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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Agência confirma que um membro do Estado Islâmico afirmou, por meio do Twitter, que Brasil é próximo alvo para um ataque



"Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse País de merda”. A ameaça foi postada em novembro de 2015, em um perfil do Twitter que tinha como dono Maxime Hauchard, 22 anos. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, nesta quarta-feira (13), que o perfil realmente pertence ao terrorista francês que aparece em vídeos do Estado Islâmico decapitando sírios.


A mensagem foi postada uma semana após os atentados coordenados na França, que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos. A conta na rede social do terrorista já foi suspensa. “Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil”, afirmou o diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança que está sendo realizada no Rio de Janeiro.
“Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que estar no grupo “é como estar no Éden”, descreveu o diretor a uma plateia de especialistas em segurança.
egundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.
“Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamado ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse Sallaberry.
Lobos Solitários
Os ataques dos chamados ‘lobos solitários’, pessoas que praticam ataques sozinhas, são a maior preocupação da agência para a Olimpíada no Rio de Janeiro. Dez delegações, entre elas dos Estados Unidos e Canadá, são classificadas pela agência com nível “muito alto” para ataques. O nível de ameaça da delegação brasileira é alto.
O monitoramento das redes sociais é uma das atividades da Abin para combater o terrorismo. Por razões de segurança, Sallaberry não divulga o número de pessoas que se dizem autoproclamadas e que são monitoradas. 
Cursos para auxiliar na identificação de terroristas
Para melhor ilustrar seu discurso na Feira Internacional de Segurança, o diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência, Luiz Alberto Sallaberry, apresentou bandeiras do Brasil onde, em árabe, está escrito “Deus acima de tudo”, com símbolos do Estado Islâmico, postadas por pessoas monitoradas.
“Posso dizer que são de origem salafista sunita, comunidade que está ligada ao Estado Islâmico. Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, afirmou o diretor da agência.
Para evitar possíveis ataques, a Abin intensificou cursos com setores de hotelaria, taxistas e outras pessoas para que elas possam identificar possíveis alvos terroristas em território nacional. Além disso, faz constante intercâmbio com forças estrangeiras e internas. “O sucesso contra o terrorismo só é possível com cooperação. O terrorista é a ameaça sem rosto. Pode ser qualquer um”, afirmou em seu discurso.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Sociedade Islâmica do Maranhão o instrumento de propaganda jihadista no Brasil

Quantos nos acusaram de lutar contra moinhos de ventos? Mesmo com as evidência que já postamos a rodo na categoria De Olho no Brasil, temos sido apontados como alarmistas. Pois bem, podemos pecar por alarmismo, mas não seremos acusados de omissão.

Há um site, o Sociedade Islâmica do Maranhão, que de vez em quando chamava atenção por seu discurso "radical" (aspas, pois o que o ocidente chama de radical chamamos de puro Islã). Esse site tinha a política de divulgar a doutrina islâmica e de vez em quando postar algo relacionado ao jihad, foi nele que apareceu a ideia do Partido Islâmico Brasileiro e surgiu a Resistência Islâmica do Brasil, denunciamos várias coisas, como a reprodução de comunicados da Al-Qaeda, sua simpatia pelo Al-Shabab ou a transformação da bandeira brasileira em um pendão jihadista.  Ou seja, é um velho conhecido apoiador do Jihad, no entanto, isso era feito de uma maneira até velada, esses artigos eram incluídos no meio de gigantescos posts sobre doutrina islâmica e só chamava atenção de quem procurava por isso. Mas, agora, a Sociedade Islâmica do Maranhão se revelou de vez e se tornou um site de propaganda do Estado Islâmico no Brasil.

Quem é a Sociedade Islâmica do Maranhão e seu responsável? Bem essa investigação já foi feita minuciosamente pelo Rafik, portanto deixo o link aqui: http://rafik-rafikresponde.blogspot.com.br/2014/07/al-qaeda-no-brasil.html

Precisamos lembrar que a cada vez o discurso islâmico terrorista cresce no país, um exemplo é o muçulmano que defendeu as decapitações do ISIS em uma mesquita no Rio de Janeiro, isso em um cenário onde o Brasil é um dos países que mais recebe refugiados sírios no mundo. É claro que as vítimas das perseguições dos islâmicos precisam ser acolhidas, mas diante de um governo aliado histórico de grupos no mínimo suspeitos, isso é preocupante, basta lembrar que terroristas tem entrado na Europa sob o disfarce de refugiados.

É interessante que nunca se falou tanto em crimes cibernéticos no país como nos últimos anos, o governo criou até o Humaniza Redes para isso, mas ao que parece, essa luta só vale contra os que falam contra o PT e aliados, pois esses jihadistas estão deitando e rolando. A questão é: Onde está a PF que não olha para essa ameaça aberta, essa propaganda jihadista da Sociedade Islâmica do Maranhão? Eu fiz uma denúncia há um bom tempo atrás e nunca fui respondido. Será que a Abin está agindo?

Nos resta ficar com os olhos bem abertos e denunciar o máximo que pudermos. Fiquem de olho, pois os sequazes do ISIS também estão por aqui. Denunciem, compartilhem ao máximo para que nós brasileiros não sejamos pegues desprevenidos.


Jacques Nunes - De Olho na Jiihad

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Brasil: Muçulmano do ISIS defendeu ontem, em uma mesquita no Rio de Janeiro, que o Islã exige terror e os ataques devem seguir


Assista a vídeo-reportagem até o final e veja o perigo que corremos.


A realidade é esta. O Imã (chefe religioso) defende a paz, mas um militante terrorista -vestido com roupas do ISIS -defende a decapitação de infiéis (nós). Isto declarado aqui no Brasil! 

Obviamente, este bárbaro não representa a maioria, mas também não é um elemento isolado. Se UM tem coragem de se levantar durante um serviço religioso e diante das câmeras de uma TV internacional, se identificar como membro do ISIS, e defender o terrorismo como uma obrigação do muçulmano, obviamente, encontra respaldo DE MUITOS OUTROS, mesmo por aqui. Basta observar a reação  da platéia.

O que um estrangeiro deste perfil faz no Brasil? Estaria recrutando prosélitos para lutar na Síria? Preparando ataques? Montando células?

O Brasil sediará um evento olímpico. Delegações americanas, francesas, canadenses, espanholas e israelenses estarão aqui. Todos alvos. O mundo estará vendo. O Brasil não é capaz de controlar nem bandido pé-de-chinelo, que dirá soldados treinados pelo ISIS! 

Este vídeo é indício forte de que, neste momento, células terroristas podem estar sendo montadas no Brasil, sob as barbas deste nosso governo, objetivando ataques terroristas durante as Olimpíadas de 2016. 

http://www.genizahvirtual.com/2015/01/atencao-muculmano-do-isis-defendeu.html

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Al Qaeda no Brasil


Há um bom tempo na categoria De Olho no Brasil temos denunciado o apoio a Jihad no Brasil. Mas, o Rafik em um ótimo trabalho investigativo simplesmente trouxe a luz a face de um dos principais fundamentalistas islâmicos do país. Eis um pequeno trecho do artigo:

Os Jihadistas e a Al-qaida no Brasil
Durante a minha pesquisa, visitei vários blog islâmicos para monitorar as suas conversas. Visitei a um blog de um outro "jihadista declarado". Ele se identifica como  Zaid Duarte  mas tambem é conhecido nas redes sociais como “Zaid Mohammad Abdul Rahman Duarte”.  
Ele é o "cara" por tras do blog http://islam-maranhao.blogspot.com , um dos canais que mais divulgam o terrorismo armado no Brasil. 



Acessem o link abaixo e leiam o artigo completo é de extrema importância!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Manifestações pró-Hamas no RJ e em SP terminam em confusão

No Rio de Janeiro, o ato, que ocorreu em frente ao Consulado Americano, contou com a presença de muitos policiais.


Em São Paulo, apesar de mais de 54 mil pessoas terem sido convidadas pelas redes sociais, cerca de 200 manifestantes do movimento “Palestina para todos” compareceram ao evento. Eles picharam muros de Higienópolis, região que concentra muitas famílias da comunidade judaica da cidade, agrediram PMs e foram detidos. Saiba mais: acesse.


Em Brasília, liderados pela deputada Jandira Feghali (RJ), parlamentares do PCdoB foram à Câmara dos Deputados prestar solidariedade ao povo palestino. “Pretendemos criar os instrumentos necessários de solidariedade a partir do Brasil, para que tenhamos paz e que possamos construir novamente a respeitabilidade àquele povo, o seu direito ao território e à liberdade”, afirmou ela.


Fonte: Jornal Alef

terça-feira, 15 de julho de 2014

Reportagem do Fantástico fala do tratamento da mulher sob o islão. Muçulmanos brasileiros respondem com "taquia"

Por Infiel Atento - Lei Islâmica em Ação

Uma reportagem que teve a coragem de discutir um problema real que existe no mundo islâmico está sendo usada para se construir uma crise fictícia com o intuito de promover o islamismo no Brasil. Esta crise se constrói com os muçulmanos se fazendo de vítima (apesar do que a reportagem relatar ser a verdade) e usando a antipatia que muitos nutrem contra a Rede Globo. Ao invés de lutarem por leis progressistas que defendam direitos iguais para as mulheres, os muçulmanos defendem a lei islâmica (Sharia), com tudo aquilo que ela tem de retrógrado e ultrapassado.  

No dia 9 de junho, o programa O Fantástico, da Rede Globo de Televisão, levou ao ar uma reportagem intitulada Mulheres são vistas como propriedades dos homens no Líbano.

Esta reportagem expôs uma realidade que nós temos tratado em artigos tais como Direito das Mulheres sob o Islão, Exemplos (Parte 1 e Parte 2), Circuncisão Feminina ou Mutilação da Genitália Feminina: prática islâmica -- Você quer isso no Brasil?, Crimes de Honra: prática sem punição na lei islâmica, Maomé, homem sem honra (Alá diz que a esposa pode apanhar, e ensina como fazê-lo), Estupro e Escravidão Sexual, Por que, no islamismo, uma mulher é presa, açoitada ou morta depois de ser estuprada?, e Misoginia islâmica: cobrir-se toda é a única forma que as mulheres muçulmanas têm para não serem molestadas

A reportagem

A reportagem começa.

A reportagem especial deste domingo (29) investiga uma violência contra a mulher: por que, em alguns lugares do mundo, as mulheres ainda são tratadas como cidadãs de segunda classe e sofrem todo o tipo de abuso?

Segregação, maus tratos, mutilação de órgãos genitais, estupros, tortura dentro de casa, divórcios desejados pelas mulheres, mas dificilmente alcançados e crimes de honra em que o marido assassino sai praticamente impune.

O Fantástico vai mostrar mundos que não mudam. Homens que mandam. E mulheres que não querem mais obedecer.

A reportagem se baseia em estudos sérios, como um estudo da ONU relativo aos direitos das mulheres, que diz que:

No Egito, segundo a ONU, mais de 27 milhões de mulheres tiveram os órgãos genitais mutilados. No Iraque, mulheres são vendidas e estupradas.

A reportagem trata de assuntos que os leitores do Lei Islâmica em Ação já conhecem, tais como mulheres com direitos menores que os dos homens, abuso marital, estupro, vítima de estupro podendo ser presa por adultério ou por sexo ilícito. Trechos da reportagem narram que:

Dados da ONU mostram que no Iêmen, no Kwait, no Sudão, no Barém, na Argélia e em Marrocos, o marido agredir a própria mulher não é crime. Na Faixa de Gaza, em 2011, 51% das mulheres sofreram com a violência doméstica. No Líbano, não existe punição para o marido que forçar a mulher a fazer sexo com ele.

“Se um marido descobre que a mulher está tendo um caso, ele tem direito de matá-la. Mas se ela descobre que ele está tendo um caso e mata o marido, ela é condenada à prisão perpétua ou morte por enforcamento”, conta Tania Saleh, cantora.

Aisha foi abusada sexualmente por um amigo do pai e por estranhos. No fim, o estuprador ainda se sentiu no direito de dar uma lição de moral na vítima. “Ele disse que se eu fosse irmã dele ele teria me matado, porque eu estava fora de casa àquela hora da noite”, diz Aisha.  Aisha não foi à polícia porque teve medo.

Na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes e no Sudão, vítimas de estupro que procuram a polícia podem ser presas, por adultério.

E, no Egito, dados da ONU mostram que desde a queda do ditador Hosni Mubarak em 2011, mais de 90% das mulheres foram expostas a algum tipo de assédio sexual.

A reportagem também trata a febre de brasileiras que se casam com muçulmanos (assunto tratado no artigo Mulheres brasileiras enganadas por muçulmanos através de "namoro pela internet") e dos problemas muito comuns que decorrem destes relacionamentos, tais como perda da guarda dos filhos e até mesmo impossibilidade de deixar o país islâmico.


A brasileira Sheila tem duas filhas com um libanês. Depois de dois anos vivendo em uma rotina de agressões no Líbano, voltou ao Brasil e se separou do marido. “Quando você não sofre violência do seu marido, quem te agride fisicamente são cunhados, são primos, são outras pessoas da família que têm a liberdade de te corrigir”, explica a professora Sheila Ali Ghazzaoui.
Problemas como esse têm sido tão frequentes, e graves, que o Consulado do Brasil em Beirute resolveu fazer uma cartilha, um alerta para as mulheres brasileiras que pensam em se casar com libaneses e se submeter às leis extremamente patriarcais do Líbano.

A verdade é que a situação no Líbano não é das piores devido ao fato de ainda existir um grande percentual da população que não é muçulmana (entre cristãos e ateus), e ainda é possível existir movimentos em defesa dos direitos das mulheres (o problema maior acontece nos outros países de maioria esmagadoramente islâmica).

“Nós temos casos de violência doméstica, e até mesmo de estupros dentro e fora das famílias, mas não é nada alarmante. Neste ano, foi aprovada uma nova lei que protege as mulheres contra a violência doméstica que nós estamos implementando”, afirma cônsul-geral do Líbano em São Paulo Kabalan Frangie.

Mas as libanesas se cansaram de ficar em silêncio. Recentemente, mais de cinco mil mulheres, apoiadas por algumas centenas de homens, fizeram uma corrida pelas ruas de Beirute para reclamar mais espaço na sociedade.

Mas Nadine promete insistir nas próximas eleições. Aisha fala dos abusos sempre que pode, para expulsar o fantasma. Naíma dança com orgulho. E as ativistas correm contra as leis, contra o machismo e contra o tempo, fazendo o possível para chegar logo ao século XXI.


As reações, a fabricação de uma crise, e a Taquia

Depois da reportagem do Fantástico eu torçi para que a reação dos muçulmanos e muçulmanas brasileiros seria a de usarem esta oportunidade para denunciar os regimes islâmicos que mantém leis arcáicas, afinal, eles moram no Brasil e se beneficiam das nossas liberdades. Eu achava que eles, por morarem no Brasil, dariam mais valor à liberdade do que à lei islâmica (Sharia).

Lêdo engano.

Eu achava que os muçulmanos e muçulmanas brasileiros iriam se juntar a vozes de muçulmanas feministas e progressistas que, por exemplo, lutam contra os crimes de hora, como o grupo que lançou o filme The Honor Diaries, ou a ativista de direitos humanos do Bahrein, Ghada Jamshir, que luta contra o casamento temporário (prostituição religiosamente sancionada), ou iriam se juntar às centenas de milhares de mulheres iranianas que, desafiando o governo islâmico do Irã, mostram seus semblantes sem o véu na página do Facebook chamada My Stealth Freedom, lutando pela liberdade de escolha, de usar ou não usar o véu islâmico, mesmo sob o risco de serem presas ou suas famílias punidas.

Bem, exatamente o oposto aconteceu.

Os muçulmanos e muçulmanas usaram a reportagem para fabricarem uma crise, na qual dizem serem vítimas, e, deste modo, poderem fazer propaganda do islamismo no Brasil como se fossem “perseguidos.” Isto se chama taquia, a enganação sagrada: o islão permite que o muçulmano minta, se a mentira servir para a propagação do islamismo (lembre-se que o objetivo número um do islão é a implementação da lei islâmica, a Sharia, no mundo inteiro – isso é uma missão política, levada à cabo com fervor religioso).

Ao invés de lutarem para que os “paraísos islâmicos” adotem leis progressistas que efetivamente protejam as mulheres, eles adotaram a postura de quem deseja que nós “olhemos para o outro lado” enquanto eles mostram um lado róseo e irreal do islamismo, baseando-se em um passado glorioso inexistente e negando a situação presente nos países islâmicos, bem como nos guetos islâmicos da Europa.

A estatégia deles foi a de criar uma crise para se beneficiar dela (será que eles leram “Regras para os Radicais”, escrito por Saul Alynski?). 

Uma reação foi um protesto que o Consulado do Líbano apresentou ao Diretor de Jornalismo da Rede Globo de Televisão, Ali Kamel. Reação compreensível e esperada.

O que se seguiu é oportunismo.

O primeiro oportunismo foi a reação de um grupo islâmico brasileiro ameaçar processar a Rede Globo, caso ela não dê a este grupo um “direito de resposta.” Ora, isso nada mais é do que uma tentativa de ganhar tempo gratuito na TV para pregar o islamismo. Afinal, quem este grupo islâmico representa? Ele foi mencionado na reportagem? Processar os outros visando ganhos financeiros (ou silenciar oponentes) é uma estratégia conhecida como Jihad Legal.

O segundo oportunismo foi a criação de uma página do Facebook, chamada de “Manifesto pela Honra Libanesa”, convidando para uma manifestação a ocorrer no dia 9 de julho, em frente à sede da Rede Globo em São Paulo. A chamada, que mostra uma mulher em um niqab, diz 
Como já é de conhecimento de todos o programa Fantástico, da Rede Globo de televisão, exibiu uma entrevista no domingo, dia 29, denegrindo a mulher Muçulmana, Cristã Ortodoxa, e todos árabes libaneses e descendentes. A reportagem se referia ao modo como as mulheres são tratadas pelos maridos, matéria tendenciosa, preconceituosa e manipuladora. 
Capa da página no Facebook chamando para a manifestação contra a Globo. A foto associa a mulher libanesa com o niqab, a vestimenta que cobre o corpo todo (deixando apenas os olhos à mostra), que é marca registrada da forma mais virulenta de islamismo: o wahabismo saudita


Interessante, diz-se “denegrindo a mulher Muçulmana, Cristã Ortodoxa, e todos árabes libaneses e descendentes” e mostra-se uma mulher de niqab? Desde quando o niqab representa as mulheres do Líbano? A maioria das libanesas não usa véu! Este fato já define bem o objetivo desta página e desta manifestação: propaganda wahabista.

O truque da página é o de apresentar uma visão sanitizada do islamismo, bem como o de usar a antipatia que muitas pessoas nutrem contra a Rede Globo para angariar suporte e simpatia (em que pese que a reportagem ter mostrado a verdade).

É interessante também ver os comentários escritos nesta página do Facebook, mas antes vamos nos ater ao wahabismo, que está entrando forte no Brasil.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Câmara aprova isenção de visto entre Brasil e Irã

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta (15) projeto que ratifica acordo firmado entre o Brasil e o Irã sobre a isenção de visto para portadores de passaportes diplomáticos. O texto segue para análise do Senado. Pelo acordo, os nacionais dos dois partidos portadores de passaportes diplomáticos serão isentos de visto para entrar, transitar, permanecer e sair do território da outra nação por um período máximo de 30 dias, contados a partir da data de entrada. Para a Presidência da República, que enviou a proposta ao Congresso, o acordo “fortalecerá os laços de amizade e cooperação entre os dois países”.

Fonte: Irã News

Nota do blog: Chavez aprovou isso na Venezuela, sabem o resultado? Cliquem aqui: http://olhonajihad.blogspot.com.br/search/label/Venezuela

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Resistência Islâmica do Brasil justifica o uso do terrorismo

Reproduzimos na íntegra um texto da Resistência Islâmica do Brasil no qual justifica-se o terrorismo islâmico. Destacasmo alguns trechos reveladores.

Nem precisamos comentar, pois o texto fala por si só, no entanto, já adiantamos que estamos preparando uma série de artigos sobre o avanço do extremismo no país e na América Latina. Com a palavra a Resistência Islâmica do Brasil:

Clique na imagem para aumentar
O terrorismo é uma tática de guerra, onde por meio de ataques se busca conseguir seus ideais. Por meio de ataques mostra que não é mais possível aguentar a situação como ela está, mostra que é impossível aguentar as agressões de um governo contra uma população. 
É necessário entender que nós muçulmanos optamos por táticas de terrorismo em determinados lugares porque não vamos sair no tiroteio...Até porque seriamos mortos facilmente, pois, o que os temos são fuzis, e armas explosivas, e foguetes em quanto o os inimigos tem exercito, aviões, tanques, navios. Fazendo alguns ataques terroristas, podemos prolongar uma guerra por décadas...
Tanto é que o Taliban está resistindo a invasão americana a mais de uma década. Alguns perguntam o que leva alguém a explodir o próprio corpo num ataque suicida. Essas pessoas perderam suas famílias, amigos, parentes, terra, posse identidade. Sem nada mais a perder, elas buscam vingança. Olho por olho e dente por dente
A pergunta certa é, será que é necessária a morte de pessoas inocentes? No Alcorão Deus diz: Nenhuma alma poderá carregar o fardo de outra. Ou seja, pessoas inocentes não tem nada a ver com o que seus governantes fazem.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Grupo brasileiro reuniu-se com o Hezbollah em visita ao Líbano

Nota do blog: Reproduzimos na íntegra uma notícia do dia 13/12/2013 publicado pelo Irã News, uma clara amostra da relação da esquerda brasileira com os terroristas do Hezbollah. Leiam com atenção os trechos que destacamos em negrito.

Grupo brasileiro reúne-se com o Hezbollah em visita ao Líbano

Apoiadores do Hezbollah homenageiam o partido, também chamado de Movimento Libanês de Resistência Islâmica, em 2010, com uma marcha que marcou os quatro anos da vitória sobre Israel, na guerra de 2006. (Associated Press)

Por Lejeune Mirhan*

No segundo dia de nossa viagem à Beirute, no sábado, dia 1º de dezembro, fomos ao encontro do Hezbollah que, apesar do nome, “Partido de Deus”, é um partido político como outro qualquer, possui vários deputados e três ministros no governo libanês, e integra a Frente “8 de Março”. Não foi tarefa fácil chegar até ele, mas a experiência que vivemos foi extremamente gratificante.

Quem estuda o Oriente Médio e o Líbano, como tenho feito há mais de 30 anos, conhece e acompanha as ações do Hezbollah. Essa organização partidária, ainda que de fundamentos religiosos, tem atuado na defesa da soberania libanesa desde que foi fundada, em 1984, há 29 anos. 

Seu nome oficial é Movimento Libanês de Resistência Islâmica. Surge depois que Israel, de política expansionista apoiada pelos EUA, que ocupou todo o sul do Líbano, em 1982, tendo chegado até a capital, Beirute. Nessa época, era ministro da Defesa o general Ariel Sharon – então do Likud, partido direitista – que depois fundaria o Kadima. Desde 2005 esse sionista histórico encontra-se em coma e vive como um vegetal.

Nosso encontro estava previamente marcado para 10h30 e seria realizado em uma das sedes do partido, na região de Beirute, onde é extremamente forte, de população majoritariamente xiita. Ao chegarmos, uma espécie de ministério das relações exteriores e diplomáticos do partido, nos deparamos com um camarada libanês que falava português fluente e seria nosso tradutor. Chamou-me a atenção quando, ao eu alegrar-me por ver um libanês falando nossa língua me disse, com uma ponta de orgulho no peito: “o Hezbollah fala todas as línguas”.

Nosso encontro foi com Mohammad Obeid, secretário político e de Relações Diplomáticas do partido. Nunca soube que posição hierárquica ele teria na organização, mas, pelas instalações que visitamos, pela cobertura feita do encontro pela emissora Al-Manar, pelos cinco dirigentes do partido presentes, me pareceu um quadro nacional da organização. Ainda hoje, é bom que todos saibam, esse Partido da resistência é considerado pelos Estados Unidos como uma organização “terrorista”.

Previsto para durar apenas meia hora, o agradável encontro estendeu-se até 12h30. Em um primeiro momento fiz as apresentações da nossa comitiva, entregando-lhe o manifesto de entidades brasileiras em solidariedade à Síria, na versão árabe, bem como cópia de nosso artigo para a revista Princípios. Feito isso, ele passa a discorrer sobre a “batalha da Síria” e a total solidariedade que o Partido dele presta ao povo e ao governo do país vizinho.

Falou do envio de militantes e combatentes para além da fronteira sírio-libanesa para combater os terroristas financiados pelo imperialismo, por países árabes, pela Turquia e apoiados por Israel, que quer destruir a Síria e derrubar o seu governo laico e anti-imperialista. Disse que faziam esse movimento nem tanto pela Síria, mas pelo Líbano, pois se derrubado fosse o governo sírio, o alvo em seguida seria seguramente o próprio Líbano.

Disse que a linha política que o Partido tem adotado é estabelecer alianças amplas, sejam entre comunistas, socialistas, patriotas de toda e qualquer religião, sem discriminação. Que o Hezbollah apoia a paz na Síria, os acordos para que o Irã tenha o direito à sua energia nuclear pacífica. Que gostaria de ver a Conferência de Genebra 2 ser realizada e ter sucesso.

Refutou o que a mídia chama de “muçulmanos fundamentalistas” aos terroristas que combatem na Síria. Disse que esses não são e nunca foram muçulmanos. Alertou que o Corão proíbe violência contra famílias, em especial crianças, jovens, mulheres e idosos. Mesmo em combate, há regras que precisam ser observadas, como o respeito aos prisioneiros.
Nos chamou a atenção a sua menção ao fato que terroristas apareceram na mídia comendo corações e fígados de soldados o exército sírio que foram capturados e mortos. Ele disse que pensava que costumes da idade das trevas estavam abolidos, mas que havia se enganado.

Registrou a opinião muito parecida com as posições que o PCdoB acaba de aprovar em seu 13º Congresso, qual seja, que o imperialismo ainda que siga forte, encontra-se decadente. Mohammad usou uma expressão que, ao ser traduzida, arrancou risadas de todos os presentes. Os dirigentes do Irã, desde Khomeini e o Hezbollah, chamam os EUA de “o grande satã”. Ele nos disse que “os chifres de satã não estão quebrados, mas encontram-se bem torcidos”. Em uma alusão à situação de fraqueza dos EUA que sequer conseguiram atacar unilateralmente a Síria. Vitória dos povos e dos combatentes de todo o mundo.

Agradeceu imensamente a nossa visita. Falou também da importância do Brasil. Agradeceu o convite para participar de nosso Congresso do Partido, onde justificou a ausência. Falou que em função das perseguições que vivem em todo o mundo, têm dificuldades de manter escritórios de representação política em alguns países. Disse que quando precisarmos de interlocução, o Hezbollah entrará em contato. Convidou-nos para fazer nova visita, com mais tempo, ao Líbano, e convidou imediatamente a UJS a participar do encontro mundial em junho de 2014, de jovens revolucionários de todo o mundo.

Houve, por fim, outro momento descontraído da reunião. Nosso camarada Edson de Paula tem sua marca: uma pequena barbicha de cerca de cinco centímetros. Mohammad nos contou que algumas poucas cidades na Síria que ainda se encontram controladas pelos terroristas fundamentalistas, todos os homens que não possuem barbas ficam na cadeia até que ela atinja a cinco centímetros. Aí o dirigente do Hezbollah brincou com nosso camarada que ele poderia ficar tranquilo, pois ele sequer iria para a cadeia com aquela barba.

Ao final, a delegação brasileira solicitou a possibilidade de conhecer a região montanhosa do sul do Líbano, ocupada por Israel por pelo menos 18 anos (1982 a 2000). Após consultas entre os cinco libaneses presentes em árabe, ele nos disse que dois carros com dirigentes partidários iriam nos conduzir a uma região chamada de Iqlim Al Tuffah, uma das colinas onde era a base central da resistência e da guerrilha libanesa contra a ocupação israelense. Ficamos imensamente felizes.

Sul do Líbano
Saímos por volta das 13h. Tivemos que passar na casa de um dos companheiros, o tradutor, cujo nome de guerra era simplesmente “Armando”. Nunca soubemos o nome dos outros e nem uma foto pudemos fazer na sede internacional do Partido. Tínhamos que pegar casacos. Apesar do escaldante sol de 30 graus, a região escurece 16h30 e começa um frio de 10º. “Armando” nos com cinco camaradas nossos e o motorista que também tinha morado no Brasil e falava o português fluente. Outro carro nos acompanhou o tempo todo.

Trouxe-nos muitas garrafas de água, vários casacos, sucos e bolachas, pois só almoçaríamos por volta das 18h no retorno de nosso destino. Aqui a grande surpresa: iríamos conhecer Mleeta. O maior museu a céu aberto do mundo. Todas as colinas onde os guerrilheiros libaneses usavam para combater Israel foi transformado em museu.

Eles chamam a região de um Centro Turístico, mas “turismo da resistência”. Aqui faço um parênteses. Temos feitos Missões de Solidariedade, tanto à Palestina (foram duas e vamos na terceira em março ou maio a confirmar) e uma para a Síria. Em meus 20 anos de docente em universidade por pouco tempo lecionei uma especialidade da Sociologia, chamada de “Turismo”. Lá usava o termo “turismo de solidariedade”. Agora deparo-me com o “turismo da resistência”. Muito interessante.

Mleeta possui um projeto urbanístico e arquitetônico muito bonito e funcional. Todas as grutas e cavernas usadas pelos guerrilheiros, foram preservadas, restauradas e encontram-se para visitação pública com guia falando o árabe, com traduções. Dezenas de milhares de pessoas para lá acorrem todos os anos, desde 25 de maio de 2010, quando, nas comemorações dos 10 anos da expulsão de Israel da região, ele foi inaugurado. É uma reserva natural. Tudo lá está preservado e conservado. O terreno tem mais de 60 mil metros quadrados, dos quais cinco mil de áreas construídas. Fomos conduzidos, logo que chegamos, à sala de autoridades. O diretor nos recebeu – também ele não pode ser fotografado.

Fomos levados a um anfiteatro, com sala de projeção para mais de 200 pessoas. Um filme de dez minutos foi passado, narrado em árabe e com legendas em português. Houve traduções por parte do “Armando”. Muito bem feito. Mostra a guerrilha libanesa, as derrotas militares de Israel. O filme mostra vários pronunciamentos do maior líder do Partido, o sheik Hassan Nasralláh. Depois visitamos a parte fechada do museu. Dezenas de amostras de armas apreendidas do exército israelense, equipamentos de rádios. Um dos paineis ostenta frases de líderes israelenses da época, Sharon e Peres, em hebraico, árabe e inglês, onde eles reconhecem a derrota e a superioridade das forças da resistência.

Gastamos três horas visitando o museu a céu aberto. Precisaríamos um dia inteiro. Ficamos impressionados. Consegui tirar pelo menos 150 fotos. Publico aqui uma pequena parte delas. Visitamos um túnel escavado na rocha durante três anos, obra da qual participaram mil pessoas (não ao mesmo tempo). Deve ter sido duro escavar túneis e ao mesmo tempo combater com armas em punho. Os vietnamitas fizeram muito isso também.

Nesse túnel, existem compartimentos que eram dormitórios, sala de orações, sala de provimentos, sala de armamentos. Me chamou a atenção a sala de comando militar. Eles preservaram tudo, inclusive os velhos computadores, mapas nas mesas. Uma caixa de som reproduz sons da época de tiros de metralhadora ao fundo, helicópteros sobrevoando, aviões fazendo voos rasantes. Vozes dos comandantes da resistência falam em árabe. Parece que estamos vendo os chefes da resistência darem as ordens que levou à derrota do chamado “quinto maior exército do mundo”.

Por fim, nos impressionou o chamado cemitério de tanques e artefatos de artilharia israelense destruídos ou apreendidos. É claro que ali estão apenas uma pequena parte. Eles nos disseram que a maioria já foi usada como sucata. Nos contaram sobre a destruição em um só dia de 32 tanques israelenses. Eles chamam isso de “genocídio de tanques”.

Por fim, vimos um avião do tipo desses drones modernos que hoje os EUA infernizam o mundo e assassinam à distância quem eles querem. Também aqui ficamos impressionados. Os engenheiros do Hezbolláh criaram um mini avião teleguiado que sobrevoou Tel Aviv, tirou fotos e retornou ao Sul do Líbano. E está lá no museu, como uma espécie de trofeu dos resistentes libaneses.

Todos nós fizemos doações para o fortalecimento da experiência. Às 17h já estava completamente escuro. Todos os funcionários estavam apenas aguardando a nossa saída para fechar o museu/centro turístico. Por fim, passamos na sala de souvenires adquirimos algumas lembrancinhas desse local que ficará guardado para o resto das nossas vidas em nossa memória.

Ganhamos uma lembrança, que adorna a minha mesa de trabalho no meu escritório em casa em Campinas: um relógio com muitas bandeiras libanesas e do Hezbolláh perfiladas ao fundo.

Deixamos no livro de dedicatórias nossas mensagens de solidariedade a esse povo aguerrido, que é o libanês, bem como aos camaradas e combatentes do Hezbolláh, que cumpre hoje papel fundamental na defesa do Líbano e da sua soberania, bem como ajuda a todos que combatem o imperialismo em plano mundial.

*Lejeune Mirhan é sociólogo e colaborador do Portal Vermelho

sábado, 4 de janeiro de 2014

E o bonde da Al-Qaeda no Brasil segue ao som de MC Daleste

Será que só nós nos preocupamos? Será que só nós nos arriscamos em denunciar?

Mas, o que esperar? Com a esquerda no poder é mais fácil nós sermos investigados do que os jihadistas.

Vejam essa postagem do blog "Resistência Islâmica do Brasil" em mais um capítulo de extremismo. O texto postado pelo blog islâmico é um trecho da "música" "Medley do Terror" do falecido MC Daleste. 

Tirem suas próprias conclusões, afinal nós somos "islamofóbicos".


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Vocês podem ler mais sobre o extremismo islâmico no Brasil em nossa categoria: De Olho no Brasil

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Resistência Isâmica do Brasil declara seu amor à Jihad e a Osama Bin Laden

Jacques Nunes - De Olho na jihad

Há quem pense que lutamos contra moinhos de vento, pois vejam nas categorias De Olho no Brasil e De Olho na América Latina que estão enganados. O Islã é uma ameaça real e o país precisa ser alertado. Há mais de 50 anos ele também era tímido na Europa; vejam no que deu. Fiquem atentos, fiquem De Olho!

Reproduzimos abaixo uma postagem do blog Resistência Islâmica do Brasil, que trata de Osama Bin Laden, a quem chamam de Leão e Príncipe. Leia, não precisamos sequer comentar, mas destacamos alguns trechos em negrito.

O Sheikh Osama Bin Laden, foi um dos grandes defensores do direito dos muçulmanos e das terras islâmicas. O Príncipe alcançou o que mais buscava morrer como um mártir, como um Mujahideen.

A batalha deslocou-se para o interior da América, persistiremos nesta batalha até à vitória ou até reencontrarmos Deus.

Feliz aquele que foi escolhido por Allah para ser um mártir.

O que os governos gastam em trabalho de socorro é secundário perto do que gastam em armas. Se os governos gastassem 1% do que gastam em armamentos, poderiam mudar a cara do mundo para as pessoas pobres.

Nós amamos a morte. Os Estados Unidos amam a vida. Essa é a grande diferença entre nós.

Nunca tive medo da morte. Como muçulmanos, acreditamos que quando morremos, vamos para o céu. Antes da batalha, Deus nos envia tranqüilidade.

Nós não tememos a morte...Eles temem a vida...
O Jihad vai continuar mesmo se eu não estiver aqui


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Um basta ao Foro de São Paulo!

O combate à islamização mundial e à expansão islâmica no Brasil deve passar primeiramente pela luta contra a esquerda, pois ela é a principal patrocinadora das ações islâmicas principalmente na América Latina.

É uma ameaça real que não pode ser ignorada. Prova disso é o PL 1780/2011 de autoria do Dep. Miguel Corrêa do PT, que propõe a islamização incluir no currículo obrigatório dos ensinos fundamental e médio o ensino de cultura árabe e tradição islâmica. Ou seja, a islamização.

A melhor forma de impedir a islamização da América Latina é, ao invés de combater as consequências atacarmos diretamente as causas. E entre as principais causas está a esquerda. E o que é a esquerda da América Latina senão o Foro de São Paulo?

Por isso o blog faz um convite a todos os leitores, divulgado pelo Liberesfera:

Recomendamos ainda o texto: Como a esquerda errou com o Islam




No dia 31 de Julho em São Paulo será realizado o "XIX 

Encontro do Foro de São Paulo" Vamos nos manifestar 

contra o evento e sua realização.


PARTICIPE: AJUDE A DIVULGAR E A ORGANIZAR O EVENTO EM SUA CIDADE

TODOS OS BLOGS, POR FAVOR, PUBLIQUEM ESTA NOTICIA



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