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domingo, 18 de dezembro de 2011

Hamas renova sua promessa de destruir o Estado de Israel

O grupo não fará concessões e não aceitará que o
Estado judeu tenha "sequer uma polegada" de terra.
O movimento fundamentalista islâmico Hamas reiterou seu compromisso com a destruição de Israel, durante a celebração do vigésimo quarto aniversário de sua fundação. Aplaudidos por centenas de milhares de seguidores que tremulavam bandeiras verdes e palestinas na praça Al Kativa, no oeste da capital Gaza, os dirigentes islamitas reafirmaram que nunca reconhecerão o Estado de Israel.

"Dizemos isso claramente, sem necessidade de interpretação: a resistência armada e a luta armada são a nossa única opção para libertar a terra e libertar toda Palestina, desde o mar até o rio (Jordão) e expulsar os invasores", declarou o chefe do governo e dirigente do grupo terrorista Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, cujo discurso foi repetidamente interrompido por aplausos e slogans anti-israelenses.



Antes de se dirigir ao público, Haniyeh, que chegou ao palco acompanhado por vários de seus ministros e portando duas bandeiras nas mãos, a palestina e a do seu movimento, dirigiu-se a uma gigante foto de Al-Aqsa que decorava o cenário e fez o gesto de abrir a porta da mesquita, ato que foi aplaudido pela multidão.

"O Hamas nasceu com o começo da Primeira Intifada, viveu com a Segunda Intifada e liderará, junto do povo palestino e das facções islâmicas e nacionais, todas as futuras Intifadas até a libertação da Palestina, toda Palestina", disse Haniyeh. O dirigente islamita acrescentou que o seu grupo não fará concessões e que não aceitará que o Estado judeu tenha "sequer uma polegada" de terra, que nunca reconhecerá Israel.

Também se comprometeu em seguir trabalhando com o movimento Fatah, liderado pelo presidente Mahmoud Abbas, na unidade de todas as facções e com o fim da divisão geográfica e política.

Segundo o Hamas, foi a maior concentração de apoio registrada desde a fundação do movimento em dezembro de 1978.

Dezenas de operários trabalharam na praça para levantar uma plataforma de 1.350 metros em forma de proa de barco e de quatro ilhas, que representavam Túnez, Egito, Líbia e Iêmen, países protagonistas das revoltas árabes. O cenário estava decorado com uma fotografia gigante de Al-Aqsa, em Jerusalém, além de um mapa em cor verde - do que o grupo terrorista islâmico define como Palestina - de Israel e dos territórios palestinos, no qual se destacava a seguinte legenda: "Jerusalém, estamos chegando".

"Vim aqui porque amo o Hamas. É o único movimento palestino que acredita na resistência armada contra a ocupação israelense e é o único movimento que pede a libertação da terra da Palestina", declarou Abu Mohamed, que participou do evento acompanhado de seus três filhos.

Mushi Al-Masri, deputado islamita preso por Israel e liberado na troca de prisioneiros em 18 de outubro, dirigiu-se à multidão para garantir que "o Hamas alcançou com êxito a combinação do governo com a resistência armada. A vitória da libertação da Palestina está, hoje, mais próxima e o Hamas está mais perto de ganhar nas próximas eleições".

O braço armado do Hamas, as Brigadas de Ezedín Al-Kasam, aproveitou a ocasião do 24º aniversário para se orgulhar de suas "conquistas" nesse período: assumiram o assassinato de 1.365 israelenses e o lançamento de 11.039 foguetes ou projéteis de morteiro contra o Estado judeu.

O grupo islâmico palestino - genocida e antissemita, segundo sua Carta de Fundação - assegura que desde a sua criação efetuou 1.117 ataques, nos quais feriu a 6.411 israelenses, dos quais 87 foram em atentados suicidas em Israel.

Fonte: EFE / Aurora
Tradução: Jônatha Bittencourt, editor de CessarFogo.com e De Olho na Jihad


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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Na mesquita de Al-Aqsa Imã promete vingança contra os "cães ocidentais"

Um Imã na mesquita de Al-Aqsa prometeu vingança aos "cães ocidentais" por matarem Osama Bin Laden. Em um vídeo postado no youtube o Imã diz:


"Os cães ocidentais estão alegres depois de matarem um dos nosso leões islâmicos de Al-Aqsa, onde o futuro califado nascerá com a ajuda de Alah. Dizemos aos cães para não se alegrarem muito por matarem leões. O cão continuará cão e o leão mesmo morto será sempre um leão".


Logo em seguida ele ameaça os Estado Unidos:

"Vocês foram instruídos a matarem muçulmanos e devem saber que em breve cairão junto com Bush. Somos uma nação de milhões, uma boa nação".

O Imã também disse que ensinariam aos americanos pela política e por meios militares.

Obs: O youtube acaba de excluir o vídeo.
Obs 2: Nossa amigo Roberto "o caçador implacável" de links achou o vídeo que postamos acima.

Fonte: Ynet News

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Atentado deixa 3 soldados feridos na Mauritânia

NUAKCHOTT - Três soldados mauritanos ficaram feridos nesta quarta-feira depois que um terrorista entrou com um veículo carregado com explosivos em um quartel militar em Nema (leste da Mauritânia), segundo testemunhas.

O veículo, um Toyota Land Cruiser, conseguiu forçar a porta do quartel durante a noite, o que fez explodir a carga explosiva, assinalaram as testemunhas.

Embora não tenham sido divulgados detalhes, as primeiras informações mostram que três soldados sofreram ferimentos leves.

Alguns importantes edifícios administrativos das proximidades do quartel também sofreram danos.

Trata-se do segundo ataque com explosivos na Mauritânia, depois do que foi realizado contra a Embaixada francesa em Nuakchott, em agosto de 2009, e que feriu dois agentes franceses e causou a morte do terrorista.

Tudo indica que por trás do atentado está o grupo Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI), que ameaçou a Mauritânia depois da operação que o país lançou conjuntamente com tropas francesas contra uma base do grupo em Mal, que acabou com a morte de sete terroristas.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Israelenses destroem túmulos muçulmanos

JERUSALÉM — Escavadeiras israelenses destruíram nesta terça-feira centenas de sepulturas em um antigo cemitério muçulmano em Jerusalém Oriental, de acordo com um fotógrafo da AFP.

De acordo com o Movimento Islâmico Israelense, sob as ordens da Prefeitura da Cidade Sagrada, cerca de 200 sepulturas recentemente restauradas de um cemitério muçulmano do século XII situado na parte judaica de Jerusalém foram destruídas.

"Na noite passada, às 21h30 GMT (18h30 de Brasília), as forças de ocupação entraram neste cemitério e demoliram cerca de 200 túmulos", disse aos jornalistas Mahmud Abu Atta, representante da Fundação Al-Aqsa do Movimento Islâmico, cujos membros são árabes israelenses.

Segundo ele, as escavadeiras continuaram seus trabalhos nesta terça-feira, depois que um tribunal se recusou a ordenar sua interrupção.

Não foi possível contatar o porta-voz da Prefeitura de Jerusalém, e um porta-voz da Polícia indicou que examinará o incidente.

Vários santos sufistas estão enterrados neste cemitério, disse Ma'man Allah no local onde o centro Simon Wiesenthal para a investigação de criminosos nazistas quer construir um Museu da Tolerância.

Este projeto suscitou a indignação da comunidade árabe de Israel (1,3 milhão de habitantes) e o mal-estar de parte da opinião pública do país.

A Suprema Corte de Israel, que havia em um primeiro momento ordenado a suspensão dos trabalhos iniciados há mais de cinco anos, finalmente deu o sinal verde para a sua retomada em janeiro de 2009, já que os promotores alegaram que a maior parte do terreno servia de estacionamento há várias décadas.

Fonte: AFP

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