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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Anders Breivik, um terrorista esquerdista que se disfarçou de anti-islâmico


Por Jefferson Nóbrega do blog Candango Conservador



Quando Anders Breivik cometeu o atentado que vitimou 77 pessoas, os meios de comunicação e principalmente a esquerda mundial não perdeu tempo em estender a culpa aos anti-jihadistas. Na época eu comentei sobre isso no artigo “Fjordman, o novo bode expiatório da esquerda” onde comentei sobre o assunto.

Mas, não foi apenas Fjordman que sofreu as consequências; nomes como Daniel Pipes, David Horowitz, Bruce Bawer, Robert Spencer e Pamela Geller foram rapidamente classificados como perigosos devido ao discurso “extremista, islamofóbico e xenófobo”.

No entanto, recentemente o terrorista de Oslo finalmente saiu do armário e revelou suas reais intenções, em uma carta ele confessou que todo o seu manifesto tinha por intenção desacreditar o movimento anti-jihad.

Agora pergunto: Você viu alguma nota sobre isso no The New York Times? Na BBC? Na AFP? Em qualquer outro jornal? Nem pergunto nos jornais brasileiros, pois neles a página “Internacional” é ridiculamente apenas a tradução dos meios citados acima.

Claro que não, a mídia esquerdista tem apenas um compromisso - não é com a verdade - com a propagação de seus ideais politicamente corretos e multiculturalistas, em outras palavras, com a destruição da sociedade ocidental.

O terrorista de Oslo encaminhou uma carta, intencionalmente ignorada, aos principais meios de comunicação explicando alguns motivos de sua “luta”.

O que Breivik quer é deportar os judeus “desleais”!

Em sua uma carta enviada aos meios de comunicação internacionais, ele se descreveu como “um guerreiro que luta pela sobrevivência da raça nórdica” e exige um território para os brancos da Noruega.

A carta é uma espécie de primeiro passo para uma “negociação de paz” com seus adversários políticos. Nesse documento ela muda completamente o tom de seu “manifesto”. Segundo o terrorista, ele usou a retórica anti-jihadista para evitar uma campanha dos meios de comunicação contra os etno-nacionalistas. Ele classifica isso com uma estratégia de “dupla psicologia”.

Segundo Breivik, o que ele busca é um “ideal nórdico puro”, pois a “raça nórdica” estaria sendo erradicada, por isso entre suas estratégias está a formação de um partido nazista. Ele também se identifica como parte do “movimento fascista da Europa”.

Anders Breivik também deixa claro na carta que “seu amor por Israel consiste unicamente por ser um lugar para onde os judeus desleais devem ser deportados”.

Ainda na carta, Anders  afirma que, apesar de perigosa é possível uma aliança com os jihadistas, especialmente com o Hamas.

Ou seja, diante de tais evidências do próprio punho do terrorista é impossível associar esse lunático aos anti-jihadistas, talvez por isso os jornais tenham ignorado essa preciosa informação. Anders Breivik nunca foi parte da direita, nunca foi um anti-jihadista, pelo contrário, é um assumido nazista disposto inclusive a alinhar-se aos terroristas do Hamas apenas para enfrentar os judeus.

Os conservadores americanos e europeus, especialmente Geert Wilders e Fjordman deveriam exigir desculpas e indenizações de todos os jornais que os associaram ao Terrorista de Oslo.

Anders Breivik é um nacional-socialista, eis o motivo do silêncio da mídia esquerdista.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Anders Behring Breivik: "É traumatizante ver nossas irmãs serem violadas por muçulmanos e nossos irmãos vencidos"

Oslo - Anders Behring Breivik, que está sendo julgado pela morte de 77 pessoas no ano passado, provocou o estupor do público presente nesta quarta-feira (20/6) na sala de audiências do tribunal, ao traçar um paralelo entre o sofrimento infringido às famílias de suas vítimas e seus próprios traumas.

Depois de ter ouvido dois psicólogos descrevendo os efeitos devastadores dos ataques de 22 de julho de 2011 para as famílias das vítimas, Breivik lamentou que eles "não tenham falado do trauma de ver confiscadas nossa cultura étnica e nossa religião, sem poder fazer nada".


"É traumatizante ver nossas irmãs serem violadas por muçulmanos e nossos irmãos vencidos", afirmou Breivik depois de receber autorização para fazer uso da palavra. "Este caso diz respeito ao futuro da Noruega e da Europa. É traumatizante ser tachado de extremista de direita e ser demonizado, acrescentou, ignorando as objeções da juíza.

As declarações de Breivik provocaram um murmurinho de desaprovação entre o público, e, inclusive, alguns dos familiares das vítimas se retiraram da sala.

Lutando para não chorar, Tor Oestboe, cuja esposa morreu no ataque com bomba que Breivik realizou ante a sede do governo, afirmou esperar que "esse assassino arda lentamente no inferno".


FrancePress


Não concordamos com a violência de Anders, até porque foi um tiro pela culatra no combate ao multiculturalismo, mas as palavras dele tem fundo de verdade. Vejam:

sábado, 24 de março de 2012

Noruega: Extremista islâmico pode testemunhar no caso Breivik

Anders Breivik o Terrorista de Oslo
Um extremista islâmico que atualmente vive na noruega, conhecido como Mullah Krekar, poderá ser convocado para testemunhar no julgamento de Anders Breivik.

Segundo informa o diário norueguês, The Foreigner, os psiquiatras decidirão se Breivik estava são no momento de seus ataques que resultou na morte de 77 pessoas, e seu advogado, Geir Lippestad, diz que seu cliente gostaria que ficasse claro que ele estava em sua plena capacidade mental. Por isso, o advogado pode chamar o extremista islâmico, Krekar, para depor no julgamento. Esse é o desejo de Anders Breivik, pois o depoimento do Mullah Krekar mostraria que os dois consideram que o Islã e o Ocidente estão em guerra.

Mullar Krekar era o líder do grupo iraquiano Ansar al-Islam, considerado uma agremiação terrorista pela ONU e pelo governo dos EUA. Vive na Noruega como refugiado desde 1991, esteve preso, mas foi solto em meio a denúncias de que os testemunhos contra ele foram extraídos mediante tortura.

Mullah Krekar
O Ansar al-Islam tinha cerca de 600 combatentes no norte do Iraque antes de ter suas bases bombardeadas pelos EUA e ser esmagado por milícias curdas rivais. Suspeita-se que o grupo fosse ligado à Al-Qaeda.

No início do mês durante um protesto em Oslo contra a queima do Corão por tropas americanas, Krekar, lembrou em um pronunciamento, o assassinato do cineasta holandês, Theo van Gogh, e elogiou o assassino: Em 2004, Mohammed Bouri, um corajoso jovem marroquino, matou o cineasta holandês no meio da rua, atingindo-o a tiro e esfaqueando-o como retaliação em nome do Alcorão e por amor ao Islão.

Anders acredita que as opiniões de Krekar possam dar forças ao seus argumentos de que ele foi apenas um soldado em uma guerra oculta entre o ocidente e a cultura islâmica.

Blog De Olho na Jihad com informações do The Foreigner

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

De 48 estupros cometidos de janeiro a outubro em Oslo, 45 foram cometidos por muçulmanos

A Noruega está vivendo uma onda de estupros sem precedentes cometidos em sua maioria por imigrantes muçulmanos.
Desde o início do ano as autoridades receberam 929 denúncias de estupros. De janeiro a outubro, 48 casos foram confirmados em Oslo, sendo desses 45 cometidos por imigrantes muçulmanos.

A polícia de Oslo publicou um relatório mostrando que os muçulmanos eram responsáveis pelos estupros, e que estes consideravam as violações moralmente aceitáveis, o debate sobre o assunto inflamou. Os políticos do país, em sua maioria anti-semitas, alegaram que o relatório "serve a Israel e sua política de ocupação".
O Ministros da Justiça defendeu o relatório da polícia, mas acrescentou que "Israel deve está feliz em ouvir isso".

A Noruega é um dos países mais avançados do mundo quando o assunto é direito das mulheres, no entanto, as norueguesas agora temem sair de suas casas durante a noite, e a podridão do politicamente correto, impedi que o assunto seja levado com mais seriedade. E para a esquerda a culpa como sempre é de Israel.

Blog De Olho na Jihad com informações do Israel National News


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terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Perdemos a cidade", diz homem espancado por somalis em Oslo

Oslo - Um homem foi vítima de um sequestro relâmpago, que segundo a vítima, foi realizado por imigrantes somalis. 

Ele foi abordado por homens armados, em um país onde nem a polícia utiliza armas, e obrigado a ir até um banco para sacar dinheiro para os assaltantes. Durante todo o trajeto ele foi espancado. "Você gritaria por socorro com uma arma nas suas costas e sob ameaças"? Disse ao ser questionado porque não pediu ajuda.

O que chama mais atenção nesse episódio, é que os assaltantes tentaram, com ameaças, obrigar a vítima a dizer a todos que foi assaltado por brancos. O que deixa claro como eles estão felizes com o multiculturalismo norueguês.

Desiludido com a tolerância da Noruega aos crimes cometidos por imigrantes ele desabafa: "Perdemos a cidade"!

Blog De Olho na Jihad com informações do Aftenposten

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sábado, 8 de outubro de 2011

Associação norueguesa propôs legalizar tribunais islâmicos

No princípio da semana a Noruega e, mais tarde, toda a Europa, ficaram alvoroçadas com a iniciativa do dirigente da Associação de Tribunais da Noruega, Tour Landback, que propôs permitir oficialmente no país os tribunais que aplicam a lei muçulmana, a shariá, e futuramente talvez integrá-los no sistema de justiça nacional. Como é natural, a ideia foi apoiada imediatamente por juristas que representam as comunidades islâmicas locais. A população da Noruega, conhecida pelo seu espírito de tolerância, desta vez ficou embaraçada e perturbada.   
 
Recorde-se que a shariá é um conjunto de prescrições ético-religiosas e jurídicas do islão, baseadas no Alcorão. Os tribunais de justiça shariá estabeleceram-se há muito e atuam não oficialmente não somente na Noruega, mas também em toda a nova e velha Europa cristã. Na Inglaterra, Noruega  e em outros países do Velho Continente os apologistas da justiça shariá explicam estas iniciativas pela necessidade de conseguir a integração dos muçulmanos na sociedade. Afirma-se que, caso contrário, os imigrantes não conseguem de maneira alguma adaptar-se às bases jurídicas, culturais e outras da Europa. 

Yuri Deriabin, dirigente do Centro da Europa do Norte apontou na sua entrevista à “Voz da Rússia”.
 
Creio que, ao propor a legalização da atividade dos tribunais de justiça shariá na Noruega, Landbak parte de uma realidade concreta. É que as leis norueguesas relativas aos imigrantes são liberais e nos últimos anos o número de imigrantes aumentou sensivelmente.

Na opinião de Deriabin, uma vez que os tribunais de justiça shariá funcionam não oficialmente há muito na Noruega, é melhor não os proibir, pois as proibições sempre provocam reação. É melhor legalizá-los e indicar na legislação local os limites da competência do direito shariá. No entanto, nem todos os peritos têm uma atitude tão tolerante em relação à destruição dos valores que são tradicionais para os europeus.

O diretor geral do Centro de Conjuntura Política, Serguei Mikheev, declarou à “Voz da Rússia” o seguinte:
  
Aquilo a que assistimos é um suicídio cultural da Europa. A Europa começou a renunciar voluntariamente a si mesma. Nesta situação por que não adotar a shariá?  Por outro lado, estas são condições para o surgimento de novos terroristas tipo Breivick.

Na opinião de Serguei Mikheev, num futuro próximo deve-se aguardar a desestabilização da situação sócio – política na Europa. Por isso o desenvolvimento sem precedentes da famigerada tolerância é acompanhado pelo crescimento de movimentos nacionalistas e de ultradireita. A recusa das autoridades europeias de resistir ao avanço das culturas estranhas provoca a resistência não sistémica a partir de baixo, o que vai acarretar o crescimento do número de conflitos entre diversos grupos étnicos e religiosos.

Todavia, por enquanto não se pretende pintar o futuro da Europa com tintas demasiadamente negras. A julgar por últimos passos de muitos países no plano do controle e restrição de fluxos migratórios, pode-se afirmar que o Ocidente ficou alarmado, embora com grande atraso, com este problema.
Portanto, vamos esperar um pouco antes de vestir a Europa com trajes islâmicos......
 

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Noruega: Cristãos convertidos do Islamismo fogem para não serem assassinados

Muçulmanos no Centro de Acolhimento lhe disseram: "Isto é Jihad, guerra santa, estamos esperando apenas a fatwa (licensa para matar) do Imã da mesquita de Sandnes".

"Eu tive que fugir do abrigo senão eles me matariam", disse Arsland ao diário Dagen.

"Arsland", que esconde seu verdadeiro nome por medo de represálias, é do Afeganistão, foi morar na Noruega e passou a viver em um abrigo para imigrantes. Há pouco tempo se converteu ao cristianismo e passou a ser perseguido pelos muçulmanos do local.Há algumas semanas ele testemunhou a agressão sofrida por seu amigo "Ali", também convertido ao cristianismo. Na ocasião os muçulmanos lançaram ácido sobre o jovem.

"Um amigo meu alertou, temos que fugir senão seremos mortos", disse. Ele ainda informou que mais três cristãos também fugiram para salvarem suas vidas.

"Depois que fugi, fui dormi na praça, mas chovia muito, até que amigos cristãos me acolheram até que eu pudesse encontrar outro abrigo", disse Arsland.

O jovem fez questão de dizer que mesmo correndo risco de morte não sente arrependimento de ter abandonado o Islã. "Sinto-me seguro com Jesus", concluiu.
Blog De Olho na Jihad - 31/08/2011
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Noruega: Vejam as exigências do multiculturalismo


Atenção que eles não só pedem exigem uma casa, como exigem uma casa GRANDE.

Uma casa pequena não serve (apesar de gratuita) porque eles precisam mesmo duma casa grande; com balanços, vários quartos coisas assim.
Talvez uma piscina não ficasse mal, e quem sabe uma TV de plasma enorme bem no meio da sala. 

Tudo pago pelos contribuintes suecos (aqueles que trabalham sem exigir nada ao governo, mas que são esfaqueados pelas costas pelo mesmo governo).


Fonte: Nosso parceiro o Blog Perigo Islâmico

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Fjordman, o mais novo bode expiatório da esquerda

Por Jefferson Nóbrega

Breivik - O terrorista de Oslo
Continuo achando que se excluir-mos a insanidade de Anders Behring Breivik, as motivações de suas ações são incompreensíveis. Principalmente pelo fato de que sendo um inimigo do multiculturalismo e da islamização, ele realizou ações que agora é a principal arma da esquerda mundial, Breivik tornou-se uma bomba na mão dos multiculturalistas que não hesitarão em relacionar todo conservador ao “terrorista de extrema-direita”. Agora, qualquer pessoa que se oponha a imigração e ao multiculturalismo passará a ser associada ao “cavaleiro norueguês do templo”.

Não apenas a Europa, mas todo o mundo ocidental tornou-se para a Direita Conservadora e a Esquerda Multiculturalista o que os ingleses chamam de no mand’s land. Em outras palavras: Um campo de batalha. E a “ala vermelha” já iniciou seu novo fronte de combate, tendo como arma principal “o exemplo escandinavo”.

É fato conhecido que o florescimento da extrema-direita e do discurso anti-imigratório e anti-islâmico, tem como marco a popularização da internet. Um grande exemplo é o EDL (English Defence League), grupo organizado nas redes sociais, que através de chamados online consegue reunir milhares de jovens em protestos na Grã-Betanha. Por este motivo, a mais nova estratégia do comunismo europeu é combater as vozes da extrema-direita na rede. O principal alvo nesse momento são os chamados “blogueiros anti-jihadistas”.

Em seu manifesto Breivik afirmou que seu autor contemporâneo preferido era o blogueiro “Fjordman”, o fato do “terrorista de Oslo” ter demonstrado admiração pelo "anônimo anti-islã", fez com que se iniciasse uma verdadeira cassada por sua identidade. Diante da pressão e da constante associação feita pela mídia entre Fjordman e Breivik, o escritor acabou revelando quem era ao diário VG.

Peder Jensen: O Fjordman
Fjordman na verdade é Peder Jensen, tem 36 anos e é um dos blogueiros mais conhecidos no mundo. Após encerrar seu blog em 2005, continuou escrevendo nos principais sites que abordam a islamização na Europa, um dos mais conhecido é o Gates of Vienna. Jesen também contribuia com o Jornal de Bruxelas e com os sites Global Politician , FrontPageMag , Jihad Watch , Faith Freedom International , Little Green Footballs, Free Republic e Daily Pundit.

Não é de se espantar que Breivik admirasse os escritos de Peder Jensen (que podem ser lidos aqui). Na verdade qualquer pessoa que possua interesse na chamada “Jihad Cultural”, tenderá a admirar Fjordman. Afinal ele não é um blogueiro qualquer, é um exímio pesquisador do assunto e um brilhante articulista. Jansen possui mestrado em Tecnologia e Cultura pela Universidade de Oslo, e é graduado em árabe pela Universidade de Bergen e pela Universidade Americana no Cairo.

Portanto, afirmar que os admiradores de Peder Jansen são ameaças a segurança européia é uma terrível e inescrupulosa manipulação esquerdista, ou seja, uma grossa mentira. Jansen tornou-se o mais novo bode expiatório da esquerda.

Gosto bastante de acompanhar o Gates of Vienna e consequentemente sou leitor de Fjordman. Isso torna-me um terrorista de extrema-direita em potencial?

Os esquerdopatas responderão que sim, sou uma ameaça. Sendo assim peço licença para sequestrar vossa lógica e também os argumentos que a mídia tem usado para sustentar essa opinião.

A lógica é a seguinte: Anders Behring Breivik é um terrorista que admirava os escritos de Peder Jesen, sendo assim, todos os leitores de Fjordman são radicais e consequentemente terroristas em potencial.

Aproprio-me dessa lógica esquerdista e desenvolvo o seguinte pensamento:

Segundo a última contagem que tive notícia, o atentado norueguês deixou 77 mortos. Pela ótica midiática, 77 mortos em nome da extrema-direita. No entanto, naquela semana do 22 de julho, em nome de Allah, foram mortas 90 pessoas, e em todo o mês de julho morreram 693 pessoas e 1088 ficaram feridas, tudo em nome da "religião da paz".

Diante desses números, e usando a mesma argumentação da mídia pergunto: Qual é a maior ameaça para o mundo, a extrema-direita ou o Islã?

É claro que qualquer “defensor da igualdade” e do politicamente correto repudiará minha pergunta e ainda a classificará como “islamofóbica” e “preconceituosa”, no entanto, eles se valem da mesma lógica discriminatória para empregar uma “cruzada” contra os conservadores em todo planeta.

Existem motivos que causaram o ódio de Breivik que intencionalmente a mídia tem ignorado.

Por que na mídia não comentam, por exemplo, que ano passado TODOS os estupros que ocorreram em Oslo foram realizados por imigrantes, em sua grande maioria muçulmanos?

Por que a mídia não lembra o caso do estuprador islâmico que ao ser preso justificou suas ações dizendo: "No Islã as mulheres não têm direitos ou opiniões"?

Por qual motivo não fala-se que desde os ataques com bombas contras as embaixadas da Noruega em 2006 (devido a uma publicação norueguesa das caricaturas de Maomé), os noruegueses não se atrevem a dizer qualquer coisa crítica ou negativa sobre o Islã?

Qual a razão para não citarem que 100 famílias somalis foram presas na Noruega?

Tais perguntas são apenas a ponta de um terrível iceberg que os críticos ocidentais estão ignorando.

É claro que os crimes perpetrados pelos imigrantes não justificam as ações de Anders Breivik, mas se olharmos por esse lado podemos pensar que isso cedo ou tarde aconteceria. E pode voltar a acontecer em toda Europa, não pelo discurso da extrema-direita, já que estes são os únicos que enxergam realmente o tamanho do problema, mas pelas ações de criminosos que ao invés de agradecerem à nação que os acolheu, rebelam-se contra o país e o povo.

Ou vocês acham que os habitantes de Oslo tolerarão para sempre imigrantes estuprando suas mulheres?

Acham que a população da Grã-Betanha aceitarão para sempre os membros do 4islamUK, criando zonas da sharia, perseguindo não-muçulmanos, comemorando a morte de soldados ingleses, desafiando a lei britânica? Ou ficarão quietos enquanto mulheres não-muçulmanas são perseguidas por não usarem o véu e impedidas de amamentarem seus filhos em locais públicos para não ferir a moral islâmica?

Por quanto tempo vocês acham que a população nativa da Catalunha aceitará não conseguir mais trafegar por suas ruas nos momentos de oração dos muçulmanos, e assistirá quieta a radicalização deles em seu solo?

Acham que os espanhóis ficarão sempre sentados vendo muçulmanos em suas terras tentando restabelecer o Al-Andalus? 


Acreditam que os pais de alunos não-muçulmanos na França não farão nada contra as reividicações de pais muçulmanos que querem impedir as aulas sobre o holocausto e as Cruzadas? 


Qual será a reação européia quando explodir ações como do grupo Muçulmanos contra Cruzadas (MAC), que querem transformar cidades inglesas em Estados Islâmicos?


O Reino Unido tolerará sempre as gangues de estupradores muçulmanos que estão atacando além das mulheres as crianças?


Será que os belgas aceitarão sempre a presença do Sharia4Belgium vivendo e usurfruindo do país, e ao mesmo tempo proferindo ameaças?


Sem citar os constantes crimes de honra e a presença maciça de holandeses no fórum jihadista Ansar al Mujahideen.


Tenho que ser repetitivo: O que cito acima é apenas a ponta de um terrível iceberg que os críticos ocidentais estão ignorando.

Por quanto tempo acham que a Europa tolerará isso tudo?

Cedo ou tarde, reações aparecerão. Alguns reagirão de forma democrática como Geert Wilders, ou o próprio Fjordman. Outros tomados de um ódio (não tão) insano como Breivik. 

Cabe ao mundo decidir se escutará a Direita e encarará de frente a Jihad Cultural, ou mudará o foco do problema como deseja a Esquerda. Só é preciso lembrar que a Noruega sempre optou pela segunda opção.

Jefferson Nóbrega Blog Candango Conservador

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domingo, 7 de agosto de 2011

Terrorismo de Imprensa


Mídia trata islamismo como “religião de paz”, mas trata terrorista darwinista como se fosse cristão conservador. Enquanto isso, PT quer tornar obrigatório o ensino do islamismo nas escolas.
O terrorista norueguês Anders Behring Breivik proclamava abertamente a supremacia da “ciência” de Charles Darwin sobre a Bíblia. Darwin não reconhecia Deus como a origem da vida humana, mas a atribuía às amebas e aos macacos. Essa “ciência” era a base da Alemanha nazista e da União Soviética, sistemas políticos e ideológicos hostis ao Cristianismo.
Entretanto, em resposta ao ato terrorista do darwinista fundamentalista, a imprensa esquerdista aproveitou a oportunidade para cometer um grande atentado terrorista: dizer que o norueguês era cristão conservador. E por que não aceitar essa mentira?
Essa é mesma imprensa que idolatra como “ciência” as teorias de Darwin, tornando Breivik muito mais próximo do secularismo da mídia do que os cristãos conservadores, que sempre desprezaram Darwin, Alemanha nazista e União Soviética.
Mas e se o norueguês realmente fosse um cristão conservador? O que a imprensa faria?
Desde os sistemáticos e frequentes ataques terroristas islâmicos contra o Ocidente, a resposta dos meios de comunicação ocidentais é repetir cansativamente: “O islamismo é uma religião de paz”. Não há atentado ou monstruosidade islâmica, por mais mortífera que seja, que desvie a mídia de sua pregação da religião de Maomé como verdadeira pomba de paz na terra.
Semana após semana islâmicos cometem atos terroristas. E semana após semana, a imprensa repete seu mantra da “religião de paz”.
O Brasil sofreu recentemente o caso do massacre do Realengo, nitidamente islâmico, mas a imprensa apressadamente protegeu e acobertou a “religião de paz”.
E para garantir que o Brasil esteja em sintonia com as pregações da mídia, o PT apresentou no Congresso Nacional o projeto de lei PL 1780/2011 para tornar obrigatório nas escolas o ensino da “cultura árabe e da tradição islâmica”. A finalidade do PT é “combater a intolerância e o preconceito” contra a “religião da paz”. O projeto inteiro pode ser baixado em PDF aqui.
Não há nenhuma incoerência no PT, que segue as conveniências do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista, também conhecido como nazismo, que tinha aliança com árabes muçulmanos.
Se os adeptos do islamismo não fossem responsáveis por milhares de atentados e se os terroristas fossem na verdade seguidores de Darwin, seria correto ensinar nas escolas que os islâmicos não são os autores dos milhares de atos terroristas que estão ocorrendo em nossos dias. Mesmo assim, não daria para chamá-lo de “religião de paz”, pois os cristãos são perseguidos e mortos aos milhares em países islâmicos.
De forma igual, não seria correto dizer que o darwinismo não tem nenhuma ligação com atrocidades na humanidade. Assim como o islamismo, o darwinismo não tem frutos de paz. A liderança soviética e nazista e Breivik amavam a “ciência” de Darwin da mesma forma que um cristão ama Jesus. Dá para igualar os frutos deles com os frutos dos cristãos?
Na escola, quando o professor explicou a origem do homem usando a “ciência” de Darwin, pedi permissão para contestar, e li para a classe o capítulo 1 inteiro do livro de Gênesis. Então, o professor respondeu que a criação do homem por Deus era teoria. Tenho certeza de que nazistas, comunistas soviéticos e Breivik teriam também se oposto à minha postura. Mas essa é a eterna incompatibilidade entre seguir Darwin e seguir Deus.
Se Breivik realmente fosse um cristão conservador e a mídia realmente não tivesse nenhum rancor e inveja dos cristãos conservadores, os jornalistas seguiriam a mesma lógica que eles aplicam ao islamismo: Eles apresentariam sistematicamente o Cristianismo conservador como “religião de paz”. E o PT apresentaria um projeto de lei para tornar obrigatório nas escolas o ensino do conservadorismo cristão, para combater a intolerância e preconceito contra os cristãos conservadores.
Eu, como cristão conservador, teria de agir rápido se estivesse naquela ilha da Noruega presenciando um criminoso massacrando adolescentes. E, é claro, eu precisaria de uma arma de defesa, que seria o único recurso contra um criminoso armado. A polícia norueguesa levou exatamente uma hora e meia para atender ao primeiro telefonema de socorro. Com tal absurda demora policial, qualquer terrorista teria tempo suficiente para cometer qualquer massacre que quisesse.
Esse episódio também derruba a falácia do desarmamento, pois se houvesse na ilha homens armados para se defender (como é comum na Suíça), o terrorista darwinista não teria tido liberdade e tempo de matar tantos adolescentes.
Como cristão conservador, me oponho totalmente ao darwinista que assassinou adolescentes. E me oponho aos terroristas islâmicos. E também tenho de me opor à imprensa tendenciosa, que protege o terrorismo islâmico e lança sobre os cristãos conservadores a culpa dos crimes de um darwinista fundamentalista.
A Bíblia, que está acima da “ciência” de Darwin, não mente quando diz que o mundo está debaixo da autoridade do maligno. Essa autoridade é visível na imprensa, que nunca joga sobre o islamismo a culpa dos ataques terroristas islâmicos, mas aproveita qualquer mentira para jogar sobre cristãos conservadores crimes que eles nunca cometeram, desde assassinatos de prostitutos homossexuais às altas horas das madrugadas em áreas perigosas até o massacre cometido por Anders Behring Breivik.
Não é “intolerância e preconceito” jogar sobre o islamismo o que muitos de seus adeptos fazem. Mas é verdadeira intolerância e preconceito jogar sobre os cristãos conservadores o massacre cometido por um seguidor das teorias de Darwin. É também verdadeira difamação e incitação ao ódio.
É impossível destruir um grupo cultural ou religioso sem antes difamá-lo sistematicamente. O assassinato em massa de judeus na Alemanha nazista só foi possível depois de anos de difamações da imprensa, onde se atribuía aos judeus todo e qualquer tipo de crime.
Com a ajuda uma imprensa que mente descaradamente, o PT agora está pronto para ensinar o islamismo nas escolas e como combater a intolerância e o preconceito contra a “religião da paz”, como se o Brasil já não estivesse sofrendo de aliciamentos suficientes do islamismo. O islamismo agora se juntará ao darwinismo como matéria escolar obrigatória.
E não há dúvida de que, no que depender de sua malícia, essa imprensa fará tudo o que puder para combater não o darwinismo — que tanto radicalismo assassino gerou na humanidade —, mas o conservadorismo cristão que é seu principal alvo e vítima.
Fonte: Blog do Júlio Severo Versão em inglês deste artigo: Media terrorism
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Fechando a torneira


Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB.

A facilidade com que o comentário político se deleita em miudezas, deixando de lado o essencial, impõe a quem compreende a gravidade do fenômeno a obrigação de avisar ao distinto público que aquilo que hoje lhe vendem como jornalismo é na verdade um produto novo e distinto, com finalidade inversa à daquilo que uma geração atrás se consumia sob essa denominação.
 
A palavra "notícia" vem do verbo "notar", que quer dizer captar, apreender, perceber. Quando as notícias que você recebe de vários canais vêm com conteúdo uniforme e num tom acachapantemente idêntico, é claro que elas não expressam a percepção humana, variada e individualizada por natureza, e sim um trabalho de engenharia, um molde prévio imposto aos fatos, não para refleti-los e sim para substituí-los. O caso dos atentados em Oslo é exemplar, sob esse aspecto. Informações flagrantemente erradas disseminaram-se pelo mundo em poucos minutos, num tom de certezas universalmente reconhecidas, ao passo que seus desmentidos só vieram aparecendo aos poucos, um aqui, outro ali, sem força de rechaçar a massa homogênea de falsidades que, como a "bolha assassina" do famoso thriller, já havia engolido multidões inteiras. Atentados terroristas, convém repetir, nunca são a finalidade de si mesmos. Estão sempre inseridos em alguma estratégia geral que, por meios políticos e midiáticos incruentos, prepara o seu advento e colhe (ou produz) os seus resultados. A destruição física deve ser precedida e seguida de empreendimentos de demolição moral ou chantagem política que transfigurem a mera carnificina em vantagem política concreta.
 
Só para dar dois exemplos clássicos, o 11 de setembro apoiou-se numa década inteira de propaganda anti-americana crescente e em seguida conseguiu inverter a impressão inicial de horror ao terrorismo, transformando-a numa onda mundial de ódio aos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/traducoes/ terrorism2.htm); na Espanha, menos de 24 horas depois do atentado de 2004 já estava nas ruas uma gigantesca manifestação popular, não contra os terroristas, mas contra... o governo conservador do primeiro-ministro Aznar (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm).
Mas nem precisaríamos ir tão longe: no Brasil, entre 1964 e 1988, cada bomba, cada roubo de armas, cada sequestro foi seguido de intensa propaganda baseada no slogan de que a culpa desses crimes não era de seus autores, e sim do governo que combatiam. A lenda dos "jovens idealistas em luta contra a tirania" veio  a render seus frutos com o retorno maciço dos comunistas ao país e sua irresistível ascensão ao poder (http://www.olavodecarvalho.org/semana/110428dc.html). Cito os meus artigos anteriores para enfatizar a continuidade das análises que venho fazendo, capítulos aliás de um estudo de muitos anos sobre o fenômeno da mentalidade revolucionária.

Ora, no caso norueguês a única campanha de propaganda que se observou foi voltada contra o próprio terrorista, mas associando-o a evidentes bodes expiatórios, os sionistas e os cristãos conservadores. A regra áurea, na análise de atentados terroristas, é: veja contra quem vai a campanha que se segue,
e entenda que a autoria do crime vem necessariamente da direção oposta.

O próprio Anders Behring Breivik deu-nos uma indicação preciosa ao declarar, no seu Manifesto, que não era um cristão, mas apenas um darwiniano persuadido de que a civilização cristã Ocidental era evolutivamente superior às outras. Isso não apenas desmentia a versão oficial da "grande mídia", mas alinhava decididamente Breivik no padrão ideológico da Nouvelle Droite Francesa, materialista e evolucionista, chefiada por Alain de Benoist.

E outra coisa que os iluminados comentaristas políticos não sabem é que a Nouvelle Droite é uma aliada incondicional... do "projeto Eurasiano" de Alexandre Duguin e Vladimir Putin!

Baseado nessa informação, anunciei no meu programa True Outspeak, de 27 de julho último, que, por trás de  todas tentativas perversas de inculpar sionistas e cristãos, a verdade não tardaria em aparecer ostentando na testa um rótulo de três letras: K,G,B, ou, em versão modificada pela enésima vez, F,S,B.

Não tardou nem 48 horas: sexta-feira, 29, recebi da minha amiga romena Anca Cernea esta notícia da agência russa RiaNovosti: Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB (v. http://en.rian.ru/world/ 20110728/165436665.html).

É verdade que aí ele teve também contato com um "extremista de direita", Viacheslav Datsik, mas Datsik, preso na Noruega por contrabando de armas, acabou confessando que trabalhava para a FSB.

Para tornar as coisas ainda mais claras, Breivik, no seu Manifesto (v. http://www.asianews.it/news-en/Russia-as-the-mass-murderer%E2%80%99s-political-model-22193.html) declara  que o alvo ideal de sua luta seria substituir a estrutura política europeia, que ele qualifica de "disfuncional", por um modelo de democracia autoritária "similar à da Rússia" (sic).

E, de quebra, faz os maiores louvores a Vladimir Putin.

Completando o quadro, o interesse russo em desestabilizar o governo norueguês é o mais óbvio possível: a Noruega é o único concorrente da Rússia no fornecimento de gás ao continente europeu - quer dizer, o único obstáculo que se opõe ao sonho de Vladimir Putin, de um dia colocar a Europa de joelhos mediante a simples ameaça de fechar a torneira.


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domingo, 31 de julho de 2011

Geert Wilders defende-se contra as críticas provocadas pelos atentados na Noruega


"Geert Wilders defende-se contra as críticas provocadas pelos atentados na Noruega", escreve o NRC Handelsblad em manchete, algumas horas após a publicação pelo líder do Partido para a Liberdade, de um comunicado onde declara que "o PVV está profundamente chocado com a morte brutal de dezenas de cidadãos noruegueses inocentes", causada por "um psicopata que abusou violentamente da luta contra a islamização". Distancia-se ao declarar : "Somos, antes de mais, democratas. O PVV nunca apelou à violência e nunca o fará."

Segundo o diário holandês, Wilders reagiu desta forma às críticas sobre o papel do PVV no massacre levado a cabo por Anders Breivik, em cujo manifesto evocou uma grande admiração pelo partido populista holandês. Diversos cronistas pediram a Wilders, que geralmente evita entrevistas e debates públicos, que se exprimisse mais claramente sobre a sua luta contra o Islão. "Wilders deveria responder diretamente às perguntas. Deveríamos poder esperar que os membros do PVV se interrogassem sobre o papel que desempenham", escreveu uma cronista no NRC

Este debate apenas diz respeito à Holanda. "Em toda a Europa, os partidos populistas de direita e anti-islâmicos defenderam-se", aponta o le Standaard, em Bruxelas, referindo-se nomeadamente à Frente Nacional francesa e ao FPÖ austríaco.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Extremismo Cristão? Os atentados na Noruega e a agenda esquerdista


Por Jefferson Nóbrega

Todo ato terrorista é execrável, independente se o sociopata que o comete usa um turbante ou carrega um crucifixo no pescoço.

O terrorismo tem por objetivo impor sua vontade através do medo, geralmente traz embutido em sua ideologia um sentimento vindicativo, e emprega a violência gratuita para alcançar seus objetivos.

Os secularistas inventaram os atentados terroristas modernos, grupos nacionalistas lançaram mão destes meios, os islâmicos assimilaram muito bem esse terror, e agora, um norueguês que intitula-se  “cristão” e de "extrema-direita", ganhou os noticiários do mundo fazendo justamente o que dizia combater.

Astuciosamente, o sistema político é perito em explorar tragédias em seu favor. No Brasil, por exemplo, quando houve o massacre em Realengo, no outro dia os comunistas já aproveitavam da situação para tentar desarmar a população de bem.

Na Europa, a tragédia norueguesa, desde o primeiro momento, tem sido explorada pelos governos e pela mídia esquerdista. A esquerda vê maquiavelicamente, uma chance de barrar o avanço da "extrema-direita", que até então crescia de uma forma impressionante no velho continente.

Editoriais espalharam-se por todo mundo, aproveitaram a oportunidade para demonstrarem seu ranço pela direita anti-islâmica, usaram o terrível atentado para empregar uma revanche contra a vitória de Geert Wilders. Em menos de um dia, todos que pensam como Wilders passaram a serem ameaças para a "Europa Livre".

Mas, alguns fatos precisam ser levados em conta.

Inicialmente as “evidências” que levaram Andres Behring Breivik a ser classificado como “cristão conservador”, foram às informações contidas em seu perfil no Facebook. Logo após ser notíciado que Breivik estava envolvido nos atentados, o site Solid Principles fez um print do perfil do terrorista, onde pode ser constatado alterações nas informações. E curiosamente, os dados adicionados foram justamente os que afirmavam ser ele Cristão e conservador. Se apenas os que possuem a senha pode realizar tais modificações, quem editou a página? Se a página for falsa, a quem interessaria colocar que o terrorista era cristão?

Outro fato interessante é que Breivik também demonstrou admiração pela Al Qaeda e afirmou que a organização é bem sucedida por "suas adaptações estrururais".

Em seu manifesto, o terrorista não diz que sua luta é religiosa, mas afirma que é "cultural". Ele mesmo diz: "Fui de moderadamente agnóstico para moderadamente religioso"... "Considerando que essa é uma guerra cultural, nossa definição de ser cristão não necessariamente significa que você é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus"

No entanto, a mídia tem insistido em classificá-lo como "extremista cristão". Aliás, o próprio termo desmascara a acusação. Um cristão é aquele que busca viver segundo Cristo, sendo assim, um "extremista cristão" buscaria essa doutrina ao extremo. Dessa forma ele nunca atentaria contra a vida de inocentes, pelo contrário amaria o próximo ao extremo, doaria sua vida pelo outro ao extremo. Esse seria um extremista cristão, semelhante por exemplo, ao grande São Francisco de Assis. E o terrorista Andres Behring Breivik passa longe disso, ou seja, existe uma verdadeira manipulação proposital, levada a cabo pela esquerda, para rotular os cristãos e assim avançar com sua agenda secularista e multiculturalista.

As palavras de Brevik são suficientes para desmascarar essa acusação contra a cristandade: "Não vou fingir que sou um homem muito religioso, já que isso seria uma mentira", diz ele. "Sempre fui muito pragmático e influenciado por meu ambiente secular. No passado, lembro-me de que costumava pensar: 'A religião é uma muleta para as pessoas fracas. De que vale crer num poder mais elevado se tenho confiança em mim mesmo!? É de dar pena".

O que precisamos nos perguntar é: A quem interessa atribuir culpa ao cristianismo e ao pensamento conservador? Quem sai fortalecido nessa história?

O fato, é que existe uma manipulação no qual aproveitam-se do episódio para tentar barrar o avanço dos conservadores no continente europeu.

Esse atentado terrorista pode mudar por completo o cenário político na Europa. Será que só eu acho estranho, o fato de um inimigo da islamização cometer um atentado que favorecerá o multiculturalismo no continente europeu?

Além do mais, será que por causa da ação as pessoas esquecerão, por exemplo, que no ano passado, todos os estupros que aconteceram em Oslo foram cometidos por "não-ocidentais"?

Os resultados políticos desse massacre levarão ainda um tempo para aparecerem com mais nitidez. Mas, algo já é bastante claro, a esquerda tem explorado o ataque terrorista para empregar uma perseguição aos cristãos e aos conservadores, e pelo que podemos observar na mídia, a tedência é que isso se intenssifique ainda mais.

Publicado originalmente aqui.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Breivik era um "fundamentalista cristão"? Desmascarando a farsa midiática!



No vídeo acima Conde Loppeux de la Villanueva comenta sobre as insinuações da imprensa sobre a "cristandade" de um assassino, que na Noruega, matou quase cem pessoas. O articulista desmascara a fraude implícita que há no argumento da imprensa.


Terrorista se proclamava darwinista, não cristão

As reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um "cristão", embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa - colocando sua fé na ciência.

WASHINGTON, EUA - Uma análise do manifesto de 1.500 páginas de Anders Behring Breivik mostra que a atitude dos meios de comunicação de apressadamente caracterizarem o terrorista norueguês como "cristão" pode ser incorreta do mesmo jeito que foi incorreto chamar Timothy McVeigh, o terrorista do ataque a bomba na Cidade de Oklahoma, de cristão.

Breivik foi preso no final de semana, acusado de dois ataques brutais em Oslo, Noruega, e nas redondezas dessa cidade, inclusive uma explosão na capital que matou 7 pessoas e uma orgia de tiros num retiro político de jovens na ilha de Utoya que matou mais de 80 vítimas.

Juntando os pedaços das várias postagens de Breivik na internet, muitas reportagens dos meios de comunicação caracterizaram o terrorista - que diz que estava transtornado com as políticas multiculturalistas impulsionadas pelo Partido Trabalhista da Noruega - como "extremista de direita e cristão fundamentalista". Entretanto, embora McVeigh tivesse rejeitado Deus completamente, Breivik escreve em seu manifesto que ele não é religioso, tem dúvidas acerca da existência de Deus, não ora, mas afirma a supremacia da "cultura cristã" da Europa bem como sua própria cultura nórdica pagã. 

Por outro lado, Breivik louva Charles Darwin, cujas teorias da evolução se opõem às afirmações da Bíblia, e afirma: "Quanto à Igreja e à ciência, é essencial que a ciência tenha uma prioridade indiscutível sobre os ensinos da Bíblia. A Europa sempre foi o berço da ciência, e deve sempre prosseguir desse jeito. Com relação ao meu relacionamento pessoal com Deus, imagino que não sou um homem excessivamente religioso. Sou em primeiro lugar um homem de lógica. Contudo, apoio uma Europa cristã monocultural".

O terrorista de forma franca também confessa que não encontra apoio, nem nas igrejas protestantes nem católicas, para suas ideias violentas.

"Tenho a confiança de que a futura liderança de uma hegemonia conservadora cultural na Europa garantirá que a atual liderança eclesiástica seja substituída e os sistemas sejam de certo modo reformados", escreve ele. "Temos de ter uma liderança eclesiástica que apoie uma futura cruzada com a intenção de libertar os Bálcãs, a Anatólia e criar três estados cristãos no Oriente Médio. São necessárias inciativas para facilitar a desconstrução das igrejas protestantes, cujos membros devem se converter de volta ao catolicismo. As igrejas protestantes tiveram um papel importante em outros tempos, mas suas metas originais já foram alcançadas e contribuíram para reformar a Igreja Católica também. A Europa tem de ter uma Igreja unida liderada por um papa justo e não suicida que tenha disposição de lutar pela segurança de seus súditos, principalmente com relação às atrocidades islâmicas".
Embora Breivik tenha dito que se considera "100 por cento cristão", ele também expressa orgulho em suas raízes genealógicas.

"Tenho orgulho de minha herança Viking", escreve ele. "Meu nome, Breivik, é o nome de uma localidade do Norte da Noruega, e dá para datá-lo até mesmo antes da era Viking. Behring é um nome germânico de antes da era cristã, o qual é derivado de Behr, a palavra germânica que significa Urso (ou 'aqueles que são protegidos pelo urso')".

E embora ele tivesse se caraterizado como "cristão" e "protestante", Breivik disse que apoia "uma reforma do protestantismo que o leve a ser absorvido pelo catolicismo".

De forma semelhante, as reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um "cristão", embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa - colocando sua fé na ciência.

Breivik acrescenta: "Fui de moderadamente agnóstico para moderadamente religioso".

Numa seção de perguntas e respostas de seu manifesto, Breivik se pergunta: "Quais deveriam ser nossos objetivos civilizacionais? Como você imagina uma Europa perfeita?"

Sua resposta dificilmente se parece com a resposta de um "utópico cristão": "O pensamento 'lógico' e racional (certo grau de darwinismo nacional) tem de ser a base fundamental de nossas sociedades. Apoio a propagação do pensamento racional coletivo, mas não necessariamente num nível pessoal".

O manifesto de Breivik nunca menciona adoração e estudo religioso como parte da rotina dele para se preparar para sua missão de assassinatos em massa. Ao discutir seus preparativos para o ataque, ele escreve: "Tem sido um processo de longo prazo desde que decidi pela primeira vez que eu queria contribuir. Mas não é como se eu tivesse estado isolado há anos. Tenho vivido uma vida quase normal até agora. Ainda tenho um relacionamento íntimo com meus amigos e família, não tão estreito quanto costumava ser. Quanto à minha situação atual, venho trabalhando num livro agora por quase dois anos. É essencial que você se recompense e goze a vida nesse período. Você pode fazer coisas que normalmente você não faria. Você pode basicamente viver uma vida normal se escolher; você tem de ter cuidado extra. Venho praticando certos rituais e meditação para fortalecer minhas crenças e convicções. Para mim, o ritual mais comum é dar uma longa caminhada escutando minha música favorita no meu iPod".

Breivik também aponta para o fato de que sua ligação com os valores culturais cristãos tem como base a conveniência política, não a fé ou um compromisso religioso.

"Minha escolha não tem nada a ver com o fato de que não tenho orgulho de minhas próprias tradições e herança", explica ele. "Minha escolha foi baseada puramente no pragmatismo. Todos os europeus estão neste barco juntos. Portanto, temos de escolher uma plataforma mais moderada que possa apelar para um número maior de europeus - preferivelmente até 50 por cento (realisticamente até 35 por cento)".

Breivik também afirma ser membro da maçonaria, que muitos cristãos consideram como uma organização religiosa esotérica.
Mais especificamente, ele se chama de juiz dos Templários e explica o que isso significa na medida do possível como crença no Cristianismo:

"Considerando que essa é uma guerra cultural, nossa definição de ser cristão não necessariamente significa que você é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus", escreve ele. "Ser cristão significa muitas coisas; que você crê e quer proteger a herança cultural cristã da Europa. A herança cultural europeia, nossas normas (inclusive códigos morais e estruturas sociais), nossas tradições e nossos modernos sistemas políticos são baseados no Cristianismo - protestantismo, catolicismo, cristianismo ortodoxo e o legado do iluminismo europeu (a razão é a principal fonte e legitimidade para a autoridade). Você não é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus a fim de lutar por nossa herança cultural cristã e os costumes europeus. De muitas formas, nossas modernas sociedades e secularismo europeu são consequência da Cristandade europeia e do iluminismo. Portanto, é essencial entender a diferença entre uma 'teocracia fundamentalista cristã' (tudo o que não queremos) e uma sociedade europeia secular baseada em nossa herança cultural cristã (o que queremos). Por isso, não, você não precisa ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus para lutar por nossa herança cultural cristã. Basta que você seja um agnóstico cristão ou ateu cristão (um ateu que quer preservar pelo menos os fundamentos do legado cultural cristão da Europa (feriados cristãos, Natal e Páscoa). Por isso, os PCCTS, os Cavaleiros Templários não são uma organização religiosa, mas em vez disso uma ordem militar 'culturalista' cristã".

De modo bastante repetitivo, Breivik faz tudo o que pode para deixar claro para os leitores de seu manifesto que ele não é motivado pela fé cristã.
 
"Não vou fingir que sou um homem muito religioso, já que isso seria uma mentira", diz ele. "Sempre fui muito pragmático e influenciado por meu ambiente secular. No passado, lembro-me de que costumava pensar: 'A religião é uma muleta para as pessoas fracas. De que vale crer num poder mais elevado se tenho confiança em mim mesmo!? É de dar pena'. Talvez isso seja verdade em muitos casos. A religião é uma muleta para muitas pessoas fracas, e muitas abraçam a religião por razões egoístas como uma fonte de onde extrair força mental (para alimentar sua fraca condição emocional, por exemplo, durante uma enfermidade, morte, pobreza, etc.). Já que não sou hipócrita, direi diretamente que essa é a minha agenda também. No entanto, não senti ainda a necessidade de pedir força a Deus, ainda".


Tradução:
Julio Severo
Fonte: Terrorist proclaimed himself 'Darwinian', not 'Christian'
Fonte: Mídia Sem Máscara

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