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domingo, 11 de setembro de 2011

IN MEMORIAM: Os brasileiros mortos nos atentados de 11 de setembro


Sandra Fajard
11 de setembro, é impossível não lembrar do World Trade Center. E não podemos esquecer também, da memória dos brasileiros que perderam suas vidas diante da fúria islâmica. Muitos dizem que eles morreram por uma cruel coincidência do destino, não compartilho de tal opinião.

Não se pode dizer que os mortos eram brasileiros que, por azar, estavam no lugar errado na hora errada. Isso não existe. Eles exerciam o direito de viver, passear e buscar livremente uma vida melhor longe de casa e só morreram por que está em curso uma ofensiva de morte contra valores que os brasileiros compartilham com outros povos igualmente vítimas do terror. A democracia e a liberdade de escolher como viver ou qual religião seguir. (De Olho na Jihad artigo "As vítimas brasileiras do terror").

São vítimas da guerra empregada contra todo o ocidente!
Ivan Kyrillos Barbosa

Quatro brasileiros morreram nas torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. A mineira Sandra Fajardo Smith, morta aos 37 anos, vivendo nos Estados Unidos desde 1991, era contadora na corretora Marsh Inc., no 98º andar. Os paulistas Ivan Kyrillos Barbosa, morto aos 30 anos, e Anne Marie Ferreira, de 29, trabalhavam na corretora Cantor Fitzgerald, no 105º andar. Ivan Barbosa havia sido contratado dois anos antes, quando se mudou para Nova York com a mulher, Valéria. Anne tinha conseguido o emprego poucos meses antes, ao trocar Londres por Nova York, com o marido, Alexandre. A família de Ivan Barbosa ainda não superou a perda. 

Anne Marie Ferreira
"Passados mais de dois anos, continuo com medo de aglomerados, fico imaginando que podemos ser alvos de um ataque", diz o médico Ivan Barbosa, pai de Ivan Kyrillos Barbosa. O engenheiro capixaba Nilton Fernão Cunha, que morreu aos 41 anos, estava no prédio por acaso. Ele havia ido ao WTC para tratar de negócios com uma empresa japonesa no 108º andar. Cunha era despachante de importações e sempre viajava para os Estados Unidos a trabalho.
E nesse dia de luto, a única coisa que podemos fazer é não deixar que a memória desses bravos brasileiros não sejam esquecidas. 

Jefferson Nóbrega Blog Candango Conservador

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sábado, 17 de julho de 2010

Na Argentina, Irã é criticado em aniversário de atentado contra judeus

BUENOS AIRES - A comunidade judaica argentina celebrou hoje o 16º aniversário do atentado da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), pedindo que os iranianos suspeitos pelo ataque respondam por sua culpa na Justiça.

Autoridades da numerosa comunidade judaica no país criticaram em um ato, com a presença do juiz espanhol Baltasar Garzón como convidado especial, que o Irã negue sistematicamente sua colaboração para entregar à Justiça o ex-presidente iraniano Ali Rafsanjani e o atual ministro da Defesa, Ahmad Vahidi, entre outros acusados pelo maior atentado ocorrido em solo argentino. Teerã nega qualquer vínculo com o atentado.

O ataque de 1994 com um veículo carregado de explosivos contra a Amia ocorreu em 18 de julho, deixando 85 pessoas mortas e 300 feridas. O atentado aconteceu dois anos após a embaixada de Israel, em Buenos Aires, ter sido alvo de um ataque que deixou 29 vítimas e também não foi esclarecido.

O presidente da associação, Guillermo Borger, assegurou que a comunidade judaica "jamais baixará os braços" no "sagrado mandato de buscar justiça". Borger criticou o fato de um dos acusados no caso, Vahidi, ter se tornado ministro do governo iraniano. O advogado Garzón também criticou a impunidade no caso. Segundo o juiz espanhol, há "interesses ocultos" para que não sejam punidos os responsáveis.

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