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terça-feira, 15 de julho de 2014

Hamas contra Israel


Há seis dias o Hamas resolveu enviar centenas de mísseis contra Israel quebrando o cessar-fogo negociado em 2012.

Israel respondeu com ataques cirúrgicos a depósitos de mísseis e destruindo casas dos líderes to Hamas. A pergunta que todos estão fazendo é “o que o Hamas pensa irá ganhar de Israel?”

Se ela sabe que não ganhará esta guerra, então porque provocá-la? Porque colocar alvos militares no meio de sua própria população e causar sua morte?

A situação do Hamas é precária. Quando tomou o poder em Gaza há 7 anos atrás, o cenário era diferente. Havia um regime amigo no Cairo que fechava os olhos para os milhares de mísseis do Irã, Siria e Hezbollah que atravessavam o Sinai em direção à Faixa. Os líderes do Hamas estavam instalados confortavelmente na Síria e eram frequentemente recebidos como chefes de estado tanto pela Arábia Saudita como pelo Irã. Dinheiro não faltava, seus funcionários eram pagos em dia, Israel deixava passar todo tipo de mercadoria além de fornecer energia elétrica de graça. Em troca Israel era bombardeada e tudo estava bem.

Hoje o cenário é bem diverso. Os egípcios, queimados com a Irmandade Muçulmana, não querem nada com o seu braço palestino, o Hamas. Eles fecharam os túneis e o contrabando de armas e transferência de malas de dinheiro cessou. A Síria expulsou seus líderes quando o Hamas se recusou a apoiar o massacre de seus irmãos sunitas por Bashar al-Assad. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas se recusa a transferir dinheiro em parte porque tanto a Europa como os Estados Unidos designaram o Hamas como grupo terrorista e isso poria em risco a ajuda internacional.

Em Gaza, o Hamas está tendo sua liderança questionada por grupos ainda mais radicais como o ISIS ligado à al-Qaeda sunita ou o Jihad Islâmico ligado ao Irã shiita.

Parece absurdo mas a única saída para o Hamas era mesmo um ataque a Israel.
  
O ódio aos judeus é endêmico no mundo muçulmano. Um ataque a Israel é o único método comprovado de unir os piores inimigos como nesta semana foi descrito pelo embaixador de Israel na ONU, Ron Prosor, quando o embaixador saudita e o do Irã colaboraram numa resolução contra Israel. No ocidente, como ainda estamos vendo, a simpatia fica sempre com os palestinos. O Hamas já ganhou tudo isso, independente do resultado desta agressão.

Em 1991 quando Saddam Hussein lançou mísseis scud contra Israel, durante a primeira guerra do Golfo, ele não o fez pensando que iria destruir Israel. O fez para convencer os membros árabes da coalisão a abandonarem o lado americano e se unirem a ele. Saddam sabia que Israel não poderia retaliar e portanto ele só tinha a ganhar com o ataque.

O mesmo se passou com a Hezbollah na Segunda Guerra do Líbano em 2006. O grupo não acreditou realmente que milhares de mísseis iriam destruir o estado judeu. Mas apesar da guerra ter causado a destruição do Líbano, a Hezbollah e o Irã sairam dela como os defensores dos muçulmanos no mundo.

O problema foi que ao impedir Israel de agir decisivamente para ser vitoriosa e ainda, forçar Israel a negociar um cessar-fogo com a Hezbollah, os Estados Unidos efetivamente reconheceram e deram legitimidade ao grupo. Esta legitimidade foi traduzida imediatamente com uma efetiva tomada do poder pela Hezbollah no Líbano. E talvez este tivesse sido seu objetivo desde o começo.

O governo Obama deu ainda mais força à esta posição patética. Tanto em 2009 como em 2012, o presidente americano deixou claro que não iria tolerar uma humiliação do Hamas nas mãos de Israel. 

Do lado palestino, Mahmoud Abbas se colocou inequivocamente do lado do Hamas, repetindo que Israel estaria causando um “genocídio” de palestinos em Gaza. As mílicias da Fattah no entanto, estão se gabando de terem enviado dezenas de mísseis contra Ashkelon e Sderot. No campo diplomático Abbas está ameaçando levar Israel para a Corte Penal Internacional de Justiça ao mesmo tempo em que a incitação na Judéia e Samária estão nos mais altos níveis.

A posição de Israel tem sido clara: se os mísseis pararem, seus ataques também pararão. Mas o Hamas não pára. Ela sabe que quanto mais tempo durar esta violência, mais fortalecida ficará a Irmandade Muçulmana no Egito e mais difícil ficará para al-Sisi continuar com sua fronteira para Gaza fechada. Quanto pior ficar a situação do povo em Gaza, mais pressão será feita contra Israel.

E aí temos a administração Obama. Apesar das declarações oficiais serem de apoio ao direito de Israel de se defender, todas vêm acompanhadas de um aviso para que um desastre humanitário seja evitado. Mas em outros foruns o discurso é outro.

O enviado de Obama para o Oriente Médio, Philip Gordon esteve esta semana numa conferência de paz em Tel Aviv. Sem qualquer explicação ele culpou Israel pela derrocada das negociações mas elogiou profusamente Mahmoud Abbas. E a coisa não parou nas condenações e elogios. Gordon deixou entender que Obama estaria disposto a retirar o apoio americano a Israel na ONU. Ele perguntou “como poderemos evitar que outros estados apoiem os esforços palestinos em organizações internacionais se Israel não está comprometida com a paz?” Até agora não houve qualquer retificação pelo Departamento de Estado americano.

Por último, temos a mídia internacional. Esta, para justificar sua predisposição em favor dos palestinos, só mostra os números. Que em Gaza houve tantos mortos contra um punhado de casualidades israelenses sem noticiar que os mísseis são enviados a Israel de áreas residenciais, que os líderes do Hamas se escondem debaixo de hospitais e escolas, e que procuram o maior número de morte entre os seus para provocar o ultraje to mundo.

Obama escreveu um editorial para o jornal Haaretz esta semana dizendo que “paredes e sistemas de defesa contra mísseis como o Domo de Ferro ajudam a proteger de algumas ameaças, mas a verdadeira segurança só virá com a negociação de um acordo abrangente. Chegar num acordo de paz com os palestinos também ajudará a mudar o sentimento internacional contra Israel e ostracizará os extremistas, aumentando a segurança dos israelenses”.

Infelizmente Obama não entende o problema.

Israel já assinou dúzias de acordos com os palestinos e cada um não valeu o papel em que foi escrito. Isso porque ninguém lida com a base do problema que é o ódio dos árabes aos judeus. E como estamos vendo, o ódio aumenta quanto mais bem-sucedida for Israel. O Hamas não entende como apesar de enviar dúzias de foguetes de uma só vez, nenhum israelense morreu, houve poucos danos materiais e a vida continua.


Como alguém que acredita que nada acontece por acaso e que há um Deus olhando para o que está acontecendo, gostaria de compartilhar com vocês uma curiosidade. Esta operação foi chamada por Israel de Tsuk Eitan, a tradução fica algo como penhasco forte. As primeiras letras são tsadik e alef que perfazem o número 91. 

O Salmo 91 para quem quiser ler, é muito interessante para estes dias. Ele diz que “quem habita na Morada do Altíssimo estará sempre sob Sua proteção”; “Ele o cobrirá com suas asas e sob elas encontrará abrigo seguro. Não temas o terror que campeia durante a noite e nem a flecha que busca seu alvo durante o dia. O Salmo termina dizendo que quando o povo judeu chamá-lo Ele irá responder e fará ver Seu poder salvador”. É o que estamos vendo nos nossos dias. Que Israel continue a ter o mérito desta proteção.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

É PARADOXAL MEU CARO WATSON - NO FACEBOOK AS VIDAS DE CINCO CRIANÇAS PALESTINAS VALEM MAIS QUE DE MIL CRIANÇAS SÍRIAS

Do blog Notícias de Sião

Chamem o Benjamin Netanyahu para fazer um desenho que agora quem não está entendendo nada sou eu!

Numa única chacina, 49 crianças sírias foram assassinadas.
Quantos protestos você viu no Facebook?

Cinco crianças foram mortas na Faixa de Gaza e a brigada-anti-Israel-na-web tomou o Facebook de assalto. O extranho é que mais de mil foram chacinadas na Síria e estes mesmos brigadistas NÃO DISSERAM NADA! Além do mais, as crianças assassinadas na Síria foram escolhidas de forma objetiva, específica, e seus assassinatos eram direcionados. Os assassinos escolhiam as crianças e atiravam friamente com o objetivo único de causar impacto em seus pais, de intimidá-los.

Recentemente um jornalista da CNN levantou esta questão: “Por que um regime, mesmo uma ditadura brutal [como a de Assad], envia seus capangas para matar mulheres, crianças, até bebês? Faz algum sentido, mesmo diante da lógica distorcida que é um conflito armado de rebeldes contra tiranos?”

A resposta a este questionamento é de revoltar qualquer pessoa sensata e não é algo restrito à realidade síria. Há uma “lógica” perversa e doentia que perpassa os demais movimentos daquilo que se convencionou chamar de “Primavera Árabe”. Para os repórteres da CNN que cobrem a guerra civil síria, Bashar al Assad está tentando restaurar o equilíbrio através do medo, pois este é a arma mais poderosa que os tiranos tiveram nas mãos ao longo da história. E matar crianças faz parte desta macabra estratégia de intimidar a oposição.

Já as crianças que morrem em Gaza prestam-se, involuntariamente é claro, a outro macabro papel: Servir de propaganda midiática para os escusos propósitos do grupo terrorista Hamas. Estas crianças, que já tem suas mentes obliteradas pelo massacrante doutrinamento islâmico, são agora usadas como escudos humanos com o propósito único de gerar fotos como estas que estão sendo usadas no Facebook.

O que tenho achado interessante, para não dizer outra coisa, é o paradoxo de alguns desses protestos. Afinal de contas, entre os milhares de mortos na Síria, além das crianças e mulheres, há dezenas de homossexuais, pois tanto o regime de Bashar al Assad quanto os rebeldes têm ojeriza a tal “diversidade”. Entretanto, muitos dos facebookianos anti-Israel surpreendente são gays ou simpatizantes da causa. Fico cá com uma dúvida: Estes nobres defensores das crianças árabes são mal informados, estúpidos ou as duas coisas juntas?

Respondendo a uma das provocações que li no Facebook eu escrevi a seguinte mensagem logo abaixo da foto das crianças mortas em Gaza:


“É realmente impressionante a insensatez dos pais árabes! Enquanto Israel constrói abrigos anti-bombas para proteger suas crianças dos mais de 1.400 mísseis que foram lançados SÓ NESTE ANO CONTRA ISRAEL, os árabes colocam suas crianças justamente nos locais de onde partem os foguetes, pois sabem que Israel terá que neutralizar as bases de lançamento e com isso imolam seus filhos em troca de fotos como estas. Fazer o que, está no DNA religioso deste povo oferecer os filhos para a morte. E a sorte deles é que se trata de Israel, que tem uma política de atacar apenas os pontos de lançamento, pois se a guerra fosse entre eles mesmos aí é que a coisa seria feia. Haja visto o que está acontecendo com as crianças da Síria e que podes ver nesta reportagem de um jornalista… árabe.”

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ASSISTIR REPORTAGEM DA TV CNN SOBRE A MORTE DE CRIANÇAS ÁRABES LEVADA A CABO PELOS PRÓPRIOS ÁRABES

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sábado, 29 de outubro de 2011

Força Aérea Israelense elimina cinco militantes da Jihad Islâmica

"O inimigo sionista pagará muito caro..."
O Exército israelense confirmou o ataque aéreo contra um comando da milícia palestina Jihad Islâmica, provocando cerca de cinco mortos e 11 feridos. Dentre eles, Ahmed Sheij Jalili, um líder do braço armado especializado na fabricação de mísseis.

"O comando terrorista atingido estava se preparando para lançar um foguete de longo alcance e é o responsável pelo disparo de um míssil Grad contra o sul de Israel na última quarta-feira", comunicou através de uma nota o porta-voz militar.

Os dois mísseis de um helicóptero de combate israelense atingiram um campo de treinamentos das Brigadas Al Quds, o braço armado da Jihad Islâmica, situado no sul de Gaza. Segundo fontes sanitárias na região, o número de mortos poderia ter sido maior.

A Jihad Islâmica advertiu com uma "resposta dolorosa" pela morte dos seus militantes, que estavam atuando num mais que provável lançamento de mísseis e foguetes contra as populações do sul de Israel. "O inimigo sionista pagará muito caro por este crime", ameaçou o porta-voz da Jihad, Abu Ahmed.

Pela primeira hora da tarde, como já estava previsto, as milícias dispararam vários mísseis contra o sul de Israel, atingindo, dentre outros alvos, uma escola na cidade de Ashdod. Por ser dia festivo (o Shabat judeu), estava vazia - por isso não havia feridos no local. Às cinco horas da tarde, as constatações afirmavam que apenas houve uma israelense ferida.

Mesmo assim, o grupo islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza, acusou Israel de "promover esta escalada", advertindo que agora "deverá assumir as consequências".

A Jihad reivindicou os ataques desta tarde contra o sul de Israel, basicamente à cidade de Ashdod, que sofreu o impacto de sete mísseis em três horas. A Polícia e a Retaguarda Civil no sul de Israel elevaram o estado de alerta.

O disparo do míssil Grad, na quarta-feira passada, atingiu uma região próxima da cidade israelense de Ashdod, rompendo uma trégua de vários meses, fortalecida nas últimas semanas devido às negociações entre Israel e Hamas para a troca, no dia 18 de outubro, do soldado cativo Gilad Shalit pelos primeiros 477 presos palestinos. Dentro de um mês, Israel libertará mais 550 réus.

Fonte: El Mundo
Tradução: Jônatha Bittencourt, Editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.  

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Israel responde aos ataques e terroristas continuam com a violência


RAFAH — (AFP) - Os ataques da quinta-feira que resultaram na morte de oito pessoas no sul de Israel, atribuídas pelo Estado hebreu a um grupo radical palestino de Gaza, provocou uma série de episódios de violência, inclusive no Egito.

"Se o Hamas (no poder em Gaza) quer uma escalada, vão pagar um preço alto", advertiu nesta sexta-feira o porta-voz do Exército israelense, general Yoav Mordehai.

O general Mordehai não descartou realizar uma operação terrestre contra o movimento islâmico palestino que controla a Faixa de Gaza, acusado por Israel de ser responsável, pelo menos indiretamente, pelos ataques de quinta-feira.

A polícia israelense está em estado de alerta em todo o país.

Nas últimas horas, combatentes da Faixa de Gaza dispararam uma dúzia de foguetes contra o sul de Israel, afirmaram fontes palestinas e israelenses.

Os Disparos foram seguidos de ataques aéreos israelenses no território palestino.

Segundo fontes médicas, dois palestinos morreram em ataques aéreos israelenses.

A primeira vítima foi Mohamed Enaya, de 22 anos, atingido no bairro de Zeitun, no sul da cidade de Gaza, informaram fontes médicas palestinas.

A outra morte também foi registrada em Gaza, quando um membro não identificado dos Comitês de Resistência Popular (CRP), grupo radical da região, morreu em outro ataque aéreo no norte do território palestino, de acordo com fontes médicas palestinas e com o próprio grupo ao qual pertencia.

Na quinta-feira, sete palestinos foram mortos durante os ataques aéreos de Israel à Faixa de Gaza realizados após o ataque triplo no balneário de Eilat, no sul de Israel.

Quatro diretores dos CRP, segundo o Shin Beth (serviço de segurança interna de Israel), estavam "envolvidos nos ataques" de ontem e foram mortos, entre eles o chefe da organização radical em Gaza, Kamal al-Nayrab.

Os CRP que reúnem combatentes de todos os movimentos palestinos, nacionalistas e islamitas, negaram serem responsáveis pelos ataques anti-israelenses.

"Nós saudamos (esta operação) e estamos orgulhosos, mas não a reivindicamos", declarou nesta sexta-feira um porta-voz dos CRP à AFP.

Sete combatentes foram mortos durante uma série de ataques cuidadosamente coordenados na área de Eilat, no litoral do Mar Vermelho, próximo à fronteira egípcia, segundo o general Tal Rousso, comandante da região sul. Um deles morreu "acionando seu cinto de explosivos".

No Egito, seis policiais foram mortos entre ontem e hoje em circunstâncias ainda não esclarecidas, na fronteira com Israel.

O jornal Al-Ahram publicou nesta sexta-feira a declaração de uma autoridade de alto escalão egípcia, dizendo que os policiais foram mortos por homens armados que tentavam entrar no Egito a partir de Israel.

Na quinta-feira, um oficial militar contou à agência de notícias Mena que eles foram mortos por um foguete lançado por um helicóptero de combate israelense que tinha como alvos militantes em fuga.

A imprensa israelense apresentava nesta sexta-feira manchetes sobre "ataques terroristas no sul" que custaram a vida de seis civis, entre eles duas irmãs mortas com seus maridos, mesmo com o alerta sobre uma operação iminente de grupos palestinos.

Os jornais estão preocupados com o risco de uma deterioração da segurança entre Israel e Egito. "A paz com o Egito constitui um pilar da segurança de Israel faz três décadas e foi severamente abalada", afirmou o jornal Haaretz. O jornal de grande tiragem Yediot Ahanot afirma que Israel "não deve se contentar em completar a construção de um muro de segurança cercando as fronteiras do país, mas deve empregar a força" para prevenir novos incidentes.

O governante egípcio da província do Norte - Sinai, Abdel Wahab Mabruk, assegurou que os autores dos ataques em Israel não chegaram ao Egito, referindo-se a estritas medidas de segurança na região.

O Exército e a polícia egípcia fazem uma campanha durante muitos dias contra membros de um grupo armado acusado de ter explodido um gasoduto que fornece gás à Israel e de ter atacado um posto de polícia.

A Casa Branca, a ONU e a União Europeia condenaram os ataques em Israel. A Secretária de Estado Hillary Clinton pediu que o Egito garanta a segurança no deserto do Sinai, para onde o chefe do Estado-Maior do Exército egípcio, Sami Anan, deve ir para liderar uma investigação sobre as mortes dos policiais egípcios.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Aviação israelense ataca zonas da Faixa de Gaza


Gaza, 5 ago(Prensa Latina) A aviação de Israel atacou hoje cinco áreas na Faixa de Gaza depois do lançamento por palestinos de foguetes Grad contra vários estabelecimentos fronteiriços, informaram fontes militares.

  Segundo o diário israelense Haaretz, que cita fontes militares, ontem à noite um foguete caiu em um lugar descampado da cidade de Kiryat Gat, o terceiro em 24 horas, mas não causou feridos nem danos materiais.

Um porta-voz do exército indicou que os aviões atacaram três túneis utilizados para ações da resistência palestina e dois lugares no centro e sul de Gaza, que -segundo a fonte- eram dedicados ao treinamento de milícias.

O porta-voz agregou que suas tropas "responderão com a força contra qualquer organização terrorista que atente contra a forma de vida ou faça dano aos cidadãos de Israel".

Esse oficial disse que dois mísseis foram disparados na quarta-feira desde o território palestino e um caiu próximo de Ashkelon e o outro próximo de Kiryat Gat. Uma mulher ficou levemente ferida na segunda-feira quando um foguete Qassam caiu próximo de um assentamento.

Também acrescentou que o exército atacou a zona oriental de Gaza para tratar de destruir a base desde onde dispararam e na operação dois palestinos foram feridos, ainda se desconhece se são vítimas civis.

Por sua vez, as Brigadas de Abdullah Azzam assumiram a autoria dos ataques com foguetes contra localidades fronteiriças com a Faixa de Gaza.

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domingo, 5 de junho de 2011

Oposição síria afirma que os manifestantes dos distúrbios na fronteira com Israel neste domingo foram pagos pelo regime de Assad


           

Membros do Reform Party of Syria, informaram que os manifestantes sírios dos distúrbio deste domingo na fronteira de Israel, eram miseráveis agricultores da comunidade Drusa de Majdal Shams, pagos pelo regime de Bashar Assad. A intenção de Assad, seria desviar à atenção do massacre que este promove contra a população na Síria.

Funcionários do governo sírio, informaram que neste domingo 23 pessoas foram mortas e 350 foram feridas. O Exército Israelense rejeitou os números afirmando que estes são exagerados.

Segundo as informações dos oposicionistas de Assad, os agricultores são imigrantes do nordeste que foram ao sul para fugirem da seca. Eles foram para a fronteira com o objetivo de renovar o "Nakba Day".

Os opositores sírios informaram ainda que foi prometido a cada agricultor que aparecesse no comício o valor de 1.000 dólares, e caso algum fosse morto pelo IDF a família receberia 10.000 dólares. Valores bastante altos, já que os agricultores recebem por mês cerca de 200 dólares.

Blog de Olho na Jihad

Fonte: Ynet News


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domingo, 17 de abril de 2011

Israel prende dois palestinos por morte de família

Israel prendeu neste domingo dois palestinos supostamente responsáveis pela morte a facadas de cinco integrantes de uma família de colonos na Cisjordânia no mês passado, informaram autoridades. O serviço de segurança israelense, Shin Bet, afirmou que os palestinos cometeram o ataque no assentamento de Itamar, no interior da Cisjordânia.

No ataque de 11 de março, foram mortos enquanto dormiam dois adultos e três de seus filhos, entre eles um menino de 4 anos e sua irmã de três meses. A violência do ataque e a idade das vítimas impactaram os israelenses.

As autoridades disseram que os suspeitos, adolescentes da vila palestina de Awarta, confessaram os assassinatos. Cinco cúmplices também foram presos. Israel já realizou várias prisões em Awarta desde o ataque. As informações são da Associated Press. 

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sábado, 2 de abril de 2011

Hamas ameaça Israel com represálias após morte de três membros do grupo

O movimento radical palestino Hamas, que controla Gaza, ameaçou neste sábado Israel com represálias pela morte, em um ataque aéreo, de três militantes que, segundo o grupo, não pretendiam sequestrar israelenses, como alegou o Exército.

Três comandantes locais do braço armado do Hamas, as Brigadas Ezedine al-Qasam, morreram durante a madrugada perto de Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, segundo um comunicado do grupo.
Ismail Lubad, Abdallah Lubad e Mohammed El Daya serão sepultados ainda neste sábado. Ismail Lubad foi segurança do antigo líder do Hamas Abdelaziz Rantisi, morto em 2004 em um ataque aéreo israelense em Gaza.

O Exército israelense afirmou que o ataque, planejado em conjunto com o Shin Beth, serviço de segurança interna, foi uma operação preventiva contra membros do Hamas que pretendiam sequestrar turistas israelenses no deserto do Sinai por ocasião da Páscoa judaica.

No comunicado, o porta-voz das Brigadas Ezedine al-Qasam, Abu Obeida, qualifica de "inépcia" as alegações israelenses.

"Se o inimigo quer brincar com fogo, então será destruído com fogo", advertiu.

Fonte: Radio Nederland 

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terça-feira, 22 de março de 2011

Ataque de Israel mata cinco na Faixa de Gaza

Cinco palestinos foram mortos nesta terça-feira (22) por um ataque de artilharia israelense na Cidade de Gaza, disse um porta-voz dos serviços de emergência locais.

O exército de Israel ainda não comentou o ataque, ocorrido pouco após quatro foguetes Qassam serem disparados contra o país.

"Quatro foguetes foram disparados em Israel de Gaza, três no norte e um no sul", disse uma porta-voz militar israelense. Os foguetes não causaram estragos nem deixaram feridos.

As mortes ocorrem após dias de violência na fronteira, elevando as tensões entre Israel e o movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

A instabilidade renova os temores de que possa haver uma invasão militar israelense em Gaza, para impedir o lançamento de foguetes. As informações são da Dow Jones.

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terça-feira, 15 de março de 2011

Marinha Israelense intercepta navio com armas do Irã para Gaza

A Marinha de Israel apreendeu um navio que seguia pelo Mar Mediterrâneo hoje, afirmando que a embarcação levava uma grande quantidade de armas da Síria para militantes palestinos na Faixa de Gaza. Um comunicado dos militares disse que não houve resistência, durante a inspeção de rotina a 320 quilômetros da costa israelense. Israel acredita que o armamento provém do Irã e estava destinado ao Hamas.

O general Avi Benayahu, um porta-voz militar, disse à Rádio Israel que pelo menos três caixas com armas foram encontradas. Centenas de outras caixas eram inspecionadas, após o navio ser escoltado até o porto israelense de Ashdo.

O navio havia zarpado do porto sírio de Latakia e parou em Mersin, na Turquia, antes de seguir para Alexandria, no Egito, informaram os militares. A Turquia não tinha envolvimento com o lote de armas, segundo Israel.

Os militantes em Gaza, território controlado pelo grupo islâmico Hamas, usam uma rede de túneis para contrabandear armas do Egito. Funcionários israelenses dizem que esse contrabando aumentou desde o fim de janeiro, quando um levante popular contra o então presidente egípcio, Hosni Mubarak, levou à retirada de algumas forças policiais da fronteira com Gaza.

Israel realiza um bloqueio por terra e mar em Gaza, para isolar o Hamas, que é apoiado pela Síria. Benayahu disse que Israel suspeita que a Síria esteja por trás do carregamento de armas. O navio, chamado Victoria, é operado por uma companhia francesa. Ele viajava sob a bandeira da Libéria, informaram os militares.

Dois anos atrás, israelenses apreenderam um navio que segundo os militares estava com centenas de toneladas de armas iranianas, incluindo foguetes, para a milícia libanesa do Hezbollah, também hostil a Israel.

Fonte: Jerusalem Post

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Aviação israelita volta a bombardear a Faixa de Gaza

Em represália pelo recente lançamento de dois mísseis de tipo Grad contra o Sul de Israel, a aviação israelita despertou esta manhã a Faixa de Gaza com vários ataques que fizeram quatro feridos e provocaram vários estragos, segundo a AFP.

De acordo com os serviços de segurança palestinianos, durante toda a manhã os aparelhos israelitas atacaram dois campos de treino do grupo radical Jihad Islâmica: um na localidade de Khan Younès e outro perto de Nousseirat, no centro do território.

Atingir “um certo número de ninhos terroristas” em resposta aos mísseis e granadas lançadas sob a região Sul de Israel seria o objectivo do Exército israelita.

Segundo a agência francesa, no início da tarde as forças aéreas de Israel atingiram um centro de treino das Brigadas Ezzedine al-Qassam, o braço armado do movimento islâmico Hamas (no poder em Gaza).

O porta-voz dos serviços de saúde em Gaza, Adham Abou Selmya, declarou à AFP que quatro pessoas de uma mesma família, incluindo uma criança de 18 meses, foram feridas enquanto circulavam de carro numa zona próxima à dos locais atingidos.

Estes ataques acontecem na sequência da queda de dois mísseis em Israel, e depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter avisado os palestianos para “não testarem a paciência israelita”. O lançamento de um dos mísseis contra Beersheva, capital do deserto de Neguév, a 40 quilómetros de Gaza, exaltou particularmente os ânimos de Telavive, já que o lançamento deste tipo de mísseis nesta localidade não acontecia desde a devastadora ofensiva israelita verificada entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009.

O Hamas, que deseja manter-se no poder em Gaza e relembrando a morte dos 1400 palestinianos que resultou da ofensiva dos últimos anos, já fez saber que não quer continuar a medir forças com Israel, mas os ataques continuam. E vêm dos dois campos de batalha.

Fonte: Público 

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Israel bombardeia Gaza pela segunda vez em 12 horas

Aviões militares israelitas bombardearam esta quarta-feira três pontos de Gaza, sem fazer vítimas, no segundo ataque nas últimas 12 horas.

Caças F-16 atacaram duas localidades do Hamas na faixa de Gaza e um campo de treino da Jihad Islâmica, segundo testemunhas.

O Exército disse em comunicado que o bombardeamento foi uma resposta aos quatro foguetes lançados desde segunda-feira a partir de Gaza contra as localidades vizinhas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Morteiro fere dois em Israel, soldados matam militante da Jihad Islâmica

NABLUS, Territórios Palestinas — Soldados israelenses mataram um militante do grupo radical Jihad Islâmica neste sábado, quando ele corria na direção de um posto de controle na Cisjordânia, enquanto um morteiro disparado da Faixa de Gaza feriu dois trabalhadores estrangeiros no sul de Israel, um deles gravemente.

Na Cisjordânia, testemunhas palestinas relataram à AFP que Khaldun Samudi, de 23 anos, foi atingido por vários tiros enquanto se aproximava correndo do posto militar israelense, perto de Nablus.

De acordo com oficiais palestinos, Samudi era membro do grupo radical Jihad Islâmica, que atua na cidade de Jenin (norte). Ele é o quarto palestino morto na Cisjordânia em uma semana.

O exército israelense indicou que seus soldados atiraram contra Samudi porque ele corria armado de "dois explosivos e uma faca".

O homem saiu de um taxi e se dirigiu imediatamente para os soldados encarregados do posto de controle gritando "Allahu Akbar" ("Deus é grande", em árabe), segundo um porta-voz militar.

Samudi ignorou as ordens de parar, e então os militares abriram fogo. O exército precisou chamar uma equipe do esquadrão antibombas para desativar os explosivos que ele carregava.

O corpo de um homem nu foi visto sendo retirado do local em uma ambulância.

O general Adnan Zamiri, porta-voz das forças de segurança palestinas, condenou o que chamou de "o último crime dos ocupantes israelenses, que querem empurrar os palestinos para o confronto".

No dia 2 de janeiro, outro palestino foi morto no mesmo posto de controle por militares israelenses.

Também neste sábado, um morteiro disparado de Gaza feriu dois trabalhadores estrangeiros e danificou o prédio de um kibbutz no sul de Israel, segundo informações da rádio militar.

O exército não revelou a nacionalidade das vítimas, mas disse que outros dois tiros de morteiro felizmente explodiram nos campos do kibbutz, sem ferir ninguém.

A Brigada Al-Quds, braço armado da Jihad Islâmica, assumiu a autoria dos disparos em um comunicado.

Na sexta-feira, um soldado israelense foi morto e quatro ficaram feridos em uma explosão acidental durante um tiroteio na fronteira da Faixa de Gaza, de acordo com um porta-voz militar.

Uma unidade surpreendeu terroristas que aparentemente tentavam instalar explosivos perto da barreira de segurança que separa Gaza do território israelense.

Os soldados abriram fogo, mas um morteiro que tentaram disparar explodiu "acidentalmente por motivos desconhecidos", matando um soldado e ferindo quatro, incluindo um oficial.

Segundo o exército israelense, militantes palestinos em Gaza dispararam 230 foguetes e morteiros contra Israel no ano passado.

Fonte: AFP

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Aviação israelita bombardeia dois pontos de Gaza

A aviação israelita bombardeou esta quarta-feira um centro de treino da milícia do Hamas e um túnel de contrabando em Gaza, após o lançamento de um foguete Qassam contra o seu território, informaram fontes de segurança israelitas e palestinianas.

Realizados durante esta madrugada no centro e no sul da faixa, os bombardeamentos causaram ferimentos e danos materiais.

Escavado na fronteira com o Egipto, o túnel foi bombardeado e destruído por caças-bombardeiros F-16.

O Exército israelita informou em comunicado que os ataques respondem ao lançamento de um foguete Qassam contra o seu território. O Hamas ordenou a evacuação esta quarta-feira de todos os centros de segurança e militares pelo temor de novas operações de represália israelitas.

Desde a ofensiva israelita em Gaza «Chumbo Fundido» há dois anos, na qual morreram 1,4 mil palestinianos, os lançamentos palestinianos de foguetes e as operações israelitas foram esporádicas, embora nas últimas semanas tenha ocorrido uma escalada da tensão.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Por causa de foguetes cidade israelense perto de Gaza se torna bunker

Adriana Carranca - O Estado de S.Paulo

O novo condomínio em construção na pequena Sderot, ao sul de Israel, tem vista para a conturbada Faixa de Gaza - o território governado pelo grupo islâmico Hamas de onde são disparados os foguetes Qassam que aterrorizam a população. A poucos metros da fronteira, as casas são capazes de suportar os 90 quilos de peso e 10 quilos de explosivos dos novos modelos do artefato usados pelos milicianos. Sderot é uma cidade-bunker.


Com 20 mil habitantes, a pequena Sderot vive um boom imobiliário, segundo o representante da comunidade local, Salan Halvey, desde o início da reforma em massa que transformou locais públicos, parques de diversão, creches, escolas, clínicas e hospitais em bunkers. Prédios e casas residenciais antigos ganharam um anexo: quarto e banheiro anti-foguetes.


As obras foram uma conquista da comunidade junto ao governo de Israel. Após a operação na Faixa de Gaza, entre 27 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro de 2009, uma ofensiva militar que deixou 1,4 mil palestinos mortos, os moradores de Sderot imaginavam uma trégua por parte dos grupos islâmicos.


"Houve um período de calmaria e a situação é hoje melhor do que antes. Mas os ataques não cessaram por completo e já atingem áreas vizinhas ainda desprotegidas", diz Halvey. Nos últimos seis meses, segundo ele, houve 283 incidentes em Sderot, entre foguetes disparados de Gaza, bombas e tentativas de suspeitos de atravessar a fronteira.


Na semana passada, um foguete disparado de Gaza atingiu a cidade de Ashkelon, a 21 quilômetros da fronteira. O prefeito Benny Vaknin tem feito campanhas junto a instituições judaicas para levantar fundos e copiar o exemplo de Sderot, reforçando a defesa de Ashkelon.


O Hamas nega o envolvimento do grupo com os disparos recentes, mas não é capaz de conter a ofensiva de militantes de pequenos grupos aliados, como o Exército do Islã. E isso ajuda a minar a confiança dos israelenses em qualquer acordo de paz com o grupo que governa Gaza. "No entendimento de Israel, se o Hamas governa a Faixa de Gaza, é responsável pelo controle dos ataques feitos de seu território", disse ao Estado Mark Regev, porta-voz do premiê israelense, Binyamin Netanyahu.


Desde o início da Segunda Intifada, em outubro de 2001, quando foguetes Qassam, começaram a ser disparados contra Sderot, 15 israelenses foram mortos. Uma nova ofensiva voltou a ser discutida na Knesset, o Parlamento israelense, na semana passada. Em retaliação ao disparo de 180 foguetes desde janeiro, segundo o governo, o Exército de Israel intensificou as operações em Gaza. Na semana passada, foram bombardeados alvos do Hamas e túneis clandestinos na fronteira com o Egito, segundo Israel, usados para o contrabando de armas e dinheiro para Gaza.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Exército israelense prende deputado do Hamas

O exército israelense deteve nesta terça-feira um deputado do grupo radical islâmico Hamas perto de Hebron, na Cisjordânia, indicaram fontes palestinas.

Mohamed al-Til, liberado por Israel há um ano após passar três anos preso, foi detido por soldados israelenses em sua residência no sul de Hebron, informou à AFP seu irmão Osman al-Til.

Omar Abdelrazaq, membro de alto escalão do Hamas na Cisjordânia, confirmou a prisão, que eleva a quatro o número de deputados do grupo radical presos recentemente por Israel, segundo fontes do Hamas.

Estas pessoas fazem parte das dezenas de parlamentares e ministros do Hamas detidos por Israel após a captura do soldado israelense Gilad Shalit, em junho de 2006, por grupos armados palestinos na fronteira com a Faixa de Gaza.

Tropas israelenses matam militante perto da fronteira com Gaza

Tropas israelenses mataram na terça-feira um militante palestino na Faixa de Gaza que havia se aproximado da fronteira, disseram autoridades. Foi o mais recente incidente violento na tensa divisa. 

O Exército israelense declarou em comunicado que soldados com apoio aéreo começaram a atirar contra um grupo de militantes que estava instalando explosivos na cerca fronteiriça, atingindo um deles. 

Segundo autoridades médicas palestinas, o militante, membro dos Comitês de Resistência Popular, foi morto ao se aproximar da fronteira israelense. Pelo menos mais uma pessoa ficou ferida. 

Israel e Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, disseram que querem evitar o aumento da violência. No entanto, foguetes e granadas foram disparados de Gaza quase que diariamente neste mês contra o sul de Israel, e forças israelenses atacam com frequência alvos militantes no território costeiro.
(Reportagem de Saleh Salem) -Reuters

domingo, 28 de novembro de 2010

Soldados israelenses ferem 4 palestinos na fronteira

AE - Agência Estado - Soldados israelenses atiraram e feriram quarto palestinos, neste domingo, durante busca por materiais de construção perto da fronteira de Gaza com Israel, de acordo com fontes da área médica e militar.

Um adolescente de 15 anos estava entre os atingidos, no norte da cidade Beit Hanun, segundo um porta-voz para services de emergência.

O exército de Israel confirmou que seus soldados atiraram contra pessoas que se aproximavam da fronteira depois que estes se recusaram a responder aos tiros de advertência. "Os soldados atiraram em direção a parte baixa do corpo", segundo o porta-voz.

A população regularmente se arrisca na procura por materiais nas ruínas de prédios abandonados na fronteira, apesar da proximidade da zona de exclusão de 300 metros imposta pelos israelenses.

Israel afirma que esta área é indispensável para evitar que atiradores palestinos e bombas atinjam seu território.

Na manhã do domingo, militantes no norte de Gaza lançaram um artefato em direção a Israel, mas não houve feridos nem danos, disse o exército.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Israel matém Abdullah Abu-Rahmeh preso

AE - Agência Estado - Os militares de Israel confirmaram que estão estendendo a detenção de um proeminente ativista palestino e afirmam acreditar que Abdullah Abu-Rahmeh, se for solto, voltará a liderar protestos violentos. Abu-Rahmeh deveria ser libertado nesta semana, após passar um ano na prisão, condenado por incitamento à violência.

O Exército de Israel, contudo, disse que um tribunal militar ordenou que Abu-Rahmeh fique preso até que as autoridades analisem um pedido dos promotores para que a sentença dele seja prolongada. Não foi fixada uma data para o tribunal se reunir.

Abu-Rahmeh liderou manifestações semanais no vilarejo de Bilin, na Cisjordânia, contra o muro de separação que Israel constrói entre a Cisjordânia e o território israelense.

A União Europeia condenou a sentença emitida contra Abu-Rahmeh e disse que isso foi uma violação da liberdade de expressão. As informações são da Associated Press.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Jatos israelenses atacam alvos em Gaza após disparo de foguete

REUTERS - Aviões de guerra israelenses atacaram três alvos na Faixa de Gaza na sexta-feira em resposta ao lançamento de um foguete e de morteiros por militantes, informou o Exército de Israel.

Ao menos quatro pessoas, três mulheres e um garoto, ficaram feridas num dos ataques na região central da Faixa de Gaza, quando um prédio vazio perto de onde estavam desabou após ser atingido, afirmaram moradores.

Os ferimentos não foram considerados graves a ponto de ameaçar a vida das vítimas, disse uma fonte do hospital em Gaza.

Outros dois ataques foram feitos contra alvos perto da cidade de Khan Younis, na parte sul do território. Um deles era um campo de treinamento pertencente ao grupo militante Jihad Islâmica. Não havia notícias de fatalidades.

Um porta-voz militar israelense afirmou que três ataques aéreos haviam sido desferidos contra alvos militantes na faixa costeira.

"Dois dos três alvos eram túneis de tráfico em construção e foram destruídos", disse o porta-voz, que não especificou a natureza do terceiro alvo.

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