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sábado, 21 de maio de 2011

Deputado norueguês alerta sobre os perigos da islamização de seu país




O deputado Christian Tybring-Gjedde, do Partido do Progresso, alerta sobre os efeitos da islamização de seu país. Segundo ele, no Vale Grorud, garotas norueguesas loiras são obrigadas a pintar seus cabelos de preto, crianças são ameaçadas se levarem salame como merenda, além de apanharem se não as derem mais tempo para jogar bola. Várias pessoas estão mudando de alguns bairros, devido à mudança étnica que ocorre.

Ele ainda cita Patrick Aserud, que trabalha em um jardim de infância em Grorud, como sua esposa. Ambas são pessoas com recursos, mas eles não podem aguentar os experimentos demográficos do Partido Trabalhista Norueguês. Como Patrick me disse: "Uma auto-aniquilação étnica e cultural está tomando lugar e, pior de tudo, nós estamos permitindo que aconteça". 

Tradução Mente Conservadora

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Liga Árabe adverte contra 'utilização' de ataques contra cristãos

(AFP) – BAGDÁ — O secretário-geral da Liga Árabe, Amr Mussa, advertiu neste sábado em Bagdá contra qualquer "utilização" pelas potências estrangeiras dos ataques contra cristãos no Oriente Médio, como pretexto de ingerência nos assuntos da região.

"Utilizar estes acontecimentos para intervir é algo que não podemos aceitar", declarou Mussa em uma coletiva de imprensa em Bagdá, em resposta a uma pergunta sobre o risco de que estes ataques sejam um pretexto para interferências por parte de potências estrangeiras.

 
"É preciso ser firme quando se dialoga com as potências que têm algo a dizer a respeito (...)", disse, por sua vez, o chefe da diplomacia iraquiana, Hoshyar Zebari.

"O que aconteceu nos preocupa muito", acrescentou, referindo-se ao ataque contra a igreja copta de Alexandria (Egito), que deixou 21 mortos na madrugada de 1 de janeiro, e a uma série de ataques contra cristãos do Iraque nos últimos meses.

Os cristãos "formam parte do mundo árabe e é preciso protegê-los", disse o ministro.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Papa pede por liberade religiosa nos países muçulmanos

O papa Bento 16 disse na quinta-feira que todos os Estados deveriam garantir a todas as pessoas a liberdade de praticar sua fé publicamente, numa crítica clara a alguns países muçulmanos onde os direitos religiosos são restritos.


O papa fez o apelo em um documento de quase 200 páginas chamado "exortação apostólica", no qual propõe reflexões sobre o sínodo dos bispos de 2008, ocorrido no Vaticano, sobre o tema da "Palavra de Deus".


Ele afirmou que a Igreja Católica respeita todas as religiões; e uma seção à parte do documento é dedicada à relação com os muçulmanos.


"Ao mesmo tempo, o diálogo não vai se mostrar frutífero a menos que inclua um respeito autêntico a todos e a capacidade de todos praticarem livremente a sua religião", afirmou ele.


"Respeito e diálogo requerem reciprocidade em todas as esferas", disse o pontífice, acrescentando que isso deveria incluir o direito de se professar uma religião "particularmente e em público e que a liberdade de consciência seja efetivamente garantida a todos os fieis".


"Reciprocidade" é o termo usado pela Igreja Católica Romana para exigir direitos plenos aos cristãos nos países islâmicos, onde as leis os proíbem de praticar abertamente sua religião. Ela já pediu por reciprocidade várias vezes à Arábia Saudita.


Ao menos 3,5 milhões de cristãos de todas as denominações vivem na região do Golfo Pérsico, local de origem do Islã, que abriga algumas das sociedades árabes muçulmanas mais conservadoras do mundo.


A liberdade de praticar a cristandade, ou qualquer outra religião diferente do Islã, nem sempre é permitida no Golfo e varia de país a país. A Arábia Saudita, que segue uma forma austera do Islã sunita, tem as restrições mais duras.


O Vaticano afirma que os cristãos nos países de maioria muçulmana deveriam ser autorizados a praticar a religião de forma aberta, assim como ocorre com os muçulmanos nos países de maioria cristã na Europa.


Na Arábia Saudita, que abriga os locais mais sagrados do Islã, qualquer forma de adoração não-muçulmana ocorre em ambientes privados. A conversão de muçulmanos pode ser punida com a pena de morte, embora condenações desse tipo sejam raras.


As missas e os encontros religiosos em geral ocorrem em residências de diplomatas, mas o acesso é limitado. Assim, os cristãos costumam se reunir em salas de hotel, correndo um grande risco.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Libanês Uqab Saqr critica o Hezbollah, advertindo que ela pode se tornar "uma máfia".



Em uma entrevista concedida a rede de televisão Abu Dhabi em 31 de outubro o libanês Uqab Saqr falou um pouco da milícia xiita Hezbollah. A entrevista demonstra, que nem todo o Líbano apóia a posição do grupo.

Uqab declara: “Não vamos ceder à pressão ou ameaça. Se o Hezbollah quer repetir o erro de 7 de maio, que irá conduzir o país em um estado de caos. “Vamos enfrentar esse caos através das instituições e da lógica da política, não pelos meios militares, no entanto, o Hezbollah será apresentado como uma questão central”.

Ao falar do “sete de maio” Uqbab referia-se ao confronto iniciado em 07 de maio de 2008 quando o grupo xiita rebelou-se contra as decisões do governo de destruir a rede de comunicações do Hezbollah e demitir o chefe de segurança do aeroporto de Beirute, que era ligado à facção. Com a insurgência o grupo assumiu o controle de partes de Beirute, e iniciou um confronto com grupos pró-governo na capital libanesa, também explodiu um violento confronto no Leste de Beirute e nas montanhas, onde tropas dos seguidores do líder druso Walid Jumblatt trocaram tiros e granadas com milícias aliadas ao Hezbollah.

Uqab Saqr também falou sobre a “resistência palestina” encabeçada pelo Hezbollah:

“Gostaria de lembrar que com o Hezbollah a chamada “resistência palestina” controlou o Líbano, e causou o caos na segurança do povo e na segurança militar do sul do Líbano...” Perguntado pelo repórter se a milícia xiita continua causando o mesmo tipo de caos, Saqr responde: Sim, de certa forma, eles começaram a causar esse tipo de problema, mas é preciso lembrar a resistência palestina, que o povo do sul do Líbano que enfrentou Israel, também jogaram arroz nos tanques israelenses e comemoraram com o inimigo, a fim de acabar com a tirania da resistência. Grande parte do povo libanês preparam sacos de arroz por trás de suas portas, esperando a libertação de Satanás , que não é só Israel-, eles também esperam serem libertados do Hezbollah.

E Uqab Saqr conclui:

Se o Hezbollah quer restaurar a república Fakhani, que era um símbolo da tirania e do caos contra os libaneses. Saibam que vamos enfrentar, vamos enfrentar a milícia pela resistência pacífica e através da política. Na minha opinião se o Hezbollah está determinado a repetir o erro de 7 de maio, ele está começando a escrever o capítulo final de sua historia, no qual se torna uma máfia e o mundo irá tratá-lo como tal.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

França eleva nível de alerta contra terrorismo

AE - Agência Estado
A França está em estado de alerta contra ataques terroristas. Desde quinta-feira, os órgãos de segurança e de espionagem franceses elevaram seu nível de vigilância por causa de uma suposta ameaça de atentado contra alvos civis em Paris. Pontos de grande concentração de pessoas, como a Torre Eiffel, o aeroporto Roissy-Charles de Gaulle e a rede de metrôs estão recebendo atenção reforçada.

Os sinais de que uma ameaça anormal pesava sobre a capital francesa ficaram mais claros na última semana, quando a lei vetando o uso dos véus islâmicos integrais, como a burca e o niqab, foi aprovada pelo Parlamento. Recentemente, a torre e a estação de trens metropolitanos Saint-Michel tiveram de ser esvaziadas após ameaças. Já em Níger, na África, o risco é real: cinco franceses foram sequestrados pela Al-Qaeda do Magreb Islâmico (AQMI).

O aumento da tensão entre os terroristas e a França teria relação com uma operação frustrada das Forças Armadas francesas para resgatar Michel Germaneau, um refém sequestrado pela AQMI em abril e assassinado em julho. Na ação, sete terroristas teriam sido mortos. Em represália, a AQMI jurou em um comunicado atacar alvos franceses.

No fim de semana, relatórios de dois serviços secretos da França obtidos pelo jornal Le Monde indicaram a radicalização do grupo terrorista, uma sucursal da Al-Qaeda na África árabe e muçulmana. "A ameaça terrorista que pesa sobre a França e seus interesses no exterior intensificaram-se nas últimas semanas", diz um dos documentos.

Ontem, o ministro do Interior, Brice Hortefeux, admitiu que uma "ameaça real" foi identificada pelos serviços secretos, elevando o nível de risco para vermelho, o penúltimo na escala de perigo. "Trata-se de uma ameaça que, acreditamos, poderia ter os transportes como alvo", disse o ministro, sem entrar em detalhes, mas revelando que o risco se tornou mais claro desde quinta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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