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sábado, 1 de outubro de 2011

Editor da Revista Inspire da Al-Qaeda também foi morto no ataque da CIA

O jovem americano ditor da Revista Inspire, braço midiático da AQPA, foi morto no ataque da CIA que culminou na morte de Anwar al-Awlaki.

Samir Zafar Khan, cidadão E.U.A. de Charlotte, Carolina do Norte, nasceu em 1986 em Riade a capital da Arábia Saudita, em uma família de ascendência paquistanesa. Em 1993 sua família mudou para New York City e se estabeleceram no bairro do Queens.

Há alguns anos mudou-se para o Iêmen, onde destacou-se devido ao inglês fluente e devido sua experiência como blogueiro. Com isso passou a ser o editor da Revista Inspire, editada em inglês com o objetivo de radicalizar muçulmanos no ocidente.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Clérigo jihadista Anwar Al-Awlaki para jihadistas que vivem no Ocidente: obtenham dinheiro de qualquer forma possível ...

Em uma nova fatwa emitida no artigo principal da quarta edição da revista Inspire, publicada em 16 de janeiro de 2011, o clérigo jihadista iêmen-americano Anwar Al-Awlaki incentiva os jihadistas que vivem no Ocidente a ajudar o financiamento das actividades da jihad através de quaisquer meios possíveis, incluindo fraude, roubo e apreensão de bens. O governo dos EUA e os cidadãos americanos são apontados como os principais alvos de tais atos.


Fonte: EuropeNews / Tradução Mente Conservadora

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Justiça do Iêmen sentenciou Anwar al Awlaqi a dez anos de prisão

A Justiça do Iêmen sentenciou nesta segunda-feira o clérigo radical americano-iemenita Anwar al Awlaqi à revelia a dez anos de prisão. Ele foi condenado por coagir Hisham Assem, suposto agente da rede terrorista Al Qaeda, a matar um francês que trabalhava no país. Assem foi condenado à pena de morte.

A sentença do tribunal condena Awlaqi por "pertencer a um grupo armado", "ação em grupo terrorista" e "incitação ao assassinato de estrangeiros".

O nome de Awlaqi está envolvido em vários atentados e tentativas de atentados contra os Estados Unidos, como o nigeriano que tentou se explodir em um avião que sobrevoava Detroit, na noite de Natal de 2009, e com o major que matou ao menos 13 na base militar Fort Hood (Texas).

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Hisham Assem assiste a seu julgamento pelo assassinato do francês Jacques Spagnolo | Yahya Arhab /Efe

Esta é a primeira ação legal do Iêmen contra Awlaki. Washington tem pressionado Sanaa a perseguir e capturar o clérigo, que advoga em seus sermões pela guerra santa contra os EUA.

Os EUA incluíram Awlaqi, que estaria refugiado em uma zona tribal do Iêmen, em sua lista de alvos a serem eliminados.

Outro membro de sua família, também julgado à revelia, Othman Awlaqi, foi condenado pelas mesmas acusações a oito anos de prisão.

Já Assem foi declarado culpado pelo assassinato de Jacques Spagnolo, funcionário terceirizado da empresa francesa Spie para o grupo energético austríaco OMV, morto na sede da companhia perto de Sanaa, no dia 6 de outubro de 2010. Assem também feriu a tiros um escocês, responsável pela segurança da empresa na sede da OMV.

Segundo o tribunal, o assassinato de Spagnolo foi perpetrado "sob a orientação de Anwar e Othman Awlaqi".

O suposto agente da Al Qaeda disse no tribunal que apelará da sentença.

INFLUÊNCIA

Awlaki nasceu no Estado americano do Novo México e cresceu alternando estadias nos EUA e no Iêmen. Ele é suspeito de ligação com a Al Qaeda e extremistas que participaram de pelo menos três atentados contra os EUA.

Ele possui centenas de vídeos na internet nos quais dá sermões em árabe e inglês. Considerado ultrarradical pelos EUA, o imã faz pregações na internet convocando militantes e simpatizantes a participar de uma guerra santa contra o país. Em algumas das gravações Al Awlaki prega sobre os benefícios de se morrer em nome da religião.

Segundo o jornal americano "New York Times" ele se encontrou na Califórnia e em Washington com pelo menos um dos sequestradores que atuaram no 11 de Setembro.

Al Awlaki também chegou a classificar como seu aluno o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab --que tentou explodir um avião que voava entre Amsterdã e Detroit no último Natal.

A terceira conexão dele seria com Nidal Malik Hasan, o major americano que matou 13 militares no maior massacre já registrado em uma base militar em território americano, em 5 de novembro de 2009.

Uma jovem britânica que esfaqueou um parlamentar também disse ter assistido discursos de Al Alwaki.

Desde abril de 2010, as forças americanas têm sinal verde do governo para caçar e matar o clérigo. Mas a pressão ficou maior depois de dois pacotes-bombas serem interceptados em aviões com carga do Iêmen com destino a mesquitas em Chicago.

Um dos objetos foi achado em uma aeronave de carga da empresa UPI no aeroporto de East Midlands, cerca de 260 km a norte de Londres. O pacote, contendo um cartucho de tinta de impressora modificado, foi enviado do Iêmen para Chicago, nos EUA, em voo com escala no Reino Unido.

O outro foi descoberto em uma instalação da FedEx Corp em Dubai. O pacote de Dubai foi levado para exames de laboratório para tentar determinar sua natureza, informa um comunicado da autoridade de aviação civil do país, segundo a agência de notícias estatal. A Qatar Airways confirmou que o pacote de Dubai foi transportado em um de seus voos de passageiros partindo da capital iemenita, Sanaa, com escala em Doha.

A tentativa de ataque foi reivindicada pela Al Qaeda na Península Árabe, braço da rede terrorista no Iêmen. Autoridades iemenitas dizem que ele pode ter abençoado os planos, mas não necessariamente participou ativamente deles.

Al Awlaki estaria escondido nas montanhas ao sul do Iêmen, sob proteção de sua família e tribo. Alguns analistas dizem que o país não se esforça para capturá-lo.

Fonte: Jornal Floripa

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Lidando com os inimigos criados em nossa casa

A Europa está reconhecendo, mesmo que tardiamente, esses comissários politicamente corretos devem ser colocados de lado se o mundo livre quiser se opor à crescente ameaça dessa jihad criada em casa.

Há algum tempo ficamos sabendo que Nazaré é um centro da al-Qaida. O sheik Nazem Abu Salim Sahfe, que é o imã árabe-israelense da mesquita Shihab al-Din na cidade, foi acusado de promover e recrutar pessoas para a jihad (guerra santa) global e de convocar seus seguidores a causarem danos aos não-muçulmanos.

Dentre outras tramas originadas nos sermões de Sahfe, estava o assassinato do motorista de táxi Yefim Weinstein em novembro de 2009. Os seguidores de Sahfe também tramaram assassinar o papa Bento XVI durante sua viagem a Israel em 2009. Eles incendiaram vários ônibus com turistas cristãos. Raptaram e esfaquearam um entregador de pizza. Dois de seus discípulos foram presos no Quênia em viagem para se juntarem às forças da al-Qaida na Somália.

Com seu indiciamento, Sahfe se junta a uma lista crescente de jihadistas nascidos e criados em Israel e em sociedades livres em todo o mundo, que rejeitaram suas sociedades e abraçaram a causa da dominação global islâmica. Atualmente, o membro mais proeminente desse grupo é Anwar al-Awlaki, líder da al-Qaida nascido nos Estados Unidos.

Autoridades americanas descrevem Awlaki como o homem mais perigoso do mundo. O registro de sua trilha jihadista é estarrecedor. Parece que não houve nenhum ataque grave nos EUA ou na Grã-Bretanha dos quais Awlaki não tivesse participado -- inclusive os ataques de 11 de setembro em Nova Iorque e os ataques de 7 de julho em Londres.

Sahfe e Awlaki, como quase todos os jihadistas proeminentes do Ocidente, são homens privilegiados. Suas histórias pessoais são uma refutação ao popular mito ocidental de que um jihadista nasce da frustração, da pobreza e da ignorância. Esses dois homens, como quase todos os jihadistas ocidentais proeminentes, têm formação universitária.

Portanto, as histórias deles também desmentem a fantasia ocidental de que a aderência à causa da jihad é gerada pela pobreza. Esses homens e seus colegas são filhos de famílias ricas ou de confortáveis famílias de classe média. Eles jamais conheceram a privação.

Armados com seus confortos materiais, seus graus universitários, e seu conhecimento nativo dos caminhos da democracia e dos hábitos da liberdade, esses homens escolheram tornar-se jihadistas. Eles escolhem a submissão ao islã, em vez dos direitos democráticos, porque é o que preferem. São idealistas.

Isso significa que todas as considerações ocidentais padronizadas sobre a necessidade de expandir os benefícios para o bem-estar dos muçulmanos, ou a abstenção de reforçar as leis contra as comunidades deles, ou, ainda, de dar às mesquitas imunidade contra vigilância e fechamento, ou buscar cooptar líderes jihadistas, tratando-os como vozes muçulmanas com credibilidade, são atitudes erradas e contraproducentes. Esses programas não neutralizam as intenções ou ações de supremacia deles. Eles incentivam os supremacistas islâmicos ocidentais, sinalizando-lhes que estão vencendo a batalha. Suas sociedades ocidentais não são páreo para eles.

Temos visto uma série de declarações de líderes políticos da Europa, indicando que estão dispostos a considerar o abandono desses clichês politicamente corretos. Por exemplo, a afirmação da chanceler alemã Angela Merkel, de que "definitivamente, o multiculturalismo não deu certo", é amplamente entendida como um evento divisor de águas.

Em uma coluna do Wall Street Journal, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair reconheceu que existe um problema com muçulmanos que não se assimilaram na Grã-Bretanha. Como ele mesmo colocou, o sentimento de anti-imigração não é geral, mas particular. Ele se relaciona, admite Blair, ao "fracasso de uma parte da comunidade muçulmana em resolver e criar uma identidade que seja tanto britânica quanto muçulmana".

Blair admitiu que, devido à recusa do establishment* europeu em reconhecer o problema do crescimento do "supremacismo" islâmico na Europa, milhões de europeus estão, atualmente, rejeitando o establishment com suas ortodoxias politicamente corretas e votando em favor de políticos anti-sistema, que estejam dispostos a tratar do problema. Ele pediu uma abordagem continental à imigração, cujo objetivo seria impedir jihadistas de explorarem o sistema para destruí-lo.

Declarações como as de Merkel e de Blair são insuficientes. Mas o simples fato de que um número expressivo de europeus está disposto a quebrar a barreira politicamente correta para forçar esses líderes a admitirem e talvez a tratarem dos desafios das minorias muçulmanas supremacistas não-assimiladas significa que a Europa está dando os primeiros passos em direção ao tratamento de desafios que o islã jihadista impõe à segurança, cultura e civilização daquele continente.

Talvez o mais emblemático dessa mudança tenha sido o recente movimento do governo de Merkel para finalmente fechar a mesquita em Hamburgo, onde os conspiradores do 11 de setembro se encontravam e planejaram seus atos de guerra contra os EUA.

É preocupante, mas os sistemas dos dois países que mais foram alvejados pela jihad global, os EUA e Israel -- permanecem em profunda contradição a respeito dos desafios de jihadistas criados dentro de casa, embora a maioria dos recentes ataques e tentativas de ataques jihadistas contra os EUA tenha sido realizada por cidadãos americanos.

A contradição dos EUA com respeito à natureza da ameaça jihadista foi demonstrada em toda sua glória politicamente correta no discurso do presidente Barack Obama a estudantes indianos na Universidade St. Xavier em Mumbai. Em resposta ao questionamento de um dos alunos sobre a maneira que o presidente via a jihad e os jihadistas, Obama elogiou o islamismo como "uma das grandes religiões do mundo". Ele prosseguiu, afirmando que a maioria avassaladora dos muçulmanos vê o islamismo como uma religião de "paz, justiça, imparcialidade e tolerância".

A mensagem de Obama não foi apenas enganosa e inadequada, mas foi também profundamente ofensiva aos que o ouviam. Há dois anos, naquele mesmo mês, Mumbai tinha sido o local de um ataque maciço de um comando jihadista contra alvos em toda a cidade, e os residentes de Mumbai ainda estão tratando das feridas daquele ataque.

A declaração de Obama também ignorou a contribuição dos EUA àquele ataque. O suspeito de planejar os massacres em Mumbai foi um cidadão americano chamado David Coleman Headley, de Chicago, a cidade natal de Obama. Além disso, Headley (ex-Daud Sayed Gilani) serviu durante muitos anos como agente duplo. Um traficante de drogas condenado, ele foi enviado ao Paquistão como agente da Drug Enforcement Agency (DEA). Enquanto estava lá, treinou em campos de formação de jihadistas do grupo Lashkar-e-Taibe.

Obama deixou de observar que talvez, devido ao trabalho de Headley na DEA, os agentes americanos ignoraram os testemunhos de duas das ex-esposas dele em 2005 e 2007, de que ele era membro do Lashkar-e-Taibe, afiliado à al-Qaida paquistanesa com enfoque na Índia, dirigido pela Agência de Inteligência Inter-Serviços do Paquistão.

Em vez de tratar dessas questões, ou do fato de que os EUA recusaram pedidos de extradição de Headley para a Índia, Obama falou vagamente aos alunos que é função de gente jovem de todas as religiões rejeitar os extremistas e a violência.

Headley, logicamente, é apenas um dentre os muitos americanos jihadistas que têm imposto os frutos da contradição politicamente correta da América a respeito da ameaça islâmica criada dentro de casa. Nos meses que seguiram os ataques de 11 de setembro, o Departamento do Exército dos EUA cortejou ativamente Awlaki como parte de seu programa de alcançar os muçulmanos. Awlaki, naquela época capelão muçulmano da Universidade George Washington, foi cortejado a despeito de suas ligações documentadas com três dos seqüestradores de 11 de setembro.

À medida que os israelenses acordarem para a realidade da al-Qaida em Nazaré, nossoestablishment esquerdista permanece em contradição sobre seu papel em permitir essa realidade. Shihab AL-Din, a mesquita de Sahfe, foi estabelecida como uma mesquita triunfante adjacente à Igreja da Anunciação nos momentos que antecederam a mudança do milênio. Naquela época, o Vaticano lançou um protesto sem papas na língua contra sua construção.

Na esperança de triunfar sobre Sahfe e seus semelhantes, o então primeiro-ministro Ehud Barak, e o então ministro das Relações Exteriores e da Segurança Pública, Shlomo Ben-Ami, rejeitaram as objeções do Vaticano. Eles até mesmo doaram o terreno para a mesquita através do Departamento de Terras de Israel.
Sahfe retornou o favor, interrompendo a homília do papa João Paulo II na Igreja da Anunciação durante sua visita em março de 2000, com um chamado à oração na mesquita. Meses mais tarde, a mesquita Shihab AL-Din era um dos pontos principais para a incitação de tumultos anti-judaicos no setor árabe, já em outubro de 2000.

Hoje, juízes esquerdistas juntamente com políticos esquerdistas e formadores de opinião impedem todos os esforços feitos por políticos e pelo público para admitir e tratar da crescente falta de cumprimento das leis e das tendências jihadistas da minoria muçulmana de Israel. Medo da Suprema Corte politicamente correta tem intimidado as autoridades, impedindo-as de decretar a ilegalidade do Movimento Islâmico. Esforços para combater a tomada ilegal de terras e construções têm sido impedidos pela mídia esquerdista, grupos de pressão patrocinados principalmente pelo New Israel Fund [Fundo do Novo Israel] e pelos tribunais. Até mesmo medidas simbólicas, como a recente decisão do governo para se requerer dos imigrantes não-judeus que jurem lealdade ao Estado têm sido perversamente atacadas pelo establishment esquerdista de Israel como sendo fascista e racista.

Mas, como a Europa está reconhecendo, mesmo que tardiamente, esses comissários politicamente corretos devem ser colocados de lado se o mundo livre quiser se opor à crescente ameaça dessa jihad criada em casa.

O que isso significa para Israel é que tem que ser encontrado o espaço político e legal para rapidamente dar início à aplicação da lei, equivalente a uma operação de contrainsurgência. Israel deve fazer cumprir suas leis com tanto zelo e dedicação no setor muçulmano quanto o faz no setor judeu. Isso quer dizer que a Shihab al-Din e outras mesquitas jihadistas devem ser fechadas.

Isso quer dizer que os grupos jihadistas como o Movimento Islâmico devem ser decretados ilegais e seus líderes têm que ser processados por traição e por outros crimes relevantes. O mesmo é verdade para todos os líderes árabes, agrupamentos políticos e organizações sociais que promovem a destruição de Israel.

Leis sobre edificações e de zoneamento devem ser cumpridas. Terras do Estado que foram tomadas devem ser devolvidas, se necessário à força, inclusive com o envolvimento das Forças de Defesa de Israel.
Portanto, também os direitos judeus devem ser protegidos. Como os muçulmanos, os judeus têm o direito de comprar terras e casas em todo o país. Os judeus que quiserem viver em comunidades islâmicas majoritárias devem ter a proteção da lei, assim como os muçulmanos que moram em Tel Aviv e no Alto Nazaré a têm.

Justamente por isso, o governo deve iniciar uma campanha para ganhar de volta a lealdade de seus cidadãos muçulmanos. Ele deve colocar no poder líderes que abracem sua identidade como israelenses e que busquem a integração de muçulmanos israelenses em uma sociedade mais ampla. As autoridades devem se certificar de que os muçulmanos israelenses que queiram se integrar não sejam discriminados pelos judeus nem intimidados por outros muçulmanos.

Os comandantes das IDF têm falado longamente sobre a natureza da guerra que está por vir. As observações deles se concentraram naquilo que já é amplamente admitido -- que a população civil de Israel será alvejada por mísseis de longo alcance.

É desapontador, mas eles ignoraram a nova ameaça mais significativa que o front interno está enfrentando atualmente: a probabilidade de que os inimigos externos de Israel recebam assistência efetiva de seus cidadãos muçulmanos.

Quase uma década depois dos ataques de 11 de setembro, a jihad global permanece a ameaça central para o Ocidente, e não é por causa de sua popularidade no Paquistão ocidental. Ela permanece a ameaça central para o mundo livre por causa de sua popularidade entre os muçulmanos do mundo livre.
Para permanecerem livres, as sociedades livres devem abandonar nossos impedimentos politicamente corretos e tratar dessa ameaça crescente a tudo que valorizamos.

* Grupo dominante ou elite.


Caroline Glick nasceu nos EUA e emigrou para Israel em 1992. Como capitã do exército israelense, ela fez parte da equipe de negociações com os palestinos de 1994 a 1996. Mais tarde, serviu como conselheira-assistente de política externa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (durante seu primeiro mandato, de 1997 a 1998). A seguir, fez mestrado na Universidade Harvard. Após retornar a Israel, foi comentarista diplomática e editora de suplementos sobre questões estratégicas no jornal Makor Rishon. Desde 2002, é vice-editora e colunista do jornal The Jerusalem Post. Seus artigos têm sido reproduzidos em muitas outras publicações e suas opiniões são amplamente respeitadas. Seu site é www.carolineglick.com

Publicado na revista Notícias de Israel 2/2011 - http://www.Beth-Shalom.com.br
http://www.carolineglick.com/e/2010/11/addressing-our-homegrown-enemi.php

Fonte: Mídia Sem Máscara

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Shiraz Maher, ex-mebro do grupo terrorista Hizbut Tahrir, fala sobre a visita do embaixador americano a Mesquita de East London

SHIRAZ MAHER, ex-membro do grupo islâmico radical Hizbut Tahrir: "não consigo entender por que Barack Hussein Obama, enviou o seu embaixador para o Reino Unido visitar a Mesquita de East London, uma das instituições islâmicas mais extremistas da Grã-Bretanha.




Construído com a ajuda financeira da Arábia Saudita, a leste de Londres, a Mesquita é o lar dos muçulmanos em Londres, onde pregadores extremistas são regularmente recebidos com boas-vindas.

Na segunda-feira,a Mesquita recebeu um tipo de visitante muito diferente, o embaixador dos EUA para o Reino Unido, Louis Susman. Instado pelo presidente Barack Obama a se envolver com os muçulmanos britânicos, o Sr. Susman falou de sua "grande admiração" para a mesquita e seu entusiasmo para a reunião.

Por qualquer medida a mesquita do leste de Londres é uma instituição problemática. No ano passado, por exemplo, realizou um evento intitulado "The End of Time: A New Beginning", onde foram distribuídos panfletos mostrando Manhattan desmoronando sob um apocalipse de meteoros, que quebravam a Estatua da Liberdade em pedaços e incendivam a cidade. Um dos palestrantes convidados, Khalid Yasin, descreveu as crenças dos cristãos e judeus como "sujeira". Mais preocupante, o evento também contou com um vídeo ao vivo de perguntas e respostas com Anwar Al Awlaki, o pregador e principal porta-voz da al Qaeda.

Awlaki é um terrorista no nível de Osama bin Laden e Ayman al-Zawahiri. Dois dos terroristas de 11/09, assim como Nidal Hasan, que matou 13 soldados dos EUA em Fort Hood, no ano passado, inspiraram-se em seus sermões. De sua nova base no Iêmen, Awlaki chamava Hasan de "herói" e se gabava de ter dirigido o "atentado da cueca" realizado por Umar Farouk Abdulmutallab, em sua tentativa de explodir um vôo 253 da Northwes Airlines no Natal passado.

Sr. Susman, sua visita ilustra os erros políticos que os ocidentais fazem frequentemente, fazendo dos muçulmanos errados "parceiros de diálogo." O embaixador dos EUA poderia facilmente ter encontrado informações sobre a mesquita e sua simpatia com islamismo extremista, mediante consulta com o governo britânico. Um relatório publicado no ano passado pelo Departamento para Comunidades e Governo Local informou que " a Mesquita do leste de Londres é uma instituição fundamental para a ala do grupo terrorista de Bangladesh JI [Jamaat-e-Islami], no Reino Unido" Jamaat-e-Islami é o principal grupo radical do Sul da Ásia, criado por Syed Abulala Maududi, com o objetivo de criar uma teocracia islâmica na região.

Nada disso deve ser surpresa para o Sr. Susman já que relatórios do Congresso desde o longínquo ano de 1993 têm alertado para as ligações do Jamaat com o terrorismo, especialmente na Caxemira.

Ironicamente, dois anos atrás Jamaat foi praticamente eliminado como força política em Bangladesh, vencendo apenas dois dos 300 lugares disputados. Por outro lado,enquanto o seu "partido mãe" foi decisivamente rejeitado nas urnas, seus aliados na Grã-Bretanha ainda dizem que falam pelos muçulmanos britânicos.

Em contraste com a determinação do povo de Bangladesh para rejeitar a política extremista, o Sr. Susman encorajou seus colegas britânicos. Esta visita vem como um duro golpe para os muçulmanos progressistas e seculares do leste de Londres, que pressionavam contra a mesquita do extremismo. A visita de Susman a Mesquita entusiasma os extremistas em detrimento dos moderados.


Shiraz Maher ex-mebro do Hizbut Tahrir sobre o extremismo muçulmano:

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Anwar al-Awlaki clama pela Jihad contra EUA, Israel e Irã

Um pregador radical sunita nascido nos Estados Unidos e radicado no Iêmen conclamou na segunda-feira os acadêmicos islâmicos a promoverem a jihad contra os interesses norte-americanos e israelenses na região.

Em um vídeo de 23 minutos divulgado em sites islâmicos, Anwar al Awlaki também acusou o Irã de tentar ampliar sua influência entre os países árabes da região. O vídeo parece ter sido gravado antes da frustrada tentativa de enviar pacotes-bomba do Iêmen para os EUA.

"Só falar do púlpito não basta", disse Awlaki, dirigindo-se aos clérigos islâmicos. "As palavras que não estão ligadas à ação nem fornecem à sociedade passos práticos que levem a uma mudança não nos beneficiam neste momento. Ou apoiamos os mujahideen (combatentes da guerra santa) e ganhamos tudo, ou os traímos e perdemos tudo."

Na semana passada, o Iêmen começou a julgar Awlaki à revelia por instigar a violência contra estrangeiros. No sábado, o governo determinou que ele seja capturado vivo ou morto. Os EUA, que o qualificam como "terrorista global", também têm uma ordem de prisão contra ele.

Washington desconfia que ele teve ligação com uma outra tentativa frustrada de atentado, em dezembro, quando um nigeriano foi preso com explosivos na cueca a bordo de um voo Holanda-EUA. O caso foi atribuído à Al Qaeda da Península Arábica (AQPA), o braço do grupo de Osama bin Laden no Iêmen.

Mas Awlaki não fez menção à AQPA no seu pronunciamento, que não foi divulgado nos órgãos de comunicação ligados ao grupo.

Os xiitas do norte do Iêmen há anos realizam rebeliões esporádicas contra o governo, mas rejeitam as acusações de que teriam apoio iraniano.

Segundo Awlaki, "as primeiras vítimas do Irã serão o povo sunita do golfo (Pérsico). Oh, clérigos do povo sunita, qual é o seu plano para resistir a essa difusão xiita?", disse Awlaki, que aparece sentado diante de uma mesa, com um traje típico iemenita.

"A América e Israel já estão controlando o Iêmen. E não vai demorar para que o Irã aproveite a oportunidade de pegar o seu pedaço do bolo", acrescentou.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Youtube censura vídeos em que o Imã Anwar al-Awlaki incita a Jihad

A decisão do site YouTube de censurar alguns vídeos da Internet que incitam a jihad, foi tomada depois da pressão do congressista Anthony Weiner e de um oficial britânico.

Provavelmente o oficila britânico tomou a decisão de precionar o youtube, após uma mulher britânica, tentar assassinar um membro do parlamento, depois de assistir a mais de 100 horas de vídeos jihadistas.

O Youtube anunciou que havia retirado alguns vídeos que violavam as regras do site. O New York Times informou que Weiner havia enviado uma carta a empresa, com uma lista de cem vídeos no qual aparece o Imã Anwar al-Awlaki, que é associado a Al-Qaeda no Iêmen e em outros países.

Na semana passada, bombas escondidas em aviões de carga foram interceptadas na rota do Iêmen a Chicago. Os explosivos estavam escondidos em pacotes com direção a sinagogas de Chicago. Autoridades acusam a Al-Qaeda do atentado.


Texto do diário espanhol minuto digital.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Islamitas incitam o ódio e a violência contra o Ocidente e contra os Cristãos no Facebook e Twitter

As redes sociais como “Facebook” e “Twitter” são terrenos férteis onde os grupos islâmicos encontram simpatizantes e recrutam adeptos: É o que ocorre no Paquistão, onde os jihadistas estão aumentando sua influência na sociedade , especialmente entre as elites, graças ao novos instrumentos da informática. O alarme foi lançado por algumas organizações locais comprometidas com a defesa dos direitos humanos das minorias religiosas.


“Organizações consideradas ilegais pelo governo por atos terroristas, publicam regularmente nas redes sociais, incitando o ódio e a violência contra o ocidente e os cristãos”, denuncia Rizwan Paul, presidente da ONG “Life fo All”, de inspiração cristã. São os “novos pregadores”, que não estão nas mesquitas, mas na web, onde “não há censura alguma e gozam de uma liberdade que nunca teriam na vida real”, explica. “Nas redes sociais, os grupos islâmicos ilegais tem encontrado fórum para levar adiante sua agenda e sua mensagem”, disse Rizwan Paul, pedindo o monitoramento e a intervenção das autoridade para bloquear o fluxo de ódio e fundamentalismo difundido na web.


No Paquistão, existem no Facebook muitas páginas administradas por grupos de militantes islâmicos como “Sipah Sahaba” e “Jamaat-ud-Dawa”, declarados ilegais pelo governo por atividades terroristas. Existem também páginas que exaltam líderes militantes desaparecidos, como Abdul Rashid Ghazi. Um recente post no Twitter posto pela organização terrorista “Hizb-ut-Tahir, pedia a todos os muçulmanos do Paquistão que detivessem o abastecimento logístico das tropas de coalizão da OTAN quem combatem no Afeganistão contra os Talibãs. “Não apenas nas redes sociais, mas também por SMS coletivos, fazem propaganda e ganham popularidade”. Um dos personagens mais conhecidos e elogiados é Anwar al A-Awlaki, líder muçulmano com dupla cidadania, americana e iemenita, conhecido como o “Bin Laden da internet”, que continua postando no Youtube e nas rede sociais.

Fonte: Minuto Digital

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Estudo alerta para nova onda de terrorismo no Reino Unido

LONDRES — Centenas de muçulmanos em prisões britânicas poderão desencadear uma nova onda de terrorismo interno, com ataques suicidas individuais difíceis de serem previstos, alertou nesta sexta-feira um prestigiado grupo de estudo, o Royal United Services Institute (RUSI).

"Cerca de 800 radicais potencialmente violentos poderão deixar o sistema penintenciário nos próximos anos depois de terem sido recrutados por 'jihadistas' nas prisões de alta segurança", afirma o relatório.

Estes indivíduos - fortemente motivados, mas pouco treinados - poderão ser usados de forma solitária num momento em que os terroristas abandonam seus ataques coordenados em grande escala, segundo o centro de estudos.

O documento acrescenta que a Grã-Bretanha é, de todos os países do Ocidente, o mais exposto ao terrorismo interno, e o que reúne mais condições para que sejam realizadas ações desse tipo a qualquer momento.

"As autoridades penitenciárias consideram que a radicalização acontece em grande velocidade", afirma o relatório, intitulado "Terrorismo: a nova onda".

"Talvez cerca de 800 radicais potencialmente violentos que não eram anteriormente culpados de terrorismo voltem à sociedade nos próximos 5 ou 10 anos", acrescenta.

As autoridades penitenciárias acreditam que um em cada 10 presos muçulmanos em prisões de alta segurança seguirá o caminho da radicalização.

Os métodos de ataque são motivados pela emergência de novos líderes da Al-Qaeda, como o clérigo Anwar Al Awlaki, que estão buscando maneiras de organizar ações mais difíceis de detectar pelos serviços de segurança, assinala o estudo.

Awlaki, nascido nos Estados Unidos e radicado no Iêmen, foi acusado de inspirar ataques realizados recentemente por indivíduos isolados, como o tiroteio mortal de novembro de 2009 numa base militar do Texas e a tentativa fracassada de sequestro de um avião que ia para Detroit no dia de Natal.

Os novos voluntários do terrorismo receberiam pouco treinamento e poucos recursos, o que aumentaria a dificuldade da polícia e dos serviços de inteligência de localizá-los e interceptá-los", estima o RUSI.

"Estão reunidas todas as condições para uma série de ataques, que pode começar a qualquer momento", conclui o informe.

Em 7 de julho de 2005, quatro atentados suicidas contra a rede de transporte pública de Londres deixaram 52 mortos, além dos terroristas. Desde então, outros projetos de atentados foram desbaratados no Reino Unido.

Fonte: AFP

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