segunda-feira, 7 de abril de 2014

Relatório da Jihad: Fevereiro e Março de 2014


Eis os números da Jihad no mês de Fevereiro de 2014:


Número de ataques Jihadistas:  208
-
Países atacados: 20

Número de pessoas gravemente feridas:  2.012

Número de mortos: 1.560




Eis os números da Jihad no mês de Março de 2014:


Número de ataques Jihadistas:  216
-
Países atacados: 19

Número de pessoas gravemente feridas:  2.093

Número de mortos: 1.479

Blog De Olho na Jihad com informações do The Religion of Peace

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Resistência Islâmica do Brasil justifica o uso do terrorismo

Reproduzimos na íntegra um texto da Resistência Islâmica do Brasil no qual justifica-se o terrorismo islâmico. Destacasmo alguns trechos reveladores.

Nem precisamos comentar, pois o texto fala por si só, no entanto, já adiantamos que estamos preparando uma série de artigos sobre o avanço do extremismo no país e na América Latina. Com a palavra a Resistência Islâmica do Brasil:

Clique na imagem para aumentar
O terrorismo é uma tática de guerra, onde por meio de ataques se busca conseguir seus ideais. Por meio de ataques mostra que não é mais possível aguentar a situação como ela está, mostra que é impossível aguentar as agressões de um governo contra uma população. 
É necessário entender que nós muçulmanos optamos por táticas de terrorismo em determinados lugares porque não vamos sair no tiroteio...Até porque seriamos mortos facilmente, pois, o que os temos são fuzis, e armas explosivas, e foguetes em quanto o os inimigos tem exercito, aviões, tanques, navios. Fazendo alguns ataques terroristas, podemos prolongar uma guerra por décadas...
Tanto é que o Taliban está resistindo a invasão americana a mais de uma década. Alguns perguntam o que leva alguém a explodir o próprio corpo num ataque suicida. Essas pessoas perderam suas famílias, amigos, parentes, terra, posse identidade. Sem nada mais a perder, elas buscam vingança. Olho por olho e dente por dente
A pergunta certa é, será que é necessária a morte de pessoas inocentes? No Alcorão Deus diz: Nenhuma alma poderá carregar o fardo de outra. Ou seja, pessoas inocentes não tem nada a ver com o que seus governantes fazem.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Relatório da Jihad - Janeiro de 2014




Eis os números da Jihad no mês de Janeiro de 2014:


Número de ataques Jihadistas:  239
-
Países atacados: 23

Número de pessoas gravemente feridas:  2.162

Número de mortos: 1.431



Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Liga de Defesa Polonesa escoltará mulheres para protegê-las das gangues de estupradores muçulmanos

Membros do PDL
Na Polônia, membros do grupo nacionalista Polish Defence League (PDL) - Liga de Defesa Polonesa (LDP)” - passarão a escoltar as mulheres durante a noite para protegê-las da epidemia de estupros cometidos por muçulmanos que tem se espalhado pelo país e pela Europa.

Segundo a Rádio Polônia, a LDP passará a escoltar as mulheres em  Varsóvia, Poznań e Cracóvia e  para defende-las das ameaças dos  muçulmanos. 

A Polônia tem uma das comunidades muçulmanas mais pequenas da Europa, estimada entre vinte mil e quarenta mil muçulmanos, mas pensa-se que esta cifra rapidamente será ultrapassada, devido às leis liberais de imigração e à facilidade de aquisição de asilo político no país, por isso alguns poloneses estão preocupados que possa acontecer, como em outros países, estupros coletivos, parte daquilo a que se chama «jihad da violação«, ou guerra islâmica que inclui a tomada das mulheres não muçulmanas como parte da sua guerra de expansão e domínio.

Por isso, a LDP já declarou no seu site  em uma mensagem dirigida aos islamistas que, ao contrário do que fazem outros europeus, os poloneses não ficarão parados. Eis a mensagem divulgada pela Liga:

«Na Polônia, NÃO vai haver sharia. NÃO vai haver gritos de Allahu Akbar nas ruas. NÃO vai haver insultos à nossa religião e cultura. NÃO vão queimar carros como na França. NÃO vão queimar viaturas policiais [como na Suécia]. NÃO vão impor sua cultura a nós. NÃO vão nos chamar filhos de macacos e de porcos. E se o fizerem, seremos nós a fazer jihad... contra VOCÊS!»

Blog De Olho na Jihad. A informação é do Examiner, clicando no link vocês poderão ver um vídeo sobre a epidemia de estupros cometidos por muçulmanos na europa.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Anders Breivik, um terrorista esquerdista que se disfarçou de anti-islâmico


Por Jefferson Nóbrega do blog Candango Conservador



Quando Anders Breivik cometeu o atentado que vitimou 77 pessoas, os meios de comunicação e principalmente a esquerda mundial não perdeu tempo em estender a culpa aos anti-jihadistas. Na época eu comentei sobre isso no artigo “Fjordman, o novo bode expiatório da esquerda” onde comentei sobre o assunto.

Mas, não foi apenas Fjordman que sofreu as consequências; nomes como Daniel Pipes, David Horowitz, Bruce Bawer, Robert Spencer e Pamela Geller foram rapidamente classificados como perigosos devido ao discurso “extremista, islamofóbico e xenófobo”.

No entanto, recentemente o terrorista de Oslo finalmente saiu do armário e revelou suas reais intenções, em uma carta ele confessou que todo o seu manifesto tinha por intenção desacreditar o movimento anti-jihad.

Agora pergunto: Você viu alguma nota sobre isso no The New York Times? Na BBC? Na AFP? Em qualquer outro jornal? Nem pergunto nos jornais brasileiros, pois neles a página “Internacional” é ridiculamente apenas a tradução dos meios citados acima.

Claro que não, a mídia esquerdista tem apenas um compromisso - não é com a verdade - com a propagação de seus ideais politicamente corretos e multiculturalistas, em outras palavras, com a destruição da sociedade ocidental.

O terrorista de Oslo encaminhou uma carta, intencionalmente ignorada, aos principais meios de comunicação explicando alguns motivos de sua “luta”.

O que Breivik quer é deportar os judeus “desleais”!

Em sua uma carta enviada aos meios de comunicação internacionais, ele se descreveu como “um guerreiro que luta pela sobrevivência da raça nórdica” e exige um território para os brancos da Noruega.

A carta é uma espécie de primeiro passo para uma “negociação de paz” com seus adversários políticos. Nesse documento ela muda completamente o tom de seu “manifesto”. Segundo o terrorista, ele usou a retórica anti-jihadista para evitar uma campanha dos meios de comunicação contra os etno-nacionalistas. Ele classifica isso com uma estratégia de “dupla psicologia”.

Segundo Breivik, o que ele busca é um “ideal nórdico puro”, pois a “raça nórdica” estaria sendo erradicada, por isso entre suas estratégias está a formação de um partido nazista. Ele também se identifica como parte do “movimento fascista da Europa”.

Anders Breivik também deixa claro na carta que “seu amor por Israel consiste unicamente por ser um lugar para onde os judeus desleais devem ser deportados”.

Ainda na carta, Anders  afirma que, apesar de perigosa é possível uma aliança com os jihadistas, especialmente com o Hamas.

Ou seja, diante de tais evidências do próprio punho do terrorista é impossível associar esse lunático aos anti-jihadistas, talvez por isso os jornais tenham ignorado essa preciosa informação. Anders Breivik nunca foi parte da direita, nunca foi um anti-jihadista, pelo contrário, é um assumido nazista disposto inclusive a alinhar-se aos terroristas do Hamas apenas para enfrentar os judeus.

Os conservadores americanos e europeus, especialmente Geert Wilders e Fjordman deveriam exigir desculpas e indenizações de todos os jornais que os associaram ao Terrorista de Oslo.

Anders Breivik é um nacional-socialista, eis o motivo do silêncio da mídia esquerdista.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Fatwa autoriza e recomenda o assassinato de jornalistas no Paquistão


Líderes da mais mortal organização terrorista do Paquistão emitiram uma recente fatwa – um édito islâmico – ordenando seus seguidores a matarem jornalistas e suspeitos de serem espiões do Ocidente, chamando-os de inimigos do Islã.


O documento de 30 páginas foi emitido pelo Terik-E-Taliban (TTP) e inclui como inimigos a Fox News, a Associated Press, BBC, a paquistanesa GEO News, Al Jazeera e vários outros meios de comunicação cujo os símbolos estampam a capa do documento. A fatwa também estipula que a pena deve ser dirigida a qualquer jornalista ou organização de notícias consideradas anti-islâmico.

O documento foi publicado em urdu e lançado em vários sites jihadistas. O Theblze, site de notícias, obteve-o, mas preferiu não publicá-lo em sua totalidade devido a preocupação com jornalistas e profissionais que trabalham no Paquistão.

 “A guerra islâmica não é apenas contra pessoas armadas, mas contra as pessoas que estão trabalhando para os inimigos do Islã e que estão promovendo seus pontos de vista e suas notícias anti-islâmicas”, diz um dos trechos.

“Essas pessoas estão trabalhando contra o Islã e apoiando poderes anti-islâmicos, vocês podem mata-los; se for uma mulher ou até mesmo uma criança, mate-os”, afirma o documento.

De Olho na Jihad com informações do Abna.ir

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Como se islamiza um país

Nota do blog - por Jacques Nunes- De Olho na Jihad: Essa é uma tradução e adaptação, o texto foi tirado do livro do Dr. Peter Hammond: “Escravidão, Terrorismo e Islã: Raízes Históricas e Ameaça Contemporâneo” Christian Liberty Books (Abril 2005). Artigo publicado no Frontpagemag.com em 21 de abril de 2008. O De Olho na Jihad traduziu a partir do espanhol do texto do site Sensatez

Durante o texto fiz alguns comentários, estão destacados em negritos e com a tag N.T (Nota do Tradutor).

Outro fato importante que devo lembrar é que o texto é de 2005, portanto, as porcentagens da população muçulmana de diversos países estão desatualizadas, o que significa que a situação é ainda mais grave

É talvez um dos textos mais claros que já li sobre o processo de islamização e suas fases, com essa visão podemos detectar facilmente como a expansão islâmica tem trabalhado e como isso é uma ameaça para todo o mundo. 



Como se Islamiza um país? 

O Islã não é uma religião, nem um culto. Em sua plenitude é um total modo de vida. 

O Islã possui componentes religiosos, legislativos, políticos, econômicos, sociais e militares. O componente religioso é uma máscara para os demais. 

A islamização começa quando se alcança um número suficiente de muçulmanos em um país para poder começar campanhas em favor de privilégios religiosos. 

Quando as sociedades politicamente corretas, tolerantes e multiculturais aceitam as demandas muçulmanas por privilégios religiosos, alguns dos outros componentes também se infiltram nos aspectos da vida da sociedade.

Vejam como isso funciona: 

Quando a população muçulmana tem uma proporção abaixo de 2% em relação à população do país, ela será uma minoria amante da paz não representando qualquer ameaça aos cidadãos. Isso ocorre nos: Estados Unidos: 0,6%, Austrália: 1,5%, Canadá: 1,9%, China: 1,8%, Itália: 1,5%, Noruega: 1,8%. (N.T: Aqui podemos incluir o Brasil). 

Com uma população entre 2% e 5% em relação à população do país, os muçulmanos começam com o proselitismo junto a outras minorias étnicas e grupos descontentes com a política local, muitas vezes com recrutamento considerável nas prisões e gangues de rua. É o que tem ocorrido na Dinamarca: 2,0%, Alemanha: 3,7%, Reino Unido: 2,7%, Espanha: 4,0% e Tailândia: 4,6% 

A partir de 5% de população muçulmana, eles exercem uma influência excessiva se comparada com a porcentagem que representam frente à população geral. Por exemplo, passam a insistir na introdução dos alimentos halal (que seguem os preceitos islâmicos), garantindo que uma parte da produção de alimentos fique em mãos islâmicas. Também iniciam campanhas contra redes de supermercados para que esses alimentos sejam exibidos em suas prateleiras, junto com ameaças caso não cumpram esse quesito. Isso ocorre: França: 8,0%, Filipinas: 5,0%, Suíça: 4,3, Suécia: 5,0% Holanda: 5,5% e Trinidad e Tobago: 5,8% (N.T: Trinidad e Tobago fica em pleno caribe e inclusive já sofreu uma tentativa de golpe de estado pelo grupo muçulmano Jamaat al Muslimeen.) 

Ao alcançarem esse ponto, passam a trabalhar para que as autoridades governamentais permitam que os muçulmanos vivam de acordo com a Sharia, a Lei Islâmica (dentro de seus guetos). O objetivo último dos islamitas é estabelecer a sharia em todo o mundo. 

Chegando em 10% da população, os muçulmanos tendem a aumentar as ações ilegais e a anarquia como um meio de protestar contra suas condições de vida no país. Em Paris tivemos revoltas quase imparáveis com queima de carros e casas. Nesse nível, qualquer ação não muçulmana ofende o Islã e resulta em insurreições e ameaças, foi o caso de Amsterdã após os desenhos de Maomé e filmes sobre o Islã. Essas tensões têm ocorrido diariamente, principalmente nas regiões muçulmanas de: Guiana: 10,0% (N.T nossos vizinhos), Índia: 13,4%, Israel: 16,0%, Quênia: 10,0%, Rússia: 15,0%. 

Depois que a população muçulmana atinge os 20%, pode-se esperar por distúrbios de arrepiar os cabelos, formação de milícias jihadistas, assassinatos esporádicos e queima de igrejas como acontece na: Etiópia: 32,8%. Com 40% de muçulmanos, as nações experimentam massacres generalizados, ataques terroristas crônicos e guerras ininterruptas de milícias, como é o caso da: Bósnia: 40,0%, Chade: 53,1% e Líbano: 59,7%. 

Os países que alcançam 60% de população muçulmana experimentam perseguições sem limites dos não-crentes de todas as demais religiões (incluindo os próprios muçulmanos que professam um Islã contrário da maioria), limpezas étnicas esporádicas (genocídios), o uso da Sharia como arma e o estabelecimento da jizya, o imposto sobre todos os infiéis, como está ocorrendo na: Albânia: 70.0%, Malásia: 60,4%, Qatar: 77,5% e Sudão: 70,0%. (N.T: Atualmente o Sudão foi dividido entre o Norte de maioria muçulmana e o Sul de maioria Cristã). 

A partir dos 80% deve-se esperar por intimidações, jihad violenta sobre a população, algum tipo de limpeza étnica comandada pelo Estado, incluindo genocídios à medida que vão expulsando os infiéis restantes, assim dirigindo-se a um Estado 100% muçulmano, isso é o que temos visto em: Bangladesh: 83,0%, Egito: 90,0%, Gaza: 98,7%, Indonésia: 86,1%, Irã: 98,0%, Iraque: 97,0%, Jordânia: 92,0%, Marrocos: 98,7%, Paquistão: 97,0%, Síria: 90,0%, Palestina: 99,0%, Tajiquistão: 90,0%, Turquia, 99,8%, Emirados Árabes: 96,0%. 

Alcançar os 100% marcará o começo da Paz de “Dar-es-Salaam” (o Paraíso da Paz Islâmico). Aqui existi supostamente a paz porque todos são muçulmanos, as Madrassas são as únicas escolas e o Corão a única palavra, como ocorre no: Afeganistão: 100%, Arábia Saudita: 100%, Somália: 100% e Iêmen: 100%. 

Desgraçadamente a paz nunca é alcançada, uma vez que, os estados com 100% de muçulmanos são os mais radiciais, intimidam e vomitam ódio, satisfazendo suas ânsias matando muçulmanos menos radicais. É importante entender ainda que alguns países com taxa de muçulmanos inferior a 100%, como a França, possuem guetos onde a minoria muçulmana vive e dentro desse guetos eles são 100% da população, portanto vivem sob a Sharia. A policia local não entra nesses guetos. Não há tribunais, escolas públicas, nem estabelecimentos religiosos não muçulmanos. Nessas situações os muçulmanos não se integram a comunidade. As crianças só vão às escolas muçulmanas e só estudam o Corão. Inclusive relacionar-se com um infiel é crime podendo ser punido com a morte. Portanto, em algumas áreas de alguns países, os clérigos e extremistas muçulmanos exercem mais poder que a média nacional de infiltração da população muçulmana poderia indicar. 

Os muçulmanos representam 22% da população mundial. No entanto sua taxa de natalidade eclipsa a dos cristãos, hinduístas, budistas, judeus e todas as demais religiões. Os muçulmanos superarão os 50% da população mundial no final desse século.

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