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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Holocausto Nunca Mais - Holocaust Never Again (with Subtitles)

"Se você contar uma mentira muito grande e continuar a repeti-la, as pessoas eventualmente virão a acreditar nela", Joseph Goebbels - Ministro da Propaganda de Adolf Hitler.

Os nazistas mentiram, muitos foram enganados, mas mais foram os que ficaram calados. Hoje em dia, um discurso semelhante: "ódio contra os judeus", mas em palavras diferentes. O jogo é o mesmo. Será que o mundo irá se calar novamente diante dos fatos?

"If you tell a lie big enough and keep repeating it, people will eventually come to believe it." Joseph Goebbels - Minister for Propaganda of Adolf Hitler.

The Nazis lied, many were fooled, but most were those who were silent. Today, a similar speech: "hatred of Jews". The game is the same, but the players are new. Does the world will again be silent in the face of facts?


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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Hora da Al Qaeda se tornar membro da ONU?

Nestes dias, o Fatah e o Hamas estão se reunindo no Egito a fim de chegarem a um acordo sobre o que, supostamente, eles já entraram em acordo em maio e estabelecerem um governo de unidade. Ninguém sabe se isso terá sucesso desta vez, mas as chances de um verdadeiro acordo de unidade são pequenas. Eles podem chegar a um compromisso e, até mesmo (provavelmente depois de meses de discussões), conseguir estabelecer alguma forma de governo conjunto, mas as diferenças e a animosidade entre os dois partidos são muito substanciais para darem lugar a uma unidade real.

Este movimento de unidade vem na esteira da proposta da Autoridade Palestina (AP) por um reconhecimento estatal nas Nações Unidas e na aceitação como Estado-membro por parte da UNESCO. O impulso para a soberania estatal ainda está em curso, e a AP está só esperando a próxima oportunidade de voltar a trazê-lo para a ONU. Abbas aparentemente acredita que um acordo de unidade com o Hamas irá remover um obstáculo frequentemente usado para negar a soberania da AP; eles não controlam todo o território que reivindicam como seu Estado – o Hamas governa em Gaza.

No entanto, o Hamas é designado como uma organização terrorista tanto pela União Europeia como pelos EUA. A razão para isso é simples: o Hamas é uma organização terrorista (há aqueles que parecem duvidar disso)! O alvo do Hamas: mutilar e matar civis de uma forma permanente com a intenção de alcançar objetivos políticos. Essa é a definição de terrorismo.

Se um possível futuro governo de unidade entre Hamas e Fatah conseguir ganhar o status de soberania da AP na ONU, ou se isto for mesmo considerado seriamente, o que impede a Al Qaeda de se candidatar também?

Fonte: Word of Life Israel

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Hamas e Fatah: o Governo de Unidade que não é - e nem será.

Fatah e Hamas sabem que a unidade significa a
perda de respaldo financeiro de seus patrocinadores.
Cada vez que Fatah e Hamas anunciam que estão perto de terminar sua disputa, os palestinos descobrem, rapidamente, que os dois partidos rivais não estão dizendo a verdade. Em muitos sentidos, o status quo não está tão mal para Fatah e Hamas. Os dois partidos têm, de fato, um interesse comum em mantê-lo enquanto podem.


Para o Fatah, que está no controle de grandes faixas de terra da Cisjordânia, a situação não poderia ser melhor.

Graças à contínua ajuda financeira dos estadunidenses e da UE, a economia da Cisjordânia é relativamente boa, e dezenas de milhares de funcionários civis da Autoridade Palestina estão recebendo seus salários em dia. Aqueles que pensam que o Fatah faria de tudo para voltar à Faixa de Gaza estão enganando a si mesmos.

Desde que foi expulso da Faixa de Gaza, no verão de 2007, o Fatah já não se faz mais responsável pelo que acontece nessa região. A liderança do Fatah já não está mais se sentindo culpada pelos ataques com foguetes e mísseis lançados de lá, e ninguém acusa Mahmoud Abbas e Salam Fayyad de não melhorar as condições de vida dos 1,5 milhões de palestinos que vivem ali.

Antes de 2007, a Autoridade Palestina, dominada pelo Fatah, era responsável por tudo o que acontecia de errado na Faixa de Gaza, incluindo os ataques terroristas contra Israel. O Fatah já não é responsabilizado pela pobreza ou pelo contrabando de armas, através dos túneis subterrâneos, do Egito para a Faixa de Gaza. Agora ele está assentado na Cisjordânia e se beneficia dos milhões de dólares que são depositados em seus cofres todos os meses.


Ironicamente, a presença da segurança de Israel na Cisjordânia é uma das principais razões pelas quais Abbas e Fayyad seguem no poder. Os líderes do Fatah sabem que o dia em que Israel se retirar dali, o Hamas voltará a ser tão forte a ponto de tomar o controle da região em questão de dias ou semanas.


Para o Hamas, por sua vez, o status quo é bom porque o movimento islamita segue controlando a Faixa de Gaza sem ter que enfrentar desafios reais. Cinco anos de sanções econômicas, bloqueios e operações militares não conseguiram minar o controle ferrenho do Hamas na Faixa de Gaza.

A "Primavera Árabe", que parece ter sido sequestrada pela Irmandade Muçulmana e seus aliados no mundo árabe, assim como o recente acordo de troca de prisioneiros com Israel, só reforçaram a posição do Hamas entre seus eleitores na Faixa de Gaza. Tanto o Fatah como o Hamas têm seus próprios governos e forças de segurança nas zonas sob seu controle na Cisjordânia e na Faixa de Gaza respectivamente. Eles, inclusive, têm suas próprias prisões, onde mantêm e torturam mutuamente os prisioneiros.


Enquanto Abbas e Fayyad estão recebendo dinheiros dos estadunidenses e europeus, o Hamas tem recebido ajuda financeira do Irã e de alguns países do Golfo. Tanto o Fatah como o Hamas sabem que a unidade significa perder respaldo financeiro de seus patrocinadores do ocidente, de Teerã e do mundo árabe. É por isso que não eles têm pressa em chegar a algum acordo para formar um governo de unidade. Quem precisa de um governo quando os palestinos já têm dois governos?

Abbas e o líder do Hamas, Khaled Meshaal, mentiram aos palestinos duas vezes nos últimos seis meses. A primeira vez foi em março, quando os dois homens anunciaram, no Cairo, que haviam chegado a um "histórico" acordo de reconciliação para pôr fim às suas diferenças e formar um governo de unidade. A segunda vez foi semana passada, quando se reuniram novamente na capital egípcia e declararam que tinham entrado em acordo de abrir uma nova página em suas relações, além de trabalharem como sócios.


Muitos palestinos se mantêm céticos sobre as intenções de Fatah e Hamas. Sabem que os dois partidos prefeririam manter o status quo do que arriscar perder a ajuda financeira por causa de um governo de unidade. Quanto ao que se refere ao Hamas e ao Fatah, dois Estados palestinos são melhores que um.


Por Khaled Abu Toameh
Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Embaixador de Israel no Brasil apresenta palestra sobre o conflito árabe-israelense em Porto Alegre

"Todas as guerras são más e causam sofrimento,
mas todas elas têm regras éticas e morais".
Na última quinta-feira (27), a comunidade judaica de Porto Alegre esteve reunida junto à Federação Israelita do Rio Grande do Sul (FIRS), dirigida pelo presidente Jarbas Milititsky, para recepcionar um convidado especial. Como palestrante, o embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, apresentou a situação em que se encontra o Estado judeu frente à movimentação diplomática dos países circunvizinhos.

Este é o quarto país em que Rafael Eldad serve como embaixador, tendo passado por Peru, Paraguai e Argentina. Contando com a experiência adquirida no decorrer dos anos, e ciente das peculiaridades do Brasil, iniciou seu discurso ressaltando que "a palavra é muito importante, mas é mais ainda quando acompanhada de ação". Segundo o embaixador, para que as ações sejam as melhores possíveis, estarão abertos para a colaboração de todas as pessoas que buscam um legítimo futuro de paz.

Em sua palestra, Eldad apresentou os três pontos que julga serem fundamentais para o conhecimento da realidade das comunidades de Israel, e que contribuem para a resolução dos seguintes questionamentos: "Por que o conflito árabe-israelense é tão duro e persistente? O que torna tão difícil a convivência pacífica entre esses povos?". Abaixo, uma síntese da apresentação  realizada pelo embaixador de Israel.

1) Componente existencial: este é um conflito onde uma das partes está com a sua existência ameaçada. Em outros, como entre as tropas norte-americanas e os iraquianos, ou até mesmo com os afegãos, aconteça o que acontecer, ninguém colocará em dúvida a existência do Iraque ou do Afeganistão. Mas isso ocorre com Israel.

Quando uma pessoa recebe ameaça de agressão, ela apenas trata de se defender - o nível de perigo determinará o nível de resposta do ameaçado. Mas numa ameaça mortal, a reação, consequentemente, é diferente, respeitando as devidas proporções.

Enquanto que Ahmadinejad tenta apagar Israel do mapa, ao lado de Hezbollah  - por meio de práticas terroristas - e Hamas - que demonstra em sua Carta de Fundação o objetivo fundamental de sua organização: a efetiva destruição do Estado judeu -, há uma forte pressão da comunidade internacional, acusando o Estado judeu de ser "abusivo" quanto ao uso de força.

2) Percepção do conflito: o mundo olha para o conflito árabe-israelense e vê Israel como a parte tecnológica, desenvolvida, e mais forte, além de opressora, e entende que os árabes fazem parte, consequentemente, do grupo dos mais fracos, as reais vítimas do contexto.

Na realidade, há muito obscurecimento frente às circunstâncias presentes no mundo árabe. Levando em conta que Israel não é inimigo do povo árabe, mas dos seus inimigos declarados, esquece-se do número de países árabes existentes - uma maioria automática na ONU para quaisquer medidas contra Israel -, do desenvolvimento dos grupos terroristas e de que o "maior" adversário, na atualidade, não é árabe, apenas muçulmano (Irã).

3) Diferenças - cultura, valores éticos e morais: "Todas as guerras são más e causam sofrimento, mas todas elas têm regras éticas e morais".

a) Terrorismo - suicidas: não era algo vigente antes do conflito árabe-israelense e denota um ódio tão grande de alguém que busca matar o maior número de pessoas possíveis com a própria morte. Em suas comunidades, os suicidas são vistos pela sociedade como heróis, mártires (sob a aprovação de Allah). A pergunta que não quer calar é: "Que Deus é esse?"

b) Terrorismo - apreciação popular: há poucos anos foi realizada uma pesquisa nos países árabes sobre quem era a pessoa mais admirada. A resposta mais popular foi: Hassan Nasrallah. Por quê? Por ter conseguido "vencer Israel" através do terrorismo e da violência.

c) Educação que fomenta o ódio: fica difícil trabalhar por um processo de paz eficaz quando não há uma transformação de mentalidade. Enquanto que os diplomatas procuram fechar acordos, a população venera seus mártires, crianças são arregimentadas em facções extremistas e as escolas disponibilizam aos terroristas a possibilidade de instrução.



Gilad Shalit
Rafael Eldad apontou o caso como uma questão muito difícil de ser encarada. Também destacou que toda decisão tomada pelo governo será negativa - sempre terá alguém que fará oposição, além de que o viés negativo sempre estará presente.

A negociação por Gilad Shalit, soldado israelense sequestrado pelo Hamas em 2006, tratou-se de um grande dilema, mas a maioria da opinião pública israelense esteve e está de acordo com o acordo. A decisão retrata uma comunidade tão solidária que está disposta a fazer sacrifícios por cada integrante de seu povo.



Processo de Paz
Como o próprio nome diz, é um processo. Tende a ser longo, demorado, passando pelas gerações, afirmou o embaixador. Embora exista a tentativa de que um acordo de paz seja assinado, todos sabemos que isso não significará um ponto final para os conflitos, mas espera-se que seja o pontapé inicial para as transformações culturais, de valores e de mentalidade.

Um exemplo clássico disso é o tratado de paz assinado com os egípcios (1979). Na realidade, parece que nada aconteceu entre Israel e o Egito, pois a situação continua muito turbulenta.

Há uma esperança de que esse processo irá começar e, daqui a muitos anos, exista uma situação realmente pacífica - o que não é garantido.


Estado Palestino na ONU
Rafael Eldad declarou que Israel não está contra um Estado palestino em si, mas contra a formação de um que seja prematuro e unilateral. O Estado judeu objetiva a concretização de tal como resultado de acordos e de um processo de paz.

Jônatha Bittencourt: Como tem sido a movimentação diplomática Israel-Brasil após a posição brasileira favorável quanto à iniciativa unilateral da Autoridade Palestina na ONU?

Rafael Eldad: Foi difícil fazer com que o Brasil reavaliasse o seu posicionamento. Eles estavam muito determinados e decididos quanto a isso. E não é porque o Brasil é uma nação democrática que todas as decisões passarão pela opinião pública. O que de fato não ocorreu. Estou há pouco tempo aqui no país, mas estamos buscando um maior estreitamento entre a embaixada israelense no Brasil e a sua população, para que haja um real esclarecimento dos fatos e do nosso posicionamento.


Refugiados
Devido à sua experiência diplomática, o embaixador Rafael Eldad declarou que há um dilema referente à situação dos refugiados, pois os árabes têm tratado isso como se fosse algo "herdável". O que tem sido mais recorrente é o caso de pessoas que saíram de Israel há muitos anos e tiveram seus filhos e netos em campos de refugiados localizados em outros países, como Líbano, Jordânia etc , e quando são indagados a respeito de sua nacionalidade respondem: "Somos refugiados".

Como, por exemplo, os avós nasceram em Haifa, os filhos e netos no Líbano, mas a resposta destes é que são refugiados de Haifa, e não são libaneses.



Agenda
Rafael Eldad, o atual embaixador de Israel no Brasil, também comentou sobre algumas situações pertinentes à comunidade judaica, como as suas preocupações e necessidades. Diante de um público amistoso e bem receptivo, também procurou responder as perguntas realizadas no local.

Com uma agenda repleta de atividades, vale destacar que também esteve presente na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na manhã de quarta-feira (26), onde, em sua primeira visita ao Estado, presenciou a homenagem dos deputados devido às importantes contribuições da comunidade judaica para a região. 

Por Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cessar-Fogo em Áudio 7ª Ed.

As edições de Cessar-Fogo são transmitidas na Rádio Comunidade de São Cristóvão FM 106.3 (Sergipe) e na Vertical WebRadio. Logo abaixo, você pode escutar a nº 7, veiculada no dia 25 de outubro, e fazer o download - o áudio não pode ser comercializado e editado para fins lucrativos.


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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Hamas divulga manifesto sobre reconhecimento do Estado Palestino pela ONU

"sem reconhecer a entidade sionista..."
Sobre o pedido, apresentado pela Autoridade Palestina em Ramallah, para que a Palestina receba status de estado-membro da Organização das Nações Unidas 

O que foi discutido e acordado por toda a força nacional palestina, como programa político nacional é:
– estabelecimento de um estado palestino com real soberania, nas linhas de junho  (Huzairan) de 1967;
– com Jerusalém como capital de estado;
– com retorno dos refugiados;
– com a evacuação de todas as colônias; e
– sem reconhecer a entidade sionista. 

Nós, do movimento Hamas, apoiamos qualquer esforço e manobra política que vise a obter apoio internacional e solidariedade para: 
– o direito dos palestinos à liberação e à autodeterminação;
– o estabelecimento de estado plenamente soberano;
– a obtenção de direitos nacionais palestinos; e que
– resulte na condenação da entidade sionista, que nega todos os direitos dos palestinos e revele a verdadeira natureza da entidade sionista.

Mas não se aceita nenhuma manobra política que se faça à custa de qualquer dos direitos nacionais dos palestinos.

Infelizmente, o pedido a ser apresentado pelos irmãos da Autoridade Palestina em Ramallah, para obter que a Palestina seja aceita como estado membro das Nações Unidas tem caráter unilateral, e está ainda muito distante de contar com o consenso de todos os palestinos. Além disso, não brotou de acordo coerente, nos termos da estratégia de toda a luta de libertação nacional de todos os palestinos. 

O pedido a ser encaminhado à ONU é, nesse sentido, extensão do processo de paz. A ideia de insistir em repetir a ideologia das negociações está muito longe da decisão pela resistência e por buscar construir “posição forte” para negociar.

Enfatizamos nossa firme convicção de que a resistência, em seu significado essencial, e, perifericamente, todas as formas da luta política de massas, é a via real que pode libertar a Palestina, conquistar nossos direitos e estabelecer um estado palestino que tenha soberania genuína.

A urgente necessidade dos palestinos é a libertação real de nosso território, para que ali se estabeleça um verdadeiro estado da Palestina independente e soberano. 

Não há qualquer necessidade ou urgência de continua a discutir sobre um estado que não existe e não poderá ser "inventado" pela ONU. 

Não há qualquer urgente necessidade de tanta preocupação com passos simbólicos, todos de impacto limitado, nem de gerar resultados ambíguos, que não estão livres de alguns riscos.

Apelamos nesse momento aos nossos irmãos da liderança da Autoridade em Ramallah, irmãos  do movimento Fatah, e a todas as forças e facções palestinas, para que retomem o diálogo entre nós, para procedermos a uma revisão política em profundidade.

É a via que há para construir uma estratégia palestina, patriótica, de combate e resistência, que manifeste acordo nacional. 

Temos de continuar a reunir, na base desse acordo nacional, todas as “cartas de poder” [vantagens, posições de força], sobretudo a resistência, até estarmos realmente preparados para exercer o direito de autodeterminação, libertar nossa terra da ocupação sionista e conquistar nossos direitos nacionais, se deus permitir.

Movimento da Resistência Islâmica, HAMAS
Setor de Imprensa
Sábado, 19 Shawwal, 1432 H
APROVADO dia 17/9/2011

Fonte: MondoWeiss
Tradução árabe-inglês: Simone Daud
Tradução inglês-português: equipe Vila Vudu
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Grupo terrorista paletisno usa o Google Earth para lançar foguetes contra Israel



Os terroristas palestinos agora possuem uma nova ferramenta para ajudá-los nos ataques com foguetes contra civis inocentes do sul de Israel: O popular programa de mapeamento por satélite Google Earth. A chamada "Brigada dos mártires de al-aqsa" falou sobre o uso do programa a um repórter da Slate Magazine.

"Nossa luta começou com Kalashnikov, depois mudou para o atentado suicída, em seguida veio os foguetes feitos manualmente e agora temos o foguete Grad", disse Abu Saif ao comentar sobre a evolução tecnológica a jornalista Sharon Weinberge. O terrorista também informou que a Brigada usa o Google Earth para realizar o lançamentos de foguetes, pois o "programa é mais efetivo que os mapas por sempre passar por um upgrade".

É válido lembrar que a "Brigada dos mártires de al-aqsa" é um braço armado do Fatah, a qual pertence a Autoridade Palestina, que teoricamente busca a paz com Israel.

Blog De Olho na Jihad com informações do INN, e do blog Un:dhimmi.


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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Netanyahu pede que ANP escolha entre 'paz com Israel ou com o Hamas'

JERUSALÉM - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma advertência nesta quarta-feira, 27, à Autoridade Nacional Palestina (ANP) para que escolha "entre a paz com Israel ou a paz com o Hamas". "Não é possível a paz com os dois porque o Hamas tem a aspiração de destruir Israel e já manifestou isso abertamente", declarou em comunicado.

Netanyahu acredita que "a mera ideia de uma reconciliação reflete a fraqueza da ANP" e o faz questionar "se o Hamas tomará o controle da Judeia e Samaria (nome bíblico e oficial em Israel da Cisjordânia), como fez em Gaza" em 2007. "Espero que a Autoridade Palestina escolha corretamente e que escolha a paz com Israel. A decisão está em suas mãos", finaliza o comunicado.

O comunicado de Netanyahu foi sua resposta ao anúncio feito horas antes, no Cairo, de que as facções palestinas rivais Fatah e Hamas haviam alcançado um "entendimento" a respeito de todos os assuntos nos quais discordavam.

Nas últimas semanas, fontes oficiais revelaram que Netanyahu tinha a intenção de lançar uma nova iniciativa diplomática para tentar impulsionar as negociações de paz com os palestinos, interrompidas desde setembro passado, quando o governo israelense retomou a construção nas colônias da Cisjordânia após dez meses de moratória parcial.

A medida levou os palestinos a desistirem das negociações e desde então vêm apostando em uma campanha para obter o reconhecimento internacional a um estado dentro das fronteiras de 1967.

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Palestinos tentam incendiar o túmulo de José após incidente dos policiais palestinos com fiéis judeus

Ben Yossef sobrinho de uma ministra israelense foi morto quando policiais da Autoridade Nacional Palestina abriram fogo contra três veículos que tentaram derrubar barreiras perto da Tumba de José, na cidade de Nablus, na Cisjordânia. Outros três israelenses ficaram feridos.

O sobrinho da ministra da Cultura de Israel, Limor Livnat, foi morto no incidente. Ben Yossef Livnat, 25 anos, pertencia a uma corrente ultraortodoxa, de seguidores do rabino Brasslav, e costumava participar de orações coletivas na cidade de Nablus, junto à Tumba de José.

O local, onde, segundo a tradição, foi enterrado o patriarca José, serve de ponto de peregrinação para judeus ultraortodoxos e se encontra sob a guarda de policiais palestinos.

Geralmente a entrada dos fiéis em Nablus, cidade sob controle da Autoridade Nacional Palestina, é coordenada com o Exército israelense, que escolta os veículos e informa a policia palestina. Neste caso, segundo porta-vozes do Exército israelense e da polícia palestina, os fiéis não coordenaram a entrada no território palestino. A ministra Livnat declarou que seu sobrinho foi "assassinado por terroristas disfarçados de policiais da Autoridade Palestina".

Livnat também disse que Ben Yossef "era um inocente, que só queria rezar junto à Tumba de José". O Exército israelense qualifica o incidente como uma "falha grave de coordenação entre as forças israelenses e as forças palestinas".

Porém, o ministro da Defesa, Ehud Barak, afirmou que "nenhuma falha justifica atirar contra inocentes" e exigiu que a Autoridade Nacional Palestina tome medidas contra os responsáveis.

Allahu Akbar

"Nós chegamos ao túmulo como em outras ocasiões", disse em entrevista um dos ocupantes do veículo, que continuou: " Perto da entrada ao túmulo havia uma barreira, um dos rapazes desceu do carro e a afastou. Nesse momento, um policial palestino fardado, armado com uma Kalashnikov chamou seus colegas e dispararam para o alto. Rapidamente beijamos o túmulo e fomos aos veículos para sair do local. Quando voltamos para os veículos eles começaram a disparar contra os carros, eles estavam gritando Allahu Akbar. Foi uma locura, eles estavam atirando para matar. Eu gritei para o motorista nos tirar rapidamente de lá.

Segundo a IDF, após investigação, foi constatado que os policiais palestinos estavam cientes de que os homens em quem eles atiraram eram fiéis de Israel, desarmados e que não representavam ameaça.

Após o assassinato os palestinos tentaram incendiar o túmulo de José:



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terça-feira, 22 de março de 2011

Chacina Terrorista: O incitamento que prepara os assassinos

Vamos parar de fingir: o incitamento não é apenas uma outra questão a ser negociada como as fronteiras, a água e os refugiados. A mensagem de ódio ameaça as soluções pacíficas.

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes compartilham com os terroristas a culpa pelo assassinato dos cinco israelenses em Itamar (Samaria) – inclusive duas crianças e um bebê – no dia 11/3/2011 (sexta-feira). Foram a AP e seus líderes que prepararam o terreno para esses assassinatos através do incitamento incessante ao ódio e da glorificação da violência e do terror.

A despeito de suas declarações conciliatórias em inglês, a AP continua a usar todas as estruturas que controla para demonizar Israel e promover a violência. Terroristas são apresentados como heróis e modelos para os palestinos, ensinando que matar israelenses é uma maneira de se obter fama eterna.
Há apenas dois meses, Mahmoud Abbas, o presidente da AP, enviou uma mensagem clara de apoio ao terror quando presenteou com 2.000 dólares a família de um terrorista que atacou soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI). Na semana passada, o diário oficial da AP, Al-Hayat Al-Jadida, anunciou um torneio de futebol em homenagem a Wafa Idris, a primeira mulher-bomba palestina. Três semanas atrás, a PA TV, que está sob o controle direto do gabinete de Abbas, noticiou e apresentou vídeos glorificando o terrorista Habash Hanani, que entrou em Itamar e assassinou três estudantes israelenses em maio de 2002. Duas vezes a AP deu nome a acampamentos de verão em homenagem à terrorista Dalal Mughrabi, que liderou o ataque mais mortal na história de Israel, no qual 37 civis foram assassinados no seqüestro de um ônibus em 1978. Os acampamentos foram realizados em 2008 e no verão passado.

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes compartilham com os terroristas a culpa pelo assassinato dos cinco israelenses em Itamar (Samaria) – inclusive duas crianças e um bebê – no dia 11/3/2011 (sexta-feira).

Mas o longo braço da promoção da violência e do terror pela AP vai ainda mais longe, penetrando o âmbito da cultura e da música, que, em outros lugares do mundo, têm sido usadas com freqüência, em anos recentes, para promover a paz e a tolerância. No ano passado, a PA TV divulgou uma série de apresentações de uma banda chamada Alashekeen, inclusive uma canção que antecipava a derrota de Israel por meio da guerra santa (jihad). A canção apresenta Israel inteiro como “Palestina”, mencionando a região do Carmelo perto de Haifa e as cidades de Lod, Ramle e Jerusalém como áreas a serem liberadas: “Em Ramle, somos granadas. (...) a revolução palestina [os] aguarda. 

...substituímos os braceletes por armas. ...atacamos os desprezíveis [sionistas]. Esse inimigo invasor está no campo de batalha. Este é o dia da consolação da jihad. Aperte o gatilho. Nós redimiremos Jerusalém, Nablus e o país”.

Mais significativo do que a repetida apresentação na PA TV e nos eventos culturais foi o fato de que Abbas resolveu homenagear o grupo musical. Ele baixou um decreto presidencial tornando-o uma banda nacional palestina oficial.

Agravando a promoção do ódio nacionalista da AP estão suas mensagens baseadas no islamismo. A AP parece ter adotado o que antes parecia ser apenas a ideologia do Hamas, de que o conflito com Israel é um Ribat – uma guerra religiosa para Alá defender a terra islâmica na qual o confronto com Israel deve ser inflexível. Mahmoud Habbash, o ministro da Religião designado por Abbas, vem afirmando repetidamente que o conflito com Israel não é territorial, mas está de acordo com a lei islâmica: “Alá predeterminou-nos o Ribat nesta terra abençoada. Estamos comprometidos com ele por comando de Alá. Que ninguém se engane ou se iluda pensando que o Ribat seja uma escolha e nada mais. Ele é um mandamento”.

Ele também tem pregado que o conflito contra Israel – sobre todo o Israel – é citado no Alcorão. “Na verdade, a catástrofe (‘nakba’) não começou em 1948, mas talvez em 1917, com a amaldiçoada Declaração [de Balfour], que fez uma promessa a quem não a merecia. (...) Desde aquela data, pessoas resolutas, lutadores e guerreiros do Ribat, não cessaram de estar presentes em nosso abençoado território. (...) Esse conflito é explícito no Corão e nossa obrigação com relação a ele está esclarecida no Corão”.


Em resumo, a AP, assim como o Hamas, está dizendo a seu povo que o islamismo não permite reconciliação com Israel.

Com mensagens contínuas como essa, vindas da chamada liderança moderada da AP, será que é surpresa que as pessoas cometam violências terroristas como a que aconteceu em Itamar? Os palestinos podem pressupor que seus líderes e a sociedade irão honrá-los se eles assassinarem israelenses, que suas famílias receberão pagamento se eles forem mortos, e que sua religião encoraja o desaparecimento de Israel.

Será que os terroristas que cometeram essa chacina brutal estavam sonhando com um futuro acampamento de verão palestino em honra a seus nomes? Será que estavam imaginando Alá dando-lhes recompensas eternas no paraíso por cumprirem seu mandamento? Será que sentiram que estavam cumprindo seu dever nacional e que receberiam recompensas financeiras? E o que dizer da comunidade internacional, que aceitou e ingenuamente acreditou nas afirmações dos líderes da AP de que o incitamento havia terminado? Foi a comunidade internacional, representada pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, quem estipulou precondições para a AP entrar em um processo de paz renovado: “Apenas trabalharemos com um governo da Autoridade Palestina que clara e explicitamente aceitar os princípios do Quarteto: um compromisso com a não-violência, o reconhecimento de Israel e a aceitação de acordos e obrigações anteriores, inclusive o  Mapa do Caminho” (Sub-Comitê de Alocação de Recursos ao Departamento de Estado, Congresso dos EUA, 23 de abril de 2009).

O Mapa do Caminho declara que “todas as instituições oficiais palestinas terminem com o incitamento contra Israel”.

A comunidade internacional fracassou completamente porque nunca verificou se essas precondições estavam realmente sendo observadas, mas se satisfez plenamente com as promessas de Abbas, e continua a financiar a AP.
 
Todos os envolvidos no processo de paz estão cometendo um erro trágico ao pressuporem que o incitamento é apenas mais uma questão a ser tratada, como as questões da água, das fronteiras e dos refugiados. Todas essas são assuntos que devem ser negociadas como parte do processo de paz. Mas, enquanto a AP continuar a ministrar essas mensagens de incitamento, claramente não haverá nenhum processo de paz.

É incumbência da comunidade internacional informar a AP que a condição para “trabalhar ” com ela, como declarou Hillary Clinton, é que apague as mensagens de ódio e as substitua pela promoção da paz.

E, até aquele momento, a comunidade internacional deve colocar a AP no ostracismo e isolá-la, assim como faz com o Hamas, e parar de fingir que existe um processo de paz. (Itamar Marcus e Nan Jacques Zilberdik – www.palwatch.orghttp://www.beth-shalom.com.br)
Itamar Marcus é diretor da Palestinian Media Watch (www.palwatch.org). Nan Jacques Zilberdik é analista-sênior da PMW.

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domingo, 13 de março de 2011

Palestinos comemoram depois de saberem que um palestino assassinou 5 Judeus

Nota do Blog: Eis os indefesos palestinos, um povo oprimido em busca de paz. Faz-me rir!


Um terrorista muçulmano esfaqueou e matou cinco membros da mesma família num acampamento em Itamar no passado Sábado de manhã. Três crianças foram barbaramente mortas, incluindo um bebé.
Mortas por um escravo de allah.
Mais tarde, os palestinos celebraram a matança de crianças judias distribuindo rebuçados entre si. A YNet News reportou que os residentes da cidade de Rahah saíram à rua para celebrar o ataque terrorista onde os tais 5 membros da família foram assassinados enquanto dormiam. Os locais ofereceram rebuçados e outros doces e um dos residentes disse que a alegria "é a resposta natural ao mal que os colonos causam aos palestinos residentes no West Bank."
Não se sabe qual foi o "mal" que as crianças e o bebé assassinados causaram ao terrorista muçulmano que as matou enquanto elas dormiam.
Entretanto, o primeiro ministro palestino Salam Fayyad disse que ele "claramente e de um modo firme condeno o ataque tal como condenei os ataques contra os palestinos". A óbvia diferença é que enquanto Israel faz os possíveis para neutralizar os combatentes (e não os civis), os muçulmanos focam-se nos civis judeus uma vez que o exército israelita é demasiado forte para eles.
Quão corajoso dos muçulmanos: matar bebés durante o seu sono. Sem dúvida que allah está orgulhoso.
- Havia uma família por ali!! Como é que pudeste disparar?!! (lado Israelita)
- Havia uma família por ali. Como foi possível teres falhado? (lado assassino)
O ministro palestino acrescentou ainda:
Somos contra todos os tipos de violência [mentira]. A nossa posição não mudou. Tal como já dissemos várias vezes no passado, nos condenamos de forma categórica a violência e o terror, independentemente da identidade das vítimas ou dos perpetradores.

Mais taqqiyah (mentira aprovada pela doutrina islâmica) em acção. Obviamente que o líder palestino não é contra a morte de inocentes judeus uma vez que isso serve os seus propósitos. Se eles realmente fossem contra este tipo de barbárie, eles não dariam nomes de suicidas bombistas a instituições aprovadas pela autoridade palestina.

Fonte: Perigo Islâmico

Em nome de Allah Terroristas palestinos matam pai, mãe e seus 3 filhos de 3 meses, 4 e 11 anos.

Terroristas palestinos matam pai, mãe e seus 3 filhos de 3 meses, 4 e 11 anos.

Uma família inteira foi assassinada por terroristas palestinos na cidade de Itamar, região próxima a Nablus. As cinco vítimas eram da mesma família: pai, mãe e três filhos, um de 11 anos, um de 3 anos e um bebê de apenas 11 meses. Todos estavam dormindo quando foram covardemente apunhalados e degolados. Este atentado foi o mais grave cometido contra israelenses desde março de 2008, quando um palestino invadiu uma escola judaica em Jerusalém e matou 8 estudantes com uma metralhadora automática. As autoridades israelenses estão esperando providências imediatas da AP (“Autoridade” Palestina) e uma caça aos assassinos covardes já teve início pelo Exército de Defesa de Israel (IDF).

Fonte: Pletz
Agradecemos ao leitor @leoveimrober, pelo envio da notícia.

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terça-feira, 8 de março de 2011

Autoridade Palestina: Nunca ouvimos o que a América diz, só levamos seu dinheiro

O Palestinian Media Watch publicou uma entrevista importante da Autoridade Nacional Palestina. Na reportagem em questão, Hefez Barghouti editor do jornal oficial da ANP e o presidente Mahmoud Abbas, comentam sobre as revoluções que atingiram o mundo árabe.

As entrevistas são ótimas para mais uma vez desmascarar a suposta vontade de obter a paz que move o governo palestino. Declara primeiramente Hafez Barghouti:

"Entendemos muito bem que os protestos e revoluções nos países árabes têm raízes econômicas e sociais, e que estão relacionados à corrupção e à injustiça social. Entretanto, este é um resultado de estados policiais que levou à opressão por causa de seus laços com os americanos. Todos árabes corruptos tem um sócio estrangeiro, ou israelense... Portanto, as rebeliões contra a opressão e a corrupção devem ser direcionadas para os padrinhos dos ladrões dos recursos naturais e os opressores dos povos, não só contra os seus agentes.”.

Comentando sobre as declarações, Barry Rubin diretor do Global Research in International Affairs (GLORIA), diz: Há, notavelmente, um pouco de humor nesta declaração: "Todos árabes corruptos tem um sócio estrangeiro, ou israelense." Afinal, os líderes corruptos da ANP têm parceiros estrangeiros em abundância. A ANP naturalmente não agradece aos parceiros que ajudam com bilhões de dólares, apesar da incapacidade persistente da Autoridade Palestina de cumprir com seus compromissos. Os palestinos, que você vê, são eternas vítimas e assim têm direito ao apoio ilimitado.O que Barghouti diz em outras palavras, é que as revoltas árabes devem ser dirigidas contra os Estados Unidos e Israel.

O ponto mais importante da entrevista é que o líder da ANP, Mahmoud Abbas, disse na edição de 24 de janeiro do jornal:

"Os EUA estão nos auxiliando no valor de US $ 460 milhões por ano. Isso não quer dizer que eles nos ditem o que eles querem, porque nós fazemos o que é melhor para a nossa causa. Lembro-me que eles disseram, 'Não vá para a Cúpula Árabe em Damasco, mas, nós fomos...”

É claro que a ANP tem todo o direito de trabalhar de acordo com seus interesses, assim como Israel não faz tudo que o governo americano quer. Mas, sabemos assim como aliado de Israel os EUA é um dos grandes financiadores da Autoridade Palestina, mesmo essa não contribuindo para a paz.

O fato, é que como já demonstramos aqui por diversas vezes. O governo palestino é mestre em enganar o ocidente. Constantemente ao falar ao mundo ocidental, ele trata de interpretar o oprimido, o abandonado pelo ocidente e o negociador. Mas, quando fala através da TV da ANP seu ódio ao ocidente e seu anti-semitismo explode, e é em árabe que ele demonstra sua real intenção bem distante da paz.

 Para descobrirem que são os comandantes do povo palestino indico os artigos abaixo:

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