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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cortes orçamentários poderão dificultar capacitação da Defesa israelense

"[...] período de instabilidade e de incertezas..."
O chefe das Forças de Defesa de Israel (FDI), Benny Gantz, afirmou ontem (31) que o orçamento da defesa israelense pode ser cortado devido às demandas públicas para que haja incrementação dos serviços sociais, mas advertiu que um baixo investimento no setor poderia comprometer a habilidade de Israel ao encarar ameaças.

Durante um encontro do Comitê de Assuntos Exteriores e Defesa do Knesset (Parlamento israelense), Gantz disse que as FDI não se oporão às tentativas do governo de cortar os gastos de defesa, mas comentou sobre a possibilidade de um comprometimento com relação a certos desafios militares.

"Apresentaremos todas as nossas necessidades frente aos desafios apresentados. Mas aceitaremos qualquer corte orçamentário demandado pelo governo", disse Gantz. "Precisamos lembrar que estamos entrando num período de instabilidade e de incertezas, e que as ameaças na região estão mais acentuadas. Poderíamos nos ver forçados a abandonar novos sistemas de armas, mas não a nossa capacidade e preparação de combate", acrescentou.

Gantz também fez comentários sobre os últimos choques entre Jerusalém e Ancara (capital da Turquia), e disse que as FDI não contrariarão a decisão de Israel se desculpar com a Turquia pelo ataque do exército israelense a um barco humanitário que se dirigia à Gaza, como parte da flotilha do ano passado, que terminou com a morte de nove ativistas turcos.

Ele também falou sobre o plano palestino de buscar um Estado na ONU em setembro. Disse que os serviços de inteligência militar estão reunindo informações em preparação para os eventos do próximo mês. Acrescentou que as FDI esperam milhares de manifestantes pacíficos enchendo as fronteiras de Israel e assentamentos para protestar.

Fonte: Iton Gadol
Tradução: Jônatha Bittencourt - De Olho na Jihad / Cessar-Fogo


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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

domingo, 10 de julho de 2011

Mitos e Fatos sobre a flotilha rumo a Gaza

Mitos e Fatos sobre a flotilha rumo a Gaza

MITO: O bloqueio naval a Gaza é ilegal.



FATO: O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais. Elas permitem que um país intercepte e vistorie embarcações rumo a outro país com qual esteja em guerra, a fim de certificar-se de que não transportam armas ao inimigo.
Apesar de Gaza não ser um Estado formalmente estabelecido, desde que assumiu (à força) o governo do território em 2007 o Hamas iniciou uma guerra de fato contra Israel, através de intenso bombardeio a alvos civis israelenses.

Nessa situação, as regras para um conflito armado valem plenamente. Sob a Lei internacional, o bloqueio marítimo é reconhecido como ferramenta legítima e Israel pode controlar o tráfego naval em direção a Gaza mesmo em águas internacionais.

MITO: O fim do bloqueio naval a Gaza não traria riscos à segurança de Israel.



FATO: Se os mísseis produzidos domesticamente em Gaza já conseguem levar pânico às comunidades israelenses próximas à fronteira, pode-se imaginar o que aconteceria se o Hamas tivesse acesso a armas de maior alcance e poder de destruição.

Em 3 de junho de 2002, por exemplo, a marinha israelense capturou o navio Karine A, que estava levando do Irã a Gaza 50 toneladas de armas avançadas. Em março de 2011, mais 50 toneladas de armamento pesado foram encontradas no navio Victoria, interceptado pela marinha de Israel quando se aproximava de Gaza.

MITO: É preciso furar o bloqueio naval a Gaza, pois o território está isolado do resto do mundo.



FATO: Gaza faz fronteira com dois países: Israel e Egito. E, desde maio de 2011, a fronteira entre Gaza e Egito está aberta. Cidadãos e mercadorias podem circular livremente, desde que vistoriados pelas autoridades egípcias. O que o Hamas quer (e se vale da inocência ou conivência dos ativistas a bordo da flotilha para tal) é a chegada de armamentos sem qualquer controle, para que sejam utilizados contra a população civil de Israel.

MITO: Devido ao bloqueio, a população de Gaza sofre com a falta de remédios e gêneros de primeira necessidade.



FATO: Desde que Israel iniciou o bloqueio naval a Gaza, toda carga apreendida passa por verificação. Apenas armas e materiais que possam ser utilizados para fabricação de armamentos são confiscados. Todo resto é liberado e segue em caminhões rumo a Gaza.

Diversos jornalistas têm visitado Gaza recentemente e reportado a mesma situação: as lojas e supermercados estão repletos de mercadorias, não há qualquer falta de gêneros de primeira necessidade e os habitantes vivem uma rotina normal – apesar da ferrenha ditadura implementada pelo Hamas em 2007. (www.israelnaweb.com - http://www.beth-shalom.com.br)

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Humor: A flotilha de Gaza - "Nós enganamos o mundo - We con the world”




O clipe mostra pessoas vestidas como “ativistas da paz”, lideradas pelo “capitão” da flotilha, cantando “Nós enganamos o mundo”, segundo a melodia “We Are the World“.

O vídeo foi produzido pelo site satírico hebraico www.latma.co.il, dirigido por Caroline Glick editora-adjunta do jornal Jerusalem Post

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sábado, 25 de junho de 2011

A Mídia que Quebra Bloqueios

"Israel estará flutuando, se afogará num mar de publicidade
negativa ou isso será uma expedição de pesca em águas
tranquilas?"
"Estamos numa batalha e, mais da metade dela, se desenrola no campo dos meios comunicação", disse Ayman al-Zawahiri, o novo líder da Al-Qaeda, em novembro de 2005. Mas o que acontece quando os meios de comunicação tentam definir o campo de batalha físico, tornando-se participantes ativos na história?

Todos devemos estar extremamente preocupados pelo anúncio de que entre os navegantes da iminente flotilha a Gaza há jornalistas dos meios de comunicação, incluindo os do New York Times, e cinegrafistas de CNN e CBS.

Este é um claro exemplo da relação simbiótica entre os meios de comunicação e os agitadores anti-Israel, como os que estão por trás da flotilha. No final das contas, não foi a ação violenta dos passageiros a bordo do Mavi Marmara que causou tantos danos a Israel - foi a tormenta nas relações diplomáticas e públicas por um incidente que ocupou a imprensa internacional durante vários dias depois do evento.

O "martírio" dos nove passageiros turcos constituiu o sucesso de relações públicas para a Fundação Turca pelos Direitos Humanos e Liberdade e Ajuda Humanitária (IHH) e suas multidões. É evidente, então, que a única razão pela qual os meios de comunicação decidiriam subir a bordo da próxima flotilha seria pela possibilidade de captar uma repetição dos fatos. Mesmo assim, os organizadores da flotilha contam com a ajuda da mídia para publicar uma história cujo relato já foi escrito - ou seja, que alguns valentes "ativistas pela paz" estão tentando quebrar um brutal e ilegal bloqueio naval imposto aos pobres palestinos, que vivem em sua prisão ao ar livre.

Imagine uma abordagem da Marinha israelense aos barcos da flotilha, um a um, obrigando-os a desembarcar pacificamente para inspeção no porto israelense. Criar um incidente grave, nesse caso, seria a derrota final dos organizadores, assim como para os meios de comunicação a bordo e que esperam estar na cena reportando o que seria o maior fato das notícias do dia.

Expectativas...

Chegando à conclusão de que tantos os participantes da flotilha quanto os acompanhantes da mídia precisam uns dos outros, podemos, honestamente, contar com que New York Times, CNN e CBS, assim como outros jornalistas "inseridos", informem sobre a situação com objetividade, mesmo que a história não chegue a ser tão dramática como eles esperam?

Ou será que a simples presença dos meios de comunicação serve como um convite à confrontação e à violência em potencial, com os chamados "ativistas" atuando para as câmeras? E o que dizer dos próprios jornalistas? Enquanto que, nos últimos anos, alguns repórteres têm sido mortos ou feridos inadvertidamente pelo exército israelense, não podemos esperar que os soldados entrem numa potencial zona de guerra - como ocorreu com o Mavi Marmara - tentando evitar os integrantes dos meios de comunicação que, a propósito, se posicionaram na linha de fogo. Isso não coloca em risco a vida dos jornalistas, somente, mas também as dos soldados de Israel.

O governo israelense restringiu o acesso dos jornalistas à Faixa de Gaza durante a Operação Chumbo Fundido, aparentemente, por sua própria segurança e para evitar que as tropas das Forças de Defesa de Israel se ocupassem com outro fator fora de seu controle no campo de batalha. Houve uma discussão de que essa decisão foi contra os interesses de Israel. Os meios de comunicação, acampados numa colina com vista para Gaza, foram contrariados e vingativos, enquanto que as imagens estavam sendo controladas pela Al Jazeera e por outras fontes menos objetivas.

Desta vez, Israel faria bem em recordar os jornalistas que estão a bordo da flotilha de que serão participantes ativos numa tentativa ilegal de romper o que é um bloqueio naval legal segundo o direito internacional.

Só podemos esperar que a mídia não se veja influenciada por ideólogos e por "idiotas úteis" que formam os diferentes grupos a bordo, cujo espírito dominante é o ódio a Israel, no lugar do amor dos direitos humanos universais. Teremos que confiar no profissionalismo dos jornalistas para captar a realidade do que ocorrer, livres do prejuízo muito característico nas reportagens sobre Israel.

Baseando-se em experiências anteriores, no entanto, não podemos ter grandes expectativas. Essa flotilha já ergueu âncora. Israel estará flutuando, se afogará num mar de publicidade negativa ou isso será uma expedição de pesca em águas tranquilas?

A flotilha está navegando. É hora de fechar escotilhas, mais uma vez.

Fonte: ReporteHonesto
Tradução e adaptação: Jônatha Bittencourt - De Olho na Jihad / Cessar-Fogo


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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Sheik Raed Salah – Comandante do braço norte do Movimento Islâmico em Israel

Raed Salah, filho de um policial, nasceu em 1958 em Umm al-Fahem, uma das maiores aldeias árabes israelenses, com vista para Wadi Ara, em Israel, na estrada principal para Megido.


Raed formou-se no final dos anos 70, na faculdade islâmica em Nablus, na Cisjordânia, e se juntou ao Movimento Islâmico que era liderado pelo xeque Abdullah Nimer. Logo em seguida em 1985 Raed foi eleito chefe do movimento islâmico e segundo prefeito de Umm al-Fahem.


Em 1993 com o acordo de Oslo houve uma divisão no Movimento Islâmico de Israel, na época liderados pelo carismático Raed Salah o ramo do norte do movimento se opôs ao acordo, aliando-se com a posição do Hamas em contrário à posição do ramo do sul, liderado pelo xeque Abdullah Nimer Darwish. Hoje, há um racha total entre os dois ramos, e Saed Salah é o líder indiscutível do ramo radical chamado braço norte do Movimento Islâmico em Israel.


Em 2001 Salah foi impedido de deixar Israel por causa de suas fortes ligações com outros movimentos islâmicos jihadistas do Oriente Médio. Em 2003 Raed Salah foi preso pela polícia israelense e condenado a dois anos de prisão pela transferência de milhões de dólares ao Hamas. Parte do dinheiro foi usado para financiar ataques terroristas em Israel.


Desde a Segunda Intifada no ano 2000, o braço norte do Movimento Islâmico, adotou uma abordagem radical, sob o slogan religioso “Al-Aqsa está em perigo”.


A filial do norte do Movimento Islâmico é capaz de mobilizar, dezenas de milhares de jovens muçulmanos para provocar distúrbios em Jerusalém, sempre prontos a obedecer ao chamado do xeque Raed Salah. Entre 30 a 60 mil pessoas participam das reuniões anuais do “braço do norte” desde 2000, o encontro ocorre em Umm El Fahem todo ano sob o lema “Salvar al-Aqsa”.


Em 2010 o Sheik Raed Salah estava entre os mais de 700 “pacifistas” em uma flotilha de ajuda humanitária, organizado pelo IHH Turco, que levava ajuda a Faixa de Gaza. O comando naval israelense invadiu a embarcação, na ação Raed Salah foi acusado de pegar a arma de um dos soldados e disparar, provocação que acabou causando a morte de nove ativistas. Sheik Raed Salah foi, portanto, preso e agora enfrenta um longo processo judicial.


Na última quarta-feira, 27 de outubro 2010, ocorreram confrontos entre membros da extrema direita de Israel e palestinos. Os Judeus exigiam que o “Movimento Islâmico árabe-israelense” liderado pelo xeque Raed Salah, fosse declaro ilegal.




De Olho na Jihad 29/10/10.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Flotilha Jihadista: Navio líbio segue para Gaza, apesar de bloqueio de Israel

O capitão de uma embarcação líbia de ajuda humanitária com destino a Gaza rejeitou a exigência de Israel para que aporte no Egito, disseram os organizadores da missão, abrindo caminho para uma nova confrontação ao bloqueio naval imposto por Israel.


Seis semanas após provocar um protesto mundial pela morte de nove turcos ao invadir uma outra embarcação que tentava chegar ao território palestino governado pelo Hamas, Israel afirmou que mudaria o rumo ou apreenderia o navio de carga Amalthea - rebatizado de "Hope" (esperança) pelos ativistas.


A instituição de caridade presidida pelo filho do líder líbio Muammar Kaddafi, Saif al-Islam Kaddafi, afirmou em um comunicado que um navio militar israelense estava próximo do Almathea, de bandeira moldávia, que saiu da Grécia no sábado para o que normalmente seria uma viagem de três dias para Gaza.

Em resposta à ordem israelense para seguir ao porto egípcio de El Arish, "o capitão do navio líbio e o diretor da equipe da fundação a bordo reafirmaram que o destino da embarcação é Gaza e não outro lugar", informou a instituição.

Uma porta-voz das Forças Armadas israelenses confirmou que um "processo de identificação e comunicação" com a embarcação, a cerca de 160 quilômetros da costa de Gaza, foi iniciado, mas que o navio não havia sido invadido.

"A Marinha israelense iniciou preparativos e atividade para deter o navio líbio", afirmou ela.


Após a interceptação ocorrida em 31 de maio do navio Mavi Marmara, de bandeira turca, Israel liberalizou o comércio por terra com Gaza, mas manteve o bloqueio naval no que chamou de precaução contra o envio de armas ao Hamas, com quem travou uma guerra no ano passado.


No dia 5 de junho, a Marinha assumiu o comando do navio de ajuda humanitária irlandês Rachel Corrie depois de recusadas as ordens para voltar ou aportar em Israel a fim de que a carga fosse verificada antes da possível transferência para Gaza.

As críticas internacionais a Israel, lideradas pela ex-aliada Turquia, centralizaram-se na contínua dificuldade imposta aos 1,5 milhão de palestinos de Gaza, muitos dos quais dependem da ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU).


Os organizadores da missão do Amalthea afirmam que a embarcação, com 12 tripulantes e 10 ativistas a bordo, leva 2 mil toneladas de alimentos e medicamentos e obedece às regulações internacionais da marinha mercante.


Fonte


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