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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Guia sexual para esposas muçulmanas estimula o prazer em grupo

Paula Regueira Leal - Notícias UOL

Jacarta, 25 out (EFE).- Uma associação indonésia de esposas muçulmanas, que propõe a submissão da mulher para combater o divórcio e a violência doméstica, editou uma guia que estimula o sexo em grupo para fortalecer os casamentos polígamos, assunto que gerou rejeição de entidades muçulmanas e de direitos humanos.

"Islamic sex, fighting Jews to return Islamic sex to the world" (Sexo islâmico, combatendo os judeus para devolver o sexo islâmico ao mundo, em livre tradução) é o título do manual de 115 páginas que foi distribuído entre as mais de 1 mil fãs na Indonésia, Malásia e Cingapura pelo "Obedient Wives Club", ou seja, Clube da Esposas Obedientes.

A organização alcançou notoriedade ao defender que as mulheres devem se comportar como prostitutas especialistas na cama para atender os desejos dos maridos e manter a união familiar.

A espécie de 'Kama Sutra' para preservação do casamento oferece, sem conter nenhuma fotografia ou desenho, instruções sobre como entreter, obedecer e dar prazer aos maridos.

Com este intuito pedagógico, a associação pretende melhorar o desempenho das mulheres que só oferecem 10% do desejo de seus cônjuges, segundo o texto.

A imprensa local revelou trechos do manual, apesar de "a leitura ser restrita as integrantes do clube", revelou à Agência Efe a diretora da associação na Indonésia, Gina Puspita.

"Alá garantiu ao homem a possibilidade de ter sexo simultâneo com todas suas esposas. Se a mulher assim agir, o sexo será melhor", diz um dos capítulos do guia, que estimula as mulheres a manter relações com seus maridos e com suas demais esposas.

Vários países muçulmanos mantêm a poligamia, prática pela qual os homens muçulmanos podem se casar com mais de uma mulher sempre que possuam meios para sustentá-las.

O livro mostra em outros capítulos como as mulheres podem satisfazer seus maridos descrevendo atos sexuais e defendendo que o sexo é uma forma de prece.

A fundadora do grupo, Maznah Taufik, considera que as separações são resultado do fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos.

"O abuso doméstico acontece porque as esposas não obedecem aos maridos. O homem é o responsável pelo bem-estar da mulher, mas ela deve escutá-lo e obedecê-lo", disse Taufik à imprensa.

O manual recebeu duras críticas de inúmeros grupos muçulmanos, organizações de direitos humanos e até mesmo de ministros.

A responsável pela associação feminista Empower criticou a visão "atrasada e estreita" do papel da mulher no guia.

"É realmente um insulto ao movimento de defesa dos direitos da mulher. Avançamos o suficiente para que as mulheres não sejam mais tratadas como meros objetos sexuais", defendeu.

Ratna Osnan, líder do grupo muçulmano Irmãs no Islã, denunciou que "os homens que abusam costumam utilizar o comportamento de suas esposas como justificativa de seus atos embora sejam sua responsabilidade".

O ministro de Assuntos Islâmicos da Malásia, Jamil Khir Baharom, anunciou que irá analisar o conteúdo do livro para determinar se é pornográfico ou ofensivo ao islã.

Na Indonésia - o país com mais muçulmanos do mundo onde 80% de seus 240 milhões de habitantes praticam esta religião - o clube se nega a fornecer mais detalhes sobre um guia de "uso privado e exclusivo". 
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sábado, 8 de outubro de 2011

HIZBUT TAHRIR: DOS HOMENS DE NEGÓCIOS ÀS MULHERES, UM MOVIMENTO PARA ‘ISLAMIZAR’ A ÁSIA.

Jacarta, 04 out (RV) – O movimento islâmico Hizbut Tahrir já está presente em muitas nações do mundo. E agora poderia conquistar mais espaço justamente onde a al Qaeda falhou. A ideia de Bin Laden era transformá-la em um organismo supranacional capaz de difundir uma visão radical do Islã e de unir os muçulmanos do mundo inteiro em um bloco único – o Califado – regido pela xariá, a lei islâmica.

Para dar força a este propósito, os líderes do grupo definiram um alvo até então à margem da luta extremista: estudantes universitários, homens de negócios, profissionais liberais e até mesmo mães de família. Uma rede fundamentalista de ‘colarinho branco’ e bem distante da imagem do combatente analfabeto e pobre, que cresceu de acordo com os ensinamentos do Alcorão em sua versão jihadista e fanática.

Presente em 45 países, atualmente o movimento Hizbut Tahrir se expande sobretudo na Ásia, difundindo a visão radical da religião muçulmana da Malásia à China, voltado às classes média e alta e às elites. Se o projeto de dar vida à “Umma” islâmica parece estar ainda longe, hoje já enfraquece a luta dos governos no controle do extremismo e na promoção de um sistema de governo democrático, como aparece em modo evidente na Indonésia.

Rochmat Labibi, presidente do braço indonésio do grupo, revela que o plano nos próximos dez anos é de “reforçar a falta de confiança do povo” naquilo que ele define como o regime ou, na verdade, o governo de Jacarta. “É isso que estamos fazendo, convertendo as pessoas da democracia, do laicismo e capitalismo para a ideologia islâmica”. No entanto, o Hizbut Tahrir, cujo significado é “Partido da liberação” – cresce de maneira exponencial também nos Estados Unidos, depois de ter operado às sombras desde seu surgimento nos anos 90.

Banido em alguns países, o movimento é legal em muitas nações, entre elas os EUA, a Inglaterra, a Austrália e a Indonésia. Em muitos casos opera nos limites da legalidade e agora foca-se na expansão asiática: da Malásia ao Paquistão, alcançando a China onde foi acusado de fomentar revoltas. O Hizbut Tahrir é ainda o grupo radical islâmico mais difundido e perseguido na Ásia central.

Questionado sobre a situação na China, Zhang Jiadong, da Universidade de Fudan, define o grupo como “o mais perigoso entre as organizações terroristas” porque exerce uma maior influência “sobre o povo".

O “Partido da liberação” conta com, ao menos, 20 mil seguidores na China e “mais que ataques terroristas, alimenta rebeliões e movimentos nas praças”. Para o Departamento de Estado dos EUA, ao contrário, poderia fornecer apoio “indireto” ao terrorismo, mas “não existem provas” que teria organizado atentados. É mais provável que seus líderes tenham perpretado ataques sob a orientação de outros grupos fundamentalistas.

Documentos publicados recentemente mostram que Khalid Shaikh Mohammed, mentor dos ataques de 11 de setembro, teria reforçado os laços com o Hizbut Tahrir. Além dele, o ex-chefe da al Qaeda no Iraque, Musab al-Zarqawi, teria entrado em contato com o movimento, mas sobre isso, não existem provas concretas. (RB)
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domingo, 17 de abril de 2011

Malásia: Grupos muçulmanos declaram jihad contra cristãos 'extremistas'

KUALA LUMPUR, 15 de abril - Uma coalizão de grupos muçulmanos realizaram um protesto hoje e declararam derramamento de sangue contra cristãos 'extremistas' que insultam e ridicularizam a posição do Islão no país.
A Organização Muçulmana de defesa do Islão (Pembela), que reúne 20 grupos, protestou depois das orações de sexta-feira na Mesquita Nacional contra a liberação em Putrajaya de bíblias em língua malaia e a promessa do primeiro-ministro Datuk Seri Najib Razak de nunca confiscar a Alkitab novamente.

Um grupo de 30 homens vestidos com camisas brancas e takiyahs reuniram-se na entrada principal da mesquita depois das orações com cartazes dizendo "Alá é grande! Nós Ansarullah (ajudantes de Alá) estamos te monitorando!"

O porta-voz do Grupo, Dr Yusri Mohamad, disse que os cristãos estão começando a desafiar e destruir o status e soberania do islão como religião do Estado.

"A Pembela considerou que as declarações e ações (por grupos cristãos) são feitas para desafiar ainda mais a soberania do Islão. Isto não é aceitável para a Pembela porque implica que existe uma agenda maior a ser alcançada por este grupo para além das questões da Bíblia sozinhas".

"A Pembela acredita que, a despeito do problema da Bíblia, há uma missão escondida para abrir a comunidade muçulmana na Malásia à apostasia, ou, pelo menos, injetar o pluralismo religioso, o secularismo e o liberalismo extremo que podem minar a integridade e a identidade dos muçulmanos na Malásia", disse ele, enquanto discursava para uma multidão de mais de 50 de um alto-falante.

Yusri também pediu a grupos cristãos para parar a sua abordagem de confronto e de pedir desculpas aos muçulmanos por terem ferido a comunidade....

"Nós também não estamos confortáveis ​​com a abordagem de permitir que líderes não-muçulmanos se tornem porta-vozes do governo e da oposição nesta questão, porque isso envolve o Islão, e os muçulmanos devem dar um passo a frente para resolver este problema".

"Pedimos a todos os líderes muçulmanos que se unam contra os cristãos extremistas que desafiam e insultam o Islão", disse ele.

O secretário-geral da Ikatan Muslimin Malásia (ISMA), Aminuddin Yahaya, acrescentou que o país tem sido manchado por elementos estrangeiros.

"A Malásia era tanah melayu, tanah Islã. Mas quando os colonialistas britânicos chegaram à nossa terra, eles também trouxeram o cristianismo com eles.

"Estamos sendo retomados pelos colonizadores através de suas demandas mais uma vez. Precisamos nos unir e não comprometer com aqueles que insultam a nossa religião. Estamos dispostos a morrer pelo Islão e o nosso país!", disse ele....

Fonte: Favstocks / Mente Conservadora

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Malásia: Governo vai liberar 35 mil bíblia que foram apreendidas

O governo da Malásia aceitou liberar cerca de 35.000 Bíblias importadas que haviam sido apreendidas por funcionários da alfândega em meio a uma disputa sobre o uso da palavra "Alá" como tradução para Deus.

O anúncio vem menos de uma semana após os protestos dos cristãos contra as autoridades por se recusarem a permitir a distribuição de Bíblias em língua malaia.

O Departamento do Primeiro-Ministro, disse nessa terça-feira, que o governo decidiu liberar as bíbliass, pois a ação não afetaria a disputa jurídica que ocorre no país sobre se os não-muçulmanos têm o direito constitucional de usar a palavra "Alá".

A Federação Cristã da Malásia havia anunciado na semana passada que estavam "cansados e irritados" pela apreensão das bíblias.  

Fonte: Forbes 

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Malásia: Campo de concentração muçulmano para Cristãos


A reportagem acima, mostra uma prisão de "reconversão" na Malásia. Todos aqueles que são acusados de apostasia e se convertem ao Cristianismo, são levados para essa prisão, onde passam por processos até que se convertam novamente ao Islamismo. No entanto, existem informações que alguns que foram para a "reconversão" e nunca mais retornaram.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tribunal da Malásia condena dois muçulmanos por incêndio em igreja

KUALA LUMPUR - Um tribunal da Malásia condenou dois irmãos muçulmanos acusados de incendiar uma igreja cristã durante uma disputa se não-muçulmanos podem usar a palavra "Allah" para se referir a Deus.

O ataque a bomba aconteceu em janeiro e foi o primeiro de uma série sem precedentes de incêndios e atos de vandalismo em 11 igrejas, um templo sikh, três mesquitas e dois locais de orações muçulmanos.

Dois irmãos foram presos e julgados pelo ataque, que destruiu parcialmente uma igreja protestante.

Komathy Suppiah, um juiz do distrito de Kuala Lumpur, condenou os dois na sexta-feira por danos causados por fogo com a intenção de destruir um local de culto.

O juiz deve determinar a sentença mais tarde nesta sexta-feira. Os irmãos podem ser condenados a até 20 anos de prisão.

Fonte:  O globo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Malásia prende três supostos membros de organização extremista

Efe
KUALA LUMPUR - Três pessoas foram presas na Malásia por supostos vínculos com o clérigo radical indonésio Abu Bakar Bashir, considerado o líder espiritual da organização extremistas Yemaa Islamiya, informou nesta quinta-feira, 12, a imprensa local.

Os suspeitos - dois malaios e um indonésio - foram presos em Kuala Lumpur e no estado de Pahang e a eles foram aplicados a Lei de Segurança Interna, que permite a detenção indefinida sem julgar as responsabilidades, segundo o diário The Star.

Eles tem relações com Bashir, preso na última segunda-feira, 9, na ilha indonésia de Java por ordenar, planejar, supervisionar e financiar atividades terroristas na região de Aceh, um bastião do fundamentalismo islâmico.

A Malásia nunca sofreu um atentado em seu território, porém, vários de seus cidadãos estão envolvidos em tramas da Yemaa Islamiya, o braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático.

Noordin Mohamed Top, foi o terrorista mais procurado na região, até sua morte no ano passado durante uma incursão na Indonésia.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Imãs da Malásia proíbem uso da camiseta da seleção Brasileira

Líderes muçulmanos da Malásia, no sudoeste asiático, estão pedindo aos fiéis que não usem camisa de futebol que tenham símbolos cristãos, como a  da Seleção Brasileira, que tem a cruz da CBF, a de Portugal, Sérvia, Noruega e do time espanhol Barcelona.

“Esses uniformes são perigosos”, disse um dos imãs, o Nooh Gadot, do Estado de Johor, do sul da Malásia.

 
Gadot explica o motivo da condenação do uniforme do clube inglês Manchester United: o símbolo do time é um diabo. A torcida chama os jogadores de "diabos vermelhos".
Embora reconheça não existir uma proibição explícita (Fatwa) ao uso desses uniformes, Gadot argumentou: “É evidente que o Islã não autoriza o uso desse tipo de roupa. Somos muçulmanos e não deveríamos idolatrar os símbolos de outras religiões ou do diabo. Os diabos são nossos inimigos. Para que então fazermos a sua publicidade?”.

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