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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cessar-Fogo em áudio - 13ª Edição


Bracil: "celeiro da democracia"?
O Cessar-Fogo chegou à sua décima terceira edição em áudio. Nela você encontará a abordagem dos seguintes assuntos:

1) Segunda etapa da troca de prisioneiros entre Israel e Hamas e a promoção da imagem de Abbas;

2) O 24° aniversário do Hamas e a sua reafirmação de combate aos "invasores da Palestina";

3) A formação de uma "Tropa de Elite" israelense;

4) O posicionamento brasileiro questionável diante das violações dos direitos humanos no Irã.



As edições de Cessar-Fogo são transmitidas na Rádio Comunidade de São Cristóvão FM 106.3 (Sergipe) e na Vertical WebRadio.

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Estudo de Caso: Como a Mídia de Massa Disfarça o Terrorismo

Do http://www.cessarfogo.com/

Manchetes norte-americanas sobre ataques de míssies no sábado frequentemente faz parecer que "militantes" simplismente estão respondendo a medidas defensivas de Israel.
Por: Tzvi Ben Gedalyahu, 30/10/2011

Manchetes dos EUA sobre ataques com mísseis a Gaza frequentemente fizeram parecer que os “militantes” simplesmente estão respondendo a medidas defensivas israelenses. A violência começou na última quarta-feira com um ataque com mísseis ao sul de Israel, mas grande parte da mídia americana deixou implícito que a retaliação de Israel contra o terrorismo foi uma provocação para os múltiplos ataques terroristas de sábado a grandes centros urbanos. Uma das versões mais flagrantemente parciais foi publicada no Denver Post, cuja manchete era. “Israel lança ataques aéreos a Gaza; Palestinos Revidam com Foguetes”. Se o leitor passasse a manchete, ele então descobriria que um porta-voz israelense “disse que o primeiro ataque alvejou especificamente uma célula responsável pelo ataque com foguetes de quarta-feira que explodiu bastante adentro de Israel”.
O New York Times, o qual assume uma das mais extremas posições contra Israel, destacou no sábado, “Ataque Aéreo Não Tripulado Israelense Mata Militantes no Sul de Gaza”. A manchete não ofereceu nenhuma sugestão de que as FDI estavam respondendo ao ataque com mísseis de quarta-feira. No primeiro parágrafo, o Times fez parecer que os terroristas de Gaza estavam respondendo a ataques israelenses e não ao contrário. “Um ataque aéreo não tripulado israelense matou cinco militantes palestinos em um local de treinamento da Jihad islâmica no sul de Gaza no sábado... e militantes lançaram salvas de foguetes no sul de Israel após a Jihad islâmica alegar que responderia com força ao ataque aéreo israelense”, de acordo com a reportagem.

O mesmo artigo destacou uma foto de um necrotério de Gaza e não mostrou nenhuma foto dos danos e feridos em Ashkelon, Ashdod e outras áreas urbanas israelense. Os jornalistas mencionaram que “vários foguetes caíram em e ao redor da cidade portuária israelense de Ashdod e... outros foguetes caíram em áreas abertas. Ele também tomou as dores para divulgar que o Hamas “fez esforço para implementar um cessar fogo desde a última rodada de ataques aéreos e ataques com foguetes em agosto, embora o Hamas tenha assumido responsabilidade por ataques com mísseis e morteiros desde então. No final da reportagem, o Times disse a seus leitores que Israel respondeu a um ataque de foguetes de quarta-feira.

O Washington Post também divulgou a foto de um árabe de Gaza supostamente ferido nos ataques aéreos das FDI e também começou a indicar que os terroristas estavam respondendo a medidas israelenses antiterrorismo.“Avião israelense atingiu militantes palestinos no sábado que responderam com uma saraivada de foguetes que choveram nas cidades do sul de Israel, disseram oficiais israelenses e palestinos”, relatou o jornal. Ele então citou um porta-voz militar israelense [dizendo] que Israel estava respondendo a um ataque com foguete, o qual a reportagem, destacou, “não deixou mortos”. Ele prosseguiu com os ataques de sábado pelas FDI que mataram “pessoas”, nem mesmo classificando-as como militantes, muito menos terroristas. Os feridos israelenses foram malmente percebidos e apenas após o artigo continuou, “Após o primeiro ataque aéreo, militantes em Gaza lançaram mais de 20 foguetes no sul de Israel”. No momento, não era sabido que um civil israelense que tinha sido ferido na verdade sofreu ferimentos mais sérios do que originalmente relatado. Ele morreu mais tarde.

A Reuters intitulou sua reportagem dizendo, “Israel Bombardeia Base Militante, Foguetes de Gaza Caem”. Deixando implícito novamente que Israel começou a violência. O segundo parágrafo admitiu que o ataque serial das FDI “seguiram o lançamento de foguetes palestinos através da fronteira esta semana, pelo qual os israelenses culparam a Jihad islâmica”. A Associated Press mostrou a foto de um “militante” da Jihad islâmica sendo carregado em um necrotério, omitindo qualquer prova visual de danos ou feridos no sul de Israel. Mesmo após a morte do israelense ser relatada, a Bloomberg News deu a manchete, “Ataques Israelenses à Faixa de Gaza Matam Nove no Pior Combate em Dois Meses”, sem observar a morte do civil israelense até o final da frase principal.

Tradução: Anaiza Portilho.


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Jihadistas assassinaram dois cristãos no Iraque e incendiaram uma Igreja na Indonésia

Em mais uma amostra de como os cristãos são tratados nos países muçulmanos, segundo a Asia News, dois Católicos foram assassinados por atiradores islâmicos na disputada cidade de Kirku, no Iraque. As mortes, infelizmente, são apenas parte de uma terrível trilha de sangue cristão que começou a escorrer após a ocupação do Iraque.

Já na Indonésia, membros da Frente de Defesa Islâmica (FPI) atacaram um templo protestante após receberem acusações de que estes estavam promovendo conversões na região. Após boatos de que um muçulmano havia sido batizado, os islâmicos de Jatinangor, invadiram a igreja, destruiram tudo e depois atearam fogo. Uma mulher Cristã que se identificou apenas com o apelido Pur, afirmou que as perseguições contra a minoria tornou-se comum e que "a polícia não tem coragem de agir contra esse grupo radical".

É válido lembrar que assim que Barack Obama foi eleito, ele visitou a Indonésia onde fez questão de ressaltar a "harmonia religiosa do país". Os cristãos indonésios que o digam!

Blog De Olho na Jihad com informações da Asia News
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sábado, 20 de agosto de 2011

Zero Hora: Palestinos em Destaque


A matéria publicada pela Zero Hora na sexta-feira (19), "Hamas revoga trégua de dois anos com Israel após novo confronto", necessita ser dissecada para análise. Além de contar com um grande público de leitores, a notícia não faz parte de um editorial ou de uma seção opinativa para apresentar, com tamanha  tendenciosidade, a sua posição no conflito árabe-israelense. Continuemos.

Parágrafo inicial:
"O braço militar do Hamas anunciou que não está mais comprometido com o cessar-fogo com Israel, em vigor há mais de dois anos, informou o site da rede Al Jazeera. Um novo ciclo de confrontação foi iniciado nesta sexta-feira entre Israel e a Faixa de Gaza com bombardeios contra ativistas palestinos e o lançamento de foguetes ao sul do território israelense, um dia depois do triplo atentado em Eilat."

Ao iniciar a matéria, parece-nos que o Hamas está fazendo uma declaração oficial, pesarosa, de que o cessar-fogo com Israel não poderá fazer mais parte de seu vocabulário. Afinal de contas, quando isso foi realidade? A facção extremista acaba de oficializar o que não respeitava no acordo com Israel.

"Bombardeios contra ativistas palestinos e o lançamento de foguetes ao sul do território israelense." Consegue imaginar a cena? O Estado de Israel atuando militarmente contra simples ativistas palestinos - no mesmo nível que Bashar Al-Assad age com violência contra ativistas sírios. A expressão suavizante para "Terroristas" não é mera coincidência.

A foto ao lado, também publicada com a matéria, tem a seguinte descrição: "A mãe de um militante chora após reconhecer o corpo do filho morto em um ataque aéreo, no hospital da cidade de Deir Al Balah, região central da Faixa de Gaza". A dúvida que fica no ar é a seguinte: o que seria um "militante" na concepção do(s) editor(es)?

A intenção não é tornar ilegítimo o clamor desta mãe, mas se o caráter "militante" de seu filho incluía a sua participação no lançamento maciço de foguetes a Israel e o apoio às bases que interviram no triplo atentado realizado na quinta-feira, a suavização do termo é totalmente inadequada. Não podemos esquecer que o público Zero Hora, originalmente, é brasileiro. O termo "militante" pode ser, de certa forma, bem relacionado ao de militância política, onde os "ativistas" são simples protestantes - o que não parece ter ocorrido neste caso.

Ainda utilizando o mesmo trecho já comentado, é válida a observação de que mais de 30 foguetes Qassam e Grad foram lançados da Faixa de Gaza para Israel em um único dia - sexta-feira.

Foguetes Qassam não são de longo alcance. A maioria deles, quando lançados, atingem regiões abertas e não deixam muitas pessoas feridas. No entanto, é claro que seus bombardeios não são motivados por ausência de alvos, apenas não atingem muitos dos seus relevantes objetivos porque estes artifícios não possuem sistemas de comando, como os mísseis.

Segundo a AJN, dos foguetes Grad e Qassam que foram lançados, um alcançou um edifício do parque industrial de Ashdod, ao sul de Israel, deixando seis pessoas feridas, uma de forma grave. Além disso, vale destacar que muitos danos têm sido prevenidos pelas Forças de Defesa de Israel, que têm utilizado a Cúpula de Ferro - um forte sistema antimísseis. Por esse recurso, os mísseis com alvo nas cidades portuárias de Ashdod e Ashkelon foram interceptados, sem falar em outros alvos.

"Os ataques aéreos lançados pelo exército israelense sobre Gaza em represália aos atentados de quinta-feira nos quais oito israelenses morreram, deixaram nas últimas 24 horas 14 palestinos mortos e 40 feridos."

Certo. E os israelenses? Há sequer alguma menção dos números de baixas do lado israelense? Percebe-se, neste parágrafo, a supervalorização de informação com um toque de sensacionalismo - ainda mais porque não há uma contraposição com os números de Israel.

Após o triplo atentado, cerca de oito israelenses morreram e mais de 30 ficaram feridos. Os números são menores, isso mesmo. Mas o objetivo não é sensacionalizar, mas informar.

Dos árabes que morreram nesta sexta-feira em Gaza, um foi o "comandante do CRP, Sameb Abed, 25 anos [...] o chefe das CRP Kamal al Nayrab e outros líderes do grupo, " (CRP - Comitês de Resistência Popular). O que não aparece na matéria é que do lado de Israel, na quinta-feira, a baixa foi do membro mais experiente da elite antiterrorista israelense YAMAM, Pascal Avrahami, de 49 anos. Isso mesmo, antiterrorista.

"Dois ativistas das Brigadas Al Quds, braço armado da Jihad Islâmica, outra organização extremista, morreram nesta sexta-feira." Meros ativistas? Faziam parte da ala militar da Jihad Islâmica, não esqueçamos.

Quanto ao recado da Anistia Internacional de que "os mortos e feridos civis dos últimos dias em Israel e em Gaza são profundamente alarmantes e esta escalada afirma a necessidade para cada parte no conflito de tomar todas as precauções possíveis para evitar as perdas civis", devemos considerar que existem dois lados neste conflito; um dos lados utiliza civis como escudos humanos, outro não; um dos lados escolhe seus alvos independentemente de quem estiver por perto, outro faz rigorosa seleção - colocando seus soldados, mesmo em meio ao risco de vida, num dilema moral, mas relevante humanitariamente.

Diante das informações prestadas pela Zero Hora, tendo como base a agência de notícias AFP, pode-se observar a demasiada atenção aos, até então, adversários de Israel. A partir do título apresentado, são perceptíveis as inclinações no decorrer do texto. Como grande parte da mídia internacional, e não é por falta de informações, a matéria apresenta supervalorização dos números de vítimas do lado palestino.

Mas isso não surpreende mais ninguém! Além de constatar o "Destaque do Editor" presente ao lado do título da presente matéria, localizada na lista de notícias do portal, basta conferir notícias anteriores relacionadas ao conflito (por exemplo: Aviação de Israel volta a bombardear Faixa de Gaza após triplo atentado) para que a visão de Zero Hora se torne escancarada (mas isso renderia outros artigos).

Jônatha Bittencourt, editor de Cessar-Fogo e De Olho na Jihad

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cortes orçamentários poderão dificultar capacitação da Defesa israelense

"[...] período de instabilidade e de incertezas..."
O chefe das Forças de Defesa de Israel (FDI), Benny Gantz, afirmou ontem (31) que o orçamento da defesa israelense pode ser cortado devido às demandas públicas para que haja incrementação dos serviços sociais, mas advertiu que um baixo investimento no setor poderia comprometer a habilidade de Israel ao encarar ameaças.

Durante um encontro do Comitê de Assuntos Exteriores e Defesa do Knesset (Parlamento israelense), Gantz disse que as FDI não se oporão às tentativas do governo de cortar os gastos de defesa, mas comentou sobre a possibilidade de um comprometimento com relação a certos desafios militares.

"Apresentaremos todas as nossas necessidades frente aos desafios apresentados. Mas aceitaremos qualquer corte orçamentário demandado pelo governo", disse Gantz. "Precisamos lembrar que estamos entrando num período de instabilidade e de incertezas, e que as ameaças na região estão mais acentuadas. Poderíamos nos ver forçados a abandonar novos sistemas de armas, mas não a nossa capacidade e preparação de combate", acrescentou.

Gantz também fez comentários sobre os últimos choques entre Jerusalém e Ancara (capital da Turquia), e disse que as FDI não contrariarão a decisão de Israel se desculpar com a Turquia pelo ataque do exército israelense a um barco humanitário que se dirigia à Gaza, como parte da flotilha do ano passado, que terminou com a morte de nove ativistas turcos.

Ele também falou sobre o plano palestino de buscar um Estado na ONU em setembro. Disse que os serviços de inteligência militar estão reunindo informações em preparação para os eventos do próximo mês. Acrescentou que as FDI esperam milhares de manifestantes pacíficos enchendo as fronteiras de Israel e assentamentos para protestar.

Fonte: Iton Gadol
Tradução: Jônatha Bittencourt - De Olho na Jihad / Cessar-Fogo


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