Mostrando postagens com marcador Jamaat-ud-Dawa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jamaat-ud-Dawa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Islamitas incitam o ódio e a violência contra o Ocidente e contra os Cristãos no Facebook e Twitter

As redes sociais como “Facebook” e “Twitter” são terrenos férteis onde os grupos islâmicos encontram simpatizantes e recrutam adeptos: É o que ocorre no Paquistão, onde os jihadistas estão aumentando sua influência na sociedade , especialmente entre as elites, graças ao novos instrumentos da informática. O alarme foi lançado por algumas organizações locais comprometidas com a defesa dos direitos humanos das minorias religiosas.


“Organizações consideradas ilegais pelo governo por atos terroristas, publicam regularmente nas redes sociais, incitando o ódio e a violência contra o ocidente e os cristãos”, denuncia Rizwan Paul, presidente da ONG “Life fo All”, de inspiração cristã. São os “novos pregadores”, que não estão nas mesquitas, mas na web, onde “não há censura alguma e gozam de uma liberdade que nunca teriam na vida real”, explica. “Nas redes sociais, os grupos islâmicos ilegais tem encontrado fórum para levar adiante sua agenda e sua mensagem”, disse Rizwan Paul, pedindo o monitoramento e a intervenção das autoridade para bloquear o fluxo de ódio e fundamentalismo difundido na web.


No Paquistão, existem no Facebook muitas páginas administradas por grupos de militantes islâmicos como “Sipah Sahaba” e “Jamaat-ud-Dawa”, declarados ilegais pelo governo por atividades terroristas. Existem também páginas que exaltam líderes militantes desaparecidos, como Abdul Rashid Ghazi. Um recente post no Twitter posto pela organização terrorista “Hizb-ut-Tahir, pedia a todos os muçulmanos do Paquistão que detivessem o abastecimento logístico das tropas de coalizão da OTAN quem combatem no Afeganistão contra os Talibãs. “Não apenas nas redes sociais, mas também por SMS coletivos, fazem propaganda e ganham popularidade”. Um dos personagens mais conhecidos e elogiados é Anwar al A-Awlaki, líder muçulmano com dupla cidadania, americana e iemenita, conhecido como o “Bin Laden da internet”, que continua postando no Youtube e nas rede sociais.

Fonte: Minuto Digital

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Milhares protestam contra Índia na Caxemira, incluindo Jihadistas

Milhares de pessoas protestaram na Caxemira paquistanesa hoje lideradas por um novo movimento pela independência da região. Os manifestantes condenaram a "brutalidade" da Índia. A manifestação foi a primeira organizada pelo grupo Tehreek-e-Azadi-e-Kashmir (TAK), ou movimento pela independência da Caxemira.

O evento contou com a participação de ativistas de grupos extremistas, incluindo o Hizb-ul-Mujahidin e o Jamaat-ud-Dawa (JuD). A nova coalizão está organizando dois dias de manifestações na parte da Caxemira administrada pelo Paquistão.

Cerca de 2.500 pessoas se reuniram em Muzaffarabad, capital da Caxemira paquistanesa. A Caxemira indiana sofre com vários protestos desde 11 de junho, quando um estudante de 17 anos foi morto pela polícia com uma bomba de gás lacrimogêneo. Desde então, as forças indianas foram acusadas de matar 107 pessoas, a maioria jovens e estudantes.

A Caxemira é dividida entre o Paquistão e a Índia, mas reivindicada por ambos. A região foi a causa de duas das três guerras travadas entre os vizinhos desde a independência do Reino Unido, em 1947. Os separatistas muçulmanos travam uma insurgência há 20 anos contra o governo de Nova Délhi na Caxemira indiana. Os moradores dos dois lados da Caxemira querem que Islamabad e Nova Délhi concordem com um referendo sobre a autodeterminação da região. As informações são da Dow Jones.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More