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terça-feira, 24 de junho de 2014

Agente evita atentado durante partida do Brasil e morre no Líbano


France Presse / Correio Braziliense


Beirute - Um jovem agente dos serviços de inteligência libaneses evitou um atentado contra um bar na periferia de Beirute lotado de torcedores que a companhavam a partida entre Brasil e Camarões pela Copa do Mundo.

O agente Abdel Hodroj Karim, de 20 anos, e seu colega Ali Jaber saíam do trabalho na segunda-feira (23/6) quando viram um veículo branco, que se dirigia em direção ao bar localizado no bairro xiita de Chiyah, no sul de Beirute, contou à AFP um oficial da Segurança Nacional.

"O carro parou no meio da rua e um homem saiu. Hodroj e Jaber o interceptaram e perguntaram o que ele estava fazendo. O homem disse que tinha quebrado a chave e que o carro não poderia andar, acrescentou.

A resposta pareceu estranha, em um país que sofre numerosos ataques com carros-bomba e com histórico de ataques no sul de Beirute, reduto do movimento xiita Hezbollah. Neste momento, Jaber se dirigiu a um quartel militar do outro lado da rua, enquanto Abdel Karim vigiava o suspeito para impedir sua fuga.

"Neste exato momento o carro explodiu", matando Abdel Karim, relatou o oficial. O motorista do carro branco também faleceu no local.

Treze pessoas ficaram feridas, incluindo Ali Jaber, que estava a 30 metros do veículo. A explosão ocorreu às 00H00 (21H00 GMT segunda-feira).

Bairro xiita Em Chiyah, os moradores ainda estão chateados, eo pai do inspetor morto, Fadel, recebe condolências. Um fotógrafo da AFP no local viu carros em chamas e grandes danos materiais. A explosão aconteceu por volta da meia-noite (18h00 desta segunda em Brasília).

No bairro de Chiyah, os habitantes estão trastornados, e o pai do agente morto, Fadel, recebe as condolências.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Homenagem a Sérgio Vieira de Mello

Hoje esse grande brasileiro, morto pela Al-Qaeda, faria 64 anos. Morreu pelo país, e como recompensa ganhou o esquecimento, o esquecimento de um governo atado ao políticamente correto e que pretende levar essa ideologia assassina chamada Islã as nossas escolas. Mas, nós não esquecemos!

Reproduzo abaixo um vídeo em sua homenagem e deixo o link do artigo: Porque Sérgio Vieira de Mello foi assassinado pelo Islã radical?



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sábado, 15 de outubro de 2011

Lista de presos palestinos envolvidos em troca têm ligações brasileiras

TEL AVIV - A lista de prisioneiros palestinos que serão libertados em troca do soldado israelense Gilad Shalit, divulgada nesta sexta-feira, 14, pelo Hamas, inclui dois nomes com conexões brasileiras.  

Segundo a lista divulgada em vários sites do mundo árabe, um dos 447 nomes de presos a serem libertados por Israel é o de Tawfic Abdallah, marido da brasileira Lamia Maruf, deportada ao Brasil em 1997 após 11 anos presa em Israel. Abdallah e Lamia haviam sido condenados à prisão perpétua pela acusação de assassinar o soldado israelense David Manos em 1984.

Outro nome que consta da lista é o de Husam Badran, também condenado à prisão perpétua pelo planejamento do atentado suicida em uma pizzaria de Jerusalém, em 2001, que matou o brasileiro Giora Balazs e outras 14 pessoas.
O soldado Gilad Shalit foi capturado pelo Hamas, grupo palestino que controla a Faixa de Gaza, quando participava de uma patrulha em território israelense, perto da fronteira, em junho de 2006. Desde então, é mantido em poder do grupo, supostamente em algum lugar da Faixa de Gaza.

Segundo o acordo anunciado no último fim de semana entre Israel e o Hamas Israel libertará os prisioneiros da lista apresentada pelo grupo palestino e outros 550 escolhidos pelas autoridades israelenses em troca da libertação de Shalit.

A lista divulgada pelo Hamas inclui 27 mulheres e 279 condenados à prisão perpétua pela morte de israelenses. A Autoridade Penitenciária de Israel deverá fazer uma publicação oficial da lista no próximo domingo, em seu site na internet. 

Carona
 
Um dos presos que poderá ser trocado por Shalit, Tawfic Abdallah, foi preso com a mulher, a brasileira Lamia Maruf, em 1986, dois anos depois do assassinato do soldado israelense David Manos. A pista que levou as forças de segurança israelenses a prenderem o casal foi o fato de que o carro utilizado para o sequestro do soldado foi alugado com o passaporte brasileiro de Lamia.
Os restos mortais do soldado foram encontrados em 1986, em uma caverna próxima à aldeia de Dir Balut, onde o casal morava, no norte da Cisjordânia. De acordo com a acusação, Lamia estava dirigindo o carro, quando o soldado Manos, que estava pedindo carona, foi sequestrado.

Embora tenha afirmado não ter envolvimento no assassinato, Lamia também foi condenada à prisão perpétua, da qual cumpriu 11 anos, até ser libertada em fevereiro de 1997, quando o então premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, assinou o acordo de Hebron com o lider palestino Yasser Arafat.

Uma das cláusulas do acordo foi a libertação de todas as prisioneiras palestinas que estavam detidas naquela época em cadeias israelenses. Lamia foi solta, juntamente com outras 25 prisioneiras, porém foi imediatamente deportada para o Brasil, onde se reuniu com sua filha, Patricia.

Casamento
 
Husan Badran, outro nome da lista apresentada pelo Hamas, tinha sido condenado por planejar o atentado à pizzaria Sbarro, em Jerusalém, que provocou a morte de 15 pessoas, em 2001. Entre os mortos estava o brasileiro Giora Balazs, de 68 anos. A esposa de Balazs, Flora, e sua filha, Deborah, ficaram feridas pelos estilhaços da explosão.

Em agosto de 2001, o casal Balazs visitava Israel para participar da festa de casamento do filho Aran, acompanhados de Deborah Balazs Faria, filha do primeiro casamento de Giora. Quando passavam pela rua King George, no centro de Jerusalém, um homem-bomba palestino detonou seus explosivos dentro da pizzaria. O homem portava um cinto que continha entre cinco e dez quilos de explosivos misturados com pregos.

Protestos
 
De acordo com leis de Israel, após a publicação oficial da lista de prisioneiros a serem libertados, no domingo, os cidadãos israelenses que quiserem protestar contra a libertação de prisioneiros específicos terão 48 horas para apresentar recursos perante a Suprema Corte de Justiça. Segundo os precedentes, geralmente a Corte decide não interferir nas decisões politicas do governo.

Alguns parentes de vitimas de atentados declararam que pretendem protestar contra a libertação dos responsáveis. De acordo com a imprensa local, centenas de civis israelenses foram mortos em atentados cometidos pelos prisioneiros que serão libertados.


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domingo, 11 de setembro de 2011

IN MEMORIAM: Os brasileiros mortos nos atentados de 11 de setembro


Sandra Fajard
11 de setembro, é impossível não lembrar do World Trade Center. E não podemos esquecer também, da memória dos brasileiros que perderam suas vidas diante da fúria islâmica. Muitos dizem que eles morreram por uma cruel coincidência do destino, não compartilho de tal opinião.

Não se pode dizer que os mortos eram brasileiros que, por azar, estavam no lugar errado na hora errada. Isso não existe. Eles exerciam o direito de viver, passear e buscar livremente uma vida melhor longe de casa e só morreram por que está em curso uma ofensiva de morte contra valores que os brasileiros compartilham com outros povos igualmente vítimas do terror. A democracia e a liberdade de escolher como viver ou qual religião seguir. (De Olho na Jihad artigo "As vítimas brasileiras do terror").

São vítimas da guerra empregada contra todo o ocidente!
Ivan Kyrillos Barbosa

Quatro brasileiros morreram nas torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. A mineira Sandra Fajardo Smith, morta aos 37 anos, vivendo nos Estados Unidos desde 1991, era contadora na corretora Marsh Inc., no 98º andar. Os paulistas Ivan Kyrillos Barbosa, morto aos 30 anos, e Anne Marie Ferreira, de 29, trabalhavam na corretora Cantor Fitzgerald, no 105º andar. Ivan Barbosa havia sido contratado dois anos antes, quando se mudou para Nova York com a mulher, Valéria. Anne tinha conseguido o emprego poucos meses antes, ao trocar Londres por Nova York, com o marido, Alexandre. A família de Ivan Barbosa ainda não superou a perda. 

Anne Marie Ferreira
"Passados mais de dois anos, continuo com medo de aglomerados, fico imaginando que podemos ser alvos de um ataque", diz o médico Ivan Barbosa, pai de Ivan Kyrillos Barbosa. O engenheiro capixaba Nilton Fernão Cunha, que morreu aos 41 anos, estava no prédio por acaso. Ele havia ido ao WTC para tratar de negócios com uma empresa japonesa no 108º andar. Cunha era despachante de importações e sempre viajava para os Estados Unidos a trabalho.
E nesse dia de luto, a única coisa que podemos fazer é não deixar que a memória desses bravos brasileiros não sejam esquecidas. 

Jefferson Nóbrega Blog Candango Conservador

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

IN MEMORIAM: Há 8 anos o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello era vítima do terrorismo islâmico


Por que Sergio Vieira de Mello foi assassinado pelo Islã radical? Por M.G blog De Olho na Jihad


Sérgio Vieira de Mello[1] (Rio de Janeiro, 15 de março de 1948 - Bagdá, 19 de Agosto de 2003) foi  diplomata brasileiro, funcionário da Organização das Nações Unidas por 34 anos e Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos desde 2002. Morreu em Bagdá, juntamente com outras 21 pessoa inocentes, vítima de atentado perpetrado por um dos segmentos mais truculentos do Islã terrorista a Al Qaeda contra a sede local da ONU, onde iria empreender mais um movimento de defesa dos direitos humanos dos habitantes do Iraque, aviltados pelo ditador Saddam Hussein.



Nesse sentido, a história de  Vieira de Mello é bem significativa. Entre 1991 e 1996, foi enviado especial do Alto Comissário ao Camboja, como diretor do repatriamento da Autoridade da ONU de Transição no Camboja (U.N. Transitional Authority in Cambodia, UNTAC), tendo sido o primeiro e único representante da ONU a manter conversações com o Khmer Vermelho. Foi Diretor da United Nations Protection Force (UNPROFOR), a primeira força de paz na Croácia e na Bósnia e Herzegovina, durante as guerras da Iugoslávia. Foi também Coordenador humanitário da ONU na região dos Grandes Lagos Africanos.


Em 1996 foi nomeado assistente do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, antes de ser enviado para Nova Iorque, em janeiro de 1998, como Secretário-geral-adjunto para Assuntos Humanitários das Nações Unidas.

Como negociador da ONU atuou em alguns dos principais conflitos mundiais - Bangladesh, Camboja, Líbano, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Ruanda e particularmente no Timor-Leste, entre 1999 e 2002. Esta ilha do Pacifico, ex-colonia de Portugal, A 8 de Dezembro de 1975, Timor Leste foi invadido pela Indonésia- o maior  país islâmico do planeta, que a ocupou durante os 24 anos seguintes. 


Ironicamente, a Indonésia justificou a invasão, alegando a defesa contra o comunismo. A ironia reside no fato de que hoje o Islã radical e a esquerda são íntimos aliados numa frente contra o mundo livre e democrático..

Tragicamente,   a invasão indonesiana seguiu-se uma das maiores e brutais genocidios do pós II Guerra Mundial. A Indonésia recorreu a todos os meios para dominar a resistência da maioria cristã da ilha.: Calculam-se em duzentas mil as vítimas cristãs de combates e chacinas; as forças policiais e militares usavam de forma sistemática e sem controle de meios brutais de tortura, a população rural, nas áreas de mais acesa disputa com a guerrilha, era encerrada em "aldeias de recolonização", procedeu-se à esterilização forçada de mulheres timorenses. Simultaneamente, a fim de dar ao fato consumado da ocupação um caráter irreversível, desenvolveu-se uma política de descaracterização do território, quer no plano cultural (proibição do ensino do português e a islamização), quer no plano demográfico, quer ainda no plano político (integração de Timor na Indonésia como sua 27ª província). A Jihad- A Guerra Santa,  pela islamização do Timor Leste é exemplo típico do paroxismo da truculência que o Islã radical pode alcançar em nome de Alá e do Profeta.

A resistência à islamização, embora reduzida a umas escassas centenas de homens mal armados e isolados do mundo, conseguiu com denuncias internacionais alargar a sua luta ao meio urbano com manifestações de massas e manter no exterior uma permanente luta diplomática com o decisivo apoio da ONU,  na pessoa de Sergio Vieira de Mello. 


Assim, em 30 de Agosto de 1999, os timorenses votaram por esmagadora maioria pela independência, pondo fim a 24 anos de ocupação indonésia, na sequência de um referendo promovido pelas Nações Unidas. O resultado do referendo gerou confrontos por parte de grupos fanáticos jihadistas. O conflito, que destruiu boa parte da infraestrutura do país e matou mil pessoas, só foi resolvido com a mobilização da Missão das Nações Unidas de Apoio no Timor-Leste (UNMISET), tendo Vieira de Mello como . Em 20 de Maio de 2002 a independência de Timor-Leste foi restaurada e as Nações Unidas entregaram o poder ao primeiro Governo Constitucional de Timor-Leste.

Sem duvida, o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello era a personificação do que a ONU poderia e deveria ser: com uma disposição fora do comum para ir ao campo de ação, corajoso, carismático, flexível, pragmático e muito eficiente na negociação com governos corruptos e ditadores sanguinários, em busca da paz. Não pode ser esquecido. 

O Blog De Olho na Jihad faz questão de lembrar não só desse valoroso brasileiro levado pelo radicalismo islâmico, mas também de todos os brasileiros que encontram o terrorismo de frente. Leiam: As vítimas brasileiras do terrorismo 

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domingo, 15 de maio de 2011

AS VÍTIMAS BRASILEIRAS DO TERROR



Firdia Lisnawati/AO
EM MISSÃO DE PAZ DA ONU
Em agosto de 2003, Sérgio Vieira de Mello morreu ajudando a reconstruir o Iraque 
É comum ouvir que o Brasil é um país de sorte, pois aqui nãoataques terroristas. É fantasia imaginar que estejamos a salvo. Desde 11 de setembro de 2001, pelo menos oito brasileiros foram mortos em ataques terroristas de grandes proporções no exterior. O último deles foi o paranaense Sérgio dos Santos Silva, de 27 anos, dilacerado pelas bombas que mataram duas centenas de pessoas em Madri, em 11 de março. Silva estava na Espanha havia cinco meses, trabalhando como mestre-de-obras. Pretendia ficar no exterior até o fim do ano para juntar o suficiente para comprar um casa em São Tomé, cidade de 5 000 habitantes, onde havia deixado a mulher, Sara, 21 anos, e o filho Miquéias, de 4. Como explicar ao menino que o pai foi assassinado longe de casa por fanáticos movidos por furor religioso? "Cada vez que passava um avião, o menino apontava e dizia 'Mamãe, vou assobiar para o papai me ver aqui embaixo'", conta Isabel Alves, sogra de Silva.


Álbum de família
Junior/AE
Celso
SEM CONHECER O FILHO
Alexandre Watake foi morto no atentado que matou 200 pessoas em Bali, em 2002. Ele morreu aos 33 anos, pouco antes de voltar ao Brasil para conhecer o filho
DE LONDRES PARA NOVA YORK
A paulista Anne Marie Ferreira morreu aos 29 anos no World Trade Center. Anne, que tinha morado em Londres, estava há poucos meses em Nova York 

As mortes lamentáveis e injustificadas mostram que é ingênua a idéia de que o Brasil pode ficar de fora da guerra ao terror. Quatro brasileiros morreram nas torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. A mineira Sandra Fajardo Smith, morta aos 37 anos, vivendo nos Estados Unidos desde 1991, era contadora na corretora Marsh Inc., no 98º andar. Os paulistas Ivan Kyrillos Barbosa, morto aos 30 anos, e Anne Marie Ferreira, de 29, trabalhavam na corretora Cantor Fitzgerald, no 105º andar. Ivan Barbosa havia sido contratado dois anos antes, quando se mudou para Nova York com a mulher, Valéria. Anne tinha conseguido o emprego poucos meses antes, ao trocar Londres por Nova York, com o marido, Alexandre. A família de Ivan Barbosa ainda não superou a perda. "Passados mais de dois anos, continuo com medo de aglomerados, fico imaginando que podemos ser alvos de um ataque", diz o médico Ivan Barbosa, pai de Ivan Kyrillos Barbosa. O engenheiro capixaba Nilton Fernão Cunha, que morreu aos 41 anos, estava no prédio por acaso. Ele havia ido ao WTC para tratar de negócios com uma empresa japonesa no 108º andar. Cunha era despachante de importações e sempre viajava para os Estados Unidos a trabalho.

Reprodução AE
Álbum de família
RUMO AO TRABALHO
O paranaense Sérgio dos Santos Silva foi morto quando ia para o trabalho em Madri. Tinha 27 anos
CARREIRA NO EXTERIOR
Sandra Fajardo Smith começou a trabalhar como garçonete, estudou e conseguiu emprego em uma corretora no WTC. Tinha 37 anos

 
Não se pode dizer que os mortos eram brasileiros que, por azar, estavam no lugar errado na hora errada. Isso não existe. Eles exerciam o direito de viver, passear e buscar livremente uma vida melhor longe de casa e só morreram por que está em curso uma ofensiva de morte contra valores que os brasileiros compartilham com outros povos igualmente vítimas do terror. A democracia e a liberdade de escolher como viver ou qual religião seguir. O paulista Alexandre Watake, massagista, e o gaúcho Marco Antônio Farias, sargento do Exército, foram mortos no ataque que devastou bares no balneário de Bali, na Indonésia, em outubro de 2002, em que morreram 200 pessoas. Watake, que morreu aos 33 anos, deixou o Brasil em 2001, com a mulher grávida, Mônica. "Ele queria juntar dinheiro para acabar a faculdade de direito e ajudar a criar nosso filho", diz a viúva. Ele trabalhou como massagista no Japão durante um ano e meio e, de , foi dar aulas de shiatsu num resort em Bali, onde deveria ficar apenas dois meses. "Faltavam apenas duas semanas para ele voltar ao Brasil e conhecer o filho", conta Mônica.


 Marco Antônio Farias, sargento do  
Exército Morto no atendado em Bali

Não podemos também esquecer de João Jose de Vasconcelos Junior, engenheiro nascido em Minas Gerais, trabalhava na construção de termoelétrica realizada por empresa brasileira em Beiji, Iraque, obra que serviria para aliviar o povo iraqueano da aguda falta de energia elétrica. Embora sabidamente brasileiro, foi sequestrado no norte do Iraque em 19 de janeiro de 2005 pela Brigadas Mujahidin, Exército de Ansar al Sunna. Itamaraty, personalidades esportivas e líderes religiosos fizeram apelos humanitários no Brasil e no exterior. A busca por informações foi desenvolvida de forma ininterrupta e em contato permanente com a família Vasconcellos. Mas a familia brasileira que  foi torturada por dois anos pelos sequestradores jihadistas que se negaram a dar noticiais sobre o sequestrado, até que seu corpo foi encontrado em junho de 2007.

João Jose de Vasconcelos Junior


Por M.G blog De Olho na Jihad 

Leiam também:  IN MEMORIAM: Há 8 anos o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello era vítima do terrorismo islâmico




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