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sábado, 22 de outubro de 2011

Maldivas deporta indiano por esconder uma bíblia e um rosário em sua casa

As armas do "crime"
Segundo noticiado pelo Compass Direct News, o indiano Shijo Kokkattu, católico de 30 anos e professor na cidade de Raa Atoll, foi deportado no último dia 14, depois de ficar 15 dias na prisão. Kokkattu foi preso depois que a polícia passou a investigá-lo por proselitismo religioso, a denúncia foi feita por colegas de trabalho que encontraram material religioso no computador da escola. Kokkattu argumentou que os vídeos religiosos eram da Índia, no entanto, ao invadirem a residência do cristão, as autoridades encontraram uma bíblia e um rosário, o professor foi preso imediatamente e levado ao interrogatório.

Esse não é o primeiro caso do tipo no país, no ano passodo outro professor indiano cristão, foi deportado depois que os pais muçulmanos ameaçaram "jogar ele no mar" por pregar o cristianismo.

A República das Maldivas é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia e ao sul do continente asiático. O país é considerado um paraíso turístico e  recebe dezenas de milhares de visitantes ocidentais todo ano, no entanto, é um país que afirma que todos os seus mais de 300.000 habitantes são muçulmanos sunitas. Em 2008 foi estabelecido na constituição que "um não-muçulmano não pode se tornar um cidadão". Ano passado foi aprovado mais restrições como a proibição da promoção de qualquer coisa que represente outra religião, assim como a proibição de sites, blogs, jornais que critiquem o islamismo.
Blog De Olho na Jihad com informações do Compass Direct News

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sábado, 8 de outubro de 2011

HIZBUT TAHRIR: DOS HOMENS DE NEGÓCIOS ÀS MULHERES, UM MOVIMENTO PARA ‘ISLAMIZAR’ A ÁSIA.

Jacarta, 04 out (RV) – O movimento islâmico Hizbut Tahrir já está presente em muitas nações do mundo. E agora poderia conquistar mais espaço justamente onde a al Qaeda falhou. A ideia de Bin Laden era transformá-la em um organismo supranacional capaz de difundir uma visão radical do Islã e de unir os muçulmanos do mundo inteiro em um bloco único – o Califado – regido pela xariá, a lei islâmica.

Para dar força a este propósito, os líderes do grupo definiram um alvo até então à margem da luta extremista: estudantes universitários, homens de negócios, profissionais liberais e até mesmo mães de família. Uma rede fundamentalista de ‘colarinho branco’ e bem distante da imagem do combatente analfabeto e pobre, que cresceu de acordo com os ensinamentos do Alcorão em sua versão jihadista e fanática.

Presente em 45 países, atualmente o movimento Hizbut Tahrir se expande sobretudo na Ásia, difundindo a visão radical da religião muçulmana da Malásia à China, voltado às classes média e alta e às elites. Se o projeto de dar vida à “Umma” islâmica parece estar ainda longe, hoje já enfraquece a luta dos governos no controle do extremismo e na promoção de um sistema de governo democrático, como aparece em modo evidente na Indonésia.

Rochmat Labibi, presidente do braço indonésio do grupo, revela que o plano nos próximos dez anos é de “reforçar a falta de confiança do povo” naquilo que ele define como o regime ou, na verdade, o governo de Jacarta. “É isso que estamos fazendo, convertendo as pessoas da democracia, do laicismo e capitalismo para a ideologia islâmica”. No entanto, o Hizbut Tahrir, cujo significado é “Partido da liberação” – cresce de maneira exponencial também nos Estados Unidos, depois de ter operado às sombras desde seu surgimento nos anos 90.

Banido em alguns países, o movimento é legal em muitas nações, entre elas os EUA, a Inglaterra, a Austrália e a Indonésia. Em muitos casos opera nos limites da legalidade e agora foca-se na expansão asiática: da Malásia ao Paquistão, alcançando a China onde foi acusado de fomentar revoltas. O Hizbut Tahrir é ainda o grupo radical islâmico mais difundido e perseguido na Ásia central.

Questionado sobre a situação na China, Zhang Jiadong, da Universidade de Fudan, define o grupo como “o mais perigoso entre as organizações terroristas” porque exerce uma maior influência “sobre o povo".

O “Partido da liberação” conta com, ao menos, 20 mil seguidores na China e “mais que ataques terroristas, alimenta rebeliões e movimentos nas praças”. Para o Departamento de Estado dos EUA, ao contrário, poderia fornecer apoio “indireto” ao terrorismo, mas “não existem provas” que teria organizado atentados. É mais provável que seus líderes tenham perpretado ataques sob a orientação de outros grupos fundamentalistas.

Documentos publicados recentemente mostram que Khalid Shaikh Mohammed, mentor dos ataques de 11 de setembro, teria reforçado os laços com o Hizbut Tahrir. Além dele, o ex-chefe da al Qaeda no Iraque, Musab al-Zarqawi, teria entrado em contato com o movimento, mas sobre isso, não existem provas concretas. (RB)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Moscou: Polícia frusta o que poderia ser o maior atentado terrorista no país



O Serviço de Segurança da Rússia impediu um  atentado terrorista no sistema de transporte do país, declarou o chefe Serviço de Segurança Russo, Alexander Bortnikov num encontro com o  presidente Dmitry Medvedev.

Extremistas preparavam um ataque terrorista naárea da capital russa. Foram detidos quatro suspeitos,todos do Cáucaso do Norte. Com eles foi apreendido  um explosivos com o poder de 10 kg de TNT, armas e um e mapas com os detalhes do atentado. Medvedev elogiou o trabalho das forças de segurança. 

Fonte: RT via Islam in Europe

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China: Confronto de muçulmanos com tropas do governo deixam 14 mortos

Extremistas religiosos étnicos, com armas caseiras, atacaram uma delegacia de polícia no oeste da China no início desta semana. O ataque terminou com 14 dos 18 radicais mortos, informou o governo chinês hoje. Meios de comunicação estatais responsabilizam terroristas, agitadores ou bandidos pela violência na região de Xinjiang.

Um grupo no exílio que defende uma maior autonomia para a etnia uigur afirma que um protesto pacífico se transformou num confronto violento entre polícia e manifestantes. Xinjiang tem sido marcada por conflitos étnicos entre uigures e hans. O movimento separatista uigur é uma etnia majoritariamente muçulmana que vê Xinjiang como sua terra natal. Muitos uigures veem a maioria chinesa han como invasora.

Uma porta-voz de Xinjiang afirmou que um grupo de "extremistas religiosos" que se opõem ao governo chinês chegou com dois dias de antecedência à cidade de Hotan e organizou um ataque terrorista. "Eles chegaram em grupos no dia 16, com várias dezenas de facas, incluindo cutelos, machados e canivetes", disse Hou Hanmin. "Eles também foram ao mercado local para comprar outras facas e materiais para coquetéis molotov e bombas caseiras."

Primeiro, os homens esfaquearam um guarda uigur no portão da delegacia, antes da invasão. A seguir, eles fizeram vários reféns, dentre eles duas mulheres da etnia han, que foram mortas a facadas. Um oficial paramilitar da etnia han foi morto por uma bomba acionada pelos atacantes, disse Hou. De acordo com a porta-voz, quatro reféns uigures também ficaram feridos. "O ataque tinha componentes étnicos", comentou. "Eles atacaram a delegacia por oposição ao governo e para criar violência."

Ela disse que os homens retiraram a bandeira chinesa e hastearam uma bandeira negra com escrita em árabe. Os homens também gritavam palavras de ordem como "guerra santa" e "Alá", afirmou Hou. Mas a porta-voz afirmou que a bandeira não lembra as usadas pelo Movimento Islâmico do Leste do Turcomenistão, uma organização proscrita que defende a independência de Xinjiang. Segundo a China, o grupo tem ligação com a Al-Qaeda.

A polícia matou a tiros 14 dos extremistas e deteve quatro deles, afirmou Hou, acrescentando que a investigação sobre o incidente de segunda-feira continua. Informações em inglês divulgadas anteriormente pela agência de notícias oficial Xinhua faziam referências aos homens como baderneiros e bandidos, mas não mencionavam terrorismo. Os relatos anteriores não descreveram o ataque em detalhes nem diziam quantos homens estavam envolvidos.

O Congresso Mundial Uigur, grupo sediado na Alemanha, disse em mensagem enviada por e-mail que a violência teve início quando mais de 100 uigures se reuniram para protestar contra a repressão da polícia na cidade. Os manifestantes exigiam saber onde estavam parentes desaparecidos, que acreditavam estar sob custódia policial, disse o grupo, que tem fontes anônimas em Xinjiang.

Segundo o grupo, os protestos se transformaram um confronto violento e a polícia abriu fogo. O porta-voz do Congresso Mundial Uigur, Dilxat Raxit, disse por telefone hoje que 20 uigures foram mortos e 12 ficaram feridos, dos quais três em estado grave. Ele também pediu uma investigação independente sobre os fatos.

Já Hou disse que os relato é "sem sentido". "De forma alguma houve um protesto pacífico", afirmou. É difícil obter informações independentes em Xinjiang, porque o governo controla a população local e as pessoas temem enfrentar problemas se falarem com desconhecidos.
Fonte: Estadão

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Terrorismo islâmico florescendo no Camboja


Mesquita no Camboja
O Camboja é um país de maioria budista. Mas, como na vizinha Tailândia o extremiso islâmico cresce de forma alarmante. Segundo o Phnom Penh Post, um relatório vazado pelo WikiLeaks essa semana, mostra que Associações Beneficentes Islâmicas, estão usando as maciças doações para a radicalização das pequenas comunidades muçulmanas no país. Grupos como à Assembléia Mundia da Juventude Muçulmana, são suspeitos de abrigarem terroristas no Camboja, inclusive extremistas envolvidos nos atentados de Bali de 2002.

Grande parte das doações para as organizações muçulmanas são enviadas do Oriente Médio, especialmente da Arábia Saudita. Como de costume o dinheiro dos milionários muçulmanos do Oriente Médio, jorram nos países onde os muçulmanos são minoria. É uma forma de promover a supremacia islâmica em todo o mundo.

Blog De Olho na Jihad 18/07 com informações do Phnom Penh Post.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Veja a cronologia de alguns dos principais atentados que atingiram Moscou

Além do atentado que matou pelo menos 35 pessoas nesta segunda-feira, no aeroporto, Moscou já foi alvo de uma série de ataques atribuídos a rebeldes chechenos nos últimos 15 anos.
Centros comerciais, trens, hotéis e teatros já foram atingidos por carros-bomba e suicidas. O metrô da capital russa foi alvejado seis vezes em 12 anos.

Veja a seguir uma cronologia de alguns dos piores atentados ocorridos na capital russa:

Em junho de 1996, uma bomba colocada na linha Serpukhovsko-Timiryazevskaya do metrô matou quatro pessoas e feriu 12.

Em janeiro de 1998, uma bomba feriu três pessoas na estação de metrô de Tretyakovskaya.

Em agosto de 1999, a explosão de uma bomba em um shopping center matou uma pessoa e deixou outras 40 feridas.

Em agosto de 2000, 13 pessoas morreram e 118 ficaram feridas por causa da explosão de uma bomba no túnel de pedestres que leva à estação de Tverskaya, também no metrô.

Em fevereiro de 2001, uma explosão feriu 20 na estação de metrô de Belorusskaya.

Em outubro de 2002, uma bomba foi detonada dentro de um carro perto de uma lanchonete McDonald's. Uma pessoa morreu e oito foram feridas.

Em novembro de 2002, um grupo de militantes separatistas da região da Chechênia fez cerca de 900 reféns em um teatro da capital. A invasão da força antiterror da Rússia, que usou gás venenoso contra os militantes, matou 130 pessoas.

Em dezembro de 2003, uma bomba foi detonada por um suicida perto do Hotel Nacional. Seis pessoas morreram e 14 ficaram feridas.

Em fevereiro de 2004, um ataque suicida no metrô matou 41 pessoas e feriu 250.

Em agosto de 2004, um homem explodiu a si mesmo em uma estação de metrô, deixando 10 mortos e 33 feridos.

Em novembro de 2009, uma bomba explodiu perto de um trem expresso de luxo que ia de Moscou a São Petersburgo, matando 26 pessoas. Extremistas chechenos assumiram a autoria do atentado.

Em março de 2010, duas mulheres-bomba explodiram estações de metrô da capital. Quarenta pessoas morreram e pelo menos 90 ficaram feridas. A autoria do atentado foi reivindicada pelo líder rebelde checheno Doku Umarov, do grupo Emirado do Cáucaso, que declara querer unir ex-repúblicas soviéticas da região em um Estado islâmico.

Beslan

A maior parte dos ataques é atribuída a grupos separatistas da região da Chechênia e a extremistas islâmicos que atuam na região do Cáucaso.

Os mesmos grupos também são considerados responsáveis por incidentes em outras regiões da Federação Russa, como na Ossétia do Norte.

O incidente mais grave na região aconteceu em 2004, quando militantes chechenos fizeram 334 reféns - entre eles, muitas crianças - em uma escola na cidade de Beslan.

Todos foram mortos durante o confronto entre os rebeldes e a polícia.

A Chechênia, ao norte do Cáucaso, viveu duas guerras separatistas nas últimas décadas. Apesar de alegações de Moscou de que a república vive um relativa calma, militantes separatistas islâmicos seguem promovendo ataques.

Segundo o pesquisador Nikolay Petrov, professor do centro de estudos Carnegie Center, de Moscou, "o que está acontecendo agora está conectado aos eventos em geral no norte do Cáucaso, mas o mais importante é que a Rússia está em estado de guerra há mais de 15 anos. Isso diminuiu o valor das vidas humanas".

Petrov assinala ainda que, apesar da tentativa de autoridades russas de ligar os grupos islâmicos da região à rede extremista Al-Qaeda, eles não estão relacionados.

"Essas redes não estão conectadas entre si. Elas são como uma bola de neve que cresceu por causa da crueldade que acontece ali há tantos anos", diz. BBC Brasil

Fonte: estadao

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Rússia: igreja incendiada no Cáucaso

Atacantes não identificados colocaram uma igreja em chamas com uma granada na parte majoritariamente muçulmana, Cáucaso do Norte, na noite de domingo, informou a mídia, no mais recente ato de violência em uma região em que Moscou está lutando para conter uma insurgência islâmica.

Ninguém ficou ferido no ataque à Igreja Ortodoxa Russa, informou a agência estatal de notícias RIA, que teve lugar às 21:30 horas, na cidade de Ordzhonikidze, na região empobrecida da Inguchétia, que faz fronteira com a Chechênia.

Fonte: Toronto Sun via Islam in Europe

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Indonésia: Polícia frusta atentado a bomba contra Católicos

Segundo publicado pelo Taiwan News, na Indonésia, a polícia frustou um ataque planejado contra a minoria Católica da região.

O tenente-coronel Irwan Ramaini disse que cinco bombas caseiras foram encontradas na boca de uma caverna na província de Yogyakarta, de maioria muçulmana,onde centenas de fiéis católicos se reuniram na quinta-feira. Outras duas bombas similares foram encontradas em um posto policial nas proximidades.

Os explosivos foram feitos com garrafas cheias de gasolina, ligadas a temporizadores e detonadores.

Católicos peregrinam uma vez por mês para a caverna onde a Virgem Maria teria aparecido. Ninguém reivindicou o atentado e a polícia ainda não tem informações sobre os autores.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ação contra extremistas deixa 5 mortos no Quirguistão

AE - Agência Estado - O chefe das forças de segurança no Quirguistão disse hoje que uma operação policial contra suspeitos de extremismo virou uma batalha que terminou com cinco mortos, na cidade sulista de Osh. O secretário de Segurança quirguiz, Marat Imankulov, afirmou que quatro dos suspeitos foram mortos em uma troca de tiros e o quinto suspeito detonou explosivos, se matando quando as tropas tentavam detê-lo.
 
Os episódios ocorrem alguns dias antes da chegada da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, ao Quirguistão. Hillary chegará à capital quirguiz na sexta-feira. No começo deste ano, a cidade de Osh foi atingida por choques e a violência étnica entre quirguizes e a minoria usbeque, em episódios de perseguição e confrontos que deixaram 400 mortos, a maioria usbeques. As tensões permanecem altas entre as duas comunidades.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ataque contra Igreja na Inguchétia

O Patriarca Russo condenou o ataque realizado contra uma Igreja na Inguchétia. "Os verdadeiros crentes, não importa de qual religião, respeitam as tradições e cultura dos outros. Isso só poderia ter sido feito por um pagão", disse Vladimir Vigilyansky porta-voz do patriarcado de Moscou.

A igreja Ortodoxa de Orjonikidzevskaya, sofreu um ataque de lança-granadas na madrugada de segunda-feira, felizmente ninguém ficou ferido.

Desde 2007 com a insurgência muçulmana, a Inguchétia tem sofrido com uma onda de terrorismo dos grupos islâmicos da região.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tajiquistão quer trazer de voltas os alunos de volta do Cairo Temendo a influência fundamentalista

Universidade Al-Azhar no Cairo
Segundo a Asia News o Tajiquistão quer trazer de volta todos os seus alunos da Universidade Al-Azhar (Cairo-Egito), considerada pela maioria como a maior universidade do mundo islâmico.  Durante meses, as autoridades tadjiques têm tentado fazer com que alunos do Tajiquistão voltem para casa, temendo que possam se articularem e receberem influências de grupos terroristas islâmicos.

"Na segunda-feira. . . . . cerca de 134 jovens tadjiques voltaram do Egito onde eles estudavam, " informou um  porta-voz do Ministério de Assuntos Religiosos tadjique.

Cerca de mil tadjiques estão estudando em Al-Azhar, e as autoridades do Tajiquistão deseja que todos voltem para casa. No entanto, o Egito tem apenas repatriado os que tinham entrado ilegalmente no país, e não tinham autorização válida de residência.

Em agosto, o presidente tadjique Emomali Rakhmon foi à televisão para incitar as famílias a parar de enviar seus filhos a escolas religiosas estrangeiras, temendo que possam ser recrutados por grupos terroristas islâmicos.

Em 04 de setembro, dezenas de estudantes e professores em que estavam no Aeroporto Internacional de Dushanbe poara embarcar para o Irã, foram obrigados a desembarcar porque não fornecer ao Ministério dos Assuntos Religiosos informações adequadas sobre as razões de sua viageml.

Financiado pela Arábia Saudita, a universidade Al-Azhar, tentou se distanciar de fundamentalistas islâmicos. Em 2001, ele cehgou a marcar os autores dos ataques ao World Trade Center como hereges. Mas, entre seus alunos estão muitos militantes, como Omar Abdel-Rahman, que está cumprindo uma sentença de prisão perpétua nos Estados Unidos por seu papel no atentado do Mundial de 1993; a lista de ex-alunos incluem também Banna al Hassan, um dos fundadores do grupo  Irmandade Muçulmana, e Sheikh Ahmed Yassin, um dos fundadores do Hamas.

O Tajiquistão é a mais pobre das ex-repúblicas soviéticas. O país enfrenta a ameaça terrorista, do Movimento Islâmico do Uzbequistão (MIU) um grupo ligado à Al Qaeda, que reivindicou a responsabilidade de uma emboscada contra um comboio militar em setembro, que matou 28 soldados. As autoridades do Tajiquistão também culpa o grupo terroristas por um atentado suicida com carro-bomba no mesmo mês.

Desde setembro, as forças do Tajiquistão tem realizado uma operação de varredura contra militantes no vale de Rasht, na fronteira com o Afeganistão.

Os dois países partilham uma fronteira de aproximadamente 1.300 quilômetros que as tropas tadjiques são totalmente incapazes de controlar.

Uma guerra civil no início de 1990 ainda está fresca na memória do povo. Na época, as mílicias que apoiava o  Presidente Rakhmon foram derrotadas por extremistas muçulmanos, à custa de dezenas de milhares de mortos.

Existe cerca de 2 universidades Islâmicas no país.No entanto, milhares de estudantes viajam ao Irã, Paquistão, Egito, Arábia Saudita e outros países em busca de educação. Extra-oficialmente, pelo menos 4.000 estudantes freqüentam escolas religiosas somente Paquistão. 

De Olho na Jihad 10/11/2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sheik Yousuf Al-Qaradhawi faz pregação pela Jihad em rally na Mauritânia

 A seguir são trechos da pregação  do Sheik Yousuf Al-Qaradhawi  na Mauritãnia:


Omar Silvestre Hamadi: Não sonho com uma solução pacífica,
Esqueça esses sonhos.
No mundo, há águias e lobos, mas não há pombas.
Não sonho com uma solução pacífica,
Esqueça esses sonhos.
No mundo, há águias e lobos, mas não há pombas.

Saia da sua casa, não fique de braços cruzados.
Leve suas granadas,
Deixe o posto para os covardes.
Sai da sua casa, não fique de braços cruzados.
Leve suas granadas,
Deixe o posto para os covardes.

Você deverá escrever em seu precioso sangue:
Longa vida ao Islã, Longa vida ao Islã.
Não olhe em seu coração. Tome o caminho dos heróis.

Esqueça sua esposa, esqueça seu pai, esqueça seus filhos,
Não olhe em seu coração. Tome o caminho dos heróis.

Esqueça sua esposa, esqueça seu pai, esqueça seus filhos,
Deus todo poderoso protegerá seu filho.

E a virgem de olhos negros chama-lhe com paixão:
Vamos, vamos.

Deus todo poderoso protegerá seu filho.
E a virgem de olhos negros chama-lhe com paixão:
Vamos, vamos.

Mesmo que seu inimigo seja poderoso, a guerra tem suas vicissitudes.
Mesmo que seu inimigo seja poderoso, a guerra tem suas vicissitudes.

Se cânones são raros, não se desespere, e pegue uma pedra.
Para o tirano, uma pedra da vossa terra é como uma chama de fogo.

Se cânones são raros, não se desespere, e pegue uma pedra.
Para o tirano, uma pedra da vossa terra é como uma chama de fogo.

O inimigo matou seus irmãos
Deves vingar o sangue,
Vingar o sangue de seu irmão, seu amigo e seu próximo.

O inimigo matou seus irmãos
Deves vingar o sangue,
Vingar o sangue de seu irmão, seu amigo e seu próximo.

Vingar a honra da nossa nação,
Lavar a vergonha.

Vingar a honra da nossa nação,
Lavar a vergonha.

A tirania de seus inimigos tem durado muito tempo,
Você deve responder.
Ascender e travar uma guerra retumbante,como um trovão.

A você o Senhor prometeu a vitória
ou a vida eterna.

A você o Senhor prometeu a vitória
ou a vida eterna.

A você o Senhor prometeu a vitória
ou a vida eterna.

Se você é um homem livre, com o apoio de Allah,
você ganhará a sua glória,ou senão você vai morrer
como um mártir e ser abençoado com o cumprimento da promessa.

Diga: "Alá Akbar".
Multidão: "Alá Akbar!"



terça-feira, 19 de outubro de 2010

Allahu Akbar! Gritam os Jihadistas, durante o ataque ao parlamento Checheno.

Rebeldes islâmicos gritando “Allah Akbar” invadiram o prédio do parlamento na Chechênia na terça-feira, matando pelo menos três pessoas.

Os militantes que lutam contra o governo russo desde a década de 90, usaram um homem-bomba para explodir as portas e em seguida invadiram o prédio disparando contra todos, no ataque mais de uma dúzia de pessoas foram feridas.

O ataque foi realizado por três homens que iniciaram a ação enquanto os funcionários do governo chegavam para trabalhar, segundo a Reuters.

Com explosivos no corpo, um dos três se explodiu dando aos outros o acesso ao parlamento.

Os dois homens armados entraram no prédio gritando em árabe: “Deus é Grande!” Os terroristas abriram fogo e segundo a Associated Press, pelo menos, dois policiais foram mortos, junto com um oficial do parlamento.


Fonte: Nydaily News

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lei da Sharia em prédios de escritórios de Berlim

Um prédio de escritórios de 8 andares no Ernst-Reuter-Platz, em Berlim, exige que inquilinos aceitem regulações muçulmanas.

O jornal alemão Bild publicou nesta semana que uma cláusula no contrato de locação prevê que a venda e produção de álcool e de carne de porco é proibida dentro do prédio, assim como a cobrança de juros.


Rüdiger Thrane, gestor da empresa imobiliária Jones Lang LaSalle, diz que não há nada incomum sobre isso. Ele confirma que tal cláusula existe, mas diz que "entre os investidores árabes, um contrato de locação em conformidade com a charia não é incomum".


Thrane diz que ninguém teria interesse em manter contato com aluguel, se não houvesse um debate sobre a imigração muçulmana.


Fonte: Gelderlander (holandês) via Islam in Europe

Traduzido pelo Mente Conservadora

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Rússia prende 7 de grupo islâmico considerado terrorista

Sete membros da organização islâmica Hizb ut-Tahrir, considerada terrorista pela Rússia, foram presos hoje na república russa da Tartária, informou o Serviço Federal de Segurança (FSB, antiga KGB) local.


Os detidos, todos cidadãos russos, são acusados de perpetrar atividades extremistas, informou o FSB tártaro em comunicado divulgado pelas agências de notícias russas.


A operação, realizada em conjunto pelo FSB, pelo Ministério do Interior e pela Procuradoria tártara, conduziu os acusados a prisões da capital Kazan e de outras duas localidades.


As forças de segurança apreenderam material impresso e "outros artigos" que confirmam a ligação dos detidos com a organização islâmica Hizb ut-Tahrir, banida da Rússia desde fevereiro de 2003.


O FSB acrescentou que mais prisões podem ser efetuadas caso seja confirmado o vínculo de outras pessoas interrogadas com o grupo terrorista.


Em 2009, 12 membros da Hizb ut-Tahrir foram condenados a penas de quatro a oito anos de detenção após serem acusados de preparar um violento golpe de Estado na Tartária, república de maioria muçulmana.


Neste ano, dois estudantes universitários tártaros foram sentenciados a vários anos de prisão por propagar a ideologia extremista do grupo entre mulheres da região.


O Hizb ut-Tahrir, grupo que foi durante vários anos muito ativo nos territórios da antiga União Soviética, especialmente na Ásia Central, pretende criar um califado islâmico entre todos os países muçulmanos, embora afirme não utilizar o recurso à violência como arma política.


A Tartária, uma das regiões mais ricas da Rússia, é considerada a capital do "Euro-Islã", terminologia que alude à convivência harmônica entre a maioria muçulmana e os cristãos.

Fonte: Portal Terra

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