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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Morre no Sudão Sul Bispo que combatia a perseguição muçulmana


Após a proclamaçãodo tão sonhada do Estado do Sudão do Sul, faleceu subitamente, na manhã de sábado passado, dia 16, o Bispo católico de Rumbek, naquela região sudanesa, D. César Mazzolari, que lutou bravamente pelos cristãos. Ele sentiu-se mal enquanto concelebrava a Missa na Catedral da Sagrada Família em Rumbek. Sentou-se e desmaiou. Foi imediatamente levado para o Hospital local onde veio a falecer de ataque cardíaco.

Eis algumas declarações o Bispo importantes de serem lembradas:
Em entrevista ao diário "Il Giornale" de Milão, ao falar sobre a perseguição dos muçulmanos contra os Cristãos ele declarou:  

“Está se aproximando o momento do martírio. Espero que o Senhor nos dê a graça de enfrentar este derramamento de sangue. [...] Muitos cristãos serão mortos por causa da sua fé. Mas do sangue dos mártires vai nascer uma nova cristandade”.

“Pelo menos três milhões de sudaneses do sul foram transferidos ao norte, empurrados pela fome, e tiveram que fazer a profissão pública islâmica de fé, para obter um emprego. Os convertidos ao islamismo são marcados a fogo. Marcam-nos a ferro como gado, para distingui-los dos infiéis”.

D. Cesare ainda informou: “Minhas missões estão cheias de ex-escravos. Nos anos 90, resgatei pessoalmente 150, pagando por eles menos do que por um cão de pedigree: 50 dólares pelas mulheres e 100 pelos homens. Eles os utilizam como pastores ou os colocam no serviço de famílias árabes ricas de Cartum. Obrigam-nos a freqüentar as escolas corânicas”.

D. Mazzolari também deixou bem claro que o Deus dos católicos não é o Alá dos muçulmanos. Mas como explicar o fato de que na Europa há bispos que lhes concedem igrejas para serem usadas como mesquitas?
O Prelado respondeu: Os muçulmanos, [...] por todo lado onde se instalam, mais cedo ou mais tarde tornam-se uma força política hegemônica. Os italianos os acolhem por bonacheirice. Logo perceberão que os muçulmanos abusaram dessa bondade, trazendo dez vezes mais pessoas do que o combinado. São muito mais sabidos do que nós. Em minha diocese destroem as igrejas, entretanto vós lhes abris as portas das igrejas. Não se oferece um quarto do próprio apartamento a um ladrão, porque mais cedo ou mais tarde não se encontrará mais a mobília”.
Grande foi a sua alegria pela consecução da independência do Sudão do Sul, a 9 de Julho passado. Nesse dia à noite, na sede dos Combonianos, em Juba, falando com os seus confrades, declarou ainda D. César Mazzolari: “Foi um sonho que se realizou. Estamos no início de uma nova história. Agora todo o mundo se tem que empenhar em fazer com que o amanhã desta nova nação seja melhor do que o martirizado passado. E nós, combonianos, agora como no passado, estamos chamados a fazer a parte que nos toca”. 
  Requiescat in pace

Fonte: Blog IN PRAELIO

Referências:




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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Morre Abu Maher Yamani um dos fundadores da Frente Popular para Libertação da Palestina

Um dos fundadores da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), Ahmad Yamani, de 86 anos, faleceu em um hospital em Beirute, informou nesta terça-feira, 4, sus própria organização em um comunicado.

A nota, que não aponta a data do falecimento, recorda que Ahmad Yamani, também conhecido como Abu Maher Yamani, foi um dos representantes do comitê executivo da Organização para a Libertação da Palestina (LP) e membro do gabinete político da FPLP.

O texto o descreve como "um grande líder palestino que passou sessenta anos de sua vida lutando para a libertação da Palestina e pela unidade árabe".

Originário da aldeia de Zegmata, na região de Galileia, Yamani esteve casado e foi pai de oito filhos.

Chegou ao Líbano em 1948, pouco depois da criação do Estado de Israel, e seu nome esteve associado aos sequestros de aviões nos anos 70.

Fundado em 1967 pelo dirigente palestino George Habash (1925-2008), a FPLP, de tendência marxistas, foi reconhecida internacionalmente entre os grupos de guerrilha palestina depois de protagonizar uma série de sequestros de aviões ocidentais.

Entre suas ações mais lembradas é o sequestro simultâneo de três aviões em 1970, que foram desviados para o deserto da Jordânia.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Atentado taleban mata governador de distrito no leste do Afeganistão

Efe

CABUL - O governador de um distrito afegão da província oriental de Nangarhar morreu nesta segunda-feira, 30, em uma explosão em seu veículo, em um atentado talibã no qual também foram registrados quatro feridos, informou uma fonte oficial.

O fato aconteceu perto da cidade de Jalalabad, capital da província, quando explodiu a carga colocada sob o veículo do chefe do distrito de Lal Por, Said Muhamad Pahlauan, informou à agência afegã AIP o porta-voz do Governo de Nangarhar, Ahmad Zia Abdulzai.

Segundo esta fonte, Pahlauan morreu no ataque e outras quatro pessoas ficaram feridas. As forças de segurança isolaram a região depois da explosão.
Um porta-voz taleban, Zabihulah Mujahid, assumiu a autoria do atentado, no qual assegurou que além do governador de Lal Por morreram seus guarda-costas.

O movimento dos talebans afegãos tem suas principais fortificações nas províncias situadas no leste e no sul do país, onde os ataques contra as forças de segurança e as autoridades públicas são frequentes.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Serviços secretos russos liquidam organizador de atentados terroristas no metropolitano de Moscou

Moscovo, 21 ago (Lusa) -- Agentes do Serviço Federal de Segurança russo (FSB, ex-KGB) liquidaram o comandante dos guerrilheiros do Daguestão, Magomedali Vagabov, organizador dos atos terroristas no metropolitano de Moscovo em março passado, informa a agência Ria-Novosti citando fontes policiais.

"Graças a uma complexa operação realizada na vila de Gunib, foi liquidado o chefe do bando clandestino do Daguestão, Magomedali Vagabov. A operação foi realizada por agentes das tropas especiais do FSB", revelou a fonte.

Segundo a mesma fonte, trata-se de um sério êxito no combate contra a guerrilha separatista islâmica, porque "a caça a Vagabov demorou muito tempo, [Vagabov] conseguiu escapar às perseguições durante dois anos".

Fonte: EPA

Membros da Al-Qaeda são mortos no sul do Iêmen

ÁDEN — Sete homens da Al-Qaeda morreram em atos de violência no fim da tarde deste domingo em Loder, cidade do sul do Iêmen, após um ultimato lançado pelas autoridades aos membros da rede terrorista para que se rendam, segundo um balanço do Ministério da Defesa.

O general Abdel Razak Maruni, diretor de segurança da província de Abyane, da qual depende Loder, informou ao Ministério que outros membros da Al-Qaeda estavam cercados nas casas onde se refugiaram.

Pouco antes, uma autoridade local havia informado a morte de cinco membros da Al-Qaeda nos enfrentamentos.

Fonte: AFP

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Altos funcionários da ANP prestam homenagens ao último terrorista envolvido no atentado das Olimpíadas de Munique

Altos funcionários da Autoridade Palestina (AP) compareceram nesta quarta-feira ao funeral militar de Amin al-Hindi, último palestino envolvido no atentado contra a delegação israelense nas Olimpíadas de Munique-1972 que ainda estava vivo, e que faleceu na terça-feira aos 72 anos.

Tanto o presidente da AP, Mahmud Abbas, quanto o primeiro-ministro, Salam Fayyad, compareceram ao funeral de Hindi, que era membro fundador do Fatah, partido da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e coordenou o serviço de inteligência palestina durante o mandato de Yasser Arafat.

O corpo de Hindi foi levado em seguida para a Faixa de Gaza, terra natal do terrorista, onde foi enterrado nesta quarta-feira. Vários líderes do comitê central do Fatah e de seu conselho revolucionário acompanharam a viagem do caixão até Gaza.

Hindi morreu na noite de terça-feira em Amã, onde se tratava de um câncer, relatou à AFP Atallah Kheiry, embaixador palestino na capital jordaniana.

"Hindi havia sido transferido para o King Hussein Medical Centre em Amã seis meses atrás, depois de um tratamento contra o câncer, e os médicos retiraram um pedaço grande de seu fígado", disse Kheiry à AFP. "Depois, ele entrou em coma e morreu na terça à noite".

Amin al-Hindi era o último terrorista envolvido no planejamento e execução do ataque de Munique, no qual foram mortos 11 atletas israelenses.

Não é primeira vez que Abbas, honra a terroristas, ele também já havia prestado honrosas homenagens a Abu Daoud, também envolvido no mesmo ataque.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Clérigo xiita mentor do Hezbollah morre no Líbano

O Aiatolá Mohammed Hussein Fadlallah, uma das maiores autoridades xiitas do Líbano e mentor do grupo militante Hezbollah, morreu em um hospital de Beirute no domingo.

Os líderes políticos e clérigos do Irã, Iraque e Bahrein homenagearam Fadlallah, refletindo a lealdade que ele mantinha de xiitas tão distantes como do Golfo e da Ásia Central.


Fadlallah, 74 anos, estava muito debilitado para fazer os sermões regulares da sexta-feira há várias semanas. Ele estava internado desde a última sexta-feira, devido a uma hemorragia interna.

Multidões compareceram à mesquita Hassanein, onde ele pregava no sul de Beirute, para prestar condolências. O Hezbollah disse que iria marcar seu falecimento com três dias de luto. O escritório de Fadlallah informou que ele será enterrado na mesquita na terça-feira.

"Ele era um guia não só para o Líbano, mas para todo o mundo e para os muçulmanos", disse Abu Muhammed Hamadeh do lado de fora da mesquita Hassanein onde homens e mulheres choravam, alguns segurando fotos do líder. "A morte dele deixou um vazio muito grande no mundo árabe e muçulmano."

Fadlallah foi um defensor da Revolução Iraniana e um dos primeiros a apoiar o partido iraquiano Dawa do primeiro-ministro Nuri al-Maliki. Ele também foi o líder e mentor espiritual do grupo guerrilheiro xiita Hezbollah durante a sua formação e depois que Israel invadiu o Líbano em 1982, mas depois ele se distanciou de seus laços com o Irã.

"Hoje perdemos um pai misericordioso e um guia sábio", disse o líder do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah. "Isso é o que ele era para esta geração."

"Nós aprendemos em sua escola a ser pessoas de diálogo, a rejeitar a opressão e a resistir à ocupação."

Um crítico feroz dos Estados Unidos, que o classificou formalmente como terrorista, Fadlallah usou muitos de seus sermões para denunciar as políticas dos EUA no Oriente Médio, particularmente a sua aliança com Israel.

Mas ele também foi rápido em condenar os ataques de 11 de setembro de 2001, que mataram cerca de 3 mil pessoas nos EUA.

Fadlallah sobreviveu a várias tentativas de assassinato, incluindo um carro-bomba de 1985, que matou 80 pessoas no sul de Beirute. Reportagens dos EUA afirmaram que o ataque foi realizado por uma unidade de libaneses treinados pelos norte-americanos após ataques a alvos dos EUA no Líbano.

Fonte



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