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terça-feira, 17 de março de 2015

A Islamofobia e a Marcha do Estado Islâmico



O que é uma fobia? De acordo com o dicionário, é um medo extremo ou irracional, ou uma aversão irracional a algo.

Não há mais semana sem que ocorra um ataque terrorista. Não há dia sem que a situação no Oriente Médio não piore levando o resto do planeta ao caos. Não há hora que passa sem que recebamos novas ameaças. Tudo isso cortesia do radicalismo islâmico.

Infelizmente, a única pessoa que poderia efetivamente combater este inimigo bárbaro, medieval e ignorante não se encontra. O presidente americano já está em ritmo de férias. Com apenas dois anos de governo à frente, a única coisa que o interessa é jogar golfe e consolidar sua agenda socialista. Sua preocupação é o aquecimento global e em por em prática sua tão sonhada redistribuição de renda. Para ele a mídia exagera o perigo dos terroristas. O clima é o de aulas depois das provas finais. Ninguém mais está interessado no que acontece na escola. E o inimigo sabe disto.

Após outro horrendo vídeo do Estado Islâmico vindo da Líbia em que 21 cristãos egípcios foram degolados por estes monstros, e face a uma forte resposta egípcia, Obama não teve outra alternativa mas se manifestar. Sempre o acadêmico, ele organizou uma conferência contra o “extremismo violento”.  Vejam, não extremismo islâmico, mas extremismo violento. Em seu discurso ele falou da necessidade de um esforço global para combater e atacar as causas que alimentam grupos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Sua conclusão foi dizer que o “extremismo violento” é gerado quando pessoas são oprimidas e direitos humanos são negados. A vice porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, explicou depois para a CNN o que o presidente quis dizer. O que os terroristas precisam é de empregos e nós cidadãos somos muito burros para entender esta nuance. Sério? Isto é de verdade o que o presidente da maior potência do mundo pensa?

Na semana passada foi a vez da capital da Dinamarca, Copenhagen, aonde um atirador invadiu um café aonde ocorria uma discussão sobre a liberdade de expressão. Uma pessoa morreu. Logo depois houve um tiroteio em frente à Grande Sinagoga da cidade aonde acontecia um bat mitzvah e um jovem judeu, Dan Uzan, que guardava a entrada, foi morto. Horas depois a polícia dinamarquesa matou o atirador, um dinamarquês, nascido na Dinamarca, de origem árabe, que recebeu todas as vantagens econômicas e culturais.

Este ataque foi surpreendentemente similar ao de Paris. Primeiro, um grupo de cartunistas discutindo a liberdade de expressão é alvejado e depois um local judaico. Em vez de um supermercado casher, uma sinagoga.

O conflito hoje com estes radicais islâmicos é verdadeiramente global. O teatro das duas primeiras guerras mundiais foi principalmente a Europa. Hoje, estamos em guerra contra uma força que ataca em qualquer lugar. Num mesmo mês ocorrem ataques na Austrália, França e Dinamarca. Células terroristas originárias da Bósnia são presas nos Estados Unidos. Numa mesma semana vemos avanços do Estado Islâmico no Iraque, Síria, Líbia, Yemen, Nigeria. 

Até agora os terroristas estão avançando e vencendo. Para eles, isso é um sinal de que Allah está com eles. E assim sendo, eles estão preparados para sustentar muitas casualidades e têm muita paciência.

Neste final de semana, um vídeo do grupo terrorista da Somália, Al-Shabab associado com a al-Qaeda, conclamou seus seguidores a perpetrarem ataques nos shopping centers da América, em particular no mega shopping em Minneapolis, o Mall of America. Os Estados Unidos abrigaram muitos refugiados da Somália que se congregam no estado de Minnesota, e recentemente muitos, com passaportes americanos, voltaram ao seu país para treinarem em Jihad. Este é o mesmo grupo que matou 67 pessoas num shopping em Nairobi no Kenia em 2013.

O Estado Islâmico, por seu lado, também publicou um novo vídeo mostrando soldados kurdos enjaulados, sendo carregados pelas ruas de uma das cidades que controlam. Com isso eles mostram sua superioridade, subjugando qualquer grupo, mesmo muçulmano sunita, que se oponha a eles.

Há um vácuo palpável na liderança americana. Há 40 anos, Henri Kissinger havia conseguido alienar a influência soviética sobre os países árabes alinhando o Egito, a Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico à América. Em seis anos de governo, Obama conseguiu destruir estes relacionamentos e distanciar seus aliados. Isto sem falar de Israel. E ao fazê-lo, colocou o mundo inteiro em perigo.

E não só perigo físico, mas nossa cultura e nossas liberdades estão passando por uma mudança radical. A ONU está prestes a aprovar a Resolução 16/18 proposta pela Organização da Conferencia Islâmica. Esta resolução limita a expressão dita “discriminatória” ou a blasfêmia quando ela incitar atos de violência. Em outras palavras, falar mal do cristianismo, judaísmo, budismo, e outras religiões é liberdade de expressão, pois não incita a atos de violência. Mas qualquer expressão contra o islamismo, Maomé ou a sharia, que possa gerar violência, será banido. Todos os membros da ONU deverão aprovar esta lei e transformá-la em lei interna. Isto é parte da estratégia islâmica para silenciar qualquer crítico de sua religião, do seu barbarismo e sua lei medieval.

Como disse, há um vácuo na liderança americana, que leva a uma falta de estratégia para combater estes terroristas islâmicos.

No vídeo do degolamento dos 21 egípcios, levado a cabo nas praias da Líbia, o líder do Estado Islâmico avisou que eles se encontram a poucas milhas de Roma e que tomarão o Vaticano e o resto da Europa. A Itália está muito preocupada, pois não só está diretamente do outro lado do Mediterrâneo  mas não conta com um exército expressivo para combater estes sanguinários. Sua pequena ilha de Lampedusa próxima da costa africana, recebe centenas de refugiados da África todos os dias. Não seria muito difícil incluir terroristas no meio destes grupos.

Na Conferência sobre o extremismo violento, Obama declarou que dizer que estamos em guerra com o islamismo é uma mentira feia. Mas ele não disse que era possível que o islamismo estivesse em guerra conosco. Um dos princípios fundamentais da religião islâmica é a divisão do mundo em dois: o Dar El Islam, o mundo islâmico e o Dar el Harb, o mundo contra o qual o Islão precisa fazer guerra e subjugar.

Para Obama o ataque ao supermercado casher em Paris foi aleatório, não contra judeus; a chacina dos 21 na Líbia foi uma execução de egípcios, não de cristãos. Ele nega que estes grupos que pregam uma versão literal do Corão alveje cristãos, judeus e todos os que não comunguem de sua visão do islamismo. Ele chega até a negar que estes terroristas tenham qualquer coisa a ver com o Islão! Esta visão esquizofrênica que impede uma estratégia vitoriosa e permite o avanço diário do Estado Islâmico nos deixa cada dia mais vulneráveis a outro 11 de setembro.

De volta à definição de fobia. Acho que nosso medo do Estado Islâmico não é infundado ou exagerado. O seu objetivo declarado é de nos matar a todos e estamos vendo provas de sua determinação. Declarar qualquer crítico desta barbárie um islamofobo é incorreto. Este medo não é uma fobia. É um temor presente e real.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Eurábia: Na Suécia jovem é condenado a seis meses de prisão por buzinar em frente a uma mesquita


Uma pena de seis meses de prisão pende sobre um sueco que tocou a buzina do seu automóvel diante de uma mesquita, nos arredores de Estocolmo, enquanto o muezin chamava à oração. O caso ter-se-à passado no passado dia 3 de Maio e foi considerado como uma intenção de impedir o exercício de culto muçulmano.

Nos dias anteriores ao sucedido, as autoridades municipais tinham concedido à mesquita uma autorização especial para que o seu muezin (auxiliar do culto muçulmano encarregado de chamar os fiéis à oração a partir do minarete) pudesse fazer o seu trabalho religioso. O documento autoriza que o clero muçulmano possa, fazendo uso de altifalantes, convocar os muçulmanos à oração de sexta-feira, durante cinco minutos, entre o meio-dia e a uma da tarde. É a primeira vez que uma mesquita recebe tal autorização na Suécia.

O condutor, de vinte e dois anos, estava alegadamente em desacordo com esse direito, pelo que, em sinal de protesto, se pôs a dar voltas à mesquita, apitando. Na primeira audiência do tribunal não admitiu a sua culpa, podendo todavia ser condenado a seis meses de prisão.


Um jovem sueco de vinte dois anos recebeu uma pena de 6 meses de prisão por tocar a buzina de seu automóvel frente à uma mesquita, enquanto o muezin chamava à oração, nos arredores de Estocolmo. O caso ocorreu no dia 3 de maio e a justiça entendeu o ato como uma intenção de impedir o exercídio de culto muçulmano.

Nos dias anteriores ao ocorrido, as autoridades municipais tinham concedido à mesquita uma autorização especial para que o seu muezin (auxiliar do culto muçulmano encarregado de chamar os fiéis à oração a partir do minarete) pudesse fazer o seu trabalho religioso. O documento autoriza que o clero muçulmano possa, fazendo uso de auto-falantes e assim convocar os muçulmanos à oração de sexta-feira, durante cinco minutos, entre o meio-dia e uma da tarde. É a primeira vez que uma mesquita recebe tal autorização na Suécia.

Eis mais um dos frutos do multiculturalismo onde os habitantes vão tendo sua liberdade cerceada diante da imigração muçulmana. Se fores um dia a Suécia cuidado ao atrevessar a rua em frente da mesquita, pois provavelmente o carro não buzinará...

Blog De Olho na Jihad com informações do Actualidad RT

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

95% dos membros de gangues condenados por crimes sexuais no Reino Unido são muçulmanos

Andrew Norfolk , ganhador do prêmio Orwell de jornalismo, divulgou o que talvez seja a lista mais politicamente incorreta da mídia britânica.

Ele investigou e, analisando a lista dos membros de “gangues sexuais” (aliciadores de menores, exploradores sexuais e estupradores)chegou à conclusão de que 95% eram muçulmanos.

A lista foi publicada no The Time. Veja você mesmo:

1ª coluna: Ano do julgamento
2ª coluna: A cidade onde o criminoso foi julgado
3ª coluna: Primeiro nome
4 coluna: segundo nome e sobrenome


Conforme destacado acima vocês verão que 20% possuem o nome de Maomé.

A grande maioria das vítimas dos criminosos acima eram meninas, brancas e não-muçulmanas e as outras eram asiátias, mas todas adeptas do sikhismo, ou seja, existe um padrão nos crimes.

Isso demonstra que a recusa politicamente correta das autoridades de olharem de verdade para o problema ainda levará a perda de muitas vidas.

Blog De Olho na Jihad com informações do The 4 Freedoms

sexta-feira, 24 de maio de 2013

MUÇULMANOS DECAPITAM MILITAR BRITÂNICO ... EM LONDRES

O Governo do Reino Unido convocou o gabinete de emergência de segurança nacional depois de um ataque numa rua, esta tarde, em Woolwich, sul de Londres, a um cidadão que envergava uma t-shirt de cariz militar, com a inscrição "Help for Heroes".

Também o primeiro-ministro britânico já anunciou que vai deixar Paris, onde se encontra,referindo-se a este incidente como um ato "manifestamente terrorista". David Cameron quer chegar a tempo de assistir, amanhã de manhã, à reunião do gabinete COBRA, geralmente convocado em resposta a crises regionais ou nacionais e que senta à mesma mesa os chefes dos serviços de segurança.

Segundo a primeira versão policial, dois homens, com cerca de 20 anos, mataram outro jovem da mesma idade, com um machete, uma espécie de sabre de dois gumes. A polícia, chamada ao local, feriu a tiro os dois atacantes, que se encontram hospitalizados.

Num video transmitido pelo canal ITV, um dos suspeitos - ainda com o machete e com as mãos cobertas de sangue - fala para uma câmara, justificando o crime: "Juramos pelo Todo-Poderoso Allah que nunca iremos parar de lutar. A única razão porque fizemos isto é porque os muçulmanos estão a morrer todos os dias. Este soldado britânico é olho por olho, dente por dente".

A vítima, sobre a qual não foi adiantada qualquer informação, seria um mlitar britânico, segundo a imprensa, mas o ministério da Defesa ainda não o confirmou. E a polícia de Londres, em comunicado, diz que ainda não tem dados suficientes sobre o assassinado.

No mesmo comunicado, a polícia não esclarece o sucedido nem entra em detalhes, afirmando que o caso está a ser investigado. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/governo-ingles-reune-se-de-emergencia=f808859#ixzz2UDDHjjEj

terça-feira, 5 de março de 2013

Avanço Islâmico: O fim do cristianismo na Europa?

(Gospelprime) - Por força da lei, o exterior da antiga igreja luterana Kapernaumkirche continua igual. Mas por dentro em breve o espaço abrigará a mesquita do Centro Islâmico Al-Nour. Foram gastos um milhão de euros na reforma do templo, que exemplifica uma tendência cada vez mais comum na Europa.

A associação Al-Nour, fundada em 1993, reúne a maior parte dos muçulmanos que moram em Hamburgo, Alemanha, berço da Reforma Protestante.  Os moradores da área aceitaram sem problemas esta nova utilização do prédio. Os líderes da Igreja Luterana dizem que tiveram de vender a igreja por problemas financeiros, já que restavam apenas alguns fieis indo aos cultos.

O porta-voz da comunidade muçulmana, Daniel Adbin, comemora que após 20 anos os muçulmanos da cidade terão uma mesquita reconhecida. Até recentemente eles se reuniam em um prédio comum, já que não podiam construir um templo.

Somente na Alemanha, mais de oitocentos igrejas católicas e protestantes  foram fechadas desde o início da década de 1990. No entanto, este fenômeno que é chamado de “Euroislãmização” tem se espalhado por todo o continente.

Os representantes da Igreja Católica na França há décadas alertam sobre as pessoas que estão abandonando a fé cristã e, com isso, abrindo espaço para o crescimento do Islã.

Um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França  o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás. Ao mesmo tempo,  a Holanda, onde surgiu a Igreja Reformada,  tinha  mais de 4200 igrejas cristãs em 2011. Estima-se que 1400 delas não existirão mais até 2020. Mais de 900 igrejas foram fechadas no país desde 1970. Muitas hoje abrigam mesquitas.
Segundo Silantiev Romano, professor da Universidade Estatal de Moscovo e estudioso do Islã, esses dados mostram uma tendência do cristianismo ser extinto na Europa como parte da rápida mudança no mundo. Para o estudioso, essa é uma derrota real para o Ocidente, que está perdendo inegavelmente espaço para o Islã, em um fenômeno de “ocupação cultural”.

De acordo com Romano, a negação dos valores cristãos europeus, mostra que em algumas décadas o Velho Continente poderá estar dividido entre ateus (ou sem-religião) e os muçulmanos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Obama escolhe muçulmano como diretor da CIA



O homem que era um dos principais especialistas em islamismo do FBI afirmou que o escolhido do presidente Barack Obama para chefe da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, se converteu ao islamismo anos atrás na Arábia Saudita.


Conforme noticiado pelo WND, o ex-agente do FBI e especialista em islamismo, John Guandolo, há tempos já vem alertando que o governo dos EUA está sendo infiltrado por radicais da Irmandade Islâmica. Mas agora ele alerta que, ao indicar Brennan como diretor da CIA, Obama não apenas escolheu um homem “ingênuo” com relação a essas infiltrações, mas ele próprio é um muçulmano.

“Brennan se converteu ao islamismo quando serviu em uma função oficial a serviço dos Estados Unidos na Arábia Saudita”, disse Guandolo ao entrevistador e radialista Tom Trento.

“O fato em si não é o mais perturbador”, continua Guandolo. “Sua conversão ao islamismo foi o auge de uma operação de contrainteligência contra ele com o objetivo de recrutá-lo. O fato de agentes de inteligência estrangeiros terem recrutado Brennan quando ele estava em posição tão delicada e importante do governo americano em um território estrangeiro significa que ou ele é um traidor, ou é incapaz de discernir e entender como proceder em tais ambientes, o que o torna completamente inapto para ser diretor da Inteligência Central”.
Brennan de fato serviu como chefe de um posto da CIA em Riyadh na década de 90, e hoje ocupa o cargo de Vice-Conselheiro do Ministério de Segurança Nacional e Combate ao Terrorismo. No dia 7 de janeiro, Obama nomeou Brennan como próximo diretor da CIA, embora a nomeação ainda não tenha sido confirmada.

“Você está de brincadeira?” reagiu Trento às alegações de Guandolo. “O chefe da CIA é um muçulmano? É sério?... Tem certeza?”

“Tenho sim”, garantiu Guandolo. “Os fatos foram confirmados por agentes do governo que também estiveram na Arábia Saudita no tempo em que John Brennan servia lá e têm informações diretas. São homens que trabalham em posições de confiança, e foram testemunhas diretas do progresso dessa interação com indivíduos que trabalhavam para o governo saudita e com outros, e testemunharam sua conversão ao islã”.

Ex-fuzileiro naval e veterano de guerra, Guandolo trabalhou por 8 anos na Divisão de Combate ao Terrorismo do FBI como “especialista de assunto” da Irmandade Islâmica e da propagação global do islamismo. Guandolo se orgulha de ter criado o primeiro programa de treinamento em combate ao terrorismo da divisão, e de ter recebido em duas ocasiões o Prêmio de inteligência investigativa da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos.

Ele é um dos autores do relatório da Equipe B II do think tank Center for Security Policy (Centro de Políticas de Segurança) intitulado “Shariah: The Threat to America” (“Sharia: A Ameaça à América”).

“Minha opinião é que Brennan é totalmente incapaz para assumir qualquer função de segurança nacional no governo, e isso, em especial, o torna inapto para o cargo de Diretor de Inteligência Central”, criticou Guandolo em sua entrevista a Trento.

Ele dividiu em três partes seu argumento contra a confirmação da indicação de Brennan.

“Primeiro, ele misturou sua vida profissional e pessoal com indivíduos que sabemos ser terroristas”, alega. “Ele supervisionou, aprovou e estimulou outros a trazer líderes conhecidos do Hamas e da Irmandade Islâmica para dentro do governo em posições de aconselhar o governo americano em estratégias antiterroristas e em questões gerais de ‘guerra ao terror’”.

Segundo, Guandolo defende que Brennan “provou com suas próprias declarações que ele é ingênuo e totalmente ignorante com relação à estratégia da Al-Qaeda”.

“Terceiro e último, que alguns poderiam considerar o mais perturbador, é que Brennan se converteu ao islamismo”, disse Guandolo, mas ressaltou, “Acredito que o pior é que a conversão foi resultado do trabalho de pessoas a serviço do governo saudita, o que torna John Brennan simplesmente ingênuo, imprudente, perigosamente ignorante e totalmente inapto para essa posição”.

“Mas isso, por si só, não deveria ser chocante para as pessoas”, prossegue. “Há um vídeo de um pronunciamento de Brennan em que ele diz especificamente que aprendeu e interpreta sua ‘visão de mundo’ em grande parte com a ajuda do islamismo. Não é preciso ir muito longe para imaginar que ele se converteu ao islamismo”.


Tradução: Luis Gustavo Gentil
Do WND: Shock claim: Obama picks Muslim for CIA chief

www.juliosevero.com

domingo, 25 de novembro de 2012

Entenda a epimia de estupros praticados por muçulmanos na Europa

“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian, para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.
Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image, onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
 Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Finally! Veil lifted on Muslim rape epidemic”

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A prisão de Tommy Robinson demonstra a derrota britânica frente ao Islã

Tommy Robinson

Tenho acompanhado através dos sites internacionais e do blog De Olho na Jihad, a detenção arbitrária do militante anti-islã e líder da EDL, Stephen Lennon, conhecido publicamente como Tommy Robinson.

Em 2010 publiquei o texto "EDL -islamofobia ou reação frente a islamização?", e desde aquela época passei a observar o crescimento e as ações da Liga de Defesa Inglesa.

A EDL é um grupo formado por jovens britânicos que visa principalmente combater o Islã militante e a islamização do Reino Unido. O grupo, ocupa constantemente as ruas de todo o país em protestos contra o Islã.

Nem sempre esses protestos acabam de maneira pacífica, resultando em confrontos com a polícia ou com grupos opositores, o que tem rendido ao grupo a classificação de hoolingans políticos.

Protesto da EDL
A Liga é acusada pela mídia esquerdista de serem neonazistas, neofacistas e etc. Mas, sabemos que a esquerda constuma usar esse tipo de rotulação com aqueles que tem cérebros e não rendem-se ao marxismo cultural. Portanto, na maioria das vezes esse rótulo é falso.

Voltando a prisão de Robinson, uma das principais vozes anti-islã da Europa, está mais que claro que sua detenção é política.

Assim que foi detido pela polícia, as autoridades de segurança afirmaram que ele não estava sendo preso, mas levado para sua própria segurança, pois havia indícios de que sofreria um atentado. Uma informação dessas deve ser levada a sério já que o jovem líder, em outra ocasião foi vítima de uma emboscada onde foi espancado. No entanto, segundo as autoridades britânicas, para a própria segurança, ele foi encaminhado para a prisão de Wandsworth, e segundo informou o Partido da Liberdade, em uma ala próxima aosmuçulmanos que adorariam arrancar sua cabeça.

Protestos eclodiram não apenas no Reino Unido, mas em toda a Europa. Até na Rússia houve mobilização. As ligas de Defesa da Noruega, Alemanha, Canadá, Bélgica e vários outros grupos filiados ao EDL por todo o velho continente se mobilizaram. Após a pressão, o governo britânico mudou a informação oficial, e declarou que Robinson está preso por ter tentado entrar ilegalmente nos EUA. E nessa semana a versão foi mudada novamente, Tommy Robinson agora é acusado de usar passaporte falso.

É interessante que um país que deixa livreo "braço direito" de Osama Bin Laden, trancafie, Robinson, sem qualquer contato com o mundo externo por ter "tentado entrar ilegalmente nos EUA".

Essa é mais uma amostra de como o politicamente correto rendeu a Grã-Betanha ao Islã. Lembro-me do jovem inglês que foi preso por, em protesto, exibir uma cruz em frente a uma mesquita. No entanto, a cruz era a que está estampada na própria bandeira do Reino Unido. É simplesmente inacreditável, mas é algo que tem se intensificado.

E diante desse absurdo, Robinson é a principal voz de contestação. Além disso, o jovem possui um poder de mobilização sem igual na Grã-Betanha. Portanto,não é de se admirar que para o governo esquerdista britânico, Robinson seja mais perigoso que Abu Qatada, ex-braço direito de Osama Bin Laden.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Free Tommy Robinson: "Braço direito" de Bin Laden é libertado enquanto Robinson continua preso


Braço-direito de Osama, Abu Qatada

O imã radical jordaniano Abu Qatada, que já foi considerado o braço direito de Osama Bin Laden na Europa, foi libertado nesta terça-feira (13/11) da prisão inglesa de Long Lartin após o pagamento de uma fiança, depois que a justiça britânica bloqueou sua extradição à Jordânia. As redes de televisão britânicas mostraram Qatada, com uma espessa barba grisalha, deixando a prisão de Long Lartin, perto de Birmingham (centro da Inglaterra), no assento traseiro de uma caminhonete preta que deve transportá-lo para sua casa no noroeste de Londres. 

O islamita, de 51 anos, será submetido a rígidas condições durante sua liberdade condicional, incluindo um toque de recolher de 16 horas diárias em sua casa, da qual poderá sair apenas entre 8h e 16h. Também será obrigado a usar uma pulseira eletrônica e terá acesso restrito a certas pessoas, assim como à internet, condições similares a sua libertação condicional anterior, entre fevereiro e abril.

A libertação de Qatada ocorreu um dia após a Comissão Especial de Apelações Sobre Imigração (SIAC), uma jurisdição especial encarregada de casos relacionados à segurança nacional, bloquear sua extradição à Jordânia para enfrentar um novo julgamento por seu suposto envolvimento em atentados terroristas. Os juízes da Comissão decidiram que, apesar das garantias dadas pela Jordânia, não podiam ter certeza de que o imã radical nascido em Belém (Cisjordânia) teria um julgamento justo em seu país, onde algumas provas contra ele foram obtidas sob tortura.

Tommy Robinson
Em contra-partida, o ativista anti-islâmico, Tommy Robinson continua trancafiado pela justiça, agora sob a acusação de que tentou entrar inlegalmente nos EUA. A prisão de Robinson é claramente política, já que apenas quase um mês depois de sua detenção a justiça pronunciou-se dando um motivo. De início as autoridades britânicas afirmavam que Robinson havia sido levado para sua própria segurança.

A decisão foi um duro golpe para o governo britânico, que tenta há anos extraditar Abu Qatada, cujo verdadeiro nome é Omar Mohammed Othman. Segundo números oficiais, o caso pode ter custado ao contribuinte britânico cerca de um milhão de libras (1,6 milhão de dólares, 1,25 milhão de euros). A ministra do Interior, Theresa May, classificou o veredicto de "profundamente insatisfatório" e anunciou na Câmara dos Comuns a intenção de recorrer e seguir lutando para "se livrar" de Abu Qatada. "Qatada é um homem perigoso, um suposto terrorista, que é acusado de um crime grave em seu país, Jordânia", declarou.

Em mais uma ação contra a militância anti-islâmica no Reino Unido, o site da EDL, foi atacado por hacker's. Na Grã-Betanha, há uma clara colaboração entre grupos esquerdistas que se intitulam "anti-facistas" como militantes islâmicos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bélgica - Tradicional árvore de natal pode ser banida para não ofender muçulmanos

Por Jefferson Nóbrega

Árvore de natal no Grote Markt
Em mais uma amostra do processo de suicídio ocidental, a tradicional árvore de natal que ficava todo ano exposta na Grote Markt, a praça central da capital da União Européia, será banida por ser considerada um símbolo (cristão) que pode ser ofensivo a outras crenças, em outras palavras, ofensiva aos muçulmanos. 

De todas as formas que a Jihad é aplicada para atingir os infiéis, a Jihad Cultural é a mais perigosa e fatal. Nela não há armas, não há explosões, mas há destruição. Como dizia Muamar Kadafi "as armas dessa jihad são os ventres de nossas mulheres (no caso as muçulmanas)". Um país derrotado pela Jihad Cultural, a longo prazo, sofre mais danos do que se tivesse sofrido uma invasão militar, pois não haverá apenas mortes, mas a completa destruição da cultura local, e isso devasta para sempre.

Em 2010, publiquei um texto para o De Olho na Jihad, onde tratava dos planos da Irmandade Muçulmana para conquistar os EUA, a partir de dentro. O plano é simples de ser executado, os muçulmanos deveria ser inseridos em todas as camadas da sociedade, principalmente nos meio jurídicos, legisltativos e na política, para dessa forma trabalharem para o triunfo do islã na sociedade por meios de pequenas ações. Com a integração dos muçulmanos na sociedade ocidental, destruiria a imagem fabricada do islã violento, tornando possível levar o islamismo e seus ideais a todos. Podemos notar que essa estratégia tem sido levada a cabo por toda a Europa, com um detalhe a mais, a imigração desenfreada com o apoio da esquerda.

O  Sheik Abu Imran, do grupo 4ShariaBelgium, declarou: "Em breve, a Bélgica vai desmoronar. Vamos fazer da Bélgica um estado islâmico".

Vemos que os planos islamitas estão se concretizando, não só na Bélgica, mas em todo o velho continente.

Jefferson Nóbrega - Blog Candango Conservador com informações do Brussel Nieuws

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Free Tommy Robinson - Justiça britânica continua mantendo Robinson preso sem motivo justificável

Jacques Nunes


O líder do EDL, English Defence League, a única resitência a islamização na Grã Betenha, continua preso. Depois de alegações descabidas da justiça, que insistia em dizer que ele não estava preso, que havia apenas sido levado (para a prisão) para que sua segurança fosse levado, agora as autoridades afirmam que ele foi preso por ter entrado ilegalmente nos EUA.

Só sendo idiota para acreditar nesses argumentos. Tommy Robinson, está preso por ser a principal voz contra o Islã na dominada Grã-Betanha, ou melhor, no Bretanistão. Seguiremos acompanhando o caso.

Que se interessar em acompanhar o caso, pode acessar o site do EDL

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Liberdade para Tommy Robinson - Free Tommy Robinson


Na contramão de um país que se diz democrático, o líder da Liga de Defesa Inglesa (EDL), principal força anti-islamização da Grã-Betanha, Stephen Lennon, conhecido publicamente como Tommy Robinson, foi preso, no último sábado, pelas forças britânicas sem qualquer motivo.

Segundo as autoridades inglesas, há fortes evidências de que a vida de Tommy está em perigo, no entanto, ao invés de prender os criminosos responsáveis pelas ameaças, a polícia resolveu prender Tommy para "preservar sua segurança". Interessante, que a prisão se deu justamente após um inflamado discurso de Robinson, assistido por todo o país, contra à Sharia.

Russos protestam em frente a embaixada britânica
Há uma tensão crescente contra o EDL, principalmente nos últimos meses em que o grupo iniciou uma campanha denunciando a cultura de estupro de crianças nos bairros muçulmanos. Algo que acontece há anos, mas que vinha sendo ignorado pela mídia politicamente correta. A mesma mídia esquerdista que tem encobrido o escândalo da prisão política de Robinson.

O Partido da Liberdade Britânico, braço político do EDL, denunciou que Tommy está preso na principal prisão de Wandsworth, próximo a uma ala de muçulmanos, que passam o dia ameaçando-o.

O jovem britânico emergiu como a principal voz contra o Islã militante e a islamização da Grã-Betanha.

Tommy em um de seus vídeos contra o Islã

Fontes: Digital Journal / Gates of Vienna / Europe News / English Defence League

sábado, 22 de setembro de 2012

União Européia legitima grupo terrorista iraniano para desistabilizar a República Islâmica


Símbolo do grupo
Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) decidiram retirar de sua lista de organizações terroristas os Mujahedins do Povo do Irã (PMOI, em inglês), principal grupo de oposição ao regime islâmico de Teerã, segundo fontes diplomáticas.

A medida era esperada após o Tribunal de Primeira Instância da União Europeia anular, em dezembro, a última decisão do Conselho da UE que, sob presidência francesa, manteve o grupo na lista, apesar de diversas sentenças contrárias. 


Segundo o prefessor, Martin Andrés Rodriguez, a UE eataria usando uma moral dúbia, onde legitima terroristas para pressionar de alguma forma o Irã.

O grupo Mujahedin Khalq (Combatentes do Povo) foi fundado em 1965 como uma organização marxista-islâmica de oposição ao Xá Reza Pahlevi. Em 1980, após a vitória da revolução islâmica capitaneada pelo aiatolá Ruhollah Khomeini, o movimento foi obrigado a fugir do Irã por divergências com o novo regime e foi amparado pelo governo iraquiano do então presidente Saddam Hussein. Na década de 80 e 70 o grupo foi responsável pelo assassinato de militares e civis americanos. E segundo a República Islâmica, o PMOI é responsável pela morte de 17.000 iranianos.

Com informações do RT

Nossa opinião: Terroristas sendo liberados para combater terroristas, até aí tudo bem, no entanto, com a legitimação da UE, o grupo fica livre para transitar por todo o continente, portanto, um verdadeiro suicídio. 

domingo, 26 de agosto de 2012

O suicídio do ocidente: Tribunal europeu de Direitos Humanos aceita denúncia de terroristas da Al-Qaeda contra o Reino Unido

Dois terroristas da Al-Qaeda, Salahudin Amin e Rangzieb Ahmed, apresentaram à Corte Européia dos Direitos Humanos uma queixa contra as autoridades da Grã-Bretanha, informa o Daily Telegraph. Os dois estão cumprindo penas de prisão perpétua. Os terroristas declaram que foram torturados por agentes dos serviços de segurança paquistaneses com a ajuda de agentes do serviço de contra-espoinagem britânico MI-5. Este é o primeiro caso na história da CEDH em que o tribunal atende a uma petição destas. As autoridades britânicas deverão prestar ao tribunal explicações sobre o caso.

Os terroristas declaram que foram torturados por agentes dos serviços de segurança paquistaneses com a ajuda de agentes do serviço de contra-espionagem britânico MI-5.

Amin, foi condenado a prisão perpétua por planejar um atentado a bomba contra a boate londrina Ministry of Sound. Já, Amed, é um dos principais nomes de uma célula terrorista da Al-Qaeda que operava no Reino Unido, responsável pelo atentado de 7 de julho de 2005 em Londres que deixou 52 mortos.

Este é o primeiro caso na história da CEDH em que o tribunal atende a uma petição destas. As autoridades britânicas deverão prestar ao tribunal explicações sobre o caso.

Blog De Olho na Jihad com informaçoes do espanhol Minuto Digital

Islamização: Primeiro passo para o ensino do islão na Alemanha nas escolas

Uma região quer fazer escola", titula o Süddeutsche Zeitung. A Renânia do Norte-Westfália, região com a maior densidade demográfica da Alemanha e com o maior número de alunos muçulmanos (320 mil), toma a dianteira e inicia esta quarta-feira o ensino da religião muçulmana em 44 escolas do 1º ciclo.

Com esta medida, o governo regional pretende enviar um sinal aos seus 15 homólogos que lutam há mais de uma década pelo estabelecimento do ensino do islão nas suas escolas, refere o diário de Munique: "O começo não é perfeito. Ainda não há professores formados e o programa de estudos ainda não foi estabelecido. Mas existe a vontade de arrancar finalmente e de enviar um sinal."

Enquanto os primeiros professores de Religião Islâmica não acabarem o curso universitário, em 2019, vão ser os professores de Cultura Islâmica, que já é ensinada em várias regiões, a dar as aulas de Religião. A introdução à fé muçulmana suscita um debate na Alemanha, onde católicos e protestantes são reconhecidos como "comunidades de fé" com direito a estabelecer o programa de ensino da Religião nas escolas, contrariamente aos muçulmanos.

Fonte:
Presseurop

sábado, 31 de março de 2012

Real Madrid cede ante o mercado muçulmano e elimina a cruz do seu escudo


O jornal esportivo Marca confirmou que o Real Madrid aceitou eliminar a pequena cruz que desde 1920 o clube de futebol exibe em seu escudo para evitar conflitos na multimilionária construção de um complexo turístico-esportivo na ilha de Ras Al Khaimah, uma das sete que formam os Emirados Árabes Unidos, onde o Islã é a religião oficial. A alteração –que afetará sua imagem exclusivamente nos países muçulmanos– foi confirmada ontem quinta-feira 29 de março no ato de apresentação do resort de luxo que custará uns um bilhão de dólares e abrirá suas portas em janeiro de 2015. 

Conforme informa o diário Marca, as autoridades do clube cuidaram que “todos os detalhes” e decidiram “prescindir da cruz que há na coroa do escudo para evitar desta forma qualquer tipo de confusão ou más interpretações em uma zona onde a grande maioria de população professa a religião muçulmana”. A isto, o jornal El Economista acrescenta em sua edição de hoje que “todas e cada uma das imagens do escudo “merengue” apareciam modificadas: a cruz pertencente à coroa real espanhola havia sido apagada. Não é uma casualidade, é uma estratégia comercial”. “Alegam, além disso, que a cruz não pertence a seu escudo institucional, mas à coroa da Casa Real que outorga ao clube o título do mesmo nome e que foi outorgado por Alfonso XIII a princípios do século XX”, acrescenta El Economista. 

A decisão do Real Madrid despertou polêmica entre seguidores e rivais. Nas redes sociais abundam os comentários contra a medida. Os usuários lamentam que o clube tenha cedido à pressão do mercado árabe e recordam que na Espanha os muçulmanos têm plena liberdade para usar e exibir seus símbolos religiosos. Alguns inclusive ironizam perguntando se o clube ia mudar de nome suas estrelas Cristiano (que em português significa Cristão) Ronaldo e Angel (Anjo em português)e Di María. 

MADRI, 30 Mar. 12 / 03:03 pm (ACI)

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