notícias sobre o episódio, e ameaçou punir qualquer pessoa que for pega acompanhando as notícias pela TV ou rádio, ou quem propagar qualquer fato sobre o incidente.

Segundo relatos de moradores de Jawhar, televisões e rádios não foram mais ligadas depois do anúncio do grupo. Os moradores evitam de toda a forma falar sobre o assunto.

Segundo uma moradora, que por segurança manteve sua identidade em anonimato, membros do Al-Shabab lançaram granadas dentro das casas onde moradores reuniram-se secretamente para assistir as notícias sobre a morte de Bin Laden. Ela relata que muitas pessoas foram feridas.

"É óbvio que o al-Shabab está tentando abafar a notícia da morte de Bin Laden, eles estão tentando nos aterrorizar para que não saibamos nada sobre o fato, sabem que estamos felizes pela notícia. Eles são órfãos agora". Disse a mulher somali ao jornal local.


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   

A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Omar Hammami - O Rapper Jihadista

Omar Hammami foi uma adolescente normal, cresceu no Alabama em uma família de protestantes da Igreja Batista, era um aluno talentoso, líder de classe, namorou a menina mais cobiçada do colégio. Foi a escola dominical, aprendeu sobre a bíblia, cantou 'Away in a Manger' no natal. Suas paixões ocilaram entre Shakespeare e Kurt Cobain, entre o futebol e o nitendo. Tinha um sonho de ser cirurgião. Seus amigos dizem que ele era um líder nato e comparavam-no ao personagem principal de Ferris Bueller's Day Off.

Uma década se passou e ele não mudou, continua um líder. Mas, agora de um dos grupos islamistas mais sagrentos.
Foi após uma viagem a Damasco para visitar parentes que Hammami começou a mudar. As fotos da viagem mostram que ele trocou sua camisa pólo por uma longa túnica, as fotos também mostra o jovem curvando-se para Meca em uma noite de oração. Ao voltar ao Alabama ele se dizia dividido entre o Islamismo e o Cristianismo. Logo tornou-se muçulmano.

Hammami passou então a tentar converte os alunos de sua escola. Vestido com uma túnica e um turbante vermelho, defendia Osama Bin Laden. 

Veio então o 11 de setembro, e ele tornou-se "o cara" para os repóteres locais, de acordo com o New York Times. Hammami continuou pregando para os estudantes, exercia um magnetismo impressionante, e fazia com que os alunos questionassem suas crenças.

Em 2007, foi para a Somália e juntou-se ao Al-Shabab assumindo o nome de guerra Abu Mansur al Amriki, ou "o Americano".

De acordo com o governo, depois de sua ida para a Somália, sua ascenção dentro do grupo colocou-o em uma classe própria.

Diferente de outros americanos que se uniram ao grupo terrorista, Hammimi exerce uma papel mais poderoso. Ele comanda a guerrilha em campo, organiza ataques e traça estratégias para a Al-Qaeda na Somália.

Um alto funcionário do governo americano declarou ao New York Times, que nunca antes uma americano chegou a um posto tão alto dentro de um grupo terrorista.

No início de fevereiro havia rumores que ele havia morrido. O Ministro da Somália chegou a declarar à Associated Press que relatórios de inteligência indicavam que o jovem havia sido morto em um bombardeio.

No entanto, o jovem ressurgiu com seus novos vídeos, onde ele canta um Rap com letras jihadistas. Suas letras falam sobre a "glória" de morrer pela Jihad. Ele dá um toque contemporâneo nas ações dos combatentes islâmicos da era medieval. Glorificando as ações dos rebeldes de decapitar os inimigos, cortar as mãos dos ladrões e apedrejar mulheres adúlteras.

Vejam um dos vídeos de  Abu Mansur al Amriki e seu Rap:


O Jovem agora é um dos terroristas mais procurados pelo Governo Americano.

De Olho na Jihad com informações do Daily Mail

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   

A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

domingo, 13 de março de 2011

Extremistas islâmicos pedem revolução islâmica na Etiópia e no Quênia

O grupo terrorista islâmico Al-Shabaab, da Somália, já está se infiltrando no Quênia e Etiópia. Tropas etiópias cruzaram a fronteira para lutar contra os extremistas islâmicos. Os quenianos também se uniram à luta ao reprimir os terroristas somalis dentro de seu próprio país. O conselheiro da ONU Mustapha Ali disse que toda a região do Chifre da África poderia ser ameaçada se a crise atual na Somália não for resolvida rapidamente.

Um oficial líder do Al-Shabaab fez uma chamada em um encontro na terça-feira da última semana clamando a todos os muçulmanos tanto no Quênia como na Etiópia para insurgirem contra seus governos. O cheque Mahad Omar Abdikarim disse que os muçulmanos "oprimidos" do Quênia e Etiópia precisam se "liberar" da dominação cristã.


Fonte: The Trumpet

De acordo com o censo nacional da Etiópia de 2007, 33,9% da população é muçulmana, contra 62,8% de cristãos. No Quênia, de acordo com o CIA World Factbook de 2009, 45% da população é protestante, 33% católicos, e 10% são muçulmanos e pagãos. 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ban alerta para o aumento do terrorismo na Somália

Secretário-Geral pede à comunidade internacional para enviar apoio militar ao país africano; em relatório ao Conselho de Segurança, Ban afirma que a segurança continua sendo o desafio mais crítico da região.


Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*


O Secretário-Geral da ONU fez um apelo à comunidade internacional para providenciar apoio militar ao Governo Federal de Transição da Somália.


Segundo Ban Ki-moon, a ajuda é para evitar a ação de combatentes estrangeiros e saqueadores na região, que segundo analistas, estaria se transformando em um reduto terrorista.


Relatório


Em relatório, Ban afirmou que a segurança ainda é o principal desafio enfrentado pelas instituições federais da Somália.


O governo de transição na capital, Mogadíscio, está sofrendo ataques de militantes islâmicos que controlam o sul do país. Milhares de civis foram desalojados no conflito que já dura mais de 20 anos.


Alto Risco


Ban Ki-moon destaca que a presença de combatentes externos na Somália é um lembrete de que a região do Chifre de África corre um alto risco de se tornar o próximo alvo dos esforços globais contra o terrorismo.


Em dezembro, o Conselho de Segurança aprovou o aumento em 50% das forças de manutenção de paz da Missão da União Africana na Somália, que vai contar agora com 12 mil homens.


*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.


Fonte: Rádio ONU

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"Nós dizemos ao presidente Barack Obama para abraçar o Islã antes de chegarmos ao seu país!"

Mogádiscio - Um líder da insurgência islâmica da Somália ameaçou atacar os Estados Unidos durante um discurso transmitido nessa segunda-feira.

"Você, Obama, pode salvar os EUA de nossos atentados", disse Sheikh Fuad Mohamed Khalaf, cidadão sueco de origem somali e considerado o terceiro no comando no grupo, em discurso transmitido pela Al Shabab Radio, em Mogadíscio. 

"Nós dizemos ao  presidente Barack Obama para abraçar o Islã antes de chegarmos ao seu país!". Declarou o extremista.
Após dirigir-se a Obama, ele pediu aos demais dirigentes americanos que fizessem o mesmo, para que "a guerra entre o Islã e os EUA possa acabar". 

Embora ele tenha executado alguns atentados fora da Somália, nunca atacou os EUA, apesar de ter ameaçado realizar ações terroristas no mundo todo. 

Em maio, o líder do grupo islâmico sobreviveu a um atentado em uma mesquita onde mais de 40 pessoas morreram, a maioria milicianos recém recrutados pelo Al Shabab que esperavam por seu sermão.
Com o apoio de centenas de combatentes estrangeiros da Al Qaeda, o Al Shabab luta para derrubar o governo transitório da Somália, apoiado pela comunidade internacional, e implantar um regime radical muçulmano wahhabista no leste da África. 

A Somália não tem um governo efetivo desde 1991, quando o ditador Mohammed Siad Barre foi derrubado, e seu território é controlado por milícias islâmicas, senhores da guerra tribais e em alguns casos por grupos de bandidos. 


Nota do Blog: Como os terroristas não possuem uma boa leitura (costumam ler apenas o al-Corão e outras leituras islâmicas) deixo um artigo do Daniel Pipes mostrando que Obama já abraçou o Islã faz muito tempo. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Líder do grupo islâmico Al - Shebab morto pelas tropas governamentais

Mogadíscio- O líder da al-Qaeda na Somália, onde lutava com o grupo islâmico somali Al Shabab, foi morto domingo durante um confronto com tropas governamentais, informaram fontes do governo e dos radicais islâmicos.  
Mapa da Somália
Mapa da Somália
Abu Jalid, de origem iemenita, foi ferido com gravidade, juntamente com cerca de uma dúzia de outros combatentes estrangeiros que combatiam com o Al Shabab, e foi transferido para o hospital do grupo na localidade de Jawhar, situado 90 quilómetros a norte de Mogadíscio, onde faleceu.  

Um comandante do Al Shabab, que requereu o anonimato, confirmou à agência Efe que "o mártir Rayah Abu Jalid morreu como um herói no hospital de Jowhar esta noite. Fora gravemente ferido de manhã e morreu horas depois".  


O governo provisório de Mogadíscio, apoiado pela comunidade internacional, também confirmou a morte de Abu Jalid e assinalou que esta é uma perda importante para o Al Shabab e a Al-Qaeda na região do Chifre da África.   

O general Ahmed Guled afirmou à Efe: "Este sábado matámos 12 combatentes estrangeiros, entre os quais o principal chefe da célula armada da Al -Qaeda no país, Rayah Abu Jalid".  


Acrescentou que Abu Jalid "é o principal combatente estrangeiro morto" depois do seu antecessor, Abu Musab.  

A Al-Qaeda tem na Somália várias centenas de combatentes que apoiam o Al Shabab, uma milícia que luta para derrubar o governo provisório e impor um governo radical muçulmano, de orientação wahabita, no Chifre da África.  O governo provisório, dirigido pelo presidente Sharif Sheikh Ahmed, está apoiado em oito mil soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) e controla apenas algumas partes de Mogadíscio, como o complexo do palácio presidencial, o aeroporto e o porto.    

A Somália não tem governo efectivo desde 1991, quando foi derrubado Mohamed Siad Barre, e o seu território está controlado por milícias islâmicas, senhores da guerra tribais e bandidos.  

Fonte: Angola Press

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Policial morre em explosão de bomba em Nairóbi

Um policial morreu, outro ficou ferido e dois transeuntes levemente afetados na explosão nesta sexta-feira de uma bomba no carro em que se deslocavam pelo bairro de Eastleigh de Nairóbi, capital do Quênia, onde a maioria da população é somali, informaram à agência EFE moradores do local.

Uma destas fontes, que pediu para não ser identificada, informou que a explosão aconteceu por volta das 8h (hora local, 3h de Brasília) e que dois transeuntes que passavam pelo local sofreram também lesões leves.
Segundo o comandante da Polícia queniana, Kinuthia Mbugua, citado pelo jornal local Daily Nation, o veículo, uma caminhonete policial branca, estava no meio de um engarrafamento quando "alguém lançou o que parecia uma granada dentro do carro".

"Informaram-me que um policial morreu no hospital. O outro foi atendido e pode falar", acrescentou Mbugua, que não explicou a gravidade de seus ferimentos.

A polícia deteve várias vezes suspeitos de pertencer ao grupo somali radical islâmico Al Shabab, vinculado à Al-Qaeda, neste bairro, conhecido como "pequena Mogadíscio", pelo número de imigrantes somalis que vivem nele.

Após uma dessas batidas, em janeiro, o líder de Al Shabab, Sheikh Ahmed Godane, divulgou uma mensagem através da internet na qual pediu a seus seguidores para realizar atentados em Nairóbi.

Al Shabab pretende derrubar o Governo Transitório de Mogadíscio e estabelecer no Chifre da África um estado radical muçulmano de cunho wahhabista e, além de ataques e atentados na Somália, também assumiu os dois atentados suicidas com explosivos do dia 11 de julho que causaram pelo menos 76 mortos em Campala.

Fonte: Portal Terra

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Etiópia: Protestante é condenado sob a acusação de escrever "Jesus é o Senhor" no Alcorão

Mais um Cristão que vai para a cadeia pelo "grave" crime de "profanação" do livro sagrado muçulmano.

Segundo o Compass Direct News, um cristão no sul da Etiópia cidade de Moyale, que definhava na cadeia por mais de três meses após ter sido acusado de profanar o Alcorão, foi condenado a três anos de prisão, disseram dirigentes da Igreja.

Tamirat Woldegorgis,de 30 anos, membro da Igreja do Evangelho Pleno , foi preso no início de agosto depois que um colega de trabalho muçulmano descobriu que ele tinha em sua casa a inscrição "Jesus é o Senhor" estamapdo em um pano. O homem mais tarde o acusou de escrever "Jesus é o Senhor" em uma cópia do Alcorão, embora não haja evidência de tal fato.

Pelo suposto "grave crime", Woldegorgis foi condenado em 18 de novembro, por profanar o Alcorão e foi posteriormente transferido para a prisão Jijiga, disse uma fonte. Jijiga é a "capital Somali" na Etiópia , que é regida por princípios islâmicos, a região possui forte influência do grupo terrorista islâmico Harakat al-Shabab.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quênia detém suspeitos de extremismo perto da Somália

AE - Agência Estado - Um oficial da polícia do Quênia disse que as forças de segurança detiveram seis adolescentes quenianos e um homem nigeriano, que viajavam com passaportes britânicos e supostamente tentavam chegar à Somália, onde se juntariam à rede fundamentalista Al-Shabab.

O chefe da polícia da Província Costeira, Leo Nyongesa, disse que o grupo foi detido no último domingo, na ilha de Kizingitini, perto da Somália, depois que um informante disse que os sete foram recrutados pela Al-Shabab. A Al-Shabab é o maior grupo extremista islâmico da Somália.

A organização reivindicou responsabilidade por um ataque a bomba em Uganda, o qual matou 76 pessoas em julho deste ano. O grupo tem conseguido recrutar com eficiência vários somalo-americanos que vivem nos Estados Unidos. A Somália é considerada um "Estado falido" sem governo efetivo desde 1991. As informações são da Associated Press.


Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More