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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A Europa não é terra do Islã


Por Vincent Revel – Minuto Digital
Tradução e adaptação: De Olho na Jihad


Depois das manifestações “Eu sou Charlie” o que faremos? Como reagiremos e analisaremos a situação dramática onde nós mesmos nos colocamos?

Em nome da convivência e para evitar ofender alguns, estamos proibidos de nomear o perigo que enfrentamos. Alguns falam em terrorismos (assim mesmo no plural!), outros evocam o termo “uns extremistas”, todos com a intenção de manter a confusão sobre o real problema, no entanto, sem meias palavras, o problema é claro: O Ocidente está em guerra contra o Islã político.

Esta constatação é impossível de ser assumida por nossas elites desconexas da realidade, pois obrigaria à contestação do multiculturalismo imposto à força à Europa. Segundo nossos ideólogos, a única resposta que pode ser dada é a luta contra o racismo e a xenofobia! Ou seja, o ocorrido não serviu de lição.

Os islamitas franceses que partiram para e da Síria, os Mohammed Merah, Kouachi, Amedy Coulibaly e outros, assim como os jihadista do ISIS, têm se convertido em exemplos do serviço de propaganda islâmica.

Se não olharmos para o problema os fundamentalistas fecharão nosso olhos! Abandonemos nossos princípios e alguns inculcarão os seus em nossos filhos! Será tarde para reagir. Felizmente, ainda há fortes personalidades europeias que nos recordam nosso dever de lutar e manter vivo nossos valores ocidentais. É o caso de Ayaan Hirsi Ali, covardemente abandonada por seu país de acolhimento, a Holanda, por medo de represálias.

Negar as evidências não fará desaparecer a ameaça dos fundamentalistas muçulmanos. Não importam o que falam sobre convivência, esses loucos de Alá só desejam a morte do Ocidente. Essa é a realidade!

Dizem-nos que devemos respeitar o Islã, porém isso não significa que devamos fazer isso a qualquer preço. Nosso país não tem que adaptar-se aos costumes e valores muçulmanos totalmente alheios e estranhos a nossa civilização.  Não é a França que deve mudar para que o Islã se integre em nossa sociedade. O Islã político, que pretende mudar nossas leis e identidade, não pode ter lugar em nossa terra.

Não fechemos mais nossos olhos diante da loucura assassina perpetrada pelo islamismo. Levamos quase 80 anos para começar a entender o que eram os regimes comunistas da Europa Oriental. Quanto tempo será necessário para perceber que o Islã é a principal praga deste novo século?

É desgraçadamente compreensível que os islamitas de países de maioria muçulmana queiram viver sob a Sharia, já que o Islã não é só uma religião. O Islã pesa como uma lona sobre as liberdades individuais de seus seguidores e também é uma ideologia política com uma selvagem fome de dominação sobre tudo. 
Devemos tomar consciência desse perigo.

Hoje nosso continente se encontra mais uma vez na linha de frente.  E apesar da forte presença do Islã na França, favorecido por uma imigração fomentada por nossa elite decadente, os valores islâmicos não devem se enraizar na terra de nossos ancestrais. A França e a Europa não serão uma terra do Islã!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Extrema-direita britânica volta a patrulhar as ruas contra ameaça islâmica



O grupo de extrema-direita inglês “Britain First” voltou com sua campanha de patrulhas de rua, denominadas “Patrulhas Cristãs”, e que têm como objetivo de lutar contra a islamização, escreve o Independent. As ações deste grupo regressaram depois dos ataques há duas semanas em Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo e um supermercado kosher.
No Facebook deste grupo, que apresenta como imagem de capa um gigantesco apelo à luta contra a islamização, pede-se que os britânicos digam “não” à Sharia, às mesquitas e ao terror. Foi nessa página que o “Britain First” publicou um vídeo que mostra elementos do grupo percorrendo as ruas da zona leste de Londres – a que chamam “Londres ocupada” – num Land Rover que pertenceu ao exército.
O seu objetivo passa por tornar as ruas “seguras para as nossas pessoas”, declara o grupo. Paul Golding, o auto-intitulado líder do “Britain First”, aparece, juntamente com Jayda Fransen, uma ex-candidata a deputada, a distribuir folhetos que apelam à proibição das mesquitas e dos niqabs e justificam a ação das patrulhas cristãs como uma espécie de contra-ataque. Isto porque, garante o grupo, há patrulhas muçulmanas operando na área, confiscando álcool e incomodando as mulheres.
No final do vídeo vê-se a polícia a intervir para impedir confrontos entre os elementos do “Britain First” e os residentes muçulmanos.
Este grupo estava quase adormecido, segundo o Independent, não conseguindo financiamento, nem elementos suficientes para as patrulhas. Esta foi a primeira patrulha em quarenta anos e surge depois de alguns ministros britânicos terem enviado uma carta conjunta aos líderes muçulmanos do país, pedindo-lhes que esclarecessem de que forma o Islã “pode ser parte integrante da identidade britânica”, após os ataques em Paris que resultaram na morte de 17 pessoas.
A deputada trabalhista Rushanara Ali, eleita pelo círculo de Bethnal Green e Bow (leste de Londres) já condenou as patrulhas cristãs. “A população do leste de Londres rejeitou sempre o ódio e a intolerância. A retórica de grupos extremistas como o ‘Britain First’ não tem lugar aqui, na zona que, orgulhosamente, é uma das comunidades mais vibrantes e diversas do Reino Unido”, disse.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ativista pró-multiculturalismo é estuprada por imigrante ilegal

Uma assisnte social italiana e, conhecida ativista pró-multiculturalismo, tornou-se vítima de um crime de ódio, depois de participar de um evento “anti-racista” chamado “Festival Multiétnico”, em Reggio, Itália.

A vítima fez amizade com um casal de imigrantes ilegais com quem descobriu ter um amigo em comum , o casal se propôs a levá-la até o amigo que também seria um imigrante ilegal advindo do Magreb Islâmico, ela aceitou o convite e acabou sendo estuprada pelo imigrante marroquino Buojemaa Es Sahly de 32 anos na casa do casal.

Blog De Olho na Jihad com informações do La Reppublica e do Council of Conservative Citizens

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Eurábia: Na Suécia jovem é condenado a seis meses de prisão por buzinar em frente a uma mesquita


Uma pena de seis meses de prisão pende sobre um sueco que tocou a buzina do seu automóvel diante de uma mesquita, nos arredores de Estocolmo, enquanto o muezin chamava à oração. O caso ter-se-à passado no passado dia 3 de Maio e foi considerado como uma intenção de impedir o exercício de culto muçulmano.

Nos dias anteriores ao sucedido, as autoridades municipais tinham concedido à mesquita uma autorização especial para que o seu muezin (auxiliar do culto muçulmano encarregado de chamar os fiéis à oração a partir do minarete) pudesse fazer o seu trabalho religioso. O documento autoriza que o clero muçulmano possa, fazendo uso de altifalantes, convocar os muçulmanos à oração de sexta-feira, durante cinco minutos, entre o meio-dia e a uma da tarde. É a primeira vez que uma mesquita recebe tal autorização na Suécia.

O condutor, de vinte e dois anos, estava alegadamente em desacordo com esse direito, pelo que, em sinal de protesto, se pôs a dar voltas à mesquita, apitando. Na primeira audiência do tribunal não admitiu a sua culpa, podendo todavia ser condenado a seis meses de prisão.


Um jovem sueco de vinte dois anos recebeu uma pena de 6 meses de prisão por tocar a buzina de seu automóvel frente à uma mesquita, enquanto o muezin chamava à oração, nos arredores de Estocolmo. O caso ocorreu no dia 3 de maio e a justiça entendeu o ato como uma intenção de impedir o exercídio de culto muçulmano.

Nos dias anteriores ao ocorrido, as autoridades municipais tinham concedido à mesquita uma autorização especial para que o seu muezin (auxiliar do culto muçulmano encarregado de chamar os fiéis à oração a partir do minarete) pudesse fazer o seu trabalho religioso. O documento autoriza que o clero muçulmano possa, fazendo uso de auto-falantes e assim convocar os muçulmanos à oração de sexta-feira, durante cinco minutos, entre o meio-dia e uma da tarde. É a primeira vez que uma mesquita recebe tal autorização na Suécia.

Eis mais um dos frutos do multiculturalismo onde os habitantes vão tendo sua liberdade cerceada diante da imigração muçulmana. Se fores um dia a Suécia cuidado ao atrevessar a rua em frente da mesquita, pois provavelmente o carro não buzinará...

Blog De Olho na Jihad com informações do Actualidad RT

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

95% dos membros de gangues condenados por crimes sexuais no Reino Unido são muçulmanos

Andrew Norfolk , ganhador do prêmio Orwell de jornalismo, divulgou o que talvez seja a lista mais politicamente incorreta da mídia britânica.

Ele investigou e, analisando a lista dos membros de “gangues sexuais” (aliciadores de menores, exploradores sexuais e estupradores)chegou à conclusão de que 95% eram muçulmanos.

A lista foi publicada no The Time. Veja você mesmo:

1ª coluna: Ano do julgamento
2ª coluna: A cidade onde o criminoso foi julgado
3ª coluna: Primeiro nome
4 coluna: segundo nome e sobrenome


Conforme destacado acima vocês verão que 20% possuem o nome de Maomé.

A grande maioria das vítimas dos criminosos acima eram meninas, brancas e não-muçulmanas e as outras eram asiátias, mas todas adeptas do sikhismo, ou seja, existe um padrão nos crimes.

Isso demonstra que a recusa politicamente correta das autoridades de olharem de verdade para o problema ainda levará a perda de muitas vidas.

Blog De Olho na Jihad com informações do The 4 Freedoms

sexta-feira, 24 de maio de 2013

MUÇULMANOS DECAPITAM MILITAR BRITÂNICO ... EM LONDRES

O Governo do Reino Unido convocou o gabinete de emergência de segurança nacional depois de um ataque numa rua, esta tarde, em Woolwich, sul de Londres, a um cidadão que envergava uma t-shirt de cariz militar, com a inscrição "Help for Heroes".

Também o primeiro-ministro britânico já anunciou que vai deixar Paris, onde se encontra,referindo-se a este incidente como um ato "manifestamente terrorista". David Cameron quer chegar a tempo de assistir, amanhã de manhã, à reunião do gabinete COBRA, geralmente convocado em resposta a crises regionais ou nacionais e que senta à mesma mesa os chefes dos serviços de segurança.

Segundo a primeira versão policial, dois homens, com cerca de 20 anos, mataram outro jovem da mesma idade, com um machete, uma espécie de sabre de dois gumes. A polícia, chamada ao local, feriu a tiro os dois atacantes, que se encontram hospitalizados.

Num video transmitido pelo canal ITV, um dos suspeitos - ainda com o machete e com as mãos cobertas de sangue - fala para uma câmara, justificando o crime: "Juramos pelo Todo-Poderoso Allah que nunca iremos parar de lutar. A única razão porque fizemos isto é porque os muçulmanos estão a morrer todos os dias. Este soldado britânico é olho por olho, dente por dente".

A vítima, sobre a qual não foi adiantada qualquer informação, seria um mlitar britânico, segundo a imprensa, mas o ministério da Defesa ainda não o confirmou. E a polícia de Londres, em comunicado, diz que ainda não tem dados suficientes sobre o assassinado.

No mesmo comunicado, a polícia não esclarece o sucedido nem entra em detalhes, afirmando que o caso está a ser investigado. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/governo-ingles-reune-se-de-emergencia=f808859#ixzz2UDDHjjEj

terça-feira, 5 de março de 2013

Salafistas dinamarqueses em favor da Jihad na Síria



Jyllands-Posten - Os salafitas da Dinamarca apoiam Jabhat al-Nusrah, um grupo armado próximo da Al-Qaeda, segundo o diário, que fez uma investigação após a morte, na Síria, de um soldado dinamarquês de origem argelina, Slimane Hadj.

Nas suas prédicas e através de vídeos e de fotografias na Internet, o imã da mesquita de Quba de Amager, a sul de Copenhaga, incita os jovens muçulmanos a irem fazer a jihad na Síria.

O jornal notícia, igualmente, que no seu sítio de Internet, o grupo salafita Hjælp4Syrien.dk recolhe dinheiro mostrando um jovem muçulmano armado com uma espingarda e desejando morrer pela causa de Alá.

Avanço Islâmico: O fim do cristianismo na Europa?

(Gospelprime) - Por força da lei, o exterior da antiga igreja luterana Kapernaumkirche continua igual. Mas por dentro em breve o espaço abrigará a mesquita do Centro Islâmico Al-Nour. Foram gastos um milhão de euros na reforma do templo, que exemplifica uma tendência cada vez mais comum na Europa.

A associação Al-Nour, fundada em 1993, reúne a maior parte dos muçulmanos que moram em Hamburgo, Alemanha, berço da Reforma Protestante.  Os moradores da área aceitaram sem problemas esta nova utilização do prédio. Os líderes da Igreja Luterana dizem que tiveram de vender a igreja por problemas financeiros, já que restavam apenas alguns fieis indo aos cultos.

O porta-voz da comunidade muçulmana, Daniel Adbin, comemora que após 20 anos os muçulmanos da cidade terão uma mesquita reconhecida. Até recentemente eles se reuniam em um prédio comum, já que não podiam construir um templo.

Somente na Alemanha, mais de oitocentos igrejas católicas e protestantes  foram fechadas desde o início da década de 1990. No entanto, este fenômeno que é chamado de “Euroislãmização” tem se espalhado por todo o continente.

Os representantes da Igreja Católica na França há décadas alertam sobre as pessoas que estão abandonando a fé cristã e, com isso, abrindo espaço para o crescimento do Islã.

Um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França  o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás. Ao mesmo tempo,  a Holanda, onde surgiu a Igreja Reformada,  tinha  mais de 4200 igrejas cristãs em 2011. Estima-se que 1400 delas não existirão mais até 2020. Mais de 900 igrejas foram fechadas no país desde 1970. Muitas hoje abrigam mesquitas.
Segundo Silantiev Romano, professor da Universidade Estatal de Moscovo e estudioso do Islã, esses dados mostram uma tendência do cristianismo ser extinto na Europa como parte da rápida mudança no mundo. Para o estudioso, essa é uma derrota real para o Ocidente, que está perdendo inegavelmente espaço para o Islã, em um fenômeno de “ocupação cultural”.

De acordo com Romano, a negação dos valores cristãos europeus, mostra que em algumas décadas o Velho Continente poderá estar dividido entre ateus (ou sem-religião) e os muçulmanos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Crítico anti-islã escapa de tentativa de assassinato na Dinamarca

O historiador dinamarquês Lars Hedegaard, um declarado inimigo do Islã, escapou ontem a uma tentativa de homicídio tiros, em Pelargonieviej, Frederiksberg, Dinamarca. Segundo informação da polícia, um homem negro teria disparado várias vezes contra Hedegaard.
 
O historiador foi inocentado pelo Supremo Tribunal Dinamarquês em 2011 após ser acusado de racismo devido uma série de críticas ao Islã e aos Muçulmanos, comparando o credo de Maomé com a doutrina de Hitler e afirmando que os seguidores de Alá violavam os seus próprios filhos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Empregada da Victoria's Secret tem rosto desfigurado em ataque islâmico com ácido

Naomi antes do ataque
Blog De Olho na Jihad - Segundo informa o Daily Mail, Naomi Oni,  funcionária da famosa marca de lingerie Victoria's Secret, teve seu rostos desfigurado em um ataque com ácido. Segundo a jovem e testemunhas, uma pessoa usando niqab atacou a moça que ficou parcialmente cega.

As autoridades afirmaram ainda desconhecerem o motivo do ataque, mas nós já imaginamos o motivo, já que, se não recordam-se, Dagenham, é uma das zonas mais ilamizadas da capital inglesa, onde patrulhas islâmicas tem imposto à população as chamadas zonas de sharia.


Naomi após o ataque



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mesquitas secretas crescem em Portugal


Sei que olham para mim de lado, mas eu ignoro essas pessoas." Com barba rija, turbante e traje típico muçulmano, o desabafo de Abdulai espelha o sentimento de muitos membros da comunidade muçulmana em Portugal de serem associados a radicais islâmicos depois dos atentados em França. "Não somos todos terroristas", diz ao Correio da Manhã.

Mas, como o CM viu numa das várias mesquitas na Mouraria em que, sem placa, só é conhecida dentro da comunidade muçulmana, o discurso sobe de tom quando o tema é a Palestina ou os EUA. "Só um soldado americano matou indiscriminadamente 17 muçulmanos no Afeganistão", recorda um membro da mesquita. E interroga-se: " Podemos ficar quietos perante isto?" Sobre o radicalismo islâmico em França, depois de Mohamed Merah, autor dos ataques em Toulouse em que morreram sete pessoas, ter levantado questões de segurança, um dos membros da mesquita refere que "sente orgulho nos jovens muçulmanos" em território francês. Há ainda a defesa de que, "no futuro", todo o mundo se irá converter ao Islão, facto "que o Vaticano sabe e teme".

Este discurso violento, sabe o CM, tem levantado preocupações junto do xeique David Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa, e que leva fonte das secretas a admitir que "a comunidade muçulmana em Portugal está sob vigilância".

Esta mesquita fica numa das ruas estreitas da Mouraria, e a porta de alumínio não deixa adivinhar que se trata de um local de culto islâmico há cerca de dez anos. O corredor apertado e escuro dá lugar uma sala de orações para mais de cinquenta pessoas, sem janelas, em que a única decoração são os tapetes árabes no chão. Os vizinhos nem sabem que se trata de uma mesquita e referem apenas "grupos de homens com roupas estranhas aí à porta". As prostitutas da zona sabem do que se trata, mas queixam-se de que "os muçulmanos são maus para o negócio". A única pista é o número de homens que antes da oração ocupam toda a rua.

Nesse quarteirão, há mais duas mesquitas, mas só uma consta da página oficial da Comunidade Islâmica de Lisboa. Ao CM, outro membro desta comunidade disse que se trata de "divergências internas" que explicam tantas mesquitas mesmo lado a lado. A mesma fonte garante que, apesar da associação do Islão ao terrorismo, "a nossa é uma religião de paz e transparente. Quem mata em nome do Islão, não é um verdadeiro muçulmano."

O CM tentou, sem sucesso, obter uma reacção junto do porta-voz da comunidade, o xeique David Munir.

TEMPLOS EM LOJAS, GARAGENS E CASA

Longe da imponência da Mesquita Central ou de Odivelas, os muçulmanos em Portugal adoptaram soluções práticas para quem tem de rezar cinco vezes em diferentes alturas do dia. Lojas, garagens e apartamentos são exemplos do que foi convertido num local de culto islâmico pela comunidade.

O CM visitou uma mesquita em Lisboa que usou o espaço de arrecadação na garagem de um centro comercial para permitir "às cerca de vinte famílias aqui da zona" um sítio para professarem a sua fé, explicou um dos responsáveis. No Martim Moniz, não é complicado encontrar um rés-do-chão ao lado de mercearia que também foi alvo de uma remodelação. Com orações que colidem com o horário de trabalho, este improviso permite fechar o negócio por dez minutos para ir rezar. "Trabalho aqui no Martim Moniz e é complicado apanhar o metro ou autocarro até à Praça de Espanha para ir à Mesquita Central cinco vezes por dia", explica ao CM Mombi, natural do Bangladesh.

A maioria da comunidade muçulmana concentra-se em Lisboa e no Porto, mas há salas de culto noutros distritos.

"PODE HAVER FRANJAS RADICAIS"

Correio da Manhã – As mesquitas periféricas que estão a multiplicar-se são um problema de segurança?

José Manuel Anes – É um problema, porque não há

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Hegemonia islâmica mundial e o fim do ocidente seria apenas uma questão de tempo?

Vídeo perturbador que fala sobre o futuro da humanidade, dominação islâmica mundial e o fim da cultura ocidental cristã.


Do blog Esquerdopatia

domingo, 25 de novembro de 2012

Entenda a epimia de estupros praticados por muçulmanos na Europa

“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian, para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.
Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image, onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
 Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Finally! Veil lifted on Muslim rape epidemic

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A prisão de Tommy Robinson demonstra a derrota britânica frente ao Islã

Tommy Robinson

Tenho acompanhado através dos sites internacionais e do blog De Olho na Jihad, a detenção arbitrária do militante anti-islã e líder da EDL, Stephen Lennon, conhecido publicamente como Tommy Robinson.

Em 2010 publiquei o texto "EDL -islamofobia ou reação frente a islamização?", e desde aquela época passei a observar o crescimento e as ações da Liga de Defesa Inglesa.

A EDL é um grupo formado por jovens britânicos que visa principalmente combater o Islã militante e a islamização do Reino Unido. O grupo, ocupa constantemente as ruas de todo o país em protestos contra o Islã.

Nem sempre esses protestos acabam de maneira pacífica, resultando em confrontos com a polícia ou com grupos opositores, o que tem rendido ao grupo a classificação de hoolingans políticos.

Protesto da EDL
A Liga é acusada pela mídia esquerdista de serem neonazistas, neofacistas e etc. Mas, sabemos que a esquerda constuma usar esse tipo de rotulação com aqueles que tem cérebros e não rendem-se ao marxismo cultural. Portanto, na maioria das vezes esse rótulo é falso.

Voltando a prisão de Robinson, uma das principais vozes anti-islã da Europa, está mais que claro que sua detenção é política.

Assim que foi detido pela polícia, as autoridades de segurança afirmaram que ele não estava sendo preso, mas levado para sua própria segurança, pois havia indícios de que sofreria um atentado. Uma informação dessas deve ser levada a sério já que o jovem líder, em outra ocasião foi vítima de uma emboscada onde foi espancado. No entanto, segundo as autoridades britânicas, para a própria segurança, ele foi encaminhado para a prisão de Wandsworth, e segundo informou o Partido da Liberdade, em uma ala próxima aosmuçulmanos que adorariam arrancar sua cabeça.

Protestos eclodiram não apenas no Reino Unido, mas em toda a Europa. Até na Rússia houve mobilização. As ligas de Defesa da Noruega, Alemanha, Canadá, Bélgica e vários outros grupos filiados ao EDL por todo o velho continente se mobilizaram. Após a pressão, o governo britânico mudou a informação oficial, e declarou que Robinson está preso por ter tentado entrar ilegalmente nos EUA. E nessa semana a versão foi mudada novamente, Tommy Robinson agora é acusado de usar passaporte falso.

É interessante que um país que deixa livreo "braço direito" de Osama Bin Laden, trancafie, Robinson, sem qualquer contato com o mundo externo por ter "tentado entrar ilegalmente nos EUA".

Essa é mais uma amostra de como o politicamente correto rendeu a Grã-Betanha ao Islã. Lembro-me do jovem inglês que foi preso por, em protesto, exibir uma cruz em frente a uma mesquita. No entanto, a cruz era a que está estampada na própria bandeira do Reino Unido. É simplesmente inacreditável, mas é algo que tem se intensificado.

E diante desse absurdo, Robinson é a principal voz de contestação. Além disso, o jovem possui um poder de mobilização sem igual na Grã-Betanha. Portanto,não é de se admirar que para o governo esquerdista britânico, Robinson seja mais perigoso que Abu Qatada, ex-braço direito de Osama Bin Laden.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Free Tommy Robinson: "Braço direito" de Bin Laden é libertado enquanto Robinson continua preso


Braço-direito de Osama, Abu Qatada

O imã radical jordaniano Abu Qatada, que já foi considerado o braço direito de Osama Bin Laden na Europa, foi libertado nesta terça-feira (13/11) da prisão inglesa de Long Lartin após o pagamento de uma fiança, depois que a justiça britânica bloqueou sua extradição à Jordânia. As redes de televisão britânicas mostraram Qatada, com uma espessa barba grisalha, deixando a prisão de Long Lartin, perto de Birmingham (centro da Inglaterra), no assento traseiro de uma caminhonete preta que deve transportá-lo para sua casa no noroeste de Londres. 

O islamita, de 51 anos, será submetido a rígidas condições durante sua liberdade condicional, incluindo um toque de recolher de 16 horas diárias em sua casa, da qual poderá sair apenas entre 8h e 16h. Também será obrigado a usar uma pulseira eletrônica e terá acesso restrito a certas pessoas, assim como à internet, condições similares a sua libertação condicional anterior, entre fevereiro e abril.

A libertação de Qatada ocorreu um dia após a Comissão Especial de Apelações Sobre Imigração (SIAC), uma jurisdição especial encarregada de casos relacionados à segurança nacional, bloquear sua extradição à Jordânia para enfrentar um novo julgamento por seu suposto envolvimento em atentados terroristas. Os juízes da Comissão decidiram que, apesar das garantias dadas pela Jordânia, não podiam ter certeza de que o imã radical nascido em Belém (Cisjordânia) teria um julgamento justo em seu país, onde algumas provas contra ele foram obtidas sob tortura.

Tommy Robinson
Em contra-partida, o ativista anti-islâmico, Tommy Robinson continua trancafiado pela justiça, agora sob a acusação de que tentou entrar inlegalmente nos EUA. A prisão de Robinson é claramente política, já que apenas quase um mês depois de sua detenção a justiça pronunciou-se dando um motivo. De início as autoridades britânicas afirmavam que Robinson havia sido levado para sua própria segurança.

A decisão foi um duro golpe para o governo britânico, que tenta há anos extraditar Abu Qatada, cujo verdadeiro nome é Omar Mohammed Othman. Segundo números oficiais, o caso pode ter custado ao contribuinte britânico cerca de um milhão de libras (1,6 milhão de dólares, 1,25 milhão de euros). A ministra do Interior, Theresa May, classificou o veredicto de "profundamente insatisfatório" e anunciou na Câmara dos Comuns a intenção de recorrer e seguir lutando para "se livrar" de Abu Qatada. "Qatada é um homem perigoso, um suposto terrorista, que é acusado de um crime grave em seu país, Jordânia", declarou.

Em mais uma ação contra a militância anti-islâmica no Reino Unido, o site da EDL, foi atacado por hacker's. Na Grã-Betanha, há uma clara colaboração entre grupos esquerdistas que se intitulam "anti-facistas" como militantes islâmicos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bélgica - Tradicional árvore de natal pode ser banida para não ofender muçulmanos

Por Jefferson Nóbrega

Árvore de natal no Grote Markt
Em mais uma amostra do processo de suicídio ocidental, a tradicional árvore de natal que ficava todo ano exposta na Grote Markt, a praça central da capital da União Européia, será banida por ser considerada um símbolo (cristão) que pode ser ofensivo a outras crenças, em outras palavras, ofensiva aos muçulmanos. 

De todas as formas que a Jihad é aplicada para atingir os infiéis, a Jihad Cultural é a mais perigosa e fatal. Nela não há armas, não há explosões, mas há destruição. Como dizia Muamar Kadafi "as armas dessa jihad são os ventres de nossas mulheres (no caso as muçulmanas)". Um país derrotado pela Jihad Cultural, a longo prazo, sofre mais danos do que se tivesse sofrido uma invasão militar, pois não haverá apenas mortes, mas a completa destruição da cultura local, e isso devasta para sempre.

Em 2010, publiquei um texto para o De Olho na Jihad, onde tratava dos planos da Irmandade Muçulmana para conquistar os EUA, a partir de dentro. O plano é simples de ser executado, os muçulmanos deveria ser inseridos em todas as camadas da sociedade, principalmente nos meio jurídicos, legisltativos e na política, para dessa forma trabalharem para o triunfo do islã na sociedade por meios de pequenas ações. Com a integração dos muçulmanos na sociedade ocidental, destruiria a imagem fabricada do islã violento, tornando possível levar o islamismo e seus ideais a todos. Podemos notar que essa estratégia tem sido levada a cabo por toda a Europa, com um detalhe a mais, a imigração desenfreada com o apoio da esquerda.

O  Sheik Abu Imran, do grupo 4ShariaBelgium, declarou: "Em breve, a Bélgica vai desmoronar. Vamos fazer da Bélgica um estado islâmico".

Vemos que os planos islamitas estão se concretizando, não só na Bélgica, mas em todo o velho continente.

Jefferson Nóbrega - Blog Candango Conservador com informações do Brussel Nieuws

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Free Tommy Robinson - Justiça britânica continua mantendo Robinson preso sem motivo justificável

Jacques Nunes


O líder do EDL, English Defence League, a única resitência a islamização na Grã Betenha, continua preso. Depois de alegações descabidas da justiça, que insistia em dizer que ele não estava preso, que havia apenas sido levado (para a prisão) para que sua segurança fosse levado, agora as autoridades afirmam que ele foi preso por ter entrado ilegalmente nos EUA.

Só sendo idiota para acreditar nesses argumentos. Tommy Robinson, está preso por ser a principal voz contra o Islã na dominada Grã-Betanha, ou melhor, no Bretanistão. Seguiremos acompanhando o caso.

Que se interessar em acompanhar o caso, pode acessar o site do EDL

domingo, 4 de novembro de 2012

A caminho do Belgistão

Jacques Nunes

 
Não é de hoje que trazemos notícias preocupantes da Bélgica, hoje em um estado de islamização cada vez mais crônico. Desde o ano passado temos denunciado as ações do 4shariabelgium, coisa que a mídia ocidental politicamente correta ignora propositalmente.

Agora, pelas vias da democracia que que quando manipulada é traiçoeira, o Partido Islâmico belga se fortalece cada vez mais, e conseguiu importante assentos parlamentares nas últimas eleições. E pasmem. Eles chegaram ao poder, não fazendo-se de moderados, mas deixando claro que pretendem transformar a Bélgica em um estado islâmico.

O Partido Islâmico pretende, como primeiras medidas, fazer com que todos os restaurantes sirvam halal, o reconhecimento dos feriados islâmicos, o casamento com meninas (sim, pedofilia) e imposição da sharia como parte da legislação.

Sabe a ironia da história? Os muçulmanos multiplicaram-se graças a defesa árdua dos esquerdistas do multiculturalismo, e agora eles saem derrotados nas eleições justamente pelos muçulmanos.

Outro fato interessante, os muçulmanos belgas são tão moderados que levaram ao poder aqueles que há anos vem ameaçando destruir a cultura da Bélgica. Eis a moderação.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Liberdade para Tommy Robinson - Free Tommy Robinson


Na contramão de um país que se diz democrático, o líder da Liga de Defesa Inglesa (EDL), principal força anti-islamização da Grã-Betanha, Stephen Lennon, conhecido publicamente como Tommy Robinson, foi preso, no último sábado, pelas forças britânicas sem qualquer motivo.

Segundo as autoridades inglesas, há fortes evidências de que a vida de Tommy está em perigo, no entanto, ao invés de prender os criminosos responsáveis pelas ameaças, a polícia resolveu prender Tommy para "preservar sua segurança". Interessante, que a prisão se deu justamente após um inflamado discurso de Robinson, assistido por todo o país, contra à Sharia.

Russos protestam em frente a embaixada britânica
Há uma tensão crescente contra o EDL, principalmente nos últimos meses em que o grupo iniciou uma campanha denunciando a cultura de estupro de crianças nos bairros muçulmanos. Algo que acontece há anos, mas que vinha sendo ignorado pela mídia politicamente correta. A mesma mídia esquerdista que tem encobrido o escândalo da prisão política de Robinson.

O Partido da Liberdade Britânico, braço político do EDL, denunciou que Tommy está preso na principal prisão de Wandsworth, próximo a uma ala de muçulmanos, que passam o dia ameaçando-o.

O jovem britânico emergiu como a principal voz contra o Islã militante e a islamização da Grã-Betanha.

Tommy em um de seus vídeos contra o Islã

Fontes: Digital Journal / Gates of Vienna / Europe News / English Defence League

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"






 
Na Europa, vizinhanças com uma população marjoritamente muçulmana toram-se  zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guetos imigrantes se tornaram  ghuetos criminosos.

As forças policias recusam-se entrar nestas áreas, a menos que seja em grupos, e muito bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se incediando lixeiras, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-os.
 
O vídeo está no nosso parceiro luso Perigo Islâmico

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