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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A conexão brasileira do Hamas


Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril passado, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil. Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que durante treze anos financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.

A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. Em 2001, entrou para a lista de organizações terroristas da ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land. Curiosamente,  passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.

Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino. Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia. Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade, e em 1980 se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamal Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas – primeiro na filial do Sudão e, depois, na do Iêmen. Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1.027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalil, em outubro passado. 

Na transcrição de uma ligação telefônica feita no dia 30 de janeiro de 2000, Jamal e Shukri Baker discutem as vantagens de usar um programa de computador para fazer chamadas internacionais para o Brasil. Os contatos com o país natal que realmente interessavam aos irmãos terroristas não eram os familiares. Eles tinham "negócios" por aqui. Prova disso é que a Holy Land pagou viagens de representantes do Hamas ao Brasil, a fim de arrecadar fundos. El-Mezain esteve no país por três semanas em 1993, para conseguir dinheiro e "avaliar como andavam as atividades da Holy Land", diz um documento da fundação. Entre os planos de ação para o ano de 1992 estava "aumentar o número de Ikhwans (milícias jihadistas) no Brasil".

Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA, em julho passado, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira – região entre Brasil, Argentina e Paraguai – eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din. De fato, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um comato "importante" na América do Sul. Noriega também confirmou informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001. O xeque estava à frente da mesquita de Guarulhos havia onze anos, mas pediu demissão em junho passado. Hoje, é diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras). Procurado por VEJA, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira. O libanês chegou a ser preso em 1998 pela Polícia Nacional do Paraguai, suspeito de envolvimento com o grupo terrorista Hezbollah. Depois do fechamento da Holy Land, Ghotme teria passado a comandar uma célula do Hamas especializada em contrabando e tráfico de drogas em Foz do Iguaçu, onde reside até hoje. Na semana passada, a reportagem de VEJA foi informada por seus parentes na cidade de que Ghotme está no Líbano.

Documentos secretos divulgados pelo WikiLeaks revelam que os Estados Unidos não têm conseguido sensibilizar o governo brasileiro para prestar atenção nas conexões do terror estabelecidas no país. Entre novembro de 2002 e fevereiro de 2010, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília produziu 279 telegramas que tocam nessa questão. Em duas dezenas deles, informa-se que os americanos pediram ao governo brasileiro a investigação de dezesseis pessoas e organizações ligadas ao terrorismo internacional. As autoridades  daqui se limitaram a pesquisar no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No âmbito policial, a julgar pelo relato dos telegramas, nenhuma medida foi tomada. O governo brasileiro também hesita em estabelecer uma lei antiterror, alegando que ela atrairia terroristas, o que em raciocínio inverso equivale a dizer que ladrões só roubam porque existem leis de crimes contra o patrimônio. "Não se percebe a relevância de uma lei antiterror porque até agora fomos poupados de ataques", diz Rubens Ricupero, ex-embaixador nos Estados Unidos. Enquanto isso, extremistas estão livres para conspirar no Brasil.

Fonte: VEJA

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Reino Unido: População muçulmana passa de 1,65 para 2,87 milhões em 9 anos, e já são 4,6% da população

O Pew Forum on Religion and Public Life estima que há 2.869.000 muçulmanos no Reino Unido, um aumento de 74% em seu dado anterior, de 1.647.000, que foi baseado no censo de 2001. Nenhuma estatística demográfica é confiável em uma era de portas abertas, mas tal expansão é sem precedentes.

Aqui está um mapa mostrando a população muçulmana na Europa:

Este número é equivalente a 4,6% da população. Em termos absolutos, o Reino Unido tem a terceira maior comunidade muçulmana do continente, depois de Alemanha (4.119.000) e França (3.574.000).


Em termos percentuais, o Reino Unido está na nona posição, depois de Bélgica (6%), França, Áustria e Suíça (5,7%), Holanda (5,5%), Alemanha (5%), Suécia (4,9%) e Grécia (4,7%). Muçulmanos do Reino Unido perfazem 16,8% de todos os muçulmanos na Europa ocidental.

Os números também são compartilhados pela Pesquisa de Força de Trabalho do Reino Unido, que mostrou um crescimento de 1.870.000 em 2004 para 2.422.000 em 2008.

As razões explicitadas são as mesmas de sempre: elevada taxa de natalidade dos muçulmanos e imigração descontrolada.

Fonte: Coluna de Damian Thompson no Daily Telegraph / Tradução do Mente Conservadora

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Al- Andalus - Bélgica: muçulmanos são 623.780 ou 5,8% da população

Um estudo do sociólogo Jan Hertogen reconsidera nitidamente as estatísticas sobre o número de muçulmanos na Bélgica, estimando-os em 623.780 pessoas, ou 5,8% da população. Estatísticas oficiais mostram uma forte comunidade muçulmana de 400.000 pessoas.
 
A comunidade muçulmana é largamente urbana na Bélgica. Desta forma, 22% dos moradores de Bruxelas são muçulmanos, com 49% em Saint-Josse. Eles são também numerosos em Antuérpia (81.993), Liège (28.341) e Charleroi (25.962).

Fonte: 7 sur 7 via Fdesouche
Tradução: Mente Conservadora

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Turcos invadem uma antiga Catedral Armênia e a usam como Mesquita

Em um ato mais provocativo do que reconciliador, centenas de Turcos realizaram orações na Catedral de Ani, no Leste do País.


O evento no templo Cristão foi organizado pelo partido de oposição, o Partido da Ação Nacionalista, cujo Devlet Bahçeli tornou-se o principal líder.


A cerimônia havia recebido aprovação das autoridades, mas seu tom provocativo foi patente. A Catedral é de origem Armênia e fica na cidade fronteiriça de Ani, conquistada no século XI pelos Turcos.


As imagens são da Euro News:






Fonte: Minuto Digital

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ameaça de terrorismo doméstico ainda é preocupante na Europa

Atentado 
contra ônibus em 2005 em Tavistock Square, Londres

Cinco anos depois do atentado em Londres que causou a morte de 52 pessoas, a ameaça do terrorismo doméstico ainda é uma realidade na Europa. Governos tentam combater o problema com mais diálogo e estratégias coordenadas.

 

Há cinco anos, quando as autoridades de segurança da Alemanha discutiam a ameaça de terroristas islâmicos no território nacional, tratava-se principalmente de estrangeiros vindos de países árabes ou do norte da África. Também estudantes universitários estrangeiros e requerentes de asilo faziam parte do grupo com tendência à radicalização.

Jovens de origem turca de segunda ou terceira geração não estavam na mira dos investigadores – menos ainda jovens alemães com histórico de imigração ou alemães convertidos. Mas o atentado de 7 de julho de 2005 alterou esse contexto, quando quatro bombas explodiram na capital inglesa tendo como alvo o sistema de transporte público em pleno horário do rush. O atentado matou 52 pessoas e deixou inúmeros feridos. Um ano depois, ataques em Madri provocaram a morte de 191 pessoas.

Os terroristas "homegrown" de Londres alertaram a polícia alemã para um novo fenômeno. De fato, alguns meses depois, investigadores alemães perceberam que a mesma atmosfera explosiva havia se desenvolvido em meios com alta concentração de imigrantes na Alemanha.

Cada vez mais jovens com potencial criminoso, mas que ainda não cometeram nenhum crime de fato, se encaixam no perfil dos chamados terroristas domésticos. São jovens do sexo masculino que não necessariamente desenvolveram seu potencial radical em campos remotos de treinamento de terroristas fora do país. Pelo contrário: muitos foram à escola e passaram a juventude na Alemanha, e são mais ou menos integrados à sociedade. Muitos são alemães convertidos ao Islã.




O caso Eric Breininger

Acredita-se que em maio de 2010 o jovem Eric Breininger tenha sido morto no Afeganistão. Até esta data, suas imagens e ameaças circulavam com frequência na mídia alemã: o alemão convertido fazia parte do grupo internacional União da Jihad Islâmica.

Numa autobiografia encontrada após sua morte, que é tida como autêntica embora provavelmente não tenha sido escrita apenas por ele, Breininger conta sua trajetória na Jihad, a guerra santa islâmica. As imagens da opressão dos muçulmanos por "infiéis" do Ocidente, especialmente pelos norte-americanos, o teriam motivado.

"Rapidamente soube que precisava fazer algo contra esses 'cruzados' que ofendem nossos irmãos e irmãs. Cada muçulmano deveria trabalhar para garantir que se viva conforme as leis de Alá para que possamos construir novamente um Estado islâmico. Mas parece que a maioria está satisfeita em viver numa terra de descrentes", diz um trecho da autobiografia.

Mudança de paradigma

Segundo as autoridades, muitos militantes islâmicos na Alemanha pensam como Breininger. Trata-se de um desenvolvimento que começou devagar após 11 de setembro de 2001 e a "guerra ao terror", e avançou rapidamente após o ataque de 2005.

De repente, não se tratava mais apenas de estrangeiros, como Yousef Mohammed El Hajdib e Dschihad Hamad, que, no verão de 2006, tentaram explodir bombas na Alemanha durante a Copa do Mundo. Nesse caso, ainda eram pessoas que não falavam alemão e pouco sabiam sobre a sociedade alemã.

Já Fritz, Daniel, Adem e Atilla, do chamado Grupo de Sauerland, tinham todos fortes ligações com a Alemanha. Um deles era um rapaz de "boa família", cuja mãe era uma médica respeitada e o pai tinha uma empresa de médio porte; outro era filho de turcos kemalistas bem integrados. Mas os dois tinham em comum o desejo de partir para a Guerra Santa e a disponibilidade de morrer em nome de Alá. Para os investigadores, houve aí uma mudança de paradigma.

Daniel, 
Atilla, Fritz e Adem Yilmaz: o Grupo de SauerlandBildunterschrift: Daniel, Atilla, Fritz e Adem Yilmaz: o Grupo de Sauerland
Medidas preventivas

Hoje, cinco anos depois dos atentados em Londres, os terroristas domésticos já fazem parte do cotidiano das autoridades alemãs. Entre 30 e 40 deles se movimentam atualmente entre a Alemanha e o principal centro do jihadismo, a região de fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão.

Uns estão tão convencidos a ponto de quererem buscar suas mulheres e crianças, enquanto outros pretendem voltar à Alemanha. Mas todos eles possuem referências alemãs em comum, tendo já passaporte alemão ou estando à espera de um.

A polícia se prepara: segundo um documento interno, a naturalização de pessoas com tendência a cometer crimes em nome da religião deve ser evitada, sem que isso interfira no trabalho de prevenção.
"Para não prejudicar os esforços de prevenção de crimes, é preciso deixar claro que essas medidas são dirigidas contra potenciais criminosos islâmicos, e não contra estrangeiros e muçulmanos em geral", diz o documento.

Já que não se pode evitar a radicalização de jovens na Alemanha, a polícia alemã defende que deveria ser possível, no caso de estrangeiros, apelar ao menos para a deportação. Atilla Selek, integrante do Grupo de Sauerland, preso na Alemanha em 2007 por tentativa de atentado a instalações americanas na Alemanha e condenado a cinco anos de prisão no começo de 2010, sente isso na própria pele: sua naturalização alemã deverá ser suspensa, a fim de permitir que ele seja deportado para a Turquia.

Também Adem Yilmaz, outro integrante do grupo, está ameaçado de deportação e seu pedido de naturalização não teve andamento.

Efeitos limitados

Mas nem isso seria suficiente para assegurar o controle sobre os terroristas domésticos, acreditam as autoridades. Programas de "desradicalização" estão sendo desenvolvidos pelas autoridades de proteção constitucional, permitindo que frustrados, como por exemplo o hamburguês suspeito de terrorismo Rami M., retornem do Afeganistão e encontrem uma saída da espiral de violência.

Entretanto, os resultados do programa, que conta com disque-denúncia em diferentes línguas, além de ofertas educacionais e aconselhamento, não surtem os efeitos desejados, criticam especialistas.

Autores: Holger Schmidt / Nádia Pontes
Revisão:  Rodrigo Rimon

Fonte: DW-World

domingo, 27 de junho de 2010

Nós não esqueceremos: Hugo Chavez e o fundamentalismo Islâmico

Caros Leitores,

Estou quase a concluir um trabalho sobre a presença de extremistas islâmicos por toda a América Latina, por este motivo, publicarei alguns textos antigos, mas que continuam mais atuais do que nunca. (De olho na Jihad)



A Jihad na Venezuela, com apoio do governo

O jornal judaico-argentino independente “A Voz e a Opinião” começou a distribuir um pacote de informações que anuncia a proximidade da violência terrorista em toda a América Latina. De que se trata?

Trata-se nem mais nem menos que de uma manobra do presidente venezuelano Hugo Chavez, com o intuito de permitir que agentes do grupo fundamentalista iraniano Hezbollah abram filiais da organização em toda a América Latina, inclusive na Argentina.

Em um gesto sem paralelo desde a conquista espanhola do continente, Chavez importou “missionários” xiitas do Irã que se dedicam a converter os índios da Amazônia ao islamismo. – começando pela tribo dos Guajiros. A conversão traz com ela a adaptação às regras violentas do fundamentalismo: toda a tribo Wayuu tornou-se muçulmana, as mulheres usam o véu e os homens praticam tiro com fuzis Kalashnikov, alguns se fazem fotografar com o cinturão suicida carregado de bombas e o governo venezuelano se encarrega de divulgar as imagens via Internet.

Outro dado aterrador surge dessas informações: a Hezbollah já abriu sedes – tendo sua base na Venezuela – em vários países, inclusive na Argentina. Quem quiser conhecer mais detalhes da ante-sala do inferno que Hugo Chavez está implantando na América Latina, pode consultar o seguinte endereço virtual:

http://groups.msn.com/autonomiaislamicawayuu/general.msnw

Clicando no link Hezbollah na América Latina podem ser lidas algumas das frases emblemáticas do terrorismo islâmico que Chavez importou para esta parte do continente: “...Uma religião que não prega a guerra contra a opressão é uma religião incompleta”, ou “as massas oprimidas... deverão se assegurar de que a vitória de Deus é certa e os opressores, mais cedo ou mais tarde, serão aniquilados”.

Junto com esses slogans, aparecem fotos de terroristas islâmicos de rosto coberto, com turbantes e portando armas de alto poder destrutivo. Entre essas cenas absurdas se lê em uma linha: Assinar o Livro de Visitantes do Partido Militar Islâmico da América Latina Hezbollah.

É assustador ver que entre os diferentes lugares que abrigam este grupo terrorista - além da Venezuela - estão mencionados outros países como El Salvador, Nicarágua e Argentina. Ainda que os textos e as imagens que se referem à Argentina tenham sido momentaneamente suprimidos, a mera existência do site demonstra que pela mão de Hugo Chavez o terrorismo islâmico entrou em nosso país [Argentina].

A presença do fundamentalismo iraniano na América Latina não se deve a fins pacíficos ou meramente proselitistas. A Hezbollah-Venezuela já menciona seu primeiro mártir: José Miguel Rojas Espinosa, autor de um ataque terrorista contra a embaixada dos EUA em Caracas. “O primeiro mujahideen... o primeiro missionário da guerra do Movimento Islâmico Revolucionário na Venezuela”.

Esta declaração de guerra fala por si só acerca das intenções de expandir a violência do Oriente Médio em um continente como o nosso, alheio a este conflito bélico. Os informes sustentam que os “missionários” iranianos importados por Chavez estão neste momento concentrados em converter milhões de índios quéchuas e aimarás espalhados pela Bolívia, trabalhando a um passo da fronteira argentina.

O vínculo entre os presidentes da Venezuela e do Irã não é apenas simbólico e comercial; já está em gestação o “ovo da serpente”, metáfora utilizada pelo cineasta Ingmar Bergman para descrever o nascimento da besta nazista na Europa dos anos 30. Em nosso território, se não for decapitada a tempo, a serpente semeará na América sangue e luto, tal como fez em suas terras de origem.

A Hezbollah (Partido de Deus) está indiciado pela justiça argentina por ter sido o grupo que dinamitou a sede da AMIA em 1994. Quando forças de segurança de várias potências ocidentais começaram a observar seu desempenho na Tríplice Fronteira, suas células-mãe se transferiram para vários pontos do continente, entre eles Santa Maria de Iquique, no Chile, e a Ilha Margarita, na Venezuela.

Ali permaneceram “adormecidas”ou trabalhando de forma subterrânea até que Chavez e o presidente iraniano as despertassem. O chavismo aliciou agentes em nosso país [Argentina] à sombra da propalada amizade com o governo e funcionários argentinos.

Encontros reservados entre agentes venezuelanos e grupos de combate argentinos têm se realizado, nos últimos tempos, com maior intensidade. E não foram todos semi-clandestinos: o Hotel Bauen é quase sempre a sede na partir da qual os operadores de Venezuela-Irã semeiam as bases do terror.

Se as relações de Carlos Menem com os EUA trouxeram fome e exclusão à Argentina, as relações de Kirchner com Chavez prenunciam um triste futuro, se não for detido a tempo o domínio terrorista em nosso país – que os próprios fundamentalistas vêm anunciando na Internet.

Mais info:
http://www.adl.org/main_International_Affairs/venezuela_anti_semitism_report.htm?Multi_page_sections=sHeading_9
http://www.instituteforcounterterrorism.org/var/119/35195-Hezbollah%20in%20LatinAmerica_Dr%20Ely%20Karmon.pdf
http://forums.terra.com/foros/celebrities/Celebrities_C36/Celebrities_F235/IS_HUGO_CHAVEZ_HOMOSEXUAL__P685149/
www.homemculto.wordpress.com

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A Ligação entre os Cartéis de drogas Mexicanos, o Hezbollah e a Venezuela


Um congressista advertiu nessa sexta-feira que o Hezbollah pode ter ligação com os Cartéis de drogas existentes ao longo da fronteira do EUA-México. E pediu a secretária de segurança interna representado por Janet Napolitano para estabelecer uma força tarefa especial para descobriri como reprimir sobre esta "questão de ameaça à segurança nacional".

O grupo sediado no Líbano tem laços com a América do Sul e suas gangues de drogas já há muito tempo,
mas recentemente surgiram relatos de que podia ter expandido sua influência para o México e para a fronteira com os EUA.


Em sua carta a Napolitano, a Republicana Sue Myrick, pedi para que seja verificado a fundo para saber a extensão do problema. Ela citou vários dados preocupantes que apontam para o Hezbollah e mostra que cada vez mais ele adentra nos Estados Unidos, com a ajuda de traficantes de drogas mexicanos.

"É vital que saibamos o que está acontecendo em nossas fronteiras, especialmente quando a criminalidade e a violência continuam a subir, e quando as conspirações terroristas e as ameças estão aumentando dentros dos EUA", escreveu a republicana.

Myrick delineou um complexo conjunto de ameaças ponteciais e as provas de sua existência. Ela disse que " suspeita-se que agentes iranianos e os membros do Hezbollah, estejam aprendendo espanhol na Venezuela de Hugo Chavez, antes de tentar obter falsos documentos para entrar nos Estados Unidos como mexicanos". Ela afirma ainda que o Hezbollah, conhecido por sua habilidade de escavação de túneis, poderia receber o dinheiro da droga e das operações dos cartéis em troca de ajuda para forjar túneis na fronteira com os Eua.


Afirma ainda que membros de gangues nas prisões do sudoeste americano estão começando a aparecer com tatuagens em persa
, o que implica na influência persa que provavelmente pode ser rastreada até o Irã e seu exército ficanciado, o Hezbollah".

Myrick citou as opiniões e conclusões de ex-agentes dos serviços secretos e outros em sua carta detalhada. um deles era um "alto oficial do exército mexicano" que disse acreditar que o Hezbollah poderia esta ensinando os cartéis mexicanos a fabricar bombas.

"Isso pode levar a explosões de carros contra a fronteira dos EUA ou as unidades da guarda nacional.

No mínimo, o Hezbollah tem um pé na América do Sul, de acordo com os relatório oficiais.

Anthomy Placido, administrado adjunto para a inteligência a Drug Enfocement Administrarion, disse em março que a droga "e nexo terrorismo" é mais forte na região das fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai. Ele disse que as drogas da região, são mais baratas, podem ser revendidas em outros países para grandes lucros desejados por aqueles que procuram fundos para atividades terroristas, tais como o Hezbollah.

Ele afirma ainda que alguns traficantes de drogas da região têm laços com o grupo terrorista libanês desde o final dos anos de 1980.

"Existem inúmero relatos de receitas que entram nos cofres dos grupos islâmicos radicais como o Hezbollah e o Hamas", disse ele, chamando o dinheiro advindo do tráfico de receitas fáceis que podem ser usadas para ataques terroristas.

A Casa de Segurança Interna segundo um relatório de 2006 afirma que membros do Hezbollah já foram capturados ao tentar entrar nos Estados Unidos pelo México, mostrando a expansão de suas atividades. O relatório cita como exemplo o caso de Mahmoud Youssef Kourani, irmão do chefe d Hezbollah, que em 2005 se confessou culpado de fornecer material de apoio ao Hezbollah depois deser contrabandeado através da fronteira EUA-México.

O relatório declarou alerta vermelho sobre o cruzamento perigoso "das tradicionais atividade criminosas com as ameaças a segurança nacional.

As informações são da FoxNews

Comentários "De Olho na Jihad" Algumas considerações que ressaltam o perigo eminente. Só no início de 2009 a guerra dos Cartéis Mexicanos já havia matado mais de mil pessoas! Agora imaginem esses assassinos recebendo doutrinação jihadista.

Sobre a ligação da Venezuela Chavista, México, Irã e a tríplice fronteira citos os seguinte textos:

No México Zapatistas tornam-se Mulçumanos para combater o capitalismo:
http://olhonajihad.blogspot.com/2010/06/no-mexico-zapatistas-tornam-se.html

Ligações entre Farc, ETA, Al Qaeda e Brasil:http://olhonajihad.blogspot.com/2010/06/ligacoes-entre-farc-eta-al-qaeda-e.html

Para Militares Iranianos na Venezuela Chavista:
http://olhonajihad.blogspot.com/2010/06/paramilitares-iranianos-na-venezuela.html

Jihadista do Hezbollah é preso na fronteira entre Paraguai e Brasil:
http://olhonajihad.blogspot.com/2010/06/jihadista-do-hezbollah-e-preso-na.html

A Jihad está mais próxima do que imaginamos, por isso, estamos "de olho"!

domingo, 13 de junho de 2010

Grupo pró-palestino ameaça pedir prisão de ministro Israelense caso desembarque na França

Mas, um capítulo no quem tem sido chamado de Flotilha Jihadista, pois sabemos que de humanitária ela nada tinha.

A agência Associated Press noticiou no dia 13/06 que o ministro de defesa de Israel, Ehud Barak, cancelou sua visita a França, devido as ameaças de grupos pró-palestinos de pedirem sua prisão.

Seu gabinete informou que sua visita continuará suspensa, enquanto não for concluído a investigação sobre o ataque à flotilha.

Ativista pró-palestina o ameaçaram baseado na sua responsabilidade no episódio do ataque que mataram nove turcos, supostos ativistas humanitários.

Não é a primeira vez que ativistas tentam prender Barak e outras autoridades israelenses sob o princípio da jurisdição universal. Este princípio permite que criminosos de guerra sejam julgados em países sem ligação direta com os acontecimentos. Mas, para isso é necessário que o País esteja disposto à julgar.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Paramilitares iranianos na Venezuela Chavista


De acordo com relatório do Pentágono para o Congresso americano, terroristas iranianos das Qods, milícias paramilitares iranianas, estão sendo transferidos em crescente número para a Venezuela, com a finalidade de expandir a rede de choque islamita na América do Sul.

O Pentágono prevê a possibilidade das Qods auxiliarem as combalidas FARC e outros movimentos de agitação no continente, e até planejar ataques. É claro que a presença de tais milícias terroristas representam perigo para outras nações do continente, inclusive o Brasil.

Não se deixem enganar achando que o problema do extremismo islâmico não chegou por estas terras! E pior, apoiado pelos governos neo-comunistas que governam a AL.

Fonte: Instituto Plínio Corrêa

terça-feira, 8 de junho de 2010

Kadafi: Esperamos a Turquia na União Européia para ser nosso cavalo de tróia


O ditador Líbio Muamar Kadafi afirmou que se a Turquia aderir a União Européia ela será o cavalo de Tróia Islâmico.

"Esperamos o dia em que a Turquia aderir à União Europeia para servir como um cavalo de Tróia" afirmou.

Kadafi, que detém a presidência rotativa da cúpula árabe, falou da importância da demografia que determina o número de muçulmanos na Europa, disse que as estatísticas oficiais não eram verdadeiras, porque as estatísticas são tendenciosas e mostram que os muçulmanos são uma minoria. No entanto, ele disse: "Há mais muçulmanos [na Europa] que os números declarados pelas estatísticas oficiais."


Ele ainda convidou os mulçumanos a união na europa para que ela seja um continente islâmico e não mais Cristão.

Muamar Kadafi também destacou um ponto verdadeiro e alarmante:

"Felizmente, os muçulmanos começaram a se multiplicar do que o resto das outras religiões, talvez isso seja um sinal de Deus. Assim, a vontade de Deus, os muçulmanos se multiplicam cada vez mais do que outros povos. Talvez isso é a prova de que Deus quer mais muçulmanos do que qualquer outra pessoa no final. "

A europa precisa acordar para a Jihad silenciosa,pois é essa que tem conquistado todo o velho mundo!

Fonte

Agora algo interessante sobre a notícia acima.

Fiz uma pesquisa no google para verificar se a notícia já havia sido publicada em português e obti o seguinte resultado (clique aqui).

Vocês verão que a única página no país que publicou a notícia foi justamente o site do Ministério das relações exteriores brasileiro ou seja o site do Itamaraty , Mas se clicarem no link terão uma grande surpresa. O conteúdo com a notícia foi removido!

Porque foi removido? Ora, todos sabemos que a cômica e atual diplomacia brasileira é aliada de Muamar Kadafi, e uma notícia dessa é um duro golpe contra a diplomacia da paz e amor do presidente Lula, portanto para não mostrar pro país que são estas pessoas que eles apoiam, simplesmente censuraram o artigo.

É muita cara de pau!

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