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quarta-feira, 14 de março de 2012

A Europa e os muçulmanos: tensão em um continente tolerante

Os atentados terroristas nos Estados Unidos e na Europa
dificultaram ainda mais a integração dos muçulmanos.
Aarhus é uma cidade pacata. Quem caminha pelo centro histórico num dia de semana, a julgar pela tranquilidade da paisagem urbana, não imagina que possa abrigar uma das mais respeitadas universidades da Europa (de fato, uma das 100 melhores do mundo), além de ter quase 250 mil habitantes. Foi, contudo, um jornal desta cidade dinamarquesa, pacífica e ordeira, que revelou ao mundo uma discussão latente na Europa: em setembro de 2006, ao publicar doze charges retratando o profeta Maomé, uma delas em que ele aparecia com uma bomba amarrada na cabeça em lugar do turbante, o jornal local Jutland Post gerou protestos que ultrapassaram todas as fronteiras. Muçulmanos em diferentes partes do mundo indignaram-se contra os desenhos: retratar o profeta é ofensa grave para os religiosos. Já na cultura dinamarquesa e europeia, a liberdade de expressão e a tolerância tem clara preferência.

Hoje, mais de 5% da população europeia é muçulmana. Só na Holanda, chegam a quase um milhão dos dezesseis milhões de habitantes. Vindos do norte da África e da Turquia, imigrantes foram atraídos pelos governos europeus durante o pós-guerra para prover o mercado de mão de obra barata. A política de atrair imigrantes cessou em meados dos anos 1970 pois muitos dos que já residiam na Europa ficaram desempregados com a crise econômica, sem porém voltarem aos seus países de origem.

O processo migratório desde então se intensificou, contradizendo todos os prognósticos: imigrantes já radicados, principalmente muçulmanos, passaram a convidar familiares a viver aqui também; homens passaram a viajar à terra de origem em busca de esposas, muitas vezes forçadas a enfrentar um casamento arranjado e acompanhar o marido na volta. Muitos não conseguem ou não querem integrar-se à nova sociedade em que vivem. Continuam falando árabe, por exemplo, melhor do que a língua local. Paul Scheffer, renomado político e escritor holandês, professor de Sociologia Urbana da Universidade de Amsterdam, advertia já no ano 2000 em um famoso artigo publicado na imprensa holandesa de que havia apenas uma conclusão possível desse processo: a integração na Europa ocorreria apenas em casos excepcionais, longe de se tornar uma regra. Os atentados terroristas nos Estados Unidos, em 2001 e, depois, na Europa, dificultaram ainda mais a já difícil integração e adicionaram um novo ingrediente ao processo: a radicalização dos jovens muçulmanos. Paradoxalmente, pois, uma regra acabou se consolidando: cada país, dentro de seu contexto, está lidando com um novo problema que ameaça a própria cultura de tolerância europeia.

O professor Lasse Lindekilde, doutor em Ciência Política pela Universidade de Florença, é especialista no assunto e falou à Revista Voto sobre o tema no intervalo de uma de suas aulas aos mestrandos do curso de Jornalismo, Mídia e Globalização, na Universidade de Aarhus. "A União Europeia, o Reino Unido, a Holanda e a Dinamarca foram os primeiros a propor políticas antirradicalização há cinco, seis anos. Desde os ataques terroristas em Madri (2004) e Londres (2005), para ser preciso. Foi aí que todo o discurso radical na Europa iniciou. Na Dinamarca, mais especificamente, após a publicação das charges no Jutland Post". Com a prisão, em 2008, de dois tunisianos e um marroquino nascido na Dinamarca por planejarem um atentado contra o cartunista Kurt Westergaard, a necessidade de tais políticas pareceu ainda maior.

O foco dos estudos de Lindekilde são os jovens que as políticas antirradicalização dinamarquesas visam atingir. "Esses jovens não acreditam em democracia. Todos os entrevistados da nossa pesquisa podem ser considerados não-democráticos. Os jovens muçulmanos acreditam que cabe a Allah fazer as leis; que eles jamais votariam em uma eleição dinamarquesa, que nunca participariam de um sistema democrático", avalia o professor. "Entretanto, eles não têm a intenção de fazer da Dinamarca um califado, de instalar um regime teocrático aqui, de destruir a democracia dinamarquesa", prossegue, distinguindo entre ser antidemocrático e não-democrático. O antidemocrata teria por finalidade destruir a democracia. O não-democrata convive com ela, sem porém aceitá-la ou participar dela.

A vida do cartunista autor das charges mudou radicalmente nos últimos anos, a ponto de contar com permanente proteção policial. Em contrapartida, também os muçulmanos na Dinamarca sentiram mudanças. "Muitos muçulmanos acusam as políticas antirradicalização de serem discriminatórias, apenas orientadas contra muçulmanos; que são simplesmente a continuidade da forma peculiar como os dinamarqueses descrevem muçulmanos como problemáticos e causadores de problemas". A implementação dessas políticas antirradicalização, portanto, segundo Lindekilde não é garantia de pacificação social: "muitas entidades muçulmanas veem essas políticas como discriminatórias e marginalizantes e poderíamos concluir que elas geram mais radicalização no mesmo momento em que tentam combatê-la. Nosso objetivo é tentar descobrir quais mecanismos podemos usar para evitar que isso aconteça".

Na Holanda, na Dinamarca e nos demais países europeus, o sentimento antimuçulmano tem, de fato, crescido: partidos têm se utilizado do discurso anti-islã para aumentarem suas bancadas enquanto muçulmanos se integram cada vez menos à sociedade em que vivem. A exemplo de Aarhus, por trás da aparência pacata e de tolerância, o mundo descobriu que há, definitivamente, uma grande tensão social em curso na Europa.

Por Marcel van Hattem - mestrando em Ciência Política pela Universidade de Leiden, Holanda 

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ayaan Hirsi Ali: Política holandesa fala da “Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano”


A política holandesa Ayaan Hirsi Ali escreveu um artigo para a Revista NewsWeek no qual falou daquilo que intitulou como Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano. Nascida na Somália, Ayaan recebeu asilo político e cidadania na Holanda e é conhecida por suas críticas em relação ao Islã.

A ex-deputada do parlamento holandês sofreu na pele atrocidades cometidas por algumas comunidades islâmicas radicais, aos cinco anos ela e sua irmã de 4 anos sofreram uma mutilação sexual chamada infibulação do clitóris, numa cerimônia organizada pela avó.

Em seu artigo ela inicia dizendo que “ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe, mas que, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso”. Custando milhões de vidas ela afirma que nessa guerra “os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião”. Ela diz ainda que “é um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global”.

“Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania”, afirma Ayaan, contando que em alguns países os ataques contra cristãos são feitos por grupos rebeldes, e em outros agentes do governo são quem cometem assassinatos contra cristãos e ataques contra suas igrejas.

Ela fala também sobre a omissão de muitos veículos midiáticos diante do assunto. Segundo alguns meios de comunicação deixam de noticias sobre esses ataques por medo de fomentar ainda mais a violência. Porém Ayaan diz acreditar que o mais provável seja que essa omissão aconteça por causa do lobby de entidades como a “Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islã centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas”.

“Durante a última década, estes e outros grupos têm sido notavelmente bem sucedido em convencer as principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar nessas notícias como uma forma de discriminação anti-muçulmano. (…) usando a expressão “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral assim como xenofobia ou homofobia”, afirma.

A política ilustrou seus argumentos usando como exemplo o Boko Haram, grupo extremista nigeriano cujos membros, em 2011, mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte da Nigéria. Ela falou ainda do Sudão, onde o próprio governo tem se encarregado de atormentar as minorias cristãs.

Outros países citados em seu artigo foram Egito, Iraque e Paquistão. Em todos esses lugares os cristãos vêm sendo perseguidos e massacrados por grupos islâmicos, segundo Ayaan Hirsi Ali descreve em seu artigo.

“Uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão e a gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta, atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro” finaliza.

Ayaan foi deputada na Câmara Baixa (Tweeede Kamer) do parlamento holandês pelo Partido Liberal (VVD) entre Janeiro de 2003 e Maio de 2006, quando se demitiu do cargo reconhecendo ter mentido no processo de asilo político que lhe concedeu a cidadania holandesa.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Holanda: Rainha Beatriz usa véu islâmico e o PVV, partido de Geert Wilders, protesta

A Rainha Beatriz com o véu islâmico
O PVV, partido de Geert Wilders, entrou novamente em polêmica na última quarta-feira, ao protestar no parlamento contra à Rainha Beatriz que o usou o véu islâmico em sua visita a Abu Dhabi.
"Não poderia ter evitado essa infeliz imagem de muito mau gosto?". Perguntou o PVV, que ainda acrescentou: "Não percebe que uma chefe de Estado portando-se dessa maneira legitima a discriminação contra as mulheres?

A Rainha holandesa afirmou que não entende o motivo da revolta do partido de Wilders pelo o uso do véu.

Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Minuto Digital
 
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domingo, 31 de julho de 2011

Geert Wilders defende-se contra as críticas provocadas pelos atentados na Noruega


"Geert Wilders defende-se contra as críticas provocadas pelos atentados na Noruega", escreve o NRC Handelsblad em manchete, algumas horas após a publicação pelo líder do Partido para a Liberdade, de um comunicado onde declara que "o PVV está profundamente chocado com a morte brutal de dezenas de cidadãos noruegueses inocentes", causada por "um psicopata que abusou violentamente da luta contra a islamização". Distancia-se ao declarar : "Somos, antes de mais, democratas. O PVV nunca apelou à violência e nunca o fará."

Segundo o diário holandês, Wilders reagiu desta forma às críticas sobre o papel do PVV no massacre levado a cabo por Anders Breivik, em cujo manifesto evocou uma grande admiração pelo partido populista holandês. Diversos cronistas pediram a Wilders, que geralmente evita entrevistas e debates públicos, que se exprimisse mais claramente sobre a sua luta contra o Islão. "Wilders deveria responder diretamente às perguntas. Deveríamos poder esperar que os membros do PVV se interrogassem sobre o papel que desempenham", escreveu uma cronista no NRC

Este debate apenas diz respeito à Holanda. "Em toda a Europa, os partidos populistas de direita e anti-islâmicos defenderam-se", aponta o le Standaard, em Bruxelas, referindo-se nomeadamente à Frente Nacional francesa e ao FPÖ austríaco.

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Geert Wilders está na "lista negra" da Al Qaeda


Segundo noticiado pelo Diário Algemeen Dagblad, o Centro Holandês de Combate ao Terrorismo (NCTB), informou em um relatório que o político Holandês Geert Wilders integra a lista de objetivos da Al-Qaeda.

Conforme o relatório, a "lista negra" da Al-Qaeda é composta principalmente por pessoas e empresas que estiveram ligadas as guerras do Afeganistão e Iraque. A lista foi divulgada no fórum Shumukh al-Islam, que possui ligações com a rede terrorista al-Qaeda.

No comunicado os terroristas fazem um chamado para que sejam exterminados os "porcos" que ofendem o Islã. Essa categoria inclui o político Geert Wilders líder do Partido da Liberdade (PVV). Wilders foi recentemente absolvido da acusação de "incitar o ódio" contra os muçulmanos. Na ocasião ele afirmou que o Islã é uma "ideologia fascista" e comparou o Corão, livro sagrado muçulmano, ao Mein Kampf de Hitler.

Blog De Olho na Jihad 05/07/2011



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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Uma grande vitória da Holanda: Geert Wilders é absolvido!


O tribunal de Amsterdã absolveu o político Geert Wilders de todas as acusações. Segundo o juiz, Wilders, líder do Partido da Liberdade (PVV), não é culpado por insulto de um grupo social. Ele também considerou que as provas apresentadas não eram suficientes para culpá-lo por incitação ao ódio e discriminação contra muçulmanos.

“Esta não é uma vitória pessoal, mas uma vitória da liberdade de expressão”, reagiu Wilders ao veredito. “Você pode ter críticas ao islã. Minha voz não será calada.”

Segundo o tribunal, Wilders dirigiu seus comentários críticos à religião islamita e não aos muçulmanos. O tribunal também considerou que o líder do PVV fez suas declarações no contexto do debate social.

Certas declarações, de acordo com o tribunal, poderiam ser consideradas como ‘incitação à discriminação’. Apesar disso, Wilders também foi absolvido neste ponto, por estarem relacionadas ao debate social.

Em sua explicação, o juiz denominou a declaração “Há uma luta acontecendo (contra o islã) e nós temos que nos defender” claramente inflamatória. Neste caso, Wilders não estava no limite, mas já passando do permissível. Mas como num outro ponto do mesmo discurso ele diz não ter nada contra muçulmanos, mas apenas contra o islã, a declaração não foi considerada como incitação ao ódio ou discriminação.

Tanto a defesa como o Ministério Público pleitearam a absolvição. A promotoria argumentou que as declarações de Wilders devem ser vistas como crítica ao islã e não a um grupo de pessoas.

As pessoas que moveram o processo contra Wilders já haviam divulgado que levariam o processo a uma instância superior caso ele fosse absolvido.

Fonte: Radio Nederland

Não deixem de ler: O discurso de Geert Wilders: Um aviso para América


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sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Nossa cultura ocidental judaica-cristã é muito melhor e superior à cultura islâmica" - Discurso de Geert Wilders na Igreja Cornerstone em Nashville


  Nossa cultura ocidental é baseada no cristianismo e judaísmo, e é superior à cultura islâmica. Nossas leis são superiores a sharia. Nossos valores judaico-cristãos são melhores do que as regras do Islã totalitário.

Um aviso para os Estados Unidos: Discurso do político holandês Geert Wilders na Igreja Cornerstone, Nashville , 12 de maio de 2011.

Caros amigos de Tennessee. Estou feliz por estar aqui hoje. Feliz e orgulhoso por estar nessa impressionante igreja.

Meus amigos, estou aqui para falar palavras de verdade e liberdade.
Vocês sabem por que a América está em melhor estado do que a Europa? Porque vocês desfrutam de mais liberdade do que os europeus.

E vocês sabem por que os americanos desfrutam de mais liberdade do que os europeus? Porque a vocês ainda é permitido dizer a verdade. 
Na Europa e Canadá, as pessoas são arrastadas para o tribunal por dizer a verdade sobre o Islã. 

Eu também fui levado ao tribunal. Eu sou um membro eleito da Câmara dos Representantes nos Países Baixos. Atualmente, estou em pé no tribunal como um criminoso comum por dizer que o Islã é uma ideologia totalitária perigosa e não uma religião.

O julgamento ainda está pendente, corro o risco de receber uma uma pena de 16 meses de prisão.

Na semana passada, meu amigo Lars Hedegaard, um jornalista da Dinamarca, foi multado por causa de uma conversa particular, que foi gravada sem seu conhecimento, onde ele criticou a forma como as mulheres são tratadas nas sociedades islâmicas.

Recentemente, minha amiga Elisabeth Sabaditsch-Wolff, uma ativista de direitos humanos da Áustria, foi multada porque tinha criticado Muhammad, o fundador do Islam . Ela tinha dito que Maomé era um pedófilo, porque ele casou-se com uma menina de 6 anos e a estuprou quando ela tinha 9 anos.

Infelizmente, há muitos casos semelhantes. 

Estou especialmente feliz por estar no meio de vós, porque aqui posso dizer o que eu quero, posso dizer sem o receio de ser levado ao tribunal após sair desta igreja.

Meus queridos amigos americanos, vocês não podem imaginar como invejo a sua Primeira Emenda. Mas,no dia em que a América seguir o exemplo da Europa e do Canadá, e introduzir os chamados "crimes de discurso de ódio", que só são usados para punir as pessoas que são críticas ao Islã, os Estados Unidos terão perdido a sua liberdade.
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Meus amigos, vamos torcer para que isso nunca aconteça.
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Na semana passada, comemoramos o Dia da Libertação na Holanda. Celebramos a libertação da ocupação nazista em 1945. Muitos soldados americanos, incluindo muitos jovens Tennesseans, desempenharam um papel decisivo na libertação dos Países Baixos da tirania nazi. Estamos imensamente gratos por isso. Americanos deram suas vidas para que os holandeses pudessem ser livres. E lhes garanto: O povo holandês nunca esquecerá isso.
Infelizmente, a Europa pela qual vossos pais e avós lutaram e morreram, não é a mesma Europa onde hoje vivemos.

Eu viajo o mundo para dizer às pessoas o que a Europa se tornou. Eu gostaria de poder levá-los a uma visita ao meu país e mostrar o que a Europa se tornou. Ela mudou, como resultado da imigração em massa, ficou irreconhecível. E não é qualquer imigração em massa, é a imigração em massa impulsionada pelas forças perigosas do Islã.
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Meus amigos, lamento. Venho hoje com uma mensagem desagradável. Estou aqui com um aviso. Eu estou aqui com um grito de guerra: " Acorde, cristãos de Tennessee o Islã está à sua porta." Não cometa o mesmo erro da Europa. Não permitam que islã ganhe força aqui.

O Islão é perigoso. O Islã quer estabelecer um Estado na terra, regido pela sharia islâmica. O Islã visa a submissão  de todos os não-muçulmanos, incluindo os cristãos, seja pela intimidação, persuasão ou pela violência.

Os resultados podem ser vistos na Europa.

O Islã é uma ideologia de conquista. Ele usa dois métodos para atingir este objetivo: o primeiro método é a espada. Você sabe está na bandeira do Reino da Arábia Saudita, um país onde as igrejas cristãs são proibidas e os cristãos não estão sequer autorizados a usar um minúsculo crucifixo? Há uma grande espada sobre essa bandeira, logo abaixo o credo islâmico. A mensagem é clara. Sem a espada o Islã não teria sido capaz de espalhar seu credo.

O segundo método é a imigração. O próprio fundador do Islã, Maomé, ensinou aos seus seguidores como conquistar através da imigração, quando eles se mudaram de Meca para Medina. Este fenômeno de conquista através da imigração é chamado al-Hijra. Meu amigo Sam Solomon, aprendeu e escreveu um livro perfeito sobre o assunto.

Eu enviei uma cópia do livro de Sam para todos os membros do Parlamento Holandês. Mas a maioria deles são piores do que São Tomé. Tomé não acreditava no que ele não tinha visto. A maioria dos políticos se recusam a acreditar nas coisas que vêem diante de seus olhos.

Na Europa, sofremos com à al-Hijra há mais de 30 anos. Muitas das nossas cidades mudaram, estão irreconhecíveis. "Em cada uma das nossas cidades", escreveu o conhecido autor italiano Oriana Fallaci, pouco antes de sua morte em 2006, "há uma segunda cidade, um Estado dentro do Estado, um governo dentro do governo. A cidade muçulmana, uma cidade governada pelo Corão".

Como os europeus entraram nesta situação? É em parte por nossa própria culpa, por temos tolamente adotado o conceito do relativismo cultural, que se manifesta na ideologia do multiculturalismo.

Relativismo cultural defende que todas as culturas são iguais. No entanto, a cultura morrer, se as pessoas já não acreditam que seus valores são melhores do que os de outra cultura.
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O Islã está se espalhando como fogo onde as pessoas não têm a coragem de dizer que seus valores são melhores do que os valores islâmicos.

O Islã está se espalhando como um incêndio, pois o Corão diz aos muçulmanos explicitamente que eles são "um povo superior" e que os não-muçulmanos são "as piores das criaturas."

O Islã está se espalhando como fogo em todo o Ocidente, onde as elites políticas, acadêmicas, culturais e meios de comunicação não têm a coragem de proclamar com orgulho, o que eu acredito que todos nós devemos proclamar:

Nossa cultura ocidental judaica-cristã é muito melhor e superior à cultura islâmica. Devemos ter orgulho de dizer isso!

Multiculturalismo é um desastre. Quase todos reconhecem isso hoje, mas poucos se atrevem a dizer o por quê. Deixe-me dizer-lhe porquê: Multiculturalismo nos fez tolerar os intolerantes, e agora a intolerância está aniquilando a tolerância.

Devemos, em nome da tolerância, reclamar o direito a não tolerar os intolerantes. Vamos deixar de ter medo do politicamente correto, sejamos corajosos e ousados. Vamos dizer a verdade sobre o Islã.

Antes de continuar quero deixar claro que eu não tenho problema com as pessoas. Eu sempre faço uma distinção entre as pessoas e a ideologia, entre os muçulmanos e o Islã.

Na verdade, eu não tenho problemas com os muçulmanos, mas eu tenho um problema com a ideologia totalitária islâmica do ódio e da violência. O fato de que existem muitos dos chamados muçulmanos moderados, não implica que existe um Islã moderado. O Islã moderado não existe e nunca existirá.

E como não há o Islã moderado, a islamização das nossas livres sociedades ocidentais é um enorme perigo.
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Há apenas duas semanas atrás, a imprensa britânica revelou como o chamado "London Taliban" está ameaçando matar as mulheres que não usam véus no bairro londrino de Tower Hamlets.

Em alguns bairros regulamentos islâmicos, as leis da sharia já estão sendo aplicadas, também sobre os não-muçulmanos. Os direitos das mulheres estão sendo pisoteados. Somos confrontados com lenços na cabeça, burca, com a poligamia, a mutilação genital feminina, e com os assassinatos de honra, onde os homens matam suas esposas, filhas ou irmãs, por elas não se comportarem de acordo com as regras islâmicas.

Entre os jovens muçulmanos alemães, 40 por cento consideram o islã mais importante do que democracia.

Entre estudantes universitários muçulmanos na Grã-Bretanha, 40 por cento apoiam a sharia. Um em cada três desses estudantes consideram legítimo matar em nome do Islã.

Os cristãos são convidados a seguir o exemplo de Jesus. Os muçulmanos são obrigados a seguir o exemplo de Maomé. É por isso que o islã é perigoso. Enquanto o cristianismo prega o amor, o islã prega o ódio e a violência. O ódio e a violência para quem não é muçulmano.

Maomé participou pessoalmente da limpeza étnica de Medina, onde metade da população era de judeus. Muhammad ajudou a cortar suas cabeças. Em seu leito de morte, ordenou a seus seguidores que limpassem à Arabia de todos os judeus e cristãos.

Por isso os símbolos cristãos são proibidos na Arábia Saudita. Se você usar uma cruz na Arábia Saudita, vai parar na cadeia.

E agora, a Europa está começando a parecer a Arábia Saudita.

Ainda hoje, uma pesquisa revelou que em Bruxelas, a capital da União Europeia, metade dos jovens islâmicos são anti-semitas. É perigoso para os judeus andar pelas ruas, em Bruxelas.
 
Se hoje você usar uma cruz ou um quipá em certas áreas urbanas da Europa, corre um grande risco de ser espancado. Na capital do meu próprio país, Amsterdam, um motorista de bonde foi forçado a esconder seu crucifixo, enquanto seus colegas muçulmanos estão autorizados a usar o véu.

Em junho de 2008, as autoridades de uma igreja cristã na cidade dinamarquesa de Aarhus decidiu pagar por "proteção" aos "seguranças" islâmicos, para garatir que os frequentadores da igreja não fossem assediados por jovens muçulmanos.

Em 31 de março de 2010, os muçulmanos entraram na catedral católica romana de Córdoba, Espanha, e atacaram os guardas com facas. Alegaram que a catedral eram deles.

No mês passado, os bispos da Suécia enviaram uma carta aos sacerdotes aconselhando-os a evitar a darem asilo aos muçulmanos convertidos ao cristianismo provenientes de países islâmicos,pois estes correm o risco de perderem suas vidas.

Na Holanda, as autoridades da cidade de Amesterdam começaram a registrar casamentos polígamos. As autoridades de Roterdã servem apenas refeições halal em refeitórios municipais. Teatros oferecem assentos separados para mulheres que não estão autorizadas a sentarem ao lado de homens. Piscinas municipais têm separado horários de natação para homens e mulheres.

Enquanto isso, os judeus não estão mais seguros em nossas ruas. Em Amsterdam, a cidade de Anne Frank, os judeus são novamente perseguidos nas ruas. Até os líderes políticos reconheceram que a vida tornou-se insegura para os judeus na Holanda. Você sabe o que eles disseram? Eles aconselharam os judeus a migrarem. Os judeus já estão partindo para Israel. Mas eu digo: os judeus não devem sair, os muçulmanos violentos deve sair!

O que é necessário, meus amigos, é um espírito de resistência.

Repito: O que precisamos é de um espírito de resistência.

Por quê? Porque a resistência ao mal é nosso dever moral. Essa resistência começa com a expressão da nossa solidariedade aos cristãos, judeus, e de fato, a todas as pessoas no mundo, que são as vítimas do islã. Há milhões delas.

Podemos ver o que o Islã tem reservado para nós, se olhar-mos para os cristãos no mundo islâmico, como os coptas no Egito, os maronitas no Líbano, os assírios no Iraque, e os cristãos em outros lugares.

Quase todos os dias, as igrejas são incendiadas e cristãos são assassinados em países islâmicos.

Em um relatório sobre a perseguição dos cristãos no mundo, o arcebispo Twal de Jerusalém, escreveu recentemente: "No Oriente Médio ser cristão significa aceitar que você deve fazer um grande sacrifício. Muitas vezes e em muitos lugares, os cristãos sofrem várias ameaças, e em algumas ocasiões, suas casas e igrejas são queimadas, e as pessoas são mortas. Quantas atrocidades devemos suportar antes que alguém em algum lugar vem em nosso auxílio? ".

De fato, quantas atrocidades ocorrerão antes de vir o auxílio?

Rios de lágrimas estão fluindo do Oriente Médio, onde há apenas um refúgio seguro para os cristãos. Você sabe onde é? O único lugar no Oriente Médio, onde os cristãos estão seguros é em Israel.

É por isso que Israel merece o nosso apoio. Israel é um refúgio seguro para todos, seja qual for sua crença e opiniões. Israel é um farol de luz em uma região de escuridão total. Israel está lutando a nossa luta.

A jihad contra Israel é uma jihad contra todos nós. Se Israel cai, nós, também, sentiremos as consequências. Se cai Jerusalém, Atenas, Roma, Amsterdam e Nashville cairá. Portanto, todos nós somos Israel. Devemos sempre apoiar Israel!

Hoje, somos confrontados com a agitação política nos países árabes. Os povos árabes anseiam por liberdade. No entanto, a ideologia e a cultura do islã é tão profundamente enraizada nesses países que a liberdade real é simplesmente impossível enquanto o islã permanecer dominante.

Uma recente pesquisa no Egito pós-revolução constatou que 85 por cento dos egípcios estão convencidos de que a influência do Islã na política é boa, e 82 por cento acreditam que os adúlteros devem ser apedrejados, 84 por cento querem a pena de morte para os apóstatas. A imprensa refere-se aos eventos no mundo árabe de hoje como a primavera árabe. Eu chamo de o inverno árabe.

O Islã e a liberdade, o Islã e a democracia são incompatíveis.

A morte de Osama bin Laden semana passada foi uma vitória para o mundo livre, mas vamos ser confrontados com o terrorismo islâmico, enquanto o islã existir, porque o fundador o próprio fundado do Islã, Maomé ,foi um terrorista pior do que Bin Laden.

E aqui está uma outra verdade: o crescimento do Islã significa a ascensão da lei sharia no nosso sistema judicial. Na Europa já temos vontades da sharia, escolas da sharia, bancos da sharia. Na  Grã-Bretanha ainda tem tribunais sharia.

No meu próprio país, a Holanda, a sharia é aplicada pelos tribunais em casos de divórcio, guarda dos filhos, herança e propriedade. As mulheres são sempre as vítimas porque a sharia discrimina as mulheres.

Esta é uma desgraça. Não é desta forma que devemos tratar as mulheres.

Meus amigos, eu lhes disse que acabamos de comemorar o Dia da Libertação para lembrar dos jovens norte-americanos e todos os heróis que ofereceram suas vidas para libertar a Holanda da tirania nazi. Seria um insulto para eles se nós, europeus, abrissemos mão da preciosa liberdade pela ideologia totalitária chamada Islã.

Esse é o objetivo para o qual o meu partido e eu trabalho dia após dia. E nós estamos tendo sucesso.

Na Holanda, estamos começando com sucesso a reverter o quadro. O atual governo holandês é um governo minoritário que só pode sobreviver com o apoio do meu partido, o Partido da Liberdade.

Temos 24 assentos dos 150 assentos do parlamento, e apoiamos o governo em troca de medidas para proibir certos aspectos da lei sharia.

Conseguiremos em breve na Holanda, a proibição da burka e do niqaab.

Também vamos restringir a imigração de países não-ocidentais em até 50% nos próximos quatro anos. Nós não vamos permitir que o Islã roube nosso país. Que era a terra de nossos pais, é nossa terra agora, os nossos valores são baseados no cristianismo, judaísmo e no humanismo, e vamos passar isso para nossos filhos com todas as liberdades que as gerações anteriores lutaram para ter.

Que aqueles que queiram roubar nossas liberdades, permaneçam em seus próprios países. Nós não precisamos deles. Se você quiser usar uma burca, fique na Arábia Saudita. Se você quer quatro mulheres, fique no Irã. Se você quer viver em um país onde a ideologia islâmica é dominante, permaneça no Paquistão, se você não quer assimilar a cultura da nossa sociedade, fique na Somália. Mas não venha até aqui.

Também expulsaremos os criminosos que têm dupla nacionalidade, por exemplo holandesa e marroquina, e que repetidamente cometem crimes graves. Vamos enviá-los embalados de volta à sua terra natal.

Meus amigos, o que o Partido da Liberdade tem alcançado, mostra o que pode ser feito. Podemos lutar contra a islamização das nossas sociedades.

Queridos amigos, este é o meu aviso. Não se engane: o Islã também está vindo para à América. Na verdade, ele já está aqui. Os EUA estão enfrentando uma jihad silenciosa, há uma tentativa de introduzir a sharia islâmica aos poucos. Em março, um juiz em Tampa, Flórida, determinou em uma ação judicial movida contra uma mesquita que envolviam o controle de 2,4 milhões de dólares, que o caso devia ser resolvido sob a lei islâmica. 
.
Meus amigos, estejam cientes de que este é apenas o começo. Foi assim que começou na Europa. Se as coisas continuarem assim, vocês terão em breve os mesmos problemas que estamos enfrentando atualmente.

Os líderes que falam sobre a imigração, sem mencionar islã são cegos. Eles ignoram o problema mais importante que a Europa e a América estão enfrentando. Tenho uma mensagem para eles: É o islã! Estúpidos.

Meus amigos, felizmente, nem todos os políticos são irresponsáveis. Aqui, no Tennessee, os políticos corajosos querem aprovar uma legislação que dá ao Estado o poder de declarar organizações como grupos terroristas permitindo assim que apoiadores do terrorismo sejam processados. Eu os aplaudo por isso. Eles são verdadeiros heróis.

Ontem e hoje, eu conheci alguns desses legisladores corajosos. Disseram-me que o Tennessee em particular, é um alvo do Islã. Ajude-os a ganhar essa batalha.

Eles precisam de seu apoio.

Enquanto Tennessee está na linha de frente, similar iniciativas legislativas também estão sendo tomadas nos estados de Oklahoma, Wyoming, Carolina do Sul, Texas, Flórida, Missouri, Arizona, Indiana. É encorajador ver que tantos políticos estão dispostos a resistir ao islã.

Isso nos dá esperança e coragem. Eu não sou um pessimista. Ainda podemos reverter a situação - até mesmo na Europa - se agirmos hoje.

Há cinco coisas que devemos fazer.

Primeiro, devemos defender a liberdade de expressão.

A liberdade é a fonte de criatividade e desenvolvimento humano. Povos e nações somem, sem a liberdade de questionar o que lhes é apresentado como a verdade.

Sem liberdade de expressão corremos o risco de nos tornarmos escravos. Frederick Douglass, político negro americano do século 19, filho de um escravo, disse "Suprimir a liberdade de expressão é um erro duplo, pois viola os direitos dos ouvintes, bem como os dos falantes.."

Eu já lhe disse sobre o meu caso no tribunal. Isso não vai, no entanto, impedir-me de dizer a verdade. Nunca. Eu vou falar, mesmo que arrastar-me diante de 500 tribunais e ameaçem me colocar na cadeia por mil anos.

O fato é que estamos sendo tratados como criminosos por dizer a verdade, mas não nos deterão. Estamos condenados se ficarmos calados ou deixar-nos que nos silenciem. Não nos esqueçamos, esta é nossa primeira obrigação e a mais importante: Defender o direito de falar a verdade.

Segundo, devemos acabar com o relativismo cultural e com o politicamente correto. Devemos repetir sempre, especialmente para os nossos filhos: Nossa cultura ocidental é baseada no cristianismo e judaísmo, e é superior à cultura islâmica. Nossas leis são superiores a sharia. Nossos valores judaico-cristãos são melhores do que as regras do Islã totalitário.

E porque nosso valores são superiores e melhores, devemos defendê-los. Devemos lutar pela nossa própria identidade, ou então vamos perdê-la. Nós precisamos ser guerreiros para o bem, porque pelo bem vale a pena lutar. Neutralidade em face do mal é o mal.

Terceiro, precisamos parar a islamização de nossos países. Mais Islã significa menos liberdade. Já têm bastante Islã no Ocidente. Devemos acabar com a imigração de países não-ocidentais, que são na sua maioria países islâmicos. Devemos expulsar os imigrantes criminosos. Devemos proibir a construção de novos palácios de ódio chamados de mesquitas.

Devemos também fechar todas as escolas islâmicas, porque educar as crianças em um espírito de ódio é uma das piores coisas imagináveis. Temos de introduzir legislação anti-sharia em todo o mundo livre. Basta.

Quarto, devemos novamente ter orgulho das nossas nações. Devemos valorizar e preservar a cultura e a identidade do nosso país. Preservar a nossa própria cultura e identidade é o melhor antídoto contra a islamização.

E quinto, por último mas não menos importante, temos de eleger os líderes sábios e que são corajosos o suficiente para resolver os problemas que estão diante de nós, incluindo a ameaça do Islã.

Políticos que têm a coragem de falar a verdade sobre o islã.

Políticos que se atrevem a denunciar os efeitos devastadores da sociedade multicultural.

Políticos para dizer: basta.

Você e eu, americanos e europeus, nós pertencemos a uma comum cultura ocidental. Nós compartilhamos as idéias e os ideais de nossa comum herança judaico-cristã. Para passar essa herança aos nossos filhos e netos, temos de estar juntos, lado a lado, em nossa luta contra a barbárie islâmica.

Isso, meus amigos, é por isso que estou aqui. Estou aqui para fazer uma aliança. Nossa aliança é da liberdade internacional. Devemos nos unir pelo Ocidente judaico-cristão.

Nós não permitiremos que o islã invada a Europa e Israel, o berço da civilização judaico-cristã.

Meus amigos, vamos ficar juntos.

Vamos ficar firmes.

Não vamos nos submeter. Nunca. Não em Israel, não na Europa, e não na América. Em nenhum outro lugar.

Nós vamos sobreviver.

Vamos parar o islã.

Vamos defender as nossas liberdades.

Vamos continuar livres.

Obrigado. 

Geert Wilders

Fonte: Blog do Geert Wilders - Tradução e adaptação blog De Olho na Jihad - os negritos são nossos.

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sábado, 21 de maio de 2011

Geert Wilders acusa Partido Trabalhista holandês de encher o país com forragens de votos muçulmanos


Via Volkskrant, DutchNews:

Durante um debate parlamentar na quinta-feira, Geert Wilders disse que durante a última década o Partido Trabalhista tinha enchido o país de "forragens de voto islâmico".

Emile Roemer, líder do Partido Socialista, pensou que era tão ofensivo para os muçulmanos que ele disse a Wilders que recusava-se a ouvir mais e saiu da câmara.

O primeiro-ministro Rutte depois distanciou-se da declaração de Wilders e disse que era um termo muito inapropriado.

Fonte: Islam in Europe  /Tradução Mente Conservadora


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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Declarações finais de Geert Wilders em seu julgamento em Amsterdã, 2 de maio

Senhor Presidente, membros do Tribunal. Eu tentei recentemente ter Suas Honras removidas do caso por suas recusas de registrar uma declaração de perjúrio contra o Sr. Hendriks. Meu desafio do tribunal não teve êxito. Devo aceitar isso. Eu gostaria de dizer, no entanto, que eu estava mais irritado com outra declaração do presidente do Tribunal no dia da audiência oficial do Sr. Jansen. Ele disse que eu era um homem livre, que eu não poderia ser comparado ao Sr. Nekschot porque eu era um homem livre.

Senhor Presidente, você não poderia estar mais errado. Por quase sete anos, eu não tenho sido um homem livre. Eu perdi a minha liberdade em 2004. Eu vivo como um prisioneiro com guardas sem você ter me convencido. Sem proteção estou ainda menos certo da minha vida que eu estou agora. Senhor Presidente, você não usaria a expressão "homem livre" se você pudesse trocar de lugar comigo por uma semana.

Senhor Presidente, membros do tribunal, eu estou aqui como um suspeito de novo hoje. Já disse isso antes: Este processo penal é um julgamento político. Uma tentativa está sendo feita aqui para silenciar um político que fale em nome de um milhão e meio de pessoas e que já paga um preço alto por isso todos os dias. Formalmente, somente eu estou aqui para ser julgado, mas na prática a liberdade de expressão de milhões de holandeses está em julgamento.

Este julgamento não é apenas um julgamento político. É também um julgamento injusto. Quando você olha para a ordem do tribunal (para processar-me), é claro que o veredicto já foi passado. O tribunal emitiu uma ordem para processar-me em que conclui que sou culpado de incitação ao ódio. O tribunal concluiu que as minhas declarações são de carácter insultuoso. O tribunal concluiu que sou culpado da acusação mais grave: incitação ao ódio e à discriminação. O tribunal concluiu que ele espera que o processo penal realmente leve a uma condenação. Senhor Presidente, membros do tribunal, o tribunal já fez o seu trabalho. Muito antes de eu ter sido levado a julgamento diante de vocês, eu era considerado culpado e fui condenado. Daí, o meu direito a um julgamento justo foi violado.

Infelizmente, esta é apenas a ponta do iceberg. Sem dúvida, os juízes que presidiram este caso me transmitiram uma aparência de parcialidade. Eu fui negado de 15 das 18 testemunhas a quem eu quis chamar. Todo alto representante do Poder Judiciário deu sua opinião sobre este caso, e muitas vezes para minha desvantagem. Mas o Conselheiro Schalken foi o pior.

Conselheiro Schalken, co-autor da decisão de julgar-me, tem o hábito de discutir o meu julgamento e argumentar o seu caso em festas de jantares elegantes para intelectuais. O Conselheiro Schalken jantou com minha testemunha, o Sr. Jansen - note que ele foi uma das únicas três testemunhas a quem eu fui permitido chamar - três dias antes que Jansen estava para ser interrogado pelo tribunal. Durante este jantar, o Sr. Schalken TENTOU influenciar o Sr. Jansen. O fato que ele não conseguiu é irrelevante.

Sr. Presidente, membros do tribunal, parem com este julgamento político injusto. Respeitem nossas liberdades holandesas. Se este julgamento continuar, a despeito do fato de que o princípio da presunção de inocência foi violado, e se eu estou condenado, não só a minha liberdade será violada, mas também o direito de todos os holandeses ouvirem a verdade. O político norte-americano negro do século XIX, Frederick Douglass, filho de um escravo, colocou como segue: "Suprimir a liberdade de expressão é um erro duplo. Viola os direitos do ouvinte, bem como os do falante".

Sr. Presidente, membros do tribunal, eu termino com uma citação de George Washington, que disse: "Se a liberdade de expressão é tirada, em seguida, mudos e silenciosos nós podemos ser levados como ovelhas ao matadouro". Sr. Presidente, membros do tribunal, não deixem que este perigo se torne realidade. Parem com esta charada, esse julgamento político, onde eu já fui condenado pelo tribunal mesmo antes de eu ser um suspeito. Parem com isso agora. Se vocês fizerem isso, e eu apaixonadamente espero que vocês o farão, irão beneficiar a liberdade de expressão, bem como a respeitabilidade do Poder Judiciário e do Estado de Direito.

Fonte: Weblog Geert Wilders / Tradução Mente Conservadora

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domingo, 3 de abril de 2011

É hora de desmascarar Maomé -- por Geert Wilders

O artigo abaixo foi publicado ontem, 31 de março de 2011, na revista holandesa "HP/De Tijd" e traduzido para o inglês pelo site do grupo European Freedom Initiative.

Geert Wilders: European Freedom Initiative via Wikio-Islam, 31 de março de 2011
Tradução: Dextra


Para saber por que o Islam é um perigo mortal, deve-se considerar não só o Corão, mas também o caráter de Maomé, que concebeu o Corão e o Islam em sua totalidade.

O Corão não é só um livro. Os muçulmanos acreditam que o próprio Alá o escreveu e que ele foi ditado a Maomé na versão original, o Umm al-Kitab, que fica sobre uma mesa no Céu. Consequentemente, não se pode discutir seu conteúdo.

Quem ousaria discordar do que o próprio Alá escreveu? Isto explica muito do comportamento maometano, da violência da jihad ao ódio e à perseguição aos judeus, cristãos e outros não-muçulmanos e apóstatas.

O que nós no Ocidente consideramos anormal é perfeitamente normal para o Islam.

Um segundo problema insuperável para o Islam é Maomé. Ele não é qualquer um. Ele é al-insan al-kamil, o homem perfeito. Para se tornar muçulmano, deve-se pronunciar a Shahada (o credo muçulmano). Ao prounciar a Shahada, a pessoa testifica que não há deus que mereça ser adorado, exceto Alá, e testifica que Maomé é seu servo e mensageiro.

O Corão e, portanto, Alá, estabelecem que a vida de Maomé deve ser imitada. As consequências disto são horrendas e podem ser testemunhadas em uma base diária.

Muito se analisou a sanidade mental de Maomé. Apesar de todas as pesquisas disponíveis, elas raramente são mencionadas ou debatidas. É tabu discutir a verdadeira natureza do homem que um bilhão e meio de muçulmanos ao redor do mundo consideram um profeta sagrado e um exemplo a ser seguido. Este tabu deve ser quebrado no Ocidente e aqui nos Países Baixos.

Ali Sina é um ex-muçulmano iraniano que fundou a organização de apóstatas do Islam Faith Freedom International. Em seu último livro, ele sustenta que Maomé é um narcisista, um pedófilo, um assassino em massa, um terrorista, um misógino, um parasita, um líder de culto, um louco, um estuprador, um torturador, um assassino e um saqueador (*). Sina ofereceu 50 000 dólares para quem puder provar o contrário. Ninguém ainda reclamou a recompensa. E não é de se admirar, já que a descrição se baseia nos próprios textos islâmicos, como os hadiths, as descrições da vida de Maomé a partir do testemunho de seus contemporâneos.

O Maomé histórico foi o líder selvagem de uma gangue de assaltantes de Medina. Sem escrúpulos, eles saquearam, estupraram e assassinaram. As fontes descrevem as orgias de selvageria em que as gargantas de centenas de pessoas foram cortadas, mãos e pés foram amputados, olhos foram arrancados, tribos inteiras massacradas. Um exemplo é a extinção da tribo judia de Banu Qurayza, em Medina, em 627. Um dos que arrancou suas cabeças foi Maomé. As mulheres e crianças foram vendidas como escravas. Ao nos depararmos com a loucura dos terroristas islâmicos de hoje, não é difícil descobrir de onde esta loucura vem.

Em Viena, a ativista de direitos das mulheres Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi recentemente condenada a pagar uma multa por insultar uma religião, ao chamar Maomé de pedófilo. Entretanto, isto é verdade. Vários hadiths contêm testemunhos da esposa favorita de Maomé, a esposa-criança Aisha. Aisha literalmente diz: "O profeta me desposou quando eu tinha seis anos de idade e teve relação comigo quando eu tinha nove."

De acordo com o historiador Teófanes (752-817), Maomé era epilético. Crises de epilepsia às vezes são acompanhadas por alucinações, transpiração na testa e espuma na boca, os mesmos sintomas que Maomé apresentava durante suas visões.

Em seu livro "The Other Muhammad” [O outro Maomé] (1992), o psicólogo flamengo dr. Herman Somers conclui que, na casa dos quarenta anos, o "profeta" começou a sofrer de acromelagia, uma doença causada por um tumor na glândula pturitária, um pequeno órgão situado logo abaixo do cérebro. Quando o tumor na glândula pturitária causa pressão demais no cérebro, a pessoa começa a ver e ouvir coisas que não estão lá. Eis o diagnóstico psico-patológico da doença de Maomé, segundo Somers: distúrbio alucinatório orgânico com características paranóicas.

O historiador médico Armin Geus fala de uma esquizofrenia alucinatória paranóica. Uma análise similar pode ser encontrada no livro “The Medical Case of Muhammad” [O caso clínico de Maomé], do dr. Dede Korkut.

Em seu livro “Psychology of Mohammed: Inside the Brain of a Prophet” [A psicologia de Maomé: Por dentro do cérebro de um profeta], o Dr. Masud Ansari chama Maomé de "a encarnação perfeita de um psicopata no poder." Maomé tinha uma personalidade paranóica fora de controle, com um complexo de inferioridade e tendências megalomaníacas. Na casa dos quarenta anos, ele começa a ter visões que o levam a acreditar que ele tem uma missão cósmica e que ninguém vai detê-lo.

A verdade nem sempre é agradável ou politicamente correta. Com base nas pesquisas acima mencionadas, pode-se sustentar que o credo islâmico obriga um bilhão e meio de pessoas ao redor do mundo, incluindo o milhão vivendo nos Países-Baixos, a tomarem Maomé como seu exemplo. Não há retorno depois que uma pessoa se torna muçulmana, pois embora o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirme que toda pessoa tem o direito a "mudar sua religião ou crença", no Islam há a pena de morte por deixar a fé.

Quem quer que expresse críticas ao Islam e a Maomé está em grave perigo pessoal -- como é o meu caso. E quem quer que tente escapar da influência do Islam e de Maomé corre risco de vida. Não podemos continuar a aceitar este estado de coisas. Um debate público sobre a verdadeira natureza e o caráter de Maomé podem resultar na conscientização e no apoio aos muçulmanos do mundo inteiro que desejam deixar o Islam.

Os apóstatas são heróis e mais do que nunca eles merecem o apoio dos que amam a liberdade em todo o mundo. Os partidos políticos não devem interferir neste assunto. É hora de nós ajudarmos estas pessoas, expondo Maomé.

Geert Wilders é deputado nos Países-Baixos. Ele é presidente do Partido da Liberdade (PVV)


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sexta-feira, 18 de março de 2011

Deputados holandeses querem parar de subsidiar Autoridade Palestina

O parlamento holandês quer que a Holanda pare de subsidiar a Autoridade Palestina, se não tomar medidas para pôr fim a glorificação do terrorismo. A moção apresentada por dois partidos cristãos, a União Cristã (CU) e o ortodoxo SGP, no parlamento holandês hoje foi apoiada por uma maioria de deputados.


Os deputados também pediram ao gabinete para fazer lobby para os subsídios da União Europeia serem interrompidos se não forem tomadas medidas. A moção do CU/SGP foi apoiada por partidos da coalizão, o conservador VVD, os democratas-cristãos e o Partido da Liberdade (PVV).

Os partidos argumentam que, nos territórios palestinos, "há um clima em que atos terroristas são incentivados, em vez de impedidos". De acordo com os cinco partidos, o terrorismo não somente é glorificado nas escolas, mas também nas ruas, onde praças e estradas recebem o nome de terroristas suicidas.

O ministro das relações exteriores, Uri Rosenthal, disse ao parlamento que sempre leva o assunto à Autoridade Palestina, embora ele pense que a retirada de subsídios é um passo muito longe. De acordo com o deputado da União Cristã, Joël Voordewind, a Holanda dá 50 milhões de euros para a Autoridade Palestina e a União Europeia dá 200 milhões a cada ano.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, deve efetuar uma visita oficial à Holanda no final deste ano. A União Cristã, o Partido da Liberdade e o SGP querem que o governo adie a visita até que fique claro que ações contra glorificar o terrorismo tenham sido tomadas, mas os partidos não conseguiram reunir o apoio de outros partidos no parlamento.

Voordewind chamou a posição do VVD e Democratas-cristãos de "duas caras". Ele destacou que o Fatah de Mahmoud Abbas ainda luta pela aniquilação do Estado de Israel.

Fonte: Expatica Tradução Mente Conservadora

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Uma derrota na Holanda: Governo holandês não alcança maioria no Senado em eleições

A apuração dos votos das eleições regionais realizadas na segunda-feira na Holanda confirmou nesta quinta-feira o revés da coalizão de direita, que não obteve a maioria no Senado e enfrenta problemas de governabilidade.

Os membros do Senado são eleitos na Holanda de forma indireta e com relação aos resultados obtidos nas eleições regionais.

Após a apuração de 98,9% dos votos, os liberais de direita (VVD) e os democratas-cristãos (CDA) ficaram a uma cadeira de obter a maioria no Senado (que tem 75 membros), inclusive com o apoio do partido antimuçulmano de Geert Wilders.

Os liberais, do primeiro-ministro do país, Mark Rutte, obtiveram 16 cadeiras, enquanto os democratas-cristãos perderam dez, ficando com 11 assentos. Já os antimuçulmanos estrearam no Senado com 10 membros.

Juntos, os três partidos terão 37 assentos no total, ficando a um de conquistar a maioria do Senado.
A Holanda é governada por uma coalizão de minoria entre liberais e democratas-cristãos, apoiada desde fora do Governo por Wilders, que lhes outorga a maioria parlamentar necessária para aprovar leis.

Ao ficar em minoria no Senado, a coalizão governante terá dificuldade para assegurar a governabilidade, já que as medidas que aprovar no Parlamento poderão ser facilmente bloqueadas na Câmara Alta, que, entre outras, tem a função de ratificar leis.

Em termos gerais, o pleito manteve a tendência marcada nas eleições legislativas de junho, que refletiram um avanço dos antimuçulmanos, deram a vitória aos liberais e representaram a queda dos democratas-cristãos, que encabeçaram o Governo anterior.

O índice de participação nas provinciais foi, de acordo com a mesma pesquisa, de 54%, muito abaixo dos 74% do pleito legislativo de junho.

Fonte: Terra

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Geert Wilders: "Quanto mais nos atacam, mais forte ficamos"

"Temos que fazer frente a idéia (muitas vezes enraizada na Holanda) de uma sociedade multicultural. O pensamento "politicamente correto " afirma que todas as culturas são iguais e que não é correto criticar as religiões (por exemplo, o Islã) ou os emigrantes. Eles tentam nos destruir, mas não funcionou. Quanto mais nos atacam, mais fortes nos tornamos. Eles estão frustrados porque não conseguem acabar com nós, ao contrário, crescemos ", diz ele.

Geert Wilders, líder do PVV (Partido da Liberdade), acredita que em algum momento se tornará primeiro-ministro da Holanda, que, segundo ele, "será muito bom para o país parar de ajoelhar-se perante o Islão.

Em entrevista exclusiva ao Nieuwe Revue, Wilders disse que a possibilidade de se tornar primeiro-ministro dos Países Baixos é muito plausível. "Seria muito bom para o país ".

Só hoje a eleição começou para a renovação dos parlamentos das 12 províncias dos Países Baixos, a eleição é considerada um "teste" de popularidade do governo de centro-direita em Haia, que tem no parlamento o apoio do PVV.

Wilders diz que a população holandesa e europeia, em geral, reage negativamente para com ele e seu partido,  "porque temos (o PVV) vocação iconoclasta, onde nós (seu partido)estamos mudamos radicalmente tudo."

Questionado sobre a importância do atual gabinete holandês de minorias, Wilders diz que é um "primeiro passo importante" para acabar com "o velho estilo de fazer política na Holanda."

"Este é um primeiro passo importante, o começo do fim do velho estilo de fazer política, pela qual devemos abrir nossas fronteiras para os criminosos entrar livremente. Este gabinete tem batido de frente com a submissão que a Holanda tem diante do Islã", disse Wilders, que anunciou a publicação, provavelmente em Outubro,de  um novo livro sobre sua visão do Islã na Europa.

Os parlamentos provinciais determinam o futuro do equilíbrio e do poder na Câmara Alta (Eerste Kamer) do Parlamento, em Haia.

Pesquisas prevêem que o governo de coalizão do primeiro-ministro Mark Rutte, que assumiu o cargo em outubro passado, não vai atingir a maioria dos mandatos na Câmara, um órgão importante para à aprovação das propostas de lei.

A campanha eleitoral foi marcada por debates sobre o plano do governo para cortar ainda mais gastos sociais e à exigência do PVV da proibição do véu islâmico.

Os 566 membros de 12 legislaturas provinciais elegeram em maio os 75 senadores que compõem a câmara baixa do parlamento nacional.

Fonte: Minuto Digital

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Rotterdam, a capital da Eurábia

Nota editorial De Olho na Jihad:

O artigo abaixo é de autoria de José Luis Poyal, ele demonstra, baseado em uma análise a cidade holandesa de Rotterdam, que os níveis de islamização na Europa atingiu uma escala alarmante. O autor, que já havia viajado à cidade, demonstra uma antítese entre duas épocas distintas. Na primeira, quando esteve no local pela primeira vez, Rotterdam era “um grande exemplo da Europa racionalista e guardiã de suas raízes cristãs e reformista”. Mas, segundo Poyal, a primeira imagem magnífica da cidade é totalmente diferente da atual, Rotterdam hoje está quase que completamente islamizada, tendo inclusive muçulmanos como boa parte do governo.

A cidade é governada pelo prefeito muçulmano Ahmed Aboutaleb, que tem se empenhado em realizar reformas para tornar a cidade cada vez mais islâmica. Ao contrário do que se pode imaginar, Aboutaleb não foi eleito pelos cidadãos, que por sinal estão revoltados com o mesmo, mas foi nomeado pela Coroa.

O artigo demonstra o problema que à tolerância européia tem trago ao continente, que agora parece está despertando aos poucos para a ameaça que enfrentam, o crescimento do apoio a Geert Wilders é um exemplo disso. Tememos que quando a Europa despertar de vez, seja tarde demais.

O autor adota uma postura moderada, não condenando o islamismo, mas atribuindo a causa dos problemas à apostasia do velho continente. Quem se opõe totalmente ao islã, achará que Poyal foge da raiz do problema que seria unicamente o Islã. Mas, mesmo assim a leitura é recomendada e bastante informativa.

De Tahrir a Rotterdam, a capital da Eurábia

A islamização da Europa e as revoltas populares nos países do Oriente Médio

José Luis Poyal – Assistia a imponente manifestação de um milhão de egípcios na famosa praça Tahrir, inflamados depois das orações de sexta-feira. As imagens me trouxeram recordações de experiências íntimas que, perdoe-me, agora me atrevo a contar.

Nos anos 60, graças a um amigo, tive a oportunidade de fazer uma viagem à Rotterdam em um endiabrado barco que se chamava “Miguel Fleta”, que desde o cais do porto de San Juan de Nieva me levou a esplêndida cidade, o primeiro porto da Europa, em uma travessia onde o balanço do balde no Canal do Norte, pôs em prova minhas condições de marinheiro e a de toda tripulação.
 
Dois dias e meio de estadia em Rotterdam, foram suficientes para espantar-me com esta cidade que parecia ter sido desenhada por um computador gigante, mas apesar da obsessão urbanística, deixava flutuar o espírito reformador do grande Erasmo.

Muitos anos se passaram, e meu novo encontro com Rotterdam me trouxe preocupações. Um engenheiro holandês de RBB, que conhece Asturias, informou sobre as mudanças que sua cidade tem passado nos últimos anos. Segundo ele, há bairros inteiros que faz com que o visitante se sinta no Oriente Médio, também disse que em Rotterdam está a maior mesquita da Europa, que os tribunais aplicam a lei islâmica “sharia”, e que o prefeito da cidade é muçulmano.

O multiculturalismo se apropriou do vazio deixado pela descristianização, e o islamismo trouxe de volta à religião, outrora centro da vida social, ajudado pela esquerda e por uma elite anti-cristã que tem perdido completamente o rumo.

Em um passeio pela “casbah” de Rotterdam, no bairro de Feyenoord é evidente a grande mudança cultural, pode-se ver muitos “coffee-casbah”, lojas de comida marroquina, cartazes de propaganda do Hamas, o xadores e as normas indicam a separação de sexos nos cinemas, teatros, piscinas, além da segregação dos homossexuais. Aliás, sobre os homossexuais, os mandatos das mesquitas não podem ser mais expressivos. O Imã Khalil al Moumi, publicou um livro onde ensina que os homossexuais devem ter a cabeça arrancada “e pendurada no topo do edifício mais alto da cidade”. Meu guia informou que está se chegando aos mais altos níveis de loucura, e cita como exemplo as declarações de Bouchra Ismaili, um vereador muçulmano de Rotterdam: “Escutem bem, loucos, estamos aqui para ficar. Vocês são estrangeiros, com Alá a meu lado nada temo, convertam-se ao Islã e encontrareis a paz”.

É como se a cidade tivesse entrado em um processo de “autoislamização”, devido a perda da indenidade da Europa, por sua falta de espírito, aumentou os imigrantes de fé islâmica. A esquerda radical tem alguma responsabilidade no deslocamento de valores. Como ela disse que o Islã é a vanguarda da luta dos pobres e marginalizados. Efetivamente o Islã é uma religião de profundo conteúdo social onde a solidariedade é uma obrigação religiosa e moral. Mas, esse não é o islamismo de Osama Bin Laden e dos salafistas. Esse islamismo é agressivo, o jihadismo, um desafio para o Ocidente.

As revoltas no Egito, Tunísia, Iêmen, Jordânia, Líbia, Argélia e Marrocos, seguem tendo um fundo confuso, que mistura protesto civil contra os abusos de seus respectivos líderes, radicalismo religioso e crítica a Europa e Estados Unidos por terem amparado seus governantes durante anos. Democracia e direitos humanos não combinam com a teocracia muçulmana e a guerra santa contra os infiéis.
 
Em 1964, Rotterdam, além de tulipas, cheirava a cerveja. Hoje, foi convertida em capital da Eurábia, e na cidade mais islamizada da Europa. Na Holanda há dois milhões de muçulmanos e o saboroso cuscuz e a hortelã permeia seus bairros.

A xenofobia é tão condenável quanto os propósitos de quem deseja mudar a estrutura do país que lhe acolheu.




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