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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O ISIS representa um Islã Verdadeiro



O presidente Barack Obama, o senador Republicano Rand Paul e outros defensores do “verdadeiro Islã” têm afirmado categoricamente que as doutrinas do Estado Islâmico do Iraque e Levante (mais conhecido como ISIS) não são genuinamente muçulmanas. Quem iludiu o presidente Obama e seus companheiros que existe um islã verdadeiro e um falso? Estão enganados. Há maometismo para todos os gostos. O de Obama é um invento estadunidense: tolerante, pacífico, comprometido com a harmonia universal. No entanto, Abu Bakr al-Baghadidi, o megalomaníaco sanguinário que lidera o ISIS, está muito mais próximo da essência do Islã do que essa visão de Obama. Sua doutrina é uma variante do wahhabismo, uma corrente islâmica extremamente rígida e puritana que prega o extermínio dos infiéis, incluindo os muçulmanos que rechaçam o wahhabismo, mesmo que sejam integrantes de outros grupos jihadistas. Seu centro de operações é a Arábia Saudita, onde existe um acordo estreito entre os dirigentes wahhabi e a monarquia saudita (cujo o fundador foi um converso ao wahhabismo).

Este incômodo aliado dos Estados Unidos na guerra contra o ISIS tem gastado milhões de petrodólares com o fim de disseminar as ideias wahhabies nos países muçulmanos (e não-muçulmanos). Os sauditas financiam mesquitas, centros de doutrinamento e meios de comunicação dedicados ao proselitismo wahhabi. Abu Bakr al-Baghdadi tem sido um dos beneficiados dessa política educativa.
Porém, diante da realidade do reino ameaçado por um dos produtos de sua estratégia proselitista e das exigências da coalizão anti-ISIS, que inclui estados como a Arábia que apoia grupos de fanáticos armados que são parentes do ISIS, a dirigência wahhabi não reconhece a contribuição de suas doutrinas para a formação de Abu Bakr al-Baghdadi. Por isso os clérigos wahhabi têm adotado uma postura semelhante à de Obama. Após um silêncio prolongado diante das conquistas do ISIS e das ideias religiosas em que o grupo justifica suas barbáries, o grande mufti da Arábia Saudita disse mês passado que “as ideias de extremismo, radicalismo e terrorismo não pertencem de forma alguma ao Islã, são inimigas do Islã e os muçulmanos são suas primeiras vítimas, como temos visto nos crimes cometidos pelo chamado Estado Islâmico e pela Al-Qaeda”.
Em sua hipocrisia o grande mufti demonstra ser um Savonarola pragmático. Um fanático que sabe disfarçar bem sua desfaçatez Por outra parte é certo que a leitura do wahhabismo feita pela horda do ISIS é em algum ponto divergente da versão saudita. Como é natural, o wahhabismo da monarquia, foca na absoluta submissão à autoridade estabelecida, sobretudo à dinastia absolutista saudita.
Mas o ISIS que acabar com a autoridade estabelecida, primeiro nos países muçulmanos e depois nos que estão sob influência do Irã. Segundo suas declarações em vídeos, internet, comunicados e redes sociais, o ISIS pretende destruir os governos podres que abandonaram o Islã e se deixaram dominar pelos diabólicos infiéis estrangeiros. Seu culto a violência como forma purificadora de um mundo moderno viciado guarda um parentesco com as pregações laicas de luta armada contra a burguesia decrépita. É uma das características que atraem europeus, estadunidenses e australianos homicidas às fileiras do ISIS, uma variante do Islã verdadeiro não reconhecida pelo presidente dos Estados Unidos.

Por Ramon A. Mestre - Tradução De Olho na Jihad http://www.elnuevoherald.com/opinion-es/article2264490.html#storylink=cpy

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Uma imagem que prova a política idiota de Obama em relação ao ISIS

Recentemente a administração de Obama cantou vitória sobre o sucesso do abatimento de Mohammed Emwazi, mais conhecido como Jihadista Jhon. O homem que parecia ser um rapaz londrino normal até o dia em que se transformou no carrasco oficial do grupo Estado Islâmico, executor sem piedade de reféns estrangeiros, foi alvo de um ataque aéreo com drones na Síria, lançado pelos Estados Unidos no dia 12.

Desde então o governo americano tem mostrado esse ataque "cirúrgico" como a prova do empenho dos EUA em combater o ISIS. 

No entanto, uma imagem aérea divulgada por ativistas antii-ISIS e divulgada pelo Daily Mail, mostra que o Jihadista Jhon foi atacado há alguns quarteirões de um edifício identificado como Quartel General do ISIS!

Será que alguém poderia explicar o ataque de um drone contra um alvo específico quando podia-se talvez atingir parte do comando do ISIS? Até agora ninguém explicou.



Blog De Olho na Jihad - Foto do DailyMail via American Thinker.

terça-feira, 17 de março de 2015

A Islamofobia e a Marcha do Estado Islâmico



O que é uma fobia? De acordo com o dicionário, é um medo extremo ou irracional, ou uma aversão irracional a algo.

Não há mais semana sem que ocorra um ataque terrorista. Não há dia sem que a situação no Oriente Médio não piore levando o resto do planeta ao caos. Não há hora que passa sem que recebamos novas ameaças. Tudo isso cortesia do radicalismo islâmico.

Infelizmente, a única pessoa que poderia efetivamente combater este inimigo bárbaro, medieval e ignorante não se encontra. O presidente americano já está em ritmo de férias. Com apenas dois anos de governo à frente, a única coisa que o interessa é jogar golfe e consolidar sua agenda socialista. Sua preocupação é o aquecimento global e em por em prática sua tão sonhada redistribuição de renda. Para ele a mídia exagera o perigo dos terroristas. O clima é o de aulas depois das provas finais. Ninguém mais está interessado no que acontece na escola. E o inimigo sabe disto.

Após outro horrendo vídeo do Estado Islâmico vindo da Líbia em que 21 cristãos egípcios foram degolados por estes monstros, e face a uma forte resposta egípcia, Obama não teve outra alternativa mas se manifestar. Sempre o acadêmico, ele organizou uma conferência contra o “extremismo violento”.  Vejam, não extremismo islâmico, mas extremismo violento. Em seu discurso ele falou da necessidade de um esforço global para combater e atacar as causas que alimentam grupos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Sua conclusão foi dizer que o “extremismo violento” é gerado quando pessoas são oprimidas e direitos humanos são negados. A vice porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, explicou depois para a CNN o que o presidente quis dizer. O que os terroristas precisam é de empregos e nós cidadãos somos muito burros para entender esta nuance. Sério? Isto é de verdade o que o presidente da maior potência do mundo pensa?

Na semana passada foi a vez da capital da Dinamarca, Copenhagen, aonde um atirador invadiu um café aonde ocorria uma discussão sobre a liberdade de expressão. Uma pessoa morreu. Logo depois houve um tiroteio em frente à Grande Sinagoga da cidade aonde acontecia um bat mitzvah e um jovem judeu, Dan Uzan, que guardava a entrada, foi morto. Horas depois a polícia dinamarquesa matou o atirador, um dinamarquês, nascido na Dinamarca, de origem árabe, que recebeu todas as vantagens econômicas e culturais.

Este ataque foi surpreendentemente similar ao de Paris. Primeiro, um grupo de cartunistas discutindo a liberdade de expressão é alvejado e depois um local judaico. Em vez de um supermercado casher, uma sinagoga.

O conflito hoje com estes radicais islâmicos é verdadeiramente global. O teatro das duas primeiras guerras mundiais foi principalmente a Europa. Hoje, estamos em guerra contra uma força que ataca em qualquer lugar. Num mesmo mês ocorrem ataques na Austrália, França e Dinamarca. Células terroristas originárias da Bósnia são presas nos Estados Unidos. Numa mesma semana vemos avanços do Estado Islâmico no Iraque, Síria, Líbia, Yemen, Nigeria. 

Até agora os terroristas estão avançando e vencendo. Para eles, isso é um sinal de que Allah está com eles. E assim sendo, eles estão preparados para sustentar muitas casualidades e têm muita paciência.

Neste final de semana, um vídeo do grupo terrorista da Somália, Al-Shabab associado com a al-Qaeda, conclamou seus seguidores a perpetrarem ataques nos shopping centers da América, em particular no mega shopping em Minneapolis, o Mall of America. Os Estados Unidos abrigaram muitos refugiados da Somália que se congregam no estado de Minnesota, e recentemente muitos, com passaportes americanos, voltaram ao seu país para treinarem em Jihad. Este é o mesmo grupo que matou 67 pessoas num shopping em Nairobi no Kenia em 2013.

O Estado Islâmico, por seu lado, também publicou um novo vídeo mostrando soldados kurdos enjaulados, sendo carregados pelas ruas de uma das cidades que controlam. Com isso eles mostram sua superioridade, subjugando qualquer grupo, mesmo muçulmano sunita, que se oponha a eles.

Há um vácuo palpável na liderança americana. Há 40 anos, Henri Kissinger havia conseguido alienar a influência soviética sobre os países árabes alinhando o Egito, a Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico à América. Em seis anos de governo, Obama conseguiu destruir estes relacionamentos e distanciar seus aliados. Isto sem falar de Israel. E ao fazê-lo, colocou o mundo inteiro em perigo.

E não só perigo físico, mas nossa cultura e nossas liberdades estão passando por uma mudança radical. A ONU está prestes a aprovar a Resolução 16/18 proposta pela Organização da Conferencia Islâmica. Esta resolução limita a expressão dita “discriminatória” ou a blasfêmia quando ela incitar atos de violência. Em outras palavras, falar mal do cristianismo, judaísmo, budismo, e outras religiões é liberdade de expressão, pois não incita a atos de violência. Mas qualquer expressão contra o islamismo, Maomé ou a sharia, que possa gerar violência, será banido. Todos os membros da ONU deverão aprovar esta lei e transformá-la em lei interna. Isto é parte da estratégia islâmica para silenciar qualquer crítico de sua religião, do seu barbarismo e sua lei medieval.

Como disse, há um vácuo na liderança americana, que leva a uma falta de estratégia para combater estes terroristas islâmicos.

No vídeo do degolamento dos 21 egípcios, levado a cabo nas praias da Líbia, o líder do Estado Islâmico avisou que eles se encontram a poucas milhas de Roma e que tomarão o Vaticano e o resto da Europa. A Itália está muito preocupada, pois não só está diretamente do outro lado do Mediterrâneo  mas não conta com um exército expressivo para combater estes sanguinários. Sua pequena ilha de Lampedusa próxima da costa africana, recebe centenas de refugiados da África todos os dias. Não seria muito difícil incluir terroristas no meio destes grupos.

Na Conferência sobre o extremismo violento, Obama declarou que dizer que estamos em guerra com o islamismo é uma mentira feia. Mas ele não disse que era possível que o islamismo estivesse em guerra conosco. Um dos princípios fundamentais da religião islâmica é a divisão do mundo em dois: o Dar El Islam, o mundo islâmico e o Dar el Harb, o mundo contra o qual o Islão precisa fazer guerra e subjugar.

Para Obama o ataque ao supermercado casher em Paris foi aleatório, não contra judeus; a chacina dos 21 na Líbia foi uma execução de egípcios, não de cristãos. Ele nega que estes grupos que pregam uma versão literal do Corão alveje cristãos, judeus e todos os que não comunguem de sua visão do islamismo. Ele chega até a negar que estes terroristas tenham qualquer coisa a ver com o Islão! Esta visão esquizofrênica que impede uma estratégia vitoriosa e permite o avanço diário do Estado Islâmico nos deixa cada dia mais vulneráveis a outro 11 de setembro.

De volta à definição de fobia. Acho que nosso medo do Estado Islâmico não é infundado ou exagerado. O seu objetivo declarado é de nos matar a todos e estamos vendo provas de sua determinação. Declarar qualquer crítico desta barbárie um islamofobo é incorreto. Este medo não é uma fobia. É um temor presente e real.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Família de Obama é a principal arrecadadora de fundos para a instalação da Sharia no Quênia

Desde a ascensão de Barack Obama a presidência dos Estados Unidos, a família do presidente tem usado o nome de Obama para transformar o Quênia, país de maioria cristã, em uma nação muçulmana baseada na sharia.

Barki bin Ma’touk A’sas (direita para esquerda) Sayid Obama, Musa Ismail Obama

Walid Shoebat documentou tudo em um relatório, no qual demonstra a influência "Obamica" em favor da Sharia no país. O relatório traz ainda uma entrevista bombástica nunca vista no Ocidente.

Na entrevista dada a Al Jazeera, Musa Ismail Obama, primo do presidente Barack Obama, afirma que sua família e a família real da Arábia Saudita desenvolveram uma forte relação, em sua aldeia natal no Oeste do Quênia. Essa aliança tem por objetivo o apoio a expansão islâmica no Quênia.  No vídeo Musa explica a necessidade do proselitismo, com o apoio dos sauditas, para transformar o Quênia em uma nação do Islã.

O,  Shoebat, apontou que um artigo no Al-arab, jornal de língua árabe, reconheceu a importância do nome de Obama nos esforços de sua família no Quênia para a propagação do Islã no país. O Walid Shoebat observa ainda que o artigo descreve o presidente Obama como muçulmano e refere-se a "fé islâmica do presidente".

O vídeo está divido em três partes, clique aqui para vê-los


Barack Obama e a “Mama Sarah"
A rede da família Obama usa os fundos agariados também para enviar alunos para estudar na Arábia. Na entrevista de Musa a Al Jazeera ele afirma que a rede Sarah Obama Benevolent Fund, é tão eficiente que os alunos excedentes tiveram que ser desviados da Arábia Saudita para Doha no Qatar..

A Al Jazeera pergunta: Todas essas bolsas são para o estudo do Árabe e da Sharia?
Musa explicou: "Nem todos envolvem a Sharia, como os que vão estudar Medicina e Engenharia.

Em seguida a rede de TV árabe pergunta o que a maioria dos alunos enviados vão estudar, Musa, responde que a maioria é enviada para o estudo da Sharia " até porque todas as minhas conexões nas instituições (no Qatar) são com escolas de Sharia.

Fontes: Wnd via Creeping Sharia

Não deixem de ler: Aliança de Obama com a inscrição "Não há Deus exceto Allah"?

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aliança de Obama com a inscrição "Não há Deus exceto Allah"?

Por Jacques Nunes - Blog De Olho na Jihad 


Uma das polêmicas que giram em torno de Barack Obama, além de sua nacionalidade, é sua profissão velada do credo islâmico. E, fotos publicadas pela revista The New Yorker, trouxeram algumas questões interessantes para alimentar ainda mais essa fogueira.

Inscrição no anel de Obama
As fotos recém-publicadas, datadas de 1980, ou seja, antes do casamento com Michelle, mostram o jovem Obama no então Occidental College , usando o mesmo anel que hoje ostenta como sua aliança de casamento. Mas, até aí não há nada de extraordinário ou complicador no fato. No entanto,  uma minuciosa análise feita nas incrições contidas no anel trouxe à tona algo que para uns é surpreendente, e para outros não: Na aliança há à inscrição: "Não há Deus exceto Allah".

Isso mesmo, a aliança que Obama usa a mais de 30 anos está adornada com a primeira parte da declaração de fé islâmica, a Shahada.

A Shahada é o primeiro dos Cinco Pilares do Islã. A recitação sincera da Shahada é o único requisito para se tornar um muçulmano.


O WND publicou a análise feita pelo especialista egípcio, Mark A. Gabriel, que afirmou que sem dúvida a primeira parte da Shahada esta inscrito no anel. "Não há dúvidas de que, alguém usando a inscrição "Não há Deus exceto Allah", tem uma relação muito estreita com as crenças islâmicas", afirmou Gabriel que nasceu no Egito, cresceu imerso na cultura islâmica, memorizou o Alcorão com 12 anos de idade, e tornou-se mestre pela prestigiada universidade sunita, Al-Azha, do Cairo. Ele explica com mais detalhes o que há no anel.

Segundo Gabriel, a frase "Não há Deus exceto Allah", está escrito em duas seções, uma por cima da outra.

Na parte superior está grafado "Não há Deus", em letras árabes da direita para a esquerda: Lam, Alif, Alif, Lam, Ha.

Na parte inferior é "exceto Deus", escrito em letra árabes, da direita para esquerda: Alif, Lam, Alif, Alif, Lam, Lam, Ha.

Na parte inferior a palavra "Allah" está escrita parcialmente sobre a palavra "Não", observou Gabriel, autor de  “Islam and Terrorism” e “Journey Inside the Mind of an Islamic Terrorist.

A imagem abaixo mostra como as letra árabes estão incrustradas no anel:


Mark A. Gabriel destacou ainda que usar a Shahada em jóias é atestar que Allah está no controle de todas as circunstâncias: "Allah controla você, porque é único e um".

As fotos abaixo mostram Obama usando a aliança antes mesmo de sequer conhecer Michelle:



A foto ampliada:



Agora compare com essas:




Obama na livraria do Occidental College:


Ampliado:


Eis mais imagens ampliadas:





A importância da Shahada para os muçulmanos
  
"Definitivamente, não existe uma afirmação maior e mais importante do que "La ilaha illa Allah" (não há divindade que mereça ser adorada senão Allah)" "...Esta declaração é uma obrigação que se impõe ao descrente para que se torne um muçulmano e, na medida em que a pessoa que a pronuncia com toda a lealdade tem seus bens e vida protegidos neste mundo, também é uma obrigação para todo muçulmano que quiser entender o Din do Islam, para perceber seu significado, princípios, condições e seu lugar na vida.. ." (texto tirado de um site muçulmano).

Diante da importância da Shahada, como sendo o primeiro dos Cinco Pilares do Islã, que são a base da fé muçulmana, e do fato de Obama está com o anel há mais de 30 anos, fica claro que não é uma mera jóia, mas a demonstração de que ele possui uma importância sem igual. 

E qual é essa importância?

"Não há Deus exceto Allah"! Para os muçulmanos e para Barack Obama.

Fotos e informações contidas no WND

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Islamofobia? Um ocidente rendido

Por Jefferson Nóbrega

Um dos temas dominantes hoje, na 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi a "islamofobia", a palavra da moda. 

Criei uma notícia fictícia para mostrar-lhes o absurdo da situação da qual os países ocidentais são protagonistas, devido o politicamente correto. Imaginem à manchete abaixo: 

Na última sexta-feira, protestos violentos explodiram em todo o mundo cristão. Em Roma, uma embaixada dos Estados Unidos foi icendiada e quatro americanos morreram. Os protestos surgiram depois que um cineasta amador,produziu um filme, que, segundos os cristãos, é ofensivo aos seus valores. O filme de baixa qualidade, mostra Jesus Cristo em cenas polêmicas, curando leprosos, multiplicando pães, ressucitando mortos. Em uma das imagens consideradas mais ofensivas, Jesus aparece impedindo o apedrejamento de uma adúltera. "É repugnante, inflamável, e despresível", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a respeito do filme. O Papa Bento XVI alertou para a violência que pode surgir caso continuem ofendendo a imagem de Cristo. 

 Um completo devaneio, não é? Pois, é esse absurdo que está acontecendo na atualidade. O polêmico filme "Inocência dos Muçulmanos" é simplesmente baseado nos próprios textos sagrados islâmicos, portanto, onde está a islamofobia? Obama, condenou o vídeo classificando-o como islamofóbico, ora, o filme reproduz, por exemplo, o Hadith, Sahi Buchari , onde Maomé, após torturar cruelmente um homem e matá-lo, pega sua filha como escrava sexual. Como o vídeo é islamofóbico? Há islamofobia quando o filme reproduz a história de al-Tabari, VIII, onde o Profeta do Islã assassina uma idosa, amarrando-a à dois camelos e rasgando-a ao meio, por se atrever a desafiá-lo? Eu até compreendo a reação dos muçulmanos frente a película. O que é inaceitável é a reação do mundo ocidental em classificar o filme e as charges como as causas, a ponto de questionar o que tem de mais precioso que é sua liberdade de expressão, para não ofender o sentimento muçulmano. Mas, essa mesma cautela não existe quando trata-se de combater os valores cristãos. 

Agora voltemos a notícia fictícia do início do texto. Se aquele absurdo fosse real, e os cristãos estivessem incêndiando o mundo, sabe como seria os pronunciamentos da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas? Seria mais ou menos assim: 

Os Estados Unidos e os países membros da União Européia expulsaram as representações do Vaticano como resposta a um ataque de católicos contra a embaixada francesa no México. "Já passou da hora da humanidade livrar-se dessa religião retrógrada" declarou Richard Dawkins, convidado de honra da Assembleia. A presidente brasileira Dilma Roussef também condenou o vídeo e a violência cristã "o filme é provocativo, mas nada justifica a violência. Foi por essas e outras que assim que assumi o governo tirei o crucifixo do meu gabinete". Em defesa da liberdade de imprensa os principais jornais do mundo publicarão uma charge em que mostra Jesus Cristo e o Papa, nus. 

Duvidam que essa seria a reação? Estamos diante de um mundo ocidental dividido em três: Primeiro um bando de covarde que teme as turbas muçulmanas. Segundo os lacaios da ditadura esquerdista do politicamente correto. E por último, nós os "intolerantes","preconceituosos" e "islamofobicos" que insistimos em usar nossa liberdade de expressão e pensamento. Não aceitamos a ideia islâmica de que Maomé foi exemplo de vida, e de que Alá é grande, e temos todo o direito de dizer isso, podar essa liberdade é curva-se é submeter-se ao Islã extremista. É entregar a cabeça do ocidente à decapitação.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ACONTECEU O ÓBVIO!

Do site do Heitor de Paola

VEJAM AS IMAGENS ABAIXO: SÃO ALTAMENTE CIVILIZADOS SEGUIDORES DA "RELIGIÃO DA PAZ" VELANDO O EMBAIXADOR J. CHISTOPHER STEVENS



O QUE DECLAROU BARACK HUSSEIN?

Condeno os continuados esforços de indivíduos enganados para ferir os sentimentos religiosos dos Muçulmanos - como condenamos todos os esforços para ofender os crentes de todas as religiões

Só depois condenou os ataques e a morte de americanos!

O QUE DECLAROU MRS CLINTON?

Condeno os ataques nos mais fortes termos - mas os EUA deploram qualquer esforço intencional de denegrir as crenças religiosas dos outros. Não entendo como pessoas que nós ajudamos se voltarem contra nós.

O QUE DECLAROU MITT ROMNEY?

Considero uma desgraça que a primeira resposta da Administração Obama não foi de condenação ao ataque, mas expressar simpatia por aqueles que os cometeram.

No próximo dia 6 de novembro os Americanos terão a oportunidade de escolher entre um Kenyano Muçulmano e continuar vendo seus diplomatas morrerem nas mãos do seguidores da "Religião da Paz, oe um candidato americano que saberá como contê-los. Aos eleitores caberá esta escolha crucial!

A GRANDE MENTIRA 1:

Os ataques foram provocados pelo filme sobre a vida de Maomé. Não foram. Analistas de  inteligência capacitados já disseram que este tipo de ataque não pode ser improvisado, como as manifestações no Cairo. Foram muito bem planejados com tempo suficiente para saber que o Embaixador estaria em Benghazi e não em Trípoli, sede da Embaixada.

A GRANDE MENTIRA 2:

O Islam é uma religião da paz. Pergunto: quantos filmes foram feitos ultimamente denegrindo a imagem de Jesus Cristo? Desde convivendo com protitutas até mantendo relações homossexuais com seus Apóstolos? Quanto atos de barbárie foram cometidos, nestes casos, por Cristãos? Os Evangelhos ou o Corão pregam a paz? Qual distila ódio?

LEITURAS RECOMENDADAS SOBRE OS ATENTADOS:


domingo, 16 de setembro de 2012

A infância muçulmana de Obama

husseinofamerica
Obama continua sendo o candidato misterioso com uma autobiografia repleta de hiatos e até de falsificações.


Barack Obama
apareceu brandindo contra o seu rival republicano, patrocinando anúncios na televisão perguntando: "O que Mitt Romney está escondendo?" A alusão trata de questões relativamente secundárias como declarações de imposto de renda de anos anteriores de Romney, a data em que ele deixou de trabalhar para a Bain Capital e registros não públicos da sua prestação de serviços como dirigente das Olimpíadas de Salt Lake City e como governador de Massachusetts. Obama justificou suas exigências para que Romney libere mais informações sobre si mesmo, ao declarar em agosto de 2012 que "O povo americano crê que se você deseja ser presidente dos Estados Unidos, a sua vida seja um livro aberto quando se trata de questões como suas finanças". 

Esquerdistas como Paul Krugman do New York Times endossam entusiasticamente tal enfoque no currículo de Mitt Romney.

Se Obama e seus partidários querem colocar em foco a biografia, ótimo, este é um jogo que dois podem jogar. O moderado, conciliatório Romney já censurou a campanha para a reeleição de Obama como sendo "baseada em falsidade e desonestidade", a campanha publicitária televisiva foi mais longe, asseverando que Obama "não diz a verdade".

O foco na franqueza e honestidade provavelmente irá prejudicar muito mais Obama do que Romney. Obama continua sendo o candidato misterioso com uma autobiografia repleta de hiatos e até de falsificações. Por exemplo, para vender a autobiografia em 1991, Obama alegava falsamente que "que tinha nascido no Quênia." Mentiu sobre nunca ter sido membro e candidato do partido socialista New Party de Chicago nos anos de 1990 e, quando Stanley Kurtz apresentou evidências para constatar que ele era membro, Kurtz foi difamado e tratado com desdém pelos marqueteiros de Obama. A autobiografia de Obama de 1995, intitulada Dreams from My Father traduzido para o português como (A Origem dos Meus Sonhos), contém uma torrente de erros crassos e falsidades sobre seu avô por parte de mãe, seu pai, sua mãe, o casamento de seus pais, o pai do seu padrasto, seu amigo do ensino médio, sua namorada, Bill Ayers e Bernardine Dohrn e o Reverendo Jeremiah Wright. Como Victor Davis Hanson coloca, "se um autor inventa detalhes sobre a doença terminal da sua própria mãe e a busca pelo seguro, então ele provavelmente falsificará qualquer coisa".

Neste contexto mais amplo de falsidades sobre o seu passado surge a questão sobre a discussão de Obama sobre a sua fé, talvez a mais peculiar e afrontosa de todas as suas mentiras.

Contradições

Questionado sobre a religião da sua infância e adolescência, Obama apresenta respostas contraditórias. Refinando a questão, em março de 2004 responde, "Você sempre foi cristão"? "Eu fui criado mais pela minha mãe e a minha mãe era cristã". Mas em dezembro de 2007 ele decidiu, um tanto tardiamente, dar uma resposta direta: "Minha mãe era uma cristã do Kansas. … eu fui criado pela minha mãe. Portanto, sempre fui cristão". Entretanto em fevereiro de 2009, ele deu uma explicação completamente diferente:
Eu não fui criado em um lar mormente religioso. Eu tive um pai que nasceu muçulmano, mas se tornou ateu, avós metodistas e batistas não praticantes e uma mãe cética quanto às religiões organizadas. Eu não me tornei cristão até … mudar para a região sul de Chicago após a faculdade.
Aprimorando ainda mais a resposta em setembro de 2010, disse: "Eu abracei a fé cristã mais tarde na vida".
Onde está a verdade? Obama "sempre foi cristão" ou "se tornou cristão" após a faculdade? Contradizer-se em uma questão tão fundamental quanto a identidade, quando adicionada ao questionamento geral a cerca da exatidão da autobiografia, levanta perguntas sobre veracidade; será que alguém que estivesse falando a verdade diria coisas tão variadas e contrárias sobre si mesmo? Inconsistência é típico da invenção: quando se inventa uma história, é difícil manter-se fiel a ela. Parece que Obama está escondendo algo. Ele era um filho laico de pais sem religião? Ou será que ele sempre foi cristão? Ou muçulmano? Ou de fato, algo que ele mesmo criou – cristão/muçulmano?

Obama fornece algumas informações sobre a sua formação islâmica em dois livros, Dreams (A Origem dos Meus Sonhos) e The Audacity of Hope (A Audácia da Esperança) (2006). Em 2007, quando Hillary Clinton ainda era a predileta entre os candidatos democratas à presidência, vários jornalistas trouxeram à tona informações sobre o período de Obama na Indonésia. As declarações de Obama como presidente proporcionaram importantes insights em sua mentalidade. Entretanto, as principais biografias sobre Obama, sejam elas favoráveis (como as escritas por David Maraniss, David Mendell e David Remnick) ou hostis (como as escritas por Jack Cashill, Jerome R. Corsi, Dinish D'Souza, Aaron Klein, Edward Klein e Stanley Kurtz), dão pouca atenção a este tópico.

Vou considerar que ele nasceu e foi criado como muçulmano, apresentar provas provenientes dos últimos anos, levantar impressões a seu respeito como muçulmano e colocar o engodo em um contexto mais amplo da ficção autobiográfica de Obama.

"Nunca fui muçulmano"

Obama reconhece de imediato que seu avô paterno, Hussein Onyango Obama, converteu-se ao islamismo. A bem da verdade, Dreams (página 407) contém uma longa citação da sua avó paterna explicando os motivos do avô ter agido assim: Para ele os costumes do cristianismo pareciam "sentimentos tolos", "algo para consolar mulheres" e assim sendo, converteu-se ao islamismo, acreditando que "suas práticas adequavam-se mais intimamente com as suas convicções" (página 104). Obama disse de bom grado aos quatro ventos o seguinte: por exemplo, quando perguntado por um barbeiro (página 149), "você é muçulmano"? Ele respondia, "Meu avô era".

Obama apresenta seus pais e padrasto como não religiosos. Ele observa (em Audacity, páginas 2006, páginas. 204-05), que seu "pai foi criado como muçulmano" mas era um "ateu convicto" quando conheceu a mãe de Barack, que por sua vez "professava o secularismo". Seu padrasto, Lolo Soetoro, "como a maioria dos indonésios, foi criado como muçulmano", embora não praticante, sincrético que (Dreams, página 37) "praticava um ramo do islamismo que acomodava os remanescentes das crenças animistas mais antigas e hindus".

Quanto a si próprio, Obama reconhece numerosas conexões com o islamismo, mas nega ser muçulmano. "A única ligação que eu tive com o islamismo é que meu avô paterno veio daquele país", declarou ele em dezembro de 2007. "Mas nunca fui praticante do islamismo. … Por um tempo morei na Indonésia pelo fato da minha mãe estar lecionando lá. E é um país muçulmano. E eu frequentei a escola. Mas não pratiquei". Na mesma linha, ele disse o seguinte em fevereiro de 2008: "Nunca fui muçulmano" … a não ser pelo meu nome e pelo fato de ter morado em um populoso país muçulmano por 4 anos quando era criança, tenho pouquíssima ligação com a religião islâmica". Observe a declaração inequívoca: "Nunca fui muçulmano" Sob a manchete, "Barack Obama Não É Nem Nunca Foi Muçulmano," no primeiro site da Internet da campanha de Obama, portava uma declaração ainda mais enfática em novembro de 2007, anunciando que "Obama nunca rezou em uma mesquita. Ele nunca foi muçulmano, não foi criado como muçulmano e é um cristão devoto".

"Barry era muçulmano"

Porém, sobram provas sustentando que Obama nasceu e foi criado como muçulmano:

(1) O Islã é uma religião patriarcal: No Islã, o pai passa a sua fé para os filhos e, quando um muçulmano tem filhos com uma mulher não muçulmana, o islamismo considera os filhos muçulmanos. Como o avô e o pai de Obama eram muçulmanos – o tamanho da devoção não tendo nenhuma importância – significa que, aos olhos dos muçulmanos, Barack nasceu muçulmano.

(2) Nomes próprios baseados na raiz trilateral H-S-N: Todos os nomes como (Husayn ou Hussein, Hasan, Hassân, Hassanein, Ahsan e outros) são dados exclusivamente a bebês muçulmanos. (O mesmo acontece com nomes baseados na raiz H-M-D). O nome do meio de Obama, Hussein, proclama-o explicitamente um muçulmano de nascença.

(3) Matriculado como muçulmano no SD Katolik Santo Fransiskus Asisi: Obama foi matriculado em uma escola católica em Jacarta como "Barry Soetoro". Um documento ainda existente lista-o corretamente como nascido em Honolulu em 4 de agosto de 1961, além disso lista-o também como tendo nacionalidade indonésia e religião muçulmana.

(4) Matriculado como muçulmano na SD Besuki: Embora Besuki (também chamado de SDN 1 Menteng) ser uma escola pública, Obama curiosamente refere-se a ela em Audacity (página 154) como "escola muçulmana", frequentada por ele em Jacarta. Seus registros não existem mais, porém vários jornalistas (Haroon Siddiqui do Toronto Star, Paul Watson do Los Angeles Times, David Maraniss do Washington Post) confirmaram que também lá ele foi matriculado como muçulmano.

(5) Aulas de islamismo em Besuki: Obama cita (Audacity, página 154) que em Besuki, "o professor enviou uma carta a minha mãe dizendo que eu fiz caretas durante os estudos corânicos". Somente estudantes muçulmanos frequentavam as aulas semanais de duas horas para estudar o Alcorão, Watson relata:
dois de seus professores, a ex-vice-diretora Tine Hahiyari e o professor do terceiro grau, disseram que lembram claramente que também nesta escola, ele estava registrado como muçulmano, o que determinava as aulas que iria participar durante as lições semanais de religião. "Estudantes muçulmanos recebiam aulas de um professor muçulmano e estudantes cristãos recebiam aulas de um professor cristão", afirmou Effendi.
Andrew Higgins do Washington Post cita Rully Dasaad, ex-colega de classe, dizendo que Obama fazia farra na sala de aula e durante os estudos do Alcorão, era "ridicularizado devido a sua pronúncia engraçada". Maraniss descobriu que as aulas incluíam não apenas o estudo de "como rezar e como entender o Alcorão", mas também rezar na prática nos serviços comunitários às sextas-feiras nas dependências da escola.

(6) Comparecimento à mesquita: Maya Soetoro-Ng, a meia irmã mais nova de Obama, contou que seu pai (padrasto de Barack) comparecia à mesquita "quando acorriam grandes eventos comunitários", Barker constatou que "Obama às vezes acompanhava seu padrasto até a mesquita para as rezas de sexta-feira". Watson relata o seguinte:
Os amigos de infância dizem que às vezes Obama comparecia às rezas de sexta-feira na mesquita local. "Nós rezávamos, mas não com muita seriedade, apenas acompanhávamos o que os mais velhos faziam na mesquita. Segundo Zulfin Adi, que se descreve como um dos amigos de infância mais íntimos de Obama relata; como crianças, gostávamos de encontrar nossos amigos e ir à mesquita juntos e brincar". … Eventualmente, informa Adi, quando o muezin (aquele que chama os crentes às orações) soava a chamada à reza, Lolo e Barry iam juntos, a pé, até a mesquita improvisada. "Sua mãe ia frequentemente à igreja, mas Barry era muçulmano. Ele ia à mesquita", revela Adi.
(7) Vestimenta muçulmana: Sobre Obama, Adi recorda, "Lembro-me dele usando sarongue". Da mesma forma, Maraniss descobriu que não somente "seus colegas de classe se recordam de Barry usando sarongue", mas que a troca de correspondências indica que ele continuou a usar esta vestimenta nos Estados Unidos. Este fato acarreta implicações religiosas, visto que, na cultura indonésia, somente muçulmanos usam sarongues.

(8) Devoção: Obama afirma que na Indonésia, ele "não praticava o [islamismo]", uma asserção que involuntariamente reconhece sua identidade muçulmana implicando que ele era um muçulmano não praticante. Contudo, vários daqueles que o conheciam contradizem esta lembrança. Rony Amir retrata Obama como "muito devoto ao Islã no passado". Tine Hahiyary, ex-professora de Obama, citada no Kaltim Post, afirma que o futuro presidente participou de estudos religiosos islâmicos avançados: "Eu lembro que ele tinha estudado mengaji". No contexto do islamismo do sudeste asiático, mengaji Quran significa recitar o Alcorão em árabe, uma tarefa difícil denotando estudo avançado.

Em síntese, o histórico indica que Obama nasceu muçulmano tendo como pai um muçulmano não praticante, tendo vivido por quatro anos em um meio totalmente muçulmano sob a proteção do padrasto muçulmano indonésio. Por estas razões, aqueles que conheceram Obama na Indonésia consideravam-no muçulmano.

"Minha fé muçulmana"

Além disso, várias declarações feitas por Obama nos últimos anos apontam para a sua infância muçulmana.
(1) Robert Gibbs, diretor de comunicações da campanha da primeira corrida presidencial de Obama, assegurou em janeiro de 2007: "O Senador Obama nunca foi muçulmano, não foi criado como muçulmano e é um cristão devoto que frequenta a Igreja Unida de Cristo em Chicago". Mas recuou em março de 2007, garantindo que "Obama nunca foi um muçulmano praticante". Ao colocar em foco a prática quando criança, a campanha levanta uma questão que não faz a menor diferença para os muçulmanos (assim como para os judeus), já que não consideram a prática central a identidade religiosa. Gibbs acrescenta, de acordo com a paráfrase de Watson, "quando criança, Obama ficava no centro islâmico vizinho". Obviamente, "o centro islâmico vizinho" é um eufemismo de "mesquita", enquanto ficar lá aponta novamente Obama como sendo muçulmano.

(2) Ele pode ter feito caretas e farreado durante as aulas do Alcorão, mas Obama aprendeu a orar a salat nas aulas de religião; seu ex-professor em Besuki, Effendi, lembra que ele "se juntava aos outros alunos nas orações muçulmanas". Orar a salat por si só fez de Obama um muçulmano. Além do mais, ele orgulhosamente preserva o conhecimento das aulas de outrora: em março de 2007, Nicholas D. Kristof do New York Times, viu Obama "recordar o início da chamada árabe para a oração, recitando-a [para Kristof] com excelente pronúncia". Obama não recitou a salat propriamente dita e sim o adhan, a chamada para a reza (normalmente cantada dos minaretes). A segunda e a terceira linhas do adhan constituem a declaração da fé islâmica, a shahada, cuja mera elocução torna aquele que a pronuncia um muçulmano. O adhan completo na iteração sunita (pulando as repetições) é o seguinte:
Deus é o maior.
Testemunho de que não há outra divindade além de Deus.
Testemunho de que Maomé é o Mensageiro de Deus.
Vinde para a Oração.
Vinde para a salvação.
Deus é o maior.
Não há outra divindade além de Deus.
Aos olhos dos muçulmanos, recitar o adhan na classe em 1970 tornou Obama na mesma hora muçulmano – e recitá-lo para um jornalista em 2007 tornou-o novamente muçulmano.

(3) Em uma conversa com George Stephanopoulos em setembro de 2008, Obama falou da "minha fé muçulmana", mudando o que tinha acabado de dizer para "minha fé cristã" somente após Stephanopoulos interromper e corrigi-lo. Ninguém deixaria escapar "minha fé muçulmana" a menos que houvesse alguma base para tal engano.

(4) Ao discursar perante platéias muçulmanas, Obama usa especificamente frases muçulmanas que evocam sua identidade muçulmana. Ele discursou perante ambas as platéias no Cairo (em junho de 2009) e em Jacarta (em novembro de 2010) proferindo a saudação "as-salaamu alaykum", esta que ele, participando das aulas do Alcorão, sabe que é reservada para um muçulmano saudando outro muçulmano. No Cairo, ele também usou diversos termos empregados pelos devotos sinalizando aos muçulmanos ser ele um deles:
  • "o Sagrado Alcorão" (termo mencionado cinco vezes): uma tradução exata da referência árabe padrão dos livros sagrados, al-Qur'an al-Karim.
  • "o caminho certo": tradução de as-sirat al-mustaqim, do árabe, em que os muçulmanos pedem a Deus para que Ele os guie toda vez que estiverem orando.
  • "Conheci o islamismo em três continentes antes de vir à região onde ele foi revelado pela primeira vez": não muçulmanos não se referem ao Islã como revelado.
  • "a história de Isra, quando Moisés, Jesus e Maomé … oraram juntos": este conto corânico de uma jornada noturna estabelece a liderança de Maomé sobre as outras figuras sagradas, incluindo Jesus.
  • "Moisés, Jesus e Maomé, que a paz esteja com eles": tradução do árabe 'alayhim as-salam, que os muçulmanos devotos dizem após mencionar os nomes dos profetas mortos, menos Maomé. (Uma saudação diferente, sall Allahu ʿalayhi wa-sallam, "que a paz e as benções de Alá estejam com ele", segue adequadamente o nome de Maomé, mas esta frase é praticamente nunca dita em inglês).
Obama dizer "Que a paz esteja com eles" acarreta outras implicações além de ser meramente a formulação de uma frase islâmica nunca usada por cristãos e judeus que falam o idioma árabe. Primeiro, contradiz aquilo em que um cristão declarado acredita, por implicar que Jesus, bem como Moisés e Maomé estão mortos, a teologia cristã acredita que Ele tenha ressuscitado, esteja vivo e seja o Filho imortal de Deus. Segundo, incluir Maomé nesta benção implica reverenciá-lo, algo tão estranho quanto um judeu conversar sobre Jesus Cristo. Terceiro, um cristão iria com mais naturalidade buscar a paz vinda de Jesus do que desejar que a paz estivesse com ele.

(5) A descrição exagerada e incorreta de Obama do Islã nos Estados Unidos é típica de uma mentalidade islamista. Ele superestima drasticamente tanto o número quanto o papel dos muçulmanos nos Estados Unidos, ao anunciar em junho de 2009 que "se fosse contado o número de muçulmanos americanos, nós seríamos um dos maiores países muçulmanos do mundo". Altamente improvável: de acordo com uma listagem das populações muçulmanas, os Estados Unidos, com cerca de 2,5 milhões de muçulmanos, encontra-se na 47ª posição). Três dias depois, ele apareceu com uma estimativa inflada de "cerca de 7 milhões de muçulmanos americanos hoje em nosso país" e de modo bizarro anunciou que o "Islã sempre fez parte da história dos EUA. … desde nossa fundação, os muçulmanos americanos enriqueceram os Estados Unidos". Obama também anunciou um fato duvidoso em abril de 2009, que muitos americanos "têm muçulmanos em suas famílias ou moraram em algum país de maioria muçulmana". Ao realizar a disposição das comunidades religiosas nos Estados Unidos, Obama sempre oferece o primeiro lugar aos cristãos e o segundo lugar varia entre judeus e muçulmanos, sobretudo em seu discurso de posse em janeiro de 2009: "Os Estados Unidos é uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus e não crentes". Obama superestimou de forma tão exagerada o papel muçulmano na vida americana que indica uma mentalidade supremacista islâmica, específica de alguém vindo de uma formação muçulmana.

Levando tudo em conta, as declarações confirmam os sinais da infância de Obama de que ele nasceu e foi criado como muçulmano.

"Toda a minha família era muçulmana"

Várias pessoas que conhecem bem Obama o veem como muçulmano. O mais notável é que sua meia irmã, Maya Soetoro-Ng, declarou: "Toda a minha família era Muçulmana" Toda a família dela, obviamente inclui seu meio irmão Barack.

Em junho de 2006, Obama contou como, após uma longa evolução religiosa, "um dia finalmente consegui caminhar pelo corredor da Igreja da Trindade Unida na Rua 95 na região sul de Chicago e atestar a minha fé cristã" com uma chamada ao altar. Mas quando o seu pastor da Trindade Unida, Rev. Jeremiah Wright, foi questionado (por Edward Klein, The Amateur, página 40), "o senhor converteu Obama do islamismo para o catolicismo"? Se por ignorância ou discrição, Wright refinou a pergunta, respondendo enigmaticamente: "Difícil de se dizer". Observe que ele não rejeitou de imediato a ideia de que Obama tinha sido muçulmano.
George Hussein Onyango Obama, meio irmão de 30 anos de Barack, que encontrou-se com ele duas vezes, disse a um entrevistador em março de 2009 que "ele pode estar se comportando de maneira diferente devido a posição que ocupa, mas por dentro Barack Obama é muçulmano".

"O seu nome do meio é Hussein"

Os muçulmanos não são capazes de livrar-se da sensação de que, sob sua proclamada identidade cristã, Obama verdadeiramente é um deles.

Recep Tayyip Erdoğan, primeiro ministro da Turquia, referiu-se a Hussein como um nome "muçulmano". Conversas entre muçulmanos sobre Obama às vezes mencionam seu nome do meio como código, sem necessidade de comentários adicionais. Uma conversa em Beirute, citada no Christian Science Monitor, capta essa impressão. "Ele tem que ser bom para os árabes, já que ele é muçulmano", observou um merceeiro. "Ele não é muçulmano, ele é cristão" respondeu um cliente. Não, disse o merceeiro, "ele não pode ser cristão. O seu nome do meio é Hussein" O nome é a prova positiva.

A escritora muçulmana americana Asma Gull Hasan escreveu em "My Muslim President Obama",
Eu sei que o Presidente Obama não é muçulmano, mas mesmo assim estou inclinada a acreditar que ele é, como a maioria dos muçulmanos que conheço também acredita. Em uma pesquisa de opinião nada científica, abrangendo desde familiares até conhecidos, muitos de nós sentem … que temos em Barack Hussein Obama o primeiro presidente americano muçulmano. … desde o dia da eleição, eu tomei parte em muitas conversas com muçulmanos em que havia a aceitação imediata ou deixavam escapar entusiasticamente que Obama é muçulmano. Em comentários sobre o nosso novo presidente, "eu tenho que apoiar meu irmão e patrício muçulmano", escapava da minha boca antes que eu pudesse pensar duas vezes. "Então, eu sei que ele não é realmente muçulmano", acrescentava eu. Mas se eu estivesse conversando com um muçulmano, ele diria, "é sim".
A título de explicação, Hasan menciona o nome do meio de Obama. Ela conclui: "A maioria dos muçulmanos que eu conheço (inclusive eu) parece não aceitar que Obama não seja muçulmano".

Se os muçulmanos têm estas sensações, não é de se surpreender que o público americano também as tenha. Cinco pesquisas de opinião realizadas entre 2008 e 2009 pelo Pew Research Center for the People and the Press com a pergunta "Você sabe qual é a religião de Barack Obama"? constataram uma consistência de que 11 a 12 por cento de eleitores americanos declararam ser ele realmente muçulmano, sendo que as porcentagens bem maiores encontravam-se entre republicanos e evangélicos. O número subiu para 18 por cento em uma pesquisa do Pew em agosto de 2010. Uma pesquisa de opinião realizada em março de 2012 descobriu que a metade dos prováveis eleitores republicanos tanto no Alabama quanto no Mississippi considera Obama muçulmano. A pesquisa realizada pelo Pew de junho a julho de 2012 mostrou que 17 por cento dos entrevistados responderam que Obama é muçulmano e 31 por cento disseram que não sabiam qual era a sua religião e, apenas 49 por cento identificaram-no como cristão. Isso se traduz em uma divisão equilibrada entre os que acreditam que Obama é cristão e aqueles que não acreditam que ele seja cristão.
O fato de que aqueles que o veem como muçulmano praticamente na totalidade também desaprovam o seu desempenho em sua função, aponta para uma correlação em suas mentes entre a identidade muçulmana e a presidência fracassada. Que uma parcela substancial do público persista nesse modo de avaliação expõe o alicerce de relutância de pegar Obama pela palavra sobre ser cristão. O que por sua vez reflete a acepção amplamente difundida de que Obama não levou a sério sua biografia.

"Ele estava interessado no Islã"
  • Enquanto cursava na Indonésia, Obama participava de forma memorável das aulas corânicas; pouco conhecido, conforme recorda ele em março de 2004, era o "estudo da Bíblia e catecismo" na escola Asisi. Como estas aulas eram destinadas apenas aos crentes, participar de ambas estava errado. Vários ex-professores confirmam as lembranças de Obama. A seguir três deles falam a respeito:
  • A professora da primeira série de Obama na escola Asisi, Israella Dharmawan, relata a Watson do Los Angeles Times: "Naquela época, Barry também rezava como católico, mas Barry era muçulmano. … Ele foi matriculado como muçulmano porque seu pai, Lolo Soetoro, era muçulmano".
  • O professor da terceira série de Obama em Besuki, Effendi, relatou a Anne Barrowclough do Times (de Londres), que a escola tinha alunos de várias religiões e se lembrava como os alunos participavam das aulas de suas próprias religiões – menos Obama, que insistia em participar tanto das aulas da religião cristã quanto da islâmica. E participava de ambas mesmo contrariando a sua mãe cristã: "A mãe dele não gostava que ele estudasse o Islã, mesmo seu pai sendo muçulmano. Às vezes ela vinha à escola, ela estava zangada com o professor de religião e disse 'Por que você o ensina o Alcorão'? Mas ele continuava a frequentar as aulas porque estava interessado no Islã".
  • Um administrador em Besuki, Akhmad Solikhin, mostrou (a um jornal indonésio o Kaltim Post em janeiro de 2007, tradução fornecida por "Um Americano Expatriado no Sudeste da Ásia," aspas acrescidas para maior clareza) perplexidade quanto à religião de Obama: "Ele realmente foi matriculado como muçulmano, mas alega ser cristão".
Esta dupla religiosidade, com certeza, começou a ser discutida quando Obama se tornou uma figura internacional e quando a natureza da sua afiliação religiosa acarretou implicações políticas; ainda assim, o fato de três figuras do seu passado indonésio terem independentemente afirmado o mesmo é extraordinário e aponta para a complexidade do desenvolvimento pessoal de Barack Obama. Também levantam a fascinante e inconclusiva possibilidade que Obama, já na tenra idade entre seis e dez anos, procurou combinar as religiões materna e paterna em um todo sincrético pessoal, apresentando-se como cristão e como muçulmano. De forma sutil, é exatamente isso que ele ainda faz.

Descobrindo a verdade

Concluindo, as provas disponíveis indicam que Obama nasceu e foi criado como muçulmano e reteve uma identidade muçulmana até o final de seus 20 e tantos anos. Filho de uma linhagem de muçulmanos do sexo masculino, recebeu um nome muçulmano, foi matriculado como muçulmano em duas escolas na Indonésia, estudava o Alcorão nas aulas de religião, ainda recita a declaração da fé islâmica e discursa para as platéias muçulmanas como um patrício crente. Entre o pai muçulmano não praticante, padrasto muçulmano e quatro anos vivendo no meio muçulmano, ele era visto e se via como muçulmano.

Isso não quer dizer que ele era um muçulmano praticante ou que continua muçulmano hoje, muito menos islamista, nem que o seu histórico muçulmano influencia significativamente seu enfoque político (que é típico de um americano de esquerda). Nem que haja algum problema quanto a sua conversão do islamismo para o catolicismo. O problema é Obama ter especificamente e repetidamente mentido sobre a sua identidade muçulmana. Mais do que qualquer outro simples engodo, a forma que Obama trata seu próprio histórico religioso expõe sua fraqueza moral.

Dúvidas sobre a honestidade de Obama

E assim, elas permanecem desconhecidas do eleitorado americano. Veja o contraste desse caso com o de James Frey, autor de A Million Little Pieces. Tanto Frey quanto Obama escreveram memórias incorretas que Oprah Winfrey endossou e subiu para o primeiro ligar na lista de bestsellers não ficção. Quando os artifícios literários de Frey sobre o seu consumo de drogas e criminalidade se tornaram aparentes, Winfrey caiu em cima dele de forma cruel, uma biblioteca reclassificou seu livro como ficção e a editora ofereceu a devolução do dinheiro aos clientes que se sentiram ludibriados. Já as falsidades de Obama são alegremente desculpadas, Arnold Rampersad, professor de inglês da Universidade de Stanford, que leciona autobiografia, considerou Dreams uma obra admirável "repleta de truques inteligentes—invenções com o intuito de obter efeito literário—que fiquei agradavelmente surpreendido, porque não dizer estupefato. Mas não se engane, são simples truques que fazem parte do jogo e a partir desses truques supõe-se que a verdade surgirá". Gerald Early, professor de literatura inglesa e de estudos afro-americanos na Universidade de Washington em St. Louis, vai mais além: "Não importa se ele inventou coisas. … Não acho que seja importante se Barack Obama falou ou não a absoluta verdade em Dreams From My Father. O que importa é como ele quer conceber a sua vida".

Estranho que uma história do submundo sobre suas atividades sórdidas inspirem altos padrões morais e que a autobiografia do presidente dos Estados Unidos seja aprovada. Dick Ardiloso, abra espaço para Barry Fraudulento.

sábado, 14 de janeiro de 2012

A Irmandade Muçulmana e o Tratado de Paz Egito-Israel


O presidente americano Barack Obama é extremamente "ingênuo" sobre a expansão da Irmandade Muçulmana no Oriente Médio. Esta é a conclusão do Conselho de Segurança Nacional de Israel.

Em seu relatório o Conselho mostra preocupação com a vitória da Irmandade nas eleições do Egito e especialmente com as declarações de seus líderes. O segundo em comando Dr. Rashad Bayumi disse no domingo passado que a Irmandade nunca reconhecerá Israel e irá trabalhar para rever o tratado de paz. Ele disse ainda que nenhum membro da Irmandade terá qualquer contato ou relações com Israel. A Irmandade junto com o partido radical islamico al-Noor deverão controlar 60% do parlamento egípcio.

A ascenção das forças islâmicas jihadistas no Egito colocam os Estados Unidos e as potências ocidentais numa posição muito desconfortável. Os Estados Unidos são os garantidores do tratado de paz entre Israel e o Egito que tem como base o conceito de terra-por-paz. Em 1982 Israel deu o Sinai ao Egito e em troca recebeu um papel assinado que os egípcios não mais fariam a guerra. Agora que os jihadistas estarão no poder, o tratado será provavelmente revogado.

A pergunta é se isso de fato acontecer, será que os Estados Unidos irão exigir que o Egito devolva o Sinai para Israel? Isto parece absurdo mas se a administração Obama ou qualquer outra administração Americana não fizer esta exigência e a Europa não apoia-la, então todo o conceito de terra por paz será exposto como uma farsa, uma ficção.

Primeiro, este conceito propõe falsamente que o processo de paz é uma via de duas mãos. Um toma lá dá cá. Israel dá a terra, os árabes dão a paz. Mas a inevitável morte do acordo de paz com o Egito mostrará que ele é uma estrada de mão única. O que Israel entrega não tem retorno enquanto que as obrigações de paz dos árabes podem ser revogadas a qualquer tempo.

E aí temos as supostas inquebrantáveis garantias de segurança dadas pelos Estados Unidos e Europeus que acompanham a assinatura destes tratados. Todas as promessas feitas a Israel, que eles ficarão do lado do estado judeu quando ela se arrisca pela paz – serão expostas pelo que são: mentiras inúteis. Ninguém irá se levantar pelos direitos de Israel ou lembrar aos egípcios que devem honrar sua palavra.

E agora que a Irmandade Muçulmana foi democraticamente eleita no Egito e outros países do Oriente Médio, a mídia e representantes de governos ocidentais, ficam insistindo que estes movimentos anti-democráticos, anti-semitas e anti-Israel, de repente, depois de eleitos, se tornaram moderados e pragmáticos. Obama é um que está fazendo de tudo para mostrar favores à Irmandade Muçulmana.

O jornal National Review Online reportou no dia 31 de dezembro último que Obama teria recrutado o líder espiritual da Irmandade, Sheikh Yussuf Qaradawi para intermediar negociações secretas dos americanos com os Talibãs.

Este é o mesmo Qaradawi que voltou do exílio para destituir Hosni Mubarak e liderou os manifestantes na praça Tahrir chamando-os para invadir Jerusalem. Em 2009 ele conclamou os muçulmanos a completarem o objetivo de Hitler e erradicar o povo judeu.

Tanto a Irmandade Muçulmana quanto os salafistas se contentam em dizer em termos muito gerais o que a mídia ocidental e seus políticos querem ouvir: que eles irão manter o acordo de paz com Israel. Mas em árabe, eles consistentemente prometem ao seu povo a destruição de Israel e a abolição do tratado de paz.

Mas mesmo para o ocidente estes grupos começaram a dizer que irão rever o acordo, emendá-lo e impor novas condições. Hoje mesmo, o representante da Irmandade Muçulmana no Egito deixou claro que as declarações da Casa Branca sobre o acordo de paz não eram verdadeiras. Ele disse que o acordo com Israel não é "Santo" e "deve e será revisto". Assim, se novas e impossíveis condições não forem aceitas por Israel, a abolição do tratado estará justificada e a culpa será do estado judeu. Isto acontecerá na primeira oportunidade. Marquem estas palavras.

É possível mas pouco provável que os Estados Unidos cortem a ajuda ao Egito se anular o tratado de paz com Israel. Mas é meio impossível acreditar que os Estados Unidos, como garantidores do tratado, irão exigir que o Egito retorne o Sinai a Israel.

É importante manter esta infeliz situação em mente quando analisamos o que ocorre com as propostas de terra por paz entre Israel e a Autoridade Palestina. Esta semana, depois de meses de intensa pressão dos Estados Unidos e União Européia, negociadores palestinos e israelenses se encontraram na Jordania. Os palestinos submeteram sua proposta de fronteiras e segurança e os israelenses devem responder na semana que vem.

Há várias razões pelas quais estas novas negociações irão falhar. A razão mais importante é que mesmo se houver um acordo, ele não sobreviverá. Vamos assumir que Abbas deixe de lado o problema dos refugiados que ele prometeu trazer para dentro de Israel e aceite dar a paz em troca da Judeia, Samária e Jerusalem. Abbas não representa ninguém hoje. Seu mandato terminou há 3 anos e o Hamas ganhou as últimas eleições palestinas em 2006. O mesmo Hamas, que como a Irmandade Muçulmana, nunca escondeu que sua razão de ser é de destruir Israel. 

Nesta semana, Ismail Hanyeh, líder do Hamas, em sua visita ao Cairo disse que “a resistência islâmica do Hamas é por definição um movimento jihadista com origem na Irmandade Muçulmana, Palestina na superfície, Islâmica no seu fundo e seu objetivo é a liberação do Jordão ao Mediterrâneo”.

Com seus colegas tomando o poder do Cairo a Casabranca, é difícil de imaginar um cenário no qual a Fatah irá ganhar as eleições palestinas. E é por causa disso que Abbas tem tentado fazer um acordo de união com o Hamas. No melhor dos casos de uma paz com Abbas, Israel será obrigada a sair da Judéia, Samária e Jerusalém, expelindo meio milhão de israelenses de suas casas. O Hamas então tomará o poder e abolirá este tratado.

Se isto está tão claro, então qual é o objetivo do Quarteto, trabalhando tão duro neste momento tão instável para conseguir um acordo que eles sabem não será respeitado pelos palestinos? No caso de algumas das partes, como as Nações Unidas, o objetivo óbvio é o de enfraquecer Israel. 

Vejam só: apesar de Israel ter deixado 8 mil famílias judias sem-teto ao sair da Faixa de Gaza em 2005 e aturado mísseis, bombas e sequestros de soldados nestes últimos 6 anos e meio, num relatório em setembro, a ONU rotulou Israel como ocupador de Gaza. E de acordo com esta ficção, a organização, junto com os Estados Unidos e Europa, continuam a responsabilizar Israel pelo bem-estar da Faixa.

Imaginem: o Hamas nega que Gaza esteja sob a ocupação israelense mas a ONU não!

O Hamas, a Irmandade Muçulmana e a Fatah sabem que podem falar a verdade sobre seu comprometimento com a destruição de Israel sem qualquer repercussão. Eles sabem que o ocidente não irá ouvi-los. Não haverá qualquer preço a ser pago por sua duplicidade. Ao contrário eles sabem que serão premiados por ela.

Há 19 anos, desde a inauguração deste conceito de terra por paz, que os palestinos mostram sua má-fé. As entregas de terra por Israel foram consistentemente pagas com um aumento de terrorismo. Desde 1996, as forças de segurança palestinas têm sido treinadas pela América e Europa apesar de terem voltado suas armas para matar israelenses, de suas contínuas ameaças de destruição de Israel e seu envolvimento com o terrorismo. E com isso tudo, a América e a Europa continuam a treinar os palestinos e a exigir que Israel ceda mais território.

Em nenhum momento ouvimos que a América ou a Europa consideraram acabar com seu apoio aos palestinos ou tentar outra coisa que não esta ficção de terra por paz.

Para entender como isto é tudo uma idiotice basta ver o que aconteceu no Cairo esta semana. Ou o que não aconteceu. Não ouvimos uma só voz em todo o Egito ou no ocidente exigindo o respeito ao tratado de paz com Israel.

Chegou a hora de admitirmos a verdade. Terra por Paz é uma roleta russa e Israel é a única que está jogando. 


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