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terça-feira, 19 de junho de 2012

Terrorista Mahmud Ahmadinejad é recebido por Evo Morales em La Paz

La Paz - O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, chegou nesta terça-feira (19/6) a La Paz para assinar acordos de cooperação com seu colega boliviano, Evo Morales, em uma visita relâmpagdo.

De acordo com o programa oficial, o presidente iraniano manterá uma reunião particular com Morales e depois terá início a assinatura de acordos, cujo teor ainda não foram revelados.


Irã e Bolívia estabeleceram relações diplomáticas em 2007, depois da primeira visita de Ahmadinejad ao país, quando prometeu uma cooperação de um 1,1 bilhão de dólares para agricultura, minas, hidrocarbonetos e saúde.


Fonte: CorreioWEb

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Terroristas islâmicos na América do Sul


Os esforços da Venezuela em estabelecer uma parceria estratégica com o Irã não são nenhuma novidade. Mas alguns jornalistas constataram que isso tem incrementado as atividades da milícia libanesa Hezb’allah (Partido de Alá) no país.
O assunto foi tratado inicialmente por dois correspondentes do Los Angeles Times. Tendo como pano de fundo os esforços do presidente venezuelano Hugo Chavez em estabelecer relações ainda mais próximas com o Irã, eles seguiram pistas que indicavam que o Hezb’allah, fomentado pelo Irã, pretende fazer desse país sul-americano uma de suas bases de operações internacionais.
Nos últimos tempos a Venezuela e o Irã concretizaram diversos projetos de cooperação econômica, incluindo a construção de fábricas de tratores, de cimento e de automóveis na Venezuela. Também firmaram acordos de cooperação no valor de 1,4 bilhões de Euros, através dos quais deverão ser incentivadas mais transações na Venezuela e em outros países da América Latina. Em março de 2007 foram iniciados vôos semanais diretos entre Teerã e Caracas.
Diversas autoridades da administração Bush alertaram repetidamente que entre esses países estão sendo criadas diversas redes de apoio ao terrorismo internacional. Em junho de 2008 as autoridades americanas congelaram os bens de dois cidadãos venezuelanos nos Estados Unidos sob suspeita de arrecadarem dinheiro para o Hezb’allah. Também existem indícios de que um diplomata venezuelano de origem libanesa estaria usando sua posição para ajudar o Hezb’allah financeiramente e em “questões operacionais”. Além disso, uma agência de viagens venezuelana parece estar envolvida. O agente de viagens Fawzi Kanan, que opera a partir de Caracas, teria organizado viagens para terroristas do Hezb’allah e discutido “eventuais seqüestros e ataques terroristas”. Agora, as autoridades da imigração venezuelana teriam modificado seus controles considerados “frouxos” (nenhum controle para passageiros vindos do Irã). Mesmo assim, agências de inteligência ocidentais têm observado intensas atividades dos terroristas. Segundo informações em poder dos serviços secretos ocidentais, a Guarda Revolucionária iraniana e a milícia Hezb’allah teriam criado uma unidade especial na Venezuela. Essa teria o alvo de seqüestrar empresários judeus/israelenses e de levá-los para o Líbano.
Mesmo que Chavez, motivado por sua política antiamericana, fortaleça profundamente suas relações com o Irã, é preciso lembrar que os terroristas atualmente ativos já podem fazer uso de redes que existem há anos. As comunidades libanesas no exílio na América Latina desempenham um papel importante, fornecendo suporte financeiro ao Hezb’allah. Além disso, parece que essa milícia islâmica radical está envolvida principalmente no contrabando e no tráfico de drogas. Especialistas acreditam que o comércio de diamantes também esteja infiltrado por ela.
Em 1992 a embaixada israelense na Argentina foi atacada (29 mortos e 242 feridos) por terroristas.

Não há dúvidas de que as forças terroristas procedentes do Irã têm poder de fogo na América Latina: em 1992 a embaixada israelense na Argentina foi atacada (29 mortos e 242 feridos) e em 1994 ocorreu o atentado terrorista ao centro comunitário judaico AMIA em Buenos Aires (com 85 mortos e centenas de feridos). Nos últimos anos os esforços oficiais do presidente venezuelano Hugo Chavez incentivaram de forma direcionada e significativa a expansão dessas ramificações terroristas que já existem há anos. (AN)
Vê-se claramente que o mal se ajunta e une seus seguidores para alcançar alvos comuns. Isso acontece com governos como os da Venezuela, da Bolívia e de outros países da América do Sul que são contrários a Israel. (Conno Malgo - http://www.beth-shalom.com.br)


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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Hezbollah na América Latina

"sem que ninguém perceba, está surgindo uma
geração de extremistas islâmicos no país (Brasil)"
No dia 19 de julho de 1994, o voo 901 da linha aérea Alas Chiricanas partiu de Cólon até a Cidade do Panamá com 21 pessoas a bordo. Nunca chegou ao destino. Um sujeito chamado Jammal Lya explodiu uma bomba em pleno voo provocando a morte de todos os passageiros e da tripulação, dentre os quais, 12 membros da comunidade judaica local. Seu corpo foi o único a não ser reivindicado e um grupo desconhecido, Ansar Allah, assumiu a autoria do atentado. Oficiais do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América, oportunamente, passaram a suspeitar que essa organização era, na realidade, um subgrupo, ou mesmo um pseudônimo, do movimento terrorista libanês Hezbollah.

Por ter acontecido um dia depois do atentado contra a sede da comunidade judaica da Argentina, AMIA, no qual foram mortas 85 pessoas e outras centenas acabaram feridas, este fato brutal não conseguiu chamar a devida atenção de países além do Panamá e da América Central. Mas marcou a terceira intervenção sangrenta de terror islamita na América Latina, depois do atentado contra a embaixada de Israel em Buenos Aires, em 1992.

Desde então, foram várias sinalizações de oficiais, acadêmicos especializados e meios de comunicação sobre a inquietante presença de integrantes do Hezbollah na região. No início do mês de julho, Roger Noriega, ex-subsecretário de Estado para a América Latina disse, fazendo referência ao Hezbollah, diante da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que "podem ser identificadas 80 células operárias em 12 países da região". Em abril, a revista Veja informou a presença de 20 membros de grupos extremistas no Brasil. Segundo a publicação, integrantes da Al Qaeda, Hamas e Hezbollah operam em solo brasileiro, de onde arrecadam dinheiro, difundem propaganda, recrutam militantes e planejam atentados. O próprio procurador-geral do Brasil advertiu que "sem que ninguém perceba, está surgindo uma geração de extremistas islâmicos no país". Em 2006, o Departamento do Tesouro denunciou uma rede de arrecadação de fundos para o Hezbollah na zona da Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai, assim como no norte do Chile. Anos atrás, o Comando Sul do exército dos Estados Unidos informou que o Hezbollah arrecadava, pelo menos, US$ 300 milhões anualmente na América Latina.

A prisão, que ocorreu no ano passado em Tijuana, de Jameel Nasr, alegado como responsável das operações do Hezbollah no México, levou a questionamentos a possível ligação entre o grupo libanês e os cartéis mexicanos de drogas, hábeis infiltradores da fronteira com o vizinho do norte. A ilha Margarita, na Venezuela, foi assinalada por especialistas como uma base de atividades do Hezbollah. O patrão desse agrupamento, a república iraniana, sente-se confortável na zona que seu ministro da Defesa, sob mandado de captura internacional pela INTERPOL devido ao seu envolvimento no atentado contra a AMIA, teve permissão de visitar no mês passado, a Bolívia, em viagem oficial. O presidente Mahmoud Ahmadinejad visitou, pelo menos, cinco países da região nos últimos anos e tem recebido seus correspondentes em Teerã.

Os esforços do grupo terrorista libanês de se introduzir na América Latina podem ser vistos, também, no acordo firmado com o Estado espanhol em 2004 para a difusão via satélite da programação de seu canal de televisão, Al Manar, destinada à América Latina. Sob fortes pressões internacionais, a Espanha cancelou tais transmissões posteriormente. No início de 2009, foi celebrado no Líbano o "Fórum Internacional de Beirute para a Resistência, Anti-imperialismo, Solidariedade entre Povos e Alternativas", que reuniu centenas de autoridades, até mesmo da América Latina. Este encontro, organizado pelo Hezbollah, visava reforçar o "Primeiro Congresso Internacional de Literatura Latino-americana" de 2007, patrocinado pelo governo do Irã.

Irã e Hezbollah têm sido ativos na América Latina por vários anos. À luz desta realidade e do perigo que suas atividades trazem para cá, da mesma forma que criaram a Revista do Oriente Médio - um editorial em espanhol da publicação estado-unidense -, é impressionante a escassa atenção pública quanto ao tema em questão. Enquanto que a Argentina e o Panamá acabam de comemorar um novo aniversário dos atentados impunes, cabe a nós esperarmos que o resto das nações latino-americanas advirtam sobre o alerta vermelho.

Fonte: Julián Schvindlerman, de Por Israel
Tradução: Jônatha Bittencourt - Cessar-Fogo / Olho na Jihad


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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Conselho de Política Externa Americana lança o "Almanaque Mundial do Islamismo"

O Conselho de Política Externa Americano lançou o Almanaque Mundial do Islamismo, em que mostra as atividades islamitas em todo o mundo, separadas por país, continente ou grupo islamita.

Na América do Sul, apenas dois países são citados terem atividades islamitas: Bolívia e Venezuela. Os relatórios informam que os presidentes de tais países possuem fortes ligações com o Irã e que, no caso da Venezuela, as atividades de grupos como Hezbollah são muito bem-vindas pelo presidente Hugo Chávez.

Chávez também ofereceu "total solidariedade" a Mahmoud Ahmadinejad e, quando este condecorou Chávez com a Alta Medalha da República Islâmica do Irã, em 2008, Ahmadinejad chamou Chávez de "meu irmão".

O Hezbollah também apoia Hugo Chávez e a "revolução" em curso na Venezuela, na medida em que promovem a distribuição da riqueza e bem-estar social, e suas nuances anti-sionistas e anti-americanas. No entanto, o Hezbollah rejeita o socialismo, por acreditar que a teocracia islâmica seja um regime melhor.

Segundo o relatório, estima-se que organizações extremistas islâmicas levantem entre 300 e 500 milhões de dólares na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina), Iquique, Colon, Maicao, Ilha Margarida e Venezuela.

Em países como Venezuela e Bolívia, os islamitas encontram um porto seguro, por encontrarem apoio dos governos destes países.

Vale a pena ler. Há relatórios para países do mundo todo.



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sábado, 9 de julho de 2011

Petição por punição aos responsáveis pelo atentado contra a AMIA - ASSINEM!


AMIA - AJUDE A FAZER JUSTIÇA NA ARGENTINA Assine a seguinte petição que será entregue à Presidente da Argentina: http://www.signforjustice.org/


Era mais uma fria manhã de inverno em Buenos Aires. As manchetes dos principais jornais argentinos alardeavam a vitória brasileira na Copa do Mundo. Desde as primeiras horas do dia, os funcionários da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) chegavam a seus escritórios no bairro portenho de Once para iniciar sua rotina diária. Tudo parecia normal.

Pouco antes das 10 da manhã, dois estrondos separados por poucos segundos interromperam o burburinho habitual do bairro. O primeiro: a explosão. O segundo: o desmoronamento. 

Um carro-bomba havia entrado um metro pelo saguão da AMIA. A deflagração fez desabar a primeira laje da edificação, afundando a segunda. Imediatamente, os dois primeiros andares se elevaram e depois caíram, provocando o desabamento das plantas superiores. As segundas lajes de cada andar sentiram a ausência das primeiras, inclinaram-se e algumas também caíram. Em pouco tempo, os sete andares se transformaram em escombros.

A nuvem de pó, os gritos dos bombeiros, o som dos helicópteros que começavam a sobrevoar o local e o lamento interminável de familiares e amigos das vítimas se transformaram em uma massa uniforme que pulsava no ritmo do inferno.

“Explodiram a AMIA, como foi na embaixada israelense. Estão retirando crianças ensanguentadas, mulheres, há pessoas mutiladas. A tragédia volta a se repetir em Buenos Aires”.
Assim um cronista narrava o que via, três minutos depois do desabamento do edifício e dois anos depois de outro atentado terrorista, contra a embaixada israelense em Buenos Aires, que havia deixado 29 mortos e 242 feridos.

O atentado contra a AMIA ocorreu em uma segunda-feira, às 9:53 da manhã, em 18 de julho de 1994. Uma van da marca Renault Traffic, carregada com 300 quilos de explosivos, explodiu a emblemática sede social da comunidade judaica argentina. A vida de 85 pessoas foi sepultada sob os escombros na rua Pasteur, 633. Mais de 300 ficaram feridas.

Os atentados que ocorreram na Argentina foram atribuídos ao Hezbollah com financiamento do Irã, entre os acusados está, Ahmad Vahidi, para quem a Interpol emitiu uma ordem internacional de prisão. A ordem não foi cumprida e ele ainda foi nomeado Ministro da Justiça no Irã.

O caso AMIA parece ter sido esquecido pela justiça argentina. Tanto que, no início do ano o Diário Argentino Perfil denúnciou que o governo argentino prometeu esquecer os atentados em troca do fortalecimento comercial entre a Argentina e o Irã. A notícia repercutiu o mundo e obrigou Cristina Kirchner a votar atrás e negar tudo a mídia.

Os terroristas responsáveis não só estão livres como transitam livremente pela América Latina com apoio dos governos esquerdistas. A deputada boliviana Jéssica Echeverría, denunciou durante uma entrevista para o El Diario, que o iraniano Ahmadi Vahidi, ministro do Irã procurado pela Interpol pelos atentados, não só esteve na Bolívia como foi recebido pelo presidente Evo Morales.

Por isso, convido novamente todos à assinarem à petição, e assim ajudar para que esse terrível ato terrorista não continue impune. Assinem:

 

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domingo, 19 de junho de 2011

Por que é preciso defender Israel

“Destruição ao Estado judeu...”
Atualmente, em muitas partes do mundo, em círculos de intelectuais, da classe média e da grande mídia, existe um ambiente hostil ao povo judeu e também ao Estado de Israel. No dias atuais vemos renascer o espírito antissemita e, por conseguinte, o discurso do “fora judeu” e da “destruição ao Estado de Israel”.

O surpreendente desse renascimento é que ele não é de origem cristã. Desde o final do século XIX e principalmente na segunda metade do século XX e início do XXI, o cristianismo – e especialmente a Igreja Católica – tem tido uma política de não agressão ao povo judeu. O cristianismo tem desenvolvido políticas e ações de convivência e diálogo com o povo e o Estado judeu. Em grande medida os históricos conflitos entre cristãos e judeus foram superados ou profundamente amenizados.

Além disso, o século XX viu a derrota de duas grandes ideologias, o nazismo e o socialismo, que, entre seus princípios, pregavam o ódio e a extinção dos judeus.

Se os conflitos entre cristãos e judeus foram profundamente amenizados, e o nazismo e o socialismo foram, no século XX, derrotados, então quem ou o que está promovendo a nova onda de espírito antissemita? A nova onda de ódio aos judeus? A onda que deseja a destruição do Estado judeu?

Não é intenção deste pequeno artigo dar respostas definitivas a essas perguntas inquietantes. No entanto, é possível realizar cinco reflexões.

Primeira, as novas gerações, nascidas a partir da década de 1970, não passaram pelos tormentos e sofrimentos da Segunda Guerra Mundial e, por conseguinte, pela perseguição realizada pelo Estado totalitário nazista e socialista. São gerações que veem o povo judeu apenas como um povo distante e exótico e em grande medida desconhecem a sua história de perseguição e sofrimento.

Segunda, existe um pacto entre a elite da esquerda internacional e grupos fundamentalista muçulmanos, especialmente o Irã. Apesar de haver muitas divergências entre essas duas posturas culturais, há pontos comuns entre ambas. Tanto a elite da esquerda internacional como grupos fundamentalista muçulmanos possuem em comum uma forte crítica ao capitalismo, visto como causador dos problemas sociais do mundo moderno, e um ódio ao cristianismo, visto como causa da decadência do Ocidente. O pacto entre a elite da esquerda internacional com grupos fundamentalista muçulmanos visa, simultaneamente, destruir o capitalismo e o cristianismo. Dentro desse pacto há um acordo que implicitamente coloca que, de um lado, os grupos muçulmanos radicais poderão atacar os judeus, inclusive perpetrando atos de terrorismo, e, do outro lado, a elite da esquerda internacional fará vista grosa a esses ataques e até mesmo podem defender os grupos muçulmanos radicais alegando, entre outras coisas, que fizeram esses ataques em nome dos direitos humanos e da democracia.

"Fazem vista grosa diante do terrorismo islâmico..."
Além disso, atualmente está se desenvolvendo no mundo, especialmente na América Latina, o neo-socialismo ou Socialismo do Século XXI ou ainda Socialismo Bolivariano. O neo-socialismo tem, entre seus postulados, o princípio estratégico de que o mundo islâmico é fundamental para o triunfo da Revolução e, por conseguinte, a implantação de um regime político anticapitalista. Nessa perspectiva, o Islã é visto como uma fonte indispensável de militantes e de pressões políticas. O problema é que os grupos radicais muçulmanos não desejam aderir a Revolução Neo-Socialista de graça, sem receberem uma recompensa. Eles querem, entre outras coisas, o direito de destruir o Estado judeu. Por causa dessa reivindicação os países envolvidos com a Revolução Neo-Socialista fazem vista grosa diante do terrorismo islâmico e até mesmo chegam a apoiar abertamente regimes teocráticos e totalitários, como é o caso do Irã. Na América Latina, a Venezuela, de Hugo Chávez, e outros países bolivarianos, como Bolívia e Argentina, fazem constantes declarações em apoio a grupos extremistas islâmicos. O Brasil, um dos países de maior projeção política no Terceiro Mundo, durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez preocupantes declarações de apoio ao Irã e a Síria, dois países que historicamente são profundamente hostis ao Estado judeu. Tudo isso cria um ambiente de legitimação ao extremismo islâmico e, ao mesmo tempo, de apreensão para o povo judeu.

Terceira, atualmente em muitas universidades e centros de formação superior no Ocidente é ministrado, em sua essência, um ensino pouco crítico e muito carregado por um discurso esquerdista no estilo “o mal é o capitalismo” e a “religião é o ópio do povo”. Esse tipo de ensino tem causado sérios problemas de formação humana, um dos quais é o não reconhecimento da importância do povo e do Estado judeu na história do Ocidente. Vê-se o povo judeu como um povo agressor, imperialista e até mesmo cruel. Não há uma reflexão sobre o direito de existência desse povo e, por conseguinte, do seu Estado. Não se reflete sobre a visão autoritária existente entre setores dos muçulmanos, o fundamentalismo de alguns países, como o Irã e a Síria. Não se reflete sobre o desejo, aberto e declarado, de grupos radicais destruírem o Estado de Israel e, por conseguinte, matarem todos os cidadãos judeus que nele residem. Entre esses grupos é possível citar: a Irmandade Muçulmana, a Jihad Islâmica, o Taliban, a Al-Qaeda, o Hezbollah, o Hamas, o Jemaah Islamiyah, a Frente de Salvação Islâmica e o Gamaat Islamiya.

Ademais, nas universidades e centros de formação superior no Ocidente atualmente há um profundo espírito agressivo e até mesmo preconceituoso contra qualquer expressão religiosa. A religião é vista como causa da alienação e da opressão social. Criticar a religião é visto como um ato de vanguarda, de modernidade e de esclarecimento. Uma das consequências dessa postura é que o povo judeu, por ter uma fé religiosa viva e ativa, é visto como um povo supersticioso e causador da alienação social. Por isso, a nova onda de perseguição aos judeus é entendida, em muitos ambientes universitários, como uma forma de combater a religião.

"Os judeus são nossos inimigos."
Quarta, a grande mídia ocidental tem contribuído para o agravamento da nova onda de perseguição aos judeus. De um lado, devido à formação recebida pela ideologia esquerdista, muitos setores da mídia ocidental têm grande simpatia pelos grupos radicais mulçumanos. Esses grupos são vistos como questionadores da opressão social e do imperialismo ocidental, especialmente do imperialismo norte-americano. Praticamente não são apresentados o caráter de intransigência sócio-religiosa e o desejo de implantar a sharia (a lei fundamentalista islâmica), em diversas partes do mundo. Em certa medida, reina na mídia um grande silêncio sobre o imperialismo, as práticas culturais autoritárias e a falta de liberdade, reinantes no mundo muçulmano. Do outro lado, o Estado judeu é visto como um Estado imperialista, conquistador e até mesmo herdeiro do nazismo. A soma de todos esses fatores faz com que haja, na grande mídia, muito pouca reflexão tanto sobre a situação dos judeus no mundo como também o aberto desejo dos grupos radicais muçulmanos de literalmente destruírem esse povo.

Quinta, o secularismo que penetra, com muita força, dentro do cristianismo. Desde o século XVIII que os grupos religiosos ligados ao cristianismo vêm passando por um grande processo de secularização. É bom deixar claro que o cristianismo é a grande força religiosa e até mesmo política do Ocidente. À medida que o cristianismo se seculariza vai aderindo a posições políticas e culturais mais distantes de seu fundamento doutrinário. Um bom exemplo disso é a disputa entre judeus e muçulmanos. Historicamente, os cristãos sempre estiveram contra o Islã. Por causa disso fizeram importantes críticas às posturas autoritárias oriundas do Islã. Esse fato, de alguma forma, sempre beneficiou o povo judeu. No entanto, nas últimas décadas temos visto mudanças nessa postura. Líderes cristãos, inspirados por um cristianismo secularizado, afirmam que os grupos radicais muçulmanos são apenas movimentos sociais que lutam pelos direitos humanos e, por conseguinte, passaram a ver o povo judeu como um povo opressor, um típico representante do imperialismo Cruzado ocidental. Um bom exemplo disso é a Teologia da Libertação (TL). Os líderes dessa expressão teológica, que se desenvolveu principalmente na América Latina, costumam fazer declarações defendendo abertamente grupos fundamentalistas islâmicos, usando, para tanto, o argumento de que a luta islâmica é democrática e visa à defesa da cidadania. Enquanto isso, o sofrimento e as demais questões que envolvem o povo judeu são ignorados.

Como é possível perceber, pelas breves reflexões que foram apresentadas, há muitos fatos que contribuem para o aumento do ódio aos judeus e, ao mesmo tempo, a defesa dos grupos radicais islâmicos.

Existe quase um senso comum que afirma e até mesmo grita, mesmo que inconscientemente, que a destruição do Estado de Israel e, por conseguinte, a morte ou então a expulsão da sua população, estimada em aproximadamente 7.500.000, será uma grande conquista da humanidade, uma vitória da democracia, da cidadania e dos direitos humanos. Com a destruição do Estado de Israel, os povos oprimidos, simbolizados pelos grupos radicais muçulmanos, terão uma possibilidade real de se libertarem de séculos de exploração ocidental.

Não há dúvida que os países centrais do Ocidente (Inglaterra, EUA, França, etc) dominaram, oprimiram e até mesmo destruíram vários povos ao redor do mundo, incluindo no Oriente Médio. É preciso combater a exploração e o colonialismo. Entretanto, engana-se quem pensa, mesmo que de forma inconsciente, que a destruição do Estado de Israel – incluindo a morte ou a expulsão de sua população – será o remédio para os males causados pela exploração, pelo colonialismo e o imperialismo.

Quando os grupos muçulmanos destruírem Israel e provavelmente massacrarem quase 100% de sua população, não estarão criando um mundo melhor, sem capitalismo, sem cristianismo, sem sionismo e outras questões. Pelo contrário, esse fato marcará o início do mais radical retrocesso vivido pela história. Séculos de avanço humanístico, rumo à democracia e aos direitos humanos, serão sumariamente enterrados. Tudo isso para que a sharia seja implantada a nível global. A esperança de muitos grupos (neo-socialismo, cristianismo secular, etc) é que a destruição do Estado de Israel, pelos grupos radicais islâmicos, acabe com a sede de sangue, morte e terror que esses grupos possuem. É preciso observar que estamos falando de uma destruição física e não meramente simbólica do Estado judeu. A destruição de todas as casas e demais edifícios existentes em Israel. O raciocínio dos grupos que defendem os radicais islâmicos é mais ou menos assim: “quando Israel for destruído, então teremos paz no mundo”.


Enganam-se aqueles que pensam desta forma. Triste ilusão. O projeto dos grupos radicais mulçumanos é a conquista do Ocidente e a implantação da sharia em nível global. Esses grupos pouco se importam com a democracia, direitos humanos e coisas semelhantes. O que eles querem é impor ao mundo a Lei Islâmica. O problema é que, no momento, o grande empecilho da realização desse projeto é a existência, em pleno Oriente Médio, do Estado e do povo judeu. Por causa disso o raciocínio dos grupos radicais islâmicos é o seguinte: “primeiro destruímos o Estado de Israel e depois faremos a grande marcha rumo ao Ocidente. Para isso, precisamos momentaneamente do apoio de grupos ocidentais (neo-socialismo, cristianismo secular, etc) insatisfeitos com o próprio Ocidente”.

Os grupos radicais islâmicos querem a ajuda de setores da sociedade ocidental para destruir Israel e depois “jogarem fora” esses mesmos grupos e, por conseguinte, fazer a grande marcha rumo à conquista do Ocidente.

Nesse triste contexto, Israel emerge como a “grande proteção” da sociedade e dos valores ocidentais. Por incrível que pareça o que impede uma invasão militar, e até mesmo atos de terrorismo mais agressivos por parte de grupos radicais islâmicos, é a existência do Estado de Israel. Enquanto esses grupos estiveram ocupados lutando para massacrar o povo judeu, eles não terão condições de promover a grande marcha rumo ao Ocidente.

É por isso que ao invés de ficarmos criticando o Estado de Israele é preciso criticar os exageros cometidos por qualquer modelo de Estadotemos que nos empenharmos para protegê-lo. A convivência pacifica entre judeus e muçulmanos e, por conseguinte, a paz no Oriente Médio e no Ocidente, só serão possíveis com um Estado judeu forte e com amplo apoio do Ocidente a esse Estado. Precisamos superar o discurso ideológico que vê Israel como um povo opressor e um Estado conquistador. É preciso reconhecer que Israel é a grande barreira que protege o Ocidente contra atos de terrorismo e destruição oriundos dos radicais islâmicos. Por isso, a defesa de Israel representa, simultaneamente, a defesa dos valores e dos povos do Ocidente. Quando Israel for destruído não haverá nada, absolutamente nada, entre o ódio islâmico e os países do Ocidente. Enquanto o Islã não se moderniza e aceita a democracia e a liberdade de expressão, Israel é a grande barreira protetora, o grande escudo. Temos que cuidar desse escudo. Temos que proteger os cidadãos israelenses ao redor do mundo e garantir que as pretensões dos grupos radicais de destruírem Israel jamais serão realizadas.


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segunda-feira, 13 de junho de 2011

VÍDEO: Deputada boliviana denuncia a cooperação de Evo Morales com o terrorista Ahmadi Vahidi e a presença de terroristas na AL


A deputada boliviana Jéssica Echeverría, denunciou durante uma entrevista para o El Diario, a presença do iraniano Ahmadi Vahidi, ministro do Irã procurado pela Interpol, pela acusação de participação no ataque de 1994 à associação judia AMIA na Argentina. No vídeo ela também denúncia o eixo Irã-Venezuela-Bolívia, informando inclusive que o Irã ofereceu ajuda militar em caso de uma guerra da Bolívia contra o Chile.

A deputada também informa que investigações têm mostrado que terroristas procurados no mundo, estão transitando livremente pela América Latina
 
 
Blog De Olho na Jihad 13/06/2011

Fonte: Internet Judia


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sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Islamização na América Latina

Título original: El Islam en Hispanoamerica
Fonte: Diário Espanhol Minuto Digital

No estado mexicanos de Chiapas, mais de 300 índios zotziles y tzeltales formam uma comunidade muçulmana. Na Venezuela a tribo wayu tem aderido em massa ao Islã Xiita. Na Bolívia, Evo convida "missionários" iranianos para formarem os camponeses nos ensinamentos do profeta.


O espanhol Aureliano Pérez Yruela, durante seu retiro em um isolado lugar em Huelva, recebeu uma revelação enquanto dormia, e crendo que Alah havia manifestado-se em seu sonho, converteu-se ao Islã. Poucos anos depois, Aureliano estava no México vendendo Corões na feira do livro de Guadalajara, quando explodiu em Chiapas a revolta Zapatista, um evento que lhe seduziu de tal maneira que logo mudou-se para San Cristóbal. Aureliano, até então conhecido por ser cunhado de Carmen Calvo, torna-se Muhammad Nafia (“El útil”).

Morando em San Cristóbal de las Casas, Aureliano juntamente com os espanhóis Suleimán (  Javier Lago) Idriss (Esteban López)  e Ibrahim ( Javier Coy) começou seu trabalho de proselitismo conseguindo em 1996 o primeiro adepto do Islã na cidade: Anastasio Gómez, indio tzotzil de 22 anos.

Aureliano que segue os ensinamentos sufis de de Ian Dallas, líder do Movimento Mundial de Morabitun com sede na Espanha, afirma sem complexos: "Nós não acreditamos na democracia, E Eu me orgulho de nunca ter votado".

Enquanto o anti-judeu Chavez e seu compadre Evo Morales expulsam os missionários cristãos de seus territórios por serem "espiões e genocídas", outros "missionários" são bem recebidos, como por exemplo os enviados pelo regime xiita iraniano que em pouco tempo tem convertido ao Islã a tribo indígena venezuelana de wayu.

O ditador venezuelano, o mesmo que discursa na TV sobre sua flatulência e escatalógicos processos diarréticos, é um confesso admirador de Ahmadinejad e do assassino venezuelano convertido ao Islã lich Ramírez Sánchez, mais conhecido como "Carlos, O Chacal". A "Carlos", assassino em série que "trabalhou" para os regimes muçulmanos mais repugnante e organizações terroristas da extrema esquerda, Hugo Chávez, durante uma conferência da Opep em Caracas, o descreveu como "compatriota ilustre e amigo", apesar de ser um assassino confesso de pelo menos 100 pessoas. 

O Islã, já se assentou na América Latina graças as pregações de antigos ateus comunistas como Aureliano Péreze e os bufões bolivarianos. E não levará muito tempo para vermos como essa doutrinação em uma ideologia totalitária gerará conflitos sangrentos na América Latina assim como acontece nas Filipinas.

Vocês não podem deixar de ler:

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O inimigo mora ao lado: Chávez e Evo enviariam urânio ao Irã

Andrei Netto CORRESPONDENTE / PARIS - O Estado de S.Paulo
 
O Departamento de Estado americano obteve informações em março de 2009 segundo as quais o Irã venderia armas à Venezuela, disfarçando os carregamentos em caixas de materiais eletrônicos. No sentido contrário, suspeitavam diplomatas americanos, Teerã buscaria na Venezuela e na Bolívia urânio para alimentar seu programa nuclear.


As suspeitas foram divulgadas ontem graças a mais revelações de telegramas diplomáticos secretos divulgados pelo site WikiLeaks.

As suspeitas começaram no início de 2006, quando Teerã aproximou-se dos governo do venezuelano Hugo Chávez e do boliviano Evo Morales. Desde então, acordos comerciais e a presença de técnicos iranianos em jazidas de minério nos dois países latino-americanos foram esquadrinhados por serviços diplomáticos e secretos dos EUA. Segundo os despachos, isso ocorreu em especial após 2009, quando o ministro de Indústrias venezuelano, Rodolfo Sanz, afirmou que as "proporções geológicas" de seu país indicam que a Venezuela pode "ter importantes reservas de urânio".

Os telegramas das embaixadas dos EUA em Caracas e Bogotá, revelados pelo site, contêm testemunhos que confirmariam a presença de um total de 57 técnicos iranianos "que não respondem à administração venezuelana" e trabalhariam em órgãos de mineração e geologia.

Os americanos ponderaram ainda que a Venezuela "não tem cientistas qualificados para levar a cabo um programa nuclear", o que reforçaria a suspeita de colaboração com o programa nuclear iraniano.
A mesma suspeita teria sido levantada por autoridades de Israel, que, em maio de 2009, advertiam os diplomatas americanos que Irã, Bolívia e Venezuela colaboravam entre si na questão nuclear.

Em outros despachos, de março de 2009, o Departamento de Estado americano é informado que o Irã estaria enviando carregamentos de armas e produtos químicos para a Venezuela, por meio da Turquia. "Autoridades venezuelanas esperavam receber um carregamento de veículos aéreos não tripulados (UAV) e de material relacionado do Irã, via Turquia, em maio de 2009. Funcionários venezuelanos acreditavam que o equipamento podia ser embalado novamente e rotulado como equipamento eletrônico, transportado por rodovias do Irã à Turquia. Uma vez na Turquia, seria carregado em um navio de transporte marítimo", diz um dos documentos.

Os diplomatas americanos completam: "Os EUA acreditam que essa transferência constitui armamento e material relacionado, o que o Irã é proibido de transferir, nos termos do Resolução do Conselho de Segurança da ONU de número 1.747". E a suspeita não foi a primeira. Segundo um despacho, um caso semelhante teria ocorrido em janeiro de 2009, quando o Irã teria tentado enviar por navio, via Turquia, tambores de produtos químicos contendo nitrato e sulfito, além de instrumentos de laboratório desmontados, "o que poderia ser usado para fazer bombas".

Outro telegrama, este assinado pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, pede a 25 embaixadas americanas na América Latina mobilização total por informações a respeito das relações dos governos locais com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. O documento, também secreto, é datado de janeiro de 2009.

"Analistas de Washington avaliam que Teerã está tentando chegar a países da América Latina para reduzir seu isolamento diplomático e reforçar os laços com países esquerdistas da região, com os quais Teerã imagina poder compartilhar sua agenda anti-EUA", diz o documento, que lista dezenas de questões que deviam ser respondidas sobre o tema pelos diplomatas americanos, todas relacionadas a uma preocupação central: "Qual é o objetivo final da extensão do Irã à América Latina?"


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