sexta-feira, 24 de abril de 2015

PF faz operação em Brasília por suspeita de terrorismo islâmico

A Polícia Federal (PF) mobilizou o Grupo Antibomba nesta sexta-feira em uma rara operação contra alvos suspeitos de envolvimento com terrorismo. Os agentes vasculham, desde o início da manhã, um apartamento na quadra 104 da Asa Norte, área nobre de Brasília (DF). Em função da natureza da operação, a Superintendência da PF no Distrito Federal explicou que ainda não é possível confirmar detalhes da operação. Setores de inteligência da PF foram acionados. Na ação, ao menos uma pessoa teria sido detida.

Há um mês, órgãos de inteligência do governo elaboraram relatórios apontando tentativas de o Estado Islâmico cooptar brasileiros - e alertando o governo para a necessidade de uma lei específica para combater terroristas. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pautou o assunto, que não foi votado porque alguns partidos, entre eles o PT, exigiram uma audiência pública sobre o tema, que ainda não foi agendada. Segundo interlocutores de Renan, ela deve ocorrer nos próximos dias.
Investigado por terrorismo em Brasília já trabalhou na Casa Civil

O advogado de Brasília que entrou no radar da Justiça por suspeita de cumplicidade com terroristas é um brasileiro que se converteu ao islamismo e já trabalhou na Casa Civil da Presidência da República durante a gestão de Dilma Rousseff. Ele também foi funcionário da própria Polícia Federal, órgão que ele viria a acusar de ser conivente com interferência internacional na CPI da Espionagem. Marcelo Bulhões dos Santos pertence à corrente sunita e frequenta com regularidade a mesquita da capital federal.

Os policiais federais que estiveram no prédio de Bulhões nesta sexta-feira apreenderam documentos e materiais eletrônicos, por ordem da Justiça Federal. Os indícios dão conta da ligação dele com extremistas estrangeiros. Como não há crime de terrorismo no país, a Justiça colhe elementos para julgá-lo por crimes acessórios, como estelionato e falsificação de documento.

terça-feira, 17 de março de 2015

A Islamofobia e a Marcha do Estado Islâmico



O que é uma fobia? De acordo com o dicionário, é um medo extremo ou irracional, ou uma aversão irracional a algo.

Não há mais semana sem que ocorra um ataque terrorista. Não há dia sem que a situação no Oriente Médio não piore levando o resto do planeta ao caos. Não há hora que passa sem que recebamos novas ameaças. Tudo isso cortesia do radicalismo islâmico.

Infelizmente, a única pessoa que poderia efetivamente combater este inimigo bárbaro, medieval e ignorante não se encontra. O presidente americano já está em ritmo de férias. Com apenas dois anos de governo à frente, a única coisa que o interessa é jogar golfe e consolidar sua agenda socialista. Sua preocupação é o aquecimento global e em por em prática sua tão sonhada redistribuição de renda. Para ele a mídia exagera o perigo dos terroristas. O clima é o de aulas depois das provas finais. Ninguém mais está interessado no que acontece na escola. E o inimigo sabe disto.

Após outro horrendo vídeo do Estado Islâmico vindo da Líbia em que 21 cristãos egípcios foram degolados por estes monstros, e face a uma forte resposta egípcia, Obama não teve outra alternativa mas se manifestar. Sempre o acadêmico, ele organizou uma conferência contra o “extremismo violento”.  Vejam, não extremismo islâmico, mas extremismo violento. Em seu discurso ele falou da necessidade de um esforço global para combater e atacar as causas que alimentam grupos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Sua conclusão foi dizer que o “extremismo violento” é gerado quando pessoas são oprimidas e direitos humanos são negados. A vice porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, explicou depois para a CNN o que o presidente quis dizer. O que os terroristas precisam é de empregos e nós cidadãos somos muito burros para entender esta nuance. Sério? Isto é de verdade o que o presidente da maior potência do mundo pensa?

Na semana passada foi a vez da capital da Dinamarca, Copenhagen, aonde um atirador invadiu um café aonde ocorria uma discussão sobre a liberdade de expressão. Uma pessoa morreu. Logo depois houve um tiroteio em frente à Grande Sinagoga da cidade aonde acontecia um bat mitzvah e um jovem judeu, Dan Uzan, que guardava a entrada, foi morto. Horas depois a polícia dinamarquesa matou o atirador, um dinamarquês, nascido na Dinamarca, de origem árabe, que recebeu todas as vantagens econômicas e culturais.

Este ataque foi surpreendentemente similar ao de Paris. Primeiro, um grupo de cartunistas discutindo a liberdade de expressão é alvejado e depois um local judaico. Em vez de um supermercado casher, uma sinagoga.

O conflito hoje com estes radicais islâmicos é verdadeiramente global. O teatro das duas primeiras guerras mundiais foi principalmente a Europa. Hoje, estamos em guerra contra uma força que ataca em qualquer lugar. Num mesmo mês ocorrem ataques na Austrália, França e Dinamarca. Células terroristas originárias da Bósnia são presas nos Estados Unidos. Numa mesma semana vemos avanços do Estado Islâmico no Iraque, Síria, Líbia, Yemen, Nigeria. 

Até agora os terroristas estão avançando e vencendo. Para eles, isso é um sinal de que Allah está com eles. E assim sendo, eles estão preparados para sustentar muitas casualidades e têm muita paciência.

Neste final de semana, um vídeo do grupo terrorista da Somália, Al-Shabab associado com a al-Qaeda, conclamou seus seguidores a perpetrarem ataques nos shopping centers da América, em particular no mega shopping em Minneapolis, o Mall of America. Os Estados Unidos abrigaram muitos refugiados da Somália que se congregam no estado de Minnesota, e recentemente muitos, com passaportes americanos, voltaram ao seu país para treinarem em Jihad. Este é o mesmo grupo que matou 67 pessoas num shopping em Nairobi no Kenia em 2013.

O Estado Islâmico, por seu lado, também publicou um novo vídeo mostrando soldados kurdos enjaulados, sendo carregados pelas ruas de uma das cidades que controlam. Com isso eles mostram sua superioridade, subjugando qualquer grupo, mesmo muçulmano sunita, que se oponha a eles.

Há um vácuo palpável na liderança americana. Há 40 anos, Henri Kissinger havia conseguido alienar a influência soviética sobre os países árabes alinhando o Egito, a Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico à América. Em seis anos de governo, Obama conseguiu destruir estes relacionamentos e distanciar seus aliados. Isto sem falar de Israel. E ao fazê-lo, colocou o mundo inteiro em perigo.

E não só perigo físico, mas nossa cultura e nossas liberdades estão passando por uma mudança radical. A ONU está prestes a aprovar a Resolução 16/18 proposta pela Organização da Conferencia Islâmica. Esta resolução limita a expressão dita “discriminatória” ou a blasfêmia quando ela incitar atos de violência. Em outras palavras, falar mal do cristianismo, judaísmo, budismo, e outras religiões é liberdade de expressão, pois não incita a atos de violência. Mas qualquer expressão contra o islamismo, Maomé ou a sharia, que possa gerar violência, será banido. Todos os membros da ONU deverão aprovar esta lei e transformá-la em lei interna. Isto é parte da estratégia islâmica para silenciar qualquer crítico de sua religião, do seu barbarismo e sua lei medieval.

Como disse, há um vácuo na liderança americana, que leva a uma falta de estratégia para combater estes terroristas islâmicos.

No vídeo do degolamento dos 21 egípcios, levado a cabo nas praias da Líbia, o líder do Estado Islâmico avisou que eles se encontram a poucas milhas de Roma e que tomarão o Vaticano e o resto da Europa. A Itália está muito preocupada, pois não só está diretamente do outro lado do Mediterrâneo  mas não conta com um exército expressivo para combater estes sanguinários. Sua pequena ilha de Lampedusa próxima da costa africana, recebe centenas de refugiados da África todos os dias. Não seria muito difícil incluir terroristas no meio destes grupos.

Na Conferência sobre o extremismo violento, Obama declarou que dizer que estamos em guerra com o islamismo é uma mentira feia. Mas ele não disse que era possível que o islamismo estivesse em guerra conosco. Um dos princípios fundamentais da religião islâmica é a divisão do mundo em dois: o Dar El Islam, o mundo islâmico e o Dar el Harb, o mundo contra o qual o Islão precisa fazer guerra e subjugar.

Para Obama o ataque ao supermercado casher em Paris foi aleatório, não contra judeus; a chacina dos 21 na Líbia foi uma execução de egípcios, não de cristãos. Ele nega que estes grupos que pregam uma versão literal do Corão alveje cristãos, judeus e todos os que não comunguem de sua visão do islamismo. Ele chega até a negar que estes terroristas tenham qualquer coisa a ver com o Islão! Esta visão esquizofrênica que impede uma estratégia vitoriosa e permite o avanço diário do Estado Islâmico nos deixa cada dia mais vulneráveis a outro 11 de setembro.

De volta à definição de fobia. Acho que nosso medo do Estado Islâmico não é infundado ou exagerado. O seu objetivo declarado é de nos matar a todos e estamos vendo provas de sua determinação. Declarar qualquer crítico desta barbárie um islamofobo é incorreto. Este medo não é uma fobia. É um temor presente e real.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Os caribenhos do ISIS


O Ministro da Segurança Nacional de Trinidad e Tobago, Gary Griffith, anunciou no final de 2014 que alguns cidadãos do seu país tinham se unido à causa do Estado Islâmico. Apesar de dizer não saber ao certo o número de jihadistas da ilha caribenha, ele confirmou a vinculação e ação de dois cidadãos nas fileiras do ISIS.

Griffith assinalou que o governo monitora as atividades de vários trinitenses que têm mantido relações com o Estado Islâmico e que estudam medidas para o caso do regresso desses jihadistas. "Não entrarão no país", afirma.



Um dos trinitenses identificados nas fileiras do Estado Islâmico é Joan Crawford (foto), cujo a mãe confirmou sua identidade. Também conhecido como “Asadullah” já havia sido preso em 2011 acusado de conspiração para matar a ministra Kamla Persad-Bissessar, no entanto, por falta de provas foi solto 14 dias depois. “Sua vida é melhor assim, ele tem um propósito e não vai voltar”, disse a mãe de Joan.

Trinidad e Tobago possui uma grande comunidade muçulmana e bastante ativa, o país a ilha já tem um grande histórico com o radicalismo islâmico, tendo ocorrido inclusive uma tentativa de Golpe de Estado pelos muçulmanos do grupo  Jamaat al Muslimeengrupo que continua operando no país, o mesmo grupo planejava um atentado contra o aeroporto JFK e foram impedidos pelas forças americanas.




quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Esperemos um jihad contra os Bonecos de Neve?




Arábia Clérigo Issues Fatwa contra a construção de bonecos de neve. Alguém aqui já foi tentado a adorar um boneco de neve? Nem eu.

Segundo nos informa a Reuters, o proeminente clérigo saudita gerou toda essa controvérsia ao responder uma pergunta em um site religioso no qual era questionado, se segundo os preceitos islâmicos, era permitido que os pais construíssem bonecos de neve com seus filhos.

Classificando os bonecos como anti-islâmicos, Sheikh Mohammed Saleh al-Munajjid respondeu: “Não é permitido fazer uma estátua de neve, mesmo que seja apenas para brincar e se divertir”. Citando estudiosos muçulmanos, ele argumentou que para construir um boneco de neve é necessário criar a imagem de um ser humano, uma ação considerada pecaminosa sob a lei islâmica.

“Deus deu às pessoas espaço para fazer  imagem de qualquer coisa que não tenha alma, incluindo árvores, navios, frutas, edifícios e assim por diante”, escreveu em sua fatwa.

Portanto, cuidado caso crie um boneco de neve, pode ser que surja um militante e decapite seu amigo gelado.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A Europa não é terra do Islã


Por Vincent Revel – Minuto Digital
Tradução e adaptação: De Olho na Jihad


Depois das manifestações “Eu sou Charlie” o que faremos? Como reagiremos e analisaremos a situação dramática onde nós mesmos nos colocamos?

Em nome da convivência e para evitar ofender alguns, estamos proibidos de nomear o perigo que enfrentamos. Alguns falam em terrorismos (assim mesmo no plural!), outros evocam o termo “uns extremistas”, todos com a intenção de manter a confusão sobre o real problema, no entanto, sem meias palavras, o problema é claro: O Ocidente está em guerra contra o Islã político.

Esta constatação é impossível de ser assumida por nossas elites desconexas da realidade, pois obrigaria à contestação do multiculturalismo imposto à força à Europa. Segundo nossos ideólogos, a única resposta que pode ser dada é a luta contra o racismo e a xenofobia! Ou seja, o ocorrido não serviu de lição.

Os islamitas franceses que partiram para e da Síria, os Mohammed Merah, Kouachi, Amedy Coulibaly e outros, assim como os jihadista do ISIS, têm se convertido em exemplos do serviço de propaganda islâmica.

Se não olharmos para o problema os fundamentalistas fecharão nosso olhos! Abandonemos nossos princípios e alguns inculcarão os seus em nossos filhos! Será tarde para reagir. Felizmente, ainda há fortes personalidades europeias que nos recordam nosso dever de lutar e manter vivo nossos valores ocidentais. É o caso de Ayaan Hirsi Ali, covardemente abandonada por seu país de acolhimento, a Holanda, por medo de represálias.

Negar as evidências não fará desaparecer a ameaça dos fundamentalistas muçulmanos. Não importam o que falam sobre convivência, esses loucos de Alá só desejam a morte do Ocidente. Essa é a realidade!

Dizem-nos que devemos respeitar o Islã, porém isso não significa que devamos fazer isso a qualquer preço. Nosso país não tem que adaptar-se aos costumes e valores muçulmanos totalmente alheios e estranhos a nossa civilização.  Não é a França que deve mudar para que o Islã se integre em nossa sociedade. O Islã político, que pretende mudar nossas leis e identidade, não pode ter lugar em nossa terra.

Não fechemos mais nossos olhos diante da loucura assassina perpetrada pelo islamismo. Levamos quase 80 anos para começar a entender o que eram os regimes comunistas da Europa Oriental. Quanto tempo será necessário para perceber que o Islã é a principal praga deste novo século?

É desgraçadamente compreensível que os islamitas de países de maioria muçulmana queiram viver sob a Sharia, já que o Islã não é só uma religião. O Islã pesa como uma lona sobre as liberdades individuais de seus seguidores e também é uma ideologia política com uma selvagem fome de dominação sobre tudo. 
Devemos tomar consciência desse perigo.

Hoje nosso continente se encontra mais uma vez na linha de frente.  E apesar da forte presença do Islã na França, favorecido por uma imigração fomentada por nossa elite decadente, os valores islâmicos não devem se enraizar na terra de nossos ancestrais. A França e a Europa não serão uma terra do Islã!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Extrema-direita britânica volta a patrulhar as ruas contra ameaça islâmica



O grupo de extrema-direita inglês “Britain First” voltou com sua campanha de patrulhas de rua, denominadas “Patrulhas Cristãs”, e que têm como objetivo de lutar contra a islamização, escreve o Independent. As ações deste grupo regressaram depois dos ataques há duas semanas em Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo e um supermercado kosher.
No Facebook deste grupo, que apresenta como imagem de capa um gigantesco apelo à luta contra a islamização, pede-se que os britânicos digam “não” à Sharia, às mesquitas e ao terror. Foi nessa página que o “Britain First” publicou um vídeo que mostra elementos do grupo percorrendo as ruas da zona leste de Londres – a que chamam “Londres ocupada” – num Land Rover que pertenceu ao exército.
O seu objetivo passa por tornar as ruas “seguras para as nossas pessoas”, declara o grupo. Paul Golding, o auto-intitulado líder do “Britain First”, aparece, juntamente com Jayda Fransen, uma ex-candidata a deputada, a distribuir folhetos que apelam à proibição das mesquitas e dos niqabs e justificam a ação das patrulhas cristãs como uma espécie de contra-ataque. Isto porque, garante o grupo, há patrulhas muçulmanas operando na área, confiscando álcool e incomodando as mulheres.
No final do vídeo vê-se a polícia a intervir para impedir confrontos entre os elementos do “Britain First” e os residentes muçulmanos.
Este grupo estava quase adormecido, segundo o Independent, não conseguindo financiamento, nem elementos suficientes para as patrulhas. Esta foi a primeira patrulha em quarenta anos e surge depois de alguns ministros britânicos terem enviado uma carta conjunta aos líderes muçulmanos do país, pedindo-lhes que esclarecessem de que forma o Islã “pode ser parte integrante da identidade britânica”, após os ataques em Paris que resultaram na morte de 17 pessoas.
A deputada trabalhista Rushanara Ali, eleita pelo círculo de Bethnal Green e Bow (leste de Londres) já condenou as patrulhas cristãs. “A população do leste de Londres rejeitou sempre o ódio e a intolerância. A retórica de grupos extremistas como o ‘Britain First’ não tem lugar aqui, na zona que, orgulhosamente, é uma das comunidades mais vibrantes e diversas do Reino Unido”, disse.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Brasil: Muçulmano do ISIS defendeu ontem, em uma mesquita no Rio de Janeiro, que o Islã exige terror e os ataques devem seguir


Assista a vídeo-reportagem até o final e veja o perigo que corremos.


A realidade é esta. O Imã (chefe religioso) defende a paz, mas um militante terrorista -vestido com roupas do ISIS -defende a decapitação de infiéis (nós). Isto declarado aqui no Brasil! 

Obviamente, este bárbaro não representa a maioria, mas também não é um elemento isolado. Se UM tem coragem de se levantar durante um serviço religioso e diante das câmeras de uma TV internacional, se identificar como membro do ISIS, e defender o terrorismo como uma obrigação do muçulmano, obviamente, encontra respaldo DE MUITOS OUTROS, mesmo por aqui. Basta observar a reação  da platéia.

O que um estrangeiro deste perfil faz no Brasil? Estaria recrutando prosélitos para lutar na Síria? Preparando ataques? Montando células?

O Brasil sediará um evento olímpico. Delegações americanas, francesas, canadenses, espanholas e israelenses estarão aqui. Todos alvos. O mundo estará vendo. O Brasil não é capaz de controlar nem bandido pé-de-chinelo, que dirá soldados treinados pelo ISIS! 

Este vídeo é indício forte de que, neste momento, células terroristas podem estar sendo montadas no Brasil, sob as barbas deste nosso governo, objetivando ataques terroristas durante as Olimpíadas de 2016. 

http://www.genizahvirtual.com/2015/01/atencao-muculmano-do-isis-defendeu.html

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