Mostrando postagens com marcador Jihadistas condenados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jihadistas condenados. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Justiça dos EUA condena jovem que planejava atacar aviões e sinagogas

NOVA YORK, 7 Set 2011 (AFP) - Um juiz dos Estados Unidos condenou esta quarta-feira um jovem nova-iorquino e seus três cúmplices a 25 anos de prisão por terem planejado atentados contra sinagogas e aviões militares americanos.

Payen, de 29 anos, havia sido detido junto com outros três nova-iorquinos, após a descoberta pelo FBI de um plano para a realização de atentados.

"Laguerre Payen estava disposto a recorrer a bombas e mísseis no âmbito de um plano para atacar sinagogas em Nova York e aviões militares americanos", disse o promotor de Manhattan, Preet Bharara.

Payen e os outros três acusados foram condenados à mesma pena, 25 anos de prisão, ao serem considerados culpados de planejar um ataque com bombas ao estilo "jihadista" contra sinagogas da região do Bronx e derrubar com mísseis terra-ar Stringer aviões de guerra na base aérea da Guarda Nacional nos arredores de Nova York, acrescentou.

As armas, que incluem explosivos C-4 e os mísseis, foram compradas por um informante disfarçado do FBI, quem, às costas de Payen e seus cúmplices, conseguiu torná-las inertes.

Os quatro foram detidos em 13 de maio de 2009, quando planejavam atacar duas sinagogas com bombas que, sem eles saberem, já não representavam mais perigo.

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter e aqui para curtir no Facebook 
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

domingo, 19 de junho de 2011

Indonésia: Imã que ordenou os ataques contra os cristãos é condenado a apenas um ano de prisão

Jacarta - (De Olho na Jihad) - Conforme notíciado pela Asia News, à justiça de Java Central, Indonésia, condenou à apenas uma ano de prisão o líder muçulmano Syihabudin, por ser o responsável pelos ataques de milhares de muçulmanos contra a população cristã no dia 8 de fevereiro em Temanggung. Outras 25 pessoas envolvidas nos ataques também foram julgadas e receberam setenças de no máximo 5 anos.

No dia 8 de fevereiro, o Imã Syihabudin, incitou uma multidão de 1.500 muçulmanos para protestarem contra a setença de 5 anos de prisão, dada ao cristão Antonius Richmond Bawengan, acusado do "crime" de blasfêmia. Segundo o Imã o cristão merecia a pena de morte. Em poucas horas o protesto se transformou em distúrbio e os milhares de muçulmanos liderados por Syihabudin destruíram três Igrejas Católicas Romanas, um templo protestante e um orfanato. A polícia em pouco número não conseguiu impedir à destruição, e o os muçulmanos também atacaram e feriram os cristãos.
O ativista Theophilus Bela, disse que o governo dormi quando se trata de proteger as minorias da fúria islâmica. "Os motins em Temanggung demonstram como o governo indonésio é impotente diante dos grupos radicais", afirmou o ativista.

Bela também acrescenta que, a pena branda dada ao Imã demonstra a fragilidade do sistema judiciário indonésio, que teme as pressões dos grupos sociais de maior poder.

Blog De Olho na Jihad com informações da Asia News

Clique aqui e siga o De olho na Jihad no Twitter   
A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Justiça do Iêmen sentenciou Anwar al Awlaqi a dez anos de prisão

A Justiça do Iêmen sentenciou nesta segunda-feira o clérigo radical americano-iemenita Anwar al Awlaqi à revelia a dez anos de prisão. Ele foi condenado por coagir Hisham Assem, suposto agente da rede terrorista Al Qaeda, a matar um francês que trabalhava no país. Assem foi condenado à pena de morte.

A sentença do tribunal condena Awlaqi por "pertencer a um grupo armado", "ação em grupo terrorista" e "incitação ao assassinato de estrangeiros".

O nome de Awlaqi está envolvido em vários atentados e tentativas de atentados contra os Estados Unidos, como o nigeriano que tentou se explodir em um avião que sobrevoava Detroit, na noite de Natal de 2009, e com o major que matou ao menos 13 na base militar Fort Hood (Texas).

17_01_2011 Iêmen condena à prisão clérigo radical ligado a ataques nos EUA.jpg
Hisham Assem assiste a seu julgamento pelo assassinato do francês Jacques Spagnolo | Yahya Arhab /Efe

Esta é a primeira ação legal do Iêmen contra Awlaki. Washington tem pressionado Sanaa a perseguir e capturar o clérigo, que advoga em seus sermões pela guerra santa contra os EUA.

Os EUA incluíram Awlaqi, que estaria refugiado em uma zona tribal do Iêmen, em sua lista de alvos a serem eliminados.

Outro membro de sua família, também julgado à revelia, Othman Awlaqi, foi condenado pelas mesmas acusações a oito anos de prisão.

Já Assem foi declarado culpado pelo assassinato de Jacques Spagnolo, funcionário terceirizado da empresa francesa Spie para o grupo energético austríaco OMV, morto na sede da companhia perto de Sanaa, no dia 6 de outubro de 2010. Assem também feriu a tiros um escocês, responsável pela segurança da empresa na sede da OMV.

Segundo o tribunal, o assassinato de Spagnolo foi perpetrado "sob a orientação de Anwar e Othman Awlaqi".

O suposto agente da Al Qaeda disse no tribunal que apelará da sentença.

INFLUÊNCIA

Awlaki nasceu no Estado americano do Novo México e cresceu alternando estadias nos EUA e no Iêmen. Ele é suspeito de ligação com a Al Qaeda e extremistas que participaram de pelo menos três atentados contra os EUA.

Ele possui centenas de vídeos na internet nos quais dá sermões em árabe e inglês. Considerado ultrarradical pelos EUA, o imã faz pregações na internet convocando militantes e simpatizantes a participar de uma guerra santa contra o país. Em algumas das gravações Al Awlaki prega sobre os benefícios de se morrer em nome da religião.

Segundo o jornal americano "New York Times" ele se encontrou na Califórnia e em Washington com pelo menos um dos sequestradores que atuaram no 11 de Setembro.

Al Awlaki também chegou a classificar como seu aluno o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab --que tentou explodir um avião que voava entre Amsterdã e Detroit no último Natal.

A terceira conexão dele seria com Nidal Malik Hasan, o major americano que matou 13 militares no maior massacre já registrado em uma base militar em território americano, em 5 de novembro de 2009.

Uma jovem britânica que esfaqueou um parlamentar também disse ter assistido discursos de Al Alwaki.

Desde abril de 2010, as forças americanas têm sinal verde do governo para caçar e matar o clérigo. Mas a pressão ficou maior depois de dois pacotes-bombas serem interceptados em aviões com carga do Iêmen com destino a mesquitas em Chicago.

Um dos objetos foi achado em uma aeronave de carga da empresa UPI no aeroporto de East Midlands, cerca de 260 km a norte de Londres. O pacote, contendo um cartucho de tinta de impressora modificado, foi enviado do Iêmen para Chicago, nos EUA, em voo com escala no Reino Unido.

O outro foi descoberto em uma instalação da FedEx Corp em Dubai. O pacote de Dubai foi levado para exames de laboratório para tentar determinar sua natureza, informa um comunicado da autoridade de aviação civil do país, segundo a agência de notícias estatal. A Qatar Airways confirmou que o pacote de Dubai foi transportado em um de seus voos de passageiros partindo da capital iemenita, Sanaa, com escala em Doha.

A tentativa de ataque foi reivindicada pela Al Qaeda na Península Árabe, braço da rede terrorista no Iêmen. Autoridades iemenitas dizem que ele pode ter abençoado os planos, mas não necessariamente participou ativamente deles.

Al Awlaki estaria escondido nas montanhas ao sul do Iêmen, sob proteção de sua família e tribo. Alguns analistas dizem que o país não se esforça para capturá-lo.

Fonte: Jornal Floripa

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Egito condena à morte muçulmano que matou cristãos em tiroteio

CAIRO - Uma corte estatal de segurança do Egito sentenciou um muçulmano à morte por matar seis cristãos coptas e um policial muçulmano em um tiroteio na véspera do Natal Copta, em janeiro do ano passado. Mohamed Ahmed Hussein, de 39 anos, conhecido como Hamam Kamouni, foi acusado pelo "assassinato premeditado" dos cristãos e do policial e por "intimidar cidadãos" em Nagaa Hamady, no Sul do Egito, após uma missa.


O juiz afirmou que a sentença de Hussein será enviada ao grande mufti para confirmação, em referência à maior autoridade religiosa egípcia, que é chamada para confirmar sentenças de morte.


As sentenças dos dois cúmplices de Hussein, Kurashi Abu Haggag e Hindawi Muhammed Sayyid, que foram acusados de ajudá-lo no assassinato e de porte de armas, serão anunciadas em 20 de fevereiro.


Os cristãos correspondem a aproximadamente 10 por cento da população majoritariamente muçulmana do Egito, que tem 80 milhões de habitantes. A violência sectária é rara, mas disputas sobre direitos à terra ou relacionamentos pessoais às vezes aparecem.


Na semana passada, um policial muçulmano foi acusado de matar a tiros um cristão em um trem da cidade de Samalut, no Sul de Egito, e será julgado por assassinato premeditado.


Uma bomba que explodiu no Ano Novo do lado de fora de uma igreja na cidade portuária de Alexandria matou 23 pessoas e feriu dezenas, no que especialistas acreditam ter sido o pior ataque a cristãos na história recente do Egito. A explosão causou protestos por parte de cristãos e muçulmanos.

Fonte: O globo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

No Líbano Omar Bakri Mohammed é condenado a prisão perpétua

m tribunal militar libanês condenou hoje um clérigo radical islâmico, Omar Bakri Mohammed, por acusações de terrorismo e o sentenciou à revelia à prisão perpétua, disseram militares. Mohammed, que tem dupla cidadania libanesa e síria, viveu por 20 anos na Grã-Bretanha, onde chefiou o agora proscrito grupo islâmico al-Muhajroun. Em 2005, ele se mudou da Grã-Bretanha para o Líbano, após o governo britânico ter impedido que ele regressasse a Londres depois de uma viagem.

Funcionários do governo libanês dizem que Bakri Mohammed está entre as 54 pessoas sentenciadas hoje, como parte dos julgamentos de insurgentes que se rebelaram contra o exército libanês, em 2007. Bakri Mohammed foi condenado "por pertencer a um grupo armado que tinha como objetivo conduzir atos terroristas e conspirar para matar soldados libaneses". Os funcionários dizem que ele acabou sendo sentenciado à prisão perpétua porque não apareceu no tribunal para se defender.

Bakri Mohammed, que vive na cidade de Tripoli, no norte libanês, um centro de fundamentalistas islâmicos sunitas, se disse chocado com a sentença. "Eu nunca fui convocado a qualquer tribunal e nunca foi emitida mnenhuma ordem de prisão contra a minha pessoa", disse o clérigo. Ele disse que as acusações são "mentiras e farsas". Ainda não está claro porque as autoridades libanesas não detiveram Bakri Mohammed, que não vive na clandestinidade e aparece frequentemente em programas sunitas na televisão.

Além de Bakri Mohammed, outras 53 pessoas, 20 das quais também foram julgadas à revelia, receberam sentenças de prisão que vão de um ano à prisão perpétua. As informações são da Associated Press.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Segundo líder da Al-Qaeda pede por vingança pela prisão de Aafia Siddique

O número 2 da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, pediu hoje aos muçulmanos que se vinguem da sentença dada a Aafia Siddiqui, uma cientista muçulmana condenada a 86 anos de prisão por uma corte dos Estados Unidos. A declaração foi divulgada pelo serviço de monitoramento desse tipo de mensagem SITE. Zawahiri fez o apelo em uma mensagem de áudio intitulada "Quem irá vingar a cientista Aafia Siddiqui", divulgada em fóruns que incentivam e reúnem militantes, informou o grupo de inteligência SITE, sediado nos EUA.

Zawahiri prometeu "atacar (norte-americanos) sempre que eles atacarem" os muçulmanos. Segundo ele, a nação islâmica não deixará de perseguir os cidadãos dos EUA. O líder extremista disse aos paquistaneses que "o governo (local) os humilhou ao deixar que os norte-americanos e os cruzados ocupem o país". Ele pediu que os paquistaneses adotem "o único caminho disponível", o da guerra santa para "libertar Aafia Siddiqui".

Em 23 de setembro, uma corte de Nova York condenou Siddiqui pela tentativa de homicídio contra agentes dos EUA no Afeganistão. A pena causou revolta no Paquistão. Siddiqui, uma mãe de três filhos, foi culpada por segurar um rifle em uma delegacia na cidade afegã de Ghazni, onde ela estava sendo interrogada em julho de 2008, e por tentar atirar em um grupo de militares dos EUA e de agentes do FBI. Os promotores afirmam que ela abriu fogo, gritando "morte à América!".

Ninguém ficou ferido no incidente e a cientista ainda levou um tiro antes de ser detida. Ela não foi acusada por terrorismo, mas sim pelo incidente e por levar componentes químicos perigosos a Karachi e por documentos referindo-se a pontos importantes de Nova York, como o Empire State Building, como alvos. Siddiqui é uma neurocientista que estudou no prestigioso Massachusetts Institute of Technology (MIT) e na Universidade Brandeis. Durante o julgamento, ela pediu calma aos muçulmanos.

A última mensagem de Zawahiri havia sido divulgada em julho. Na ocasião, o vice de Osama bin Laden no comando da rede extremista atacou a França por sua investida para impedir mulheres de usarem vestimenta islâmica que cobre o corpo todo em público.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tribunal da Malásia condena dois muçulmanos por incêndio em igreja

KUALA LUMPUR - Um tribunal da Malásia condenou dois irmãos muçulmanos acusados de incendiar uma igreja cristã durante uma disputa se não-muçulmanos podem usar a palavra "Allah" para se referir a Deus.

O ataque a bomba aconteceu em janeiro e foi o primeiro de uma série sem precedentes de incêndios e atos de vandalismo em 11 igrejas, um templo sikh, três mesquitas e dois locais de orações muçulmanos.

Dois irmãos foram presos e julgados pelo ataque, que destruiu parcialmente uma igreja protestante.

Komathy Suppiah, um juiz do distrito de Kuala Lumpur, condenou os dois na sexta-feira por danos causados por fogo com a intenção de destruir um local de culto.

O juiz deve determinar a sentença mais tarde nesta sexta-feira. Os irmãos podem ser condenados a até 20 anos de prisão.

Fonte:  O globo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

'Sou um terrorista', diz canadense a interrogadores dos EUA

O prisioneiro canadense Omar Khadr disse a interrogadores que era um terrorista da Al Qaeda e descreveu o momento em que retirou o pino da granada que matou um soldado dos EUA no Afeganistão, disse um promotor no tribunal de crimes de guerra na quinta-feira.

O advogado de defesa de Khadr, no entanto, afirmou que essas eram palavras falsas de uma criança assustada e ferida, cujos interrogadores haviam inventado uma história de um jovem menino violentado e morto na prisão para assustá-lo e forçá-lo a fazer uma confissão falsa.

"Apenas depois que essa história é contada é que Omar Khadr admite ter jogado alguma coisa. Ele lhes disse o que eles queriam ouvir", disse o tenente-coronel do Exército Jon Jackson nas declarações de abertura da defesa.

Nascido em Toronto, Khadr tinha 15 anos quando foi capturado num combate numa base da Al Qaeda do Afeganistão em 2002. Ele é a primeira pessoa desde a Segunda Guerra Mundial a enfrentar julgamento em um tribunal militar por atos supostamente cometidos quando era menor.

Agora com 23 anos, ele é acusado de matar o 1o sargento Christopher Speer com uma granada durante uma batalha e de produzir bombas para alvejar tropas norte-americanas.

O promotor Jeff Groharing disse que Khadr foi criado em uma família de extremistas islâmicos que passava os feriados com Osama bin Laden, treinou o garoto a usar bombas e armas e o estimulou a matar norte-americanos.

"Sou um terrorista treinado pela Al Qaeda - essas são as próprias palavras de Omar Khadr", disse Groharing aos sete militares norte-americanos do júri. "Essas palavras foram confirmadas pelos atos dele."

Ele afirmou que Khadr descreveu em detalhes a retirada do pino da granada e o momento em que a lançou contra as forças especiais dos EUA que entravam no complexo onde Speer e dois milicianos afegãos morreram durante a batalha.

"Omar Khadr é responsável por seus atos, assim como todos os co-conspiradores daquele dia também sobre todas as vítimas que causaram", disse Groharing.

A granada caiu no pé de Speer e lançou um estilhaço no cérebro dele. Ele morreu oito dias mais tarde num hospital militar na Alemanha.

Jackson disse que Khadr estava no complexo com três "homens maus" e um deles lançou a granada que matou Speer antes de ser baleado e morto por soldados norte-americanos.

Khadr, que pode pegar prisão perpétua caso condenado, estava no complexo da Al Qaeda apenas porque o pai dele, Ahmed Khadr, o levou ao local para fazer traduções para os fabricantes de bombas, disse o advogado de defesa.



segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Detido na Indonésia líder espiritual da Al-Qaeda do Sudeste Asiático

JACARTA - O clérigo radical Abu Bakar Bashir, líder espiritual do braço da Al-Qaeda no Sudeste Asiático e relacionado com os atentados de Bali de 2002, foi detido nesta segunda-feira, 9, na Indonésia por envolvimento em atividades terroristas.

A polícia acusa Bashir de vinculação com a rede terrorista desmantelada neste ano na província de Aceh, ao norte da ilha de Sumatra, após descobrir seu campo de treinamento, indicou o porta-voz policial, Edward Aritonang. "Ele a abençoava e financiava. Sabia de todas as atividades (da rede de Aceh) porque recebia relatórios", explicou Aritonang em entrevista coletiva.

Segundo a versão policial, o clérigo radical tinha um "papel-chave" na designação dos instrutores religiosos e dos líderes do campo de treinamento, que por sua vez o mantinham informado. Nesse grupo estava Dulmatin, o terrorista que chefiou os atentados de Bali em 2002, quem após contribuir para montagem das instalações fugiu e morreu em março passado durante um tiroteio com a Polícia.

A unidade antiterrorista indonésia deteve o clérigo em Ciamis, uma pequena localidade do oeste da ilha de Java, no sudoeste da Indonésia, quando ele fazia uma viagem por diversas mesquitas da região para fomentar suas ideias radicais.

Bashir, de 72 anos, teve envolvimento com os grandes dos movimentos islamitas da região, entre estes Noordin Mohammed Top, o terrorista mais procurado no Sudeste Asiático que foi morto a tiros em 2009 em uma operação policial realizada depois que organizasse o atentado de julho em Jacarta, no qual morreram nove pessoas.

Bashir é o fundador da polêmica escola islâmica na cidade javanesa de Solo, considerada a fortaleza dos islamitas na qual são formados três dos indonésios radicais executados pelos atentados de Bali e outros cinco fundamentalistas.

Em mais de uma ocasião, Bashir acusou os serviços de inteligência dos Estados Unidos de estarem por trás de alguns dos atentados islamitas executados em solo indonésio.


Fonte: Estadão

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

EUA indiciam 14 por apoio à organização terrorista

O governo dos Estados Unidos anunciou hoje que acusou 14 pessoas de serem participantes de uma "conexão mortífera" que canalizava dinheiro e combatentes dos Estados Unidos para a Somália, para o grupo islamita Al-Shabab.

Os indiciamentos foram feitos em três cidades diferentes dos EUA e refletem uma "tendência preocupante" do esforço de recrutamento de norte-americanos ou de residentes no país, que depois se tornam terroristas, disse o secretário de Justiça do governo americano, Eric Holder.

Holder reconheceu que os líderes da comunidade islâmica nos EUA têm regularmente denunciado terroristas e prestado um auxílio crítico ao governo na luta contra conspirações terroristas e no combate ao radicalismo. "Nós precisamos trabalhar para evitar esse tipo de radicalismo", disse Holder. Pelo menos 7 dos 14 indiciados são cidadãos norte-americanos, a maioria do Estado de Minnesota. Dez dos acusados deixaram os EUA para se juntar à Al-Shabab na Somália.

A Al-Shabab é uma organização insurgente somali que defende um tipo radical de islamismo, semelhante ao praticado pelo grupo Taleban no Afeganistão e em parte do Paquistão. Os EUA e outros países ocidentais acusam a organização, que tem milhares de combatentes na Somália, de possuir laços com a organização terrorista Al-Qaeda.



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Militantes islâmicos são declarados culpados por planejar atentado em NY

NOVA YORK - Dois insurgentes islâmicos foram considerados culpados nesta segunda-feira, 2, por um tribunal federal em Nova York por terem planejado um atentado a bomba no aeroporto internacional John F. Kennedy. 

Russel Defreitas, 67, cidadão americano nascido na Guiana, e Abdul Kandir, 58, também da Guiana, conspiraram para explodir construções, tanques de combustíveis e tubulações no aeroporto. Os dois militantes haviam sido presos em 2007.

Defreitas, ex-funcionário do aeroporto, forneceu informações sobre as passagens e sobre a planta do aeroporto, enquanto Kadir, engenheiro, seria o responsável pela implantação e detonação dos explosivos. Ambos podem pegar prisão perpétua.

Os promotores disseram que os militantes não apenas conversaram, "mas deram passos concretos para a realização dos atentados". Fontes de segurança, entretanto, dizem que o ataque não esteve perto de ocorrer quando eles foram detidos.

Outros dois homens foram presos por participação nos planos. Kareem Ibrahim, de Trinidad e Tobago, deve ser julgado posteriormente e outro guianês, Abdel Nur, foi considerado culpado em junho. Ele foi julgado e acusado separadamente por apoio material ao terrorismo e pode pegar até 15 anos de reclusão. 

Fonte: Estadão

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More