Yakarta, 5 jul (Prensa Latina) O extremismo religioso interrompeu hoje o clima habitual de tolerância que caracteriza a Indonésia, palco este fim de semana de atritos entre muçulmanos e cristãos.
A industrial cidade de Bekasi viveu momentos de tensão depois dos chamados a criar um tipo de milícia juvenil islâmica para frear o proselitismo e as conversões ao cristianismo.
Alguns líderes de linha dura reconhecem abertamente que querem semear o medo entre os cristãos que captam seguidores nesta sociedade secular, mas com a maior população muçulmana do mundo.
No entanto, o radicalismo levanta cada vez mais sua voz contra todo o considerado blasfemo, aproveitando o receio de grupos moderados que questionam o aparente pró-ocidentalismo do governo.
Além disso, os imigrantes trazem consigo suas religiões, e alguns clérigos temem perder seu rebanho diante de religiões mais permissivas e sedutoras, por isso incentivam a rejeição a tais credos.
Os grupos extremistas, encabeçados pela Frente Islâmica dos Defensores, também são conhecidos por agredir com pedras e pedaços de bambu travestis, minorias culturais e agora os cristãos.
Fonte: Prensa Latina
A industrial cidade de Bekasi viveu momentos de tensão depois dos chamados a criar um tipo de milícia juvenil islâmica para frear o proselitismo e as conversões ao cristianismo.
Alguns líderes de linha dura reconhecem abertamente que querem semear o medo entre os cristãos que captam seguidores nesta sociedade secular, mas com a maior população muçulmana do mundo.
No entanto, o radicalismo levanta cada vez mais sua voz contra todo o considerado blasfemo, aproveitando o receio de grupos moderados que questionam o aparente pró-ocidentalismo do governo.
Além disso, os imigrantes trazem consigo suas religiões, e alguns clérigos temem perder seu rebanho diante de religiões mais permissivas e sedutoras, por isso incentivam a rejeição a tais credos.
Os grupos extremistas, encabeçados pela Frente Islâmica dos Defensores, também são conhecidos por agredir com pedras e pedaços de bambu travestis, minorias culturais e agora os cristãos.
Fonte: Prensa Latina





