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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Botando os pingos nos Is: O ataque no Quênia foi de muçulmanos contra não-muçulmanos

O que a mídia não divulgou no ataque terrorista no Quênia é que os assassinos separavam os não-muçulmanos dos muçulmanos e depois os matavam. O critério era simples: Para viver era preciso recitar uma oração muçulmana. Daniel Greenfield nos fala sobre o caso:

Durante o ataque, o Al Shabab divulgou em seu twitter uma citação do Corão: “Ó Senhor nosso, infunde-nos constância, firma os nossos passos e concede-nos a vitória sobre o povo incrédulo”! (Corão 2:250).

Entre esses “incrédulos”, ou seja, não-muçulmanos, estavam inclusive crianças.

Um dos sobreviventes relatou: “Eu não entendo por que você iria atirar em uma criança de cinco anos de idade?”. Fácil de entender, os de cinco anos não eram muçulmanos.

Momentos como esse colocam o Choque de Civilizações em um contexto sangrento. Não se trata de política abstrata. Não é sobre economia, meio ambiente ou a política externa. Trata-se de uma visão de mundo em que uma criança de cinco anos de idade que não pode recitar uma confissão de fé islâmica merece ser morta.

O crime é não ser muçulmano.

Ou como o Al Shabab colocou no Twitter: “Só kafir foram alvos nesse ataque. Todos os muçulmanos de #Westgate fora escoltados pelos mujahideen antes de iniciar o ataque”.

Excerto do artigo In the Name of Islam de Daniel Greenfield no Frontpage Magazine

Não adianta a mídia tentar manipular, o massacre foi em nome do Islã apoiado nos ensinamentos do Corão, palavra de Alá, O misericordioso. Misericordioso com os muçulmanos, pois para nós “infiéis” resta apenas o massacre.

Sim, o ataque terrorista no Quênia foi em nome do Islã!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Fim de semana sangrento para os cristãos

Esse fim de semana foi sangrento para os cristãos que convivem com a "religião da paz". No Quênia os terroristas de Alá do Al-Shabab invadiram um shopping para matar cristãos e no Paquistão um duplo atentado contra uma Igreja já deixou mais de 80 mortos.

Seguiram o exemplo do assassino chamado Maomé! Vejam as notícias:

Lembrando que como já mostramos tem muçulmano brasileiro que é fã do Al-Shabab, clique aqui

Quênia

Segundo a Cruz Vermelha local, 68 pessoas morreram, entre elas várias crianças. Há cerca de 175 feridos que foram levado aos hospitais da cidade. Testemunhas relatam que homens entraram com os rostos cobertos e usando coletes à prova de bala empunhavam rifles AK-47, além de granadas.

Relatos de sobreviventes dizem que eles jogaram uma granada e todos começaram a correr. Muitos se jogaram ao chão. No início, gritavam para os muçulmanos saírem dali, pois não eram os alvos. Depois de alguns minutos, começaram a atirar. O shopping Westgate é conhecido por ser frequentado por quenianos de classe alta e estrangeiros. O prédio estava cheio durante o atentado.

Foi confirmada a morte de três britânicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um médico peruano que trabalha no Unicef, um ganês e um sobrinho do presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta.

Usando sua conta no Twitter, a Al Shabab explicou que seus militantes escoltaram os muçulmanos para fora do prédio antes de começar o massacre. O Departamento de Estado dos EUA anunciou que “vários americanos” foram feridos, mas nenhum morreu.

A BBC informa que algumas pessoas ficaram até 40 minutos escondidas em lojas e nos banheiros até conseguirem escapar. Agências de notícias afirmam que ainda há reféns em poder do grupo. O chefe de polícia Benson Kibue explica que um grupo de 15 soldados de turbante negro foram responsáveis pelas mortes. Após 30 horas, as forças do exército tomaram conta da maior parte do prédio. O ministro do Interior, Joseph Ole Lenku, relatou que alguns dos atiradores “muito provavelmente” morreram durante a ação. Dentr os 30 reféns, apenas 10 ainda estão nas mãos dos terroristas.

Paquistão O número de mortos no duplo atentado suicida perpetrado em frente a uma igreja, no final da missa, no domingo, na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão, aumentou para 81. Talibãs reivindicaram autoria, para vingar os ataques de "drones".

O médico Arshad Javed, do hospital Lady Reading, o principal hospital público da cidade, disse à agência AFP, esta segunda-feira de madrugada, que o número de mortos subiu para 81, entre os quais se incluem 37 mulheres.

Do ataque contra a igreja de Todos os Santos de Peshawar, a principal cidade da província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwadu, no noroeste do país, resultaram também 131 feridos, de acordo com os dados facultados pelo mesmo responsável.

"Há inúmeros feridos que ainda se encontram em estado crítico", afirmou Afsad Khan, da polícia local, em declarações à agência Efe, indicando que "a situação na cidade é normal, não estando prevista qualquer medida especial de segurança" na sequência do ataque.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Família de Obama é a principal arrecadadora de fundos para a instalação da Sharia no Quênia

Desde a ascensão de Barack Obama a presidência dos Estados Unidos, a família do presidente tem usado o nome de Obama para transformar o Quênia, país de maioria cristã, em uma nação muçulmana baseada na sharia.

Barki bin Ma’touk A’sas (direita para esquerda) Sayid Obama, Musa Ismail Obama

Walid Shoebat documentou tudo em um relatório, no qual demonstra a influência "Obamica" em favor da Sharia no país. O relatório traz ainda uma entrevista bombástica nunca vista no Ocidente.

Na entrevista dada a Al Jazeera, Musa Ismail Obama, primo do presidente Barack Obama, afirma que sua família e a família real da Arábia Saudita desenvolveram uma forte relação, em sua aldeia natal no Oeste do Quênia. Essa aliança tem por objetivo o apoio a expansão islâmica no Quênia.  No vídeo Musa explica a necessidade do proselitismo, com o apoio dos sauditas, para transformar o Quênia em uma nação do Islã.

O,  Shoebat, apontou que um artigo no Al-arab, jornal de língua árabe, reconheceu a importância do nome de Obama nos esforços de sua família no Quênia para a propagação do Islã no país. O Walid Shoebat observa ainda que o artigo descreve o presidente Obama como muçulmano e refere-se a "fé islâmica do presidente".

O vídeo está divido em três partes, clique aqui para vê-los


Barack Obama e a “Mama Sarah"
A rede da família Obama usa os fundos agariados também para enviar alunos para estudar na Arábia. Na entrevista de Musa a Al Jazeera ele afirma que a rede Sarah Obama Benevolent Fund, é tão eficiente que os alunos excedentes tiveram que ser desviados da Arábia Saudita para Doha no Qatar..

A Al Jazeera pergunta: Todas essas bolsas são para o estudo do Árabe e da Sharia?
Musa explicou: "Nem todos envolvem a Sharia, como os que vão estudar Medicina e Engenharia.

Em seguida a rede de TV árabe pergunta o que a maioria dos alunos enviados vão estudar, Musa, responde que a maioria é enviada para o estudo da Sharia " até porque todas as minhas conexões nas instituições (no Qatar) são com escolas de Sharia.

Fontes: Wnd via Creeping Sharia

Não deixem de ler: Aliança de Obama com a inscrição "Não há Deus exceto Allah"?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Radicais da Somália exploram famintos em fuga para o Quênia

 
Dez anos após o 11 de Setembro, a guerra ao terror não dá sinais de perder força, pelo menos no Chifre da África. O grupo extremista Al-Shabaab, financiado pela Al-Qaeda, deixou o centro de Mogadíscio nas últimas semanas, mas grande parte da Somália segue na mão de extremistas. Enquanto milícias infiltram extremistas até mesmo em campos de refugiados controlados pela ONU, governos tentam evitar um conflito regional.
 
O Estado visitou o sul da Somália, nova fronteira da batalha entre a Al-Shabaab e o governo central, financiado por EUA e Europa. As zonas de controle são definidas e redefinidas a cada dia, dependendo do avanço da milícia. 
 
O governo somali foi derrubado em 1991, mas milícias da oposição não conseguiram chegar a um acordo sobre a nova administração. Em 2006, desembarcou no conflito a Al-Shabaab, que rapidamente se transformou na maior ameaça ao governo.

O sinal mais preocupante de que o grupo continua operando aparece no maior campo de refugiados do mundo, em Dadaab, no Quênia. No mês passado, três homens vestidos com burcas entraram no principal mercado local e abriram fogo contra um líder religioso. Informações obtidas pela ONU indicaram que o líder era ameaçado pela Al-Shabaab por se negar a colaborar no recrutamento de jovens para a milícia.

O governo queniano alerta que o campo de refugiados, com 440 mil pessoas, transformou-se no novo palco da batalha entre os extremistas e aliados do governo. ONGs acusam o Quênia de usar a desculpa para fechar sua fronteira para refugiados. Mas, em Dadaab, não é segredo para ninguém que os extremistas estão infiltrados.

Elizabeth Macabo, uma das funcionárias da ONU que trabalha no registro de refugiados, diz ouvir um número cada vez maior de "histórias confusas" de homens que chegam ao local. Sinal de que não seriam exatamente refugiados, mas milícias que se passam por famintos para entrar no acampamento.
Em levantamento, a Anistia Internacional confirmou, há poucos meses, a existência de infiltrados. Em outro estudo, Human Rights Watch também diz que o governo queniano recrutou jovens do acampamento para lutar em milícias, dessa vez contra a Al-Shabaab.

Abdi, um garoto de 11 anos, contou ao Estado que sua mãe o impediu de ir a escolas montadas no campo para ensinar o Alcorão, temendo ser induzido a lutar. "Ela tem medo que eu volte para a Somália", contou Abdi, que nasceu no campo de refugiados.

A inteligência queniana repassou para a ONU, há dois meses, informações de que um possível atentado no campo estaria sendo planejado pelos extremistas. As informações chegaram a identificar até mesmo a maneira pela qual o atentado ocorreria - um burro levaria uma bomba para o meio das barracas.

Outra arma explosiva tem sido a ajuda internacional para o combate à fome. Nos últimos dois anos, o comando da Al-Shabaab negou acesso da ONU e de ONGs à população faminta, alegando que a declaração da crise de fome seria uma forma de a comunidade internacional justificar a intervenção no país.
Segundo a Anistia Internacional, os militantes diziam aos fazendeiros que eles deveriam depender só de Alá, e não da ONU e de "outros infiéis". No caso da ajuda americana contra a fome no Chifre da África, a maior entre os doadores, menos de 25% vai para a Somália por causa da presença de extremistas.

Segundo observadores internacionais, a fome enfraqueceu o apoio aos extremistas. "Os comandantes mais jovens da Al-Shabaab arruinaram a relação com várias camadas da sociedade ao exigir, em plena seca, dois camelos ou um dos filhos da família por cada garoto que se recusa a servir na milícia", disse ao Estado o porta-voz das tropas da União Africana, Paddy Ankunda. Segundo ele, houve um racha no grupo. Uma parte, liderada por Mukta Robo, alega que os militantes deveriam permitir acesso da ONU a cidades afetadas. Já Ahmed Godane, líder da milícia no sul, rejeitou.

A nova realidade abalou a relação da região com a Eritreia. O presidente eritreu Isaias Afewerki é acusado de financiar a Al-Shabaab. Em Uganda, o governo colocou como prioridade a derrota dos extremistas na Somália. Kampala quer uma revanche depois que o grupo extremista matou mais de 70 pessoas em dois atentados na capital ugandense em 2010.

No sul da Somália, onde o Estado esteve, as milícias da Al-Shabaab controlam grande parte da área, com bolsões nas mãos do governo, como a cidade de Dhobley. O extremistas também dominam portos, aeroportos, estradas e um sistema de cobrança de impostos de agricultores e donos de lojas que permite a coleta de até US$ 100 milhões por ano.

Para um dos líderes da comunidade somali em Uganda, Abdullahi Hajji Ahmed, o governo central só terá sucesso em sua luta quando montar uma estratégia para enfraquecer a base de recrutamento do grupo, que em árabe significa "A Juventude". A justificativa para a guerra seria expulsar milícias que atuam em nome do Ocidente. "Para isso será necessário mostrar benefícios sociais para essas famílias, mas isso será difícil diante da atual crise", completou.
ENVIADO ESPECIAL A DHOBLEY, SOMÁLIA
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sábado, 18 de junho de 2011

Polícia do Quênia procura Imã acusado de estuprar a filha de 3 anos


Conforme informa o site allAfrica, a polícia da cidade de Mombasa no Quênia, está à procura de um Imã acusado de estuprar sua filha de 3 anos. Ele fugiu após cometer o crime e as autoridades ainda não tem informações de onde possa estar escondido.

Os médicos confirmaram que a menina foi abusada sexualmente.

O presidente do Conselho Muçulmano do Quênia, Mudhar Kithamy, disse que eles estão preocupados com os alarmantes casos de estupros que têm ocorrido dentro das mesquitas do país.

Blog De Olho na Jihad com informações do allAfrica.com.    


Para entender porque um Imã cometeria um abuso desses leia: Fatwa: É permitido manter relações sexuais com uma menina que ainda não alcançou a puberdade

Vocês não podem deixar de ler:


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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Somália anuncia morte de principal líder da Al Qaeda na África


MOGADÍSCIO (Reuters) - A polícia somali anunciou neste sábado ter matado na capital do país o líder da Al Qaeda mais procurado na África, Fazul Abdullah Mohammed, numa operação na terça-feira.
 
Mohammed era considerado o chefe da Al Qaeda no leste da África, atuava na Somália e escapou à captura por mais de uma década, depois de ser acusado de ter tido papel de destaque nos atentados contra as embaixadas dos Estados Unidos em Nairóbi, no Quênia, e em Dar es Salaam, na Tanzânia, em 1998, nos quais foram mortas 240 pessoas.
 
A polícia disse ter atirado contra Mohammed em um posto de controle em Mogadíscio, depois de uma troca de tiros à meia-noite de terça-feira. Acredita-se que Mohammed estivesse escondido no caótico país na maior parte dos últimos dez anos. Também conhecido como Harun e pelo menos outros 18 nomes falsos, ele era um especialista em computação e talentoso com idiomas.
 
O governo dos EUA afirma que vários membros da Al Qaeda envolvidos nos atentados às embaixadas procuraram refúgio no sul da Somália, a parte mais violenta do país. A Somália está sem um governo central eficaz desde a derrubada do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.
 
"Temos confirmado que ele foi morto pela nossa polícia em um posto de controle nesta semana", disse à Reuters Halima Aden, da força de segurança nacional.
 
"Ele tinha um passaporte falso da África do Sul e, é claro, outros documentos. Após investigação, nós confirmamos que era ele."
 
Os Estados Unidos ofereciam recompensa de 5 milhões de dólares por informações que levassem à captura dele.
 
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse a jornalistas: "A morte de Harun Fazul é um golpe significativo para a Al Qaeda, seus aliados extremistas e suas operações no leste da África."
 
"É um fim justo para um terrorista que trouxe tanta morte e dor para tantos inocentes em Nairóbi, Dar es Salaam e outros lugares - tanzanianos, quenianos, somalis e nossos funcionários nas embaixadas", disse ela durante uma visita a Dar es Salaam, na Tanzânia.
 
Autoridades dos EUA dizem que Mohammed, que estaria na casa dos 35 anos, também planejou um ataque contra um hotel de propriedade israelense na costa do Quênia, em novembro de 2002, no qual morreram 15 pessoas.
 
CAMINHO ERRADO
 
Às vezes, segundo fontes somalis, Mohammed se escondia entre comunidades minoritárias, racialmente mistas, que ocupam vilarejos ao longo da costa entre Mogadíscio e a fronteira do Quênia, onde seu tipo físico, de comorense, se assemelhava ao dos povos miscigenados Benadir e Bajun, que têm ancestrais somalis, árabes, persas, portugueses e malaios.
 
Essas informações combinam com o conhecido método de Mohammed de se "se esconder à vista de todos". Passando-se por um pregador islâmico itinerante, ele se estabeleceu em 2002 no vilarejo queniano de Siyu, costeiro e isolado, perto do sul da Somália, sem ser notado durante meses antes do atentado contra o hotel.
 
Logo depois, se embrenhou pelo sul da Somália. Moradores dizem que todas as manhãs ele fazia exercícios em uma praia perto de Gendershe, antes de partir para morar ao sul de Mogadiscío.
 
Nos últimos anos acredita-se que ele estava sob proteção de combatentes do movimento islâmico Al Shabaab no interior.
 
Segundo a polícia somali, na terça-feira Mohammed talvez pretendesse pegar uma estrada que conduz a uma base do Al Shabaab, mas errou o caminho e parou no posto de controle -- o mais ao sul sob controle do governo, antes da entrada no território dominado pelo grupo -- pensando que era do Al Shabaab.
Quando percebeu que estava no lugar errado, abriu fogo contra a polícia, que respondeu.
 
"Nós tínhamos suas fotos e, portanto, comparamos com o seu rosto. Ele levava milhares de dólares, um laptot e uma metralhadora AK-47 modificada", disse o policial.
 
(Reportagem adicional e redação de James Macharia em Nairóbi; Mark Hosenball e William Maclean em Londres) 

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domingo, 13 de março de 2011

Extremistas islâmicos pedem revolução islâmica na Etiópia e no Quênia

O grupo terrorista islâmico Al-Shabaab, da Somália, já está se infiltrando no Quênia e Etiópia. Tropas etiópias cruzaram a fronteira para lutar contra os extremistas islâmicos. Os quenianos também se uniram à luta ao reprimir os terroristas somalis dentro de seu próprio país. O conselheiro da ONU Mustapha Ali disse que toda a região do Chifre da África poderia ser ameaçada se a crise atual na Somália não for resolvida rapidamente.

Um oficial líder do Al-Shabaab fez uma chamada em um encontro na terça-feira da última semana clamando a todos os muçulmanos tanto no Quênia como na Etiópia para insurgirem contra seus governos. O cheque Mahad Omar Abdikarim disse que os muçulmanos "oprimidos" do Quênia e Etiópia precisam se "liberar" da dominação cristã.


Fonte: The Trumpet

De acordo com o censo nacional da Etiópia de 2007, 33,9% da população é muçulmana, contra 62,8% de cristãos. No Quênia, de acordo com o CIA World Factbook de 2009, 45% da população é protestante, 33% católicos, e 10% são muçulmanos e pagãos. 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Policial morre em explosão de bomba em Nairóbi

Um policial morreu, outro ficou ferido e dois transeuntes levemente afetados na explosão nesta sexta-feira de uma bomba no carro em que se deslocavam pelo bairro de Eastleigh de Nairóbi, capital do Quênia, onde a maioria da população é somali, informaram à agência EFE moradores do local.

Uma destas fontes, que pediu para não ser identificada, informou que a explosão aconteceu por volta das 8h (hora local, 3h de Brasília) e que dois transeuntes que passavam pelo local sofreram também lesões leves.
Segundo o comandante da Polícia queniana, Kinuthia Mbugua, citado pelo jornal local Daily Nation, o veículo, uma caminhonete policial branca, estava no meio de um engarrafamento quando "alguém lançou o que parecia uma granada dentro do carro".

"Informaram-me que um policial morreu no hospital. O outro foi atendido e pode falar", acrescentou Mbugua, que não explicou a gravidade de seus ferimentos.

A polícia deteve várias vezes suspeitos de pertencer ao grupo somali radical islâmico Al Shabab, vinculado à Al-Qaeda, neste bairro, conhecido como "pequena Mogadíscio", pelo número de imigrantes somalis que vivem nele.

Após uma dessas batidas, em janeiro, o líder de Al Shabab, Sheikh Ahmed Godane, divulgou uma mensagem através da internet na qual pediu a seus seguidores para realizar atentados em Nairóbi.

Al Shabab pretende derrubar o Governo Transitório de Mogadíscio e estabelecer no Chifre da África um estado radical muçulmano de cunho wahhabista e, além de ataques e atentados na Somália, também assumiu os dois atentados suicidas com explosivos do dia 11 de julho que causaram pelo menos 76 mortos em Campala.

Fonte: Portal Terra

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quênia detém suspeitos de extremismo perto da Somália

AE - Agência Estado - Um oficial da polícia do Quênia disse que as forças de segurança detiveram seis adolescentes quenianos e um homem nigeriano, que viajavam com passaportes britânicos e supostamente tentavam chegar à Somália, onde se juntariam à rede fundamentalista Al-Shabab.

O chefe da polícia da Província Costeira, Leo Nyongesa, disse que o grupo foi detido no último domingo, na ilha de Kizingitini, perto da Somália, depois que um informante disse que os sete foram recrutados pela Al-Shabab. A Al-Shabab é o maior grupo extremista islâmico da Somália.

A organização reivindicou responsabilidade por um ataque a bomba em Uganda, o qual matou 76 pessoas em julho deste ano. O grupo tem conseguido recrutar com eficiência vários somalo-americanos que vivem nos Estados Unidos. A Somália é considerada um "Estado falido" sem governo efetivo desde 1991. As informações são da Associated Press.


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