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sexta-feira, 25 de março de 2011

Al-Mutarjim agora no De Olho na Jihad

Caros leitores,

É com imensa alegria que vos informo que al-Mutarjim editor do Translating Jihad, agora faz parte da equipe do De Olho na Jihad / Eye on Jihad.

al-Mutarjim desenvolve em seu blog um trabalho único e de extrema importância. Ele disponibiliza em inglês traduções de artigos publicados exclusivamente em árabe pelos principais sites muçulmanos. O trabalho é de suma importância, pois existem artigos que só podemos encontrar em árabe. Os pronunciamentos extremistas e artigos que mostram a verdadeira face do Islã, dificilmente são publicados em inglês ou em outras línguas pelos sites islâmicos, e o trabalho de al-Mutarjim traz a todos o que estava oculto no mundo do Islã.

Não exagero ao comparar o Translating Jihad com o MEMRI TV, pois ambos mostram realmente o que os islâmicos pensam e dizem. Não é a toa que seu blog tem sido citado constantemente por Robert Spancer do Jihad Watch, pelo Religion of Pace, por blogs como o Bare Naked Islam e ainda jornais como The Jerusalém Post.

E agora com a presença de al-Mutarjim, que é fluente em nosso idioma, poderemos trazer a todos os leitores de língua portuguesa as traduções diretamente do árabe, enriquecendo assim a gama de material disponível, e trazendo a luz sobre o obscuro mundo da Jihad a todos os países de língua portuguesa.

Seja bem-vindo!

Lembrando que al-Mutarjim agora também escreve para nossos parceiros lusos do Nada Disto é Novo.


Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   

A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Viva a “mídia golpista”! Notícias politicamente incorretas


Nota do blog: Abrimos espaço para a divulgação, pois o agregador é uma ótima fonte de notícias sobre o Islã.

Já pararam para pensar porque nosso país é tendencioso à esquerda? Tudo nesse país é corrompido pelos esquerdistas quando podem. Nada escapa. Nas escolas nosso filhos estão sendo doutrinados, aprendendo a odiar os conservadores e a idolatrar os comunistas do período da ditabranda. Nas igrejas a nefasta teologia da libertação continua a corromper a doutrina de Cristo e isso com o aval da CNB do B, a confederação comunista dos Bispos brasileiros. Nos templos protestantes não é diferente, a teologia da libertação trata de corromper e explorar os incautos.

No mundo político não existe um partido de direita sequer. Alguns consideravam o PMDB e o PSDB como partidos de direita, o que é um erro terrível. O PMDB, dispensa comentários, um partido sem ideologia que busca apenas parcelas no poder. O PSDB (e seus aliados, como o DEM) é considerado oposição, mas de forma nenhuma pode ser considerado como Direita ou como Conservadores. É até uma ofensa tal classificação.

Por fim temos a mídia, o jornalismo esquerdista domina o cenário midiático, são pouquíssimos os membros da mídia que não corromperam-se ao horripilante comunismo. E esses que não renderam-se, sempre quando podem, a mídia vermelha tenta de toda as formas desqualificá-los, classificando-os como sensacionalistas ou deturpadores dos fatos. Podemos citar como exemplo a Revista Veja, colunistas como Olavo de Carvalho e Reinaldo de Azevedo ou ainda o jornalista Aluizo Amorim.

Pior que isso, é ver jornais como “O Estado de São Paulo” ser considerado como conservador. Podemos dizer que diante de outros periódicos o Estadão até seja mais “ortodoxo”, no entanto, não pode ser considerado um jornal direitista.

Na última campanha eleitoral, os jornais que não se renderam a onda lulista foram chamados pelo ex-presidente falastrão de “velha mídia”, e classificada pelos petistas de “mídia golpista”. Eis o ódio dos esquerdista por ainda existir nessa país uma mídia que não foi corrompida pelo comunismo e que não vendeu seus princípios em pról da popularidade do “cara”. Sites, jornais e jornalistas que não compactuam com petismo são poucos e podemos citar como exemplo o oásis chamado Mídia sem Máscara.

Portanto, resta a nós, conservadores e anti-comunistas buscar meios alternativos de notícias não manipuladas. Nos restando pouquíssimos jornais confiáveis, alguns ótimos sites e blog’s e a mídia internacional.

Pensando nisso, venho divulgar a todos um agregador de notícias desenvolvido pelo blog Dextra. É uma ótima página onde vocês poderão ler notícias e artigos sem a marca comunista, sem anti-semitismo, sem o antiamericanismo, e o melhor, notícias sem trava na língua.

Convido todos a acessarem  o agregador, e assim encontrar notícias politicamente incorretas, um oasis sem “manchas vermelhas”.

Acessem! Salvem nos seus favoritos! E sejam também parte da “velha mídia”. E viva à “mídia golpista”. 

http://wwwretroggragator.blogspot.com/



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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A Islamização do Superman



Em 1938 os Judeus Joe Shuster e Jerry Siegel criavam a história de Kal-El o filho do planeta Krypton, que é enviado para a terra como o último sobrevivente de seu povo. Na terra a criança é achada e adotada pelo casal de fazendeiros, Jonathan e Marthan Kent, e assim nascia Clark Kent, ou Superman, o maior herói de todos os tempos. Clark Kent é um renomado repórter do Planeta Diário, e devido à radiação do sol, possui incríveis poderes que usa em favor da humanidade. Superman é o maior personagem da DC Comics, tanto nas páginas dos quadrinhos quanto fora.

Eis uma das histórias mais conhecidas, e um verdadeiro símbolo da cultura norte-americana.

Como personagem intrigante que é Superman é alvo de diversas teorias, estudos e especulações.

Um destes estudos afirma firmemente que Clark Kent é um autêntico Judeu. De fato não podemos esquecer que o personagem foi criado por dois judeus.

Li um artigo publicado há alguns anos no Jerusalém Post que mostrava os traços judaicos na famosa história do super herói. Li uma explicação judia que dizia:

"Kal´El - nome hebreu que significa "Tudo é El (aludindo à misericórdia divina que adocica os julgamentos) é um descendente da "Casa de El" cujo pai "Jor´El (nome que pode ser interpretado como "Aquele que desceu do El - a misericórdia), é um exilado do Planeta Kripton (nome que alude à criptologia, aos mistérios escondidos). Como mencionado acima, ele foi adotado por Jonathan (Ionathan - dado por D´us) e Martha Kent, que, ao que tudo indica, são na verdade um "casal de "criptos-judeus". Tudo na vida e na história do Superman alude para isto, revela o segredo do "messias judeu" vivendo na "galut" exílio entre os dispersos (as dez tribos perdidas) esperando pelo momento de salvar o mundo inteiro. Como disse o Grande Rabino Avraham Yitzchak Kuk: No esforço para se elevar e sair do exílio, Efraim (um das tribos perdidas) salvará o mundo inteiro".

De fato meu objetivo neste texto não é abordar a questão de se a história do Superman é judia ou não, pois a própria viúva de Jerry Siegel, Joana Carter, já afirmou que as “tendências judias” do herói não são intencionais, mas fez uma ressalva. “Meu marido ouviu pessoas falando em hebraico durante sua infância, por isso é possível que tenha sido influenciado inconscientemente.”

O importante é ter em vista que o personagem é fruto da mente de dois judeus, com traços judeu na obra, e ainda mais importante, é um símbolo incontestável da cultura americana.

No entanto, a base da conquista islâmica visa a islamização de todas as camadas da sociedade inimiga, sendo a cultura um objetivo essencial, pois a destruição da cultura e de seus símbolos resulta-se na perda de identidade do povo. E é nesse objetivo que surge no mundo dos “HQ’s” o desenho islâmico The 99.

Criado por Dr. Naif Al-Mutawa, é um grupo de super-heróis composto por 99 adolescentes de todo o mundo, cada um deles tem um nome árabe do Corão, que reflete um dos 99 atributos de Alá, segundo o livro sagrado muçulmano.

Superman será apresentado como membro das aventuras do The 99. A saga também contará com a participação de personagens clássicos como Batman e Aquaman.

Numa série de entrevistas, Al-Mutawa afirmou que nas aventuras do grupo, ele tenta evitar conteúdo religioso exclusivos do Islã, e está concentrado apenas nas virtudes universais, tais como a luta contra o mal, a cooperação e a amizade, que ele vê como valores islâmicos também. Al-Mutawa recrutou vários veteranos da indústria dos quadrinhos - artistas de longa data que trabalhou para a DC e Marvel Comics - para trabalhar com ele no The 99.

Apesar de negar a influência islâmica no desenho, especialistas em HQ’s em entrevista ao Israel National News afirmam que o desenho está repleto de referências religiosas. Revendo a primeira cópia das aventuras “dos 99”, intitulado "Origens", o especialista Mark Ginsberg diz que achou o desenho repleto de imagens religiosas islâmicas. "Há claras referências à Grande Mesquita em Meca, símbolos islâmicos, e do nascimento de um salvador islâmico que vai resgatar as terras Islã perdidas para os cristãos na Europa, após lutarem a batalha final contra o mal".

Mais preocupante para o Superman, diz ele Ginsberg, são as cenas da série em Jeddah e Meca. "Com as suas raízes judaicas, Superman não seria sequer autorizados a entrar nessas cidades, assim como os judeus são proibidos de entrar nas cidades santas do Islã”.

Nos episódios originais que apareceram na década de 1930 e 1940, Oirich continua, o Superman não voe muito, "seu primeiro encontro com os criminosos – e com os nazistas - na década de 30 e 40 anos tinham-lhe comportando mais como Sansão que como o Superman  que conhecemos hoje. Principalmente terra ligado, ele levantou os carros, tanques e sacudiu os maus. As balas não poderiam feri-lo, mas explosões de granadas poderiam "Na verdade, acrescenta, desenhos originais do Super-Homem por Joe Shuster, o Superman não tem vestindo as botas vermelhas que agora está associado. - Mas sandálias atadas até a panturrilha, Sansão- estilo.

Segundo o artista Alan Oirich nos episódios originais que apareceram na década de 1930 e 1940, o Superman não voava muito, "em seus primeiros encontros com os criminosos – e com os nazistas - na década de 30 e 40 ele se comportava mais como Sansão do que como o Superman que nós conhecemos hoje. Ele levantou os carros, tanques e sacudiu os maus. As balas não poderiam feri-lo, mas explosões de granadas poderiam. Oirich acrescenta que “nos desenhos originais de Joe Shuster, o Superman não vestia as botas vermelhas que agora ele usa, ele usava sandálias atadas até a panturrilha no mesmo estilo Sansão”.

Agora, porém, Superman terá que sofrer no mínimo uma mudança de identidade para se tornar amigo dos 99. "É difícil ver o Superman sendo recrutados para ajudar os muçulmanos", diz o fã de quadrinhos Grinberg. "Seja qual for à visão de Superman sobre Israel, ele foi um ardente inimigo do nazismo. - Ao contrário dos muçulmanos, que ainda hoje mantêm" Mein Kampf "no topo da lista dos mais vendidos".

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Felicidade a todos - Lembrem-se dos Cristãos Perseguidos nos Países Muçulmanos

Ao lado na foto, Cristãos de Gojra preparando a celebração do Natal. Em 2009 muçulmanos queimaram vivos 7 Cristãos e queimaram 60 casas da minoria cristã paquistanesa.


O Blog De Olho na Jihad deseja a todos os leitores um ótimo natal!

Pedimos também que lembrem daqueles que não podem celebrar o natal, ou terão que comemorar as escondidas devido a perseguição muçulmana!

Lembrem de Asia Bibi, dos Católicos do Iraque e de todos os Cristãos que tem sofrido nos países de maioria muçulmana!

Felicidades a todos!

Feliz Natal!
Feliz Navidad!
Buon Nadal
Merry Christmas
Gezur Krislinjden
Frohe Weihnacht
Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Nedeleg laouen
Bon Nadal
Chuk Sung Tan
Čestit Božić
Gajan Kristnaskon
Hyvää joulua
Joyeux Noël
Kala Christougena
Kellemes Karácsonyt
Buon Natale
Merii Kurisumasu 
Kung His Hsin Nien
GOD JUL
Wesołych Świąt Bożego Narodzenia
Sarbatori Fericite
S prazdnikom Rozdestva Hristova
Klidné prožití Vánoc
God Jul
Srozhdestvom Kristovym

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dilma vence na Cisjordânia e Serra ganha em Israel

Os resultados da votação à presidência do Brasil divulgados pelas representações diplomáticas do Brasil em Israel e na Cisjordânia repetem o cenário do primeiro turno, e também das eleições presidenciais de 2006. A candidata Dilma Roussef (PT) é favorita entre os brasileiros em Ramallah, e o adversário José Serra (PSDB) ganha entre os que votaram em Tel Aviv.


Na capital israelense, o fechamento ocorreu pontualmente às 17h locais, com a urna encerrada sem filas. Serra recebeu 85 votos (78,7%) e Dilma, 19 (17,7%). Houve ainda dois votos nulos e dois brancos. Em Ramallah, onde o envio dos resultados a Brasília ocorreu perto das 18h30 locais, os números foram os seguintes: Dilma ficou com 355 votos (86,8%) e Serra obteve 31 (7,7%). O número de votos em branco foi de sete e nulos, 16.


Um pequeno aumento foi registrado no número de votantes em Tel Aviv no segundo turno em relação à primeira rodada: 108 dos 282 eleitores cadastrados, contra 96 no dia 3 de outubro, que caiu em uma semana de feriado em Israel. Em Ramallah, contudo, o número foi um pouco menor: hoje votaram 409 de um total de 886 registrados, contra 455 no primeiro turno.


No primeiro turno, Dilma teve 75% dos votos em Ramallah, contra 5,5% para Serra. Em Tel Aviv foram 59% para Serra e 18% para Dilma. A candidata do PV, Marina Silva, obteve 20% dos votos entre os eleitores em Israel e 3% entre os votantes na Cisjordânia.


Últimas eleições
Em 2006, quando houve apenas uma rodada de votação, 823 eleitores estavam aptos a votar em Ramallah e 238 em Tel Aviv. A votação foi bem maior na cidade palestina, com comparecimento de 376 pessoas. Naquele ano, as eleições ocorreram em Israel no feriado de Yom Kipur, motivo pelo qual apenas 39 eleitores compareceram às urnas na ocasião.


Os resultados de 2006 já mostravam a tendência de preferência pelo PT entre os brasileiros na Cisjordânia e pelo PSDB entre os brasileiros em Israel. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, então candidato à reeleição, teve 79,5% dos votos em Ramallah, contra 6,4% de Geraldo Alckmin, que concorria pelo PSDB. Em Tel Aviv, dos 39 votantes, Alckmin teve 32 votos e Lula ficou com apenas 4.


Posicionamento político
Apesar de os palestinos ainda não terem criado oficialmente um país, os títulos de eleitor dos brasileiros que votam em Ramallah indicam, no campo "Município/UF", a informação "Ramallah-Pale/ZZ". Além do nome da cidade, na qual o escritório do Brasil se localiza, há referência a "Palestina". Os caracteres "ZZ" indicam zona eleitoral no exterior.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Blogueiro amador faz jornalismo sim!

O trabalho dos blogueiros nos últimos anos tem causado uma crônica dor de cabeça para a imprensa tradicional que antes tudo controlava: ficou para a história a cumplicidade da mídia com a tentativa de golpe de estado lulo-chavista contra Honduras, bem como também com relação ao acobertamento do Foro de São Paulo e da decorrente sociedade entre o PT e as FARC.


Houve uma ocasião, há algum tempo, em que recebi o e-mail de uma estudante de jornalismo que me fazia algumas perguntas para uma monografia sua. Em síntese, ela queria saber se eu me considerava um jornalista e por qual razão assim pensava. Solícito, respondi ao seu questionário e ao que me parece, por ter restado insatisfeita, enviou-me mais uma série de perguntas. Foi então que percebi que ela não fazia uma pesquisa científica para descobrir a verdade a partir de suas investigações, mas sim, procurava fatos e depoimentos que comprovassem a sua convicção já pré-formada, ao que devidamente lhe mandei passear e importunar outra pessoa.


Isto tem um nome: vigarice; vigarice estimulada pelas faculdades de jornalismo. O caso acima se deu em meio ao alvoroço que antecedeu a sábia decisão do STF que suprimiu a obrigatoriedade de um diploma para o exercicio da liberdade de expressão, o que era um absoluto absurdo. E que não me venham com firulas os bacharéis em Direito, sociólogos e assemelhados: estão neste rol também.


Para quem acha que o exercício da atividade jornalística requer uma gama de conhecimentos científicos ou assemelhados à precisão das ciências naturais, dou um exemplo bem corriqueiro: nesta semana, ouvi do Jornal Nacional sobre uma pesquisa que afirma serem os brasileiros o segundo povo mais estressado do mundo, mas isto, pasmem, na mesma semana em que a capa da revista IstoÉ estampava a manchete "Nunca fomos tão felizes". E agora, quem tem razão?


Os jornalistas "diplomados" andam a promover uma ampla campanha e a exercer um pesado lobby para que a obrigatoriedade do diploma como requisito obrigatório para o exercício da profissão de jornalista volte ao sistema jurídico sob a forma de uma emenda constitucional. Sinceramente, não vejo como, eis que a própria Constituição Federal, no seu art. 60, § 4º, inciso IV estabelece: "Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: IV - os direitos e garantias individuais". (grifos meus)


A norma julgada inconstitucional vigorava até então sob o fenômeno jurídico da "recepção", segundo o qual as leis anteriores à Constituição permanecem em vigor desde que seus artigos mantenham-se aparentemente em concordância com a Lei Maior. No caso, a lei que exigia os diplomas foi derrubada pelo STF, depois de provocado a pronunciar-se sobre a sua constitucionalidade. Ademais, no meu entender particular, propostas de emendas à Constituição para sanear a inconstitucionalidade de leis que ferem cláusulas pétreas configuram um flagrante caso de inadmissivel desobediência ao soberano Poder Judiciário, cujos precedentes, se aceitos, só podem nos levar a uma dissolução do estado de Direito pela via do derretimento do poder judiciário.


Sustentando-se em pesquisas com a profundidade desta que denunciei no primeiro parágrafo, andam a levantar as alegações de que os blogueiros não produzem notícia, mas apenas agem como divulgadores de notícias. Pura bobagem, e vou agora matar a cobra e mostrar o pau...


Nem todas as notícias dos jornais impressos ou televisivos são produzidas por eles mesmos. Na verdade, apenas uma pequena parte, local ou regional, compõe o mérito próprio da produção de notícias novas e até então desconhecidas. O resto compõe-se de edição de reportagens sobre assuntos de amplo conhecimento ou obtido de agências de notícias, entre as quais a estatal agência Brasil, de onde as redações reproduzem suas matérias as mais das vezes sem um pingo de crivo. Finalmente, temos também o trabalho de opinião e de media-watch.


Um blogueiro amador e individual, como eu, não tem como oferecer notícias novas todos os dias, haja vista as minhas próprias limitações físicas e circunstanciais (eu tenho de me sustentar de outro modo). Mas isto cada um dos repórteres pagos pelos jornais também não produz, de forma que os "furos" são conquistados ora por um, ora por outro, de um grande time.


Há blogueiros que se especializam especialmente para a notícia de fatos novos, e eis a combativa Graça Salgueiro como exemplo notório, a nos trazer os fatos da América hispânica em primeira mão; de minha parte, concentro-me em um trabalho de pesquisa sobre fatos conhecidos, de opinião e de media-watch, que também, como vimos linhas acima, constitui a atividade jornalística. Ou não?


Há sim, claro, os blogueiros que apenas reproduzem as notícias e editoriais da grande mídia, mas não são eles quem fazem toda esta diferença. Se andam incomodando, é porque justamente têm produzido mais do que mera divulgação dos textos da própria mídia tradicional.


O trabalho dos blogueiros nos últimos anos tem causado uma crônica dor de cabeça para a imprensa tradicional que antes tudo controlava: ficou para a história a cumplicidade da mídia com a tentativa de golpe de estado lulo-chavista contra Honduras, bem como também com relação ao acobertamento do Foro de São Paulo e da decorrente sociedade entre o PT e as FARC. Aqui mesmo também denunciamos a reportagem global que reclamava pela construção de cinemas públicos, convenientemente publicada logo depois do lançamento do filme "Lula, o filho do Brasil", e da mesma forma, da reportagem militante governista e absolutamente enviesada de modo a promover a legalização do aborto. Ôpa, não me deixem esquecer da massiva campanha das diversas cadeias de tevê a favor do desarmamento, felizmente, malograda.


Caros leitores, de uma coisa lhes posso dar certeza: de minha lavra, jamais enganarei o público para agradar ao governo, como a chamar Fidel Castro de presidente, por exemplo. Comigo ladrão é ladrão, terrorista é terrorista, ditador é ditador, vigarista é vigarista e os sonsos são a escória por quem nutro mais nojo do que a petralhada assumida. Não por acaso, mesmo sem nenhum tipo de publicidade, a cada dia mais pessoas vêm ler dos meus textos e de tantos outros amigos que fui encontrando pelo caminho e que compartilham desta missão que nos imbuímos, seja em meu blog, seja nos sites que nos dão a oportunidade de nos expressar. A estas pessoas, dedico os meus agradecimentos e peço a sincera ajuda para nos divulgarem como uma eficaz fonte alternativa de informação e de opinião.

Fonte: Mídia Sem Máscara

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