Um tribunal da Indonésia sentenciou ontem o militante islâmico Mohammad Rahman, que se auto-intitula “Príncipe da Jihad” (guerra santa), a cinco anos de prisão por ocultar informação de um ataque terrorista em Jacarta.
Rahman foi preso um mês depois dos atentados a bomba de 17 de Julho de 2009 nos hotéis de luxo J.W. Marriott e Ritz Carlton, em Jacarta, que causaram sete mortos e mais de 50 feridos.
O tribunal considerou Rahman culpado por violar as leis de imigração e anti-terrorismo. Um grupo de três juízes determinou que Rahman, de 25 anos, se encontrou previamente com Noordin Top, suposto cérebro dos ataques a bomba, que foi morto pela polícia no ano passado.
Rahman também foi condenado por utilizar um falso passaporte para viajar para a Arábia Saudita, em 2008, com Syaefudin Zuhri, suspeito do duplo bombardeamento, com quem se teria reunido para o ajudar a conseguir financiamento.
O “Príncipe da Jihad”, que tem o site radical Ar-rahmah, nega as acusações e diz que vai apelar do veredicto.
Rahman foi preso um mês depois dos atentados a bomba de 17 de Julho de 2009 nos hotéis de luxo J.W. Marriott e Ritz Carlton, em Jacarta, que causaram sete mortos e mais de 50 feridos.
O tribunal considerou Rahman culpado por violar as leis de imigração e anti-terrorismo. Um grupo de três juízes determinou que Rahman, de 25 anos, se encontrou previamente com Noordin Top, suposto cérebro dos ataques a bomba, que foi morto pela polícia no ano passado.
Rahman também foi condenado por utilizar um falso passaporte para viajar para a Arábia Saudita, em 2008, com Syaefudin Zuhri, suspeito do duplo bombardeamento, com quem se teria reunido para o ajudar a conseguir financiamento.
O “Príncipe da Jihad”, que tem o site radical Ar-rahmah, nega as acusações e diz que vai apelar do veredicto.
Fonte: Jornal de Angola





