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terça-feira, 4 de novembro de 2014

No califado do Boko Haram infiéis tem mãos cortadas

O Boko Haram declarou um califado islâmico na cidade de Mubi, no nordeste da Nigéria, e cortou as mãos de dez pessoas que descumpriram sua interpretação da lei islâmica, informou nesta terça-feira a imprensa local.

Os terroristas içaram sua bandeira e impuseram um califado islâmico em Mubi, a segunda cidade mais povoada do estado de Adamawa, com 250 mil habitantes, sob controle desde a última quarta-feira. Alguns moradores, citados pelo jornal nigeriano The Punch, disseram que os terroristas cortaram as mãos de dez pessoas que foram declaradas culpadas de diversos delitos, incluindo o saque de propriedade.

Outra testemunha afirmou que dois ímãs foram decapitados por milicianos de Boko Haram porque teriam pregado contra o grupo terrorista. Centenas de pessoas já abandonaram a região por medo de represálias dos terroristas, que predicam o Islã e recrutam jihadistas para a causa.

Até o momento, mais de 15 localidades do norte do país estão sob o controle dos terroristas, que assassinaram centenas de pessoas - a maioria de cristãs, no que foi o primeiro passo para alcançar o objetivo de implantar o estado islâmico no país.

Blog De Olho na Jihad

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Boko Haram matou 350 cristãos em uma semana

Líder do Boko Haram

Enquanto o Estado Islâmico do Iraque ganha toda a atenção do mundo, um genocídio continua se perpetrando e mostrando que não é apenas o ISI que é uma ameaça, e sim todos os grupos muçulmanos que se organizam em prol da Sharia.

Semana passada o grupo investiu contra a cidade de Adamawa o que resultou em 350 cristãos assassinados. "Toda noite nossos irmãos vão para a cama com medo e prontos para fugir", disse o representante da comunidade cristã, Samuel Dali .

Recentemente, o líder do grupo terrorista, Abubakar Shekau, declarou que a ofensiva tem por objetivo criar um Estado Islâmico no nordeste da Nigéria, regido pela Sharia, onde os não-muçulmanos serão cidadãos de segunda classe.

Fonte: BreitBart

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Botando os pingos nos Is: O ataque no Quênia foi de muçulmanos contra não-muçulmanos

O que a mídia não divulgou no ataque terrorista no Quênia é que os assassinos separavam os não-muçulmanos dos muçulmanos e depois os matavam. O critério era simples: Para viver era preciso recitar uma oração muçulmana. Daniel Greenfield nos fala sobre o caso:

Durante o ataque, o Al Shabab divulgou em seu twitter uma citação do Corão: “Ó Senhor nosso, infunde-nos constância, firma os nossos passos e concede-nos a vitória sobre o povo incrédulo”! (Corão 2:250).

Entre esses “incrédulos”, ou seja, não-muçulmanos, estavam inclusive crianças.

Um dos sobreviventes relatou: “Eu não entendo por que você iria atirar em uma criança de cinco anos de idade?”. Fácil de entender, os de cinco anos não eram muçulmanos.

Momentos como esse colocam o Choque de Civilizações em um contexto sangrento. Não se trata de política abstrata. Não é sobre economia, meio ambiente ou a política externa. Trata-se de uma visão de mundo em que uma criança de cinco anos de idade que não pode recitar uma confissão de fé islâmica merece ser morta.

O crime é não ser muçulmano.

Ou como o Al Shabab colocou no Twitter: “Só kafir foram alvos nesse ataque. Todos os muçulmanos de #Westgate fora escoltados pelos mujahideen antes de iniciar o ataque”.

Excerto do artigo In the Name of Islam de Daniel Greenfield no Frontpage Magazine

Não adianta a mídia tentar manipular, o massacre foi em nome do Islã apoiado nos ensinamentos do Corão, palavra de Alá, O misericordioso. Misericordioso com os muçulmanos, pois para nós “infiéis” resta apenas o massacre.

Sim, o ataque terrorista no Quênia foi em nome do Islã!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Fim de semana sangrento para os cristãos

Esse fim de semana foi sangrento para os cristãos que convivem com a "religião da paz". No Quênia os terroristas de Alá do Al-Shabab invadiram um shopping para matar cristãos e no Paquistão um duplo atentado contra uma Igreja já deixou mais de 80 mortos.

Seguiram o exemplo do assassino chamado Maomé! Vejam as notícias:

Lembrando que como já mostramos tem muçulmano brasileiro que é fã do Al-Shabab, clique aqui

Quênia

Segundo a Cruz Vermelha local, 68 pessoas morreram, entre elas várias crianças. Há cerca de 175 feridos que foram levado aos hospitais da cidade. Testemunhas relatam que homens entraram com os rostos cobertos e usando coletes à prova de bala empunhavam rifles AK-47, além de granadas.

Relatos de sobreviventes dizem que eles jogaram uma granada e todos começaram a correr. Muitos se jogaram ao chão. No início, gritavam para os muçulmanos saírem dali, pois não eram os alvos. Depois de alguns minutos, começaram a atirar. O shopping Westgate é conhecido por ser frequentado por quenianos de classe alta e estrangeiros. O prédio estava cheio durante o atentado.

Foi confirmada a morte de três britânicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um médico peruano que trabalha no Unicef, um ganês e um sobrinho do presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta.

Usando sua conta no Twitter, a Al Shabab explicou que seus militantes escoltaram os muçulmanos para fora do prédio antes de começar o massacre. O Departamento de Estado dos EUA anunciou que “vários americanos” foram feridos, mas nenhum morreu.

A BBC informa que algumas pessoas ficaram até 40 minutos escondidas em lojas e nos banheiros até conseguirem escapar. Agências de notícias afirmam que ainda há reféns em poder do grupo. O chefe de polícia Benson Kibue explica que um grupo de 15 soldados de turbante negro foram responsáveis pelas mortes. Após 30 horas, as forças do exército tomaram conta da maior parte do prédio. O ministro do Interior, Joseph Ole Lenku, relatou que alguns dos atiradores “muito provavelmente” morreram durante a ação. Dentr os 30 reféns, apenas 10 ainda estão nas mãos dos terroristas.

Paquistão O número de mortos no duplo atentado suicida perpetrado em frente a uma igreja, no final da missa, no domingo, na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão, aumentou para 81. Talibãs reivindicaram autoria, para vingar os ataques de "drones".

O médico Arshad Javed, do hospital Lady Reading, o principal hospital público da cidade, disse à agência AFP, esta segunda-feira de madrugada, que o número de mortos subiu para 81, entre os quais se incluem 37 mulheres.

Do ataque contra a igreja de Todos os Santos de Peshawar, a principal cidade da província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwadu, no noroeste do país, resultaram também 131 feridos, de acordo com os dados facultados pelo mesmo responsável.

"Há inúmeros feridos que ainda se encontram em estado crítico", afirmou Afsad Khan, da polícia local, em declarações à agência Efe, indicando que "a situação na cidade é normal, não estando prevista qualquer medida especial de segurança" na sequência do ataque.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Repórter mostra luta de cristãos na Síria para impedir avanço de rebeldes

A situação de cristãos na Síria se torna cada vez mais complexa à medida que a guerra civil no país se perpetua. Os rebeldes pedem a saída do presidente Bashar Al-Assad, mas também protagonizam cenas de perseguição religiosa.

A jornalista Maria Finoshina, correspondente de guerra do portal RT, visitou o vilarejo de Maaloula, onde os 2 mil moradores se juntaram ao Exército sírio para defender o local dos rebeldes, e impedir que eles avancem sobre a região.

Um dos temores dos moradores, em sua maioria cristãos, é que os rebeldes forcem a conversão ao islamismo, sob pena de decapitação, como tem sido feito em diversas regiões do país.

“Alguns moradores, que afirmam que os rebeldes têm recorrido a pilhagens, execuções e obrigam os moradores a se converter ao islamismo, escolheram se juntar ao Exército para defender sua aldeia”, relatou Finoshina.

Saba Ubeid, dono de uma loja na aldeia, disse que em 2012, ele tinha certeza de que os rebeldes nunca iriam para a aldeia, mas agora, na iminência da invasão, ele estava armado com um revólver lutando ao lado dos soldados sírios. “Eles mandaram os terroristas aqui de todos os cantos do mundo para matar povo sírio e uns aos outros. Por quê? Pergunto ao mundo, por quê? Enquanto na Europa se um cidadão recebe simplesmente um tapa na cara dele, isso se torna um escândalo, aqui na Síria… Quantas vítimas, quantas centenas de milhares de pessoas foram abatidas? Quando isso vai parar?”, questionou.

Assista aos momentos de tensão da reportagem:


Fonte: Gnotícias

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Asia Bibi: "Eu não sei quanto tempo me resta para viver".




Em 2009 Asia Bibi foi trancafiada em uma sela no Paquistão acusada do crime de "blasfêmia". Desde então temos acompanhado seu caso com o apoio do Pakistan Christian Post. Quase cinco anos passaram-se e nada mudou, a cristã continua definhando na prisão, sua família vive escondida, e sua cabeça ainda está a prêmio, portanto, mesmo que seja liberta ainda corre o risco de ser morta. Dede o ano passado HazteiO tem divulgado o livro bibliográfico da cristã. O dinheiro das vendas tem sido revertido para para os custos judiciais do processo de Ásia e para ajudar no sustento de sua família. Rencentemente o New York Post divulgou um trecho da obra onde a própria Ásia relata como todo esse terror começou. Infelizmente esse tipo de prisão é comum no Paquistão e, Asia Bibi tornou-se um símbolo da luta contra a perseguição religiosa no país. Segue o trecho:

Eu não sei quanto tempo me resta para viver. Toda vez que a porta da minha cela se abre, meu coração bate mais rápido. Minha vida está nas mãos de Deus e eu não sei o que vai acontecer comigo. É uma existência brutal, cruel. Mas eu sou inocente. Eu sou culpada apenas de ser considerada culpada. Estou começando a me perguntar se ser cristão no Paquistão, hoje em dia não é apenas ser diferente, mas se trata de um verdadeiro crime.

Mesmo mantida nessa minúscula cela sem janelas, quero que minha voz e minha raiva possam ser ouvida. Eu quero que o mundo inteiro saiba que eu posso ser enforcada por causa do meu vizinho. O que eu fiz de errado? Eu bebi água de um poço pertencente aos muçulmanos, usando o copo “deles”, no calor ardente do sol do meio-dia.

Eu, Asia Bibi, foi condenada à morte porque estava com sede. Eu estou prisioneira porque decidi ser gentil com uma vizinha. Eu servi um copo de água e ofereci e ala. Usei o mesmo copo que as mulheres muçulmanas, pois a água servida por uma mulher cristã era considerada impura pelas outras mulheres da vila, aquelas ignorantes catadoras de frutas.

Aquele dia, 14 de junho de 2009, está impresso em minha memória. Eu ainda posso ver cada detalhe. Acordei cedo de manhã e fui participar da colheita e trabalhei muito… até que tive sede… Uma outra mulher estava junto comigo no poço. Após eu beber no copo de metal que fica no poço, ofereci a ela. Foi quando Musarat começou a gritar “haram” [pecado]… Ouçam, todas vocês, esta cristã sujou a água do poço, bebendo em nosso copo e mergulhando-o de volta várias vezes. Agora a água está suja e não podemos mais beber! Por causa dela!

Era tão injusto, que pela primeira vez decidi me defender e levantar minha voz. “Eu acho que Jesus vê as coisas diferentemente de Maomé.” Musarat fica furiosa. “Como você se atreve a falar do Profeta, seu animal imundo!” Três outras mulheres começam a gritar ainda mais alto.

“Isso mesmo, você é apenas uma cristã imunda! Você contaminou a nossa água e agora se atreve a falar o nome do Profeta! Cadela estúpida, seu Jesus não tinha sequer um bom pai, ele era um filho da prostituta, você não sabe disso.

“ Musarat parecia que vinha me agredir e gritou: “Você deveria se converter ao islamismo para se redimir de sua religião imunda”.

Eu ainda sinto uma profunda dor dentro do meu peito. Nós, cristãos, sempre ficamos em silêncio. Fomos ensinados desde bebês a nunca dizer nada e mantermos a calma, por que somos uma minoria. Mas eu sou teimosa demais e queria reagir, queria defender a minha fé. Respirei fundo e enchi meus pulmões com coragem. “Eu não vou me converter. Eu acredito na minha religião e em Jesus Cristo, que morreu na cruz pelos pecados da humanidade. O que o seu profeta Maomé fez para salvar a humanidade? E por que eu deveria me converter e não você?

Musarat cuspiu na minha cara com todo o desprezo que ela podia demonstrar. Elas me empurraram. Mesmo enquanto eu corria para casa, ainda podia ouvi-las me ofendendo”.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Ataques em igreja e mercado matam 10 pessoas na Nigéria

Pistoleiros mataram dez pessoas em um ataque contra um mercado e uma igreja no domingo no nordeste da Nigéria, e em seguida fugiram para Camarões, disse a polícia nesta segunda-feira.


O massacre ocorreu na localidade de Nijland, perto da fronteira, uma região que se tornou um refúgio para os militantes ligados à seita islâmica Boko Haram.


Segundo um porta-voz da polícia local, os pistoleiros iniciaram o ataque no mercado, onde seis pessoas morreram, e depois seguiram para a igreja, onde houve mais quatro mortos. Outras nove pessoas foram hospitalizadas com ferimentos.


A polícia não identificou os culpados. Além da forte presença de militantes islâmicos, o nordeste nigeriano tem também grande atividade de quadrilhas criminosas e milícias étnicas.

terça-feira, 30 de abril de 2013

As consequências da Primavera Árabe

Roma, (Zenit.org) John Flynn, LC |

O conflito continua na Síria e em outros países, que experimentaram uma mudança de regime, como o Egito, o destino dos cristãos continua a ser motivo de grande preocupação.


Semana passada, dois arcebispos, o síro-ortodoxo Yohanna Ibrahim e o greco-ortodoxo Paul Yazigi, foram sequestrados no vilarejo de Kfar Dael, por aqueles que a Reuters, no dia 22 de abril, chamou de "grupo terrorista".

Em setembro do ano passado, o Arcebispo Ibrahim disse à Reuters que "os cristãos foram atacados e seqüestrados de forma monstruosa e as suas famílias pagaram grandes somas para a sua libertação".

Inicialmente as agências afirmaram que os dois arcebispos tinham sido liberados. Mais tarde, porém, Jean-Clement Jeanbart, o arcebispo greco-melquita de Aleppo, negou esta notícia (ver Asia News, 24 de abril).
No dia do seqüestro, 22 de abril, a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) publicou um dossier especial intitulado Proteger e promover a liberdade religiosa na Síria.

Tradicionalmente, no campo religioso, a Síria é um país heterogêneo, com cerca de 22 milhões de pessoas. Os muçulmanos sunitas são cerca de 75% da população, mas subsiste uma minoria substancial de Alauítas, cristãos e Drusos.

O conflito em curso "ameaça a diversidade religiosa da Síria, porque os membros das menores comunidades minoritárias fogem do país, também em face de um futuro incerto no pós-Assad”, está escrito no dossiê.

O dossier da comissão exorta tanto os Estados Unidos como os outros países a implementarem políticas de apoio aos direitos das minorias e à liberdade religiosa.

A agência norte-americana admitiu que as condições não eram certamente idílicas nem mesmo antes do levante atual, observando que "a Síria oferecia um mínimo de liberdade religiosa, incluindo a liberdade de culto, especialmente para as minorias religiosas no país, incluindo os cristãos".

"No entanto, o governo controlava a seleção dos imãs sunitas e limitava a sua liberdade religiosa", diz o dossiê.

Além disso, o documento atribui ao regime a responsabilidade por uma política de repressão da maioria sunita, que durou décadas, e a intensificação das hostilidades entre as minorias religiosas.

Ao mesmo tempo, as comunidades religiosas que se mantiveram neutras durante as revoltas violentas, foram vistas pelas forças de oposição, como cúmplices do governo.

"Na medida em que essas fraturas sectárias se aprofundam, torna-se cada vez mais provável que as comunidades religiosas estejam na mira, não por suas alianças políticas, mas apenas por sua filiação religiosa", adverte o USCIRF.

É claro, diz o dossiê USCIRF, que "este sectarismo está em ascensão e as agressões com motivo religiosos têm sido perpetradas pelo regime de Assad e pelos seus delegados, bem como, às vezes, pelas forças de oposição que apontam para sua queda, causando graves violações da liberdade religiosa".

"Essas violações também ameaçam a diversidade religiosa da Síria com a crescente probabilidade de violência com motivo religioso e constantes retaliações numa Síria pós-Assad, onde as minorias religiosas são particularmente vulneráveis", diz o dossiê.

O Egito é outro país onde os cristãos são ameaçados. Há um temor de que a Constituição apenas aprovada não seja capaz de proteger os direitos dos cristãos, como destaca um serviço da BBC do dia 3 de janeiro.
Uma mãe egípcia e seus sete filhos foram condenados a penas de prisão pesadas por terem  alterado ilegalmente os seus documentos oficiais (cfr. Russia Today, 16 de janeiro de 2013). A família queria restaurar seus nomes cristãos, após a morte de seu pai, um muçulmano.

Nadia Ali Mohamed nasceu cristã, mas tinha se convertido ao islamismo, depois de se casar com Mustafa Abdel-Wahab. Com a morte de seu marido em 1991, ela queria voltar para o cristianismo.
Em 2004, depois de ter voltado a ser cristã, a família substituiu os nomes muçulmanos na própria carteira de identidade por nomes cristãos. Toda a família foi condenada a 15 anos de prisão por ter violado as leis de mudança de nome.

Enquanto isso, os grupos islâmicos continuam a atacar edifícios cristãos, sem que a polícia ou as forças de ordem se comprometam demais para prevenir estes atentados. No passado 16 de janeiro a Assyrian International News Agency disse que centenas de muçulmanos destruíram a sede dos serviços sociais, que pertencem à Igreja Copta, entoando slogans islâmicos. O edifício estava localizado na aldeia de Fanous, no distrito de Tamia, na província de Fayoum, 130 km a sudoeste do Cairo.

No início deste mês, um grupo atacou a Catedral Copta de São Marcos, atirando pedras e bombas incendiárias (cfr. New York Times, 8 de abril de 2013).

"A polícia não está fazendo nada para nos proteger ou parar a violência", disse Wael Eskandar, ativista cristão-copto. "Pelo contrário, estão ajudando ativamente os civis", a atacarem os cristãos, disse Eskandar, de acordo com o citado artigo do New York Times.

O ataque continua com vários dias de conflito, culminados em um tiroteio que matou quatro muçulmanos e um cristão.

O Papa dos coptos Tawadros II acusou o presidente Mohammed Mursi, um membro da Irmandade Muçulmana, de não protegido a catedral: o Washington Post, em um artigo do 18 de abril, o chamou de "uma crítica direta sem precedentes".

As tensões continuam, com dez pessoas mortas nas últimas semanas durante os confrontos entre Muçulmanos e Cristãos Cóptas no Egito (cfr. Al-Jazeera, 22 de abril).

Nos países do Oriente Médio as perspectivas para os cristãos continuam a ser muito problemáticas, no entanto, nem os governos ocidentais nem instituições internacionais parecem dar muita atenção para o assunto.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Igreja e convento Franciscano foram destruídos na Síria


O site da Rádio Vaticano informou nesta segunda-feira (22/04/13) que uma forte explosão destruiu a Igreja e conventos dos Frades Franciscanos na Mesopotâmia, segundo informações da Agência Fides.

 “Era a única igreja em Deir Ezzor que ainda permanecia intacta”. Não está claro sobre como foi destruída. Segundo algumas informações, abriu-se um buraco na igreja por onde entraram combatentes da oposição. O exército teria bombardeado o local, destruindo a igreja. Outras informações indicam que uma auto-bomba foi colocada ao lado da estrutura.

Padre Haddad comenta com grande amargura “todo este ódio e profanação”. “Naquela área – observa – não existem mais cristãos”. Nos meses passados, devido à situação crítica “os nossos dois frades que residiam no convento deixaram Deir Ezzor com as Irmãs de Madre Teresa e cerca de dez idosos que habitavam com eles. Eram os últimos cristãos presentes na região. Agradeço a Deus que os dois frades estejam a salvo. A igreja de pedra poderá ser reconstruída algum dia, quando uma primavera de paz aparecer no Oriente Médio”, afirmou o sacerdote capuchinho.

Deir Ezzor é uma cidade no Leste da Síria, além do Eufrates, entre Palmira e a fronteira iraquiana. “A nossa presença ali remonta aos anos 30 do século passado, mas estamos no Oriente Médio desde muito tempo”, conta. “Em quase quatro séculos de história, a nossa vice-província sofreu diversas destruições e perseguições, mas sempre ressuscitou, Com Cristo Ressuscitado”. Uma outra comunidade de frades capuchinos permanece no Sul da Síria, em Soueida, ainda tranquila e para onde foram os dois frades.

Fonte: Cleofas

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Síria: Apenas ser cristão é suficiente para ser um alvo

Por Jackques Nunes - Blog De Olho na Jihad



Nina Oshana, cristã morta em um ataque islamita a um ônibus na Síria
Foto: Assyrian International News
 Caso o governo sírio caia diante dos rebeldes, os membros da milenar comunidade cristã da Síria terão apenas duas escolhas: A conversão ao Islã ou a morte.

Há uma gama de documentos que comprovam o aumento de grupos jihadistas no território sírio, que representam uma ameça direta à comunidade cristã. Esse grupos militantes de oposição defendem uma ideologia islamita, que incorporam elementos do wahabismo e salafismo, consequentemente hostis aos cristãos.

O jornalista Nuri Kino, recolheu relatos em primeira mão de refugiados cristãos no Líbano, os cristãos relataram-lhe casos de estupros, assassinatos, roubos, assédios, sequestros e outras violências contra si e seus irmãos de fé. Segundo esses sobreviventes, "apenas ser cristão é suficiente para ser um alvo", refutando a teoria de que são "refugiados econômicos". Um homem afirmou na entrevista "Não fugimos da pobreza, não somos pobres! Fugimos de medo".

Há vários grupos islâmicos operando na Síria, o mais conhecido e poderoso é a Frente Al Nusra. O mais preocupante é o apoio do ocidente a esses grupos terroristas.

A instalação de um estado islâmico na Síria seria uma catástrofe para cristãos ou judeus, pois terão como opção a conversão, a fuga ou o pagamento do imposto sobre os infiéis (jizya).

Isso tem deixado os cristãos sírios contra a parede, por isso a maioria tem apoiado Assad e despertado ainda mais ódio nos opositores.

Segundo os relatórios publicados pelo deputado americano Frank Wolf (Virgínia), há um processo crescente de perseguição aos cristão que já atingiu um nível alarmante, especialmente na Síria, Egito e Iraque. A chamada "Primavera Árabe" tem se provado na verdade um inverno Cristão.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

"O ódio aos cristãos deve ser do fundo do coração", diz erudito muçulmano

Abdullah Bard, licenciado pela "prestigiada" Universidade de Al-Azhar e professor de exegese do Islã, declarou que os cristãos produzem um profundo nojo. E adiantou que os muçulmanos devem odiá-los do fundo do coração.

O erudito egípcio Abdullah Badr, uma eminência em exegese islâmica, durante uma conferência realizada no final de março, afirmou que o sentido autêntico da doutrina "wala bara’awa" (amor e ódio) nada mais é que, de acordo com o Corão, amar seus irmãos de fé e odiar os infiéis. Ele fez questão de ressaltar que este ódio deve ser profundo e sincero, deve ser do fundo do coração, não pode ser apenas uma hipócrita manifestão, mas um repúdio completo e público. O "grande erudito" usou uma ocasião em que humilhou publicamente um hoomem de quem tinha comprado uma propriedade ao descobrir que era cristão.

"Odiará ao teu próximo com toda a tua alma com todo o teu ser", esse parece ser o lema de Abdullah que para jusrificar não precisou de muito trabalho, apenas buscou alguns versículos do Corão:

5.51 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos."

2.104 . "Ó fiéis, não digais (ao Profeta Muhammad): ""Raina"", outrossim dizei: ""Arzurna"" e escutai. Sabei que os incrédulos sofrerão um doloroso castigo."

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

9.23 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos."

9.30 . "Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!"

4.56 . Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Abdullah, jurou por Alá que cortará a língua e lançará aos cachorros de quem ofender Maomé e sua doutrina. Além disso chamou de puta a atriz Elham Shahin, e ameaçou torcer seu pescoço. O prestigiado clérigo também já declarou que os cristãos devem desaparecer do Egito.

segunda-feira, 18 de março de 2013

"O novo Papa não deve atacar o Islã", afirma clérigo da Al Azhar

Por Jefferson Nóbrega
Blog In Praelio

Mahmud Ashur, um destacado clérigo da Universidade de Al Azhar, alertou ao novo Papa, para não cometer o mesmo "erro" de Bento XVI de expressar solidariedade aos cristãos perseguidos no mundo muçulmano, fato que fez romper o "diálogo inter-religioso" entre o crescente e a cruz.

"O novo papa não deve atacar o Islã, diz Ashur que continua:  "Tenha cuidado, se tiver a intenção de mostrar qualquer tipo de solidariedade com os cristãos que vivem nas terras dos verdadeiros crentes [muçulmanos]. O Islã é a religião da paz e do amor, e qualquer um que ouse sequer duvidar dessa verdade universal verá a justa repressão muçulmana".

A escolha de Bergoglio do nome Francisco, causou uma inquietude entre os estudiosos islâmicos, devido a natureza missionária dos dois importantes Franciscos da história (S. Francisco de Assis e S. Francis Xavier). "Pelas virgens do paraíso e os rios de vinho e leite! Por esta não esperávamos", declarou surpreso o The American Muslim, ao ser anunciado que o novo papa teria o mesmo nome de São Francisco de Assis que segundo eles é "o santo mais aceitado pelo Islã, que levou a pregação ao Sultão, mas sem a intenção de convertê-lo, afinal como converter quem já é um verdadeiro crente?"

O episódio de São Francisco e o sultão é conhecido e sabemos que ele não só desafiou a crença islâmica como teve sim a intenção de converter o sultão, mas é claro que os muçulmanos mudam a história ao contar o episódio. E quanto a São Francisco Xavier nada falam, já que esse converteu boa parte do Oriente, Índia, Japão e outros lugares.

Mas, enquanto os clérigos egípcios estão preocupados com o novo Papa, os muçulmanos argentinos afirmam que enquanto cardeal, Bergoglio manteve um "respeitoso diálogo" com a comunidade muçulmana, tendo ele mesmo liderado as exigência de o Vaticano condenar a "ocupação" de Israel dos "territórios palestinos".

Para nós que acompanhamos o sofrimento dos cristãos, resta-nos a esperança que o silêncio sobre o genocídio cristão nos países muçulmano seja rompido.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Espanha: Concerto beneficente pela liberdade de Asia Bibi


O HazterOir.org realizará um concerto beneficente com o objetivo de arrecadar dinheiro para custear o processo de Asia Bibi.

A cristã que aguarda a execução na forca pelo crime de "blasfêmia", está trancafiada em uma cela de isolamento devido o perigo de ser assassinada pelas muçulmanas da prisão; com a saúde  cada vez mais frágil.

Espanha e França já se dispuseram a acolher a cristã e sua família caso seja liberta. Por isso o HazterOir tem realizado ações com o objetivo de arrecadar dinheiro para a contraração de um bom advogado.

O De Olho na Jihad tem sido um dos principais veículos em língua portuguesa de informações acerca de Asia Bibi, obtendo-as diretamente do Pakistan Christian Post e da Liga Cristã Paquistanesa que acompanham o caso de perto. Por isso, tendo em vista que temos muitos leitores na Espanha e no vizinho Portugal, divulgamos a ação para quem puder ajudar.

O concerto será realizado no Teatro Fígaro de Madri, com a orquestra La Camerata e os ingressos estão disponíveis no site:
http://es.amiando.com/concierto-por-asia-bibi.html?page=911183

Divulgamos também o convite em espanhol: 
 
REDACCIÓN HO.-Asia Bibi
necesita urgentemente un abogado. HazteOir.org organizará el próximo 19 de marzo, martes, el concierto benéfico Libertad para Asia Bibi, para conseguir fondos que permitan contratar el defensor que precisa esta cristiana, madre de familia y esposa, convertida en un símbolo mundial de la persecución por motivos de conciencia.

Ya puedes comprar tu entrada,
pinchando aquí, por solo 20 euros, o por 15, si compras dos o más. Ayudarás a conseguir su libertad.
El concierto tendrá lugar en el Teatro Fígaro de Madrid, a las 19:30 horas, con un programa de música clásica interpretado por una orquesta internacional integrada por grandes profesores, bajo la dirección del maestro Alex Goldmark.

Sin defensa, no saldrá viva de la cárcel

Todo lo que consigamos recaudar se destinarán íntegramente a la contratación de un abogado para Asia Bibi, cuya situación es extremadamente grave. Durante los tres años que ha pasado en prisión, ha enfermado y ha sentido la terrible angustia de una persona perseguida por su fe. Sin un abogado, no saldrá con vida de la cárcel. Su familia no puede costear su defensa. Y ningún abogado paquistaní se atreve a representarla en los tribunales, por miedo a las represalias de los integristas musulmanes. Su única esperanza es que un buen abogado extranjero la represente.
Asia Bibi no está sola
 
Blog De Olho na Jihad  com informações do hazteoir.org

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Mais um padre assassinado por islâmicos, em Zanzibar, África

Do blog O Desperto Notícias

Após o assassinato de um sacerdote em Zanzibar, o bispo Agostinho Shao adverte: O governo deve agir - grupos islâmicos estão incitando o ódio - os cristãos estão vivendo com medo.

(AIS) - Após o assassinato de um padre católico em Zanzibar no dia 17 de fevereiro, o Bispo local, Agostinho Ndeliakyama Shao, alertou para a crescente violência, religiosamente motivado na ilha semi-autônoma, que pertence à Tanzânia. Em uma reunião com a Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Bispo de Zanzibar enfatizou: "A ideologia divulgada por um pequeno grupo islâmico em Zanzibar afirma que a maioria islâmica não deve tolerar quaisquer outras religiões".

Segundo Dom Shao, as tensões na Ilha (oeste) têm aumentado pouco a pouco nos últimos meses. Padres e bispos têm sido ameaçados. "Nós nos tornamos um alvo para esses fundamentalistas. Já no Natal, um padre foi baleado, e agora outro dos meus sacerdotes foi morto a tiros. Um Xeique que havia apelado para a moderação foi atacado com ácido e está agora no hospital", disse Dom Shao.

A população ficou emocionada no enterro do sacerdote assassinado, Evarist Mushi, no dia 20 de fevereiro. Em todas as dioceses do país as missas foram realizadas na intenção dos falecidos e as orações miraram a paz. Bispo Shao pediu ao governo da Tanzânia medidas preventivas com determinação: "O governo deve garantir a segurança das pessoas e, especialmente, a das minorias. Por muito tempo o ficaram em silêncio. Esperamos que a Comunidade Internacional exorte os governos de Zanzibar e Tanganica para frear a violência".

Padre Andrzej Halemba, diretor de projetos da AIS, falou de uma situação precária em Zanzibar, onde a maioria da população é de religião muçulmana. Em 2012 muitas igrejas cristãs, de várias denominações, foram incendiadas.

O que claramente desencadeou esta onda de violência foi a prisão de membros de uma organização extremista que deseja introduzir um Estado islâmico e a lei sharia em Zanzibar. Padre Halemba afirma ainda que “O desenvolvimento está causando grande preocupação. É óbvio que as forças extremas, que desestabilizam o país, estão em jogo. Mas é precisamente por esta razão que a AIS também busca um diálogo entre cristãos e muçulmanos. Os Bispos da Tanzânia desejam garantir uma cooperação pacífica”.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Rebeldes sírios matam cristão por usar um crucifixo

Um cristão da Igreja Católica Armênia foi assassinado por rebeldes islamistas quando seguia para Aleppo.

A agência Fides, que reportou o caso, pela segurança da família não revelou o nome completo da vítima, afirmando apenas que chamava-se Yohannes (João) e que tinha um apelido armênio. Os católicos armênios declararam-no "um mártir do conflito sírio, pois foi assassinado por odium fidei (ódio a fé cristã).

Yohannes viajava em um ônibus para Aleppo quando um grupo de rebeldes islamitas pararam o transporte para inspeção. Ao observarem os documentos dos passageiros, perceberam que o cristão levava uma cruz ao peito, os terroristas atiraram contra o crucifixo matando Yohannes.

Os cristãos sírios tem clamado por ajuda internacional para barrar os contantes sequestros e ataques contra a minoria.

Blog De Olho na Jihad com informações do Religion en Libertad

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Genocídio de cristãos na Nigéria

IPCO - Prosseguem as matanças de cristãos na Nigéria (África). Em dezembro último, um grupo de fundamentalistas islâmicos degolou 15 cristãos na localidade de Mussari, nos arredores de Maiduguri, região nordeste da Nigéria, informou uma fonte dos serviços de emergência locais.

“‘Segundo as informações que recebemos, os criminosos entraram em algumas residências e mataram 15 pessoas que estavam dormindo’, disse a fonte, que pediu anonimato. As autoridades haviam informado no sábado o ataque, executado na sexta-feira em Musari, mas com um balanço de cinco mortos e sem revelar outros detalhes”.(1)

O tenente-coronel Sagir Musa, porta-voz militar na região, declarou à “Agência France Press” que alguns foram mortos a tiros, e outros atacados com facões.

Referindo-se às vítimas, uma fonte que pediu anonimato disse que “incluem um guarda de trânsito e 14 civis”, e que “foram escolhidas porque eram todos cristãos”. Segundo informou um vizinho, “os agressores entraram silenciosamente em casas cujos moradores eram cristãos”.

Parte desses fundamentalistas pertence à organização Boko Haram, que exige a adoção em toda a Nigéria da sharia, lei islâmica que não admite a prática de qualquer outra religião que não seja o islamismo. Estima-se que os ataques do Boko Haram já causaram mais de três mil mortes na Nigéria desde 2009.

Grande produtor de petróleo, a Nigéria é o país mais populoso da África, com 170.123.740 habitantes.(2) O norte é predominantemente muçulmano e o sul de maioria cristã.

Um relatório de 2003 avalia que “50,4% da população da Nigéria são muçulmanos, 48,2% são cristãos e 1,4% aderem a outras religiões. Entre os cristãos, 27,8% são católicos, 31,5% são protestantes e 40,7% pertencem a outras denominações cristãs”(3). O número de cristãos está crescendo.
*   *   *
A Nigéria é um exemplo da terrível onda de cristianofobia que se alastra hoje por diversos países, especialmente da Ásia e da África. Animistas, hinduístas, muçulmanos e outros, por ódio à fé ensinada por Jesus Cristo, vão multiplicando o número de mártires, sob os olhares complacentes do Ocidente ex-cristão.
Defensores de “direitos humanos”, “direitos dos animais” e agora até “direitos das plantas” olham com displicente indiferença para essas matanças que se sucedem. O que faz a ONU, supostamente tão preocupada com os direitos humanos? E a União Europeia, que também se apresenta como defensora desses direitos? O que fazem os governantes das nações ocidentais, incansáveis em inculcar os chamados direitos sociais? Porventura os cristãos não têm quaisquer direitos, nem sequer o mais elementar deles que é o direito à vida?

Diante de tanta indiferença, parcialidade e, por que não dizê-lo, covardia, peçamos a Nossa Senhora que faça com que suas lágrimas irriguem as almas dos perseguidos, incutindo-lhes força e perseverança para que lutem até o fim, aceitando o martírio se este for da vontade de Deus. E que essas mesmas lágrimas caiam também sobre os perseguidores “para que se salvem, ou para que as graças rejeitadas se acumulem sobre eles como brasas ardentes, clamando por punição”.(4)
___________
Notas:
(1) Zero Hora, Porto Alegre, 30-12-12.
(2) The World Factbook. Central Intelligence Agency (United States)
(3) http://en.wikipedia.org/wiki/Nigeria#Religion
4) Plinio Corrêa de Oliveira, Via Sacra, VII Estação, Catolicismo, março/1951

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Cardeal pede um gesto de clemência por Asia Bibi


O caso de Asia Bibi já é conhecido. A mãe de cinco filhos está no corredor da morte pelo crime de blasfêmia, por beber água do mesmo poço em que bebiam suas companheiras de trabalho muçulmanas que, acusaram-na de contaminar a água devido ser crsitã.

Através de uma carta enviada ao presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, o Cardeal Roger Etchegaray, pediu clemência à cristã: "Rogo que pense nela como uma irmã, como uma filha de Abraão, nosso pai comum na fé", diz um trecho da carta.

A carta, publicada no diarío Avvenire diz ainda a Asif Zardari que "esse gesto (libertar Asia Bibi) teria uma enorme importância e seria um grande impulso na reconciliação entre cristãos e muçulmanos".

Asia Bibi está presa desde 2010, e mesmo diante dos pedidos internacionais, a sentença de morte na forca ainda é mantida.

Jefferson Nóbrega blog Candango Conservador em especial para o Desperto Notícias com informações do Hazteoir e Avvenire.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

No Egito, família inteira é condenada à prisão por se converter ao cristianismo

Uma família completa foi sentenciada a 15 anos de prisão por se converter ao cristianismo na cidade egípcia de El Beni Suef, 115 km ao sul do Cairo. Nadia Mohamed Ali Mohab e seus filhos, Maged, Sherif, Amira, Amir, e Nancy Ahmed Mohamed Abdel-Wahab. As outras sete outras pessoas envolvidas no caso foram condenadas a cinco anos de prisão.

Nadia Mohamed Ali, uma mãe de oito filhos, nasceu cristã, mas se converteu ao Islã para se casar com seu marido Mustafa Mohamed Abdel-Wahab. Depois de sua morte, em 1991, ela decidiu voltar à sua religião original com seus filhos, segundo informações do Acontecer Cristiano.

O caso da família de Nadia começou em 2004, quando, após a conversão, ela e seus filhos decidiram mudar seus nomes muçulmanos em seus cartões de identidade com seu nome e cidade de mudança de residência. Para fazer isso, tiveram a ajuda de sete funcionários do Escritório de Registro Civil.

Em 2006, um de seus filhos foi preso pela polícia que, suspeita pelos documentos, levou o jovem que havia mudado seu nome para Bishoy Malak Abdel-Massih. Naquela época os policiais o interrogaram por horas até que ele confessou sua conversão ao cristianismo. Os juízes decidiram então prender a mãe e todos os seus filhos, além dos sete funcionários do escritório de registro civil.

A lei islâmica, Sharia, é a base da nova Constituição egípcia, o que torna punível com a pena de morte a apostasia. Porém os juízes afirmam terem usado de "benevolência" para condenar a família apenas à prisão.
Por Dan Martins, para o Gospel+

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Líder xiita do Iraque: "Se os cristão não se converterem ao Islã, devem morrer"

AsiaNews.it / De Olho na Jihad – Coincidindo com a reconsagração da Catedral de Bagdá, onde foram assassinados 57 cristãos em outubro de 2010, o líder xiita do Iraque, emitiu uma fawta condenando a morte dos cristãos que não converterem-se ao Islã. “Aqueles que não abraçarem a fé do Enviado de Alá, de forma sincera, serão degolados”, diz o proeminente clérigo iraquiano.

No entanto, Al-Hassini e seus irmãos do Webislam, mostram-se “misericordiosos” com as mulheres cristãs: “As mulheres e meninas poderão se tornar esposas dos muçulmanos”. Ainda segundo a nota do clérigo essas infiéis poderão ser objeto de comércio e consumo sexual.

As ameaças geraram temor entre os cristãos iraquiano, há o medo que ocorra ataques islamitas no natal como em anos anteriores. O governo afirma que proporcionará segurança a minoria religiosa.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dez cristãos são degolados por islamitas na Nigéria

Kano - Dez pessoas foram degoladas por islamitas que passaram de casa em casa na noite de sábado no bairro cristão de Chibok, no norte da Nigéria, informaram autoridades locais.

"Os agressores chegaram às 21h00 cantando 'Alahu Akbar' (Deus é grande) (...) Eles entram em casas identificadas, em uma área predominantemente cristã da cidade, para matar 10 pessoas como ovelhas", disse à AFP um funcionário local, que pediu anonimato.

"Quem mais, se não membros do (grupo islâmico) Boko Haram, poderia entrar nas casas e cortar as gargantas de 10 pessoas (...) eles estavam armados, mas decidiram agir como açougueiros contra suas vítimas", afirmou outro funcionário local.

Chibok está localizado a 170 km de Maiduguri, um reduto do Boko Haram.

"Os homens vieram em grande número e entraram nas casas que foram escolhidas com precisão. Massacram 10 pessoas gritando 'Allahu Akbar'", relatou Ezequiel Damina, um residente de Myan, periferia de Chibok.

"Em seguida, eles atearam fogo às casas do bairro. Saquearam toda a área", acrescentou.

A violência relacionada ao Boko Haram - cujo nome em Hausa significa "a educação ocidental é um pecado" - e sua sangrenta repressão pela polícia causaram mais de 3.000 mortes desde o início da insurgência islâmica em 2009.

A Nigéria, o país mais populoso da África com 160 milhões de habitantes, é o maior produtor de petróleo do continente. Está dividido entre um norte majoritariamente muçulmano e um sul dominado por cri

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