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terça-feira, 17 de março de 2015

A Islamofobia e a Marcha do Estado Islâmico



O que é uma fobia? De acordo com o dicionário, é um medo extremo ou irracional, ou uma aversão irracional a algo.

Não há mais semana sem que ocorra um ataque terrorista. Não há dia sem que a situação no Oriente Médio não piore levando o resto do planeta ao caos. Não há hora que passa sem que recebamos novas ameaças. Tudo isso cortesia do radicalismo islâmico.

Infelizmente, a única pessoa que poderia efetivamente combater este inimigo bárbaro, medieval e ignorante não se encontra. O presidente americano já está em ritmo de férias. Com apenas dois anos de governo à frente, a única coisa que o interessa é jogar golfe e consolidar sua agenda socialista. Sua preocupação é o aquecimento global e em por em prática sua tão sonhada redistribuição de renda. Para ele a mídia exagera o perigo dos terroristas. O clima é o de aulas depois das provas finais. Ninguém mais está interessado no que acontece na escola. E o inimigo sabe disto.

Após outro horrendo vídeo do Estado Islâmico vindo da Líbia em que 21 cristãos egípcios foram degolados por estes monstros, e face a uma forte resposta egípcia, Obama não teve outra alternativa mas se manifestar. Sempre o acadêmico, ele organizou uma conferência contra o “extremismo violento”.  Vejam, não extremismo islâmico, mas extremismo violento. Em seu discurso ele falou da necessidade de um esforço global para combater e atacar as causas que alimentam grupos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Sua conclusão foi dizer que o “extremismo violento” é gerado quando pessoas são oprimidas e direitos humanos são negados. A vice porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, explicou depois para a CNN o que o presidente quis dizer. O que os terroristas precisam é de empregos e nós cidadãos somos muito burros para entender esta nuance. Sério? Isto é de verdade o que o presidente da maior potência do mundo pensa?

Na semana passada foi a vez da capital da Dinamarca, Copenhagen, aonde um atirador invadiu um café aonde ocorria uma discussão sobre a liberdade de expressão. Uma pessoa morreu. Logo depois houve um tiroteio em frente à Grande Sinagoga da cidade aonde acontecia um bat mitzvah e um jovem judeu, Dan Uzan, que guardava a entrada, foi morto. Horas depois a polícia dinamarquesa matou o atirador, um dinamarquês, nascido na Dinamarca, de origem árabe, que recebeu todas as vantagens econômicas e culturais.

Este ataque foi surpreendentemente similar ao de Paris. Primeiro, um grupo de cartunistas discutindo a liberdade de expressão é alvejado e depois um local judaico. Em vez de um supermercado casher, uma sinagoga.

O conflito hoje com estes radicais islâmicos é verdadeiramente global. O teatro das duas primeiras guerras mundiais foi principalmente a Europa. Hoje, estamos em guerra contra uma força que ataca em qualquer lugar. Num mesmo mês ocorrem ataques na Austrália, França e Dinamarca. Células terroristas originárias da Bósnia são presas nos Estados Unidos. Numa mesma semana vemos avanços do Estado Islâmico no Iraque, Síria, Líbia, Yemen, Nigeria. 

Até agora os terroristas estão avançando e vencendo. Para eles, isso é um sinal de que Allah está com eles. E assim sendo, eles estão preparados para sustentar muitas casualidades e têm muita paciência.

Neste final de semana, um vídeo do grupo terrorista da Somália, Al-Shabab associado com a al-Qaeda, conclamou seus seguidores a perpetrarem ataques nos shopping centers da América, em particular no mega shopping em Minneapolis, o Mall of America. Os Estados Unidos abrigaram muitos refugiados da Somália que se congregam no estado de Minnesota, e recentemente muitos, com passaportes americanos, voltaram ao seu país para treinarem em Jihad. Este é o mesmo grupo que matou 67 pessoas num shopping em Nairobi no Kenia em 2013.

O Estado Islâmico, por seu lado, também publicou um novo vídeo mostrando soldados kurdos enjaulados, sendo carregados pelas ruas de uma das cidades que controlam. Com isso eles mostram sua superioridade, subjugando qualquer grupo, mesmo muçulmano sunita, que se oponha a eles.

Há um vácuo palpável na liderança americana. Há 40 anos, Henri Kissinger havia conseguido alienar a influência soviética sobre os países árabes alinhando o Egito, a Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico à América. Em seis anos de governo, Obama conseguiu destruir estes relacionamentos e distanciar seus aliados. Isto sem falar de Israel. E ao fazê-lo, colocou o mundo inteiro em perigo.

E não só perigo físico, mas nossa cultura e nossas liberdades estão passando por uma mudança radical. A ONU está prestes a aprovar a Resolução 16/18 proposta pela Organização da Conferencia Islâmica. Esta resolução limita a expressão dita “discriminatória” ou a blasfêmia quando ela incitar atos de violência. Em outras palavras, falar mal do cristianismo, judaísmo, budismo, e outras religiões é liberdade de expressão, pois não incita a atos de violência. Mas qualquer expressão contra o islamismo, Maomé ou a sharia, que possa gerar violência, será banido. Todos os membros da ONU deverão aprovar esta lei e transformá-la em lei interna. Isto é parte da estratégia islâmica para silenciar qualquer crítico de sua religião, do seu barbarismo e sua lei medieval.

Como disse, há um vácuo na liderança americana, que leva a uma falta de estratégia para combater estes terroristas islâmicos.

No vídeo do degolamento dos 21 egípcios, levado a cabo nas praias da Líbia, o líder do Estado Islâmico avisou que eles se encontram a poucas milhas de Roma e que tomarão o Vaticano e o resto da Europa. A Itália está muito preocupada, pois não só está diretamente do outro lado do Mediterrâneo  mas não conta com um exército expressivo para combater estes sanguinários. Sua pequena ilha de Lampedusa próxima da costa africana, recebe centenas de refugiados da África todos os dias. Não seria muito difícil incluir terroristas no meio destes grupos.

Na Conferência sobre o extremismo violento, Obama declarou que dizer que estamos em guerra com o islamismo é uma mentira feia. Mas ele não disse que era possível que o islamismo estivesse em guerra conosco. Um dos princípios fundamentais da religião islâmica é a divisão do mundo em dois: o Dar El Islam, o mundo islâmico e o Dar el Harb, o mundo contra o qual o Islão precisa fazer guerra e subjugar.

Para Obama o ataque ao supermercado casher em Paris foi aleatório, não contra judeus; a chacina dos 21 na Líbia foi uma execução de egípcios, não de cristãos. Ele nega que estes grupos que pregam uma versão literal do Corão alveje cristãos, judeus e todos os que não comunguem de sua visão do islamismo. Ele chega até a negar que estes terroristas tenham qualquer coisa a ver com o Islão! Esta visão esquizofrênica que impede uma estratégia vitoriosa e permite o avanço diário do Estado Islâmico nos deixa cada dia mais vulneráveis a outro 11 de setembro.

De volta à definição de fobia. Acho que nosso medo do Estado Islâmico não é infundado ou exagerado. O seu objetivo declarado é de nos matar a todos e estamos vendo provas de sua determinação. Declarar qualquer crítico desta barbárie um islamofobo é incorreto. Este medo não é uma fobia. É um temor presente e real.

domingo, 7 de outubro de 2012

Post Mortem dos Protestos Sobre Maomé

por Daniel Pipes
National Review Online
2 de Outubro de 2012


Original em inglês: Post-Mortem on the Muhammad Protests
Tradução: Joseph Skilnik


À medida que a multidão de muçulmanos começa a se dispersar e as missões diplomáticas americanas vão retomando as atividades normais, apresento três considerações finais sobre os tumultos que começaram em 11 de setembro passado e que mataram cerca de trinta pessoas:
O estudo de Annemarie Schimmel "E Maomé É O Seu Mensageiro: A Veneração do Profeta Segundo a Devoção Islâmica".
O filme realmente fez diferença: A administração Obama desonestamente esquivou-se da responsabilidade pelo assassinato de quatro norte-americanos na Líbia ao afirmar que o ataque foi um protesto contra o vídeo "A inocência dos muçulmanos", que de forma imprevisível ficou fora de controle. Em resposta, respeitados analistas concluíram que o vídeo não teve a menor importância, qualquer que fosse o lugar: Barry Rubin desdenha o vídeo como "falso pretexto para as manifestações" no Egito. Michael Ledeen censura o governo por afirmar que "os ataques contra os americanos não são de forma alguma ataques contra os americanos e sim ataques contra um vídeo". "Não se trata de um vídeo", explica Andrew McCarthy, "assim como em episódios semelhantes nos últimos anos não se tratava de caricaturas, ursinhos de pelúcia, queima fortuita do Alcorão, etc". Hussein Haqqani descarta os protestos como uma "função da política, não da religião". Para Victor Davis Hanson, "incidentes" como os do vídeo e outros do gênero "não são nada mais do que pretextos deploráveis para direcionar a fúria reinante nas massas ignorantes e empobrecidas em momentos oportunos contra os Estados Unidos e assim amealhar poder". Lee Smith considera que "culpar o vídeo faz parte de uma complexa campanha diplomática focada no povo". Cliff Kinkaid categoricamente chama o vídeo de "uma operação para desviar a atenção com o intuito de salvar a presidência de Obama". Eu respeito e aprendo com estes escritores, porém discordo quanto ao vídeo. Sim, indivíduos, organizações e governos incitaram as multidões – a bem da verdade, há sempre a necessidade de um instigador para mobilizar os muçulmanos contra alguma declaração, texto, desenho ou vídeo ofensivo. Mas seria um erro ver a multidão como meramente um instrumento de interesses conflitantes (como salafistas contra irmãos muçulmanos no Egito) ou imperativos políticos americanos. A fúria direcionada contra o vídeo foi sincera, verdadeira e persistente.

A pessoa de Maomé adquiriu uma qualidade semelhante a de um santo entre os muçulmanos e não pode ser criticada, muito menos ridicularizada. A orientalista alemã Annemarie Schimmel destacou (em seu estudo em 1985, a respeito da veneração de Maomé) que a sua personalidade é, diferente do Alcorão, "o centro da vida dos muçulmanos". A indignação entre os muçulmanos frente aos insultos a sua pessoa é sincera, observe por exemplo, a notória seção 295-B do Código Criminal do Paquistão, que pune com a execução, qualquer difamação a Maomé, ainda que não intencional. Estes regulamentos têm tanto apoio que dois proeminentes políticos, Salman Taseer e Shahbaz Bhatti, foram assassinados em 2011 meramente por terem manifestado oposição às leis de blasfêmia do Paquistão. O assassinato deles nada tinha a ver com o Ocidente e não tinha o objetivo de desviar a atenção na campanha presidencial americana.

Salman Taseer (esquerda) and Shahbaz Bhatti, dois proeminentes políticos paquistaneses, foram assassinados em 2011 por sua oposição às leis de blasfêmia.
Obama x Morsi: Os presidentes americanos e egípcios apresentaram enfoques completamente diferentes sobre a liberdade de blasfemar em seus discursos nas Nações Unidas na semana passada. Barack Obama insistiu que "em 2012, numa época em que qualquer pessoa com um celular pode espalhar opiniões ofensivas mundo afora com um clique em um botão, é obsoleta a noção de que podemos controlar o fluxo de informações. Assim sendo a questão é como responder. E quanto a isso temos que concordar: não há discurso que justifique a violência sem sentido". Mohamed Morsi discorda: "As obscenidades recentemente lançadas como parte de uma campanha organizada contra santidades islâmicas são inaceitáveis e exigem reações firmes. Temos a responsabilidade neste encontro internacional de estudar como proteger o mundo da instabilidade e do ódio". Em suma, cada lado tem uma abordagem e um método (liberdade de expressão x proibição de blasfêmia) que considera fundamental à sua identidade e que promove com certa reverência. Desde o decreto de Khomeini contra Salman Rushdie em 1989, cada lado pretende impor o seu jeito ao outro, sugerindo que este conflito de propósitos apenas começou.

Tendências: Como alguém que vem se dedicando ao estudo deste conflito desde os tempos de Khomeini, posso averiguar as três tendências mais importantes. Primeiro, cada vez mais muçulmanos se dedicam ao imperativo político de preservar a santidade de Maomé. Segundo, as elites e os governos ocidentais (i.e., jornalistas, advogados, intelectuais, artistas) tornaram-se cada vez mais tímidos com o passar do tempo perante a fúria islâmica, dispostos a se retratar, apaziguar e aplacar; para averiguar um exemplo estarrecedor, veja as efusões na Embaixada dos EUA no Cairo em 11 de setembro passado, quando uma turba se enfurecia bem em frente dela. Terceiro, as não elites ocidentais vem crescentemente reagindo aos islamistas com uma atitude do tipo "Você quer ser insultado, então tome esta!" que inclui queimas do Alcorão, anúncios para "Derrotar a Jihad", caricaturas francesas beligerantemente ofensivas e um prometido lançamento de filmes sobre Maomé.

Juntas, estas três questões me levam a pressupor que o conflito em torno dos valores continuará aquecendo.

 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Islamofobia? Um ocidente rendido

Por Jefferson Nóbrega

Um dos temas dominantes hoje, na 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi a "islamofobia", a palavra da moda. 

Criei uma notícia fictícia para mostrar-lhes o absurdo da situação da qual os países ocidentais são protagonistas, devido o politicamente correto. Imaginem à manchete abaixo: 

Na última sexta-feira, protestos violentos explodiram em todo o mundo cristão. Em Roma, uma embaixada dos Estados Unidos foi icendiada e quatro americanos morreram. Os protestos surgiram depois que um cineasta amador,produziu um filme, que, segundos os cristãos, é ofensivo aos seus valores. O filme de baixa qualidade, mostra Jesus Cristo em cenas polêmicas, curando leprosos, multiplicando pães, ressucitando mortos. Em uma das imagens consideradas mais ofensivas, Jesus aparece impedindo o apedrejamento de uma adúltera. "É repugnante, inflamável, e despresível", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a respeito do filme. O Papa Bento XVI alertou para a violência que pode surgir caso continuem ofendendo a imagem de Cristo. 

 Um completo devaneio, não é? Pois, é esse absurdo que está acontecendo na atualidade. O polêmico filme "Inocência dos Muçulmanos" é simplesmente baseado nos próprios textos sagrados islâmicos, portanto, onde está a islamofobia? Obama, condenou o vídeo classificando-o como islamofóbico, ora, o filme reproduz, por exemplo, o Hadith, Sahi Buchari , onde Maomé, após torturar cruelmente um homem e matá-lo, pega sua filha como escrava sexual. Como o vídeo é islamofóbico? Há islamofobia quando o filme reproduz a história de al-Tabari, VIII, onde o Profeta do Islã assassina uma idosa, amarrando-a à dois camelos e rasgando-a ao meio, por se atrever a desafiá-lo? Eu até compreendo a reação dos muçulmanos frente a película. O que é inaceitável é a reação do mundo ocidental em classificar o filme e as charges como as causas, a ponto de questionar o que tem de mais precioso que é sua liberdade de expressão, para não ofender o sentimento muçulmano. Mas, essa mesma cautela não existe quando trata-se de combater os valores cristãos. 

Agora voltemos a notícia fictícia do início do texto. Se aquele absurdo fosse real, e os cristãos estivessem incêndiando o mundo, sabe como seria os pronunciamentos da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas? Seria mais ou menos assim: 

Os Estados Unidos e os países membros da União Européia expulsaram as representações do Vaticano como resposta a um ataque de católicos contra a embaixada francesa no México. "Já passou da hora da humanidade livrar-se dessa religião retrógrada" declarou Richard Dawkins, convidado de honra da Assembleia. A presidente brasileira Dilma Roussef também condenou o vídeo e a violência cristã "o filme é provocativo, mas nada justifica a violência. Foi por essas e outras que assim que assumi o governo tirei o crucifixo do meu gabinete". Em defesa da liberdade de imprensa os principais jornais do mundo publicarão uma charge em que mostra Jesus Cristo e o Papa, nus. 

Duvidam que essa seria a reação? Estamos diante de um mundo ocidental dividido em três: Primeiro um bando de covarde que teme as turbas muçulmanas. Segundo os lacaios da ditadura esquerdista do politicamente correto. E por último, nós os "intolerantes","preconceituosos" e "islamofobicos" que insistimos em usar nossa liberdade de expressão e pensamento. Não aceitamos a ideia islâmica de que Maomé foi exemplo de vida, e de que Alá é grande, e temos todo o direito de dizer isso, podar essa liberdade é curva-se é submeter-se ao Islã extremista. É entregar a cabeça do ocidente à decapitação.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Islã - O xodó da grande mídia

Por Ben Stein
American Spectator

Não olhe agora, mas o Islã está tornando-se a religião oficial da mídia Mainstream, da América. (acrescentamos do mundo).

Nesse exato momento o governo americano exibe propagandas na TV paquistanesa  tentando eximir-se de um ofensa (falsa) provocada por um filme que os muçulmanos paquistaneses sequer conseguem ver, já que o youtube o bloqueou. Ninguém da grande mídia norte americana sequer notou que à adulação de Obama se passa justamente no país que acolhia tranquilamente Osama Bin Laden e seus sequazes, de onde eles se divertiam com a morte de civis e militares americanos. Pior ainda, os norte-americanos ainda tiveram que ver o presidente do país, pedir desculpas para aqueles que prontamente matariam todos eles sem pestanejar. 

Mas, não é apenas isso. Há algo ainda pior. Você já reparou que nos últimos anos, e especialmente nas últimas semanas, desde o assassinato do embaixador e seus compatriotas em Benghazi (cidade que ama Erwin Rommel), sempre que New York Times se refere a Maomé, eles sempre chama-o, sem aspas, de o Profeta Maomé. Como se todos naturalmente o considerassem como um profeta verdadeiro, ou  achassem que ele é o Profeta.

O mesmo pode ser visto na TV, onde Maomé é tratado sempre como O Profeta Maomé. É comum, por exemplo, na BBC Internacional.

Se os muçulmanos querem acreditar que Maomé é um profeta, que seu deus os abençoe. Se alguém quer crer nisso, boa sorte. Mas, porque os meios de comunicação aqui nos EUA, país de maioria cristã, refere-se ao profeta do islã como O Profeta?

Você já viu algum jornal referir-se a Jesus Cristo como O Filho de Deus, O Deus encarnado ou O Senhor Jesus Cristo? Você pode imaginar o New York Times publicando uma matéria sobre uma galeria de arte que mostra um crucifixo em meio a urina, como uma ofensa contra "O Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus"? Você pode imaginar qualquer jornal nesse país publicando uma matéria sobre o Papa tratando-o como "O Santo Padre, a ponte entre o céu e a terra"? Ou sobre Maria chamando-a de "Santa Maria Mãe de Deus". É claro que isso nunca aconteceria.

Mas, de alguma forma isso acontece com o Islã. Talvez quem escreva as matérias tenham medo de serem decapitados. Afinal, quem não tem? Dessa forma a figura de Maomé tem sido mostrada como O Profeta, em  detrimento de outras figuras religiosas.

Isso é assutador! Não deveríamos prestar reverência há um grupo religoso que têm muitos adeptos querendo nos matar. Nós, como jornalistas, não deveríamos rotular alguém como O Profeta. Mas, de alguma forma, isso está acontecendo. A grade mídia tem se tornado uma voz do Islã.

Hitler viu há muito tempo como o terror e o medo da violência pode trazer mudança incríveis no comportamento das pessoas. E o resultado nós conhecemos.

Ontem escutei duas mulheres conversando enquanto jantavam. Uma disse: "Não importa o que falem, Obama é muçulmano" A outra respondeu: "Ele não é muçulmano. Ele é estúpido!"

Eu não disse nada diante da conversa. As pessoas não apenas não sentem esses dias como dias normais. Elas sentem como se fossem os últimos dias.

Não é apenas um sentimento no ar, um olhar no rosto das pessoas. Não. O medo está em toda parte. E quando a mídia vira as costas para as próprias religiões de tolerância e passa a adorar uma religião de intolerância, significa que os tempos estão de cabeça para baixo. Algo está errado.

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