Mostrando postagens com marcador Iraque. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Iraque. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Garota propaganda dos combatentes curdos pode ter sido decapitada pelos terroristas do Estado Islâmico


A combatente curda que tornou-se garota-propaganda da Resistência Curda de Kobane, foi supostamente decapitada pelo Isis. A mulher, conhecida pelo pseudônimo Rehana, tornou-se um símbolo de esperança para a cidade na fronteira com a Síria depois que um jornalista twitou uma foto dela fazendo um "V", alegando que ela, pessoalmente, matou 100 terroristas do Isis. A mensagem foi retuitada mais de 5.000 vezes, e fez dela uma celebridade entre os Curdos. Porém segundo o Daily mail um combatente dos ISIS compartilhou no twitter onde parece segurar a cabeça decapitada de Rehana, no entanto, as forças curdas ainda não pronunciaram-se sobre a imagens, ao que parece a combatente está desaparecida. 

O exército curdo criou unidades formada apenas por mulheres, todas voluntárias, elas tem consciência que o triunfo do Estado Islâmico significa o fim da liberdade que possuem. A presença de mulheres não é uma novidade, elas tem lutado há anos contra as tropas turcas pela independência do Curdistão. "Não há diferenças entro nós e os homens, podemos fazer qualquer trabalho incluindo a luta armada", afirmou Kobani, a comandante da unidade mista curda.


O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que no início do mês nove combatentes curdos foram decapitados entre eles estavam três mulheres capturadas em combate próximo da fronteira turca.

Blog De Olho na Jihad

segunda-feira, 14 de julho de 2014

No Iraque islamitas impõem às mulheres a Jihad Sexual

O grupo jihadista Estado Islâmico do Iraque (ISIS) exigiu aos homens das cidades iraquianas conquistadas que apresentem as suas filhas solteiras para que estas participem na jihad sexual, oferecendo os seus corpos aos militantes. 

Segundo o portal 'The Clarion Project', os combatentes do ISIS puseram cartazes na cidade de Mosul, a 
segunda maior do Iraque, declarando que as mulheres solteiras locais devem obrigatoriamente incorporar-se à jihad oferecendo sexo aos combatentes do grupo

"Fazemos um apelo aos habitantes deste município para que tragam as suas filhas solteiras para que possam cumprir com o seu dever na jihad sexual com os seus irmãos guerreiros na cidade e quem não obedecer sentirá todo o peso da sharia". 

De acordo com informações de jornais locais, os guerrilheiros do ISIS tem invadido casas de Mosul, matando os homens e estuprando as mulheres. Segundo a porta-voz da Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navie Pillay, há a informação de que quatro mulheres da cidade cometeram suicídio após terem sido estupradas ou forçadas a casar-se com militantes.

Blog De Olho na Jihad com informações do ActualidadeRT

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Líder xiita do Iraque: "Se os cristão não se converterem ao Islã, devem morrer"

AsiaNews.it / De Olho na Jihad – Coincidindo com a reconsagração da Catedral de Bagdá, onde foram assassinados 57 cristãos em outubro de 2010, o líder xiita do Iraque, emitiu uma fawta condenando a morte dos cristãos que não converterem-se ao Islã. “Aqueles que não abraçarem a fé do Enviado de Alá, de forma sincera, serão degolados”, diz o proeminente clérigo iraquiano.

No entanto, Al-Hassini e seus irmãos do Webislam, mostram-se “misericordiosos” com as mulheres cristãs: “As mulheres e meninas poderão se tornar esposas dos muçulmanos”. Ainda segundo a nota do clérigo essas infiéis poderão ser objeto de comércio e consumo sexual.

As ameaças geraram temor entre os cristãos iraquiano, há o medo que ocorra ataques islamitas no natal como em anos anteriores. O governo afirma que proporcionará segurança a minoria religiosa.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Agora, os mortos da vez em Bagdad são gays e lésbicas

Ser homossexual ou emo pode promover o
"castigo de Deus" pelas mãos de islâmicos.
Cadáveres com a cabeça esmagada aparecem nas ruas da capital do Iraque como restos de um naufrágio abandonados na praia. Para os homossexuais e os seguidores da moda emo, desafiar os rígidos cânones que marcam a ortodoxia xiita dominante custa a própria vida.

"Obrigaram-no a morder a ponta de uma cadeira antes de estourarem a sua cabeça com um bloco de cimento. Ele se chamava Saif Asmar e era meu amigo. Amanhã isso pode acontecer comigo."

Ruby (nome falso para proteção da sua verdadeira identidade) se divide entre a ira e as lágrimas enquanto segura uma foto de um jovem apenas reconhecível após o brutal assassinato. Desde o início desse ano, esquadrões da morte têm realizado uma campanha de ataques contra jovens homossexuais ou aqueles seguidores da moda emo.


"Usar anéis, piercing no nariz ou ter uma tatuagem é sinônimo de ser homossexual, de adorar ao diabo ou de ambos", explicou à IPS esse jovem que abandonou a sua casa há um mês após ser ameaçado.

Ruby nota um acréscimo considerável dos ataques desde o dia 6 de fevereiro. "Naquele dia mataram Ahmad Arusa em Sadr e outros quatro em Geyara", ambos distritos xiitas de Bagdad. "Já são mais de 80 assassinatos desde então", denunciou.

Num comunicado transmitido em janeiro, o Ministério do Interior iraquiano classificou a tribo urbana emo de grupo "satânico", e destacou que o corpo especial da polícia se encarregaria de "combater tal fenômeno".

Hoje, os mortos por esmagamento em Sadr, no leste da capital, somam-se aos queimados com ácido em Jadimiya, no noroeste. Além do método empregado, quase todas as vítimas viram seus nomes numa das listas que frequentemente apareciam nos muros das ruas de Bagdad.

Ruby aponta diretamente o Exército Mehdi - liderado pelo clérigo e líder político Muqtada al-Sadr - e denuncia a impunidade ao redor desses crimes.

"O nosso governo é uma milícia", se queixou o jovem na clandestinidade. "A única solução é o Ocidente pressionar Bagdad para que acabe com esse pesadelo".

A vice-presidente da Organização para a Liberdade das Mulheres no Iraque, Dalal Jumma, lamenta pela inexistente separação entre Estado e religião no Iraque após a invasão militar estadunidense em 2003, que pos fim ao regime de Saddam Hussein (1979-2003).

"As milícias penduram cartas nas paredes com nomes e sobrenomes de supostos homossexuais, aos quais acusam, inclusive, de satanismo por terem participado do martírio do imã Hussein", neto de Maomé, morto no século VII, disse Juma na sede da organização no distrito Karrada, localizado no sudeste de Bagdad.

IPS teve acesso a uma dessas cartas, supostamente encontrada em Sadr. Trata-se de uma lista com 33 nomes de pessoas, localizadas pelos números dos blocos habitacionais nos quais residem, e antecedida de uma advertência, redigida com numerosos erros de ortografia:

"Se não encerrar sua atitude licenciosa em quatro dias, o castigo de Deus será dado pelas mãos dos mujahedins (guerreiros islâmicos)", lê-se entre os desenhos de duas pistolas.

No escritório do partido de Muqtada al-Sadr, o Sadr, o líder religioso e político local Brahim Jawary desmentiu qualquer influência de seu grupo nos assassinatos. Tanto esses crimes como "toda conduta imoral e contrária à religião" hão de ser investigados convenientemente, disse.

Assassinatos de lésbicas ainda mais invisíveis

Não foi uma carta na parede, mas um e-mail, que levou a jovem Madi a abandonar a sua casa. Hoje esconde tanto a sua localização como seu nome real.

"Me ameaçavam dizendo que falariam para a minha família que sou lésbica se não abandonasse o país imediatamente", lembrou essa jovem de 26 anos numa entrevista num lugar indeterminado em Bagdad. O medo de Madi não é sem fundamento.

"Muitas lésbicas morrem no Iraque nas mãos dos seus irmãos mais velhos. É um crime 'de honra' maior, uma espécie de assunto doméstico sobre o qual o governo não realiza nenhuma investigação", disse.

A organização Iraque LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), com sede em Londres, estima que mais de 720 pessoas morreram nas mãos de milícias extremistas no Iraque nos últimos seis anos.

Madi garante ter perdido muitos amigos próximos e não vacila quando se trata de destacar os culpados.

"As milícias de Muqtada al-Sadr e as forças de segurança são as mais agressivas contra nós, dede uma fatwa - lei islâmica - emitida há quatro anos que especificava, literalmente, que os homossexuais deveriam ser executados da maneira mais severa."

Madi descreveu casos de pessoas esquartejadas ou queimadas vivas, e acrescentou que os médicos conhecem a natureza desses crimes pelo estado em que chegam os cadáveres. A IPS confirmou essas afirmações com médicos que pediram para permanecer no anonimato.

Num relatório publicado em agosto de 2009, a organização de direitos humanos Human Rights Watch, com sede em Nova York, assegurou que muitas vítimas eram torturadas para que revelassem nomes de futuros alvos.

Em vários casos eram descritos tormentos com o uso de cimento que, com a ingestão maciça e forçada de alimentos e laxantes, leva a vítima a uma morte atroz.

O mal-estar por essa onda de violência é evidente inclusive atrás dos muros da Zona Verde, a área protegida de Bagdad onde se encontram escritórios do governo e embaixadas.

"Não temos feito mais que retroceder quanto aos direitos humanos desde 2003", ano da invasão estadunidense, lamentou a parlamentar Ashwaq Jaf, da Aliança Curda.

"O problema de fundo é que estamos sujeitos aos códigos, a Constituição iraquiana, por um lado, e a sharia - compêndio de leis islâmicas - por outro. As contínuas contradições entre ambas desembocam em vazios legais e, consequentemente, no desamparo das vítimas", disse Jaf à IPS.

Nem todos órgãos do poder veem assim

"O estigma de ser homossexual no Iraque não é nada mais que um claro reflexo da nossa sociedade", disse Saad al-Muttalibi, alto representante do partido Dawa, do primeiro-ministro Nuri Al Maliki.

Muttalibi responsabiliza pelos crimes as "milícias sunitas próximas a Al-Qaeda ou as milícias iranianas", sem fazer menção das xiitas da Al Sadr. O segundo mandato de Al Maliki foi possível pela maioria obtida na coalizão com o partido Sadr.

Sunitas e xiitas são adeptos de dois ramos divergentes da religião muçulmana. Os xiitas constituem 60% da população desse país. Os sunitas, uma minoria que chega aos 20%, eram o grupo islâmico dominante no regime de Saddam Hussein.

"A situação está se normalizando progressivamente e tem se tornado cada mais fácil ver casais de meninos caminhando de mãos dadas por Karrada", assegurou Muttalibi.

Certo ou não, a maioria dos comerciantes desse distrito concorrido já retirou das vitrines e janelas, correntes, piercings ou quaisquer outros objetos que possam levar a trágicos mal-entendidos.

Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ahmadinejad acredita que o messias islâmico está prestes a chegar


"Ahmadinejad conquistará Jerusalém
antes da vinda do messias islâmico."
Uma nova evidência surgiu quanto à visão iraniana de que a instabilidade atual no Oriente Médio representa um sinal de que o Mahdi - o messias islâmico - está prestes a aparecer. A CBN News obteve um vídeo nunca antes visto produzido pelo regime iraniano que diz que todos os sinais estão se encaixando - e que o Irã estará prestes a colaborar para o início do fim dos tempos.

Enquanto os movimentos revolucionários que se apoderam do Oriente Médio criam um clima de incerteza em toda região, o vídeo mostra que o regime iraniano acredita que o caos é uma prova divina de que a sua vitória final está próxima.


A Vinda está Próxima


O vídeo de propaganda foi supostamente aprovado pelos mais altos escalões do Governo iraniano. Chama-se "A Vinda está Próxima" e descreve os eventos atuais no Oriente Médio como um preâmbulo da chegada do mítico duodécimo Imã Mahdi - a figura messiânica que as escrituras islâmicas dizem que conduzirá os exércitos do Islã para a vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.

"Este vídeo foi produzido por um grupo chamado 'Os Condutores da Vinda', em conexão com o Basij - a força paramilitar iraniana - e em colaboração com o escritório do presidente iraniano", disse Reza Kahlili, um ex-membro da Guarda Revolucionária do Irã que compartilhou o vídeo com a CBN News.

Kahlili, autor do livro "Tempo de Trair", trabalhou como um agente duplo para a CIA dentro do regime iraniano.

"Há poucas semanas, o escritório de Ahmadinejad apresentou este vídeo com muita emoção para os clérigos", disse Kahlili à CBN News. "O público-alvo são os muçulmanos no Oriente Médio e no mundo".

O vídeo afirma que o Irã está destinado a se levantar como uma grande potência nos últimos dias para ajudar a derrotar os Estados Unidos e Israel, e anunciar o regresso do Mahdi. E deixa claro que os iranianos acreditam que esse momento está se aproximando rapidamente.

"O Hadith descreveu claramente os eventos e as diversas transformações dos países no Oriente Médio e também a respeito do Irã na época da vinda", disse um narrador no vídeo, e continuou dizendo que a invasão estadunidense ao Iraque já havia sido anunciada pelas escrituras islâmicas - e que o Mahdi, num futuro próximo, governará o mundo a partir do Iraque.

Outros Sinais "Proféticos"

A agitação atual nos outros países do Oriente Médio, como Iêmen e Egito - incluindo o levantamento da Irmandade Muçulmana -, e o atual estado precário de saúde do rei da Arábia Saudita - rival iraniano -, também têm sido analizados como sinais proféticos de que o Mahdi está chegando.

"A presença de Abdullah, sua enfermidade e sua condição duvidosa não são uma grande notícia para aqueles que estão ansiosos pela vinda?", pergunta o narrador.

O líder supremo do Irã, Khameini, e Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah, são considerados peças fundamentais do fim dos tempos, cujas ascensões foram preditas nas escrituras islâmicas.
O mesmo ocorre com o presidente Mahmoud Ahmadinejad, que segundo o vídeo conquistará Jerusalém antes da vinda do Mahdi.

"Acredito que seja um desenvolvimento muito sério", disse à CBN News o especialista em assuntos do Oriente Médio Joel Rosenberg, autor do livro "O duodécimo Imã". "Abre uma janela para o pensamento da liderança iraniana: eles acreditam que uma guerra com Israel pode acontecer antes do que muitos imaginam".

Kahlili diz que o vídeo "A Vinda está Próxima" em breve será distribuído pelo regime iraniano para todo o Oriente Médio. Explicou que o seu objetivo é promover mais levantes nos países árabes.

Fonte: CBN News
Tradução: Jônatha Bittencourt - CessarFogo.com


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sábado, 7 de janeiro de 2012

'Matei 255 pessoas e não me arrependo', diz ex-atirador americano no Iraque

Foto BBC
LONDRES - Ele diz ter matado 255 pessoas no Iraque e garante que não se arrepende. "A lenda", "o exterminador" e "o diabo de Ramadi" são apenas algumas alcunhas pelas quais o atirador de elite reformado

Entre 1999 e 2009, o então oficial do pelotão Charlie, terceiro grupo da força Seal da Marinha americana, construiu para si uma temida reputação como o atirador mais letal da história da corporação.

Oficialmente, o Pentágono registra 150 mortes no seu nome - o que em si já representa um recorde em relação ao anterior, de 109, até então mantido por um atirador durante a Guerra do Vietnã. Entretanto, Kyle afirma que sua contagem é maior. Só na segunda batalha de Fallujah, no fim de 2004, diz, tirou a vida de 40 inimigos.

'Adorei o que fiz'

Em um livro da editora HarperCollins que chega às livrarias americanas, "American Sniper" - "Atirador de elite americano", em uma tradução livre e literal - ele relata com detalhes o seu trabalho em quatro viagens de combate ao Iraque.

"Adorei o que fiz. Ainda adoro. Se as circunstâncias fossem diferentes - se minha família não precisasse de mim - eu voltaria em um piscar de olhos", escreve o atirador. "Não estou mentindo nem exagerando quando digo que foi divertido".

A narrativa é clara - "crua", até, como definiu um crítico literário americano - e deixa entrever a complexa e tensa psicologia da guerra. Kyle relata como ao longo da carreira deixou de hesitar ao mirar nas suas vítimas e passou a desempenhar melhor suas funções sob fogo cruzado.

Sua companhia Charlie foi uma das primeiras a desembarcar na Península de al-Faw no início da chamada Operação Liberdade, iniciada em 20 de março de 2003 pelo então presidente dos EUA, George W. Bush.

Cobertura

No fim daquele mês, na área de Nasiyria, os oficiais Seal aguardavam em um povoado iraquiano a chegada dos marines, fuzileiros navais americanos, que se aproximavam. No topo de um edifício, Kyle conta que ele e outros oficiais de seu pelotão tinham como objetivo oferecer cobertura para os fuzileiros.

Quase todos os moradores se trancaram em suas casas, de onde assistiam a tudo por detrás das cortinas. Apenas uma mulher e uma ou outra criança se movimentavam na rua.

Quando os marines se encontravam a certa distância, a mulher tirou um objeto amarelado de sua bolsa e caminhou em direção aos militares. "É uma granada! Uma granada chinesa", disse o chefe de Kyle. "Atire". Ao vê-lo hesitar, o chefe repetiu: "Atire!"

Kyle puxou o gatilho duas vezes, a "primeira e única vez" em que matou uma pessoa no Iraque que não fosse homem e combatente. "Era meu dever. Não me arrependo", escreve. "Meus tiros salvaram vários americanos cujas vidas claramente valiam mais que o daquela mulher de alma distorcida."

"Posso me colocar diante de Deus com uma consciência limpa em relação ao meu trabalho".

Ódio

O americano do Texas, que aprendeu com o pai a atirar ainda na juventude e virou um boiadeiro de destaque, se converteu em mestre em uma das funções mais controversas em conflitos armados.

Na 2ª Guerra Mundial, atiradores de elite eram considerados assassinos em série. O recordista mundial de mortes é um atirador finlandês que naquele conflito tirou 475 vidas russas durante a invasão da Finlândia pela então União Soviética.

Na guerra contemporânea, onde a precisão é valiosa, esses azes da mira ganharam status especial. Kyle se orgulha de ter matado um homem a uma distância de 2,1 mil metros no subúrbio xiita de Sadr City, nos arredores de Bagdá, em 2008. "Deus soprou aquela bala que o atingiu", escreve. O recorde mundial nesse quesito é mantido por um atirador britânico que alvejou um inimigo a quase 2,5 quilômetros no Afeganistão em 2009.

Assassinatos a tiro cometidos por sociopatas e psicopatas - como o de Washington, em 2002, ou da ilha de Utoeya, na Noruega, no ano passado - reforçam uma imagem de frieza desses profissionais. Entretanto, o que as páginas de "American Sniper" revelam com candura é um ódio profundo que Kyle nutriu pelo Iraque ("o lugar fedia como um esgoto - o fedor do Iraque é algo a que nunca me acostumei") e por seus inimigos.

"Verdadeiramente, profundamente odeio o mal que aquela mulher (sua primeira vítima) possuía. Odeio até hoje", escreve o militar. "Mal selvagem, desprezível. É isso que estávamos combatendo no Iraque. É por isso que muitas pessoas, incluindo eu, chamavam os inimigos de 'selvagens'."

'Diabo'

As quatro participações de Kyle em combates lhe renderam prestígio e fama. Os insurgentes iraquianos o batizaram de "al-Shaitan" ("o diabo") e colocaram, em um sentido inclusive literal, a sua cabeça a prêmio.

O militar diz que sua fama de matador mais eficiente da história das Forças não é de grande importância. "O número não é importante para mim. Apenas queria ter matado mais gente. Não para poder me gabar, mas porque acho que o mundo é um lugar melhor sem selvagens à solta tirando vidas americanas."

Reformado de sua função em 2009, ele hoje vive no Texas, onde é diretor de uma empresa que presta serviços para as Forças Armadas americanas, treinando atiradores de elite. 

Fonte: Estadão

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

Milícia xiita decide abandonar as armas no Iraque

Amir al-Khzaie, um alto funcionário do Iraque encarregado da reconciliação com os grupos armados do país, está comemorando a decisão do Asaib Ahl al-Haq, uma milícia xiita apoiada pelo Irã, de desistir de suas armas e apoiar o processo político.

Conselheiro do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, al-Khzaie disse nesta sexta-feira que o grupo ainda não entregou as armas, mas está preparado para fazer isso. Ele afirmou que o grupo está pronto para desempenhar um papel construtivo na política do Iraque e espera concorrer nas próximas eleições parlamentares com um novo nome.

O Asaib Ahl al-Haq é um grupo dissidente armado do movimento político do clérigo xiita radical Muqtada al-Sadr que foi formado para combater a presença americana no Iraque. As tropas dos Estados Unidos deixaram o país no mês passado. 

Fonte: Estadão
 .
Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Poder do Islã aumenta no Oriente Médio

Dificilmente será um exemplo de democracia.

Desde que a “Primavera Árabe” (onda revolucionária de manifestações e de protestos que vem ocorrendo no Oriente Médio e no norte da África) começou há seis meses na Tunísia, uma onda de protestos, de agitação, de guerras civis e de matança sem sentido se espalhou pelo Oriente Médio. As coisas continuam acontecendo e, especialmente na Síria, a população está pagando um alto preço, perdendo vidas toda semana, à medida que o Presidente Bashar Al-Assad anuncia que vai interromper as manifestações com mão de ferro.

Na semana passada, na Líbia, o mais antigo ditador do Oriente Médio, Muamar Kadafi, foi deposto de seu governo – e morto – em um ato brutal de vingança perpetrado pelas forças rebeldes. Quarenta e dois anos de tirania acabaram quando o líder do Conselho Nacional Transitório (CNT), Mustafá Abdel Jalil, declarou a vitória. Um governo de transição está para ser estabelecido em 30 dias, e será eleita em 240 dias uma assembleia que terá a missão de promulgar uma Constituição. O processo democrático parece estar se desenvolvendo.

Na Tunísia, onde a chamada “Primavera Árabe” foi iniciada por um desesperado vendedor de vegetais, o processo democrático foi mais longe, e as primeiras eleições foram realizadas nesta semana. O Partido Islâmico Enhada tornou-se de longe o maior partido e assegurou 40% das cadeiras no novo parlamento, o qual agora começa a promulgar a Constituição.

No Egito pós-Murabak, as multidões muçulmanas andam livremente nas áreas dos cristãos da igreja copta. Com o exército como mero espectador, ou quem sabe como cooperador ativo, as multidões mataram centenas e mutilaram muitos outros. Mulheres cristãs estão sendo sequestradas e forçadas a se casarem com homens muçulmanos; monges estão sendo torturados, igrejas e monastérios estão sendo devastados e incendiados, e os coptas estão sendo perseguidos nas ruas e nas escolas. Desde março deste ano, 100.000 coptas fugiram do país. Perseguição a cristãos e a subsequente emigração estão acontecendo também em outras áreas como o Iraque, Líbano e na região sob administração da Autoridade Palestina. Muitos estão desesperados para fugirem, mas são incapazes disso por razões econômicas, dentre outras.

Comentário:
Os resultados da “Primavera Árabe” estão ficando agora mais visíveis, e eles não são encorajadores. Contrariamente às repetidas e otimistas avaliações de Obama de um democrático Oriente Médio, o poder dos islâmicos está aumentando. Islamismo, como nós conhecemos, é incompatível com valores democráticos, é antiocidental e anti-Israel. O que segue é uma visão geral de como está a situação nos seus países principais.

As previsões de uma democracia verdadeira na Líbia não são promissoras. Considere a pessoa de Abdel Hakim Belhaj. Belhaj é um islâmico bem conhecido que tem ligações com a Al-Qaeda. Desde 1988, ele lutou contra os soviéticos e depois contra os americanos no Afeganistão, e foi até mesmo preso pela CIA em 2004. A CIA entregou-o a Kadafi. Em um recente conflito, ele estava lutando lado a lado com os americanos contra o ditador da Líbia. O fato problemático é que não foi Belhaj que mudou de lado.

Em toda a campanha contra Kadafi, Belhaj recusou a submeter sua grande milícia à liderança política do CNT (Conselho Nacional Transitório). Considerando a fragmentada sociedade da Líbia, com tribos e clãs vivendo em constante alerta, e agora armados até os dentes, com armas sofisticadas vindas do arsenal de Kadafi, dificilmente se pode culpá-lo. Há um grande risco que a rivalidade interna, e até mesmo uma futura guerra civil, possam estourar o conflito pelo poder e pelo petróleo do país. Nesse ponto, os islâmicos permanecem fortes militarmente.

Em seguida da morte de Kadafi, o líder da CNT, Abdel Jalil, realizou um discurso de vitória no qual ele disse que a sharia (lei religiosa dos muçulmanos) será a “fonte principal” de leis no país, e nenhuma lei que seja contrária à sharia será permitida. Isso significa, na prática, um Estado islâmico. E nesse Estado, é lógico afirmar que a poligamia será permitida, amputações por crimes pequenos serão comuns, os direitos das mulheres serão severamente violados,  a liberdade de expressão será restringida e a conversão será punida com morte. Dificilmente será um exemplo de democracia.

Muito da mesma coisa pode ser dita da Tunísia. Esse país tem sido considerado o mais secular dos Estados árabes – mas a Enhada é um partido islâmico. Seu líder, Rachid Ghannouchi, já disse que a nova Constituição será baseada na sharia. Se a “secular” Tunísia tornar-se islâmica, é razoável acreditar que mais nações religiosas farão a mesma coisa.

No Iraque, os EUA estão planejando deixar o território e os iranianos estão preparando a sua entrada. O Irã já está interferindo na política do Iraque e apoiando milícias naquele país, utilizando-se da maioria da população shia-muçulmana que habita lá. O Irã é, em vários aspectos, um modelo completo de um Estado islâmico e também está buscando criar tentáculos em países como Bahrein e Iêmen. Caso o regime muçulmano obtenha armas nucleares, a sua esfera de influência aumentará drasticamente.

Na Turquia, o partido islâmico do primeiro-ministro Erdogan está ocupado em abolir a democracia e em impôr a sua lei. Opositores políticos, juntamente com a imprensa e militares, estão sendo presos, e a nomeação de juízes é dependente da aprovação da cúpula do partido. A Turquia já violou o acordo que tinha com Israel e está adotando orientação que lhe afasta cada vez mais da Europa. A Turquia, sob o comando de Erdogan, serve como modelo para o partido Enhada na Tunísia.

No Líbano, um partido islâmico, Hezbollah, controla o governo, da mesma forma que o Hamas governa na Faixa de Gaza. Na Síria, é difícil dizer o que acontecerá caso o regime de Assad cair, mas também lá os islâmicos têm um ponto de apoio seguro. Somando tudo, não resta dúvida de que a “Primavera Árabe” tenha levado um aumento dramático da influência da política do Islã no Oriente Médio.

Alguém poderia legitimamente perguntar: se o povo, através das eleições, escolher partidos islâmicos, deveriam ser eles proibidos de fazer isso? Não é pela a vontade do povo que nós lutemos? Mas o problema é quando isso leva à tirania da maioria, onde as minorias, tais como os cristãos e os judeus, são perseguidos e direitos humanos fundamentais são violados. Isso é inaceitável. É uma decepção chamar isso de democracia. Eleições livres são apenas uma parte de uma democracia que efetivamente funcione.

Israel é a única democracia no Oriente Médio. Isso é uma conquista que não é suficientemente entendida nem admirada pelas outras nações. Ao invés de ser excessivamente criticado, isolado e enfraquecido, o Estado judeu deveria ser exaltado como um perfeito modelo de democracia no Oriente Médio. Israel poderia servir como um recurso de conhecimento, experiência, know-how e exportar democracia para seus países vizinhos. Os líderes árabes poderiam vir a Israel para estudar as instituições nacionais, o parlamento, o sistema de eleição, os sistemas financeiro e jurídico, e tudo mais. Mas por que isso soa tão utópico?

Fonte: Word of Life Israel 

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Jihadistas assassinaram dois cristãos no Iraque e incendiaram uma Igreja na Indonésia

Em mais uma amostra de como os cristãos são tratados nos países muçulmanos, segundo a Asia News, dois Católicos foram assassinados por atiradores islâmicos na disputada cidade de Kirku, no Iraque. As mortes, infelizmente, são apenas parte de uma terrível trilha de sangue cristão que começou a escorrer após a ocupação do Iraque.

Já na Indonésia, membros da Frente de Defesa Islâmica (FPI) atacaram um templo protestante após receberem acusações de que estes estavam promovendo conversões na região. Após boatos de que um muçulmano havia sido batizado, os islâmicos de Jatinangor, invadiram a igreja, destruiram tudo e depois atearam fogo. Uma mulher Cristã que se identificou apenas com o apelido Pur, afirmou que as perseguições contra a minoria tornou-se comum e que "a polícia não tem coragem de agir contra esse grupo radical".

É válido lembrar que assim que Barack Obama foi eleito, ele visitou a Indonésia onde fez questão de ressaltar a "harmonia religiosa do país". Os cristãos indonésios que o digam!

Blog De Olho na Jihad com informações da Asia News
Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (22, 23 e 24/08)


Dia 22/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
12
0
0
Número de feridos
08
0
0

Iraque- Em Baqubah, uma menina de apenas 3 anos foi assassinada junto com seu pai por insurgentes islâmicos. E em Mosul, ataques de militantes muçulmanos deixaram 4 mortos e 3 feridos.

Afeganistão - Na cidade de Gereshk, um atentado suicída em um mercado matou 2 pessoas, incluindo uma criança e deixou 4 feridos.

Índia - Uma dona de casa foi morta em Handwara, quando terroristas islâmicos abriram fogo contra as forças de segurança. Um homem também foi ferido.
Tailândia - Um homem foi morto por atiradores islâmicos na cidade de Narathiwat.

Paquistão - Em Khyber, militantes do Tahreek-e-Taliban, mataram duas pessoas de um grupo rival.

Dia 23/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
14
0
0
Número de feridos
46
0
0

Tailândia - Um ataque islâmico em Pattani contra monges budistas, matou 2 e deixou 14 feridos.

Iêmen - Em uma emboscada da AQPA na cidade de Abyan, deixou 8 agentes de segurança mortos e feriu 28.

Afeganistão - Em Balkh, radicais sunitas mataram 2 policiais e feriram 3.

Nigéria - Em Maiduguri, atiradores do Boko Haram dispararam contra duas pessoas, entre as vítimas uma mulher grávida de 7 meses que morreu na hora, a segunda pessoa conseguiu escapar.


Paquistão - Uma homem foi morto por membros do Talibã.


Argélia - Atiradores islâmicos dispararam contra um posto de controle matando 1 soldado e ferindo outros dois.

Dia 24/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'
Direitistas
Número de mortos
 
20
0
0
Número de feridos
26
0
0

Afeganistão -  Seguidores da "religião da paz" atentaram contra um mercado matando 3 e ferindo nove, entre os mortos está uma criança de 3 anos.

Iraque - Cinco mortos e nove feridos é o saldo de um atentado em um mercado em Diyala. Já em Ramadi conforme o exemplo do "grande profeta" Maomé, um carro-bomba matou 6 e feriu 8.

Índia - Em Avdesh, dois irmãos foram sequestrados e mortos pelo grupo Hizb-ul-Mujahideen. Tudo claro com aval de Allah, O Misericordioso!

Tailândia - Em Pattani, duas pessoas foram mortas por insurgentes islâmicos. Em Songkhla, dois agentes de segurança foram mortos em uma emboscada.

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento. Também há os casos em que os feridos falecem, por isso sempre atualizamos no decorrer dos acontecimentos.


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Igrejas continuam sendo atacadas no Iraque

Uma multidão de insurgentes deixou uma igreja em Kirkuk, Iraque, severamente danificada na segunda-feira (15 de agosto), em uma segunda rodada de ataques contra a comunidade cristã da região nas duas últimas semanas. 

O bombardeio da Igreja Siríaca Ortodoxa de Mar Afram foi mais um alvo de ataques contra cristãos, em meio a uma onda de violência que varreu o Iraque ontem, atingindo 17 cidades, com e quase 70 pessoas mortas, de acordo com a Associated Press. 

Um explosivo foi colocado perto de uma das paredes da igreja, tendo explodido na madrugada de segunda-feira. Fotos mostravam os tijolos de uma das paredes laterais espalhados pelo chão da igreja, móveis virados, e ainda uma das portas de metal aberta e retorcida. 

Em outros dois ataques separados, os insurgentes colocaram bombas dentro de um veículo no centro de Kirkuk, matando uma pessoa e ferindo outras quatro. Nenhum cristão foi morto no ataque contra a igreja. A polícia anunciou mais medidas de proteção para as igrejas de Kirkuk, segundo a rede de TV iraquiana Alsumaria. 

Em 2 de agosto, os insurgentes atacaram três igrejas na cidade. A polícia descobriu e desarmou uma bomba perto de uma igreja protestante e outra perto de uma igreja ortodoxa. Uma terceira bomba explodiu em frente à Igreja Católica Siríaca, ferindo 13 pessoas que viviam nas proximidades. 

Um pastor protestante que pediu anonimato falou ao Compass Direct por telefone, enquanto estava sob os escombros da igreja em Mar Afram. “Agora eu estou aqui porque queria ver com meus próprios olhos”, disse o pastor, vendo que a igreja estava destruída. “Agora eles terão que demolir tudo agora e reconstruir tudo.”

Fonte: Compass Direct - Via: Cessar-Fogo
Tradução: Missão Portas Abertas


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Relatório diário do terrorismo durante o Ramadã 2011 (17 e 18/08)


Eles nasceram para continuar a obra de Hitler em nome da Religião da Paz
Dia 17/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
12
0
0
Número de feridos
11
0
0

Iraque - Um homem bomba matou duas pessoas e feriu sete em Tarmiya. Em Bagdá mais dois foram mortos por insurgentes islâmicos.

Tailândia - Em Narathiwat ataques de insurgentes islâmicos deixaram 3 pessoas mortas. E na cidade de Pattani, atiradores islâmicos mataram um idoso budista.
Paquistão -Um homem e seu filho foram mortos por muçulmanos em Chamarkand.

Beni Aissa - Duas pessoas foram mortas e uma ficou ferida em uma emboscada de fundamentalistas islâmicos.

Vítima do ataque em Eilat é socorrida
Dia 18/08
Terrorismo em nome da 
 "Religião da Paz"
Em nome de outras
religiões
Cometidos por
'Anti-muçulmanos'

Direitistas
Número de mortos
 
35
0
0
Número de feridos
39
0
0

Israel - Oito pessoas foram mortas e 30 ficaram feridas em atentados realizados por pacíficos palestinos na cidade de Eilat.


Afeganistão - Um ataque do Talibã deixou 24 mortos e 9 feridos em Herat.

Paquistão - Seguindo o exemplo do grande Profeta, um muçulmano foi morto por muçulmanos por não ser tão muçulmano assim. O ataque sectário ocorreu na cidade de Quetta.O Talibã também matou outro muçulmano em Terah.

Inguchétia: Um oficial foi mortos por militantes islâmicos

Blog de Olho na Jihad com informações do The religion of peace 

Obs: O relatório não é 100% preciso, pois há mortes que não chegam a grande mídia, portanto podemos atualizar os números a qualquer momento.


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More