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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Na "moderada" Bósnia - Pregadores islâmicos exigem que não-muçulmanos paguem impostos por suas crenças

Em Sarajevo, um líder wahabita, Husein Bosnić, também conhecido como Bilal, tem pregado para que os não-muçulmanos da Bósnia,  sérvios e croatas, passem a pagar um imposto de 10%, de acordo com a lei islâmica, também chamado de jizah.
Bosnić, um dos principais pregadores do movimento muçulmano wahabita, declarou no seu sermão, que os seus seguidores "não devem agir contra a honra ou vida dos Sérvios e dos Croatas" se estas nações cristãs estiverem "sob a moldura do Islã".
  
O pregador ainda afirma que "as obrigações deles (dos sérvios e dos croatas sob poder muçulmano) a respeito dos privilégios que têm na nossa sociedade são apenas de serem leais e, uma vez por ano, se puderem, pagarem a quantia que o califa determine, tal como os Otomanos determinaram para os Sérvios - dez por cento.

No final do sermão, de quarenta e quatro minutos, Bosnić declara que "o Islã entrará em cada casa".

A porta-voz da Comissão Conjunta de Defesa e Segurança do Parlamento da Bósnia-Heregóvina declarou que as ameaças são uma clara violação da constituição e que a polícia deveria investigar a fundo o que acontece no meio da comunidade wahabita.

Blog De Olho na Jihad com informações do Atlas Shurugs o vídeo do pregador pode ser visto aqui

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Na "moderada" Bósnia e Herzegovina: Islamização causa fuga de cristãos

Segundo o Cardeal Franc Rode, Prefeito da «Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica», a Bósnia está em processo de «islamização crescente» e «os católicos diminuíram muito em consequência disso».

O cardeal ofereceu como exemplo a Diocese de Banja Luka, que antes da guerra (de 1991 a 1995) congregava 150 mil católicos e hoje possui cerca de 35 mil. A maior parte dos fiéis teria deixado o país após ameaças e ataques de extremistas.

O mesmo fenómeno teria acontecido em Sarajevo, cidade de 600 mil habitantes e apenas 17 mil católicos: «Praticamente uma cidade muçulmana, com mais de cem mesquitas construídas nos últimos anos, inclusive em aldeias aonde não havia sequer uma», explica o cardeal.

«Isso demonstra a intenção de islamizar a região de Sarajevo, e a vontade do governo de fazer da República Sérvia um país ortodoxo, onde o governo constrói igrejas ortodoxas», revela.

Para o Cardeal Franc Rode, os católicos são as vítimas principais desta guerra: «Perderam muitas igrejas, destruídas, queimadas; muitos conventos foram demolidos, vários sacerdotes, religiosos e religiosas foram mortos. A tragédia sofrida pela população católica é grande».

O prelado anunciou ainda que o projecto de construção de uma universidade católica em Banja Luka é justamente viabilizar o diálogo inter-religioso.

Segundo alega a organização Católica «Church in Need», a fuga cristã se dá principalemente devido à discriminação, islamização e confiscação de suas propriedades. Durante a guerra fugiram do país cerca de quatrocentos e quarenta mil cristãos. Depois do fim da guerra, as forças islâmicas impediram o regresso de milhares de refugiados que queriam retornar aos seus lares. Consta que o poder muçulmano que daí em diante vingou não devolveu aos seus legítimos proprietários as igrejas, os conventos, os colégios e outros imóveis, contrariando uma sentença ditada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, que tornara obrigatória essa devolução. 
Na Bósnia, que recebe dinheiro saudita, proliferam as mesquitas e desaparecem as igrejas. E as autoridades locais não parecem facilitar a concessão de autorizações para abrir novas igrejas. Exemplo disto é o fato de o próprio cardeal de Sarajevo se queixar de que está há treze anos à espera de permissão para construir uma igreja.

Fontes: Minuto DigitalAlém mar 

domingo, 7 de novembro de 2010

Muçulmanos bósnios postam video em homenagem ao aliado nazista Hajj al-Husseini, mufti de Jerusalém




Pamela Geller relembra: "Durante a Segunda Guerra Mundial, o mufti viveu em Berlim, onde ele conheceu Hitler e transitou pelos altos círculos nazistas (ele até esteve no bunker de Hitler, perto do fim da guerra). Entre seus amigos próximos esteve Adolf Eichmann, que a maioria acredita ter sido o arquiteto do Holocausto. O jornalista Maurice Pearlman, autor do livro de 1947 The Mufti of Jerusalem [O mufti de Jerusalém], disse que o mufti aconselhou Eichmann acerca dos melhores meios de perseguir os judeus. Hitler deu ao mufti uma estação de rádio, que al-Husseini usou para pregar o nazismo e o genocídio em árabe." 

A explicação para o vídeo diz: "Este vídeo é uma pequena contribuição e um pequeno agradecimento dos bósnios ao Grande Mufti de Jerusalém Amin al-Husayni (Que Alá s.w.t esteja satisfeito com ele) por sua liderança espiritual e militar contra os inimigos dos bósníacos [sic], da Fé do Islam e da Pátria."

E no entanto, a Esquerda e seus aliados supremacistas islâmicos querem que você acredite que são os anti-jihadistas que flertam com o nazismo. Ah é, claro.A verdadeira harmonia e convergência de opiniões é do nazismo e os supremacistas islâmicos, como isto aí ilustra mais uma vez.(O vídeo é uma cortesia de Newstime) 

Jihad Watch, 05 de novembro de 2010
Tradução: DEXTRA
(Quem é Hajj Amin al-Husseini?)

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