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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Agentes usam música de Britney Spears para espantar piratas somalis



Britney Spears está sendo usada como uma arma secreta ... para assustar os piratas somalis.

Seus sucessos são usados para impedir ataques os ataques de pirtas, informou o oficial da marinha mercante Rachel Owens.

As músicas “Oops! ... I Did It Again” e “Baby One More” provaram eficazes em manter os bandidos na baía.

"Suas canções foram escolhidas pela equipe de segurança, porque eles achavam que os piratas iriam odiá-las. “Esses caras não suportam a cultura ocidental, principalmente a música, tornando os sucessos de Britney perfeitos”, completou o oficial.

Os navios da região estão em constante perigo devido os contantes ataques de piratas da Somália.

Blog De Olho na Jihad com informações do Metro UK

terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Perdemos a cidade", diz homem espancado por somalis em Oslo

Oslo - Um homem foi vítima de um sequestro relâmpago, que segundo a vítima, foi realizado por imigrantes somalis. 

Ele foi abordado por homens armados, em um país onde nem a polícia utiliza armas, e obrigado a ir até um banco para sacar dinheiro para os assaltantes. Durante todo o trajeto ele foi espancado. "Você gritaria por socorro com uma arma nas suas costas e sob ameaças"? Disse ao ser questionado porque não pediu ajuda.

O que chama mais atenção nesse episódio, é que os assaltantes tentaram, com ameaças, obrigar a vítima a dizer a todos que foi assaltado por brancos. O que deixa claro como eles estão felizes com o multiculturalismo norueguês.

Desiludido com a tolerância da Noruega aos crimes cometidos por imigrantes ele desabafa: "Perdemos a cidade"!

Blog De Olho na Jihad com informações do Aftenposten

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Somália: Crianças são mortas e feridas em um ataque com granadas

Uma onda de ataques com granadas atribuída a rebeldes islâmicos, deixou uma criança morta e nove pessoas feridas na capital somali.

No bairro de Seypiano, na capital Mogadíscio, uma granda de mão foi lançada dentro de uma casa onde pessoas assitiam a uma partida de futebol. O ataque matou uma criança e feriu outras quatro que também estavam na residência.

Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, mas as autoridades acusam o Al-shabab.

Durante a última Copa do Mundo, o Al-Shabab e o Hizbul-Islam ameaçaram punir todos os que fossem flagrados assistindo aos jogos.

Blog De Olho na Jihad com informações do Times of Oman
 
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Al-Shabab promete mais atentados na Somália

O grupo fundamentalista islâmico Al Shabab ameaçou nesta quarta-feira realizar mais ataques contra o Governo Federal de Transição da Somália (GFT) e contra seus aliados, um dia depois de um atentado suicida dos rebeldes em Mogadíscio matar cerca de 90 pessoas e ferir 150. 

"A partir de agora realizaremos mais ataques contra o Governo, contra soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) e contra seus aliados", afirmou em comunicado o porta-voz da Al Shabab, Sheikh Ali Mohamud.

"Assegurarei que este é só o princípio, continuaremos com estas ações durante muito tempo", acrescentou.

Mohamud insistiu que Al Shabab foi o autor do atentado de ontem em um complexo de edifícios onde o governo tinha escritórios de três de seus ministérios, e que esta é uma "mensagem para o GFT, para as agências de espionagem que estão na capital, para as organizações de ajuda e seus aliados".

Antes do atentado, o suicida de Al Shabab, identificado como Bashar Abdullahi Nur, foi entrevistado pela rádio Al-Andalus.

"Para mim tanto faz se mato mil pessoas, cem ou uma. Preciso ir para o paraíso e me reunir com Deus", afirmou.

Os últimos números divulgados pelo hospital de Madina indicam cerca de 90 mortos e 150 feridos.

Já o presidente do país, Sharif Sheikh Ahmed, anunciou na noite de terça-feira três dias de luto nacional em honra às vítimas do atentado, a maioria estudantes que estavam no local para realizar testes para obter bolsas de estudo.

"Prometo que este tipo de ataques não impedirão que continuemos lutando contra o terrorismo", afirmou Ahmed. "O que aconteceu em Mogadíscio é terrível. Mostra como cruéis e estúpidos são a Al Qaeda e seu aliado, Al Shabab", acrescentou.

As agências de segurança nacional do governo anunciaram a detenção de uma pessoa com explosivos junto ao corpo quando tentava entrar em um edifício governamental no norte de Mogadíscio.
De acordo com a administração somali, membros do Al Shabab já estão tentando executar mais atentados, "mas o governo está preparado para prevenir qualquer ataque".

Em Mogadíscio, onde foi decretado toque de recolher na terça-feira à noite, o ambiente era de tensão nesta quarta-feira. As forças de segurança, em alerta vermelho, ordenavam deter cada pessoa que se aproximasse e os cidadãos da capital somali tentavam superar o trauma.
Embora Al Shabab já tenha feito vários atentados terroristas, esta é a segunda vez que os estudantes são seu alvo.

Em dezembro de 2009, os fundamentalistas realizaram um atentado contra um hotel em Mogadíscio, onde acontecia uma cerimônia de formatura, na qual morreram quatro ministros do governo de transição, três jornalistas, quatro médicos e 29 estudantes.

O atentado desta terça-feira acontece após a suposta retirada de Al Shabab de Mogadíscio, no início do mês de agosto, considerada "uma mudança tática" pelos radicais e uma vitória pelo Governo.

Al Shabab, que pretende instaurar na região um estado muçulmano wahhabista, domina boa parte do sul da Somália, um país que vive em permanente guerra civil e com a ausência de um governo efetivo desde 1991, quando foi derrubado o ditador Mohammed Siad Barre.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Radicais da Somália exploram famintos em fuga para o Quênia

 
Dez anos após o 11 de Setembro, a guerra ao terror não dá sinais de perder força, pelo menos no Chifre da África. O grupo extremista Al-Shabaab, financiado pela Al-Qaeda, deixou o centro de Mogadíscio nas últimas semanas, mas grande parte da Somália segue na mão de extremistas. Enquanto milícias infiltram extremistas até mesmo em campos de refugiados controlados pela ONU, governos tentam evitar um conflito regional.
 
O Estado visitou o sul da Somália, nova fronteira da batalha entre a Al-Shabaab e o governo central, financiado por EUA e Europa. As zonas de controle são definidas e redefinidas a cada dia, dependendo do avanço da milícia. 
 
O governo somali foi derrubado em 1991, mas milícias da oposição não conseguiram chegar a um acordo sobre a nova administração. Em 2006, desembarcou no conflito a Al-Shabaab, que rapidamente se transformou na maior ameaça ao governo.

O sinal mais preocupante de que o grupo continua operando aparece no maior campo de refugiados do mundo, em Dadaab, no Quênia. No mês passado, três homens vestidos com burcas entraram no principal mercado local e abriram fogo contra um líder religioso. Informações obtidas pela ONU indicaram que o líder era ameaçado pela Al-Shabaab por se negar a colaborar no recrutamento de jovens para a milícia.

O governo queniano alerta que o campo de refugiados, com 440 mil pessoas, transformou-se no novo palco da batalha entre os extremistas e aliados do governo. ONGs acusam o Quênia de usar a desculpa para fechar sua fronteira para refugiados. Mas, em Dadaab, não é segredo para ninguém que os extremistas estão infiltrados.

Elizabeth Macabo, uma das funcionárias da ONU que trabalha no registro de refugiados, diz ouvir um número cada vez maior de "histórias confusas" de homens que chegam ao local. Sinal de que não seriam exatamente refugiados, mas milícias que se passam por famintos para entrar no acampamento.
Em levantamento, a Anistia Internacional confirmou, há poucos meses, a existência de infiltrados. Em outro estudo, Human Rights Watch também diz que o governo queniano recrutou jovens do acampamento para lutar em milícias, dessa vez contra a Al-Shabaab.

Abdi, um garoto de 11 anos, contou ao Estado que sua mãe o impediu de ir a escolas montadas no campo para ensinar o Alcorão, temendo ser induzido a lutar. "Ela tem medo que eu volte para a Somália", contou Abdi, que nasceu no campo de refugiados.

A inteligência queniana repassou para a ONU, há dois meses, informações de que um possível atentado no campo estaria sendo planejado pelos extremistas. As informações chegaram a identificar até mesmo a maneira pela qual o atentado ocorreria - um burro levaria uma bomba para o meio das barracas.

Outra arma explosiva tem sido a ajuda internacional para o combate à fome. Nos últimos dois anos, o comando da Al-Shabaab negou acesso da ONU e de ONGs à população faminta, alegando que a declaração da crise de fome seria uma forma de a comunidade internacional justificar a intervenção no país.
Segundo a Anistia Internacional, os militantes diziam aos fazendeiros que eles deveriam depender só de Alá, e não da ONU e de "outros infiéis". No caso da ajuda americana contra a fome no Chifre da África, a maior entre os doadores, menos de 25% vai para a Somália por causa da presença de extremistas.

Segundo observadores internacionais, a fome enfraqueceu o apoio aos extremistas. "Os comandantes mais jovens da Al-Shabaab arruinaram a relação com várias camadas da sociedade ao exigir, em plena seca, dois camelos ou um dos filhos da família por cada garoto que se recusa a servir na milícia", disse ao Estado o porta-voz das tropas da União Africana, Paddy Ankunda. Segundo ele, houve um racha no grupo. Uma parte, liderada por Mukta Robo, alega que os militantes deveriam permitir acesso da ONU a cidades afetadas. Já Ahmed Godane, líder da milícia no sul, rejeitou.

A nova realidade abalou a relação da região com a Eritreia. O presidente eritreu Isaias Afewerki é acusado de financiar a Al-Shabaab. Em Uganda, o governo colocou como prioridade a derrota dos extremistas na Somália. Kampala quer uma revanche depois que o grupo extremista matou mais de 70 pessoas em dois atentados na capital ugandense em 2010.

No sul da Somália, onde o Estado esteve, as milícias da Al-Shabaab controlam grande parte da área, com bolsões nas mãos do governo, como a cidade de Dhobley. O extremistas também dominam portos, aeroportos, estradas e um sistema de cobrança de impostos de agricultores e donos de lojas que permite a coleta de até US$ 100 milhões por ano.

Para um dos líderes da comunidade somali em Uganda, Abdullahi Hajji Ahmed, o governo central só terá sucesso em sua luta quando montar uma estratégia para enfraquecer a base de recrutamento do grupo, que em árabe significa "A Juventude". A justificativa para a guerra seria expulsar milícias que atuam em nome do Ocidente. "Para isso será necessário mostrar benefícios sociais para essas famílias, mas isso será difícil diante da atual crise", completou.
ENVIADO ESPECIAL A DHOBLEY, SOMÁLIA
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Extremistas islâmicos estão impedindo que chegue comida a cristãos na Somália


Uma organização de advocacia está chamando por uma ação da comunidade internacional em resposta à crise humanitária na Somália.
 

A fome na Somália custou a vida de milhares de pessoas e continua a deixar milhões na necessidade desesperada do básico. Entretanto, apesar da crise, um grupo islâmico está interrompendo a distribuição de alimentos. O International Christian Concern (ICC) relata que o al-Shabaab está trabalhando para remover o cristianismo do país e está impedindo que alimentos e ajudas alcancem as pessoas. O sul da Somália é especialmente duramente atingido por causa da influência opressora do grupo na região.

Jonathan Racho, diretor regional do ICC para a África, diz ao OneNewsNow que pelo menos 18 cristãos morreram de fome nos últimos três meses.

"Nossas fontes cristãs estão nos dizendo que o Al-Shabaab está usando sua influência e seu controle da área para parar as pessoas de quem ele suspeita de pertencer à igreja subterrânea", relata ele. "Essa é a área de fome onde a maioria das pessoas não estão relatando".

Racho chama a situação uma das piores crises humanitárias do mundo, mas ele diz que milhares de somalis conseguiram atravessar a fronteira para países vizinhos. Assim, ele está pedindo à comunidade internacional para estar ciente da situação do sofrimento e agir.

"Queremos que a comunidade internacional tome medidas decisivas para aliviar o sofrimento dos cristãos na Somália", o porta-voz da ICC diz.
 

Ele prossegue para acrescentar que o Al-Shabaab está permitindo que a fome fique fora de controle, perseguindo os cristãos e tirando ajuda alimentar dos crentes e cidadãos.

Fonte: One News Now  
Tradução: Mente Conservadora


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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Noruega: Vejam as exigências do multiculturalismo


Atenção que eles não só pedem exigem uma casa, como exigem uma casa GRANDE.

Uma casa pequena não serve (apesar de gratuita) porque eles precisam mesmo duma casa grande; com balanços, vários quartos coisas assim.
Talvez uma piscina não ficasse mal, e quem sabe uma TV de plasma enorme bem no meio da sala. 

Tudo pago pelos contribuintes suecos (aqueles que trabalham sem exigir nada ao governo, mas que são esfaqueados pelas costas pelo mesmo governo).


Fonte: Nosso parceiro o Blog Perigo Islâmico

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domingo, 7 de agosto de 2011

Somália: Militantes islâmicos abandonam capital


O grupo militante islâmico Al Shabaab abandonou as suas posições em Mogadíscio, capital da Somália, neste sábado 6, onde eles estavam travando batalhas contra as forças do governo. As informações são da BBC Brasil.

Testemunhas disseram à BBC terem visto caminhões com insurgentes a bordo deixando a cidade no meio da madrugada.

Forças pró-governo da União Africana têm combatido os militantes islâmicos na capital da Somália para garantir que mantimentos e alimentos cheguem às pessoas atingidas pelas fortes secas que assolam o país.

O presidente da Somália, Sheikh Sharif Sheik Ahmed, comemorou a retirada dos militantes islâmicos.

*Matéria publicada originalmente na Agência Brasil
Via Carta Capital

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Conexão Repórter: Somália a Base de Bin Laden


Um ótimo documentário, claro que com alguns erros clássicos da esquerda, como por exemplo o anti-americanismo, e a abordagem superficial da culpa do extremismo islâmico. Mesmo assim é recomendado, para conhecer a horrível realidade das vítimas não só da fome, mas também da "religião da paz".

Clique aqui e veja as outras partes no youtube.

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Vítimas da fome na Somália começam o jejum do ramadã


Segundo informa a Reuters, os somalis, enfraquecidos há meses pela seca, agora preparam-se para começar o jejum do Ramadã.
Conforme os preceitos islâmicos, pessoas doentes não precisam manter o "jejum sagrado", no entanto, a maioria pretende cumprir a tradição.

O Ramadã vem em um momento difícil para a população muçulmana do "Chifre da África", que vive uma terrível crise humanitária. A Onu estima que cerca de 12 milhões de pessoas são afetadas pela fome. E a revolta dos militantes islâmicos, tem impedido que a ajuda humanitária chegue a boa parte do país.

Fonte: Wtaq

Nota do blog: O que a reuters não informa é que desobedecer a tradição muçulmana nos territórios do Al-Shabab é assinar uma setença de morte. 


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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Somália anuncia morte de principal líder da Al Qaeda na África


MOGADÍSCIO (Reuters) - A polícia somali anunciou neste sábado ter matado na capital do país o líder da Al Qaeda mais procurado na África, Fazul Abdullah Mohammed, numa operação na terça-feira.
 
Mohammed era considerado o chefe da Al Qaeda no leste da África, atuava na Somália e escapou à captura por mais de uma década, depois de ser acusado de ter tido papel de destaque nos atentados contra as embaixadas dos Estados Unidos em Nairóbi, no Quênia, e em Dar es Salaam, na Tanzânia, em 1998, nos quais foram mortas 240 pessoas.
 
A polícia disse ter atirado contra Mohammed em um posto de controle em Mogadíscio, depois de uma troca de tiros à meia-noite de terça-feira. Acredita-se que Mohammed estivesse escondido no caótico país na maior parte dos últimos dez anos. Também conhecido como Harun e pelo menos outros 18 nomes falsos, ele era um especialista em computação e talentoso com idiomas.
 
O governo dos EUA afirma que vários membros da Al Qaeda envolvidos nos atentados às embaixadas procuraram refúgio no sul da Somália, a parte mais violenta do país. A Somália está sem um governo central eficaz desde a derrubada do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.
 
"Temos confirmado que ele foi morto pela nossa polícia em um posto de controle nesta semana", disse à Reuters Halima Aden, da força de segurança nacional.
 
"Ele tinha um passaporte falso da África do Sul e, é claro, outros documentos. Após investigação, nós confirmamos que era ele."
 
Os Estados Unidos ofereciam recompensa de 5 milhões de dólares por informações que levassem à captura dele.
 
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse a jornalistas: "A morte de Harun Fazul é um golpe significativo para a Al Qaeda, seus aliados extremistas e suas operações no leste da África."
 
"É um fim justo para um terrorista que trouxe tanta morte e dor para tantos inocentes em Nairóbi, Dar es Salaam e outros lugares - tanzanianos, quenianos, somalis e nossos funcionários nas embaixadas", disse ela durante uma visita a Dar es Salaam, na Tanzânia.
 
Autoridades dos EUA dizem que Mohammed, que estaria na casa dos 35 anos, também planejou um ataque contra um hotel de propriedade israelense na costa do Quênia, em novembro de 2002, no qual morreram 15 pessoas.
 
CAMINHO ERRADO
 
Às vezes, segundo fontes somalis, Mohammed se escondia entre comunidades minoritárias, racialmente mistas, que ocupam vilarejos ao longo da costa entre Mogadíscio e a fronteira do Quênia, onde seu tipo físico, de comorense, se assemelhava ao dos povos miscigenados Benadir e Bajun, que têm ancestrais somalis, árabes, persas, portugueses e malaios.
 
Essas informações combinam com o conhecido método de Mohammed de se "se esconder à vista de todos". Passando-se por um pregador islâmico itinerante, ele se estabeleceu em 2002 no vilarejo queniano de Siyu, costeiro e isolado, perto do sul da Somália, sem ser notado durante meses antes do atentado contra o hotel.
 
Logo depois, se embrenhou pelo sul da Somália. Moradores dizem que todas as manhãs ele fazia exercícios em uma praia perto de Gendershe, antes de partir para morar ao sul de Mogadiscío.
 
Nos últimos anos acredita-se que ele estava sob proteção de combatentes do movimento islâmico Al Shabaab no interior.
 
Segundo a polícia somali, na terça-feira Mohammed talvez pretendesse pegar uma estrada que conduz a uma base do Al Shabaab, mas errou o caminho e parou no posto de controle -- o mais ao sul sob controle do governo, antes da entrada no território dominado pelo grupo -- pensando que era do Al Shabaab.
Quando percebeu que estava no lugar errado, abriu fogo contra a polícia, que respondeu.
 
"Nós tínhamos suas fotos e, portanto, comparamos com o seu rosto. Ele levava milhares de dólares, um laptot e uma metralhadora AK-47 modificada", disse o policial.
 
(Reportagem adicional e redação de James Macharia em Nairóbi; Mark Hosenball e William Maclean em Londres) 

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Al-Shabab ameaça moradores que assitirem as notícias sobre a morte de Bin Laden

Assim que surgiu a notícia de morte de Osama Bin Laden, o grupo terrorista somáli Al-Shabab, ligado a Al-Qaeda, proibiu os moradores a acompanharem as notícias sobre o episódio, e ameaçou punir qualquer pessoa que for pega acompanhando as notícias pela TV ou rádio, ou quem propagar qualquer fato sobre o incidente.

Segundo relatos de moradores de Jawhar, televisões e rádios não foram mais ligadas depois do anúncio do grupo. Os moradores evitam de toda a forma falar sobre o assunto.

Segundo uma moradora, que por segurança manteve sua identidade em anonimato, membros do Al-Shabab lançaram granadas dentro das casas onde moradores reuniram-se secretamente para assistir as notícias sobre a morte de Bin Laden. Ela relata que muitas pessoas foram feridas.

"É óbvio que o al-Shabab está tentando abafar a notícia da morte de Bin Laden, eles estão tentando nos aterrorizar para que não saibamos nada sobre o fato, sabem que estamos felizes pela notícia. Eles são órfãos agora". Disse a mulher somali ao jornal local.


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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Omar Hammami - O Rapper Jihadista

Omar Hammami foi uma adolescente normal, cresceu no Alabama em uma família de protestantes da Igreja Batista, era um aluno talentoso, líder de classe, namorou a menina mais cobiçada do colégio. Foi a escola dominical, aprendeu sobre a bíblia, cantou 'Away in a Manger' no natal. Suas paixões ocilaram entre Shakespeare e Kurt Cobain, entre o futebol e o nitendo. Tinha um sonho de ser cirurgião. Seus amigos dizem que ele era um líder nato e comparavam-no ao personagem principal de Ferris Bueller's Day Off.

Uma década se passou e ele não mudou, continua um líder. Mas, agora de um dos grupos islamistas mais sagrentos.
Foi após uma viagem a Damasco para visitar parentes que Hammami começou a mudar. As fotos da viagem mostram que ele trocou sua camisa pólo por uma longa túnica, as fotos também mostra o jovem curvando-se para Meca em uma noite de oração. Ao voltar ao Alabama ele se dizia dividido entre o Islamismo e o Cristianismo. Logo tornou-se muçulmano.

Hammami passou então a tentar converte os alunos de sua escola. Vestido com uma túnica e um turbante vermelho, defendia Osama Bin Laden. 

Veio então o 11 de setembro, e ele tornou-se "o cara" para os repóteres locais, de acordo com o New York Times. Hammami continuou pregando para os estudantes, exercia um magnetismo impressionante, e fazia com que os alunos questionassem suas crenças.

Em 2007, foi para a Somália e juntou-se ao Al-Shabab assumindo o nome de guerra Abu Mansur al Amriki, ou "o Americano".

De acordo com o governo, depois de sua ida para a Somália, sua ascenção dentro do grupo colocou-o em uma classe própria.

Diferente de outros americanos que se uniram ao grupo terrorista, Hammimi exerce uma papel mais poderoso. Ele comanda a guerrilha em campo, organiza ataques e traça estratégias para a Al-Qaeda na Somália.

Um alto funcionário do governo americano declarou ao New York Times, que nunca antes uma americano chegou a um posto tão alto dentro de um grupo terrorista.

No início de fevereiro havia rumores que ele havia morrido. O Ministro da Somália chegou a declarar à Associated Press que relatórios de inteligência indicavam que o jovem havia sido morto em um bombardeio.

No entanto, o jovem ressurgiu com seus novos vídeos, onde ele canta um Rap com letras jihadistas. Suas letras falam sobre a "glória" de morrer pela Jihad. Ele dá um toque contemporâneo nas ações dos combatentes islâmicos da era medieval. Glorificando as ações dos rebeldes de decapitar os inimigos, cortar as mãos dos ladrões e apedrejar mulheres adúlteras.

Vejam um dos vídeos de  Abu Mansur al Amriki e seu Rap:


O Jovem agora é um dos terroristas mais procurados pelo Governo Americano.

De Olho na Jihad com informações do Daily Mail

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Noruega: 100 famílias somalis presas na Noruega

A Europa amanhã?
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Algumas centenas de parasitas do dinheiro do contribuinte norueguês a menos. Agora é ir atrás dos outros, que não param de chegar porque sabem que não têm o que temer na Europa, mesmo que sejam pegos pela polícia.

Uma coisa que africanos, árabes e muçulmanos em geral sabem fazer bem é impor respeito e medo. Uma coisa que os ocidentais precisariam aprender urgentemente com esta gente é o modo adequado de se tratarem pessoas indesejáveis -- se ao menos ainda houvesse algum miolo e testostera entre eles.

Europe News / Tradução Dextra

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ban alerta para o aumento do terrorismo na Somália

Secretário-Geral pede à comunidade internacional para enviar apoio militar ao país africano; em relatório ao Conselho de Segurança, Ban afirma que a segurança continua sendo o desafio mais crítico da região.


Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*


O Secretário-Geral da ONU fez um apelo à comunidade internacional para providenciar apoio militar ao Governo Federal de Transição da Somália.


Segundo Ban Ki-moon, a ajuda é para evitar a ação de combatentes estrangeiros e saqueadores na região, que segundo analistas, estaria se transformando em um reduto terrorista.


Relatório


Em relatório, Ban afirmou que a segurança ainda é o principal desafio enfrentado pelas instituições federais da Somália.


O governo de transição na capital, Mogadíscio, está sofrendo ataques de militantes islâmicos que controlam o sul do país. Milhares de civis foram desalojados no conflito que já dura mais de 20 anos.


Alto Risco


Ban Ki-moon destaca que a presença de combatentes externos na Somália é um lembrete de que a região do Chifre de África corre um alto risco de se tornar o próximo alvo dos esforços globais contra o terrorismo.


Em dezembro, o Conselho de Segurança aprovou o aumento em 50% das forças de manutenção de paz da Missão da União Africana na Somália, que vai contar agora com 12 mil homens.


*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.


Fonte: Rádio ONU

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Piratas somalis liberam navio, mas sequestram outro


Piratas somalis libertaram um navio, mas sequestraram outro com oito tripulantes a bordo, informou hoje a Força Naval da União Europeia. O MV EMS River foi tomado a aproximadamente 280 quilômetros a nordeste do porto de Salalah, em Omã, disse o comandante Paddy O''Kennedy. Os piratas têm estendido sua zona de atuação para o sul e o leste em razão do aumento das patrulhas navais na costa somali.
Um romeno e sete filipinos compõem a tripulação do navio cargueiro, informou a força europeia. A embarcação é de propriedade alemã e levava gasolina da Grécia para os Emirados Árabes Unidos.
Um outro navio sequestrado, o MV Motivator, estava nas proximidades durante o ataque ocorrido ontem. O''Kennedy afirmou que a presença de outra embarcação tão perto mostra que os criminosos usam embarcações sequestradas maiores como "naves-mãe" para estender o alcance do ataque além do permitido pelas pequenas lanchas usadas por eles. Ataques recentes também contaram com a ajuda de navios maiores.

Os piratas ainda libertaram o MV Marida Marguerite e seus 22 tripulantes. A embarcação de propriedade alemã havia sido capturada no dia 8 de maio enquanto viajava para a Holanda. A Força Naval da União Europeia informou que atualmente há 25 embarcações e 587 reféns nas mãos dos piratas na costa da Somália. 

O árido país do Chifre da África não tem um governo funcional desde 1991. A longa costa somali oferece muitos locais seguros para os piratas, que continuam a ocupar uma mas mais importantes rotas marítimas do mundo. Do Estadão

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"Nós dizemos ao presidente Barack Obama para abraçar o Islã antes de chegarmos ao seu país!"

Mogádiscio - Um líder da insurgência islâmica da Somália ameaçou atacar os Estados Unidos durante um discurso transmitido nessa segunda-feira.

"Você, Obama, pode salvar os EUA de nossos atentados", disse Sheikh Fuad Mohamed Khalaf, cidadão sueco de origem somali e considerado o terceiro no comando no grupo, em discurso transmitido pela Al Shabab Radio, em Mogadíscio. 

"Nós dizemos ao  presidente Barack Obama para abraçar o Islã antes de chegarmos ao seu país!". Declarou o extremista.
Após dirigir-se a Obama, ele pediu aos demais dirigentes americanos que fizessem o mesmo, para que "a guerra entre o Islã e os EUA possa acabar". 

Embora ele tenha executado alguns atentados fora da Somália, nunca atacou os EUA, apesar de ter ameaçado realizar ações terroristas no mundo todo. 

Em maio, o líder do grupo islâmico sobreviveu a um atentado em uma mesquita onde mais de 40 pessoas morreram, a maioria milicianos recém recrutados pelo Al Shabab que esperavam por seu sermão.
Com o apoio de centenas de combatentes estrangeiros da Al Qaeda, o Al Shabab luta para derrubar o governo transitório da Somália, apoiado pela comunidade internacional, e implantar um regime radical muçulmano wahhabista no leste da África. 

A Somália não tem um governo efetivo desde 1991, quando o ditador Mohammed Siad Barre foi derrubado, e seu território é controlado por milícias islâmicas, senhores da guerra tribais e em alguns casos por grupos de bandidos. 


Nota do Blog: Como os terroristas não possuem uma boa leitura (costumam ler apenas o al-Corão e outras leituras islâmicas) deixo um artigo do Daniel Pipes mostrando que Obama já abraçou o Islã faz muito tempo. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Olha Só! Por que os piratas MUÇULMANOS não vão mais atacar os navios russos tão cedo. Não deixem de ver o vídeo

Bare Naked Islam, 4 de dezembro de 2010
Original: MUST SEE! Why Somali MUSLIM Pirates won’t be attacking Russian ships anytime soonTradução: Dextra


Piratas muçulmanos somalis capturaram um navio petroleiro russo. Forças de elite da Marinha russa rapidamente liberaram seus compatriotas e o petroleiro. Eles levam os piratas de volta a seu próprio navio, procuram por armas e explosivos e deixam os piratas algemados no navio. Depois que os russos saem, eles explodem o navio com os bastardos a bordo.

As forças de elite afundam o navio pirata junto com os piratas e sem quaisquer procedimentos judiciais, advogados, etc. Ou seja, eles usam as leis anti-pirataria dos séculos 18 e 19, pelas quais o capitão do navio de resgate tem o direito de decidir o que fazer com os piratas. Normalmente, eles eram enforcados.



Nós: Os piratas MUÇULMANOS do Norte da África estão sequestrando, assaltando, estuprando, matando e escravizando cristãos desde o início da expansão do Islam. O melhor meio de lidar com estes animais é mesmo pela brutalidade pura e simples.

Em 1785, John Adams e Thomas Jefferson se encontraram em Londres com o Paxá de Trípoli, ‘Abd al-Rahman al-Ajar. O objetivo era selar um acordo de paz com o líder muçulmano que pudesse ajudar a por fim aos ataques de corsários muçulmanos norte-africanos contra navios americanos e europeus (no ano anterir, a brigada Betsy tinha sido apresada por piratas e a tripulação vendida como escrava no Marrocos). Al-Ajar foi muito franco:

“Estava… escrito no Corão que todas as nações que não tivessem reconhecido a autoridade (dos muçulmanos) eram pecadoras; que era seu direito e dever fazer guerra onde quer que pudessem e tornar escravos todos os que pudessem prender; e que todo muçulmano que fosse morto em batalha certamente iria para o Paraíso." [Artigos sobre o caso aqui e aqui]

Os Estados Unidos venceram essas víboras berberes por via da brutalidade militar, que também é a dos russos de hoje. Agora, não deixa de ser interessante que um vídeo como esses sequer chame a atenção da grande imprensa. Mas imagine se as Forças Armadas aí  não fossem russas, mas americanas. Pense na grita universal que haveria contra  "barbaridade" cometida contra os pobres piratas.

De qualquer modo, nota dez pros russos, que têm culhão e não são trouxas.

Líder do grupo islâmico Al - Shebab morto pelas tropas governamentais

Mogadíscio- O líder da al-Qaeda na Somália, onde lutava com o grupo islâmico somali Al Shabab, foi morto domingo durante um confronto com tropas governamentais, informaram fontes do governo e dos radicais islâmicos.  
Mapa da Somália
Mapa da Somália
Abu Jalid, de origem iemenita, foi ferido com gravidade, juntamente com cerca de uma dúzia de outros combatentes estrangeiros que combatiam com o Al Shabab, e foi transferido para o hospital do grupo na localidade de Jawhar, situado 90 quilómetros a norte de Mogadíscio, onde faleceu.  

Um comandante do Al Shabab, que requereu o anonimato, confirmou à agência Efe que "o mártir Rayah Abu Jalid morreu como um herói no hospital de Jowhar esta noite. Fora gravemente ferido de manhã e morreu horas depois".  


O governo provisório de Mogadíscio, apoiado pela comunidade internacional, também confirmou a morte de Abu Jalid e assinalou que esta é uma perda importante para o Al Shabab e a Al-Qaeda na região do Chifre da África.   

O general Ahmed Guled afirmou à Efe: "Este sábado matámos 12 combatentes estrangeiros, entre os quais o principal chefe da célula armada da Al -Qaeda no país, Rayah Abu Jalid".  


Acrescentou que Abu Jalid "é o principal combatente estrangeiro morto" depois do seu antecessor, Abu Musab.  

A Al-Qaeda tem na Somália várias centenas de combatentes que apoiam o Al Shabab, uma milícia que luta para derrubar o governo provisório e impor um governo radical muçulmano, de orientação wahabita, no Chifre da África.  O governo provisório, dirigido pelo presidente Sharif Sheikh Ahmed, está apoiado em oito mil soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) e controla apenas algumas partes de Mogadíscio, como o complexo do palácio presidencial, o aeroporto e o porto.    

A Somália não tem governo efectivo desde 1991, quando foi derrubado Mohamed Siad Barre, e o seu território está controlado por milícias islâmicas, senhores da guerra tribais e bandidos.  

Fonte: Angola Press

sábado, 4 de dezembro de 2010

Somali de 17 anos é assassinada a tiros por converter-se ao cristianismo

A somali Mohamed Farah Nurta 17, foi morta com vários tiros no tórax e na cabeça em 25 de Novembro, alegadamente por membros da sua família por ter se convertido ao cristianismo.

Nurta, havia deixado sua casa para escapar da tortura, da qual, havia sido submetido por seus pais desde que souberam de sua conversão.

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Para que voltasse à fé de Maomé, seus pais  a espancaram e oaamarraram em uma árvore, onde eles a forçaram a tomar "medicação para restabelecer a sua saúde mental" e a recitar o Alcorão. Entretanto, a terapia não ajudou muito e a mudança de religião constitui uma ofensa à honra da família, sendo necessário matá-la para que assim a honra fosse lavada.
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"Não é admissível derramar o sangue de um muçulmano, exceto em um desses três casos: O casado que comete adultério, vida por vida, e quem deixa a sua religião e rejeita a comunidade"
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(Lo transmitieron Al-Bujari y Muslim) - (Relatado por Al-Bukhari e Muslim) -

Fonte: Daziabao-Ñ

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